26 de janeiro de 2026
O consumo de serviços passou a responder por 46,1% do gasto total das famílias na China em 2025, segundo dados divulgados pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado durante coletiva realizada em 26 de janeiro. As informações foram apresentadas em conjunto com o Ministério do Comércio, que detalhou o desempenho do setor e as diretrizes para a expansão do consumo de serviços no país. De acordo com o ministério, as vendas no varejo de serviços cresceram 5,5% em relação a 2024. Segmentos como lazer cultural e esportivo, comunicação e informação, consultoria, locação turística e transporte registraram crescimento de dois dígitos, o que indica maior dinamismo do mercado de consumo de serviços. O governo também identificou mudanças nos padrões de consumo. Viagens associadas a eventos esportivos e refeições combinadas com sessões de cinema passaram a integrar novas práticas de lazer. Além disso, modelos de negócio como voos de baixa altitude, cruzeiros, iates e espetáculos turísticos ampliaram a oferta de serviços e abriram novas frentes de expansão do setor. No setor de alimentação, a receita total alcançou 5,8 trilhões de yuans em 2025, o que representa um crescimento de 3,2% na comparação anual, segundo dados oficiais apresentados na coletiva. Para o próximo período, o Ministério do Comércio informou que continuará a executar o plano de ação para a melhoria da qualidade do consumo de serviços. A estratégia inclui ações integradas com outros órgãos para ampliar a oferta em áreas como cultura e entretenimento, turismo e lazer, alimentação e hospedagem, eventos esportivos e saúde. O governo também afirmou que direcionará investimentos estrangeiro s para o setor, com foco na ampliação da oferta de serviços diversificados e de maior padrão. Fonte: CFTV
14 de abril de 2025
A Administração Geral das Alfândegas da China divulgou, em coletiva realizada em 14 de abril pelo Escritório de Informação do Conselho de Estado, os dados do comércio exterior do país no primeiro trimestre de 2025. Segundo o vice-diretor da entidade, Wang Lingjun, as províncias líderes em comércio exterior, Guangdong, Jiangsu, Zhejiang, Xangai, Pequim, Shandong e Fujian, movimentaram juntas RMB 7,78 trilhões em importações e exportações entre janeiro e março. O montante representa 75% do comércio exterior da China no período. O resultado se destaca por três pontos principais: Aumento no número de empresas exportadoras e importadoras As sete províncias concentram um grande número de empresas ativas no setor. No primeiro trimestre, 422 mil empresas realizaram operações de importação e exportação, alta de 6,1% em relação ao mesmo período de 2024. Elas responderam por cerca de 80% do total nacional. O comércio com mais de 150 países e regiões também cresceu, com 89 deles superando a média nacional em taxa de crescimento. Avanço nas exportações de alta tecnologia As províncias ampliaram a exportação de produtos de alta tecnologia, somando RMB 783,52 bilhões no trimestre, um crescimento de 4,5%. O valor representou 71,3% do total nacional nesse segmento. As exportações de produtos de informação eletrônica, equipamentos de ponta e biofármacos chegaram a RMB 385,71 bilhões, RMB 236,58 bilhões e RMB 30,11 bilhões, respectivamente. Os três grupos representaram 66%, 78,4% e 74,8% do total nacional em cada categoria. Participação relevante nas importações estratégicas Essas regiões também lideraram a importação de recursos energéticos , insumos industriais e bens de consumo. No primeiro trimestre, elas foram responsáveis por 83,1% das importações nacionais de petróleo bruto e 67,6% das de minérios metálicos. Componentes eletrônicos e peças de equipamentos automáticos representaram 78% e 88,1%, respectivamente. As importações de bens de consumo atingiram RMB 318,42 bilhões, mais de 80% do total nacional. As províncias analisadas seguem como pilares do comércio exterior da China, com forte presença em mercados internacionais, foco em inovação industrial e papel relevante na manutenção das cadeias de suprimentos do país. Fonte: thepaper.cn
9 de abril de 2025
Vasos com frases motivacionais, brinquedos sensoriais e serviços de escuta virtual compõem uma nova categoria de consumo que cresce entre os jovens chineses. O chamado “consumo emocional” ganhou espaço no varejo digital e reflete mudanças nos hábitos de compra da nova geração. Segundo o Relatório sobre a Mentalidade dos Jovens na Internet Chinesa (2024), publicado pelo Instituto de Desenvolvimento Fudan, os consumidores passaram a considerar não apenas o custo-benefício, mas também o valor emocional dos produtos. O documento define esse comportamento como “consumo de valor emocional”. Para Hong Yong, pesquisador do Instituto de Comércio Eletrônico da Academia de Pesquisa do Ministério do Comércio da China , o fenômeno decorre da evolução das demandas sociais. Com maior acesso a bens materiais, os consumidores passaram a buscar experiências mais personalizadas e simbólicas. Alívio emocional com itens do cotidiano Produtos populares como blind boxes, brinquedos anti stress, incensos com frases e capas de celular com mensagens ganham destaque entre estudantes e trabalhadores. Esses itens, que custam menos de RMB 20 em plataformas como Taobao, se tornaram uma opção de alívio rápido para o estresse diário. O avanço do consumo emocional impulsionou também o mercado de bens de consumo, produtos derivados de animações, quadrinhos e jogos. Dados da iiMedia Research indicam que o setor movimentou RMB 168,9 bilhões em 2024 e deve alcançar RMB 308,9 bilhões até 2029. Ferramentas baseadas em inteligência artificial passaram a ocupar espaço nesse cenário. O robô “Xiao Zhi”, por exemplo, responde de forma objetiva, mas tenta oferecer acolhimento, segundo Wang Zhichao, blogueiro de tecnologia. A empresa desenvolvedora busca integrar memória emocional ao sistema para personalizar ainda mais as interações. Especialistas alertam para riscos do consumo emocional Apesar do crescimento do setor, pesquisadores apontam riscos como dependência emocional e uso inadequado de dados. Shen Yang, professor da Universidade Tsinghua, defende a criação de padrões de transparência algorítmica e regulamentação de conteúdo. O consumo emocional já influencia o comportamento dos jovens e transforma modelos de negócio. Em paralelo, especialistas recomendam que políticas de proteção ao consumidor e diretrizes de segurança digital acompanhem esse movimento para preservar a privacidade e o bem-estar do público. Fonte: news.china.com.cn
3 de janeiro de 2025
A Confederação da Indústria de Logística e Aquisição da China divulgou, em 3 de janeiro, o Índice de Prosperidade da Indústria de Logística da China referente a dezembro de 2024. Os dados apontam que o setor logístico alcançou novos picos de desempenho ao longo do ano, com o volume de negócios crescendo de forma consistente e a atividade econômica da área registrando avanços significativos. Em dezembro, o índice de prosperidade atingiu 53,1%, uma alta de 0,3 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Esse crescimento reflete a combinação de políticas governamentais e o fortalecimento da demanda do mercado interno, que impulsionaram o índice do volume total de negócios logísticos por cinco meses consecutivos. Entre as regiões, o leste da China registrou o aumento mais expressivo. Crescimento em setores industriais estratégicos O desempenho da logística foi particularmente forte em setores industriais como maquinaria elétrica, semicondutores, equipamentos de comunicação, transporte e fabricação de veículos elétricos de nova energia. A demanda por serviços logísticos também foi impulsionada pelo consumo doméstico, com destaque para a estabilidade nas compras online. Os índices do volume total de negócios nas áreas de transporte rodoviário, aquático e multimodal registraram aumentos em relação ao mês anterior, enquanto as indústrias de transporte ferroviário, aéreo e serviços postais mantiveram índices superiores a 55%, indicando alto nível de prosperidade. Políticas e avanços no segundo semestre de 2024 No segundo semestre de 2024, o governo chinês intensificou a implementação de políticas voltadas para a liberação da demanda e o fortalecimento da circulação na cadeia de suprimentos e na cadeia industrial. Essa abordagem resultou em melhorias nos índices de volume total de negócios, giro de estoques, taxa de utilização de equipamentos e número de empregados, que mantiveram uma tendência de crescimento consecutivo. Segundo Liu Yuhang, diretor do Centro de Informação de Logística da China, o setor logístico apresentou estabilidade no início de 2024 e crescimento contínuo na segunda metade do ano. "A capacidade de oferta logística de alta qualidade, eficiência e adequação continua a se expandir, desempenhando um papel fundamental na promoção da circulação econômica nacional e internacional, na aceleração da movimentação de mercadorias e na garantia do funcionamento estável da economia nacional", afirmou. Fonte: news.china.com.cn
2 de janeiro de 2025
Dez regiões de nível provincial na China, incluindo Xangai, Guangdong e Hainan, vão estender seus programas de troca de eletrodomésticos até 2025 para impulsionar as vendas . Hebei, Hunan, Jiangsu, Guizhou, províncias de Sichuan, Região Autônoma de Guangxi Zhuang e Região Autônoma Uigur de Xinjiang vão continuar o programa de subsídio introduzido no ano passado, segundo informou Wu Xianjian, secretário-geral executivo adjunto da Associação Chinesa de Eletrodomésticos Domésticos, ao portal chinês, Yicai. Com o aprimoramento da política, Wu prevê que os subsídios devem se expandir para incluir mais categorias de eletrodomésticos e uma gama mais ampla de fabricantes e varejistas este ano. O programa oferece subsídios de 10% a 20% nas compras de eletrodomésticos energeticamente eficientes. Impulsionado pelo esquema, as vendas de eletrodomésticos devem superar RMB 900 bilhões (US$ 123,3 bilhões) no ano passado, estabelecendo um novo recorde, de acordo com Guo Meide, presidente da plataforma de dados All View Cloud. No entanto, Guo observa que será difícil repetir esse sucesso neste ano. Até 19 de dezembro de 2024, cerca de 33,3 milhões de consumidores compraram 52,1 milhões de eletrodomésticos, gerando vendas de cerca de RMB 239,1 bilhões (US$ 32,8 bilhões). Produtos eficientes no consumo de energia representaram mais de 90% dessas vendas, de acordo com dados do Ministério do Comércio. Fonte: yicaiglobal.com
17 de setembro de 2024
Mais de 80 países e organizações internacionais participam da Feira Internacional de Comércio de Serviços da China, que acontece em Pequim. Entre as empresas estão Siemens, Google e Amazon, e outras listadas na Fortune 500. A variedade de empresas e países presentes, mostra a abertura da China para o desenvolvimento do comércio de serviços em conjunto com outros países. A China tem se alinhado às normas internacionais de comércio e expandido de forma ordenada a abertura do mercado de serviços. Desde o planejamento estratégico até a implementação de políticas, a China vem aumentando o suporte para o desenvolvimento inovador em áreas-chave do comércio de serviços. Este ano, a feira destaca as tecnologias especializadas e inovadoras, como big data e computação de baixo carbono. Novos serviços e cenários, como turismo digital, educação inteligente e esportes inteligentes, têm estimulado o potencial de consumo de serviços, e estão em exposição no evento. A empresa de tecnologia médica Medtronic está expondo mais de 60 produtos e soluções inovadoras este ano. Gu Yuhao, vice-presidente sênior global e presidente da Medtronic para a Grande China, afirmou que a empresa continua otimista em relação ao mercado chinês, e a feira de comércio de serviços oferece uma valiosa oportunidade de intercâmbio e cooperação para empresas multinacionais. “A abertura de alto nível da China aumentou nossa confiança em trabalhar com parceiros da indústria para promover o desenvolvimento de novas tecnologias, novos modelos de negócios e novos cenários!”, disse Meng Pu, presidente da Qualcomm na China. Este ano marca o quinto ano consecutivo em que a Qualcomm participa da feira. Michaël Borchmann, ex-diretor do Departamento de Assuntos Europeus e Internacionais do Estado da Hesse, na Alemanha, e especialista em questões chinesas, afirmou que a feira de comércio de serviços não é apenas uma ponte de comunicação para empresas globais, mas também uma plataforma para exibição de tecnologias inovadoras, que pressionará o “botão de aceleração” para o desenvolvimento do comércio de serviços global e a cooperação no setor de serviços. O comércio de serviços intensivo em conhecimento, representado por serviços de telecomunicações, computação e informação, serviços financeiros, serviços de seguros e pensões, e taxas de uso de propriedade intelectual, está se tornando um importante motor para o desenvolvimento “inteligente” do comércio de serviços na China e no mundo. Este ano, a feira de comércio de serviços aproveitou ao máximo sua função como uma plataforma abrangente para exibição, intercâmbio, cooperação e inovação, trazendo recursos de comércio eletrônico transfronteiriço “para dentro”, ao mesmo tempo em que promove mais marcas chinesas e marcas estrangeiras a “sair”. Na feira deste ano, várias empresas relacionadas à economia verde se destacaram na área de serviços ambientais, com aplicações de produtos e serviços verdes impulsionadas pela inovação tecnológica. A brasileira Raízen possui considerável força em fornecimento de energia verde e tecnologias de biocombustíveis como etanol. Artur Passos, diretor de informações de mercado da empresa, afirmou que a China tem avançado na geração de energia eólica e solar, liderando a matriz de geração em direção a um “futuro mais limpo”. “Estou otimista quanto às perspectivas de cooperação entre o Brasil e a China no campo da energia limpa”, disse. Anna Malindog-Uy, vice-diretora do Instituto de Estudos Estratégicos do Século Asiático nas Filipinas, disse que a feira de comércio de serviços a fez sentir a vitalidade do desenvolvimento sustentável. “Promover a economia verde é uma forte manifestação do compromisso da China com suas metas climáticas. As inovações da China em energia renovável, cadeias de suprimento sustentáveis e finanças verdes estão criando ‘oportunidades verdes’ para empresas chinesas e estrangeiras, promovendo não apenas o desenvolvimento sustentável, mas também impulsionando relações comerciais baseadas em proteção ambiental e inovação”, afirmou. Fonte: news.cn
14 de agosto de 2024
Em Yanji, cidade de 700 mil habitantes na província de Jilin, na China, o desenvolvimento da indústria do café tem sido intensificado através da otimização do ambiente de negócios e da extensão da cadeia produtiva do café, tornando essa indústria um novo motor para a revitalização rural. Nos últimos dois anos, o número de cafeterias em Yanji cresceu de mais de 500 para mais de 1000. Para garantir a extensão da cadeia produtiva do café, a cidade também tem cultivado ativamente empresas do setor primário. Alguns profissionais do café têm incorporado produtos locais e elementos folclóricos no café e na embalagem, criando produtos de café únicos e formando uma cultura do café distinta. Para tornar a etiqueta “café” da cidade mais atraente, Yanji tem apoiado constantemente o desenvolvimento da indústria do café, aproveitando o crescente aquecimento do turismo cultural e abrindo novos caminhos para o desenvolvimento integrado do turismo e da cultura, incentivando a abertura de cafeterias nas proximidades de pontos turísticos. Ao mesmo tempo, a cidade também está acelerando a reforma administrativa e otimizando o ambiente de negócios. O rápido desenvolvimento dessa indústria tem atraído muitos jovens a retornar e permanecer na cidade. Yanji implementou políticas para atrair talentos jovens, que incluem 31 medidas de incentivo, como subsídios para compra ou aluguel de imóveis e compra de veículos. Além disso, a cidade também oferece um mecanismo de incubação para empreendedores de cafeterias. “Nos próximos passos, iremos aprimorar e atualizar completamente as políticas de talentos jovens de Yanji, lançando a versão 2.0 das políticas de talentos, para atrair mais jovens a vir para Yanji trabalhar e empreender, injetando uma forte motivação no desenvolvimento de várias causas em nossa cidade”, disse o vice-diretor do Departamento de Recursos Humanos e Segurança Social de Yanji, Liu Qiwen. Fonte: cctvnews.cctv.com
16 de maio de 2024
Um porta-voz do Conselho da China para a Promoção do Comércio Internacional fez uma declaração sobre os resultados da revisão quadrienal das tarifas 301 sobre a China divulgados pelo Representante de Comércio dos Estados Unidos, apelando aos Estados Unidos para cumprir efetivamente as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e cancelar imediatamente as medidas de tarifas sobre produtos chineses. Em 14 de maio, o Representante de Comércio dos Estados Unidos divulgou os resultados da revisão quadrienal das tarifas 301 sobre a China, anunciando um aumento adicional das tarifas sobre produtos importados da China com base nas tarifas 301 existentes. “O setor empresarial chinês se opõe firmemente a isso”, disse o porta-voz, acrescentando que setores relacionados, como veículos elétricos, baterias de lítio e células fotovoltaicas, injetaram forte impulso no desenvolvimento global de energia limpa e inovação verde por meio de inovação tecnológica contínua e participação ativa na competição de mercado, integrando-se à cadeia de suprimentos global. Segundo o porta-voz, o Representante de Comércio dos Estados Unidos ignorou as regras da OMC, continuou a abusar do processo de revisão das tarifas 301 e aumentou significativamente as tarifas sobre alguns produtos importados da China, o que é um ato de unilateralismo e protecionismo comercial. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos estão subsidiando fortemente setores como veículos elétricos e semicondutores, o que claramente viola os princípios da economia de mercado e as regras internacionais de comércio, prejudicando gravemente a estabilidade e segurança das cadeias globais de suprimentos industriais. O Conselho da China para a Promoção do Comércio Internacional e a Câmara de Comércio Internacional da China, em nome do setor empresarial chinês, apelam aos Estados Unidos para cumprir efetivamente as regras da OMC, cancelar imediatamente as medidas de tarifas sobre produtos importados da China, encorajar a confiança e cooperação entre os setores empresariais da China e dos Estados Unidos, e juntos manter a estabilidade e fluidez das cadeias de suprimentos industriais, acelerando a recuperação econômica mundial. Fonte: news.enorth.com.cn Imagem principal: Iurii Gagarin/ Adobe Stock
17 de abril de 2024
Em resposta às preocupações expressas por alguns países ocidentais sobre o superávit industrial da China, o país reiterou sua posição na quarta-feira, 16, enfatizando a necessidade de abordar a questão com base nos princípios da economia de mercado. "O suposto impacto do superávit industrial da China no mercado global é uma narrativa infundada", declarou Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, durante uma coletiva de imprensa regular. Lin alertou que a imposição de medidas de proteção comercial com base no superávit industrial poderia minar a estabilidade e o fluxo contínuo das cadeias de produção e abastecimento, prejudicando os esforços em direção à transformação verde da economia global e ao desenvolvimento de indústrias emergentes. Ele destacou que as vantagens competitivas da China na indústria de energia renovável são resultado de habilidades autênticas e de uma competição de mercado saudável, em vez de dependerem de subsídios do governo. "China mantém uma postura aberta em relação à cooperação industrial. Esperamos que os países pertinentes adotem uma abordagem de mente aberta, promovam uma competição justa e contribuam para a criação de um ambiente internacional de cooperação econômica e comercial orientado para o mercado e baseado na legalidade. Trabalhar em conjunto com a China pode resultar em benefícios mútuos e promover uma globalização econômica mais inclusiva", enfatizou Lin. A declaração reflete os esforços contínuos da China para promover a cooperação econômica global em um contexto de crescentes preocupações internacionais sobre sua posição industrial e comercial. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Xinhua Imagem principal: Mu Yu/ Xinhua
3 de abril de 2024
O Departamento de Comércio de Serviços do Ministério do Comércio da China divulgou, em 3 de abril, informações sobre o desenvolvimento do comércio de serviços chinês. De janeiro a fevereiro de 2024, o comércio de serviços do país cresceu rapidamente, com um total de importação e exportação de serviços de RMB 1,191 trilhão, representando um aumento de 22,8% em relação ao ano anterior. Deste total, as exportações foram de RMB 486,17 bilhões, um aumento de 17,9%, e as importações foram de RMB 704,9 bilhões, um crescimento de 26,5%; resultando em um déficit comercial de serviços de RMB 218,73 bilhões. O comércio de serviços intensivos em conhecimento cresceu rapidamente, tendo totalizado RMB 464,87 bilhões, entre janeiro e fevereiro, um aumento de 14,2%. As exportações de serviços intensivos em conhecimento foram de RMB 276,65 bilhões, uma alta de 13,4%, com destaque para os setores de taxas de uso de propriedade intelectual e serviços pessoais de cultura e entretenimento, com aumentos de 84,3% e 32,8%, respectivamente. As importações de serviços intensivos em conhecimento foram de RMB 188,22 bilhões, um crescimento de 15,4%, com destaque para os setores de serviços pessoais de cultura e entretenimento e outros serviços comerciais, com aumentos de 94,5% e 21,7%, respectivamente. O superávit comercial de serviços intensivos em conhecimento foi de RMB 88,43 bilhões, 76,5% maior em relação ao ano anterior. O setor de serviços de viagem está crescendo rapidamente. De janeiro a fevereiro de 2024, os serviços de viagem continuaram a crescer rapidamente, com um total de importação e exportação de serviços de viagem de RMB 317,93 bilhões, um aumento de 51,8%, tornando-se o maior setor do comércio de serviços. Fonte: yicai.com Imagem principal: Weerasak/ Adobe Stock