8 de março de 2022
Nos primeiros dois meses deste ano, o valor total de importação e exportação da China foi de 6,2 trilhões de yuans, cerca de US$ 980 bilhões, um aumento anual de 13,3%. Entre eles, a exportação foi de US$ 548 bilhões, 13,6% maior que o mesmo período do ano passado, já a importação foi de US$ 431 bilhões, aumento ano-a-ano de 12,9%. O superávit comercial chegou a US$ 116 bilhões, um aumento de 16,3%. Esses dados marcam um início estável do comércio exterior chinês. Tanto as importações como as exportações para os principais parceiros comerciais, como a EU e a ASEAN, aumentaram. Nos dois primeiros meses, o valor total do comércio entre a China e a EU foi de US$ 138 bilhões, um aumento de 12,4%, enquanto o valor total de comércio com a ASEAN foi de US$ 137 bilhões, crescimento de 10,5% e representando 14$ do valor total do comércio exterior da China. China também teve outros crescimentos em importação e exportação, como produtos mecânicos e elétricos e de produtos manufaturados. Fonte: Diário do Povo
23 de fevereiro de 2022
Mesmo com um cenário econômico severo e complexo da China e no exterior durante o ano passado, o volume de comércio entre a China e a Alemanha atingiu um novo recorde, principalmente devido a três razões: orientação estratégica dos dois líderes de estado; crescimento e resiliência da economia da China; cooperação econômica e comercial China-Alemanha altamente complementar, e que abrange uma ampla gama de áreas de cooperação. De acordo com os dados divulgados pelo Escritório Federal de Estatísticas da Alemanha em 18 de fevereiro, apesar do impacto da pandemia do COVID-19, o volume de comércio bilateral entre China e Alemanha em 2021 atingiu um novo recorde, chegando a 245,4 bilhões de Euros em um ano, um aumento anual de 15,1%. Desde 2016, a China vem sendo o parceiro comercial mais importante da Alemanha, por seis anos consecutivos. Em 2021, as importações totais da Alemanha foi de 1,20 trilhão de Euros, um aumento anual de 17,1%, dos quais as importações da China são de 141,7 bilhões de Euros, 20,8% maior do que o ano anterior. A China é a maior fonte de importações da Alemanha desde 2015, além disso, também é o maior destino de exportação da Alemanha, depois dos EUA. Desde o início da pandemia, os dois países sempre mantiveram contato próximo, cooperando ativamente em suprimentos médicos, ao mesmo tempo em que fortalece a política macroeconômica, facilitando o fluxo transfronteiriço de pessoas e mercadorias. Essas medidas criaram condições favoráveis para o desenvolvimento estável do comércio sino-alemão e promoveram o aprofundamento da parceria econômica e comercial bilateral. Fonte: Diário do Povo
22 de fevereiro de 2022
O surto global de COVID-19 ainda está se espalhando, a recuperação econômica global ainda é frágil, o desafio das mudanças climáticas é proeminente e as tarefas do desenvolvimento econômico e social da China são extremamente pesadas e árduas. Segundo o Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC, sigla em inglês), para enfrentar com calma as mudanças do século e a pandemia, para promover o desenvolvimento econômico e social estável e saudável, é necessário concentrar-se nas principais necessidades estratégicas do país, estabilizar a base agrícola e fazer bem o trabalho de "As Três Questões Rurais”, e continuar a promover de forma abrangente a revitalização rural, de modo a garantir a estabilidade e o aumento da produção agrícola, o aumento constante dos rendimentos dos agricultores, a estabilidade e a tranquilidade das áreas rurais. O documento divulgado pelo PCC, aponta que dois pontos fundamentais para garantir a segurança alimentar do país e não voltar à pobreza em larga escala, é focar-se em tarefas anuais, iniciativas direcionadas e orientação prática, fazendo esforços sólidos e ordenados no desenvolvimento rural, construção rural e governança rural, e promovendo novos progressos na revitalização rural e novos passos na modernização agrícola e rural. Segundo os dados apresentados pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês), a produção de cereais da China em 2021 chegou cerca de 678,3 bilhões de quilos, um aumento de 13,35 bilhões de quilos em relação ao ano anterior, um aumento de 2%. A produção anual de grãos atingiu um novo pico, mantendo-se acima de 650 bilhões de quilos por sete anos consecutivos. Para este ano, o documento relata que o governo garantiu a estabilidade da área e a manutenção da produção acima de 650 bilhões de quilos. As principais regiões produtoras, regiões de comercialização e regiões de equilíbrio de produção e comercialização devem manter a área e a produção, aumentar continuamente a capacidade de produção integrada de grãos nas principais regiões produtoras, efetivamente estabilizar e melhorar a taxa de auto abastecimento de grãos nas regiões de comercialização, garantir a autossuficiência básica de grãos nas regiões de equilíbrio de produção e comercialização, etc. Além disso, o relatório enfatiza a necessidade de incentivar todas as regiões a expandir as múltiplas funções da agricultura e explorar os múltiplos valores rurais, com ênfase no desenvolvimento de indústrias como processamento de produtos agrícolas, lazer e turismo rural e comércio eletrônico rural. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
16 de fevereiro de 2022
O comércio eletrônico transfronteiriço está ganhando força na China no contexto da pandemia de COVID-19 que impactou severamente o comércio internacional. A recente aprovação de mais zonas piloto abrangentes de comércio eletrônico transfronteiriço, sem dúvida, acelerou essa tendência. Na semana passada, o Conselho de Estado da China emitiu um comunicado, aprovando o estabelecimento de mais zonas piloto de comércio eletrônico transfronteiriço em 27 cidades e regiões, incluindo Erdos na Mongólia Interior e a cidade de Yangzhou na província de Jiangsu. Isso agora eleva a contagem geral de zonas piloto para 132, cobrindo quase todas as regiões de nível provincial na China, desde potências industriais costeiras como Jiangsu, Zhejiang e Guangdong até áreas do interior. "Como uma nova forma de comércio exterior com grande potencial, o comércio eletrônico transfronteiriço ainda está em seu caminho de rápido crescimento", disse o Ministério do Comércio. O comércio eletrônico transfronteiriço, com marketing on-line, transações on-line e pagamento sem contato, cresceu na China nos últimos anos, principalmente durante os últimos dois anos, quando a pandemia impediu as viagens de negócios e o contato pessoal. De acordo com dados oficiais, o volume de comércio eletrônico transfronteiriço aumentou dez vezes nos últimos cinco anos. Somente em 2021, as importações e exportações de comércio eletrônico transfronteiriço da China aumentaram 15% ano a ano, para 1,98 trilhão de yuans (cerca de US$ 311 bilhões), com zonas piloto relacionadas desempenhando um papel significativo no estímulo ao crescimento. A China começou a criar zonas piloto de comércio eletrônico transfronteiriço já em 2015 em Hangzhou, província de Zhejiang, em uma tentativa de testar a nova forma de negócios e digitalizar seus canais de comércio. Nessas zonas piloto, os governos locais fornecem uma variedade de serviços comerciais que vão desde logística, pagamento, direito, tributação e desembaraço aduaneiro para facilitar os negócios de comércio eletrônico transfronteiriço das empresas. "Nossa empresa viu benefícios tangíveis após o estabelecimento de zonas piloto de comércio eletrônico transfronteiriço", disse Wu Fan, chefe da região Ásia-Pacífico da U-Play Corporation, fabricante de produtos de higiene com sede em Anhui. Atualmente, 90% dos produtos da empresa são vendidos no exterior através do comércio eletrônico transfronteiriço. As importações e exportações internacionais da empresa subiram 62,5 por cento, de 80 milhões de yuans em 2020 para 130 milhões de yuans em 2021, disse Wu, atribuindo esse crescimento a políticas fiscais preferenciais. O ambiente político favorável para o comércio eletrônico transfronteiriço levou a um aumento contínuo do número de empresas de comércio eletrônico transfronteiriço. Até agora, a China viu o estabelecimento de mais de 30.000 empresas relacionadas ao comércio eletrônico transfronteiriço, com o volume subindo a cada ano. Além de beneficiar as entidades do mercado, as zonas piloto de comércio eletrônico transfronteiriço também melhoram a experiência de compra dos consumidores, disse Xu Qing, diretor do departamento de relações públicas da Tmall Global, uma plataforma líder de compras on-line onde os consumidores chineses procuram produtos no exterior. "Graças ao boom do comércio eletrônico transfronteiriço, os consumidores domésticos podem escolher entre mais produtos estrangeiros com preços mais baixos e entrega mais rápida sem sair de casa", disse Xu. Como um dos maiores comerciantes de bens do mundo, espera-se que a China aprimore ainda mais seus pontos fortes competitivos no comércio exterior por meio da expansão de zonas piloto de comércio eletrônico transfronteiriço. Zhu Caihua, professor da Universidade de Negócios e Economia Internacional, disse que as cidades mais tarde designadas como zonas piloto de comércio eletrônico transfronteiriço devem alavancar as vantagens do desenvolvimento local e aprimorar a inovação institucional para impulsionar o desenvolvimento de alta qualidade da nova forma de negócios. Fonte: China.org.cn
10 de fevereiro de 2022
Na coletiva de imprensa realizada pelo Ministério do Comércio da China nesta quinta-feira (10 de fevereiro), o porta-voz Gao Feng, declarou que a China e o Equador começaram oficialmente as negociações do Acordo de Livre Comércio. Desde o estabelecimento dos laços diplomáticos entre a China e o Equador, há 42 anos, as relações econômicas e comerciais dos dois lados começaram a se desenvolver de forma constante e saudável. Em 2021, o volume de comércio bilateral aumentou em 44,6%, chegando a US$ 10,94 bilhões, colocando a China como a segunda maior parceira comercial do Equador. O Equador também é um importante parceiro contratante de investimentos e projetos da China na América Latina, que estende a diversos campos como energia, mineração e transporte. A assinatura do acordo de livre comércio entre a China e o Equador ajudará a explorar ainda mais o potencial do comércio bilateral, melhorando a qualidade e a escala do comércio, ao mesmo tempo em que promove um desenvolvimento sustentável, estável e diversificado do comércio e investimento dos dois lados, trazendo benefícios para as empresas e pessoas dos dois países. Fonte: The Paper
28 de janeiro de 2022
As instabilidades ocasionadas pela pandemia, como a alta do frete internacional, disparada do dólar e atrasos na logística marítima, colocaram diversos desafios para o comércio exterior nos últimos dois anos. Porém, longe de fazer vista grossa para os gargalos e problemas, os dados mostram que o Brasil seguiu batendo recordes em número de importadores e exportadores e em volume transacionado. De acordo com o Ministério da Economia, entre 2020 e 2021, houve um crescimento de quase 8% em empresas exportadoras (28.754 em 2020, ante 30.967 em 2021) e de quase 10,5% de importadoras (45.513 em 2020, ante 50.313 em 2021). Outros dados da Balança Comercial comparando o mesmo período mostram que o volume de exportações subiu quase 35% (R$209.1 bilhões e R$280.6 bilhões, respectivamente). Já o volume de importações cresceu quase 28% de 2020 para 2021 (R$158.7 bilhões e R$219.4 bilhões, respectivamente). Por causa desse aumento de demanda e movimentação no mercado, há algumas empresas dedicadas a auxiliar principalmente as pequenas e médias importadoras em suas operações, como é o caso da China Gate, Vixtra e a Logcomex, que ajudam de formas diferentes com as suas soluções de consultoria, capital de giro e big data, respectivamente. No Dia do Comércio Exterior, celebrado anualmente em 28 de janeiro, os CEOs dessas companhias comentaram sobre quais são os principais desafios que as importadoras enfrentam com base na experiência de seus clientes. China Gate - Consultoria Para empresas envolvidas diretamente no comércio internacional, importar continua sendo uma alternativa viável para varejistas brasileiros. “A China oferece a vantagem de custos mais baixos, de poder negociar preço diretamente com os fabricantes, além de personalizar a própria marca e produto”, disse Rodrigo Giraldelli, CEO da China Gate, consultoria de importação que auxilia empresários a comprar na China para revender no Brasil há 21 anos. Giraldelli reitera que a China é a principal e, em muitos casos, a única fornecedora de produtos e insumos para o Brasil. “Não comprar dos chineses, independentemente do preço, significará deixar de vender o produto no mercado brasileiro”, afirma. Vixtra - Capital de giro A falta de crédito é outro desafio recorrente enfrentado pelas pequenas e médias importadoras, que costumam ser cobradas com antecedência nas operações. Neste sentido, a Vixtra, fintech de comércio exterior que atua como um meio de pagamento internacional, já tem sido procurada para ajudá-las com a questão de capital de giro. "Em algumas cadeias produtivas, os importadores no Brasil e na América Latina estão antecipando os pagamentos em 180 dias, pois os fornecedores também estão encontrando dificuldades para obter todos os insumos para produzir o material”, comenta Leonardo Baltieri, um dos CEOs da empresa. Com a solução da fintech, que espera crescer dez vezes mais ao longo do ano, os fornecedores conseguem aliviar a necessidade de caixa e pagar em reais (R$) somente quando o produto é nacionalizado. Logcomex - Big Data Outra área crucial do comércio exterior é a de levantamento de dados que divulgam a quantidade, valor e quais insumos são importados e exportados do país. Presente no mercado há 6 anos, a Logcomex, startup que revolucionou o comércio exterior com automação e big data, possui em sua plataforma produtos que auxiliam as empresas do segmento sobre o mercado. “Com o Logcomex Search, o importador consegue agregar inteligência na tomada de decisão. A plataforma oferece informações dos mais diversos produtos, incluindo provável importador, valor importado, país de origem e principais encargos. Com ele, é possível achar fornecedores alternativos e calcular o market-share da empresa”, explica Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex. Sobre a Vixtra A Vixtra é uma fintech de comércio exterior e atua como um meio de pagamento internacional na relação entre importador e fornecedor, com o objetivo de conceder limite de crédito para médias empresas importarem produtos do exterior. Fundada em julho de 2021 por Caio Gelfi, Guilherme Rosenthal e Leonardo Baltieri, os administradores criaram uma forma de pagamento e financiamento em reais (R$), com menor risco cambial, menos burocrática e mais segura, cujo importador terá capital de giro, confiança e dados em relação ao exportador, outros serviços financeiros (seguros, hedge e câmbio) e controle e visibilidade do processo de importação. A companhia recebeu um aporte de R$ 35 milhões, um dos maiores valores para uma startup em estágio inicial, pelos sócios da Sertrading e mais dois investidores (Mauro Negrete e Gustavo Jobim). Sobre a Logcomex Fundada em 2016, pelos empreendedores Helmuth Hofstatter Filho e Carlos Souza, a Logcomex é uma startup que se propõe a organizar as informações do comércio global para transformar a maneira que as empresas fazem negócios. Oferecendo produtos de automação e Big Data para todos os elos do comércio exterior, a Logcomex atua em duas frentes: inteligência comercial (informações do mercado) e automação de tarefas (com organização e centralização de informações do cliente). Sobre a China Gate A China Gate é uma empresa de educação e consultoria focada em importação empresarial da China para o Brasil, presente no mercado há 20 anos. Com sede em Maringá (PR) e escritórios na China, auxilia empresários de pequeno e médio porte, de diversos ramos, a fazer busca por produtos e fornecedores no mercado chinês. Também presta assessoria de cálculo de custos, negociação e compra, inspeção, desembaraço aduaneiro, e acompanhamento em viagens de negócios à China. Além disso, ensina empreendedores a importar do país asiático através de cursos online e lives diárias em suas redes sociais.
26 de janeiro de 2022
O ano de 2022 marca o 30º aniversário do estabelecimento de relações diplomáticas entre a China e os cinco países da Ásia Central: Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão. Em 25 de janeiro, o presidente chinês Xi Jinping organizou uma conferência de vídeo em Pequim, para comemorar essa data importante nas relações internacionais. Os presidentes Tokayev, Japarov, Rakhmov, Berdimuhammedow e Mirziyayev, respectivamente dos países Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão, participaram da reunião. Na reunião, Xi Jinping anunciou que a China está disposta a abrir mercados nos países da Ásia Central, importando mais commodities e produtos agrícolas de alta qualidade dos países dessa área, ao mesmo tempo continuando o Fórum de Cooperação Econômica e Comercial China-Ásia Central. A China também quer garantir infraestrutura para garantir o livre fluxo de pessoas e mercadorias entre a China e os países da Ásia Central, além de expandir a cooperação para energia e tecnologia. Economia As trocas econômicas e comerciais entre a China e os países da Ásia Central mantiveram um bom ritmo de desenvolvimento. Desde o estabelecimento das relações diplomáticas, o volume de comércio entre a China e os cinco países aumentou de US$ 460 milhões em 1992, para US$ 38,6 bilhões em 2020. Nos últimos 30 anos, o estoque de investimento direto da China nesses países ultrapassou US$ 14 bilhões. Atualmente, a China é o maior parceiro comercial do Uzbequistão, Quirguistão e Turcomenistão, segundo maior do Cazaquistão e o terceiro maior para Tajiquistão. Em 25 de janeiro, Xi Jinping propôs incentivos para aumentar o volume de comércio entre a China e os países da Ásia Central para US$ 70 bilhões até 2030. Fonte: 21st Century Business Herald
24 de janeiro de 2022
O Produto Interno Bruto (PIB) de Shanghai totalizou a marca de 4,06 trilhões de yuans em 2021, um crescimento de 16,5% em relação ao ano anterior. Desse total, as exportações, importações e o déficit comercial totalizaram 1,57 trilhão de yuans, 2,49 trilhões de yuans e 917,3 bilhões de yuans, respectivamente. O crescimento foi 14,6%, 17,7% e 23,4%, respectivamente, de acordo com os dados de análises divulgadas nesta segunda-feira (24), pelas autoridades locais. Principais características apresentadas na exportação e importação do comércio de Shanghai: Em dezembro de 2021, a Shanghai atingiu 399,2 bilhões de yuans na exportação e importação, 160,8 bilhões de yuans na exportação e 230,12 bilhões de yuans na importação e cresceram 17,5%, 27,2% e 11,6%, respectivamente. Em termos de general trade, a exportação e a importação de Shanghai em 2021 foi 2,33 trilhões de yuans, um crescimento de 24,1% (ou seja, representando a uma parte do valor total de 61,6% a.a. das importações e exportações de Shanghai). Em termos de processing trade, a exportação e a importação de Shanghai em 2021 foi de 723,48 bilhões de yuans, um crescimento de 2,9% do valor total de 61,6% ao ano. No ano passado, o valor investido pelas empresas estrangeiras na exportação e importação totalizou 2,5 trilhões de yuans, um aumento de 11,2%, do valor total de 61,6% ao ano. As empresas estatais foram de 450,52 bilhões de yuans, um aumento de 13,1%, ocupando 11,1% do valor total de 61,6% ao ano. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper
21 de janeiro de 2022
A 4ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE, sigla em inglês), que teve como tema "Nova era, futuro compartilhado", realizada em Xangai em 2021, atraiu cerca de três mil empresas de 127 países e regiões e encerrou com US$ 70,72 bilhões de transações provisórias. As informações foram passadas por Sun Chenghai, vice-diretor do Birô da CIEE, em uma conferência para divulgação do Relatório da 4ª Exposição Internacional de Importação da China, nesta sexta-feira (21). Segundo o Sun, a área total da 4ª exposição CIIE atingiu um novo recorde, chegando a 366 mil metros quadrados. Mais de 280 empresas da Fortune 500 e líderes do setor participaram da exposição. Na 4ª CIEE tiveram 215 empresas membros que são dos EUA, Japão, Alemanha, França e outros 26 países. Todas elas entre as 500 maiores empresas do mundo e da indústria. Encerrou-se a exposição com o volume de negócios intencional acumulado de US$ 70,72 bilhões para compras de bens e serviços de um ano na 4ª CIEE. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper
14 de janeiro de 2022
As exportações e importações da China em 2021 romperam pela primeira vez a barreira de US$ 6 trilhões, chegando a um valor de US$ 6,05 trilhões, disse a porta-voz da agência aduaneira chinesa, Li Kuiwen, nesta sexta-feira (14), durante uma coletiva de imprensa do Escritório de Informações do Conselho Estadual da China. De acordo com dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas da China, em 2021, o valor total das importações e exportações de mercadorias da China em moeda local foi de 39,1 trilhões de yuans, um aumento de 21,4% em relação ao ano anterior. Deste total, 21,7 trilhões de yuans foram de exportações e 17,4 trilhões de yuans foram de importações (crescimentos de 21,2% e 21,5%, respectivamente, em relação a 2020); quando comparado com 2019, os superávits da balança comercial, de exportação e de importação totalizam 23,9%, 26,1% e 21,2%, respectivamente. Segundo Li Kuiwen, as cinco principais características da balança comercial chinesa em 2021 se resumem em: A exportação e a importação da China em 2021 bateram o superávit comercial, chegando a US$ 6,05 trilhões. Comércio exterior com os principais países comerciais da China em 2021: ASEAN: 5,67 trilhões de yuans (ou US$ 892 bilhões), aumento de 19,7%. União Europeia: 5,35 trilhões de yuans (ou US$ 842 bilhões), aumento de 19,1%. EUA: 4,88 trilhões de yuans (ou US$ 768 bilhões), aumento de 20,2%. Japão: 2,4 trilhões de yuans (ou US$ 377 bilhões), aumento de 9,4%. Coréia do Sul: ¥ 2,34 trilhões (ou US$ 368 bilhões), aumento de 18,4%. No mesmo período, as importações e exportações chinesas para os países do Cinturão Econômico da Rota da Seda aumentaram 23,6%, 2,2 pontos percentuais acima do crescimento global. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo