5 de janeiro de 2022
2021 não foi um ano de mar calmo para o comércio exterior. O dólar continuou em uma curva ascendente e, passando por diversas oscilações, chegou a R$5,70 em dezembro. O frete marítimo também viu o preço disparar: em janeiro de 2020, um contêiner que custava US$3 mil, passou para US$10 mil em 2021, se mantendo nesse valor. Além disso, a desorganização na logística marítima, causada pela pandemia, levou a atrasos na chegada de navios e desvios de cargas para portos não designados. A consequência desses fatores foi o aumento dos custos para importadores, distribuidores e varejistas. Diante desse cenário, vale a pena importar da China em 2022? Sobre o assunto, segue um breve comentário do consultor e especialista em importação da China, Rodrigo Giraldelli, da China Gate Consultoria de Importação: “O primeiro ponto é: a China é a principal e, em muitos casos, a única fornecedora de produtos para o Brasil. Se não comprarmos dos chineses, independentemente do preço, significará deixar de vender a mercadoria no mercado brasileiro. Ter a China como única fornecedora de insumos e produtos ficou evidente nos primeiros meses da pandemia, quando o mundo todo se viu dependente dos chineses para a fabricação de EPIs e aparelhos médicos. Continuar importando da China em muitos mercados continua sendo um bom negócio, mesmo com os custos mais altos, simplesmente porque ainda não existe no mundo um país que ofereça na escala, rapidez e preço que os chineses. Um dos fatores preocupantes foi a alta do dólar. Em uma economia globalizada, quando o dólar sobe, isso afeta não somente a importação de produtos acabados, mas também insumos e materiais para fabricação nacional. A desvalorização do real perante o dólar não é um fenômeno resultante da pandemia, portanto não é possível afirmar que vai melhorar assim que a situação da pandemia voltar ao ‘normal’. Por isso, é preciso lidar com esse desafio estrategicamente, por exemplo, negociando em volume. O mesmo acontece com o frete marítimo: subiu para um, subiu para todos. O aumento global de custo logístico aconteceu especialmente durante a pandemia, quando houve problemas no fluxo de navios, escassez de contêineres, além do cancelamento de viagens de navios de carga e fechamentos de terminais chineses devido às medidas de proteção contra a COVID-19. Para pequenos e médios importadores, uma solução para atenuar os custos foi aderir à modalidade de contêiner compartilhado.”
29 de dezembro de 2021
A Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc, sigla em inglês), divulgou uma análise de dados, nesta quarta-feira (29), onde apresenta o valor das importações e exportações da China para os outros 14 países membros da Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) que chegou a totalizar 10,96 trilhões de yuans (US$ 1,7 trilhão) nos primeiros 11 meses de 2021, representando 31% do valor no comércio exterior da China. Segundo a RCEP, este acordo entrará em vigor no dia 1 de janeiro de 2022. Do total de 701 obrigações vinculativas da RCEP, a direção geral da alfândega, individual ou conjuntamente, é responsável por 174, ou seja, 24,8%, e está totalmente preparada para sua implementação, diz o boletim aduaneiro. Até agora, os documentos regulatórios que precisam ser verificados no site de importação e exportação foram simplificados de 86 em 2018 para 41. Além de circunstâncias especiais, como confidencialidade, os outros 38 documentos regulatórios podem ser todos aplicados on-line, verificados em rede e desalfandegados sem papel através da "janela única" do comércio internacional, os documentos de ligação de logística alfandegária sem papel, eletrônico e regulação inteligente, nível de normalização melhorou consideravelmente. As estatísticas aduaneiras apresentaram também que, em novembro deste ano, o tempo total de desalfandegamento das importações nacionais foram 35,87 horas; O tempo total de desembaraço aduaneiro das exportações foram 1,57 horas. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: gov.cn
13 de dezembro de 2021
Em novembro, os pedidos domésticos de celulares na China tiveram um aumento de 19,2%, chegando a 35,3 milhões de unidades. Desde o começo do ano, as remessas totais de celulares no mercado interno somam 317 milhões de unidades. As informações são da Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação. De janeiro a novembro de 2021, foram mais de 317 milhões de celulares comercializados, um aumento anual de 12,8%, e os celulares 5G ocupam grande parte do total de 75,3%, com 239 milhões de unidades vendidas, um aumento de 65,3% anualmente. As marcas chinesas fazem parte do cotidiano da população chinesa, com 28,04 milhões de celulares nacionais vendidos, aumento de 23,6% em relação ao ano anterior, respondendo por 79,5% de todos os pedidos de celulares. Em novembro de 2021, foram lançados 33 modelos de smartphones, 13,8% maior que o ano passado, e desde o começo do ano, acumulam-se 358 novos modelos de smartphones, um crescimento anual de 11,9%. Fonte: IT Home
8 de dezembro de 2021
Desde o início deste ano, a economia da China tem se recuperado e fortalecido com estabilidade. O capital estrangeiro aumentou seu layout de negócios na China, alimentou o mercado chinês, ao mesmo tempo aproveitando as oportunidades no país asiático.O Ministério do Comércio prevê que a absorção de capital estrangeiro em todo o ano alcance um crescimento de dois dígitos, superando as expectativas. Os últimos dados mostram que nos primeiros 10 meses deste ano, o uso real de capital estrangeiro em toda a China foi de 943,15 bilhões de yuans, um aumento anual de 17,8%. O mercado chinês possui um forte “magnetismo” para investimentos estrangeiros. A China tem uma população de mais de 1,4 bilhão e um grupo de renda média de mais de 400 milhões. O país asiático importa cerca de US$ 2,5 trilhões em bens e serviços todo ano. Muitas empresas com financiamento estrangeiro acreditam que não podem perder o mercado chinês. O investimento na China tem um bom mercado e alta eficiência. Fonte: Zaker
2 de dezembro de 2021
Em 1º de janeiro de 2022, o Acordo Regional de Parceria Econômica Abrangente (RCEP) entrará em vigor nos 10 estados membros aprovados, e a Zona Piloto de Livre Comércio da China também dará início a novas oportunidades de desenvolvimento. Nesta quinta-feira (2) , durante o 3º Fórum de Desenvolvimento da Zona de Livre Comércio de Wuhan, Fu Zhengping, reitor e professor do Comprehensive Research Institute da Zona de Livre Comércio da Universidade Sun Yat-sen, disse que a zona piloto de livre comércio tem um papel significativo na promoção da modernização industrial, indicando que tornará uma importante plataforma e janela para promover o desenvolvimento de alta qualidade da economia da China sob o novo padrão de desenvolvimento de "ciclo duplo". A primeira zona de livre comércio da China, a Zona de Livre Comércio Piloto de Xangai, foi estabelecida em 27 de setembro de 2013. Vendo os resultados em Xangai, zonas de livre comércio da China passaram por seis ciclos de construção ao longo de oito anos, atualmente contando com 21 zonas de livre comércio no total. As estatísticas mostram que, até setembro deste ano, as 21 zonas da China chegaram a 16,5% da escala de comércio exterior do país, ocupando menos de 0,04% do território chinês, e o uso de capital estrangeiro foi de 18,1% do total. “O RCEP é uma oportunidade e um desafio ao mesmo tempo”, disse Zhao Jinping, pesquisador do Centro de Pesquisa de Construção da Zona de Livre Comércio do Gabinete do Conselho de Estado. Ele também disse que as zonas de livre comércio da China estão enfrentando uma tarefa urgente de melhorar cada vez mais a reforma e inovação, e a qualidade do desenvolvimento. Fonte: 21st Century Business Herald
29 de novembro de 2021
Recentemente, a alfândega chinesa divulgou estatísticas referentes ao período de janeiro a outubro de 2021. Durante esse período, o valor total de comércio entre a China e a África foi de US$ 209,74 bilhões, um aumento de 27,4% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações tiveram um valor total de US$ 112,48 bilhões, um aumento anual de 24,5%, enquanto as importações tiveram um valor total de US$ 57,36 bilhões, aumento de 31,7%. Os cinco principais países comerciais, a África do Sul, Nigéria, Angola, Egito e Congo (República Democrática do Congo), ocupam mais da metade do total, que juntos totalizam US$ 113,04 bilhões representam 53,9% do comércio da China com o continente africano. Fonte: The Paper
11 de novembro de 2021
Nesta quinta-feira (11), em uma conferência de imprensa coletiva realizada pelo Ministério do Comércio da China, o porta-voz do Ministério, Shu Jue Ting, disse que a implementação iminente do acordo de Parceria Econômica Abrangente Regional (RECP, sigla em inglês), programado para entrar em vigor a partir de 1 de janeiro, irá impulsionar efetivamente o crescimento do comércio e fortalecerá a cadeia de fornecimento na região Ásia-Pacífico. Shu aponta que, o Ministério da China promoverá firmemente a implementação do acordo após sua entrada em vigor e orientará as autoridades locais para levar em conta as características e vantagens de suas respectivas indústrias, se adequar com as políticas do RCEP, aproveitar as oportunidades de abertura de mercado do RCEP, alcançar o desenvolvimento de comércio e investimentos de alta qualidade e melhorar continuamente o ambiente de negócios. Para este fim, o Ministério do Comércio, em conjunto com os departamentos relevantes, emitirá oportunamente a "Orientação sobre a Implementação de Alta Qualidade do RCEP" a fornecer orientação e serviços às localidades e indústrias para implementar o acordo a um alto nível. Segundo as disposições pertinentes do RCEP, a implementação do acordo entrará em vigor 60 dias após a carta de aprovação formalmente aceita pelo Secretariado da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, sigla em inglês). Anteriormente, o chefe do Departamento Internacional do Ministério do Comércio disse que, após a entrada em vigor do acordo RCEP, os membros aprovados poderão obter uma redução de impostos imediatamente para zero com validade de 10 anos. Bai Ming, vice-diretor do Instituto de Pesquisa de Mercado Internacional do Ministério do Comércio, disse que o círculo econômico da Ásia Oriental têm uma influência limitada em comparação com os círculos econômicos da América do Norte e Europeu, enquanto que a entrada em vigor do RCEP significa que a ASEAN pode cooperar com a China, Japão e Coréia do Sul para formar uma nova situação, levando quase um terço do volume econômico global a formar um megamercado unificado, aumentando a influência do círculo econômico da Ásia Oriental, e tornando os três círculos econômicos em uma posição com mais equilíbrio. Além do RCEP, a China também solicitou formalmente a adesão ao Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP) e ao Acordo de Parceria da Economia Digital (DEPA) em 16 de setembro e 1 de novembro, respectivamente. Zhao Ping, vice-presidente do Conselho Chinês para a Promoção do Instituto de Pesquisa do Comércio Internacional, disse que a mudança da RCEP para a CPTPP e depois para a DEPA prova que a China está tomando medidas práticas para implementar um alto nível de abertura para o mundo exterior e construir uma rede global de zonas de livre comércio de alto padrão, e promoverá mais negociações de acordos multilaterais/bilaterais de livre comércio no futuro. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald
29 de outubro de 2021
Na conferência de imprensa do Escritório de Informação do Conselho de Estado da China, realizada no dia 28 de outubro, Wang Shouwen, vice-ministro do Comércio e representante adjunto das Negociações Comerciais Internacionais, fez uma introdução sobre a oitava revisão da OMC da polícia comercial da China. Ele afirmou que, embora esta revisão fosse de rotina, era muito rica em conteúdo e alcançou resultados muito importantes. Wang disse que 65 representantes de membros da OMC falaram na reunião durante esta revisão. Discursos relacionados fizeram comentários positivos sobre a China. Obrigações da OMC sobre a China Em conexão com as regras da OMC, o governo limpou mais de 2.000 regulamentos e regras departamentais, e os governos locais limparam mais de 190 mil políticas e regulamentos locais. Em termos de abertura do mercado, o atual nível geral da tarifa de importação da China é de apenas 7,4%, o que é inferior à média dos membros em desenvolvimento e próximo ao nível dos países desenvolvidos. No campo da propriedade intelectual, a China estabeleceu tribunais de propriedade intelectual em muitos lugares, e também criou tribunais especiais em algumas províncias, intensificando seus esforços em proteção administrativa e judicial. Comentários positivos sobre a China O primeiro é afirmar a participação ativa da China no trabalho da OMC, cumprir seus compromissos de adesão, participar ativamente nas negociações de subsídios à pesca, liderar ativamente as negociações de facilitação de investimentos e participar de forma construtiva nas negociações de e-commerce. O segundo é avaliar o importante papel da China na cooperação internacional no combate à pandemia e elogiar o apoio da China à decisão antecipada da OMC sobre a isenção dos direitos de propriedade intelectual da vacina contra a COVID-19. Terceiro, o agradecimento à China por conceder tratamento livre de tarifas às importações de países menos desenvolvidos e em desenvolvimento, para se integrarem ao sistema de comércio multilateral. Em quarto, a afirmação da iniciativa chinesa de reduzir tarifas, reduzir a lista negativa de acesso ao investimento estrangeiro, continuar a expandir o acesso ao mercado, promover ativamente a liberalização e facilitação do comércio e do investimento, e fornecer aos membros um amplo mercado. Por último, a iniciativa do Cinturão e Rota, ou a Nova Rota da Seda, tem um grande potencial na promoção do comércio e da cooperação entre os países relevantes, e trará mais oportunidades de desenvolvimento aos parceiros. Fonte: Diário do Povo
30 de julho de 2021
No primeiro semestre desse ano, o mercado de varejo online da China melhorou em quantidade e qualidade, e continua subindo, de acordo com o site oficial do Ministério do Comércio. O National Bureau of Statistics diz que as vendas alcançaram 6,11 trilhões de yuans, um aumento de 23,2% em relação ao ano passado e um aumento médio de 15,0% em dois anos. As vendas online no varejo de bens físicos foi de 5,03 trilhões de yuans, crescimento de 18,7% ano a ano e uma média em dois anos de 16,5%, representando 23,7% do total das vendas de bens de consumo. Monitoramento do big data empresarial O consumo saudável tem se tornado cada vez mais popular, com vendas de artigos esportivos de natação, futebol e ioga aumentando 128,9%, 106,2% e 55,1%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Durante a promoção “618” nas plataformas de e-commerce, as marcas nacionais ocuparam mais de 70% das vendas. O consumo de serviços online continua a se recuperar. A receita de pedidos de refeição online teve um aumento de 48,2%, já as refeições nos restaurantes tiveram um aumento de 93,1%. Vendas online de viagem, como passagem e hospedagem, aumentaram 71,6% em relação ao ano anterior. O modelo de negócios continua se inovando. Novos modelos, como e-commerce ao vivo, personalização reversa e entrega instantânea estão se desenvolvendo bem, e as necessidades do consumidor em vários tipos e personalizadas estão sendo atendidas. Fonte: Economic View
13 de julho de 2021
No primeiro semestre de 2021, as importações e exportações de mercadorias da China totalizaram 18,07 trilhões de yuans (US$ 2,79 trilhões), um aumento de 27,1% em relação ao ano anterior. Desse total, as exportações totalizaram 9,85 trilhões de yuans (US$ 1,52 trilhão), ou seja, um aumento de 28,1%; as importações atingiram 8,22 biliões de yuans (US$ 1,27 trilhão), marcando um aumento de 25,9%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13), pela Administração-Geral das Aduanas da China (GACC, sigla em inglês). O volume das exportações e importações da China subiram 22,8% no 1º semestre em relação ao mesmo período em 2019, atingindo o nível mais alto da história, marcando um aumento de crescimento positivo pelo 13º mês consecutivo. Porém, atualmente as empresas de comércio exterior do país ainda enfrentam quatro grandes dificuldades: a ineficiência do transporte marítimo internacional e os preços elevados; a volatilidade crescente da taxa de câmbio do yuan; o aumento dos preços das matérias-primas que faz aumentar os custos das empresas; o recrutamento de mão-de-obra difícil e caro em algumas regiões. Todos esses pontos fazem com que algumas empresas tenham o fenómeno de “medo de receber a encomenda e não gerar lucro na exportação”. Exportação de carro, economia dentro de casa mais que dobra Li Kui wen, porta-voz da Aduana, informou em The State Council Information Office of China (SCIO, sigla em inglês), que no 1º semestre, o número de empresas chinesas com um desempenho de importação e exportação aumentou em 36 mil, chegando a 479 mil. As empresas de comércio exterior do país estão em pleno funcionamento para promover a produção e estabilizar o comércio internacional, e o volume de mercadorias importadas e exportadas aumentaram 16% e 29%, respectivamente. Ren Hongbin, ministro assistente do Comércio, disse que o aumento dos preços dos commodities impulsionou o crescimento das importações em mais de seis p.p nos meses de janeiro-maio. Entre eles, os produtos que fizeram esse aumento de 5,6 p.p são minério de ferro, bronze, aço, petróleo bruto e entre outros. A baixa base do ano passado aumentou o crescimento das importações e exportações em 6,6 p.p de janeiro-maio. Desde o ano passado, com a exploração da pandemia no mundo inteiro, as exportações de material de prevenção de pandemia da China duplicaram por meses consecutivos. Mas com a desaceleração da pandemia na China, os produtos de bens de consumo duradouro, representado por pequenos eletrodomésticos e “Stay at Home Economic” estão tornando-se os produtos importante para o crescimento das exportações. Segundo os dados da Aduana, no 1º semestre, as exportações de máquinas e aparelhos da China totalizaram 5,83 trilhões de yuans (US$ 901,29 bilhões), um aumento de 29,5% e ocupando 59,2% do valor total das exportações, um aumento de 0,6 p.p em termo anual; as exportações de equipamento automático de processamento de dados e acessórios de peças, celulares e veículos automóveis aumentaram, respectivamente, 17%, 23,3% e 101, 4%. Comércio entre a China e o EUA sobe 34,6% No primeiro semestre, as importações e exportações da China para os seus três principais parceiros comerciais, a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, sigla em inglês), a União Europeia (UE, sigla em inglês) e o EUA, atingiram, respectivamente, 2,66 bilhões de yuans (US$ 411,22 bilhões), 2,52 bilhões de yuans (US$ 389,58 bilhões) e 2,21 bilhões de yuans (US$ 341,65 bilhões), o que corresponde a um aumento de 27,8%, 26,7% e 34,6%; as importações e exportações para o Japão atingiram 1,18 trilhões de yuans (US$ 182,42 bilhões), ou seja, um aumento de 14,5%. Durante o mesmo período, as importações e exportações da China para os países ao longo do Cinturão e Rota e os parceiros comerciais da Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, sigla em inglês) aumentaram 27,5% e 22,7%, respectivamente. Bai Ming apontou que, entre os principais parceiros comerciais da China, o comércio entre a China e os EUA registou a maior taxa de crescimento, o que, por um lado, demonstra mais uma vez que a forte complementaridade existente entre as economias da China e dos EUA não será quebrada pela pandemia; por outro lado, reflete o rápido aumento da procura nos EUA, com o avanço da vacinação. Segundo dados divulgados por Li, as exportações para os EUA atingiram 1,64 trilhões de yuans (US$ 253,53 bilhões), ou seja, um aumento de 31,7%, das quais 1,01 trilhões de yuan, (US$ 156,14 bilhões), ou seja, um aumento de 34,2%, para máquinas e aparelhos, e 3722 bilhões de yuan (US$ 57,54 bilhões), ou seja, um aumento de 24,1%. Em relação às importações, no 1º semestre, as importações provenientes dos EUA atingiram 57065 milhões de yuans (US$ 88,21 bilhões), ou seja, um aumento de 43,9%. Dos quais, as importações de máquinas e aparelhos foram 2388,6 milhões de yuans (US$ 36,92 bilhões), ou seja, um aumento de 13,4%; as importações de produtos agrícolas atingiram 136,01 mil milhões de yuans (US$ 21,02 bilhões), um aumento de 120,8%. Custos altos desencorajam a aceitação das encomendas Na parte de importação, no 1º semestre, foram importados 561 milhões de toneladas de minério de ferro, ou seja, um aumento de 2,6%; 59,819 milhões de toneladas de gás natural, um aumento de 23,8%; 48,955 milhões de toneladas de soja, um aumento de 8,7%; 15,302 milhões de toneladas de milho, ou seja, um aumento de 318,5%. No primeiro semestre, o preço médio das importações chinesas de petróleo bruto foi de 2888,5 yuans (US$ 446,54) por tonelada, um aumento de 20,5% em relação ao ano anterior, de acordo com os dados aduaneiros; o preço médio das importações de minérios de ferro foi de 1075,8 yuans (US$ 166,31) por tonelada, ou seja, um aumento de 67,3%. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald