16 de abril de 2021
O Escritório de Informação do Conselho de Estado da República Popular da China realizou, em 16 de abril, uma conferência de imprensa para apresentar os resultados da economia chinesa no primeiro trimestre de 2021. De acordo com estimativas preliminares, o produto interno bruto (PIB) da China no primeiro trimestre atingiu 24,93 trilhões de yuans (US$ 3,82 trilhões), um aumento de 18,3% em relação ao ano anterior, ou 0,6% em relação ao quarto trimestre de 2020 e 10,3% em comparação ao primeiro trimestre de 2019, com um crescimento médio de 5,0% nos dois últimos anos. Em termos de setores, o valor agregado da indústria primária foi de 1.133,2 bilhão de yuans (US$ 173 bilhões), um aumento anual de 8,1%, ou um crescimento médio de 2,3% em dois anos. A indústria secundária foi de 9.262,3 bilhões de yuans (US$ 1,42 trilhão), um aumento anual de 24,4%, ou um crescimento médio de 6,0% em dois anos. E a indústria terciária foi de 14.535,5 bilhões de yuans (US$ 2,22 trilhões), um aumento anual de 15,6%, ou um crescimento médio de 4,7% em dois anos. Por um lado, o crescimento anual do PIB de 18,3% no primeiro trimestre foi afetado por fatores incomparáveis como o baixo valor base do ano passado e o aumento dos dias de trabalho devido à permanência dos trabalhadores durante o Festival da Primavera. Por outro lado, o crescimento trimestral de 0,6% no primeiro trimestre e o crescimento médio de 5,0% nos dois últimos anos, indicam uma recuperação constante da economia chinesa. O porta-voz do Escritório Nacional de Estatísticas da China, Liu Aihua, esteve presente na conferência de imprensa para apresentar informações e responder às perguntas dos jornalistas. Liu Aihua afirma que, no primeiro trimestre, diante das incertezas sobre o ambiente externo e o desafio da pandemia durante o inverno e a primavera, sob a forte liderança do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC) com o presidente Xi Jingping em seu núcleo, todas as regiões e departamentos executaram conscientemente as decisões e arranjos feitos pelo Comitê Central do PCC e pelo Conselho de Estado da República Popular da China, consolidaram e expandiram as conquistas da prevenção e controle da pandemia, bem como do desenvolvimento econômico e social, e implementaram políticas macroeconômicas de maneira científica e direcionada. Como resultado, a economia proporcionou um desempenho estável com uma base consolidada e um bom impulso de crescimento. Além disso, a demanda de produção foi expandida, a vitalidade do mercado foi aumentada, o emprego e os preços foram estáveis e o bem-estar das pessoas foram fortemente garantido, concluindo que a economia chinesa começou bem 2021. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Zaker; CCTV; Xinhua
25 de março de 2021
No briefing ordinário do Conselho Nacional da China, que ocorreu no dia 25 de março, Wang Shouwen, vice-presidente do Ministério do Comércio e representante adjunto na negociação comercial internacional, relatou que a China já está preparada para aplicar 87% das obrigações vinculantes da Parceria Regional Econômica Abrangente (RCEP, sigla em inglês). Durante o 14º Plano Quinquenal, a China pretende implementar estratégias de modernização dessas zonas, através de três aspectos: “expansão”, “qualidade” e “eficiência”. O Ministério do Comércio já analisou todas as 701 obrigações vinculantes da RCEP, incluindo concessões tarifárias, simplificação do processo alfandegário, padrões de produtos, medidas de liberalização do comércio e do serviço, lista negativa de investimentos e direitos de propriedade intelectual, entre outros. De todas as obrigações, a China está pronta para adotar 613 delas, ou seja, 87%. Em relação aos 13% restantes, serão implementadas assim que a RCEP entra em vigor no país. Segundo Wang Shouwen, no ano passado, a China exportou US$ 700,7 bilhões para os Estados membros do RCEP, representando 27% do total das exportações chinesas. Já em relação às importações, 37,8% originaram-se dos países da RCEP, totalizando no valor de US$ 777,9 bilhões. Além disso, 10% dos investimentos estrangeiros na China são feitos por membros do RCEP. De acordo com a previsão da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, sigla em inglês), até 2025, graças à RCEP, os seus 15 países membros terão um crescimento de mais de 10% nas suas importações. O vice-presidente destacou ainda que o acordo RCEP será um novo ponto de partida para que a China consiga melhorar as suas zonas de livre comércio. O acordo aumentará de 19 para 26 o número de parceiro de livre comércio da China. Durante o 14º Plano Quinquenal, a China pretende implementar estratégias de modernização dessas zonas, através de três aspectos: “expansão”, “qualidade” e “eficiência”. O termo “expansão” refere-se ao aumento de parceiros dos acordos do livre comércio. Além do RCEP, a China acelerará as negociações do acordo de livre comércio China-Japão-Coreia do Sul. Além disso, o país promoverá o processo de cooperação com Conselho de Cooperação do Golfo (GCC, sigla em inglês), Noruega e Israel. A China pretende ainda aderir ao Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP, sigla em inglês), e está disposta a conversar com outros países que gostariam de estabelecer acordos de livre comércio com China. Em relação à “qualidade”, a China planeja aumentar a qualidade dos acordos e conceder maior liberdade aos investimentos. Para isso, o país pretende aprender mutuamente com outros acordos de comércio livre, além de estudar sobre o nível e as regras de abertura para sua economia. O objetivo disso é garantir que os acordos possam atender às necessidades de desenvolvimento da China e dos seus parceiros comerciais e, ao mesmo tempo, articular-se com as normas comerciais e econômicas internacionais. Por fim, a “eficiência” é o esforço para conseguir expandir ainda mais os efeitos de implementação dos acordos de livre comércio. Após a entrada em vigor do RCEP, o comércio entre a China e seus parceiros ocupará 35% do volume total de comércio, ao invés de 27%. Entretanto, a China deseja aumentar ainda mais essa porcentagem. De acordo com Wei Jianguo, ex-vice-presidente do Ministério do Comércio e vice-presidente do Centro de Intercâmbio Econômico Internacional da China (CCIEE, sigla em inglês), atualmente, a China já assinou 19 acordos de livre comércio. Além disso, o país está promovendo a cooperação com os países como Chile, Cingapura, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Suíça. A China visa maior desenvolvimento econômico atendendo as normas internacionais e, ao mesmo tempo, expandir a sua abertura econômica. Fonte: 21st Century Business Herald
17 de março de 2021
No final de 2020, Pinduoduo tinha 788,4 milhões de usuários (consumidores) ativos, 35% acima dos 585,2 milhões no final do ano anterior, tornando-a a maior plataforma de comércio eletrônico da China em termos de número de usuários, passando a Alibaba. A empresa divulgou no dia 17 de março os resultados financeiros do quarto trimestre e do ano completo de 2020. De acordo com os demonstrativos, o volume bruto de mercadoria (GMV, na sigla em inglês) da plataforma para 2020 foi de RMB 1,66 trilhão ( US$ 260 bilhões), um aumento de 66% em relação aos RMB 1 trilhão (US$ 150 bilhões) em 2019. Entretanto, numa base não-GAAP (Non-GAAP), a Pinduoduo registrou um prejuízo líquido de RMB 2,96 bilhões (US$ 460 bilhões) em 2020, diminuindo em relação ao mesmo período do ano anterior. Dados do Departamento Nacional de Estatísticas mostram que em 2020, as vendas nacionais de varejo online cresceram a uma taxa anual de 10,9%. Com base no GMV nas casas de trilhões, a Pinduoduo cresceu 6 vezes mais rápido que a média da indústria. Em 2020, a Pinduoduo lançou uma série de iniciativas como o apoio aos agricultores (crise devido à pandemia) e orientação da transformação de empresas de comércio exterior a vender dentro do país, e aprofundou a cooperação com várias das principais regiões produtoras da China. O crescimento da receita da Pinduoduo foi derivado principalmente do forte crescimento da receita de serviços de tecnologia de marketing online e da receita gerada pela venda de novas mercadorias. Para o quarto trimestre, a receita dos serviços de tecnologia de marketing online da plataforma foi de 18,92 bilhões yauns (US$ 2,91 bilhões), um aumento de 95% em relação ao ano anterior. Para o ano completo de 2020, a receita dos serviços de tecnologia de marketing online da empresa foi de 47,95 bilhões yuans (US$ 7,37 bilhões), um aumento de 79% em relação ao ano anterior. Devido a pandemia, os produtos agrícolas e os subprodutos agrícolas se tornaram a categoria de crescimento mais rápido na plataforma. Em 2020, o volume de negócios de produtos agrícolas foi de 270 bilhões de yuans (US$ 41,51 bilhões), dobrando o tamanho da categoria, atualmente ela representa 16,2% do volume de negócios anual. Até o momento, são mais de 12 milhões de produtores agrícolas conectados com os consumidores em todo o país através da plataforma Pinduoduo. A empresa também continua cooperando profundamente com muitas instituições de pesquisa de ponta, especialistas acadêmicos e outras equipes de pesquisa do país e no exterior, investindo continuamente em plantio científico, aplicação da Internet das Coisas no campo, estufas autônomas, agricultura inteligente e outras áreas. Em 2020, a Pinduoduo investiu 6,89 trilhões de yuans (US$ 1,06 trilhão) em P&D, 78% a mais do que no ano anterior. A relação entre P&D e receita foi de 11,6%. Fonte: 21 st Century Business Herald
17 de novembro de 2020
Crescimento estável e rápido da indústria Em outubro, o valor agregado industrial do país das indústrias com receita anual acima de 20 milhões de yuans (resumido em “acima da escala” por seguinte) cresceu 6,9% em relação ao ano anterior, um aumento de 0,78% em relação ao mês anterior. De janeiro a outubro, o valor agregado industrial do país de indústrias acima da escala cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, 0,6 pontos percentuais mais rápido do que de janeiro a setembro. As empresas estatais de capital aberto cresceram 5,4% em relação ao ano anterior, empresas privadas de capital aberto teve um aumento de 6,9%, empresas estrangeiras e de Hong Kong, Macau e Taiwan cresceram 7,0%; as empresas privadas cresceram 8,2%. As empresas do setor de mineração cresceram 3,5% em relação ao ano passado. A indústria manufatureira cresceu 7,5%; fornecedores de eletricidade, calor, gás e água aumentaram em 4%. Em outubro, o valor agregado da indústria de fabricação de equipamentos aumentou 10,8% em relação ao ano anterior, 3,9% mais rápido que o das indústrias acima da escala. Em termos de produtividade, veículos de energia nova, robôs industriais, máquinas de escavação e transporte, equipamentos de microcomputadores, produção de circuitos integrados aumentou em 94,1%, 38,5%, 30,2%, 28,0%, 20,4% respectivamente em relação ao ano anterior. Aceleração da recuperação do setor de serviços e bom crescimento da indústria de serviços modernos Em outubro, o índice de produção da indústria nacional de serviços aumentou 7,4% em relação ao ano anterior, 2,0 pontos percentuais acima de setembro. De janeiro a outubro, o índice de produção da indústria de serviços diminuiu 1,6% em relação ao ano anterior, o índice diminuiu 1,0 pontos percentuais de janeiro a setembro. Observando as principais indústrias, em outubro, as indústrias imobiliárias, transporte, armazenamento e serviços postais aumentaram 9,9%, 9,2% e 8,4% respectivamente, 3,4, 3,1 e 1,9 pontos percentuais mais rápido do que em setembro. A produção do aluguel e serviços comerciais teve a primeira taxa positiva nos últimos anos, o índice de produção das hotelarias e catering continuam a diminuir. O índice de atividade comercial de transporte ferroviário, transporte aéreo, hospedagem e catering, cultura, esportes e entretenimento localizam-se acima da faixa de expansão de 59,0%; o índice de atividade empresarial de atacado e varejo, proteção ecológica e governança ambiental continuou acima do ponto crítico. As expectativas desses mercados, o índice de atividade comercial esperada do setor de serviços é de 62,2%. De janeiro a setembro, a receita comercial das empresas do setor de serviços acima da escala caiu 1,0% ano a ano, diminuindo 1,5 pontos percentuais de janeiro a agosto; entre elas, a receita comercial da transmissão de informações, software e serviços de tecnologia da informação aumentou em 12,1%. As vendas no mercado continuam a crescer, a taxa de crescimento da receita do setor de restaurantes passa a ser positivo Em outubro, as vendas totais de bens de consumo no varejo aumentaram 4,3% em relação ao ano anterior para 3.85 trilhões de yuans (R$ 3.15 trilhões), 1,0 ponto percentual acima de setembro, e 0,68% em relação ao ano anterior. De janeiro a outubro, as vendas totais de bens de consumo no varejo foram de 31,19 trilhões de yuans (R$ 2,54 trilhões), 5,9% abaixo do ano anterior, 1,3 pontos percentuais abaixo do que em janeiro a setembro. Em outubro, as vendas de bens de consumo no varejo em área urbana foi de 3.349,8 bilhões de yuans, um aumento de 4,2%, vendas de bens de consumo no varejo em área rural de 507,8 bilhões de yuans (R$ 414,78 bilhões), um aumento de 5,1%. A receita de alimentos e bebidas foi de 437,2 bilhões de yuans (R$ 357,11 bilhões), acima de 0,8%, taxa de crescimento passou a ser positivo pela primeira vez no ano. Cosméticos, joias e bens automotivos cresceram 18,3%, 16,7% e 12,0%, respectivamente, em relação ao ano anterior. De janeiro a outubro, as vendas de varejo online do país aumentaram 9,12 trilhões de yuans (R$ 7,45 trilhões), um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior, 1,2 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro a setembro; entre elas, as vendas de varejo online de bens físicos aumentaram 16,0%, 0,7 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro a setembro, respondendo por 24,2% do total das vendas de varejo de bens de consumo. Os investimentos em ativos fixos retomam de forma constante e a estrutura de investimentos continua a melhorar No período de janeiro-outubro, o investimento em ativos fixos do país (excluindo as famílias rurais) cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, 1,0 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro-setembro; em outubro, cresceu 3,22% em relação ao ano anterior. O investimento em infraestrutura cresceu 0,7% em relação ao ano anterior, 0,5 pontos percentuais mais rápido que em janeiro-setembro; o investimento em manufatura caiu 5,3%, diminuiu 1,2 pontos percentuais em relação a janeiro-setembro. O investimento em indústrias de alta tecnologia aumentou 9,7% em relação ao ano anterior, 0,6 pontos percentuais mais rápido que em janeiro-setembro. O investimento na fabricação de produtos farmacêuticos e na fabricação de computadores e equipamentos de escritório aumentou 22,8% e 14,8% respectivamente. Na indústria de serviços de alta tecnologia, o investimento em serviços de comércio eletrônico e transformação de conquistas científicas e tecnológicas aumentou 26,5% e 17,2% respectivamente. O investimento no setor social aumentou em 10,6% ao ano, com o investimento em saúde e educação aumentando em 24,1% e 13,1%, respectivamente. Crescimento na importação e exportação de mercadorias Em outubro, o total de importação e exportação de mercadorias foi de 2,83 trilhões de yuans (R$ 2,31 trilhões), 4,6% a mais do que no ano anterior. Entre eles, a exportação resultou em 1,62 trilhão de yuans, um aumento de 7,6%; a importação resultou em 1,21 trilhão de yuans (R$ 990 bilhões), um aumento de 0,9%. As importações e exportações compensaram um superávit comercial de 410,8 bilhões de yuans (R$ 335,55 bilhões). As taxas de desemprego urbano continuam a cair, e a empregabilidade é relativamente estável De janeiro a outubro, cerca de 10 milhões de novos empregos foram criados em cidades de todo o país, completando a meta anual antes do previsto. Em outubro, a taxa de desemprego urbano nacional foi de 5,3%, 0,1 ponto percentual abaixo que setembro; entre eles, a taxa de desemprego para pessoas entre 25 e 59 anos foi de 4,8%, inalterada em relação a setembro. Em outubro, a média de horas de trabalho semanal das pessoas em todo o país era de 46,7 horas. Fonte: 21 caijing
11 de novembro de 2020
Consumidores já podem selecionar seus produtos e adicionar ao carrinho de compras, junto com os cupons de desconto que a plataforma irá distribuir, para garantir as ofertas Às 5h do dia 11 de novembro terá início o festival global de ofertas 11.11 , que o AliExpress , maior site de compras internacionais do mundo, promove também no Brasil. A ação foi criada originalmente na China pelo grupo Alibaba, ao qual o AliExpress pertence. Os preços especiais, válidos até às 4h59min do dia 13 de novembro, são até 70% mais baratos que em períodos comuns e reúnem itens de marcas como Xiaomi e Apple. Os produtos com descontos, de marcas conhecidas, vendidas por lojas de confiança, oferecem o melhor custo-benefício disponível para compradores brasileiros. Alguns têm dezenas de milhares de unidades vendidas em todo o mundo. Os consumidores já podem ir conferindo as ofertas no site ( pt.aliexpress.com ) e no aplicativo AliExpress (Android e iOS) com antecedência, já preparando seu carrinho de compras para fechar o pedido logo no início do festival; em função da enorme procura, alguns itens mais disputados podem se esgotar nas primeiras horas do evento. No aplicativo, é possível encontrar canais especiais que direcionam o usuário diretamente para itens com frete grátis ou para os produtos disponíveis para entrega pelo serviço “AliExpress Direct” (método que junta pedidos de várias lojas em uma única remessa, reduzindo o custo de frete e prazos de entrega). As promoções mais relevantes serão divulgadas também no reality show A Fazenda e nas redes sociais, onde estarão marcadas com a hashtag #AliExpressInvadeAFazenda. “Esta será a primeira vez em que integraremos no Brasil as ofertas, que consagraram o 11.11 como maior data mundial de compras, com ações que misturam diversão e entretenimento”, afirma Yan Di, country manager do AliExpress. O evento acontece após o AliExpress implementar medidas como três voos fretados semanais para o Brasil, o que reduziu o tempo de entrega de pedidos, ampliar o número de itens com frete grátis e implementar serviço de atendimento em português, além de oferecer novas formas de pagamento, como o parcelamento de compras em 6 vezes sem juros. O AliExpress vai distribuir diferentes cupons de desconto para a campanha do 11.11, que podem já ser sinalizados no carrinho de compras para deixar tudo pronto para utilização no início do festival, já que seu uso é limitado. Se for aplicado um código promocional, os preços dos produtos podem chegar a ter 96% de desconto. Por exemplo, um Xiaomi Mi Band 5 Smart Bracelet pode sair por apenas US$ 1, após a aplicação do cupom de desconto. Os códigos promocionais são limitados. EXEMPLOS DE OFERTAS Xiaomi Mi Band 5 Smart Bracelet – por US$ 24,99 no 11.11 Usando o código promocional XMB1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 1,00 https://pt.aliexpress.com/item/4001117114034.html Xiaomi Mi TV Stick – por US$ 32,50 no 11.11 Usando o código promocional TV1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 9,90 https://pt.aliexpress.com/item/4001248951692.html POCO X3 – por US$ 209,00 no 11.11 Usando o código promocional POCO1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 119,00 Link: https://pt.aliexpress.com/item/4001328159542.html InFace Skin Care Device – por US$ 22,99 no 11.11 Usando o código promocional IFE1111 (limitado) o produto pode sair por US$ 1,00 https://pt.aliexpress.com/item/4001211668637.html CUPONS DE DESCONTO DO 11.11 Confira mais opções de cupons de desconto, que têm uso limitado ( nomes dos cupons precisam ser usados sempre em caixa alta ): Novos usuários ganham descontos em sua primeira compra no site (para PC) ou no aplicativo. Basta fazer o cadastro; Cupom ONZE3 – US$ 3 de desconto a cada US$ 30 em compras; Cupom ONZE15 – US$ 15 de desconto a cada US$ 120 em compras; Cupom MEGA1111 – US$ 50 de desconto a cada US$ 499 em compras. Sobre o AliExpress Lançado em 2010, o AliExpress ( www.aliexpress.com ) é um marketplace global que dá aos consumidores em todo o mundo a possibilidade de comprar diretamente de fabricantes e distribuidores. A organização pretende se tornar uma plataforma para que comerciantes de todas as partes do mundo possam vender local e globalmente. O AliExpress opera em vários idiomas, entre eles português, inglês, russo, espanhol, italiano e francês. Sobre o Alibaba Group O Alibaba Group é uma multinacional de tecnologia cuja missão é tornar mais fácil fazer negócios em qualquer lugar na era digital. O grupo pretende construir a infraestrutura comercial do futuro, visando que seus clientes possam se encontrar, trabalhar e viver inseridos no universo do Alibaba, que será uma empresa que durará pelo menos 102 anos. Informações para a imprensa Approach Comunicação Anita Mori – anita.mori@approach.com.br Beatriz Santos – beatriz.santos@approach.com.br Vantuyl Barbosa – vantuyl.barbosa@approach.com.br
24 de setembro de 2020
Tesla apresent ou processo no tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos (EUA), mostrando que as tarifas impostas na importação de peças de carro s elétricos importadas da China são ilegais, e exig indo um reembolso dos impostos tarifários já pagos , mais os juros do período. A empresa está contestando as ações do Representante Comercial dos EUA, Robert Lighthizer, que foi nomeado como réu no caso. L ighthizer havia negado, no ano passado, a proposta da Tesla d e isenção das tarifas de 25% nos computadores e telas chin eses que são usados no carro elétrico Model 3. No caso, a Tesla declarou que o aumento dos custos oriundos das tarifas causaria prejuízos econômicos. Em 2018, a empresa estimou que o aumento das tarifas sobre peças provenientes da China diminuiria seu lucro bruto, em US$ 50 milhões (R$ 275,46 milhões), no quarto trimestre do ano. O aumento das tarifas sobre importações da China, sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, levou a centenas de processos no Tribunal de Comércio Internacional. Fonte: Bloomberg; caixin.com;
17 de junho de 2020
https://youtu.be/HV-vD2GweOw A maior feira multisetorial do mundo, a Canton Fair, que acontece presencialmente duas vezes por ano, teve de ser organizada online em 2020. Realizar a feira virtualmente é uma aposta da China para reativar a economia produtiva afetada pela paralisação das atividades devido à COVID-19. A Canton Fair acontece há 63 anos, em Guanzhou, no sul da China. Neste ano, terá 25 mil expositores e 1,8 milhão de itens, de 16 categorias. Os expositores farão lives para demonstrar produtos, e compradores poderão navegar pelo site, fazer busca de itens, conversar com fornecedores via chat ou por reuniões. Veja neste vídeo como a feira acontece na versão online. Fonte: XINHUANET Leia também: 7 passos para negociar com os chineses na Canton Fair online
11 de junho de 2020
O distrito de Huadu da cidade de Guangzhou, no sul da China, divulgou um plano para transformar Guangzhou em uma "cidade de e-commerce de lives", para continuar a estabilizar e promover o emprego. As "Medidas de apoio ao desenvolvimento do e-commerce de lives (2020-2022)" inclui, entre outras coisas, o incentivo financeiro aos influenciadores que fazem lives para e-commerce. O distrito de Huadu premiará os influenciadores que se destacarem no e-commerce de lives ao atingirem valores de vendas acima de 10, 20 e 50 milhões de yuans (R$ 7 milhões, R$14 milhões e R$35 milhões respectivamente). Os prêmios podem chegar a subsídios de até 500 mil yuans (R$ 347 mil) na compra de imóveis. Os influenciadores qualificados também serão priorizados no registro da cidade, nas matrículas de crianças em escolas, etc. A cada ano, os 10 principais "influenciadores de Huadu" serão selecionados e recompensados com um desconto de 30% no preço de mercado para aluguel e compra de casas. De acordo com o plano realizado por Huadu, deverão ser construídas, até 2022, 10 bases influentes de e-commerce de lives, com 100 lojas de benchmarking ao vivo e pelo menos 1000 influenciadores profissionais, com o objetivo de atingir mais de 100 bilhões de yuans (R$ 69 bilhões) nas vendas de e-commerce de varejo no distrito. Fonte: Yangcheng Evening News
5 de junho de 2020
https://youtu.be/VuZjXQD6qMg A região de Pudong, em Xangai, se tornou um símbolo da reforma e abertura da China para o mundo há 30 anos. A Zona Piloto de Livre Comércio de Xangai, iniciada em setembro de 2013, impulsionou ainda mais o crescimento. Veja neste vídeo a transformação da cidade e a evolução da infraestrutura das empresas e de logística portuária. Fonte: XINHUANET