
19 de novembro de 2025
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A final do lançamento de dardo masculino dos Jogos Nacionais ocorreu em 18 de novembro, no Estádio Atlético do Centro Esportivo de Guangdong. A organização usou cães-robôs para recolher dardos durante a prova, o que modificou a logística da competição e reduziu o trabalho manual dos voluntários. Durante as tentativas, os robôs circularam ao lado da pista e transportaram os dardos de volta para a área de arremesso. “Bastam dez segundos para trazer de volta o dardo lançado pelo atleta”, afirmou o voluntário Niu Zixuan, responsável pela operação dos equipamentos. Segundo Niu, o processo funciona assim: os árbitros recolhem o dardo após o impacto no solo e o colocam sobre o robô. Mesmo a 70 ou 80 metros de distância, os operadores conseguem acionar o retorno do equipamento por controle remoto. Quando o robô chega ao ponto de entrega, os voluntários retiram o dardo, fazem a limpeza e devolvem o material ao atleta. Diante da questão sobre precisão e segurança, Niu explicou que a equipe passou por treinamento completo e registrou possíveis falhas antes da prova. Dois dias antes da final, os operadores realizaram simulações com os árbitros para testar todo o procedimento. Após seis lançamentos, Hu Haoran, da equipe de Henan, venceu a disputa com 81,60 metros. Gao Longyu, de Fujian, ficou com a prata, e Xu Jiajie, de Xangai, terminou com o bronze. “Tudo foi extremamente fluido, e isso se deve em grande parte aos cães-robôs!”, disse Niu. O responsável pelo estádio informou que, antes, o recolhimento dos dardos era manual e exigia que voluntários corressem diversas vezes ao longo da prova. Agora, dois operadores controlam os robôs à distância, o que reduz o esforço físico e aumenta a eficiência operacional. Segundo ele, esta edição utilizou cães-robôs nas provas de disco, martelo e dardo. Foi a primeira aplicação em grande escala nos Jogos Nacionais. A intenção, afirmou, é apresentar ao público do país os avanços tecnológicos desenvolvidos na região da Grande Baía . Fonte: gmw.cn

19 de novembro de 2025
China2Brazil
A China prevê que o mercado de logística em baixa altitude ultrapasse 120 bilhões de yuans em 2025, impulsionado pela expansão do uso de drones em áreas urbanas, rurais e montanhosas. O avanço ocorre dentro do 15º Plano Quinquenal, que prioriza indústrias estratégicas e a aplicação de tecnologias em larga escala. O país lançou mais de 140 novas rotas de logística aérea em 2024. Em Xangai, drones passaram a entregar refeições em até 15 minutos em parceria com a Meituan. Em Suzhou, eles transportam amostras de semicondutores; em Hubei, reduzem o transporte de 2 mil quilos de laranjas de três horas para dez minutos; e, em Guangdong, rotas como Shenzhen–Zhongshan formam um corredor intermunicipal. A SF Express já opera mais de mil voos diários na Grande Baía. Segundo o Relatório de Desenvolvimento da Logística em Baixas Altitudes da China 2024, o mercado pode chegar a 450–605 bilhões de yuans até 2035. Os drones aumentam a eficiência da “última milha”, reduzem atrasos causados pelo tráfego e diminuem custos. O modelo ZTO Haiyan realiza entregas a 1,14 yuan por unidade, valor 40% inferior ao transporte tradicional. Apesar do avanço, o setor enfrenta desafios em infraestrutura, segurança e liberação do espaço aéreo. Especialistas afirmam que operações em larga escala exigem coordenação entre logística, planejamento de rotas e monitoramento climático. Empresas pedem maior abertura e gestão integrada do espaço aéreo. Para especialistas como Dong Zhiyi, o desenvolvimento da logística em baixa altitude exige inovação contínua e um sistema robusto de segurança para garantir expansão sustentável. Fonte: gmw

18 de novembro de 2025
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A Geely Automobile informou, em 17 de novembro, que alcançou receita de 89,2 bilhões de yuans no terceiro trimestre de 2025. O valor representa alta de 15% sobre o trimestre anterior e de 27% na comparação anual, estabelecendo um recorde trimestral. O lucro líquido atribuível à controladora chegou a 3,96 bilhões de yuans, alta anual de 19%. De janeiro a setembro, o lucro acumulado avançou para 10,62 bilhões de yuans, crescimento de 59%. Durante a apresentação dos resultados, Dai Qing, presidente rotativo do Geely Holding Group, afirmou que o lucro por veículo atingiu 5.200 yuans no trimestre, acima dos 4.700 registrados no primeiro semestre. Meta de 3 milhões de carros em 2025 A empresa revisou a meta anual de vendas para 3 milhões de veículos em agosto, após superar expectativas no primeiro semestre. Até outubro, a Geely vendeu 2,477 milhões de unidades, alta anual de 44%, equivalente a 83% do objetivo do ano. Em outubro, as vendas da Geely subiram 35% na comparação anual e superaram 300 mil unidades no mês. A Galaxy, sua nova marca lançada recentemente, respondeu por mais de 40% desse total. Nos primeiros dez meses de 2025, a Geely Galaxy ultrapassou 1 milhão de veículos vendidos e atingiu sua meta anual antes do previsto. Segundo a empresa, é a marca de nova energia que chegou mais rápido à marca de 1 milhão de unidades vendidas em um único ano na China. A Geely acelera a expansão da capacidade produtiva da linha Galaxy. A fábrica da SAIC-GM em Shenyang Beisheng e a planta da Lotus em Wuhan passam por adaptação para produzir modelos da série. A empresa não comentou detalhes do plano até o fechamento. Galaxy impulsiona crescimento e amplia disputa com a BYD A diferença para a BYD diminuiu. Dados da Associação Chinesa de Automóveis de Passageiros indicam que, em outubro, a Geely vendeu apenas 30 mil unidades a menos que a concorrente. Dai Qing afirmou que a participação de mercado da Geely passou de 8% no ano passado para mais de 11% em outubro, enquanto a da líder caiu de 16% para 14%. A Geely posiciona a linha Galaxy para competir diretamente com modelos equivalentes da BYD, como o Galaxy E5 frente ao BYD Yuan, o Starship 7 EM-i frente ao BYD Song e o Star Wish frente ao BYD Seagull. No campo tecnológico, as duas montadoras disputam recursos de condução inteligente, híbridos e sistemas de infotainment. A Geely lançou o sistema Vast Horizon após o “Eye of the Gods”, da BYD, e confronta o DM-i com seus sistemas EM-i e EM-P. Flyme Auto e DiLink completam a disputa. Expansão internacional As duas fabricantes avançam também no exterior. A BYD exportou mais de 80 mil unidades em outubro. A Geely ampliou presença no Reino Unido e Uzbequistão e registrou avanços na Indonésia, Malásia e Austrália. Em 3 de novembro, concluiu parceria com a Renault , que inclui a aquisição de 26,4% da Renault Brasil e o compartilhamento de capacidade produtiva e rede de distribuição. O CEO Gan Jiayue afirmou que a empresa ainda exporta majoritariamente veículos a gasolina, mas iniciará o envio de modelos de nova energia em 2026. A meta é que o exterior represente 50% das vendas e que as exportações ultrapassem 1 milhão de unidades até 2027. Fonte: 36kr

18 de novembro de 2025
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A China lidera a indústria global de grafeno, com a maior quantidade de patentes, a maior capacidade de produção e a maior participação de mercado. A avaliação foi apresentada na Conferência Internacional de Inovação em Grafeno da China de 2025 por Li Yichun, membro do Comitê Consultivo Nacional de Especialistas para o Desenvolvimento da Indústria de Novos Materiais e presidente da Aliança da Indústria de Grafeno da China (CGIA). Segundo ele, o país já estruturou uma cadeia produtiva que inclui matérias-primas, materiais de aplicação, dispositivos e produtos finais. Ele projetou que o grafeno entrará em uma “era de aplicações” nos próximos dez anos. Li Yichun informou que a China registrou 280 mil pedidos de patentes relacionados ao grafeno, mais de 80% do total global. Até o fim de 2024, a capacidade anual de produção chinesa ultrapassou 15 mil toneladas, o equivalente a 53% da oferta mundial. Além disso, o mercado global de aplicações de grafeno alcançou cerca de 60 bilhões de yuans em 2024, e a China respondeu por mais de 60%. As projeções indicam que o mercado global pode superar 300 bilhões de yuans até 2030, com crescimento anual acima de 30%. O grafeno é um material bidimensional composto por uma única camada de átomos de carbono, isolado pela primeira vez em 2004 pelos físicos britânicos André Geim e Konstantin Novoselov por meio de uma técnica de remoção mecânica do grafite. A descoberta rendeu à dupla o Prêmio Nobel de Física de 2010. Desde então, o material ampliou seu potencial de uso em energia, biomedicina, semicondutores e sistemas de dissipação de calor. Durante a conferência, Konstantin Novoselov afirmou que novos avanços podem gerar futuros prêmios Nobel e destacou a liderança chinesa na área. Ele citou aplicações em baterias, eletrônicos, captura de carbono e energia de hidrogênio como exemplos de setores que já registram avanços relevantes. Li Yichun também apresentou resultados recentes: em 2024, semicondutores funcionais de grafeno chegaram ao mercado; China, EUA e Europa avançaram na produção piloto de wafers de grafeno de 8 polegadas; e materiais de interface térmica de grafeno passaram a ser aplicados comercialmente em chips. No Reino Unido, ocorreu a primeira cirurgia de implantação clínica de uma interface cérebro-computador feita com grafeno. No setor de energia, o Grupo Chint iniciou a produção de materiais compósitos de grafeno-cobre para novas energias e redes elétricas, após converter protótipos laboratoriais em produtos industriais. Segundo estimativas apresentadas no evento, um aumento de 1% na condutividade de cabos pode economizar entre 1.000 e 2.500 kWh por quilômetro de linha de transmissão por ano. Se aplicado aos 6,3 milhões de quilômetros de linhas de transmissão de alta tensão da China, o ganho anual poderia chegar a 126 bilhões de kWh — volume equivalente à construção de outra Usina de Três Gargantas. Apesar dos avanços, pesquisadores afirmam que a indústria ainda enfrenta limites. “O grafeno está no estágio inicial de desenvolvimento”, disse Liu Zhongfan, acadêmico da Academia Chinesa de Ciências e presidente do Instituto de Grafeno de Pequim, em entrevista ao The Paper. Ele afirmou que a produção em larga escala depende da elevação do rendimento. O setor avançou de 20% para 83%, mas ainda enfrenta gargalos, principalmente na tecnologia de esfoliação e transferência. Segundo Liu, uma falha nesse processo compromete metade da cadeia industrial. Para enfrentar o problema, sua equipe propôs o conceito de “supergrafeno”, que consiste em cultivar grafeno diretamente na superfície de materiais de engenharia em altas temperaturas. A técnica elimina a etapa de transferência, aumenta a condutividade e a resistência ao desgaste e já entrou em uso em sistemas de degelo aeronáutico, pás de turbinas eólicas e processos industriais de secagem. O custo também segue como ponto sensível. Liu relatou que o primeiro filme de grafeno do tamanho de uma folha A3 custava 20 mil yuans, mas o preço atual caiu para cerca de 110 yuans por metro quadrado. Mesmo assim, ele afirmou que empresas precisam manter margens que sustentem pesquisa e desenvolvimento, em um cenário no qual a capacidade de produção é alta e a demanda ainda cresce lentamente. Liu também destacou a baixa presença de grandes empresas na cadeia de grafeno. Segundo ele, a ausência de corporações líderes dificulta a consolidação do ecossistema, enquanto pequenas empresas não conseguem sustentar inovação em toda a cadeia produtiva. Ele pediu mais paciência ao setor. Como exemplo, mencionou a fibra de carbono, que levou mais de 40 anos entre a pesquisa inicial e sua adoção pela Boeing. Para ele, o grafeno, industrializado há pouco mais de dez anos, ainda não atingiu o estágio de aplicação em massa. Ele avaliou que a futura aplicação de impacto pode não ser inédita, mas um produto capaz de substituir alternativas existentes em escala ampla. Ao discutir os próximos passos, Konstantin afirmou que áreas como desenvolvimento sustentável, saúde e comunicações tendem a ampliar o uso do grafeno. Ele citou baterias, antenas de terahertz para redes 6G e aplicações médicas como campos de rápido avanço. A Europa, segundo ele, já investe em projetos de órgãos artificiais, novos fármacos e tratamentos clínicos. Ele concluiu afirmando que a família de materiais bidimensionais ainda tem potencial inexplorado. Fonte: The Paper

18 de novembro de 2025
China2Brazil
A Administração Estatal dos Correios da China informou, em 18 de novembro, que o país movimentou 162,68 bilhões de encomendas expressas de janeiro a outubro, alta de 16,1% ante o mesmo período de 2023. As regiões Leste, Central e Oeste responderam por 70,9%, 19,7% e 9,4% do total, respectivamente. A participação das regiões Central e Oeste subiu 1,1 e 0,6 ponto percentual em relação ao ano anterior. Segundo dados oficiais, províncias como Shaanxi, Ningxia e Xinjiang registraram crescimento superior a 30% no volume de entregas no período. As empresas do setor ampliam investimentos em infraestrutura e reforçam a integração com os modais aéreo e ferroviário. Em Xinjiang, os Correios de Kashgar abriram nove rotas aéreas diretas para Xangai, Zhengzhou, Guangzhou, Pequim e Hangzhou, entre outros destinos. Além disso, empresas de entrega expressa e o setor ferroviário local adotaram um modelo logístico que combina armazéns instalados dentro das fábricas, trens de carga de longa distância e coleta e distribuição nas pontas. Esse fluxo substitui o trajeto tradicional entre depósitos e centros de triagem por uma operação de ponto a ponto. Com esse modelo, as empresas entregam mercadorias no dia seguinte à chegada e aumentam a eficiência logística em cerca de 10%. Os custos de transporte caem cerca de 30% em comparação ao modal rodoviário. Liu Jiang, diretor do Departamento de Pesquisa Estratégica do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Administração Estatal dos Correios, afirmou que o setor amplia a infraestrutura, adota equipamentos automatizados e expande a rede aérea. Ele destacou ainda o avanço das soluções que transferem cargas do transporte rodoviário para o ferroviário e o uso de despacho inteligente para otimizar rotas. Segundo ele, o mercado de entregas expressas acelerou o ritmo de crescimento nos últimos dez meses e ampliou seus serviços, o que fortalece o consumo e contribui para o desenvolvimento econômico. Fonte: news.cctv.com

18 de novembro de 2025
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A China levou apenas nove dias para reorganizar a missão Shenzhou-20 e trazer sua tripulação de volta à Terra após suspeita de impacto por detritos espaciais , um intervalo muito menor que o observado em situações semelhantes em outros programas espaciais. Às 16h40 de 14 de novembro, os três astronautas pousaram a bordo da Shenzhou-21, após o país adiar o retorno originalmente previsto para 5 de novembro. O Escritório de Engenharia Espacial Tripulada informou que a Shenzhou-20 havia sido atingida por pequenos detritos. A equipe técnica suspendeu o plano inicial, revisou todos os procedimentos e definiu um novo cronograma para garantir a segurança da tripulação. Em contextos internacionais, respostas desse tipo costumam exigir meses. Em 2024, dois astronautas norte-americanos ficaram cerca de nove meses além do previsto na Estação Espacial Internacional devido a falhas na nave Starliner. Em 2022, a tripulação da Soyuz MS-22 permaneceu seis meses extras em órbita após problemas técnicos. A China adotou o método conhecido como “retorno ao ponto zero”, que exige reavaliar dados e procedimentos desde o início até esclarecer a causa do incidente. O país mantém também o modelo “um em operação, um de reserva”, que oferece redundância para emergências. As restrições impostas pelos Estados Unidos desde os anos 1970, como o ITAR e o Wolf Amendment, aceleraram o desenvolvimento de sistemas autônomos chineses. O país construiu sua estação espacial, ampliou sua capacidade de lançamento e se tornou alternativa para países que enfrentam barreiras regulatórias nos EUA e na Europa. Fonte: news.qq.com

18 de novembro de 2025
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A China iniciou, em 18 de novembro, a construção integral da fase I do Projeto Nuclear de Zhaoyuan, em Shandong, após concluir a concretagem do primeiro tanque da ilha nuclear da Unidade 1. A usina é o primeiro conjunto nuclear do tipo “Hualong One” da China equipado com torre de resfriamento e o primeiro projeto lançado após o Quarto Plenário do 20º Comitê Central definir a meta de fortalecer a matriz energética do país. O projeto fica em Zhaoyuan, na cidade de Yantai, e integra o plano da China General Nuclear Power Corporation (CGN) para construir seis unidades “Hualong One” na base. Segundo o diretor-geral da CGN, Pang Songtao, a usina se insere no planejamento energético de Shandong e amplia a formação de um polo de energia limpa que reúne fontes nuclear, eólica, solar e sistemas de armazenamento. Após a entrada em operação das seis unidades, a geração anual prevista é de 50 bilhões de kWh, suficiente para abastecer cerca de 5 milhões de moradores. A CGN estima reduzir 15,27 milhões de toneladas de carvão padrão por ano e evitar 46,2 milhões de toneladas de CO2, volume equivalente ao reflorestamento de mais de 110 mil hectares. Tecnologia de resfriamento amplia áreas possíveis para usinas nucleares Durante a coletiva, Yu Xiangdong, diretor executivo da Shandong Zhaoyuan Nuclear Power, afirmou que o projeto usa, pela primeira vez em um “Hualong One”, uma torre de resfriamento de tiragem natural de 203 metros e área de aspersão de 16.800 m². A torre transfere a função de resfriamento da água do mar para a atmosfera e transforma a água marítima em reposição auxiliar. A solução aumenta a taxa de reciclagem da água, reduz perdas e amplia o número de regiões aptas a receber novas usinas nucleares. Yu disse que o sistema reduz o arraste de partículas, melhora a segurança hídrica e abre novas possibilidades de implantação para a indústria nuclear chinesa . Yang Yazhang, vice-gerente-geral da China Nuclear Power Engineering, explicou que a torre pode manter a remoção de calor por duas horas mesmo sem reposição externa de água. O projeto também incorpora uma torre de resfriamento mecânica de nível nuclear com reservatório próprio, capaz de sustentar o reator por até 30 dias. As duas estruturas formam um sistema híbrido de resfriamento, natural e mecânico, que protege as fontes de água da usina. Construção adota métodos digitais e processos automatizados A construção do sistema de resfriamento envolve obras de grande porte. A China Energy Engineering Group Anhui No.2 Electric Power Construction, responsável pela torre, utiliza formas deslizantes elétricas, métodos mecanizados e execução paralela de estruturas para acelerar a obra e manter o controle de qualidade. Segundo o presidente Chen Jianming, a empresa aplica tecnologias 3D e estratégias integradas que organizam melhor o fluxo de trabalho. Yang afirmou que o canteiro combina 36 soluções técnicas, como construção modular, soldagem automática e controle digital. Ferramentas como o “canteiro inteligente 3.0” e maquetes digitais permitem monitoramento contínuo e rastreabilidade das etapas. A China Nuclear Huaxing Construction também introduziu um sistema integrado de fabricação de formas, com produção totalmente automatizada. Oficinas inteligentes de aço e linhas automáticas para peças embutidas antecipam processos para ambientes controlados e aumentam a precisão. Projeto prepara uso ampliado da energia nuclear em Shandong O diretor Yu Xiangdong disse que a usina se conectará à rede de aquecimento limpo da Península Jiaodong. Cada unidade pode fornecer até 1.000 toneladas de vapor por hora, com capacidade para aquecer mais de 15 milhões de m2. A proposta inclui atender Zhaoyuan e cidades próximas. Com o avanço da obra, a CGN planeja ampliar aplicações industriais da energia nuclear, como fornecimento de vapor, produção de hidrogênio e dessalinização de água do mar. Fonte: China News

17 de novembro de 2025
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Pequim sediou, na tarde de 14 de novembro, a sessão plenária da Conferência Mundial de Língua Chinesa 2025, no Centro Nacional de Convenções da China. O vice-ministro da Educação da China, Ren Youqun, apresentou o relatório principal. Representantes da Geórgia, Ilhas Salomão, Brasil, Hungria, Mauritânia e Papua-Nova Guiné participaram do encontro e defenderam o avanço do intercâmbio e da cooperação internacional no ensino de língua chinesa. Ren afirmou que a mensagem enviada pelo presidente Xi Jinping aos jovens sinólogos estabelece orientações para elevar a qualidade da educação internacional em chinês e ampliar o diálogo entre países. Ele disse que a China pretende desenvolver um sistema global de cooperação em educação digital, integrar inteligência artificial ao ensino de chinês, ampliar os recursos digitais e construir um ecossistema educacional sem fronteiras. O ministro da Geórgia, Givi Mikanadze, declarou que a educação sustenta a cooperação bilateral. Ele lembrou que, em maio, os dois Ministérios da Educação firmaram um acordo de reconhecimento mútuo de diplomas do ensino superior, ampliando o intercâmbio acadêmico. O ministro das Ilhas Salomão, Tozen Leokana, disse que o ensino de chinês no país representa um avanço na cooperação educacional. Ele destacou que mais estudantes, professores e cidadãos passaram a aprender o idioma com apoio da China e que escolas de Honiara planejam abrir cursos de chinês. A representante do Ministério da Educação do Brasil, Denise Pires de Carvalho, informou que o ensino de chinês no país se expandiu nos últimos anos. O Brasil conta com 15 Institutos Confúcio, 20 mil alunos estudando chinês e 1.500 brasileiros enviados à China. Segundo ela, mais de 100 professores chineses foram mobilizados para dar aulas no Brasil. O secretário de Estado da Hungria, Zoltán Maruzsa, afirmou que a educação deve promover o intercâmbio entre culturas e que tecnologias digitais ampliam esse potencial. Ele citou que escolas húngaras já aplicam ferramentas de IA no ensino de línguas, o que facilita o aprendizado. O secretário-geral da Mauritânia, Taleb Yahya, lembrou que os Ministérios da Educação dos dois países assinaram um acordo de cooperação em dezembro de 2023 e renovaram o compromisso durante a conferência. O novo acordo incorporou oficialmente o chinês ao sistema educacional mauritano. O secretário-geral da Papua-Nova Guiné, Uke Kombra, disse que aprender chinês amplia oportunidades acadêmicas e profissionais e fortalece a integração dos jovens com outras culturas. Yu Yunfeng, diretor do Centro para Intercâmbio e Cooperação Linguística Internacional da China, presidiu a sessão. Cerca de 2 mil representantes de ministérios da educação, organizações internacionais, universidades, instituições culturais, diplomatas, especialistas e empresas participaram do encontro. Fonte: gmw.cn

17 de novembro de 2025
China2Brazil
O navio de assalto anfíbio Sichuan, o primeiro do Tipo 076 da China, retornou ao estaleiro em Xangai às 17h de domingo, após concluir seu teste inaugural de navegação. A Marinha do Exército de Libertação Popular avaliou o desempenho da embarcação ao longo de três dias, quando examinou os sistemas de propulsão e elétricos produzidos no país e verificou outros equipamentos. A missão cumpriu os resultados previstos. A Marinha informou que o Sichuan seguirá para novas etapas de avaliação conforme o cronograma. Um navio de assalto anfíbio é um navio militar projetado para transportar tropas, veículos e equipamentos e realizar desembarques em áreas costeiras. Ele funciona como uma base móvel capaz de lançar operações a partir do mar. O Tipo 076 representa a nova geração de navios de assalto anfíbio da China. Ele usa sistemas de catapulta e parada eletromagnéticas e opera aeronaves de asa fixa, helicópteros e veículos anfíbios. Fonte: gmw.cn

17 de novembro de 2025
China2Brazil
A Organização Internacional de Normalização (ISO) aprovou a proposta da China para criar o padrão global “Serviços de educação e aprendizagem — Requisitos gerais e diretrizes para serviços de treinamento de artes marciais de lazer e performance” (ISO 29998). A decisão foi anunciada hoje e inclui a participação de especialistas dos Estados Unidos, Brasil, Arábia Saudita, Quênia, República Dominicana, Zâmbia e outros países. As artes marciais chinesas têm registro histórico amplo e são reconhecidas como parte do patrimônio cultural da China e de diferentes comunidades ao redor do mundo. Apesar da expansão internacional, o setor opera sem parâmetros únicos. Países adotam sistemas de ensino distintos, níveis técnicos variados e critérios próprios para formar instrutores. Essa fragmentação limita a oferta de treinamentos consistentes e afeta a expansão global da prática. O novo padrão definirá termos, qualificações mínimas dos instrutores, requisitos para o ambiente de aprendizagem, formatos de planos de treinamento, métodos de avaliação dos alunos, normas de segurança e protocolos de gestão de riscos. A ISO pretende criar uma base comum que sirva de referência para governos, instituições de ensino e organizações esportivas. A iniciativa busca padronizar serviços de treinamento, facilitar o intercâmbio entre diferentes países e apoiar o desenvolvimento da indústria internacional de artes marciais, inclusive no comércio transfronteiriço. Fonte: cctv