
1 de julho de 2020
China2Brazil
A Super Factory da Tesla em Xangai está realizando uma construção em larga escala este ano, para acelerar a construção da fábrica de produção do seu mais recente SUV (Sport Utility Vehicle), o Model Y. A velocidade de construção indica a estratégia da Tesla de expansão na China, já que o mercado chinês não é apenas o maior consumidor de automóveis do mundo, mas também o maior mercado consumidor de veículos elétricos. O Model Y tem um design que é considerado atraente para os consumidores chineses. Apesar do impacto que a pandemia teve na construção da fábrica da Tesla, os veículos Model Y deverão ser entregues na China a partir do próximo ano. Se a Tesla conseguir concluir a construção da fábrica nos próximos meses, é provável que o novo modelo comece a ser entregue no início de 2021, seguindo um caminho semelhante ao Model 3, comercializado na China em janeiro deste ano. Há relatos de que a construção da estrutura de aço da fábrica do Model Y da Tesla em Xangai foi concluída no início de maio, seguida pela construção de telhados e paredes. De acordo com as mídias chinesas, recentemente o número de caminhões carregados com novos equipamentos de fabricação, que se dirigem para a fábrica da Tesla em Xangai, aumentou significativamente. Além disso, a foto fornecida por mídias estrangeiras também mostrou que a construção do telhado da fábrica do Model Y está chegando ao fim. Sobre o Model Y Baseado no design do Model 3, o Model Y adota 75% das peças do Model 3, mas apresenta acomodações maiores, de no máximo 7 passageiros e utilidades mais diversas. No dia 7 de janeiro de 2020, a Tesla anunciou que o Model Y seria fabricado na China. Fonte: Sina News Fonte da foto: Tesla

30 de junho de 2020
China2Brazil
A Didi Chuxing, dona da 99, lançou seu serviço Robotaxi sob demanda em Xangai, na China. Após o cadastro pelo app da Didi e passar por uma verificação, os passageiros podem chamar um táxi autônomo para fazer uma viagem de teste gratuita dentro de uma área designada de tráfego aberto em Xangai. A atual estrada de tráfego aberto da Didi em Xangai abrange áreas principais, como o Centro de Exposições de Automóveis, áreas de negócios, estações de metrô e hoteis. A Didi também fundou o primeiro centro de controle de segurança autônomo da China, que pode monitorar veículos e condições da estrada em tempo real e fornecer instruções quando os veículos enfrentarem situações complexas. A prática do centro o preparará para resolver problemas relacionados à assistência remota de operações de direção autônoma no futuro. Além disso, monitores são equipados dentro dos carros, pelos quais passageiros e agentes de segurança podem acompanhar todo o processo de direção. Na China, a tecnologia de direção autônoma e veículos inteligentes foi incluída no planejamento da estratégia nacional de desenvolvimento. Em fevereiro deste ano, 11 ministérios e comissões chinesas publicaram, em conjunto, um documento para propor uma estratégia de fortalecimento do desenvolvimento de veículos inteligentes. De acordo com a Sina News, um relatório sobre o "Relatório de Testes de Estrada para Veículos Autônomos de Pequim (2019)", lançado em março deste ano, revelou as 13 empresas que realizaram testes de estrada em Pequim no ano passado, incluindo a Didi, Baidu, Meituan, Toyota, Tencent, NIO, Audi, Daimler AG, Pony.ai, entre outras. A Didi estabeleceu uma equipe de P&D de direção autônoma em 2016 e, atualmente, possui uma equipe de quase 400 pessoas na China e nos EUA. A Didi obteve qualificações para testes de estrada em Pequim, Xangai, Suzhou, Califórnia. Xing Meng, COO da Didi Chuxing, disse que "até 2030, a Didi Chuxing terá 1 milhão de carros sem motorista totalmente automáticos". Leia também: Didi, dona da 99, lança oficialmente serviços de frete em 10 cidades chinesas Fonte: Sina News Fonte da foto: Sina.com.cn; Didi’s weibo

30 de junho de 2020
China2Brazil
O app de relacionamento Tantan, similar ao Tinder, divulgou o relatório de dados de seu 6º aniversário no dia 28 de junho. Desde o seu lançamento em 2014, o número de usuários do app em todo o mundo excedeu 360 milhões, dos quais os usuários jovens com menos de 30 anos representaram quase 80%. As curtidas dos usuários masculinos e femininos mais populares do Tantan atingiram 1,05 milhões e 6 milhões, respectivamente, o que implica que as mulheres são cerca de seis vezes mais populares que os homens. Segundo o relatório, durante seus 6 anos de serviço, o número acumulado de "curtidas mútuas" na plataforma Tantan ultrapassou 15,1 bilhões, com 400 milhões de correspondências entre usuários do mesmo sexo. O número médio de correspondências é superior a 41 por usuário. Nos últimos 6 anos, os usuários do Tantan fizeram upload de mais de 1,1 bilhão de fotos, com uma média de 500 mil fotos por dia. Em 2020, afetado pelo "isolamento social" deste ano, o número diário de fotos enviadas para o aplicativo aumentou significativamente, atingindo mais de 1 milhão em um único dia. Além disso, o uso da função "curtir" entre as usuárias atingiu uma proporção de 11,6% em 2020, ultrapassando em muito a média de 6% dos anos anteriores, mostrando que a vontade das mulheres de tomar a iniciativa e se engajar ativamente aumentou de maneira inédita. Lançado em junho de 2014, o Tantan é um aplicativo social fundado pela Tantan Cultural Development (Beijing) Co., Ltd. O Momo App, concorrente do Tantan, adquiriu 100% do capital do Tantan a um preço de US$ 771 milhões (R$ 4,17 milhões) em 2018. De acordo com o NetEase News, desde 2019, Momo e Tantan enfrentam os entraves de aumentar as receitas e o número de usuários pagantes, tendo sofrido uma perda de 203 milhões de yuans (R$ 155,28 mil), com apenas 4,5 milhões de usuários pagantes no quarto trimestre de 2019. Leia também: App de relacionamento LGBTQ Blued planeja IPO nos EUA Fonte: NetEase News

29 de junho de 2020
China2Brazil
A indústria pet é um dos mercados com maior potencial na China. Durante o recente festival de compras de junho “618”, de acordo com a JD.com, as vendas de produtos para animais de estimação aumentaram significativamente em comparação com o ano passado. O mercado de animais de estimação da China Segundo o "Livro Branco de 2019 sobre a indústria de animais de estimação da China", o número de animais de estimação (cães e gatos) nas cidades chinesas atingiu 99,15 milhões, com um aumento anual de 8,4%. Entre todos os animais de estimação, os cães representaram 54,4% em 2019, enquanto os gatos representaram 43,1%. O número de donos de animais (cães e gatos) atingiu 61,2 milhões. Como comparação, de acordo com o Instituto Pet Brasil e a Associação Americana de Produtos para Animais de Estimação, o número de cães e gatos no Brasil em 2018 foi de 78,1 milhões, enquanto o número nos Estados Unidos atingiu 183,9 milhões em 2019. Em 2019, o volume do mercado de animais de estimação da China atingiu 202,4 bilhões de yuans (R$ 153,3 bilhões), dos quais o mercado de cães representou 61,5% e o mercado de gatos, 38,5%. O consumo anual de um único animal de estimação atingiu 5561 yuan (R$ 4.211), um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior. O consumo de alimentos, petiscos e medicamentos dos animais de estimação representou 61,4%, sendo o maior gasto dos donos de pets. Entre eles, as maiores taxas de crescimento foram as de petiscos e medicamentos. Oportunidades de empreendedorismo no mercado de animais de estimação da China Com base em informações públicas, estima-se que tenham ocorrido, em 2019, 41 eventos de financiamento da indústria de animais de estimação da China. O montante acumulado de investimentos excede 4,2 bilhões de yuans (R$ 3,2 bilhões), cobrindo alimentação, petshop, e-commerce, produtos inteligentes, hospitais e serviços. Hospitais e alimentos para animais tiveram as maiores escalas de financiamento. Confira alguns casos interessantes dos últimos anos: E-commerce para pets Atualmente, os alimentos para pets representam a maior proporção de produtos para animais na China, cerca de 45%, de acordo com o Livro Branco. Fundada em agosto de 2017, a MollyBox é a primeira empresa de e-commerce por assinatura da China especializada em produtos para animais de estimação. Uma caixa é entregue para seus clientes todos os meses, contendo comida e petiscos para gatos, brinquedos e necessidades diárias. Os usuários só precisam escolher o alimento principal e outros produtos na caixa, como tábua para gatos, petiscos enlatados, com brindes como cremes nutricionais. O preço de uma única caixa varia de 100 a 380 yuans (R$ 76 a 288). Os produtos são, em sua maioria, importados, com um total de mais de 3000 SKUs. Esse serviço não apenas resolve as dores de cabeça de alguns novos donos de gatos que não sabem escolher produtos, mas também ajuda os usuários urbanos, que estão ocupados trabalhando, a não esquecer de comprar comida para gatos a tempo. A MollyBox arrecadou milhões de dólares na Série A de financiamento, ocorrida em maio de 2018. Em julho de 2018, o número total de usuários pagantes excedeu 50 mil, dos quais quase 70% são assinantes. Medicamentos para animais de estimação Atualmente, os medicamentos para pets representam cerca de 23% do mercado chinês de animais de estimação, estando atrás, apenas, da indústria de alimentos, atingindo um volume de mercado de cerca de 30 bilhões de yuans (R$ 23 bilhões). A integração de online e offline pode se transformar em uma oportunidade para a indústria médica de animais de estimação da China. A Zhichong Encyclopedia, uma plataforma de aprendizado para médicos veterinários, foi lançada em outubro de 2019 como um miniprograma WeChat. De acordo com sua estimativa interna, atualmente existem apenas cerca de 100 mil médicos veterinários na China, com uma média de mil animais para cada médico. Em resposta à escassez de recursos médicos para animais de estimação, a equipe desenvolveu esse miniprograma para oferecer aos hospitais e veterinários cursos públicos gratuitos com 2000 aulas, 100 mil casos compartilhados e lives para apresentar os mais recentes medicamentos e equipamentos. No final do ano passado, a Enciclopédia Zhichong obteve uma rodada inicial de financiamento e agora está buscando uma rodada de financiamento anjo de 2 milhões de yuans. Atualmente, existem mais de 3 mil usuários de hospitais veterinários e mais de 10 mil usuários de médicos veterinários em 33 províncias e 275 cidades do país. Cerca de 60% dos usuários vêm de cidades de terceiro ou mais baixo nível. Viagens para pets Na China, existem muitos locais públicos fechados onde os animais de estimação são proibidos de entrar, o que traz grandes problemas aos proprietários quando viajam. Fundada em 2019, a Cabinpet é atualmente o único projeto de compartilhamento temporário de casas de cachorro implementado na China. As casinhas de cachorro são colocadas em locais públicos, como praças, shoppings, restaurantes e supermercados. As casinhas possuem uma estrutura de madeira de dupla camada e um sistema de alarme para evitar roubos e ataques, equipado com câmeras, sistema de ventilação, luzes e dispositivos para manter a temperatura e a umidade adequadas, além de permitir a esterilização inteligente. Os usuários podem concluir pesquisas por GPS, reservas, desbloqueios, monitoramentos e avaliações pelo miniprograma. A casinha é cobrada com base na duração do uso, que é de 10 yuans por hora (R$ 7,6). A Cabinpet lançou inicialmente seu produto em Xangai. Atualmente, as casinhas foram colocadas em sete áreas, ainda na fase de testes. A equipe planeja aumentar o número de casinhas de cachorro em Xangai para 500 em três meses. Além disso, planeja adicionar a função de e-commerce e desenvolver o miniprograma como um canal on-line para publicidade de precisão. Fonte da foto: Mollybox, hlnv.com, 36Kr

27 de junho de 2020
China2Brazil
Se tem uma lição importante que o coronavírus trouxe para os mercados do mundo todo é a de que a digitalização é essencial para a sobrevivência de muitos negócios. A China, que já tinha um avançado sistema de e-commerce, tem dado lições sobre como vender e até expandir na crise. Para quem quer estar no mercado chinês, ter presença online é obrigatório. Mas ainda há desconhecimento e receio. “Eu sempre falo para as empresas brasileiras para que não tenham medo da China”, disse Renata Thiebaut, sócia e head de Pesquisa e Inteligência de Negócios da Web2Asia e professora da Alibaba Business School. De acordo com a especialista em comércio eletrônico chinês, as empresas brasileiras ainda enfrentam muitas barreiras e dificuldades para lidar com os chineses, como a língua, a distância e o desconhecimento em relação ao mercado em si. “Temos que aos poucos aprender sobre a China e também considerar o mercado chinês não só pela sua grandiosidade, mas pela curva de experiência que a marca pode ter na China e até expandir para a Ásia”, disse. Em um webinar organizado pela rede Observa China, que agrega brasileiros de diversos segmentos relacionados ao país asiático, Renata afirmou que o e-commerce será responsável por US$ 1,1 trilhão em vendas no país em 2020, e representará 63,9% do varejo total da China em 2023. Oportunidades para produtos brasileiros no mercado chinês O comércio eletrônico da China oferece diversas opções de plataformas para B2C ou B2B, como a Tmall (B2B, da Alibaba), Taobao e Aliexpress (B2C, da Alibaba), Pinduoduo e JD. O custo para ter uma loja nessas plataformas varia de uma para outra. Antes de entrar no mercado chinês, sendo grande ou pequena empresa, é preciso fazer análise de dados e estudar o gosto dos consumidores, para oferecer produtos personalizados. "Muitas marcas pensam que, porque a China tem um mercado consumidor grandioso, principalmente online, é só abrir a loja que vai vender. E a gente sabe que não é assim", afirmou. Para Renata, é necessário também investir em marketing pago e mídias sociais na China. Renata apresentou um estudo de caso em que mostrava como o açaí, cuja matéria-prima é essencialmente brasileira, produzida na região amazônica, não é conhecido ou comprado pelo chineses como a polpa da fruta. Ela contou que os consumidores da China adquirem cremes faciais e de mão, pó de açaí, e açaí em capsulas, produzidos por marcas belgas e canadenses. Neste sentido, alerta para a necessidade de as empresas brasileiras trabalharem para fazer com que os chineses conheçam mais o açaí como um produto tipicamente brasileiro. E sugeriu que conheçam o gosto e preferências dos consumidores chineses, que têm inclinação para produtos de beleza. Em época de coronavírus, a busca por remédios e produtos medicinais cresceu no mercado chinês. E, com isso, surge também uma oportunidade para os produtos brasileiros como mel e própolis, por exemplo, que podem ser exportados. “São produtos que vendem muito, mas as marcas ainda não desenvolveram uma estratégia para operar no mercado chinês”, disse a especialista. A tecnologia no comércio eletrônico O comércio eletrônico não diz respeito apenas à venda de produtos online, mas a toda uma cadeia que envolve logística, robôs e tecnologias que melhorem a experiencia do usuário ao comprar pela internet. A especialista destacou o papel da tecnologia no desenvolvimento das vendas online com os meios de pagamento e tecnologias de reconhecimento facial. Há ainda a experimentação de produtos dentro das plataformas de compras, como por exemplo, a experimentação de maquiagem e roupas, simulação de cenário para casa, entre outros. Na logística, a JD usa drones para fazer entregas, e a Alibaba robotizou seus armazéns de distribuição. Leia também: Festival de compras online “618” estimula consumo na China

27 de junho de 2020
China2Brazil
"Como 'diretor', 'me graduei' da Alibaba", disse Masayoshi Son, CEO do SoftBank Group, anunciou na conferência anual da SoftBank, ocorrida no dia 25 de junho, que renunciaria a sua posição no conselho de diretores da Alibaba. No dia 18 de maio, o SoftBank Group já havia anunciado que Jack Ma renunciaria ao cargo de diretor. Coincidentemente, o prazo de seu mandato também era 25 de junho. Isso significa que, no dia 25 de junho, Masayoshi Son e Jack Ma, que são sócios há 21 anos, se retiraram do conselho de administração um do outro. Segundo a mídia chinesa, Masayoshi Son disse na assembléia geral que sua saída não difere da renúncia de Jack Ma ao SoftBank Group, e que não envolve nenhuma divergência ou disputa entre os dois. Por 21 anos, o relacionamento entre Jack Ma e Masayoshi Son foi descrito como uma de “parceria de alma”. Os dois se ajudaram a alcançar grande sucesso. Com o apoio da SoftBank, a Alibaba passou de uma startup para uma empresa com um valor de mercado superior a US$ 600 bilhões (R$ 3,26 trilhões). Masayoshi Son também obteve grandes lucros com o sucesso da Alibaba. Tudo começou com o investimento de US$ 20 milhões da Softbank na Alibaba em 2000, e o posterior investimento de mais US$ 40 milhões em 2004, tornando a SoftBank responsável por mais de 28% das ações da Alibaba. Em outubro de 2005, Masayoshi Son tornou-se diretor da Alibaba, com a Softbank anunciando, em maio de 2007, que Jack Ma foi convidado a se tornar o 10º diretor do Grupo SoftBank. Jack Ma atuou no conselho de diretores da SoftBank por 13 anos e Masayoshi Son atuou no conselho da Alibaba por 15 anos. De acordo com relatórios financeiros da SoftBank, a empresa sofreu um prejuízo líquido anual de JPY 961,5 bilhões (R$ 48,1 bilhões) no ano fiscal de 2019 (que foi de abril de 2019 a março de 2020), devido à significativa depreciação de seus investimentos no WeWork e Uber, em comparação com o lucro de JPY 1,4 trilhão (R$ 70 bilhões) do ano passado. Foi, até agora, a maior perda desde o início dos negócios em 1981 e a primeira perda dos últimos 15 anos após 2004. Para captar recursos, a SoftBank também procura vender suas ações da T-Mobile, pelo valor de US$ 20 bilhões (R$ 108,78 bilhões), que é a terceira maior empresa de comunicações dos Estados Unidos, com um valor de mercado superior a US$ 125 bilhões (R$ 679,66 bilhões). Além disso, algumas empresas "unicórnio" de tecnologia investidas pelo SoftBank Vision Fund não foram lucrativas mesmo antes do surto global da pandemia. Fonte: The Paper Fonte da foto: Sohu.com

26 de junho de 2020
China2Brazil
A Huawei abriu sua segunda - e maior - loja conceito global em Xangai, com uma área de quase 5 mil metros quadrados. De acordo com Yonggang Zhu, Diretor de Marketing dos negócios de consumo da Huawei, em uma entrevista à mídia chinesa, a loja conceito da Huawei não visa vendas. O objetivo é interagir de perto com os consumidores durante o processo de inovação. "A única expectativa da Huawei para as lojas conceito globais é a satisfação do cliente", disse. Na loja, os clientes podem não apenas experimentar os produtos mais recentes da Huawei, mas também se comunicar com quase 220 consultores experientes em diferentes áreas e com diversos talentos, como esportes, música, dança, vlog, entre outros. Eles são mais do que assistentes de loja que fornecem conselhos e suporte técnico. A ideia da Huawei é que os consultores tenham maior aproximação com os clientes, compartilhando seus interesses e hobbies com os consumidores. A loja oferece quase 10 serviços de idiomas, incluindo dialetos de Xangai. A loja conceito também oferece mais de 60 palestras gratuitas toda semana, cobrindo filmagens, programação, esportes e saúde, música e outros temas. Serão convidados, mensalmente, artistas locais e especialistas técnicos internacionais para realizar salões de arte, sessões de compartilhamento de experiências e uma série de outras atividades, para que cada consumidor possa conhecer e trocar ideias com pessoas que compartilham interesses em comum. Características da loja conceito da Huawei A loja é dividida em três seções: uma área de experiência do produto no primeiro andar, uma área de experiência de cenário completo no segundo andar e uma área multifuncional no terceiro andar, exibindo mais de 500 produtos eletrônicos, incluindo telefones celulares, tablets e dispositivos portáteis inteligentes. No primeiro andar, os produtos são exibidos não apenas em mesas, mas também em armários nas paredes, de acordo com as doze cenas mais comuns do cotidiano. O segundo andar é dividido em cinco cenários principais: casa inteligente, escritório móvel, esportes e saúde, viagens inteligentes e entretenimento audiovisual. O carro equipado com o sistema inteligente Huawei Hicar também apareceu no showroom. Além disso, a Huawei também criou uma área multifuncional no terceiro andar, onde são realizadas exposições de artes e filmes. Fonte: www.guancha.cn Fonte da foto: Huawei

25 de junho de 2020
China2Brazil
É celebrado na China neste 25 de junho o Festival do Barco do Dragão, ou Duānwǔjié, em mandarim. Esta é uma tradicional data no calendário chinês e envolve diversas atividades recreativas e supersticiosas. O feriado não é fixo, e cai sempre no 5º dia do 5º mês do calendário lunar. Na superstição chinesa, este dia é um dia de má sorte. E uma das histórias lendárias do Festival do Barco do Dragão, envolve o político e poeta chinês Qu Yuan, que teve um fim trágico. Conta-se que há mais de 2500 anos, Qu Yuan, muito patriota, se jogou no rio Miluo. Ele era um homem inteligente e tinha muitas ideias para reformar o Estado e melhorar as condições de vida das pessoas, mas após ser caluniado por oficiais do governo e banido pelo rei, ele acabou sendo exilado. O triste fim de Qu Yuan veio com a sua morte, ao se jogar no rio Miluo. Esta é apenas uma das versões sobre a história de Qu Yuan. A população chinesa, que gostava muito do poeta, tentou resgatá-lo do rio, mas não teve sucesso. Para espantar os peixes que poderiam comer a seu corpo, as pessoas jogavam arroz para alimentar os peixes. Como é celebrado Todos os anos acontecem as corridas de barco-dragão pela China. As competições são feitas como uma forma de cerimônia em memória de Qu Yuan e se tornaram tradição no país. Quando Qu Yuan se jogou no rio, muitas pessoas usaram barcos para tentar resgatá-lo, e por isso acontecem as corridas de barco na China. Os barcos de maneira têm a cabeça de dragão chinês na ponta e têm entre 20 e 35 metros de comprimento. Cada barco comporta entre 30 a 60 pessoas para remar. O tamanho do barco varia de acordo com a região. O que se come durante o festival Parte da tradição é comer o zòngzi, um bolinho feito de arroz glutinoso embrulhado em folha de bambu, em formato triangular. Os chineses costumam preparar os bolinhos em família. A tradição é uma forma de lembrar a memória de Qu Yuan. O bolinho pode ter variações de recheio de acordo com cada região. Há o zòngzi adocicado com recheio de feijão doce, jujuba e nozes, comido na região norte da China. E os salgados, com recheio de carne de porco e ovo de pata, mais comuns nas regiões ao sul do país.

25 de junho de 2020
China2Brazil
O governo chinês divulgou uma boa notícia para quem tem interesse no mercado chinês. A China diminuiu a lista negativa para investimento estrangeiro no país. Agora, o número de setores fora dos limites para investidores estrangeiros será reduzido de 40 (na lista de 2019) para 33 (na lista de 2020). A medida mostra que a China tem se movimentado para abrir mais a sua economia. O comunicado da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e pelo Ministério do Comércio também inclui a lista negativa para investimentos estrangeiros em 2020 em Zonas Piloto de Livre Comércio, reduzindo o número de indústrias proibidas de 37 para 30. As duas novas listas negativas entrarão em vigor em 23 de julho. Setores beneficiados De acordo com o comunicado, no setor de educação, serão permitidas instituições totalmente estrangeiras para educação profissional. Na área da indústria de infraestrutura, os investidores estrangeiros poderão participar majoritariamente de joint ventures que se dedicam à construção e operação de redes de abastecimento de água e drenagem em cidades com uma população de mais de 500.000 habitantes. Além disso, serão removidos os limites de propriedade estrangeira em valores mobiliários, administração de fundos, futuros, companhias de seguro de vida e empresas de veículos comerciais. A propriedade de investidores estrangeiros na plantação de trigo e produção de sementes pode ser aumentada para até 66%. Os investidores estrangeiros poderão investir em setores que incluem fatias preparadas da medicina tradicional chinesa, a fundição e processamento de minerais radioativos e a produção de combustível nuclear. Leia também: As políticas chinesas que podem gerar oportunidades de negócios na área de saúde Fonte: Agência Xinhua

25 de junho de 2020
China2Brazil
A AutoNavi Taxi, provedora chinesa de serviços de mapeamento, navegação e localização na Web, e a empresa chinesa de condução autônoma WeRide chegaram a um acordo de cooperação, lançando oficialmente o serviço Robotaxi na cidade de Guangzhou. A partir de agora, se a viagem estiver dentro do alcance dos pontos de embarque e desembarque da Robotaxi, os passageiros podem chamar o táxi autônomo "WeRide" usando a função de táxi no mapa do AutoNavi, sendo todos os passeios em Guangzhou gratuitos pelo primeiro mês de serviço. Atualmente, o serviço Robotaxi cobre cerca de 144 km² do distrito de Huangpu, na cidade de Guangzhou e na área central da Zona de Desenvolvimento de Guangzhou, com quase 200 pontos de embarque e desembarque. Os veículos são totalmente disponíveis ao público das 8h às 22h e não exigem que os passageiros façam solicitações ou passem por qualquer verificação de qualificação. Para garantir a segurança, recomenda-se que não mais que 3 passageiros estejam em um único carro. Além disso, cada veículo tem um agente de segurança para garantir ainda mais a segurança da operação. Fundada em 2017, a WeRide é uma startup chinesa de condução autônoma de nível 4, com mais de 100 frotas não tripuladas. No final de novembro de 2019, a WeRide lançou o primeiro serviço Robotaxi totalmente aberto ao público na China. Segundo o site oficial, foram completados um total de 8396 pedidos de viagem em seu primeiro mês de operação, com uma quilometragem total de 41140 quilômetros e 0 acidentes. Até agora, mais de 45 mil pessoas experimentaram seu serviço com uma quilometragem de mais de 1,5 milhão de quilômetros. Adquirida pelo Alibaba Group em 2014, a AutoNavi é conhecida como Gaode em chinês, com mais de 100 milhões de usuários e se conectou a mais de 40 prestadores de serviços de viagens, incluindo táxis, plataformas de carona e carros autônomos. As duas empresas alegaram que visam colaborar a longo prazo e juntas expandirão constantemente o escopo das operações. Eles enfrentarão concorrência da Didi Chuxing, que planeja operar 1 milhão de táxis autônomos na próxima década. Fonte:Sina News Fonte da foto:Sohu News