
15 de outubro de 2024
China2Brazil
A Academia Chinesa de Ciências, a Agência Espacial Nacional e o Escritório do Programa de Engenharia Espacial Tripulada da China publicaram conjuntamente nesta terça-feira, 15, o “Plano de desenvolvimento a médio e longo prazo da ciência espacial nacional (2024-2050)”. Este é o primeiro plano de desenvolvimento a médio e longo prazo unificado a nível nacional no campo da ciência espacial da China. O plano define os objetivos de desenvolvimento da ciência espacial do país. Ele propõe cinco temas científicos principais e 17 direções prioritárias de desenvolvimento que a China pretende superar, incluindo o universo extremo, as ondulações do espaço-tempo, a visão panorâmica do Sol-Terra, os planetas habitáveis e a descoberta espacial. O documento descreve os planos de tarefas científicas a serem implementadas em três fases, de 2027, 2028-2035 e 2036-2050, formando um roteiro de desenvolvimento da ciência espacial da China até 2050. Na primeira fase, até 2027, o planejamento é operar a Estação Espacial Chinesa , implementar a exploração tripulada da Lua, a quarta fase do projeto de exploração lunar e o projeto de exploração planetária, formando vários resultados originais com importante influência internacional. Na segunda fase, de 2028 a 2035, através da implementação das tarefas da primeira fase, pretende-se obter resultados originais que estejam entre os primeiros do mundo. Operar a Estação Espacial Chinesa, discutir e implementar tarefas científicas como a exploração tripulada da Lua, a estação científica lunar, a exploração da fronteira do sistema solar, a exploração do sistema planetário gigante, coletar a amostragem da atmosfera de Vênus, etc. Na terceira fase, de 2036 a 2050, os principais campos da ciência espacial da China atingirão o nível de liderança mundial. Discutir e implementar até seis grandes tarefas, assim como cerca de 25 tarefas médias. A implementação do plano espera fornecer um forte apoio para acelerar a realização da pesquisa básica de ciência espacial da China, para que o país obtenha resultados científicos mundiais de nível superior o mais rápido possível, e impulsionar o salto intergeracional da tecnologia espacial . Fonte: people.com.cn

15 de outubro de 2024
China2Brazil
A 136ª edição da Feira de Importação e Exportação da China, a Feira de Cantão, teve início nesta terça-feira, 15, em Guangzhou, na China. A edição da Feira de Cantão será realizada em três fases em Guangzhou de 15 de outubro a 4 de novembro. A feira acontece em formato presencial e online, e tem a participação de 30.000 empresas. As três fases da feira se concentram nos temas “Fabricação Avançada”, “Casa de Qualidade” e “Ótima Qualidade de Vida”. Quase 4.600 novas empresas estão participando do evento. A exposição tem pela primeira vez o tema relacionado a energia do hidrogênio de energia nova. Além disso, o evento criou uma área especializada para produtos de armazenamento de energia, atraindo um total de mais de 110 empresas de nova energia. As áreas especializadas de vida inteligente, robôs industriais e linhas de produção inteligentes, atraíram cerca de 400 empresas, com mais de 1.500 estandes, e uma série de robôs humanoides , equipamentos inteligentes e produtos autônomos. Fonte: people.com.cn

14 de outubro de 2024
China2Brazil
O Instituto de Informação Científica e Tecnológica da China (CITIC) lançou recentemente em Pequim o "Relatório de Estatísticas de Artigos Científicos da China 2024". De acordo com o relatório, a China se mantém na primeira posição em relação à quantidade de artigos publicados nas revistas mais influentes do mundo de diversas disciplinas, assim como o número de artigos em periódicos internacionais de alto nível e suas citações. Desde 1987, o CITIC tem realizado a análise estatística da publicação de artigos científicos de pesquisadores chineses, tanto no âmbito nacional quanto internacional, e publica anualmente um relatório de análise da produção científica da China. Além disso, com base nas necessidades do desenvolvimento da inovação científica e tecnológica, o CITIC expandiu suas análises estatísticas para incluir revistas científicas chinesas e outros dados relacionados a artigos científicos. Em 2023, foram adicionadas análises estatísticas de artigos em plataformas de pré-impressão e em conferências acadêmicas importantes. As revistas com os maiores fatores de impacto em cada disciplina são consideradas as mais influentes em suas respectivas áreas. Em 2023, dentre 178 disciplinas, houve 161 revistas de alto impacto (incluindo revistas interdisciplinares), totalizando 51.440 artigos publicados nas revistas mais influentes, dos quais 14.227 artigos foram publicados por autores chineses, representando 27,7% do total mundial, colocando a China em primeiro lugar. Artigos publicados em revistas internacionais de alto nível são definidos como aqueles publicados em revistas científicas representativas que estão entre as 10% melhores em termos de fator de impacto e citações totais dentro de cada disciplina, e que publicam anualmente mais de 50 artigos acadêmicos e revisões. Em 2023, 384 revistas internacionais de ciência foram selecionadas como representativas nas diversas disciplinas, resultando em 352.500 artigos publicados em revistas internacionais de alto nível. Com base na análise do primeiro autor e da primeira instituição, a China publicou 118.500 artigos em revistas internacionais de alto nível, representando 33,6% do total mundial, com 819.000 citações, colocando a China em primeiro lugar tanto em número de publicações quanto em citações. Nos últimos dois anos, os artigos publicados durante o período de estatísticas receberam um grande número de citações, e os artigos com citações que se encontram no top 0,1% de suas respectivas disciplinas são chamados de "artigos de destaque". Os artigos que, nos últimos 10 anos, estão entre os 1% mais citados de suas disciplinas são considerados "artigos altamente citados". Até julho deste ano, a China tinha 2.071 artigos de destaque, representando 48,4% do total mundial, um aumento de 2,5% em relação ao número estatístico de 2023, mantendo a primeira posição global. Os Estados Unidos tinham 1.625 artigos de destaque, ocupando a segunda posição. O número de artigos altamente citados na China foi de 65.700, representando 33,8% do total mundial, aumentando 3% em comparação com os dados de 2023, ficando em segundo lugar; os Estados Unidos tiveram 76.500 artigos altamente citados, representando 39,3% do total mundial, mantendo-se na primeira posição. As revistas "Cell", "Nature" e "Science" são reconhecidas internacionalmente por sua alta reputação acadêmica. Em 2023, essas três revistas publicaram 5.907 artigos, dos quais 395 foram da China, elevando a classificação da China de quarta para a segunda posição em comparação a 2022. De acordo com os dados estatísticos dos últimos 10 anos, os artigos científicos publicados por pesquisadores chineses foram citados em média 16,20 vezes, superando pela primeira vez a média mundial de 15,76 citações. Entre essas, as disciplinas de ciência dos materiais, engenharia, química, meio ambiente e ecologia, ciência da computação, ciência agrícola e matemática se destacaram, apresentando o maior número de citações do mundo. O relatório destaca que, em 2023, a China continuou a promover colaborações abertas de alta qualidade, com os artigos altamente citados tendo um terço de sua autoria internacional. Em 2023, os artigos de coautoria internacional representaram 20,4% do total de publicações da China. Os artigos em que autores chineses são os primeiros autores ocupam 73,8% de todos os artigos de coautoria internacional, com parceiros de 177 países e regiões, sendo os seis principais: Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Canadá, Alemanha e Japão. O fato de os artigos científicos internacionais da China serem citados por publicações científicas internacionais reflete o nível de atenção que a comunidade científica global dedica à inovação científica da China. Em 2023, mais de 40% dos artigos publicados pela China, no mesmo ano de publicação, já haviam sido citados internacionalmente. O relatório também mostra que a influência das revistas científicas internacionais da China aumentou. Em 2023, houve 37 revistas que tiveram suas citações totais entre os 25% mais altos da disciplina, um aumento de duas revistas em relação a 2022; e 149 revistas com fator de impacto entre os 25% mais altos, um aumento de 12 revistas em relação a 2022. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Southcn

14 de outubro de 2024
China2Brazil
Dados divulgados pelo Departamento de Alfândega da China nesta segunda-feira, 14, mostraram que os mercados de exportação dos “Três Novos Produtos” da China abrangem mais de 200 países e regiões, sendo amplamente adquiridos globalmente. Os “Três Novos Produtos” se referem a veículos elétricos , baterias de lítio e produtos fotovoltaicos. O diretor do Departamento de Análise Estatística da Alfândega da China, Lv Daliang, informou que, de acordo com as estatísticas alfandegárias, nos primeiros três trimestres deste ano, as exportações chinesas de veículos elétricos, baterias de lítio e produtos fotovoltaicos atingiram RMB 757,83 bilhões, representando 4,1% do total de exportações do país em valores. Lv Daliang afirmou que atualmente, a indústria global de novas energias ainda está em fase de rápido desenvolvimento. Os “Três Novos Produtos” exportados pela China, como produtos verdes e de baixo carbono, não apenas enriqueceram a oferta global, mitigaram a pressão da inflação global, mas também fizeram uma enorme contribuição para a transformação verde, transição energética e combate às mudanças climáticas. “É verdade que alguns países impuseram tarifas adicionais sobre os ‘Três Novos Produtos’ da China. Consideramos que esta é uma abordagem de protecionismo comercial injusta, ilegal e irracional, que acabará afetando o processo de transformação verde e combate às mudanças climáticas.” Fonte: news.cn

14 de outubro de 2024
China2Brazil
O novo modelo da XPeng Motors, o P7+, recebeu 30 mil pedidos em 1 hora e 48 minutos na pré-venda, nesta segunda-feira, 14. O modelo chega ao mercado com preço a partir de RMB 209.800 (aproximadamente R$ 165 mil). O carro começa a ser entregue para os consumidores no início de novembro. Segundo informações do portal de notícias chinês IT Home, o P7+ possui proporções de coupé médio de luxo, com um design único de asa traseira dupla, e traz cinco opções de cor: prata lua crescente, bege nuvem, branco nuvem, preto noite e roxo estrelado. O XPeng P7+ está equipado com uma tela de entretenimento de oito polegadas para passageiros de banco traseiro. Os assentos possuem duplo sistema de ventilação e aquecimento, e têm seis modos de massagem. Os assentos traseiros suportam ajuste elétrico. Além disso, o carro está equipado com 20 alto-falantes HiFi, e possui mesa para passageiros do banco traseiro. O carro tem comprimento, largura e altura de 5056×1937×1512mm, distância entre eixos de 3000mm, versão de motor único com potência máxima de 180kW/230kW. Equipado com bateria de fosfato de ferro e lítio, oferece dois tipos de pacotes de bateria com especificações de 60,7 kWh e 76,3 kWh, correspondendo à autonomia 100% elétrica de 620 km e 710 km, respectivamente. Fonte: ithome.com

11 de outubro de 2024
China2Brazil
O número de usuários de comércio eletrônico com transmissão ao vivo, conhecido como live commerce, aumentou continuamente na China. Até dezembro de 2023, a escala de usuários atingiu 597 milhões, representando 54,7% do total de internautas do país. De acordo com o Relatório de Desenvolvimento de Alta Qualidade da Indústria de Comércio Eletrônico com Transmissão ao Vivo (2023-2024), que fornece informações sobre o live commerce, e publicado nesta sexta-feira, 11, a taxa de penetração desse tipo de comércio eletrônico aumentou de 4,9% para 30,4%, de 2019 a 2022. No ano passado, chegou a 37,8%. O relatório também mostra que o número total de pessoas empregadas na indústria do comércio eletrônico da China já excedeu 70 milhões, envolvendo várias funções, como câmera, direção, produção, legendagem, tecnologia de transmissão ao vivo, planejamento de transmissão ao vivo, design de transmissão ao vivo e gestão de amostras, assim como vários departamentos de negócios. As empresas de live commerce estão principalmente concentradas nas províncias costeiras da China, com destaque para Zhejiang e Guangdong. Hangzhou, Haikou e Shenzhen tornaram-se os principais locais de aglomeração de live commerce. Os endereços de registro de várias empresas líderes do setor estão principalmente concentrados em Pequim, Xangai, Hangzhou e Shenzhen. Os dados do Ministério do Comércio da China ainda mostram que no primeiro semestre de 2023, o número de vendedores ativos de live commerce de todas as indústrias e setores atingiu 3,374 milhões. Os dados da Agência Nacional de Estatísticas mostram que em 2023, as vendas líquidas de bens físicos online na China aumentaram 8,4% em relação ao ano anterior, representando 27,6% do total das vendas de consumo social. De janeiro a junho de 2024, as vendas líquidas de bens físicos online no país aumentaram 8,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, representando 25,3% do total das vendas de consumo social. O Relatório de Desenvolvimento de Alta Qualidade da Indústria de Comércio Eletrônico com Transmissão ao Vivo (2023-2024) foi produzido pelo Instituto Nacional de Metrologia da China, em conjunto com o Centro de Certificação da Qualidade da China, o Centro de Pesquisa Científica e Tecnológica da Alfândega da China, o Instituto de Inovação Tecnológica da Academia Nacional de Metrologia da China em Shenzhen. Fonte: ithome.com

11 de outubro de 2024
China2Brazil
A Honda iniciou nesta sexta-feira, 11, por meio de sua subsidiária na China, a Honda Dongfeng, as operações de sua primeira fábrica de automóvel de nova energia, no Distrito econômico e Tecnológico de Wuhan. Esta é a quarta fábrica da Dongfeng Honda construída em Wuhan. A nova fábrica ocupa uma área de 630.000 metros quadrados, incluindo processos completos de produção de veículos elétricos, como estampagem, soldadura, montagem geral e inspeção de veículos prontamente montados. A planta tem capacidade de produção anual de 120.000 veículos elétricos de passageiros. Os modelos iniciais de produção incluem o Lingxi L e o Ye S7. Desde 2003, quando se instalou no Distrito econômico e Tecnológico de Wuhan, a Dongfeng Honda passou de “um modelo de carro para conquistar o mundo” para ter uma matriz de produtos completa. Desde 2017, a Dongfeng Honda registrou um valor de produção anual superior a RMB 100 bilhões por seis anos consecutivos. A mudança da Honda segue a tendência de eletrificação do mercado automóvel chinês. Marcas de carros a gasolina têm enfrentado forte pressão competitiva de marcas chinesas. Dados mais recentes mostram que de janeiro a setembro deste ano, as vendas acumuladas de automóveis da Honda na China foram de 588.018 veículos, um declínio de 42,93% em relação ao mesmo período do ano passado. Este é o nono mês consecutivo de declínio nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior da Honda na China desde fevereiro deste ano. Para se adaptar ao novo momento do mercado, a Honda definiu objetivos de transformação elétrica, construindo duas novas fábricas de automóveis de nova energia (Wuhan e Guangzhou), com o plano de ter 10 modelos de veículos 100% elétricos na China até 2027. Ao mesmo tempo, a empresa planeja reduzir a capacidade de produção de carros a gasolina. Em 25 de julho, a Honda anunciou que fechará uma fábrica da joint venture localizada em Guangzhou em outubro deste ano, e outra fábrica localizada em Wuhan suspenderá a produção a partir de novembro deste ano, reduzindo assim a capacidade anual de produção de carros a gasolina na China de 1,49 milhão para 1 milhão de veículos. Fonte: yicai.com

10 de outubro de 2024
China2Brazil
Usar drones para entregar encomendas , pegar um "vôo" para se deslocar entre as cidades, fazer turismo de helicóptero. Em 2024, a “economia de baixa altitude” está pronta para decolar sob a dupla impulsão da liderança política da China e do desenvolvimento tecnológico. De acordo com o aplicativo Tianyancha, até o momento, existem mais de 69.000 empresas relacionadas à “economia de baixa altitude” no país, com mais de nove mil novas empresas registradas em 2023, um aumento de 38% em relação a 2022. Desde o início de 2024, mais de 6.200 novas empresas relacionadas foram registradas. A chamada “economia de baixa altitude” refere-se a uma forma econômica abrangente impulsionada pela atividade de voo de baixa altitude de aeronaves civis tripuladas e não tripuladas . Essas aeronaves integram áreas relacionadas dentro do escopo do espaço aéreo abaixo de 1.000 metros de altura vertical, que pode se estender a 3.000 metros de acordo com as características e as necessidades de diferentes regiões. No mercado de capitais, o conceito de “economia de baixa altitude” já é um termo popular. Desde o início do ano, várias ações relacionadas à economia de baixa altitude, como as da Zhejiang Wanfeng Auto Wheel, Nanjing LES Information Technology, Chongqing Zongshen Power Machinery e CITIC Offshore Helicopter, acumularam mais de 100% de ganhos. A “economia de baixa altitude” se tornou uma nova direção estratégica para muitas empresas listadas. De acordo com dados do Wind, atualmente, 70 empresas da A-share já foram incluídas no índice de economia de baixa altitude, e várias empresas, como CITIC Offshore Helicopter e AVIC High-Tech, mencionaram planos de negócios relacionados em seus relatórios semestrais para aproveitar a oportunidade neste mercado emergente. Embora 2024 seja considerado o “ano inicial da economia de baixa altitude” pela indústria, na verdade, a economia de baixa altitude não é tão nova. Em fevereiro de 2021, o “Plano de Rede Nacional de Transporte Integrado e Tridimensional” incluiu pela primeira vez a “economia de baixa altitude” no planejamento de desenvolvimento nacional, propondo o desenvolvimento da economia de plataforma de transporte, economia de hub, economia de corredor e economia de baixa altitude. Crescimento explosivo em 2024 Em dezembro de 2023, a Conferência Econômica Central da China incluiu a economia de baixa altitude entre as indústrias emergentes estratégicas. Neste ano, a economia de baixa altitude foi escrita como um “novo motor de crescimento” no relatório do governo. De acordo com estatísticas, 29 províncias (regiões autônomas, municípios diretamente subordinados ao governo central) em todo o país incluíram o desenvolvimento da economia de baixa altitude em seus relatórios de trabalho do governo de 2024. Além disso, locais como Pequim, Guangzhou, Shenzhen, Hangzhou e Chengdu emitiram planos ou políticas de apoio relacionados à economia de baixa altitude, competindo para se tornar a “cidade do céu”. Pequim propôs que, durante um período de três anos, o número de empresas relacionadas à economia de baixa altitude ultrapasse 5.000, formando uma liderança nacional e demonstração em inovação tecnológica, políticas padrão, demanda de aplicação, prevenção e controle de segurança, impulsionando o crescimento econômico da cidade em mais de RMB 100 bilhões. Guangdong emitiu o “Plano de Ação para Promover o Desenvolvimento de Alta Qualidade da Economia de Baixa Altitude em Guangdong (2024-2026)”, planejando construir um pólo industrial líder mundial de economia de baixa altitude em três anos, com uma escala econômica superior a RMB 300 bilhões. Jiangxi propôs que, até 2026, a capacidade de fabricação, nível de aplicação e ecossistema industrial de baixa altitude em todo o província sejam totalmente aprimorados, impulsionando o crescimento econômico da província em mais de RMB 200 bilhões. Guangzhou planeja construir “1+5+100” instalações de decolagem e pouso no chão até 2027; Hangzhou planeja construir mais de 275 pistas de pouso e decolagem de aeronaves de baixa altitude até 2027 e abrir mais de 500 rotas de baixa altitude. Xangai planeja implementar gradualmente a cobertura da rede inteligente de baixa altitude baseada na rede 5G-A por estágios e regiões. Impulsionada pela política e pela indústria,os cenários de aplicação da “economia de baixa altitude +” estão acelerando a implementação, abrindo espaço industrial de trilhões de RMB. Além da impulsão do nível político, a tendência de desenvolvimento da economia de baixa altitude está recebendo muita atenção, também porque tem um forte poder de irradiação industrial e espera-se gerar mais aplicações e serviços inovadores. Han Jun, vice-diretor da Administração de Aviação Civil da China, disse anteriormente que a economia de baixa altitude, como uma indústria emergente estratégica, tem uma cadeia industrial longa, abrangendo pesquisa e desenvolvimento de aeronaves, construção e operação de infraestrutura de voo de baixa altitude, serviços de apoio de voo. Em março deste ano, o “Plano de Implementação de Inovação e Aplicação de Equipamentos de Aviação Geral (2024-2030)” emitido conjuntamente pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação e outros quatro departamentos propôs que até 2027, novos equipamentos de aviação geral caracterizados pela eletrificação e inteligência possam ser aplicados comercialmente em áreas como transporte aéreo urbano, distribuição logística e resgate de emergência. Fonte: caijing.com.cn

10 de outubro de 2024
China2Brazil
O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China divulgou nesta quinta-feira, 10, dados da indústria de construção naval da China no terceiro trimestre de 2024. O país recebeu mais de 70% das encomendas mundiais de navios verdes e atingiu a cobertura total dos principais tipos de navios. Uso de energia limpa, alto valor agregado e tecnologia exclusiva se tornaram os novos destaques do setor de construção naval da China no terceiro trimestre deste ano. De janeiro a setembro de 2024, a quantidade de navios construídos na China atingiu 36,34 milhões de toneladas de porte bruto, um aumento de 18,2% em relação ao mesmo período do ano passado; a quantidade de novas encomendas atingiu 87,11 milhões de toneladas de porte bruto, um aumento de 51,9% em relação ao ano passado. Até o final de setembro, a quantidade de encomendas em mãos atingiu 193,3 milhões de toneladas de porte bruto, um aumento de 44,3% em relação ao ano passado. De janeiro a setembro, os três principais indicadores da construção naval da China, em termos de toneladas de porte bruto, representaram respectivamente 55,1%, 74,7% e 61,4% do total mundial. Os dados mais recentes também mostram que entre os 18 principais tipos de navios do mundo, a China ocupa o primeiro lugar em 14 tipos de navios em termos de novas encomendas, e todos os estaleiros navais concluíram com antecedência os indicadores de negócios deste ano, e a demanda do mercado cresceu rapidamente. Fonte: news.cctv.com

10 de outubro de 2024
China2Brazil
O Banco Popular da China (PBC) , o banco central, anunciou nesta quinta-feira,10, o lançamento de uma linha de swap de 500 bilhões de yuans (US$ 70,61 bilhões), que permite a instituições financeiras elegíveis usar ativos como garantias para obter liquidez, enquanto o banco central inova uma nova ferramenta de política monetária estrutural para fortalecer o mercado de capitais do país. Para impulsionar o desenvolvimento saudável e estável do mercado de capitais, o PBC decidiu estabelecer a Securities, Funds, and Insurance Companies Swap Facility (SFISF), de acordo com um comunicado disponível no site do PBC. Esta linha permite que empresas de valores mobiliários, fundos e seguradoras elegíveis troquem suas participações em títulos, fundos negociados em bolsa (ETFs) e ações constituintes do Índice CSI 300 para usar como garantias para ativos de alta liquidez, como títulos do governo e títulos do banco central com o PBC, segundo o comunicado. A escala inicial da linha de swap está estabelecida em 500 bilhões de yuan, podendo ser ampliada no futuro com base nas condições do mercado, de acordo com o comunicado. A partir de quinta-feira, as instituições financeiras elegíveis podem enviar solicitações. O governador do PBC, Pan Gongsheng, revelou a nova ferramenta de política durante uma coletiva de imprensa em Pequim no dia 24 de setembro. “Se os 500 bilhões de yuan iniciais forem bem-sucedidos, uma segunda linha de 500 bilhões de yuan poderá seguir, e possivelmente até uma terceira linha de 500 bilhões de yuans. Acredito que isso seja possível, estamos abertos a essa possibilidade. Os fundos obtidos sob esta linha só podem ser usados para investir no mercado de ações”, disse Pan. O sentimento do mercado melhorou significativamente com o anúncio do governo chinês de tomar várias medidas políticas, incluindo estímulo monetário e apoio ao mercado imobiliário, para impulsionar a recuperação da economia. O volume combinado das bolsas de Xangai e Shenzhen alcançou 3,45 trilhões de yuans na terça-feira, superando os 2,59 trilhões de yuans registrados em 30 de setembro, atingindo um novo recorde. “Temos plena confiança em alcançar as metas anuais estabelecidas para o desenvolvimento econômico e social, bem como alcançar um desenvolvimento econômico e social sustentado e saudável”, disse Zheng Shanjie, chefe da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, na terça-feira. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global