6 de agosto de 2026
Pequim foi escolhida Capital Mundial da Arquitetura de 2029, título concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura ( Unesco ) em parceria com a União Internacional dos Arquitetos (UIA). A escolha foi anunciada em 5 de agosto, após recomendação do comitê conjunto responsável pela iniciativa. O título é concedido a cada três anos à cidade que recebe o Congresso Mundial de Arquitetos da UIA. O programa foi criado para colocar em discussão o papel da arquitetura, do planejamento urbano, da cultura e do patrimônio no desenvolvimento das cidades. Segundo a Unesco, a escolha de Pequim levou em consideração a combinação entre seu patrimônio arquitetônico e as transformações urbanas da cidade. A organização também citou projetos de revitalização e a produção arquitetônica local entre os fatores considerados. Com a designação para 2029, Pequim deverá receber o Congresso Mundial de Arquitetos da UIA. A Unesco afirmou que espera que a cidade também contribua para discussões internacionais sobre arquitetura, qualidade de vida e preservação do patrimônio. Rio de Janeiro, Copenhague e Barcelona estão entre as cidades que já receberam o título de Capital Mundial da Arquitetura. Fonte: gmw.cn
15 de agosto de 2025
Entre 15 e 17 de agosto, o National Speed Skating Oval “Ice Ribbon”, em Pequim, recebe a primeira Olimpíada Mundial de Robôs Humanóides . O evento reúne 280 equipes de 16 países e regiões, que disputaram 487 provas em 26 modalidades. A programação inclui competições esportivas, apresentações artísticas, cenários simulados e atividades paralelas. O objetivo é mostrar avanços em inteligência artificial aplicada a decisões rápidas e cooperação em movimento. Na cerimônia de abertura, o espetáculo “Bem-vindos ao Mundo da Vida à Base de Carbono” reuniu dançarinos humanos e robôs em uma coreografia que simbolizou o “diálogo entre carbono e silício”. O desfile “Tian Gong Ni Shang” apresentou peças que uniram técnicas artesanais e design tecnológico. Mais de 100 equipes participaram de apresentações que incluíram ópera, street dance e exibições conjuntas com grupos profissionais. O momento simbólico da abertura ocorreu com a iluminação do dispositivo “ZhiXin”, um tetraedro metálico com um chip de cristal azul, que marcou o início oficial das competições. O tema deste ano foi “Competência Inteligente rumo ao Futuro”. As provas principais englobam corrida (100 m, 400 m e 1500 m), salto em distância, ginástica livre, futebol 5x5, artes marciais e apresentações individuais e em grupo. Os cenários simulados reproduzem tarefas como transporte de materiais em fábricas, triagem de medicamentos em hospitais e serviços de limpeza em hotéis. As modalidades periféricas incluíram basquete, tênis de mesa, dança em grupo, luta livre e artes marciais. Segundo o comitê organizador, a Olimpíada segue princípios de competição justa, inovação aberta, segurança e integração industrial. O evento busca estimular o desenvolvimento de novas aplicações e promover a colaboração entre humanos e robôs em diferentes áreas. Além do aspecto competitivo, a iniciativa serve como plataforma para exibir avanços globais em robótica, promover intercâmbio tecnológico e impulsionar a indústria internacional do setor. A expectativa é que as disputas acelerem pesquisas em controle de movimento e percepção ambiental de robôs humanóides, abrindo espaço para novas aplicações comerciais e industriais. Fonte: stdaily.com
11 de julho de 2025
As autoridades de Pequim divulgaram, em 11 de julho, um plano para acelerar o desenvolvimento da pesquisa científica baseada em inteligência artificial (IA) entre 2025 e 2027. A iniciativa reúne a Comissão Municipal de Ciência e Tecnologia, a Comissão Municipal de Desenvolvimento e Reforma, a Secretaria Municipal de Economia e Tecnologia da Informação e o Governo Popular do Distrito de Haidian. O plano define quatro frentes prioritárias como o avanço em tecnologias-chave, ampliação da infraestrutura, aplicação em setores estratégicos e criação de um ecossistema de inovação. As autoridades estabeleceram 17 tarefas, entre elas a pesquisa teórica em inteligência científica, desenvolvimento de um modelo fundamental científico multidisciplinar, criação de ferramentas inteligentes de simulação para cálculos científicos e implantação de uma plataforma aberta de dados científicos. Até 2027, Pequim pretende concluir o desenvolvimento do modelo fundamental multidisciplinar, estruturar ao menos 10 bancos de dados científicos qualificados e alcançar uma base de 10 milhões de usuários. O plano também prevê a aplicação da tecnologia em cinco áreas e a consolidação de ao menos oito casos de uso com potencial de replicação. Outro objetivo é montar uma plataforma de serviços de inovação, fomentar a formação de profissionais com perfis interdisciplinares e estruturar uma base industrial com atuação internacional em inteligência científica. Dados do Beijing Evening News apontam que a capital já desenvolveu o primeiro modelo atômico de grande escala do mundo, com cobertura de mais de 90 elementos. A ferramenta se destaca pela estabilidade e capacidade preditiva, sendo aplicada em áreas como ligas metálicas, moléculas bioativas, semicondutores e supercondutores de alta temperatura. Segundo os pesquisadores, o modelo reduziu em até 90% o custo computacional de dados e elevou a precisão dos resultados. Além disso, Pequim estruturou o primeiro laboratório científico com IA voltado para todo o ciclo de pesquisa, da leitura de referências ao experimento final, incluindo cálculo e colaboração multidisciplinar. A plataforma, batizada de Estação Espacial Científica Bohrium, está em operação em mais de 40 universidades, centros de pesquisa e empresas chinesas. Atualmente, conta com 900 mil usuários cadastrados. Fonte: ithome.com
8 de julho de 2025
Pequim abriu, nesta segunda-feira (8), a 12ª edição da Conferência Mundial de Ferrovias de Alta Velocidade. O evento, sediado no Centro Nacional de Convenções da China, reúne mais de 2 mil participantes de mais de 60 países, regiões e organizações internacionais, incluindo autoridades, diplomatas, executivos e especialistas. A programação se estende por quatro dias. Com o tema "Ferrovia de Alta Velocidade: Desenvolvimento Inovador para uma Vida Melhor", a conferência promove debates sobre inovação, desafios e cooperação internacional no setor ferroviário. O encontro também serve de vitrine para os avanços tecnológicos da indústria, com foco na integração global. Organizada pela União Internacional dos Caminhos de Ferro (UIC), a conferência ocorre a cada dois ou três anos desde 1992 e se consolidou como uma das mais relevantes do setor. A edição deste ano marca os 200 anos das ferrovias no mundo e reforça o papel da China como protagonista global em tecnologia ferroviária. Paralelamente, ocorre a 17ª Exposição Internacional de Equipamentos Ferroviários Modernos da China, com 521 empresas de 14 países e regiões. A mostra ocupa quase 40 mil m² em dois locais, o Centro Nacional de Convenções e o Centro Nacional de Testes Ferroviários, e apresenta inovações da cadeia produtiva ferroviária, como trens, engenharia, comunicação, sinalização, transporte e soluções inteligentes. Pela primeira vez, a exposição inclui uma área temática dedicada à Inteligência Artificial, com foco em digitalização e automação. Entre os destaques estão sistemas de condução autônoma, plataformas de gerenciamento inteligente e soluções preditivas baseadas em IA para manutenção. Além das exposições técnicas, o evento oferece atividades culturais e educacionais, como mostras de fotografia, vídeos, produtos criativos, desenhos infantis, palestras científicas, encontros com entusiastas e visitas técnicas. A China mantém hoje a maior rede de trens de alta velocidade do mundo, com 48 mil quilômetros em operação, mais de 70% da extensão global, cobrindo 97% das cidades com mais de 500 mil habitantes. O país desenvolveu um sistema completo que abrange construção, fabricação, operação e gestão. A série de trens Fuxing representa esse avanço tecnológico. O sistema chinês opera até 10 mil trens-bala por dia, com capacidade para transportar 16 milhões de passageiros diariamente. Desde a implantação da rede, o número acumulado de passageiros ultrapassa 22,9 bilhões. Fonte: IT Home
2 de maio de 2025
Mesmo diante de um cenário externo desafiador, as principais províncias e cidades da China voltadas ao comércio exterior mantiveram forte dinamismo no primeiro trimestre de 2025. Segundo dados da Administração Geral das Alfândegas da China, Guangdong, Jiangsu, Zhejiang, Xangai, Pequim, Shandong e Fujian somaram juntas RMB 7,78 trilhões em importações e exportações, o que representa 75% do comércio exterior total do país. O vice-diretor da Administração Geral das Alfândegas, Wang Lingjun, destacou que o desempenho dessas províncias se manifesta de forma contundente em três dimensões: estabilização do comércio, fomento à inovação e reforço das cadeias de suprimentos. Essas regiões se beneficiam de bases industriais consolidadas, localização geográfica estratégica e uma ampla rede de empresas atuantes no cenário internacional. Somente no primeiro trimestre, 422 mil empresas sediadas nessas províncias registraram operações de importação e exportação, o que representa um crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período de 2024 e cerca de 80% do total nacional. Além disso, houve uma ampliação das relações comerciais com mais de 150 países e regiões, sendo que 89 deles apresentaram um ritmo de crescimento superior à média global. No que diz respeito à inovação, essas províncias têm sido fundamentais para o avanço de novas forças produtivas de alta qualidade, promovendo a integração entre tecnologia e indústria. Entre janeiro e março, as exportações de produtos de alta tecnologia provenientes dessas regiões totalizaram 783,52 bilhões de yuans, um aumento de 4,5% em comparação com o ano anterior, o que representa 71,3% do total nacional desse segmento. Os principais destaques incluem os produtos de informação eletrônica, com 385,71 bilhões de yuans exportados (+1,6%), equipamentos de ponta, com 236,58 bilhões (+8,9%), e biofármacos, com 30,11 bilhões (+9,9%). Juntas, essas três categorias responderam por 66%, 78,4% e 74,8% das exportações nacionais em suas respectivas áreas. Essas regiões também tiveram papel crucial na manutenção da estabilidade das cadeias de suprimentos. No primeiro trimestre, elas concentraram a maior parte das importações chinesas de bens essenciais à produção e ao consumo interno, como petróleo bruto e minérios metálicos, que representaram, respectivamente, 83,1% e 67,6% do total nacional. As importações de componentes eletrônicos e peças para equipamentos automáticos de processamento de dados corresponderam a 78% e 88,1% do volume nacional, respectivamente. Já as importações de bens de consumo somaram 318,42 bilhões de yuans, ultrapassando a marca de 80% do total do país, reforçando o papel central dessas regiões no suporte à demanda interna e à segurança econômica da China. Fonte: news.cn
2 de abril de 2025
A China adotará novas medidas para transformar Xangai , Pequim, Guangzhou, Tianjin e Chongqing em centros de consumo global no nível de Nova York e Londres. O plano inclui a criação de ambientes de varejo voltados ao público internacional para impulsionar o consumo interno. Segundo um documento do Ministério do Comércio, o país pretende expandir a demanda doméstica e promover maior abertura econômica . Entre as iniciativas, está o incentivo à chamada “economia de estreias”, apoiando marcas nacionais e estrangeiras no lançamento de novos produtos e exposições. Além disso, o governo também facilitará o desembaraço aduaneiro de itens importados. As cinco cidades receberão eventos como semanas de moda e exposições automotivas. O governo busca atrair marcas globais para abrir suas primeiras lojas, instalar centros de pesquisa e desenvolvimento e estabelecer sedes regionais. O ministério destacou que Xangai se tornou um polo de lançamentos de marcas internacionais e lojas temporárias (pop-up stores) na China. O estímulo ao consumo também foi listado como uma das prioridades no Relatório de Trabalho do Governo deste ano. Reembolso de impostos e isenção de vistos Para fortalecer esses centros de consumo, a China expandirá sua política unilateral de isenção de visto e aprimorará o funcionamento das lojas de reembolso de impostos. Além disso, novos estabelecimentos serão abertos, e os procedimentos de reembolso para turistas estrangeiros serão otimizados. Desde o final de 2023, a China implementou políticas de isenção de visto para diversos países, aumentando o fluxo de visitantes. Em 2024, o número de turistas estrangeiros nessas cinco cidades dobrou em relação ao ano anterior, segundo a Administração Nacional de Imigração. "Nessas cidades, as lojas de reembolso de impostos representaram 60% do total nacional, e as vendas corresponderam a mais de 70% do valor registrado no país", afirmou Li Gang, diretor-geral do Departamento de Operação de Mercado e Promoção do Consumo do Ministério do Comércio. Varejo de luxo e tecnologia Além dos setores de moda e luxo, turistas estrangeiros demonstraram interesse em marcas tradicionais chinesas e produtos típicos. A Tong Ren Tang, farmácia especializada em medicina tradicional, registrou crescimento na demanda por seus produtos na área de Qianmen, em Pequim. O ministério reconhece que ainda há diferenças entre os centros comerciais chineses e os de países desenvolvidos. Além disso, para reduzir essa distância, o governo incentivará a criação de complexos comerciais diferenciados e a ampliação da oferta de produtos chineses da moda nas lojas de reembolso de impostos. A China também promoverá eventos esportivos e espetáculos internacionais para impulsionar o consumo. Em março, Xangai sediou o Grande Prêmio da China de Fórmula 1 de 2025, atraindo público nacional e estrangeiro. O país pretende ampliar a realização de competições automobilísticas e fomentar o turismo associado ao setor automotivo. Outras iniciativas incluem o incentivo ao mercado de cruzeiros, ao turismo de baixa altitude e ao uso de tecnologias como inteligência artificial e realidade virtual no comércio. Além disso, o governo também buscará expandir a popularização de eletrodomésticos inteligentes e veículos elétricos. Nos primeiros dois meses do ano, as vendas no varejo de bens de consumo na China alcançaram 8,37 trilhões de yuans (US$ 1,15 trilhão), um crescimento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério do Comércio. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Sina
3 de fevereiro de 2025
O Produto Interno Bruto (PIB) da província de Guangdong ultrapassou 14 trilhões de yuans (US$ 1,9 trilhão) em 2024, estabelecendo um novo recorde nacional e consolidando sua posição como a maior potência econômica da China. As províncias de Zhejiang, Hubei, Anhui e a Região Autônoma Uigur de Xinjiang também atingiram patamares históricos. Guangdong manteve-se como a província chinesa com a maior economia pelo 36º ano consecutivo, registrando um PIB de 14,1 trilhões de yuans (US$ 1,9 trilhão), de acordo com os dados econômicos recentemente divulgados pelas 31 regiões de nível provincial da China. Nos últimos cinco anos, a economia da província superou consistentemente a marca de 10 trilhões de yuans (US$ 1,3 trilhão) anualmente. A província de Jiangsu, no leste do país, ficou em segundo lugar com um PIB de 13,7 trilhões de yuans (US$ 1,8 trilhão), um aumento de 608,4 bilhões de yuans (US$ 83,7 bilhões) em relação ao ano anterior. A província de Shandong, também no leste, ocupou a terceira posição com 9,8 trilhões de yuans (US$ 1,3 trilhão), seguida por Zhejiang, que alcançou 9 trilhões de yuans (US$ 1,2 trilhão). No total, 11 regiões de nível provincial, incluindo Sichuan, Fujian, Xangai, Anhui, Hunan, Henan e Hubei, registraram PIBs acima de 5 trilhões de yuans (US$ 688 bilhões), contribuindo juntas com 64% da produção econômica nacional. Outras sete províncias e municípios, como Pequim , Hebei, Shaanxi e Liaoning, tiveram PIBs variando entre 3 trilhões de yuans (US$ 413 bilhões) e 5 trilhões. Nove regiões, incluindo a Região Autônoma Zhuang de Guangxi, o município de Tianjin e a província de Heilongjiang, registraram PIBs entre 1 trilhão de yuans (US$ 138 bilhões) e 3 trilhões. As menores economias foram as das províncias de Hainan, Ningxia, Qinghai e da Região Autônoma do Tibete, todas com PIB inferior a 1 trilhão de yuans. Crescimento e tendências As regiões autônomas do Tibete e de Xinjiang registraram os maiores crescimentos anuais, com taxas de 6,3% e 6,1%, respectivamente. Chongqing, a Região Autônoma da Mongólia Interior e a província de Gansu também apresentaram crescimentos significativos, variando entre 5,7% e 5,8%, embora suas economias ainda sejam relativamente pequenas. Por outro lado, devido à baixa participação do setor manufatureiro, as províncias de Yunnan, Guangxi e Qinghai tiveram taxas de crescimento abaixo da média nacional. O crescimento foi especialmente forte nas províncias econômicas do leste da China, particularmente na região do Delta do Rio Yangtzé, impulsionado pelo desenvolvimento robusto da indústria manufatureira, do comércio exterior e do consumo interno. Jiangsu e Anhui registraram expansão de 5,8% em relação ao ano anterior, enquanto Zhejiang cresceu 5,5% e Xangai, 5%. Juntas, essas regiões acumularam um PIB de 32,7 trilhões de yuans (US$ 4,5 trilhões). Metas para 2025 A maioria das províncias com grandes economias estabeleceu metas de crescimento de 5% ou mais para 2025, conforme indicado nos relatórios de trabalho dos governos regionais divulgados durante as recentes "Duas Sessões", os encontros anuais dos órgãos políticos e legislativos locais. Guangdong pretende crescer cerca de 5%, enquanto Jiangsu e Shandong estabeleceram metas superiores a 5%. Zhejiang e Henan projetam crescimento em torno de 5,5%, enquanto Sichuan almeja um crescimento superior a 5,5%. O Tibete é a região mais ambiciosa, com uma meta de crescimento superior a 7%, podendo chegar a 8%. A província de Hainan estabeleceu uma meta de crescimento acima de 6%, enquanto Chongqing, Xinjiang, Hubei e a Mongólia Interior fixaram objetivos próximos de 6%. Tradução: Mei Zhen Li Fonte:Yicai Global
6 de janeiro de 2025
A Secretaria Municipal de Comércio de Pequim anunciou que, em 2024, a cidade inaugurarou 17 grandes instalações comerciais, somando mais de 1,5 milhão de metros quadrados de área nova. Entre os destaques, estão os novos distritos comerciais de Xibeiwang, Parque Científico de Vida, Terminal de Dongxiayuan e Yongfeng, que complementam as instalações do norte da cidade e do subcentro urbano, promovendo uma distribuição mais equilibrada do consumo comercial em Pequim. Segundo dados de terceiros, os 60 principais distritos comerciais de Pequim registraram 2,67 bilhões de visitantes ao longo de 2024, um aumento de 10,7% em relação ao ano anterior. Em 2024, Pequim também intensificou a modernização de seus centros comerciais. A administração local emitiu diretrizes para acelerar reformas, incentivar a criação de distritos comerciais inteligentes, lojas tecnológicas e espaços que integram negócios, turismo, cultura e esportes. Com isso, 15 distritos comerciais, como Xizhimen e Shuangjing, passaram por melhorias com apoio financeiro municipal. Para 2025, o planejamento prevê a reforma de outros 12 distritos comerciais importantes, incluindo Zhongguancun. A expectativa é que sejam inaugurados cerca de 1 milhão de metros quadrados de novas áreas comerciais, ampliando a oferta de consumo diversificado e de alta qualidade para o público. Fonte: news.cn
22 de outubro de 2024
A consultoria Kearney divulgou na segunda-feira, 21, o Relatório “Global Cities Index 2024” em que mostra que cidades chinesas estão entre as dez maiores cidades do mundo. As quatro primeiras colocadas na lista deste ano são as mesmas do ano passado: Nova York, Londres, Paris e Tóquio. Cingapura subiu para o quinto lugar, Pequim ficou em sexto, Xangai voltou ao top 10, alcançando o oitavo lugar. As cidades chinesas cresceram rapidamente no ano passado, com um aumento geral da pontuação superior a 25%, mostrando a resiliência e potencial de recuperação da economia e internacionalização da China após a pandemia. No geral, das 31 cidades chinesas listadas, quase 70% subiram cinco ou mais posições na classificação, como Xangai, Shenzhen, Nanjing, Wuhan e Tianjin. Cerca de 30% avançaram 10 ou mais posições, como Chongqing, Qingdao, Zhengzhou e Dongguan. Razões para o crescimento Há três principais razões por trás do rápido crescimento das cidades chinesas. Primeiro, a recuperação da pontuação em 2023 devido à recuperação da troca internacional em todas as dimensões após a liberação completa pós pandemia no final de 2022. Segundo, a avaliação do “Ranking Global de Cidades” deste ano foi ligeiramente ajustada, com atualizações nos indicadores da dimensão da troca de informações, prestando mais atenção à infraestrutura digital da cidade e à força da economia digital. Por último, a forte resiliência e potencial de recuperação rápida da economia e internacionalização da China após a pandemia. Para as cidades chinesas, os aumentos de pontuação nas áreas de capital humano, troca de informações e experiência cultural de 2023 e 2024 foram mais significativos. Na era pós-pandemia, com a liberação da política de turismo doméstico e de entrada e saída de estrangeiros, a China obteve um grande impulso nos fatores de desenvolvimento socioeconômico, como a entrada de talentos internacionais, o desenvolvimento da indústria de comércio eletrônico e tecnologia da informação, e a integração do intercâmbio humano e cultural com a experiência de consumo. Desde o segundo semestre de 2023, a China introduziu sucessivamente uma série de políticas para estabilizar as expectativas, crescer e fortalecer a confiança, liberando sinais positivos em questões importantes como os mercados financeiros e de capitais e o aumento do consumo, e promovendo ainda mais o retorno da China ao cenário internacional de negócios e intercâmbio político. Fonte: eeo.com.cn
30 de agosto de 2024
A Agência de Estatística de Pequim informou que no primeiro semestre, a região de Pequim-Tianjin-Hebei alcançou um PIB regional de RMB 5,1492 trilhões (aproximadamente US$ 720 bilhões), sendo que Beijing, Tianjin e Hebei contribuíram com RMB 2,1791 trilhões, 819,1 bilhões e RMB 2,151 trilhões, respectivamente. Em preços constantes, o crescimento interanual foi de 5,4%, 4,9% e 5,0%, respectivamente. Este ano marca o décimo aniversário da implementação da estratégia de desenvolvimento coordenado de Pequim, Tianjin e Hebei. Ao longo de dez anos, a indústria da região se fortaleceu. Os dados mostram que, no primeiro semestre, o valor agregado da indústria nas três regiões cresceu 7,1%, 4,4% e 7,6%, respectivamente. No setor de serviços, a região de Pequim, Tianjin e Hebei alcançou um valor agregado de serviços de RMB 3,6039 trilhões, com Pequim, Tianjin e Hebei contribuindo com RMB 1,8712 trilhão, RMB 531,2 bilhões e RMB 1,2015 trilhão, apresentando um crescimento anual de 5,4%, 5,2% e 4,5%, respectivamente. Os setores de informação e financeiro mostraram um crescimento acelerado. Em termos de investimento, no primeiro semestre, o investimento em ativos fixos (excluindo agricultores) nas três regiões cresceu 9,6%, 5,0% e 6,4%, respectivamente. O investimento em indústrias de alta tecnologia permaneceu ativo, crescendo 53,5%, 9,0% e 31,4%, respectivamente em Pequim, Tianjin e Hebei. O progresso positivo foi feito em colaboração inovadora e cooperação industrial. Os dados mostram que, no primeiro semestre, Pequim assinou 2.452 contratos de tecnologia com Tianjin e Hebei, com um valor de transação de RMB 34,54 bilhões, um aumento de 75,7% em relação ao ano anterior. Em maio, uma reunião dos principais líderes do Partido e do governo das três regiões aprovou o “Plano de Ação para Promover a Implementação de 6 Cadeias Industriais Prioritárias nas Três Províncias e Cidades”, que definiu 42 tarefas. No primeiro semestre, a quantia de projetos industriais em Tianjin provenientes de Pequim e Hebei foi de RMB 93,85 bilhões, representando 50% do total de investimentos recebidos. Fonte: people.com.cn