5 de abril de 2022
O saldo de diversos depósitos de instituições financeiras urbanas, também conhecidos como “fundos totais”, reflete a capacidade de uma cidade absorver recursos. Então, como a quantidade total de capital nas principais cidades mudou em 2021? Ao classificar as 20 cidades com maior quantidade de capital no final de 2021, o 21st Business Herald descobriu que as 10 principais cidades com acúmulo de capital são Pequim, Xangai, Shenzhen, Guangzhou, Hangzhou, Chengdu, Chongqing, Nanjing, Suzhou e Tianjin. Entre essas cidades, as três primeiras ultrapassaram 10 trilhões de yuans, e o depósito domiciliar per capita em Pequim chegou a 222.700 yuans. As cidades nas posições 11 a 20 são Wuhan, Xi’an, Ningbo, Zhengzhou, Changsha, Jinan, Qingdao, Wuxi, Hefei e Fuzhou. Pequim, Xangai e Shenzhen lideram a classificação das cidades com maior quantidade de capital, com mais de 11 trilhões de yuans, além de serem os três principais centros financeiros da China. As três cidades têm mercados de fatores nacionais e sistemas de negociação, como bolsas de valores, bem como sedes de grandes instituições financeiras, incluindo bancos, títulos, seguros, fundos e agências fiduciárias. Por que cidades do Delta do Rio Yangtze estão crescendo tão rápido? Em termos de taxa de crescimento, entre as 20 principais cidades, 10 têm uma taxa de 10% ou mais, e entre essas cidades, sete estão na região do Delta do Rio Yangtze. A taxa de crescimento de Ningbo chega a 13,5%, ocupando o primeiro lugar entre as 20 cidades. Xangai e Hangzhou tiveram uma taxa maior que 12%, enquanto Nanjing atingiu a marca do 11%, e por último Wuxi, Hefei e Suzhou chegaram a 10% na taxa de crescimento. A taxa de crescimento do PIB das principais cidades do Delta do Rio Yangtze em 2021 foi muito proeminente. Incluindo Hangzhou, Wuxi, Hefei, Nantong, Suzhou, Changzhou e outras cidades da região, a taxa média de crescimento de dois anos atingiu ou ultrapassou 6%. Nos últimos anos, a integração do Delta do Rio Yangtze foi se aprofundando, enquanto a divisão de trabalho e colaboração entre as cidades da região foram reforçadas, além de várias otimizações na infraestrutura de equipamentos como ferrovia de alta velocidade. Fatores como capital, tecnologia e talentos se reuniram ainda mais no cluster de cidades do Delta do Rio Yangtze. Fonte: Zaker
29 de março de 2022
Nos últimos anos, a força científica e tecnológica da China aumentou rapidamente, com melhorias significativas no ambiente de inovação. As informações são do relatório de mapas de empresas chinesas de ciência e tecnologia, divulgado pela Qixinbao, uma subsidiária da Hehe Information. A partir de uma base de 1,45 milhão de empresas de tecnologia em toda a China, a Qixinbao apresenta a força geral de inovação científica e tecnológica das províncias e cidades da China na forma de dados intuitivos. O relatório mostra que a distribuição geográfica das empresas de base tecnológica da China é desigual. Atualmente, as empresas de tecnologia da China estão distribuídas principalmente nas regiões costeiras e centrais, e há relativamente poucas empresas de tecnologia no sudoeste e noroeste. Em termos de quantidade, as dez principais províncias da China com distribuição de empresas tecnológicas são Guangdong, Jiangsu, Zhejiang, Pequim, Xangai, Shandong, Sichuan, Fujian, Anhui e Henan. Províncias e cidades em áreas costeiras são muitas vezes capazes de atrair mais fundos e talentos devido ao seu rápido desenvolvimento econômico e forte orientação política, e a melhoria das capacidades de financiamento, por sua vez, alimenta as empresas a melhorar sua própria força científica e tecnológica. O relatório de Qixinbao mostra que, de 2012 a 2021, as cinco principais cidades da China em termos de prazos de financiamento para empresas de tecnologia são Pequim, Xangai, Shenzhen, Hangzhou e Guangzhou. Nos últimos anos, a construção da comunidade de inovação científica e tecnológica no Delta do Rio Yangtzé tem progredido sem obstáculos. Portanto, a aglomeração urbana do delta pode ser considerada um solo fértil para cultivo de empresas chinesas de tecnologia, além de ser uma área preferencial para empresas de tecnologia de alto crescimento. De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Ciência e Tecnologia da República Popular da China, o desenvolvimento impulsionado pela inovação da China alcançou novos resultados em 2021. O investimento em P&D de toda a sociedade chegou a 2,786 trilhões de yuans, aumento anual de 14,2%, e a China subiu para 12º no ranking global de capacidade de inovação. Fonte: 21st Century Business Herald
29 de março de 2022
Em 2021, um total de 24 cidades da China (excluindo Hong Kong, Macau e Taiwan) ultrapassaram a marca de 1 trilhão de yuans do PIB, sendo chamados de “clube dos trilhões''. Essas cidades são grupos urbanos bem abastados na China, tanto em termos de agregados econômicos quanto em termos de população. Fora da China, não há outro país no mundo com um número tão grande de grupos urbanos centrais, com ampla gama de latitudes e localizações. Em 2021, o produto interno bruto (PIB) da China aumentou em 8,1% em um ano, com a escala econômica atingindo 114,4 trilhões de yuans, sendo a segunda maior economia do mundo. Essas 24 cidades podem ser divididas em diversas categorias. Xangai (4,32 trilhões de yuans), Pequim (4,03 trilhões de yuans), Shenzhen (3,07 trilhões de yuans) e Guangzhou (2,82 trilhões de yuans) são os líderes de todas as cidades chinesas em termos de agregado econômico e qualidade. Chongqing e Suzhou estão em um avanço crescente, com 2,79 trilhões de yuans e 2,27 trilhões de yuans de PIB, respectivamente. As duas cidades, mesmo com rápido crescimento, ainda não estão no nível das cidades de primeira linha como Guangzhou. Em termos de desenvolvimento industrial, Chongqing é realmente notável, com a maior produção de laptops do mundo por 7 anos consecutivos até 2021. Nos últimos anos, a cidade produziu entre ¼ a ⅓ de todos os laptops do mundo em todos os anos. Em 2021, o PIB de Tianjin foi de 1,57 trilhão de yuans, ficando atrás das quatro capitais provinciais do sul, Chengdu, Hangzhou, Wuhan e Nanjing. Tianjin tem uma base industrial tradicional e atraiu um grande número de gigantes globais, como a Motorola, para investir na década de 1990. Além disso, Tianjin fica perto da costa e sua vantagem de localização equipara-se com Chongqing, que fica no interior e localizada na borda da Bacia de Sichuan. Entre as províncias do sul, as principais províncias econômicas, como Jiangsu, Anhui, Fujian, Zhejiang, Sichuan e Hubei, as capitais provinciais, entraram para o clube de trilhões. No norte, apenas as capitais provinciais de Shandong, Henan e Shaanxi entraram no clube. Shandong e Henan têm enormes bases populacionais, sendo a segunda e terceira províncias mais populosas da China. As capitais provinciais de Shandong e Henan, Jinan e Zhengzhou naturalmente acumulam capital e população da província, com seus PIBs atingindo 1,14 trilhão e 1,27 trilhão, respectivamente. A população de Shaanxi é de apenas 39 milhões, menos da metade de Shandong e Henan, mas o PIB de Xi’an, sua capital provincial, é semelhante ao de Jinan e Zhengzhou, com 1,07 trilhão. Por que Xi’an é tão incrível? A principal razão é que Xi’an não depende inteiramente das vantagens políticas da capital provincial para reunir recursos, mas se beneficia em grande parte da sua base industrial. Na década de 50, durante o “Primeiro Plano Quinquenal”, Xi’an tinha 17 projetos, tornando-se a cidade com maior número de projetos da China. Fonte: The Paper
25 de março de 2022
A 31ª edição do Índice de Centros Financeiros Globais (GFCI 29) foi publicada pelo British Think Tank Z/Yen Group e China Development Institute em Shenzhen nesta quinta-feira (24). Os 10 principais centros financeiros do mundo em ordem são Nova Iorque, Londres, Hong Kong, Shanghai, Los Angeles, Singapura, São Francisco, Pequim, Tóquio e Shenzhen. Ou seja, quatro deles são chineses. O índice avalia e classifica os principais centros financeiros do mundo em termos de ambiente de negócios, capital humano, infraestrutura, nível de desenvolvimento do setor financeiro e reputação. Nessa 31ª edição do GFCI tem 119 cidades que foram destacadas na lista. O 31º índice do GFCI mostra que apesar de Nova Iorque, Londres e Hong Kong estão novamente no top 3 dos 10 maiores centros financeiros do mundo, a classificação geral dessas cidades diminuiu em relação ao último índice do GFCI, com Londres sofrendo a maior queda, atingindo 14 pontos, Hong Kong e Nova Iorque com perda 1 e 3 pontos, respectivamente, ou seja, aumentando ainda mais a diferença entre Londres e Nova Iorque. Enquanto isso, Xangai e Los Angeles ocuparam o quarto e quinto lugar no mundo, substituindo Singapura e São Francisco, respectivamente. Depois de cair para 16 posições no período anterior, Shenzhen aumentou significativamente sua pontuação em 8 pontos neste período e subiu seis lugares no ranking, novamente entre os dez melhores centros financeiros do mundo. Assim, embora o padrão dos dez maiores centros financeiros do mundo tenha sido praticamente estável, a diferença de pontuação entre os dez maiores centros financeiros é de 1-2 pontos, como a pontuação entre a Hong Kong, que ocupa o terceiro lugar, e a Shenzhen, que posiciona no décimo lugar. Essas variações mínimas de pontuação podem causar grandes flutuações nas classificações, refletindo a crescente concorrência entre os principais centros financeiros. Além disso, as pontuações do GFCI 31 apresentam que há uma forte recuperação do centro financeiro da China e uma posição e reputação internacionais crescentes. Nesta edição do GFCI, a China teve o total de 12 cidades que entraram na lista, fora o Hong Kong, Xangai, Pequim e Shenzhen que já estão entre os 10 maiores centros financeiros do mundo. Entre as cidades dos centros financeiros da China Continental, Xangai continua a liderar o ranking, mais uma vez subiu 2 lugares e tornou-se o 4 º maior centro financeiro do mundo, depois de Hong Kong. Apesar da classificação de Pequim ter caído 1 ponto, mas no ranking global ainda permanece em 8 º lugar e no ranking fintech subiu 2 lugares, substituindo Londres como 3 º no mundo; Shenzhen é a cidade que mais subiu no ranking e pontuação dos dez maiores centros financeiros, com apenas um ponto de diferença em relação a Tóquio. Ao mesmo tempo, o centro financeiro de Guangzhou subiu oito lugares e agora é classificado como o 24 º do mundo. Ele está avançando em direção aos 20 principais centros financeiros do mundo e sua posição de centro financeiro internacional é mais sólida; as classificações de Chengdu e Qingdao no GFCI permanecem inalteradas. O ranking fintech de Chengdu melhorou significativamente em 16 lugares e ficou em 44 º lugar no mundo; as cidades dos centros financeiros, como Hangzhou, Dalian, Tianjin e Nanjing, que entraram mais tarde no GFCI, estão gradualmente se tornando familiares para os profissionais financeiros em todo o mundo. As pontuações estão aumentando rapidamente. Entre elas, Dalian subiu 82 pontos para 19 posição, e Nanjing subiu 71 pontos para 7 posição. Vale notar que o prazo de coleta de informações para a edição 31 do GFCI é até o final de 2021, não refletindo as últimas mudanças no cenário econômico-financeiro global. O relatório observa que o desenvolvimento dos centros financeiros globais enfrenta muitas incertezas. Somente uma boa gestão de riscos, a construção de um bom ambiente de negócios e o fortalecimento da comunicação e cooperação entre os centros financeiros podem promover um melhor desenvolvimento econômico e social global. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The paper
2 de fevereiro de 2022
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 são, sem dúvida, uma boa oportunidade para a China mostrar a sua rica cultura ao mundo. Em particular, a coincidência da Olimpíada ir ao encontro do Festival da Primavera criou um movimento harmonioso entre o espírito olímpico e a cultura tradicional chinesa. A fim de apresentar a esplêndida cultura tradicional da China ao mundo, na noite de 1º de fevereiro, o Beijing News Center 2022 convidou especialmente jornalistas chineses e estrangeiros para desfrutar de uma maravilhosa performance acrobática chinesa. Fonte: 21st Century Business Herald A Trupe Acrobática Chinesa encenou a performance acrobática “Acrobacias da Medalha de Ouro para o Ano Novo”, no Poly Theatre de Pequim. Foram apresentados outras performances, como “Rhapsody in the Rain”, “Climbers”, “Moonlight in the Lotus Pond” e “Pretty Flowers”. Os artistas conquistaram o coração do público com sua habilidade e cooperação nas apresentações e foram muito aplaudidos pelo público. Fonte: 21st Century Business Herald; The Paper
2 de fevereiro de 2022
Iniciou nesta terça-feira (02) o primeiro dia do evento de revezamento da tocha dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, e acontecerá até o dia 4 de fevereiro, dia da cerimônia de abertura. A tocha passará por três cidades: Pequim, Yanqing e Zhangjiakou. No Parque Olímpico de Inverno, o revezamento da tocha é completado debaixo d’água por robôs anfíbios e subaquáticos de estrutura variável. A tocha olímpica é ancorada sob a operação do robô. Durante todo o processo, a chama da tocha queima vigorosamente, mantendo a sua postura elegante tanto em ambientes aquáticos ou terrestres. Esta também é a primeira vez na história dos Jogos Olímpicos que a tocha é transportada debaixo d’água entre robôs. O revezamento da tocha também será concluído por veículos autônomos no Shougang Park. Fonte: IT Home
18 de janeiro de 2022
Esta terça-feira (18/01), foi o segundo dia do “Chunyun”, também conhecido como a Migração da Primavera, período que antecede o Ano Novo na China. Devido à grande de quantidade de pessoas viajando ao mesmo tempo, esse é considerado o maior movimento de migração humana do planeta. Neste dia, o governo chinês prevê o deslocamento de 25,305 milhões de pessoas. Entre eles, 5,15 milhões devem usar transporte ferroviário, 19 milhões devem usar as rodovias, 355 mil usar embarcações e 800 mil devem viajar de avião. As rodovias nacionais deverão movimentar cerca de 28,474 milhões de veículos. Para trazer conforto e segurança aos viajantes durante o Chunyun e os Jogos Olímpicos de Inverno, o departamento de transporte de Pequim iniciou serviços especiais de apoio e reforçou as fiscalizações em locais chaves, como estações e áreas de eventos das Olimpíadas. Fonte: The Paper
12 de janeiro de 2022
O “clube dos trilhões” do PIB urbano da China tem um novo membro. Em 2021, o PIB da cidade de Dongguan ultrapassou a marca de 1 trilhão de yuans, tornando-se a 24ª cidade com PIB trilionário. O PIB de Pequim também apresentou uma nova conquista, batendo a marca de 4 trilhões de yuans, a primeira cidade da China a atingir tal marca. Dongguan, a 24ª cidade trilionária da China Como a “fábrica do mundo”, a cidade Dongguan, da província de Guangdong, por muito pouco não conseguiu atingir esse marco em 2020, ficando com PIB de 965 bilhões de yuans. Atualmente, Dongguan é a 24ª cidade chinesa com PIB superior a um trilhão de yuans, e a população também ultrapassou 10 milhões. Ela também é, até agora, a única cidade trilionária a surgir no ano de 2021. Fonte: The Paper
4 de janeiro de 2022
Em 2021, o número de abertura de capital (IPO) de empresas chinesas chegou a 669, um aumento de 16,3%, comparado com as 575 empresas de 2020. Entre eles, haviam 524 ações A, 97 ações de Hong Kong, 39 dos EUA e 9 ações de Taiwan. Os IPOs chineses estão concentrados em cinco cidades: Guangdong, Zhejiang, Jiangsu, Xangai e Pequim. Os fundos iniciais de IPO levantados ultrapassaram 900 bilhões de yuans, cerca de US$ 141 bilhões, representando cerca de um terço do total de fundos globais. Guangdong está em primeiro lugar com 106 empresas, e também é a única província do país com mais de 100 IPOs de empresas chinesas. Produtos farmacêuticos e biologia estão liderando a nova tendência de IPOs, e o investimento em novas indústrias de energia e manufatura de alta tecnologia também devem ter um rápido crescimento. Fonte: 21st Century Business Herald
22 de dezembro de 2021
A Xpeng Motors, start-up chinesa de carros elétricos, anunciou nesta quarta-feira (22) que cobriu 28 cidades no norte da China com suas estações de supercarga Xpeng, totalizando 65 estações ao norte do país asiático. As 65 estações de supercarga estão espalhadas pelas províncias de Pequim, Tianjin, Hebei, Shanxi e a Região Autônoma da Mongólia Interior, um total de 28 regiões administrativas. A Xpeng Motors inaugurou 111 estações de supercarga em novembro, com um total de 661 estações em operação. Atualmente a Xpeng cobriu 228 cidades com suas estações de recarga rápida, e seu plano é expandir esse número para 337 cidades em todo o país no futuro. A estação de supercarga da Xpeng usa um supercompressor de alta tensão de 480 kW, que pode fornecer energia suficiente para o veículo elétrico percorrer 200 km com 5 minutos de recarga. Fonte: IT Home