29 de junho de 2022
Nesta quarta-feira, dia 29 de junho, o orbitador da missão espacial Tianwen-1, que está voando há 706 dias, obteve imagens de média resolução cobrindo todo o planeta Marte. Tanto o orbitador de Tianwen-1, quanto o rover de Marte completaram as missões de exploração científica estabelecidas. A missão espacial Tianwen-1 A missão Tianwen-1 foi aprovada pelo Comitê Central do Partido em janeiro de 2016, e lançada com sucesso em 23 de julho de 2020. Após um voo espacial de 475 milhões de quilômetros por 202 dias, a sonda chegou em Marte em 10 de fevereiro de 2021, entrando em órbita ao redor do planeta vermelho. O pouso em Marte foi realizado em 15 de maio, após uma investigação detalhada da área de pouso por 3 meses. Em 22 de maio, o rover marciano “Zhurong” pousou com sucesso na superfície de Marte, começando sua patrulha e exploração. Em 15 de agosto de 2021, o rover Zhurong completou a missão de exploração científica estabelecida por 90 dias marcianos e continuou a implementar a missão de exploração de expansão. Ele percorreu 1.921,5 metros na superfície de Marte. Afetado pelo clima frio e empoeirado do inverno severo na área de pouso, o rover entrou no modo de hibernação em 18 de maio, conforme projetado. Por volta de dezembro deste ano, Zhurong voltará a trabalhar no início da primavera. Após quase dois anos de voo e exploração de Tianwen-1, as 13 cargas científicas configuradas pelo rover e orbitador obtiveram um total de cerca de 1040 Gb de dados científicos originais, submetidos à análise e interpretação de uma equipe de cientistas, e os resultados científicos relevantes foram publicados em revistas acadêmicas de renome na China e no mundo. Parcerias espaciais Esses dados científicos estarão abertos a cientistas de todo o mundo em um momento apropriado. Cientistas do mundo todo são bem-vindos para se inscrever ativamente em pesquisas e promover conjuntamente a causa da exploração humana no universo. No espírito de cooperação aberta e compartilhada, a Administração Espacial Nacional promove ativamente a cooperação com as agências espaciais e comunidades científicas de vários países, como Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) e a Agência Espacial Europeia (ESA). O rover Zhurong, da China, e o orbitador “Mars Express”, da ESA, realização experimentos de comunicação de retransmissão de dados, como uma cooperação de dados científicos China-Europa em Marte. Essas parcerias têm alcançado bons resultados, enriquecendo o conhecimento humano, e contribuindo positivamente porá a construção de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade no campo científico Imagens de Marte Veja abaixo as imagens de Marte tiradas por Tianwen-1. Fonte: IT Home
31 de janeiro de 2022
Nesta segunda (31/01), os chineses comemoraram o Ano Novo Chinês. Porém, não apenas os chineses aqui na Terra celebraram a chegada do Festival da Primavera. Os tripulantes da espaçonave Shenzhou-13, Zhai Zhigang, Wang Yaping e Ye Guangfu, também comemoram o Ano do Tigre direto do espaço. A estação espacial da China foi toda decorada de vermelho, com posters tradicionais chineses do Festival da Primavera e desejos de felicidade. Uma atmosfera festiva tomou conta da tripulação. O lançamento do Shenzhou-13 foi no dia 16 de outubro de 2021, às 00:23:56, horário de Pequim, e foram levados muitos artigos de Ano Novo em sua bagagem, só para os Jiaozi (ou dumplings), foram levados sabores diferentes. Para saber mais sobre comidas típicas no Ano Novo Chinês, clique aqui. Os astronautas também disseram que assistirão à Gala do Festival da Primavera com todos esta noite, junto com o povo que estão na Terra, e que desejam um Feliz Ano Novo Chinês a todos. Comemorações de Marte Além dos astronautas, a sonda Tianwen-1 não podia ficar de fora da comemoração. Na véspera do Festival da Primavera, a sonda chinesa que está em Marte enviou um conjunto de vídeos de selfie da órbita do planeta vermelho para desejar Feliz Ano Novo ao povo chinês. Fonte: IT Home Tianwen-1 chegou a Marte no dia 29 do décimo segundo mês lunar do ano passado, o dia 10 de fevereiro de 2021, e implantou com sucesso a captura e frenagem, tornando-se o primeiro satélite artificial de Marte da China, iniciando uma viagem de exploração científica. Hoje Tianwen-1 também faz um ano lunar de exploração. A sonda Tianwen-1 está em órbita há 557 dias, cerca de 325 milhões de quilômetros da Terra. Já o rover marciano Zhurong está em operação faz 255 dias marcianos, acumulando 1524 metros de exploração. Atualmente, a missão Tianwen-1 retornou um total de cerca de 600 Gb de dados científicos originais, os dois dispositivos da missão estão em boas condições e funcionando normalmente. Fonte: IT Home; Zaker
15 de maio de 2021
Em 15 de maio, a primeira missão de exploração da China em Marte, Tianwen-1, pousou na zona de desembarque pré-estabelecida na parte sul da Planície Utopia marciana, deixando a primeira marca chinesa em Marte, dando um passo importante na jornada de exploração interestelar da China. Mais tarde, o Mars rover nomeada de “Zhu Rong” realizará imagens de 360° do local de desembarque, auto-teste afastando-se da plataforma de desembarque e, por sua vez, realizará exploração do Marte. Informações adicionais "Tianwen-1" é o primeiro lançamento independente do Mars rover na China, após o desembarque explorará o Marte por 90 dias marcianas, realizando simultaneamente as missões de orbitar, aterrissar e exploração, realizar esses três passos em uma só missão, é a mais complexa missão de exploração humana da história para a tecnologia de engenharia de Marte. A China também se tornou o segundo país a ir a Marte depois dos Estados Unidos. (Localização da Planície Utopia) Em 24 de abril de 2020, a missão de exploração planetária da China foi denominada "série Tianwen", a primeira missão de exploração de Marte foi denominada "Tianwen-1", e as missões planetárias subsequentes serão numerados em sequência. Tianwen-1 foi lançado com sucesso do Centro de Lançamento Espacial de Wenchang, situada na província de Hainan. O nome "Tianwen-1" deriva do longo poema de Qu Yuan "Tianwen", que expressa a tenacidade e persistência do povo chinês na busca da verdade, reflete a herança cultural da exploração da natureza e do espaço, e implica que a busca da verdade científica é longa e a busca da inovação científica e tecnológica é interminável. Fonte: Xinhua
27 de abril de 2021
A China lançou três principais satélites, incluindo Qilu-1, Qilu-4 e Foshan-1, em órbita pré-programada, com um foguete de lançamento de Long March-6, no Centro de Lançamento de Satélites de Taiyuan, no dia 27 de abril de 2021, às 11h20 (horário de Beijing). A missão também transportou o lançamento do satélite, incluindo a Zhongan Guotong-1 (HS-1), Apocalypse-09, Origin Space NEO-1, Taijing-2-01, Golden Bauhinia-1, Lingque-1 D02. (Fonte: Diário do Povo; refere-se o foguete Long March-6) Os satélites, Qilu-1 e Qilu-4, ambos são sensoriamento remoto usado para construção urbana, agricultura, silvicultura, energia e prevenção e redução de desastres principalmente voltada para as terras da província de Shandong; Foshan-1 desenvolve principalmente a integração do projeto com a plataforma de satélite, câmera ultraleve e a validação de tecnologia pancromática de alta resolução. Zhongan Guotong-1 (HS-1), que foi lançado a bordo, realiza principalmente a validação técnica de um sistema de satélites de observação por imagem em tempo real; Apocalypse-09 é utilizado principalmente para a constelação de recolha e transmissão de dados; Origin Space NEO-1 desenvolve principalmente a pesquisa científica sobre a observação de pequenos corpos celestes; Taijing-2-01 é utilizado principalmente para a prestação de serviços de sensoriamento remoto comercial; Golden Bauhinia-1e Lingque-1 D02 são usados principalmente para validar a plataforma de tecnologia de satélite de sensoriamento remoto. (Fonte: Diário do Povo; refere-se o foguete Long March-6) Esta foi a 366ª missão de voo da série de foguetes transportadores Longa Marcha. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
14 de abril de 2021
De acordo com a Qingdao Daily Newspaper, Guanhai News, em 14 de abril, o navio de pesquisa “Haiyang Dizhi-9” do Qingdao Institute of Marine Geology, China Geological Survey, Ministry of Natural Resources, completou o teste marítimo de equipamentos de 2021 e a missão de viagem compartilhada, recentemente atracado no terminal central de cruzeiros de Shekou, em Shenzhen. Esta é a primeira viagem do navio “Haiyang Dizhi-9” em 2021, com um total de 18 conjuntos de equipamento de pesquisa concluída em operação marítima, obtendo vários resultados importantes. Entre eles, foram obtidos 15,83m de sedimentos colunares a uma profundidade de água de 1778 m, o que constitui um recorde para a maior amostra em coluna com informação de atitude e posição nesta área de ensaio. (Fonte: Guanhai News e Diário do Povo.) De acordo com Yangyuan, o cientista principal da viagem e engenheiro sênior do Qingdao Institute of Marine Geology, vários resultados importantes foram alcançados durante a operação marítima. Pela primeira vez, foi obtida uma amostra de coluna de sedimentos ultralonga, contínua e de baixa perturbação de 15,83m a 1778m de profundidade de água no Mar do Sul da China, estabelecendo um novo recorde significativo para amostragem com o maior comprimento de 9,5 m. Utilizar o sistema de sedimentação de oceano profundo autodesenvolvido, para completar o multi-parâmetro do sedimento e a detecção contínua a 1700 m de profundidade de água no fundo do mar e obter as propriedades mecânicas, ambiente físico e ambiente químico do sedimento a uma profundidade de 2,66 metros abaixo da superfície do fundo do mar. Pela primeira vez, o teste de funcionamento cooperativo entre o sistema de medição autônoma de superfície multi-funcional, desenvolvido por conta própria, e o navio “Haiyang Dizhi-9” foram concluídos, o que permitiu estabelecer uma base importante para a aplicação da tecnologia de detecção inteligente e integrada em várias redes de navios. Sistema de arrasto acústico de profundidade, desenvolvido por conta própria, foi aplicado pela primeira vez no mar Shenhu, Sul da China, o que representa uma melhoria significativa na qualidade e precisão dos dados, em comparação com os dados obtidos pelos equipamentos de bordo. A experiência marítima irá enriquecer e aperfeiçoar ainda mais o sistema de equipamento de pesquisa do Qingdao Institute of Marine Geology, a fim de estabelecer uma base sólida para o navio Dayang e fornecer uma forte garantia para ir e explorar as profundezas. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo; guanhai.com.cn; qingdaonews.com
1 de abril de 2021
Segundo a mídia ITHome, com a chegada sucessiva da sonda chinesa Tianwen-1, sonda Perseverance do EUA, e a sonda Al-Amal dos Emirados Árabes Unidos, perto de Marte, mostram que a indústria espacial humana está partindo para um nível mais elevado. Segundo as notícias oficiais, a Administração Espacial Nacional da China (CNSA, na sigla em inglês) e a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço do EUA (NASA, na sigla em inglês) vem se reunindo desde janeiro até março deste ano, para várias conversas sobre a troca de dados orbitais da sonda de Marte, a fim de garantir a segurança de voo das sondas para Marte. Desde o lançamento com sucesso, em 23 de julho de 2020, a sonda Tianwen-1 já totalizou 224 dias de voo, e completou quatro correções orbitais e uma manobra no espaço profundo. E em 10 de fevereiro de 2021, às 19 horas e 52 minutos, após um freio crucial, o Tianwen-1 entrou com sucesso na órbita do Marte com cerca de 400km de altura, e leva cerca de 10 dias terrestres e uma inclinação órbita elíptica de 10 ° para contornar a órbita, além disso, tornou se o primeiro satélite de Marte da China, realizando os seus objetivos de “contornar, aterrissar e inspeção”. (Fonte: ITHome, Página oficial da CNSA; Publicação oficial da CNSA sobre o assunto) A sonda Tianwen-1 chegou a 11.000 km de distância de Marte e fotografou o panorama desse planeta com uma câmera de resolução média. Devido a sonda ter estado na parte traseira do lado de Marte (voltado para o Sol), foram obtidas duas imagens do “Corpo Lateral”. Atualmente, a sonda Tianwen-1 já estacionou na órbita de Marte e operou por um mês. Equipamentos como câmera de alta e média resolução, espectrômetros de minerais, analisadores de partículas de energia marciana, analisadores de partículas iônicas e neutras, magnetômetros e outros módulos estão sendo ligados sucessivamente para explorar Marte e obter dados científicos. Segundo a IThome, Bao Weimin, diretor da China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC, na sigla inglesa), disse em “duas sessões” (Sessão anual da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPCh) mais a Assembleia Popular Nacional (APN) da China) que o Tianwen-1 escolherá pousar em Marte de maio a junho, e a estação espacial tripulada da China entrará na fase de construção. Após a chegada a Marte, Tianwen-1 realizará uma análise detalhada da topografia das áreas de aterrisagem pré-selecionadas e de uma região chamada Utopia Planitia para observar a meteorologia da região de pouso Marte, a fim de evitar tempestade de areia ao pousar em Marte. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
26 de março de 2021
A Administração Espacial Nacional da China (CNSA, na sigla inglesa) publicou no dia 26 de março, duas imagens laterais de Marte nos hemisférios sul e norte capturadas pelo primeiro detector da missão de exploração chinesa Tianwen-1. Na imagem, Marte apresenta com forma de “Lua Crescente” e uma textura claramente visível na superfície. A sonda Tianwen-1 chegou a 11.000 km de distância de Marte e fotografou o panorama desse planeta com uma câmera de resolução média. Devido a sonda ter estado na parte traseira do lado de Marte (voltado para o Sol), foram obtidas duas imagens do “Corpo Lateral”. Fonte: Diário do Povo e a CNSA; Imagem do hemisfério norte do Marte; A imagem do lado do hemisfério norte foi tirada pela câmera de resolução média por Tianwen-1, a uma altitude de cerca de 11.500 km, em 18 de março de 2021, horário de Pequim. Atualmente, a sonda Tianwen-1 já estacionou na órbita de Marte e operou por um mês. Equipamentos como câmera de alta e média resolução, espectrômetros de minerais, analisadores de partículas de energia marciana, analisadores de partículas iônicas e neutras, magnetômetros e outros módulos estão sendo ligados sucessivamente para explorar Marte e obter dados científicos. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
17 de dezembro de 2020
Às 1:59 da manhã de 17 de dezembro, após uma viagem de 23 dias à Lua, o veículo de retorno Chang'e-5 pousou com sucesso na área predeterminada em Si Zi Wang Qi (四子王旗), Mongólia Interior, marcando a conclusão bem-sucedida da primeira missão da coleta de amostras extraterrestres da China. As informações são da “China National Space Administration” (CNSA). De acordo com relatórios, à 1:00 da manhã, Beijing Aerospace Control Center (BACC) usou a estação de medição e controle terrestre para injetar parâmetros de navegação de alta precisão nos equipamentos de combinação de órbita e veículo de retorno da Chang'e-5. Com isso, o módulo orbitador e o veículo de retorno foram separados a uma distância de cerca de 5.000 quilômetros acima do nível do mar no Oceano Atlântico Sul, e o orbitador completou as manobras complexas como planejado. À 1:33 da manhã, o veículo de retorno Chang'e-5 chegou a uma altitude de cerca de 120 km acima do solo e entrou na atmosfera terrestre a uma alta velocidade próxima à segunda velocidade cósmica (cerca de 11,2 km/s, equivalente a 40.320 km/h), no mesmo momento, implementou a desaceleração aerodinâmica inicial. Chegando a uma altitude de cerca de 10 km acima do solo, o veículo de retorno abre o paraquedas para completar a desaceleração final e manter a estabilidade de atitude, e depois aterrissou suavemente na área de Si Zi Wang Qi. O veículo de retorno Chang'e-5 será transportado via aéreo para Beijing para abrir o módulo e retirar o recipiente de amostras e seu conteúdo. A CNSA realizará uma cerimônia de entrega para entregar formalmente as amostras lunares aos devidos instituição para dar o início ao trabalho de armazenamento, análise e estudo das primeiras amostras extraterrestres. As amostras lunares serão usadas para o quê? Wu Yanhua, vice-diretor da CNSA e vice-diretor geral do projeto de exploração lunar, disse numa coletiva de imprensa no Escritório de Informação do Conselho de Estado que as amostras incluem três tipos de usos: A principal função é para pesquisa científica; Algumas das amostras serão armazenadas no Museu Nacional para exibição ao público e educação científica; De acordo com convenções de cooperação internacional e acordos de cooperação multilateral e bilateral, serão compartilhados dados e métodos de gerenciamento das amostras lunares com cientistas de países relevantes ao redor do mundo, e uma parte será dada como presente da China de acordo com a prática internacional. Wu Yanhua também mencionou a necessidade de armazenar uma parte como garantia em local ausentes de desastres naturais. A CNSA organizou um estudo e, além do principal local de armazenagem no Observatório Astronômico Nacional da Academia de Ciências da China em Pequim, a preparação para garantia de desastres também será realizada na cidade natal do líder chinês Mao Tse Tung, em Shaoshan, província de Hunan, para consolar o Presidente Mao. Um dos seus desejos (escreveu no seu poema Shuǐ diào gē tóu · zhòng shàng jǐng gāng shān, 水调歌头·重上井冈山) de ser "capaz de ir ao céu para reunir com a lua e capaz de ir fundo do oceano para alcançar as tartarugas", se tornou realidade. Depois do sucesso e consolidação técnica da missão Chang’e-5, quais são os objetivos para os próximos anos? O próximo passo da China na exploração lunar é ir para o polo sul da Lua, e construir uma estação de pesquisa do tipo básico até 2030. Ye Peijian, comandante-chefe da sonda apresentou que o próximo passo que a China planeja tomar a liderança no lançamento da sonda Chang'e-7 para o polo sul da Lua e conduzir a coleta e o retorno da amostragem do polo sul da Lua. Anteriormente, Wu Weiren, engenheiro chefe do projeto de exploração lunar da China e acadêmico da Academia Chinesa de Engenharia, disse que uma estação básica de pesquisa será construída no polo sul da Lua até 2030, e com a expansão da escala da estação de pesquisa num futuro mais diante, será possível construir casas, montar tijolos, impressão 3D e outros trabalhos na Lua. Fonte: caixin.com; 21caijing; The Paper
23 de julho de 2020
Em 23 de julho, a primeira missão de exploração de Marte da China, “Tianwen-1”, foi lançada com sucesso no Centro de Lançamento Aeroespacial Wenchang, na província de Hainan. Ele voará por cerca de 7 meses antes de se aproximar e pousar em Marte para realizar atividades de exploração científica. Um dia antes, o aterrissador e o astromóvel da primeira missão de exploração de Marte da China, Tianwen-1, fizeram sua estréia oficial ao público. Depois de chegar a Marte, o veículo espacial trabalhará na superfície do planeta por mais de 90 dias, com a meta de atingir três objetivos em uma missão: orbitar, pousar e explorar. Além disso, também transmitirá o que viu e ouviu de volta para a Terra. Tianwen-1 significa "perguntas para o céu", que foi tirado do título de um poema por Qu Yuan (340-278 aC), e consiste de um orbitador, aterrissador e astromóvel. O veículo espacial tem 1,85 metro de altura e pesa 240 kg, equipado com uma câmera panorâmica, servindo como seus “olhos” para evitar obstáculos e realizar explorações, além de uma câmera multiespectral para identificar componentes minerais. Também possui quatro painéis solares, um radar de detecção, um detector de campo magnético e um instrumento de medição climática, a fim de investigar minuciosamente a composição da superfície marciana, a distribuição de tipos de materiais, a estrutura geológica e o ambiente meteorológico. Os dados mostram que a humanidade começou a explorar Marte na década de 1960, havendo um total de 44 missões de exploração de Marte realizadas antes de 2020, com apenas 8 pousos bem-sucedidos, uma taxa de apenas 18%. Desta vez, a exploração de Marte é a primeira missão da fase de exploração planetária da China. O governo chinês espera demonstrar o poder espacial do país realizando uma missão bem-sucedida a Marte, o que ajudará a reduzir a lacuna entre a China e os EUA, a Rússia e a Europa em tecnologia de exploração espacial, disse a China Aerospace Science and Technology Corporation em maio. Se a missão for bem-sucedida, a China se tornará o segundo país a instalar um astromóvel na superfície de Marte, outro marco no campo de exploração espacial da China. Fonte: CCTV Fonte da foto: CCTV