6 de novembro de 2020
Em 6 de novembro, o Ministério de Comércio da China divulgou o Relatório de Importação de Serviços de 2020 na 3° Exposição Internacional de Importação da China (CIIE). Os dados mostram que de 2012 para 2019, a média de crescimento anual das importações de serviços foi de 8,6%, atingindo US$ 50,68 bilhões, representando uma participação mundial também de 8,6%. Chen Chunjiang, diretor do Departamento de Comércio de Serviços do Ministério do Comércio, disse esperar que as importações de serviços acumulados da China atinjam US$ 2,5 trilhões nos próximos cinco anos, respondendo por mais de 10% das importações globais. As importações de serviços digitais e comerciais, como o uso de propriedade intelectual, serviços de telecomunicações, informações, financeiros, de seguros e outros têm a expectativa de superar US$ 1,3 trilhão no total. O relatório apontou que as importações de serviços da China têm sido as segundas maiores do mundo por sete anos consecutivos desde 2013. Chen Chunjiang destacou que as importações de serviços do país deram grandes contribuições para a economia mundial. Desde o 18º Congresso Nacional que ocorreu em 2012, a China importou um total de US$ 3,4 trilhões em serviços, contribuindo com 17,1% do crescimento global das importações de serviços e ficando em primeiro lugar no mundo em termos de sua contribuição para o crescimento global dos serviços. As importações de serviços da China têm aumentado globalmente o número de empregos no setor de serviços. Segundo dados do Banco Mundial e da Organização Internacional do Trabalho (ILO, sigla em inglês), as importações de serviços da China proporcionarão mais de 18 milhões de empregos para seus parceiros comerciais em 2019, e as importações de serviços chineses criaram quase 400.000 empregos para países africanos e cerca de 3 milhões de empregos nos países da iniciativa The Belt and Road. Além disso, as importações de serviços digitais da China também impulsionaram o crescimento do comércio digital global. De acordo com a estatística utilizada nos relatórios relacionados da Organização Mundial do Comércio, desde 2012, a China importou um total de US$ 834,51 bilhões em serviços digitais, com uma taxa média de crescimento anual de 6% e uma contribuição de 4,4% para o crescimento das importações globais de serviços digitais. Chen Chunjiang disse que o imprevisto da pandemia de COVID-19 causou um enorme impacto no comércio de bens e serviços tradicionais, mas também abriu oportunidades para o desenvolvimento do comércio digital. Telemedicina, educação online, comércio eletrônico transfronteiriço e outras aplicações do serviço digital, desempenhando um papel importante na promoção da estabilidade econômica dos países e na cooperação internacional contra a pandemia. De janeiro a agosto de 2020, as importações de serviços digitais da China totalizaram US$ 89,01 bilhões, um aumento de 5,6% em relação ao ano anterior. Fonte: 21caijin
3 de novembro de 2020
A Agência de Notícias Xinhua divulgou nesta terça-feira (3) as "Sugestões do Comitê Central do Partido Comunista da China sobre a Formulação do 14º Plano Quinquenal de Desenvolvimento Econômico e Social Nacional e as Metas e Expectativas para 2035", que consistem em 60 artigos, cujos principais pontos estão listados a seguir. Primeiro Bloco – Observações Gerais: O foco principal é a conquista decisiva da construção de uma sociedade próspera em todos os aspectos, as profundas e complexas mudanças em nosso ambiente de desenvolvimento e a necessidade de modernizar o conceito de comunismo até o 2035. No período dos 5 anos direcionar o crescimento econômico e seguir plenamente os princípios e objetivo. Realizações decisivas na construção de uma sociedade próspera em todos os aspectos. Nosso ambiente de desenvolvimento está enfrentando mudanças profundas e complexas. Alcançar a visão da modernização socialista até 2035. Ideologia orientadora para o desenvolvimento econômico e social durante o período do plano quinquenal. O desenvolvimento econômico e social no período Plano Quinquenal deve ser orientado para os seguintes princípios Aderir à liderança geral do Partido. Aderir ao princípio do povo no centro. Aderir ao novo conceito de desenvolvimento. Insistir no aprofundamento da reforma e da liberalização. Aderir à visão sistemática. Principais objetivos socioeconômicos durante o Plano Quinquenal: Novas conquistas no desenvolvimento econômico. Novas conquistas na reforma e a abertura comercial. Elevação do nível de civilização social. Novos progressos na construção da civilização ecológica. Novos níveis no bem-estar da população. Elevação da eficácia da governança do Estado. Segundo Bloco – Detalhamento: A segunda é dedicada ao detalhamento das tarefas-chave de desenvolvimento socioeconômico, reforma e liberalização no período do Plano Quinquenal. Está dividida em 12 pontos e define os processos de inovação científica e tecnológica, desenvolvimento industrial, mercado doméstico, aprofundamento da reforma, revitalização rural, desenvolvimento regional, construção cultural, desenvolvimento verde, abertura comercial, construção social, desenvolvimento da segurança e defesa nacional. Fortalecer as capacidades estratégicas científicas e tecnológicas do país. Melhorar a capacidade de inovação tecnológica das empresas. Estimular o talento e a inovação. Melhorar os mecanismos institucionais para a inovação científica e tecnológica. Melhorar a modernização da cadeia de suprimentos. Desenvolver indústrias emergentes. Acelerar o desenvolvimento das modernas indústrias de serviços. Desenvolvimento coordenado da infraestrutura. Acelerar o desenvolvimento digital. Fluir a estratégia da circulação macroeconômica doméstica (autossuficiência do mercado). Promoção da circulação macroeconômica dupla entre o nacional (autossuficiência) e internacional. Promover o consumo em geral. Expandir o espaço de investimento. Estimular a vitalidade de vários agentes do mercado. Melhorar a governança macroeconômica. Estabelecer um sistema fiscal e financeiro moderno. Construindo um sistema de mercado de alto padrão. Acelerar a transformação das funções governamentais. Melhorar a qualidade e a competitividade da agricultura. Melhorar a infraestrutura e a construção rural. Aprofundar a reforma rural. Consolidar a ligação entre a expansão da redução da pobreza e da revitalização rural. Construir um novo padrão de desenvolvimento e proteção do espaço territorial. Promover o desenvolvimento regional coordenado. Promover uma nova urbanização com pessoas como núcleo. Elevar o nível de civilização na sociedade. Elevação do nível dos serviços culturais públicos. Melhorar o moderno sistema da indústria cultural. Acelerar o desenvolvimento verde de baixo carbono. Melhoria contínua da qualidade ambiental. Melhorar a qualidade e a estabilidade dos ecossistemas. Melhorar a eficiência do uso dos recursos. Construir um sistema econômico com maior nível de liberalização. Promover o desenvolvimento de alta qualidade da iniciativa One Belt One Road (Nova Rota da Seda comumente entendido). Participar ativamente na reforma do sistema de governança econômica global. Elevar o nível de renda da população chinesa. Reforço da política de prioridade da empregabilidade. Construir um sistema de educação de qualidade. Construir um sistema multinível de previdência social multinível. Promover a construção civil baseada na saúde dos operários. Enfrentar ativamente o envelhecimento da população. Fortalecer e inovar a governança social. Fortalecimento dos sistemas de segurança nacional e de capacitação. Garantir a segurança econômica nacional. Salvaguardar a vida das pessoas. Manutenção da estabilidade e segurança social. Melhorar a qualidade e a eficácia da defesa nacional e da modernização do exército. Promover o crescimento simultâneo da defesa nacional e da força econômica. Terceiro Bloco – Encerramento: O terceiro bloco concentra-se no fortalecimento da liderança centralizada e unificada do Comitê Central do Partido, na promoção da construção política socialista e na melhoria dos mecanismos de planejamento e implementação. Fortalecimento da liderança centralizada e unificada do Partido. Promover a construção política socialista. Manter a prosperidade e a estabilidade a longo prazo de Hong Kong e Macau. Promover o desenvolvimento pacífico das relações de Taiwan e a unificação da pátria. Promover ativamente um ambiente externo positivo. Melhoria dos mecanismos de planejamento e implementação. Fonte: 21caijin
23 de outubro de 2020
Em uma entrevista coletiva no dia 23 de outubro no Escritório de Informação do Estado, Wen Ku, porta-voz do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação e diretor do Departamento de Desenvolvimento de Informação e Comunicação da China, informou que a tarifa média para o tráfego de banda larga fixa e telefonia móvel no país caiu mais de 95% nos últimos cinco anos, e o consumo médio mensal dos usuários chineses é de 10,86 GB, um aumento de 38 vezes a partir de 2015. A velocidade média de download da banda larga fixa e 4G na China aumentou mais de 7 vezes a partir de 2015, com redes fixas funcionando agora em 43MB e redes móveis (4G) em 29MB. A China responde por mais da metade das estações de 4G do mundo, complementando com mais de 690.000 estações 5G construídas em menos de um ano. Wen Ku relatou que a indústria de informação e comunicação da China manteve um desenvolvimento constante e relativamente rápido, a taxa de penetração da Internet excedeu a meta planejada antes do prazo. No final de 2019, os usuários de banda larga fixa e móvel atingiu 91% e 96%, respectivamente. Mais de 80 milhões de residências são cobertas por fibra ótica e mais de 1,2 bilhões de assinantes de 4G. A comercialização do 5G tem aumentado gradativamente, atualmente existem mais de 160 milhões de usuários conectados. As empresas têm sido incentivadas pelo governo a introduzir vários pacotes de tarifas preferenciais, políticas de oferecimento de mais quotas quando o usuário zerar o seu pacote do mês, aumento da velocidade sem aumentar o preço, lançamento de pacotes para determinados grupos sociais, diminuição dos custos da empresa, entre outros benefícios. Fonte: 21caijin
23 de outubro de 2020
O Vice-Ministro da Indústria e Tecnologia da Informação, Wang Zhijun, apresentou na coletiva de imprensa do Escritório de Informação do Conselho Estadual, vários dados importantes sobre o desenvolvimento das indústrias chinesas nos últimos 4 anos. Em 2016-2019, o valor agregado industrial da China aumentou de 24,54 trilhões de yuans (R$ 20,57 trilhões) para 31,71 trilhões de yuans (R$ 26,58 trilhões), uma taxa média de crescimento anual de 5,9%, superior à taxa média de crescimento anual de 2,9% da indústria mundial no mesmo período. Em 2019, o valor agregado industrial da China atingiu 26,9 trilhões de yuans (R$ 22,55 trilhões), respondendo pela participação global de 28,1%, mantendo sua posição, por dez anos consecutivos, como o maior país industrial do mundo. Wang salientou que atualmente, a China é o único país do mundo que possui todas as categorias industriais listadas da ONU, chamado de ISIC (International Standard Industrial Classification of All Economic Activities). São 41 categorias gerais, 207 categorias médias e 666 categorias pequenas. De janeiro a setembro deste ano, o valor agregado industrial das indústrias acima da escala cresceu 1,2% em relação ao ano passado, incluindo um crescimento de 5,8% no terceiro trimestre, mostrando uma recuperação a cada trimestre. Em 2019, a porcentagem de investimento designado a P&D das empresas industriais chinesas alcançou 1,32%, um aumento de 0,42 pontos percentuais em relação a 2015. A proporção de gastos internos designado ao P&D na indústria de manufatura atingiu 1,43%, superando as expectativas de planejamento de 1,26% antes do previsto. Aumento do poder de inovação. Em 2020, A China ocupa a 14ª posição na Inovação Global, definida pela WIPO (Organização Mundial de Propriedade Intelectual), uma elevação de 15 posições comparado com 2015. Em junho de 2020, a taxa de penetração das ferramentas digitais de P&D e design e a taxa de utilização de software dos principais processos das empresas em principais áreas de fabricação era 71,5% e 51,1% respectivamente, com 14,8 e 3,8 pontos percentuais maior do que em 2015. O número de empresas de manufatura da China na lista "Fortune global 500" de 2020 chegou a 38, ficando em primeiro lugar no mundo. Entre as 500 marcas mais valiosas do mundo em 2020, 18 marcas de manufatura estão na lista. A Forbes lançou a lista das 100 maiores empresas da economia digital global em 2019, a China tem 14 empresas na lista. O nível de abertura está melhorando constantemente, a indústria de manufatura em geral está sendo liberalizada de forma ordenada, os campos relacionados a automóveis, navios, aeronaves estão gradualmente abolindo as restrições acionárias, e os sistemas ferroviários, energia nuclear, satélite e outros estão internacionalizando. Em 2019, as exportações de produtos industriais da China cobriram quase 200 países e regiões, com as exportações representando 71% e 21% do total de exportações da China e a quantidade da demanda global, respectivamente, assumindo uma posição chave na cadeia de fornecimento da cadeia industrial global. No final de 2019, haviam sido assinados acordos de cooperação de capacidade de produção com mais de 30 países ao longo do Cinturão e Rota, e mais de 70 zonas de cooperação econômica e comercial no exterior haviam sido construídas. Fonte: 21caijin
15 de outubro de 2020
Em 14 de outubro, na conferência China Wind Power 2020, reunindo mais de 400 empresas de energia eólica que lançaram, pela primeira vez, o plano de mapeamento do desenvolvimento da energia eólica até o ano de 2060. A declaração se compromete a acrescentar mais de 50 milhões de kilowatts de energia eólica anualmente. Após 2025, a nova capacidade média anual de energia eólica da China não deverá ser inferior a 60 milhões de kilowatts, para atingir pelo menos 800 milhões de kilowatts até 2030, e pelo menos 3 bilhões de kilowatts até 2060. Um pesquisador interno de uma empresa central disse aos repórteres: "Esta declaração foi desenvolvida após cálculos bastante cuidadosos e é o primeiro mapeamento com orientação prática sobre as metas claras de neutralidade de carbono da China". Como alcançar a meta de 50 megawatts No final de 2019, a energia eólica tinha uma capacidade instalada acumulada de 210 GW, representando 10,45% da capacidade total instalada de geração de energia do mundo; incluindo 204 GW de energia eólica onshore (no continente) e 5,93 GW de energia eólica offshore (em alto mar), representando 37% e 23% do total mundial, ocupando o primeiro e terceiro lugares, respectivamente. De acordo com dados do Conselho Nacional de Energia (NEA), de janeiro a agosto deste ano, adicionou-se a capacidade conectada à rede de mais de 10 milhões de kilowatts, a capacidade total instalada de mais de 220 milhões de kilowatts, dessa forma, posicionando em primeiro lugar no mundo. Além disso, a eficiência na utilização da energia eólica foi mais uma vez elevada, com a geração eólica do país aumentando 14,5% de janeiro a agosto, e a taxa de utilização da energia eólica aumentando 97%, um aumento de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado. O investimento em energia eólica também tem aumentado constantemente, de janeiro a agosto, mais de 80 bilhões de yuans (R$ 66.83 bilhões) investido em energia eólica já conectado à rede. Fonte: 21caijin
13 de outubro de 2020
Em 1980, Shenzhen tornou-se uma zona econômica especial. O espírito de "Morar na cidade de ShenZhen torna-o Shenzhenês" deixou a cidade versátil que engloba amplas diversidades. Aderir ao princípio de que "o desenvolvimento é a verdade", criou "Milagres de Shenzhen" um após o outro. Sempre se encorajou para explorar o caminho da inovação para a reforma e o desenvolvimento da China, sendo uma verdadeira "Cidade da Inovação". Recentemente, A SFC (Southern Finance Omnimedia) organizou os dados dos 40 anos de desenvolvimento da cidade e divulgou elas em site e aplicativo para celebrar o evento. A velocidade que a cidade cresceu nas últimas décadas é surpreendente, muito o compara com Vale do Cilício, a cidade recebe reconhecimentos internacionais na área de inovação. Link para acessar o programa (somente celular): <https://app.21jingji.com/html/20201010shengai/index.html> Algumas visualizações em português do programa (o programa original não é adaptado ao português): Fonte: 21st Century Business Herald; HuRun Report
25 de setembro de 2020
Zhi XiaoBao, a primeira inteligência artificial voltada para a gestão financeira, foi apresentada na INCLUSION · Fintech Conference, que ocorre em Xangai. Testes ao vivo foram realizados com os visitantes e ótimos resultados foram obtidos, com mais de 70% afirmando terem pensado que estavam falando com uma pessoa real. A tecnologia foi desenvolvida pela Ant Group, cuja apresentação foi organizada por seu diretor de te cnologia, Deng Hong, e sua equipe. Ele afirmou que Zhi XiaoBao tem capacidade de realizar dezenas de milhões de conversas simultaneamente, respondendo o usuário em milissegundos e também sendo mais racional, objetiva e justa que as pessoas reais. Comparada com sua versão antiga, a frequência de conversação com o usuário aumentou em 150%, e a proporção de perguntas autônomas teve aumento de 100%. Entretanto, ainda existem diferenças na eficácia de compreensão do usuário em comparação a uma pessoa real. Deng Hong afirma, “ Por trás da inteligência artificial vem todo o conhecimento da equipe de profissionais, e a tecnologia será continuamente atualizada.” A conferência tem os principais objetivos de promover o desenvolvimento sustentável, explorar as tendências globais da indústria fintech e trazer o estilo de vida digital a todos. A Ant Group sempre procurou inovações, principalmente na área de inteligência artificial, e, todo ano, apresenta novas ferramentas e tecnologias para o mercado. Fonte: 21 st Century Business Herald
21 de julho de 2020
O Escritório Nacional de Estatística da China divulgou dados de renda disponível per capita, após impostos, de 31 províncias da China no primeiro semestre de 2020. Segundo os dados, as duas cidades com maior renda disponível per capita no primeiro semestre do ano foram Xangai e Pequim, que atingiram 36.577 yuans (R$ 28.190; ou R$ 4.698 / mês) e 34.573 yuans (R$ 26.644; ou R$ 4.441/mês), respectivamente. São também as únicas duas regiões da China onde a renda disponível per capita excede 30 mil yuans (R$ 22.973). As regiões de terceiro a quinto lugares são Zhejiang, Jiangsu e Tianjin, com renda disponível per capita no primeiro semestre do ano atingindo 27.039 yuan (R$ 20.838), 22.126 yuans (R$ 17.052) e 22.067 yuans (R$ 17.006), respectivamente. Guangdong ocupa o sexto lugar no país, com uma renda disponível per capita superior a 20 mil yuans (R$ 15.323). Em Fujian, Liaoning, Shandong e Chongqing, a renda disponível per capita ultrapassou 15 mil yuans (R$ 11.492). De acordo com o Escritório Nacional de Estatísticas, no primeiro semestre do ano, em Sichuan, Guizhou e Guangxi, onde há uma população de baixa renda, a renda disponível per capita dos residentes rurais aumentou de 5,5% a 7,6% nominais de ano a ano. Como referência, segundo a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o Brasil registrou um rendimento nominal mensal domiciliar per capita de R$ 1.438,67, em 2019, anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Distrito Federal foi a unidade da federação com maior renda domiciliar per capita, sendo R$ 2.685,76, enquanto o Maranhão registrou o valor de R$ 635,59, o menor do país. Leia mais: Salário mensal de graduados chineses passa de R$4 mil Fonte: The 21st Century Business Herald
5 de junho de 2020
https://youtu.be/VuZjXQD6qMg A região de Pudong, em Xangai, se tornou um símbolo da reforma e abertura da China para o mundo há 30 anos. A Zona Piloto de Livre Comércio de Xangai, iniciada em setembro de 2013, impulsionou ainda mais o crescimento. Veja neste vídeo a transformação da cidade e a evolução da infraestrutura das empresas e de logística portuária. Fonte: XINHUANET