
1 de setembro de 2020
China2Brazil
O Ministério do Comércio e o Ministério da Ciência e Tecnologia da China anunciaram, recentemente, uma revisão do catálogo de Restrições à Exportação da China para produtos de tecnologia. De acordo com a mídia chinesa, o algoritmo considerado a tecnologia central da TikTok pode ter sua exportação proibida. Esta é a primeira vez que o catálogo é revisado desde 2008, disse a agência de notícias Xinhua. Com base na versão de 2008 do catálogo, o ajuste envolveu 53 itens técnicos: foram excluídos 9 itens proibidos ou restritos, adicionados 23 itens restritos e modificadas frases-chave e parâmetros técnicos de 21 itens. A lista revisada incluiu uma categoria chamada “tecnologia de serviço de recomendação de informações personalizadas com base na análise de dados”. De uma forma mais simples, é a tecnologia para recomendar o conteúdo exibido com base nas preferências do usuário, que é considerada o algoritmo central da TikTok. Por meio da precisão do algoritmo, ele pode atrair centenas de milhões de usuários. Sobre esta restrição, Cui Fan, professor da Universidade Chinesa de Economia e Negócios Internacionais, destacou que “se a ByteDance planeja exportar tecnologias relacionadas, deve cumprir o processo de solicitação de licença”. Embora a TikTok opere principalmente no exterior, o suporte técnico vem da China e fornece serviços técnicos de exportação para empresas no exterior. Se uma empresa deseja adquirir a TikTok, é provável que precise transferir o código do software ou seus direitos de uso da China. “Portanto, a ByteDance é aconselhada a estudar cuidadosamente o catálogo ajustado, considerar seriamente e com prudência se é necessário suspender negociações importantes sobre transações relevantes e cumprir os procedimentos legais de arquivamento, enquanto toma outras medidas”, disse o professor Cui. Foi anunciado há poucos dias que a TikTok está prestes a fechar um acordo com a Microsoft e a Wal-Mart, e as duas adquirirão, em conjunto, os negócios da TikTok nos Estados Unidos e outras regiões, avaliados em quase US$ 30 bilhões (R$ 163,92 bilhões). Fonte: mydrivers.com Imagem principal: Pixabay

1 de setembro de 2020
China2Brazil
Os gastos com pesquisa e desenvolvimento experimental (P&D) da China em 2019 ultrapassaram 2 trilhões de yuans (R$ 1,59 trilhão), com os investimentos em pesquisa básica representando 6% pela primeira vez, e os gastos fiscais em ciência e tecnologia ultrapassaram 1 trilhão de yuans (R$ 799,13 bilhões), de acordo com um relatório divulgado conjuntamente com o Escritório Nacional de Estatística, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério das Finanças. De acordo com o relatório, o investimento total em P&D da China em 2019 foi de 2.214,36 bilhões de yuans (R$ 1.771,70 bilhão), um aumento de 12,5%, alcançando um crescimento de dois dígitos por quatro anos consecutivos. A intensidade das despesas de investimento em P&D (em proporção ao PIB) foi de 2,23%, atingindo um novo recorde. Especificamente, o investimento da China em pesquisa básica em 2019 foi de 133,56 bilhões de yuans (R$ 106,76 bilhões), um aumento de 22,5% em relação ao ano anterior, o que representou 6,03% do total. Além disso, o investimento em P&D empresarial ainda mantém sua posição dominante, atingindo 169,2 bilhões de yuans (135,22 bilhões), um aumento de 11,1%, e representando 76,4% do total. A estratégia de desenvolvimento regional também obteve resultados notáveis. Em 2019, os gastos com P&D nas regiões oriental, central e ocidental da China aumentaram 10,8%, 17,7% e 14,8%, respectivamente, e a taxa de crescimento nas regiões central e ocidental foi mais rápida do que na região oriental, que é relativamente mais desenvolvida. Os gastos com P&D no Cinturão Econômico do Rio Yangtze ultrapassaram 1 trilhão de yuans, um aumento de 14,7% em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, a despesa fiscal nacional em ciência e tecnologia em 2019 foi de 107,17 bilhões de yuans (R$ 85,66 bilhões), um aumento de 12,6%. Entre elas, as despesas do governo central representaram 38,9%, enquanto as dos governos locais representaram 61,1%. De acordo com Yongxu Deng, estatístico sênior do escritório, o investimento total em P&D da China, desde 2013 e de uma perspectiva global, tem consistentemente se classificado como o segundo no mundo, e a lacuna com os Estados Unidos tem diminuído gradualmente. No entanto, embora a porcentagem do PIB dedicada à P&D da China se aproxime do nível médio dos 15 países da UE, em comparação com os Estados Unidos (2,83%), Japão (3,26%) entre outros, ainda é insuficiente. A proporção do gasto total da pesquisa básica de P&D ainda tem uma grande lacuna, quando comparado com o nível de mais de 15% dos países desenvolvidos, e o fenômeno de alta produção de P&D de baixa qualidade precisa ser melhorado. Fonte: www.stats.gov.cn

31 de agosto de 2020
China2Brazil
Este ano, a China está enfrentando “a onda de empregos mais difícil da história”. Segundo dados do Ministério da Educação da China, há 8,74 milhões de universitários formados em 2020, um aumento de 400 mil em relação ao ano passado, atingindo um recorde. Ao mesmo tempo, os bancos estatais da China planejam expandir seu recrutamento em dezenas de milhares este ano. No final de 2019, os cinco principais bancos estatais tinham mais de 1,65 milhão de funcionários. O ICBC, o China Construction Bank e o Bank of China, que divulgaram números detalhados de recrutamento, planejam recrutar um total de 44 mil pessoas este ano. Esses bancos importantes apontaram em seus anúncios de recrutamento que, como grandes bancos, devem assumir a responsabilidade social e implementar as “seis estabilidades” e “seis garantias” solicitadas pelo governo central. Este ano, a escala de recrutamento em campus do ICBC atingiu 18 mil; o China Construction Bank expandiu sua escala de recrutamento em campus para mais de 16 mil, 13 mil a mais que no ano passado; o recrutamento global em campus do Banco da China ultrapassou os 10 mil, um aumento anual de mais de 15%. De acordo com o “Relatório de Pesquisa sobre Estudantes Universitários com Dificuldades de Trabalho”, levando em consideração fatores como ingresso no ensino superior, ida ao exterior e retorno de estudantes estrangeiros, há 7,05 milhões de universitários precisando de emprego este ano. Além de funcionários governamentais e empresários, o número de universitários que vão trabalhar em instituições voltadas para o mercado é de cerca de 5,9 milhões. Leia mais: Alibaba planeja oferecer treinamento gratuito em e-commerce de lives a graduados Fonte: tech.sina.com.cn

31 de agosto de 2020
China2Brazil
A fabricante chinesa líder de smartphones, OPPO, e a América Móvil, maior operadora de telecomunicações da América Latina, anunciaram recentemente que as duas partes assinaram um acordo de cooperação estratégica para estabelecer, formalmente, uma parceria. Os smartphones da OPPO entrarão no México e em outros mercados latino-americanos por meio da Telcel e da Claro, duas subsidiárias da América Móvil. “A OPPO tem o prazer de lançar uma cooperação estratégica com a América Móvil, que permitirá aos consumidores locais desfrutar de uma melhor experiência de comunicação”, disse Alen Wu a esse respeito, vice-presidente e presidente de vendas globais da OPPO. “Esta colaboração representa uma conquista importante para a OPPO em seu desenvolvimento nos mercados latino-americanos e globais.” Marcos Linares, vice-diretor de marketing da Telcel, acredita que “A cooperação entre a América Móvil e a OPPO trará produtos e serviços mais inovadores ao mercado latino-americano, permitindo aos consumidores desfrutar de uma futura experiência 5G”. Fortalecer a cooperação com as principais operadoras globais sempre foi uma das maneiras importantes da OPPO para construir uma marca global. Atualmente, a OPPO coopera com mais de 80 operadoras parceiras em todo o mundo. Neste ano, a OPPO estabeleceu cooperação com uma série de operadoras líderes mundiais e fez progressos importantes nos negócios em mercados maduros, como Europa e Japão. Ao mesmo tempo, a OPPO também planeja buscar cooperação com mais operadoras tradicionais em 1 a 2 anos. Fonte: Global News

31 de agosto de 2020
China2Brazil
A Xpeng Motors foi oficialmente listada na Bolsa de Valores de Nova York, com o código de ações “XPEV”, tornando-se a terceira marca de carros de nova energia listada nos EUA, depois da NIO e LI. O preço das ações abriu a US$ 23,1 (R$ 127,09), 56% superior ao preço de emissão, e fechou a US$ 21,22 (R$ 116,74), o que representa um aumento de 41,47% em relação ao preço de emissão. O valor total de mercado atingiu US$ 15,59 bilhões (R$ 85,76 bilhões). Após a oferta pública inicial (IPO) da Xpeng Motors, o fundador Xiaopeng He ainda é o maior acionista, com 31,6% das ações, seguido pela Ali, com 14,4%, que é a maior acionista externa. De acordo com o prospecto, a Xpeng Motors concluiu 10 rodadas de financiamento desde sua criação. O financiamento mais recente foram as rodadas de financiamento C+ e C++ realizadas em julho e agosto deste ano, arrecadando US$ 900 milhões (R$ 4,94 bilhões). Os investidores incluem Alibaba, Aspex, Coatue, Hillhouse Capital e Sequoia China. A avaliação pós-investimento foi de US$ 8 bilhões (R$ 44 bilhões). Em novembro do ano passado, a Xpeng Motors levantou US$ 400 milhões (R$ 2,12 bilhões) em financiamento da Série C e introduziu um investimento estratégico da Xiaomi Group. No segundo trimestre de 2020, a Xpeng Motors tinha ativos em dinheiro de 2,12 bilhões de yuans (R$ 1,69 bilhão), e suas reservas de caixa eram melhores do que as de seus concorrentes NIO e LI antes da IPO. Ao mesmo tempo, para comemorar a listagem da Xpeng Motors, a plataforma de compra em grupo da Alibaba, Juhuasuan, anunciou oficialmente que lançará subsídios de 10 bilhões de yuans (R$ 8,01 bilhões) nos carros da Xpeng. A Xpeng Motors foi criada em 2014, sendo presente, principalmente, no mercado chinês. Ao final de julho, o volume acumulado de entregas alcançou 20.707 unidades. Fonte: TMTPOST

28 de agosto de 2020
China2Brazil
https://youtu.be/ilp0QUrP6zw A cidade de Zhengzhou, na província central Henan, na China, iniciou testes de operação de uma linha de ônibus de piloto automático. Os chamados ônibus-robô estacionam sozinhos e fazem o carregamento de energia automaticamente quando detectam que sua bateria está fraca. Os veículos são equipados com tecnologia 5G. Veja no vídeo as características do ônibus automático. Fonte: Xinhua News

28 de agosto de 2020
China2Brazil
A plataforma chinesa de streaming de vídeo Bilibili (Nasdsaq: BILI), divulgou seu relatório financeiro do segundo trimestre, encerrado em 30 de junho, do ano fiscal de 2020. O relatório mostra que a receita do segundo trimestre da Bilibili atingiu um novo recorde, com uma receita líquida total subindo em 70% para 2,62 bilhões de yuans (R$ 2,13 bilhões), valor acima das expectativas do mercado. O relatório financeiro mostra que, no segundo trimestre, os usuários ativos mensais da Bilibili atingiram 172 milhões, um aumento anual de 55%; a média de usuários ativos diários atingiu 51 milhões, um aumento anual de 52%; o número médio de usuários pagantes no mês atingiu 12,9 milhões, um aumento anual de 105%. Sua margem de lucro bruto passou de 16% no mesmo período do ano passado para 23%, alcançando cinco trimestres consecutivos de crescimento. No segundo trimestre de 2020, a receita de jogos para celular da Bilibili foi de 1,2 bilhão de yuans (R$ 1 bilhão), um aumento de 36% em relação ao ano anterior; a receita de serviços de valor agregado do segundo trimestre foi de 825 milhões de yuans (R$ 672 bilhões), um aumento anual de 153%; a receita de publicidade foi de 349 milhões de yuans (R$ 284 bilhões), um aumento de 108% em relação ao ano anterior; a receita de e-commerce e outros foi de 196 milhões de yuans (R$ 160 bilhões), um aumento de 58% em relação ao ano anterior. “O vídeo, como o meio de informação mais interativo e influente no momento, mudou muito a forma como as pessoas expressam e consomem conteúdo”, disse Chen Rui, presidente e CEO da Bilibili, “acredito que o vídeo se tornará uma grande tendência no desenvolvimento da Internet no futuro”. Fonte: TMTPOST

28 de agosto de 2020
China2Brazil
A montadora Tesla pode ter cerca de 40% de suas vendas atribuídas ao mercado chinês até 2022, de acordo com uma nova nota do analista da Wedbush Securities, Dan Ives. De acordo com relatos da mídia estrangeira, a superfábrica da Tesla em Xangai foi colocada em produção no ano passado, e o Modelo 3 produzido por ela começou a ser entregue ao público no dia 7 de janeiro. Com a melhora da capacidade de produção, as vendas de veículos elétricos da Tesla no mercado chinês também continuaram a aumentar, ultrapassando 11.000 em julho. No entanto, a previsão de Dan Ives é condicional, contanto que a Tesla consiga atender à crescente demanda do mercado chinês por veículos elétricos, que é o maior mercado de veículos elétricos do mundo. O potencial de crescimento do mercado chinês é um fator importante no ajuste ascendente, por Dan Ives, do preço das ações da Tesla. Ele aumentou sua expectativa sobre o preço das ações da Tesla, dos US$ 2.500 (R$ 13.885) estimados anteriormente, para US$ 3.500 (R$ 19.439,00). Os veículos elétricos da Tesla, vendidos no mercado chinês, serão produzidos principalmente pela Shanghai Super Factory. Além do Modelo 3, que já foi colocado em produção, ela também produzirá o Modelo Y. A construção da fábrica começou este ano, e um grande número de equipamentos já está instalado. Atualmente, a linha de produção avança dentro do cronograma, com previsão de que o Modelo Y seja entregue em 2021. Leia mais: Elon Musk, CEO da Tesla, elogia o caráter “inteligente” e “pessoas trabalhadoras” da China Fonte: TechWeb

28 de agosto de 2020
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O Xiaomi Group lançou relatório financeiro do segundo trimestre e primeiro semestre do ano. No segundo trimestre, a receita foi de 53,5 bilhões de yuans (R$ 43,6 bilhões), um aumento de 7,7% no comparativo mensal e 3,1% no comparativo anual. O lucro líquido ajustado foi de 3,4 bilhões de yuans (R$ 2,8 bilhões), um aumento de 46,6% no comparativo mensal e uma redução de 7,2% no comparativo anual. No primeiro semestre do ano, o Xiaomi Group obteve receita de 103,2 bilhões de yuans (R$ 84 bilhões), um aumento anual de 7,9% e lucro líquido ajustado de 5,67 bilhões de yuans (R$ 4,61 bilhões), com redução homóloga de 0,7%. A receita vem principalmente dos negócios de smartphones, IoT e bens de consumo e serviços de Internet. No segundo trimestre, a receita dos três negócios representou 59,1%, 28,5% e 11%, respectivamente. No segundo trimestre de 2020, o negócio de smartphones do Xiaomi Group obteve uma receita de 31,6 bilhões de yuans (R$ 25,7 bilhões), queda de 1,2% comparado ao ano anterior. O volume de vendas de celulares atingiu 28,3 milhões de unidades, que também diminuiu em relação às 32,1 milhões de unidades vendidas no segundo trimestre de 2019. O Xiaomi Group afirmou que a queda na receita e nas vendas deveu-se principalmente ao impacto da pandemia, principalmente em mercados externos. De acordo com estatísticas da Canalys, as vendas globais de smartphones do Xiaomi no trimestre continuaram em quarto lugar no mundo, com uma participação de mercado de 10,1%, e o mercado externo se recuperou significativamente. No segundo trimestre, a receita do Xiaomi Group no mercado externo atingiu 24 bilhões de yuans (R$ 20 bilhões), um aumento de 10% com relação ao ano anterior, representando 44,9% da receita total. Com exceção da Índia, a média de ativações diárias de smartphones da empresa, em mercados internacionais, ultrapassou o nível anterior ao surto de janeiro de 2020. De acordo com dados da Canalys, no segundo trimestre de 2020, o Xiaomi Group classificou-se entre as cinco primeiras nos 50 países e regiões do mundo em termos de participação de mercado, e entre as três primeiras em 25 países e regiões. Na Europa, as vendas de smartphones do Xiaomi Group aumentaram 64,9% com relação ao ano anterior, com uma participação de mercado de 16,8%, e ficando, pela primeira vez, entre as três primeiras. O rápido crescimento das vendas do Xiaomi na Europa também ajudou a aumentar o preço médio de venda de seus telefones celulares. Nos mercados internacionais, o volume de vendas do Xiaomi de telefones celulares de última geração, com preços de 300 euros ou mais, aumentou 99,2% no segundo trimestre comparado ao ano anterior. Leia mais: CEO da Xiaomi, Lei Jun, vende R$ 165,93 milhões em sua primeira live Fonte: Sina.com.cn Fonte da foto: Xiaomi

27 de agosto de 2020
China2Brazil
A controladora do Alipay, Ant Group, apresentou um prospecto de listagem ao Conselho de Inovação Tecnológica e Científica da Bolsa de Valores de Xangai e, simultaneamente, apresentou a Prova de Solicitação A1 à Bolsa de Valores de Hong Kong, marcando um passo crucial para a listagem de ambos nas Bolsas de Valores de Xangai e Hong Kong (Ações A + H). Os documentos do prospecto mostram que o número total de novas ações que a Ant Group pretende emitir em ações A e H não deve ser inferior a 10% de seu capital social total após a emissão, que será de mais de 30 bilhões de ações. Isso significa que serão emitidas não menos que 3 bilhões de novas ações. Embora o preço de emissão por ação e a avaliação-alvo ainda não tenham sido determinados, o mercado geralmente acredita que a Ant Group provavelmente criará uma das maiores IPOs do mundo dos últimos anos. Em 2018, quando a Ant Group levantou sua rodada C de financiamento, segundo relatórios públicos, sua avaliação havia chegado a US$ 150 bilhões (R$ 834,12 bilhões). Os especialistas da indústria acreditam que a avaliação da IPO da Ant Group nos dois locais será de mais de US$ 200 bilhões (R$ 1,11 trilhão). Esta é a primeira vez que a Ant Group divulga totalmente seus dados essenciais e planos futuros. De acordo com os documentos do prospecto, a receita anual da Ant Group em 2019 foi de 120,6 bilhões de yuans (R$ 97,38 bilhões) e o lucro líquido foi de 18,07 bilhões de yuans (R$ 14,59 bilhões). De janeiro a junho deste ano, a receita da Ant foi de 72,5 bilhões de yuans (R$ 58,54 bilhões). Como uma gigante do campo de pagamento móvel, nos últimos 12 meses até 30 de junho de 2020, a escala total de transações de pagamento doméstico da Ant Group atingiu 118 trilhões de yuans (R$ 95,28 trilhões), representando mais de 50% do mercado de pagamento digital. Além disso, os usuários ativos anuais da Alipay ultrapassaram 1 bilhão de yuans (R$ 807,49 milhões). Fonte: GeekPark Fonte da foto: thestandard.com