
13 de abril de 2023
China2Brazil
O Banco Industrial e Comercial da China (Brasil) Ltda anunciou que processou com sucesso sua primeira transação de liquidação transfronteiriça em renminbi (RMB), o que representa um avanço considerável nos negócios transfronteiriços em RMB do banco no mercado brasileiro. Em fevereiro, o Banco Popular da China, banco central do país, autorizou o ICBC Brasil como o banco de compensação RMB no Brasil, o que permitiu ao banco realizar transações em RMB entre clientes brasileiros e chineses. Na transação em questão, o ICBC Brasil deu suporte a ambas as partes, permitindo a liquidação diretamente na moeda chinesa. Isso demonstrou vantagens significativas em termos de eficiência de compensação, custos de câmbio e segurança dos fluxos de fundos e informações, afirmou o banco em comunicado à imprensa. "Continuaremos a aproveitar ativamente nossas vantagens como o banco de compensação RMB no Brasil e nos esforçaremos para fornecer serviços de liquidação transfronteiriça convenientes, eficientes e seguros em RMB para empresas de ambos os países, promovendo o desenvolvimento contínuo da cooperação econômica e comercial entre a China e o Brasil", disse o chefe do ICBC Brasil. O sucesso da transação é um importante passo para aumentar a proporção de RMB no comércio e investimento entre a China e o Brasil , já que as empresas de ambos os países agora possuem mais opções de moeda para o comércio. Nos últimos anos, a cooperação econômica e comercial entre a China e o Brasil tem se aproximado cada vez mais, o que torna a implementação bem-sucedida desta transação ainda mais relevante. Com isso, o ICBC Brasil reforça sua posição como um dos principais players em transações financeiras entre Brasil e China, o que deve impulsionar ainda mais o comércio e investimento entre os dois países. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Xinhua Imagem principal: Agência Xinhua

13 de abril de 2023
China2Brazil
Para empresas em todo o mundo, a China International Consumer Products Expo (CICPE) tem sido uma porta de entrada no mercado chinês, dando um impulso necessário à confiança global nos negócios, afetada pela COVID. Realizada na ilha turística da província de Hainan, a terceira CICPE atraiu mais de 3.300 marcas de 65 países e regiões. Nos primeiros dois dias da exposição, o centro de exposições à beira-mar já recebeu mais de 90.000 visitas. Como expositor pela primeira vez, Masashi Nanase, gerente assistente da empresa japonesa Fujiya Corporation, estava animado em ver estandes de exposição repletos de visitantes. Segundo ele, o fluxo contínuo de visitantes mostra a vitalidade da economia chinesa. Esperando expandir seus negócios para o continente chinês, a empresa de Nanase pretende usar a CICPE como plataforma para promover produtos. "Acredito que nossa empresa terá um grande desenvolvimento na China", disse o gerente. Stephan Mecha, chefe de vendas do grupo da Volkswagen na China, disse que a CICPE é uma plataforma para expandir o comércio, fortalecer a cooperação e promover o desenvolvimento entre os países. Durante o período de 2013 a 2021, a China permaneceu como o maior contribuinte para o crescimento econômico global , com o consumo assumindo um papel maior em sustentar seu crescimento econômico. Dados oficiais mostraram que o consumo final contribuiu com 65,4% para a expansão do PIB do país em 2021, superando o investimento e a exportação para se tornar o maior contribuinte para o crescimento. O consumo também foi destacado pelos formuladores de políticas da China em vários documentos e reuniões importantes. No relatório anual do governo deste ano, por exemplo, o país reafirmou sua determinação em priorizar a recuperação e a expansão do consumo. Com oportunidades e políticas de apoio, o segundo maior mercado consumidor do mundo tem um apelo irresistível para os negócios globais. E a CICPE , a primeira exposição de nível estadual de produtos de consumo de boutique, se torna ainda mais proeminente. A exposição é uma excelente oportunidade para mostrar a marca aos clientes chineses e aproximar os laços entre a empresa e o mercado chinês, disse Josie Zhang, presidente da Burberry China. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Xinhua Imagem principal: Agência/ Xinhua

13 de abril de 2023
China2Brazil
O tokamak supercondutor experimental avançado (EAST), apelidado de "sol artificial" chinês, alcançou uma operação de plasma de alto confinamento em estado estável por 403 segundos, dando um passo crucial rumo ao desenvolvimento de um reator de fusão. O avanço, que exigiu mais de 120.000 tentativas, melhorou significativamente o recorde mundial anterior, estabelecido pelo próprio EAST em 2017, de 101 segundos. O objetivo final do EAST, sediado no Instituto de Física de Plasma da Academia Chinesa de Ciências (ASIPP, na sigla em inglês) , em Hefei, é criar fusão nuclear como a do sol, usando substâncias abundantes no mar para fornecer uma fonte contínua de energia limpa. Em uma entrevista exclusiva à Xinhua, Song Yuntao, diretor do ASIPP, explicou que o principal significado desse avanço está no modo de alto confinamento. A operação de plasma de alto confinamento aumentou significativamente a temperatura e a densidade de partículas, o que estabelece uma base sólida para melhorar a eficiência de geração de energia das futuras usinas de energia de fusão e reduzir os custos. Ao contrário dos combustíveis fósseis, como carvão, petróleo e gás natural, que têm recursos limitados e impactos ambientais negativos, o "sol artificial" chinês usa matérias-primas quase ilimitadas na Terra. A energia de fusão é considerada mais segura e limpa, e é vista como a "energia definitiva" ideal para o futuro da humanidade. Desde o seu lançamento em 2006, o EAST, que foi projetado e desenvolvido pela China, tem sido uma plataforma de teste aberta para cientistas chineses e internacionais conduzirem experimentos e pesquisas relacionados à fusão. Atualmente, o projeto de engenharia para o Reator de Teste de Engenharia de Fusão da China (CFETR, na sigla em inglês ), considerado o "sol artificial" de próxima geração , foi concluído, com o objetivo de construir o primeiro reator de demonstração de fusão do mundo. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo Imagem principal: Zheng Tieliu/ Xinhua

12 de abril de 2023
China2Brazil
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta quarta-feira sua visita de quatro dias à China. É esperado que a viagem eleve as relações bilaterais, tanto políticas quanto econômicas, a um novo patamar e contribua com energia positiva para a complexa situação internacional. Acompanhado por centenas de empresários, governadores estaduais, congressistas e ministros, Lula fará sua terceira visita oficial à China como presidente do Brasil . A visita estava originalmente marcada para março, mas foi adiada devido às condições de saúde de Lula. Também será a primeira viagem de Lula fora do Hemisfério Ocidental desde que assumiu o terceiro mandato em 1º de janeiro. Sua visita o levará a Xangai e Pequim. Em Xangai, ele participará da inauguração da ex-presidente brasileira Dilma Rousseff como chefe do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS. Em Pequim, Lula se encontrará com o presidente Xi Jinping, o primeiro-ministro Li Qiang e Zhao Leji, presidente do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo, o principal órgão legislativo do país. "Os dois lados mantiveram comunicação próxima sobre a visita", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin, na terça-feira. "O fato de Lula liderar uma grande delegação à China em sua visita de estado tão logo após sua recuperação indica a importância elevada que ambos os lados atribuem a essa visita e a nossas relações bilaterais." A China está pronta para trabalhar com o Brasil e aproveitar esta visita como uma oportunidade para atualizar a cooperação mutuamente benéfica e amistosa em vários setores e trazer mais energia para que os países em desenvolvimento coordenem em unidade e lidem conjuntamente com os desafios globais, disse Wang. De acordo com uma declaração do escritório de imprensa de Lula, cerca de 20 acordos bilaterais devem ser assinados durante a visita. A relação China-Brasil tem sido mais próxima e o comércio aumentou de forma contínua e sustentável desde 2004, quando Lula visitou Pequim pela primeira vez. Em 2009, ele visitou a China pela segunda vez. A China tem sido o maior parceiro comercial do país sul-americano desde 2009. Segundo a Administração Geral de Alfândegas, o comércio bilateral alcançou US$ 171,49 bilhões em 2022, um aumento anual de 4,9%. "Durante a visita, espera-se que os dois países consolidem a base da cooperação existente em setores tradicionais, como construção de infraestrutura, agricultura e mineração, e expandam a cooperação em novas áreas, incluindo a economia verde, economia digital e alta tecnologia", disse Wang Youming, diretor do Instituto de Países em Desenvolvimento do China Institute of International Studies. A cooperação bilateral já rendeu frutos antes da chegada de Lula. Em 7 de fevereiro, o Banco Popular da China, o banco central do país, assinou um memorando de cooperação com o Banco Central do Brasil para estabelecer acordos de compensação em renminbi no Brasil, uma medida que impulsionará a facilitação do comércio e do investimento bilateral. Desde o estabelecimento das relações diplomáticas há quase meio século , as relações entre a China e o Brasil mantiveram um crescimento constante em meio às mudanças no cenário internacional e alcançaram resultados frutíferos na cooperação prática em diversos setores, estabelecendo um bom exemplo para os principais países em desenvolvimento que buscam o desenvolvimento conjunto por meio da solidariedade e colaboração. De acordo com Wang do CIIS, o desenvolvimento das relações China-Brasil ajudará a impulsionar a cooperação da China com a América Latina e a aprofundar as relações da China com organizações regionais como a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos. "Em um momento em que o cenário internacional está sofrendo volatilidade sistemática e o sistema de governança global está fragmentado, a coordenação e as interações entre os dois países em questões globais quentes também revelarão as opiniões independentes dos países em desenvolvimento e importantes economias emergentes no que diz respeito à segurança global e à ordem internacional", acrescentou. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo Imagem principal: Ricardo Stuckert/ Divulgação Gov.br

12 de abril de 2023
China2Brazil
Por: Zhuohua Liang O presidente francês Emmanuel Macron desembarcou em Pequim no dia 5 de abril para dar início a uma visita de três dias à China. Acompanhado pelo presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, Macron também viajou com uma delegação empresarial francesa composta por representantes de empresas como a Airbus, a EDF, a Alstom, o BNP Paribas, a L'Oréal e outras empresas de luxo. Antes de partir para a China, von der Leyen fez um discurso no Mercator Institute for China Studies em Berlim, onde afirmou que a China está passando por grandes mudanças e desempenhando um papel cada vez mais importante no cenário político mundial. Ela destacou que desvincular-se da China não é viável nem está de acordo com os interesses da Europa, e que o foco deve ser em como "desviar o perigo" em relação à China. Von der Leyen também admitiu que a relação com a China é "uma das mais complexas e importantes do mundo" e que a forma como a questão é abordada terá um impacto decisivo na prosperidade econômica e na segurança nacional da Europa. [caption id="attachment_16696" align="alignnone" width="538"] Screenshot - Emmanuel Macron / Twitter[/caption] Ao chegar em Pequim, Macron fez seu primeiro discurso público na embaixada francesa na China, onde enfatizou a importância de fortalecer os laços com a China. Ele declarou que nunca considerou a possibilidade de "desvinculação" entre a China e a Europa, e que a França está comprometida em manter relações comerciais com a China, além de buscar restabelecer as relações estratégicas e de parceria global com o país. Durante a visita de Macron, os líderes dos dois países testemunharam a assinatura de vários acordos bilaterais de cooperação em áreas como agricultura, tecnologia, aviação, energia nuclear civil, desenvolvimento sustentável e cultura. A Airbus assinou vários novos acordos de cooperação com parceiros da indústria aeronáutica da China. O CEO da Airbus, Guillaume Faury, anunciou que a empresa francesa havia conquistado um grande pedido de 160 aeronaves na China e que havia decidido construir uma segunda linha de montagem final em Tianjin, o que dobraria a capacidade de produção da linha de montagem existente. Os líderes chinês e francês também emitiram uma declaração conjunta com 51 pontos, abrangendo questões geopolíticas, diplomáticas, comerciais, culturais, de cooperação global e governança, entre outros temas. A declaração conjunta incluiu o reconhecimento pela França do princípio de "uma China". [caption id="attachment_16697" align="alignnone" width="567"] Screenshot - Emmanuel Macron / Twitter[/caption] Durante uma reunião com Macron no Salão do Povo em Pequim em 6 de abril, o presidente chinês Xi Jinping destacou que a estabilidade é uma característica proeminente e um tesouro valioso das relações entre a China e a França, e que essas relações devem ser cuidadosamente mantidas. Macron declarou que a verdadeira amizade é baseada em mútuo entendimento e respeito. O lado francês aprecia o apoio contínuo da China à França e à Europa em manter a independência, soberania e unidade, e está disposto a respeitar os interesses centrais de cada um, como a soberania e a integridade territorial, fortalecer a cooperação na indústria tecnológica e industrial, abrir mutuamente os mercados, intensificar a cooperação em tecnologias como inteligência artificial e ajudar uns aos outros a realizar o desenvolvimento e revitalização. "Podemos fazer muito juntos. Viva a amizade franco-chinesa!" escreveu Macron em sua conta no Twitter, em três idiomas: chinês, inglês e francês, logo após concluir sua visita à China. Tradução: Mei Zhen Li Imagem principal: Xie Huanchi/ Xinhua

12 de abril de 2023
China2Brazil
O portal de mídia financeira local, Yicai Global, recentemente divulgou uma lista com as 20 cidades chinesas com maior volume de comércio exterior, com base em dados da Administração Geral de Alfândegas da China (Gacc, na sigla em inglês) nos primeiros dois meses de 2023. Das 20 cidades listadas, mais da metade está localizada nas regiões do Delta do Rio Yangtze e do Delta do Rio Pérola, enquanto as três restantes se encontram nas regiões central e ocidental do país, incluindo Chengdu, Zhengzhou e Chongqing. Xangai lidera a lista geral de importação e exportação , com um aumento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado, seguida por Pequim e Shenzhen. Abaixo estão as dez cidades chinesas mais bem posicionadas em comércio exterior: Top 10 - Tianjin Volume de importação e exportação: 120,29 bilhões de yuans (US$ 17,5 bilhões) [caption id="attachment_16675" align="alignnone" width="2560"] Tianjin - Govan/ Adobe Stock[/caption] Top 9 - Qingdao Volume de importação e exportação: 124,49 bilhões de yuans [caption id="attachment_16676" align="alignnone" width="2560"] Qingdao - 昊 周/ Adobe Stock[/caption] Top 8 - Xiamen Volume de importação e exportação: 148,23 bilhões de yuans [caption id="attachment_16677" align="alignnone" width="2560"] Xiamen - Atosan/ Adobe Stock[/caption] Top 7 - Guangzhou Volume de importação e exportação: 149,33 bilhões de yuans [caption id="attachment_16678" align="alignnone" width="2560"] Guangzhou - 昊 周/ Adobe Stock[/caption] Top 6 - Dongguan Volume de importação e exportação: 168,2 bilhões de yuans [caption id="attachment_16679" align="alignnone" width="2560"] Dongguan/ 699Pic[/caption] Top 5 - Ningbo Volume de importação e exportação: 186,6 bilhões de yuans [caption id="attachment_16680" align="alignnone" width="2560"] Ningbo - 昊 周/ Adobe Stock[/caption] Top 4 - Suzhou Volume de importação e exportação: 341,38 bilhões de yuans [caption id="attachment_16681" align="alignnone" width="2560"] Suzhou - Weiming/ Adobe Stock[/caption] Top 3 - Shenzhen Volume de importação e exportação: 466,17 bilhões de yuans [caption id="attachment_16682" align="alignnone" width="1790"] Shenzhen - WR.LILI/ Adobe Stock[/caption] Top 2 - Pequim Volume de importação e exportação: 576,19 bilhões de yuans [caption id="attachment_16683" align="alignnone" width="2560"] Pequim - ABCDstock/ Adobe Stock[/caption] Top 1 - Xangai Volume de importação e exportação: 681,56 bilhões de yuans [caption id="attachment_16684" align="alignnone" width="2560"] Xangai- Zhao Dongfang/ Adobe Stock[/caption] Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Leungchopan/ Adobe Stock

12 de abril de 2023
China2Brazil
Por: Zhuohua Liang Recentemente, o tribunal da cidade de Leshan, na província de Sichuan, condenou três réus por cometerem crimes ambientais. Eles cortaram e venderam ilegalmente 76,72 toneladas de madeira, lucrando um total de 39.000 yuans (cerca de US$ 6 mil). No entanto, surpreendentemente, o tribunal permitiu que os réus evitassem a prisão cumprindo uma pena diferente: eles tiveram que comprar créditos de carbono. Os infratores de Leshan foram condenados a pagar três somas de dinheiro: uma multa de 14.000 yuans, a restauração da vegetação, pagar uma empresa de jardinagem para plantar mudas de árvores no local original ou em outro local, e a compra de créditos de carbono para compensar as emissões de dióxido de carbono que seriam causadas pelo corte das árvores. Esse tipo de sentença tem se tornado mais comum em casos de crimes ambientais menos graves na China, como uma forma de incentivar a restauração do meio ambiente. Em casos em que as vítimas são o próprio ecossistema, o tribunal pode designar uma bolsa de valores ambientais para representar os interesses da natureza e quantificar o custo material de sua restauração, com a cobrança desses custos fornecendo a indenização para as vítimas. Os créditos de carbono são uma parte cada vez mais importante do mercado de carbono da China, que visa estimular o reflorestamento e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Em 2009, o governo chinês lançou o "Documento nº 1 do Centro", que exigia um esforço para aumentar as compensações florestais de carbono. Em junho de 2022, o Supremo Tribunal Popular da China publicou um "Guia sobre a aplicação da lei em casos civis relacionados a disputas de recursos florestais", que permite que os infratores compensem os danos causados ao meio ambiente comprando créditos de carbono verificados, ao invés de pagar indenizações por danos ambientais. É esperado que esse tipo de medida se espalhe por toda a China nos próximos anos, especialmente no sul do país, onde o sistema tem sido mais amplamente implementado. Em casos como o de Leshan, a quantidade de créditos de carbono que os réus precisam comprar para evitar a prisão é determinada pelo valor das emissões de dióxido de carbono que seriam emitidas pela madeira ilegalmente cortada. Nos últimos anos, o mercado de carbono e os créditos de carbono têm recebido cada vez mais atenção e, com a maturidade dos procedimentos relacionados, têm se tornado mais amplamente utilizados em todo o mundo. Como parte da visita presidencial à China , o Brasil tem discutido a possibilidade de cooperação com a China para estabelecer um sistema de comércio de créditos de carbono. Tradução: Mei Zhen Li Imagem principal: Gustavo - Adobe Stock

12 de abril de 2023
China2Brazil
Um homem de Xangai recentemente publicou um vídeo no qual usou inteligência artificial para criar uma versão digital de sua falecida avó, informou o portal yangtse.com, na segunda-feira (10). O homem, de 24 anos, usa o nome Wu Wuliu no Bilibili , uma das plataformas de compartilhamento de vídeo mais populares do país. Ele postou o vídeo em homenagem à sua avó, que morreu em janeiro. Wu disse que sua avó o criou quando era criança e que eles tinham um relacionamento próximo, acrescentando que só trocou algumas palavras simples com ela durante seus últimos dias e não consegue lidar com a perda. Como designer visual, Wu teve a ideia de "trazê-la de volta" imitando sua aparência, voz, personalidade e memórias por meio de aplicativos de IA. Ele importou várias fotos de sua avó para os programas para criar um avatar realista e depois enviou suas mensagens verbais para simular sua voz e sotaque. Finalmente, ele transformou a linguagem da IA em conversas que poderiam acontecer entre ele e sua avó. A "avó" pode piscar os olhos, acenar com a cabeça e até rir calorosamente. Quando Wu perguntou se ela tinha preparado bens de férias para o Festival da Primavera, ela disse no dialeto: "Comprei duas garrafas de óleo de cozinha e elas cheiram bem". Quando Wu perguntou o que ela disse ao seu pai quando estava viva, ela disse: "Eu disse a ele para não beber demais, economizar dinheiro e parar de jogar". Ao conversar com ela, Wu disse que poderia amenizar a dor de sua perda, acrescentando que sabia que era uma ilusão reconfortante. As reações dos usuários da Internet foram mistas. Alguns apoiaram Wu, já que as pessoas "reconectando" com entes queridos falecidos por meio da ajuda da IA podem trazer conforto. Outros acharam que tal réplica é sem sentido e poderia manter as pessoas presas em suas memórias. "De uma perspectiva psicológica, em comparação com itens tradicionais como fotografias póstumas e pertences pessoais, a tecnologia de IA pode preservar melhor a imagem e a personalidade de entes queridos falecidos, proporcionando conforto aos que estão de luto", disse Chen Zhilin, conselheiro psicológico de nível nacional. "No entanto, deve-se evitar a dependência excessiva dela. Mais importante ainda, devemos aprender a valorizar o presente". Tradução: Mei Zhen Li Fonte: National Business Daily Imagem principal: @Wu Wuliu/ Screenshot - Bilibili

10 de abril de 2023
China2Brazil
A maioria dos chineses está confiante sobre o desenvolvimento do país e considera seu potencial de crescimento o mais promissor do mundo, segundo a pesquisa Índice de Opinião Pública Global 2023, conduzida pelo Laboratório de Big Data de Filosofia e Ciências Sociais do Ministério da Educação e pela Estratégia Nacional de Comunicação e pelo Instituto de Pesquisa de Estratégia Nacional de Comunicação da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong. Apesar de a China ocupar o segundo lugar, atrás dos Estados Unidos, em termos de força nacional geral, os entrevistados estavam mais otimistas quanto ao potencial de desenvolvimento do país. A China classificou-se em primeiro lugar no índice de potencial de desenvolvimento, com uma pontuação de 39,38, enquanto os Estados Unidos classificaram-se em segundo lugar, com uma pontuação de 30,67, de acordo com a pesquisa de opinião pública global divulgada no domingo em Pequim. A Rússia classificou-se em terceiro lugar, com 9,09 pontos. Os dados foram coletados on-line em 22 países por duas empresas de pesquisa profissionais - Dataway para o continente chinês e Qualtrics para os demais. Foram entrevistados um total de 23.512 entrevistados, incluindo 1.500 do continente. A pesquisa foi realizada de novembro a dezembro de 2022. O estudo mostrou que os chineses têm um alto nível de orgulho nacional e identidade nacional. Segundo os dados, 80% dos entrevistados se sentem "honrados em ser chineses" e 85% se sentem "muito orgulhosos das conquistas do país". Quase 80% dos entrevistados disseram que ficariam na China mesmo se tivessem a chance de sair. A pesquisa constatou que os chineses têm um forte senso de identidade nacional e se orgulham das realizações da China, disse Zhang Kun, professor da Escola de Jornalismo e Comunicação de Informação da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, que liderou a pesquisa. Ele observou que a pesquisa também mostrou que a maioria dos chineses acredita que a China, os Estados Unidos e a Rússia são as grandes potências mais proeminentes, refletindo sua influência econômica, política e militar significativa no palco global. Além disso, os Estados Unidos tendem a ser percebidos negativamente como uma potência "hegemônica", "agressiva", "problemática" e "militar" pelo povo chinês. Zhang também observou que a crescente presença global da China levou seu povo a prestar muita atenção aos assuntos internacionais e eventos mundiais. Quando se trata de opiniões públicas globais, é geralmente reconhecido que o crescente poder econômico e político da China teve um impacto significativo na comunidade global, e muitas pessoas em todo o mundo recebem com satisfação o papel crescente da China nos assuntos internacionais. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: China Daily Imagem principal: WR.LILI/ Adobe Stock

10 de abril de 2023
China2Brazil
A Douyin, da ByteDance (no Brasil e no resto do mundo a Douyin corresponde ao TikTok), anunciou uma nova parceria com a Tencent Video. As duas empresas vão explorar a disseminação de vídeos longos e curtos e criação de vídeos curtos. A Tencent Video vai autorizar a Douyin da ByteDance a ter os direitos de disseminação de rede de informação e direitos de transferência de vídeos longos, e clarificar os métodos de criação secundária e regras de publicação. No futuro, os usuários de plataformas como a Douyin, Xigua Video e Toutiao sob o grupo Douyin podem criar trabalhos derivados com base nesses vídeos. Esta cooperação fornecerá proteção suficiente para a criação e disseminação de conteúdo de vídeo curto de alta qualidade, criando uma melhor experiência do usuário. Funcionários da Douyin declararam: "Nos últimos anos, a Douyin tem ajudado muitas obras de cinema e televisão a ultrapassar barreiras, permitindo que conteúdo seja visto e amado por mais audiências. A Douyin sempre respeitou os direitos de propriedade intelectual e buscou uma cooperação melhor com as plataformas de vídeo longo". Funcionários da Tencent Video afirmaram que eles se comprometem a uma atitude aberta e inovadora, focando em atender às necessidades dos usuários e desenvolvendo conteúdo de alta qualidade e ampliando a cooperação ecológica. A integração e o desenvolvimento de vídeos longos e curtos sempre foram um tópico de preocupação na indústria. Na 7ª Conferência de Proteção e Desenvolvimento de Direitos Autorais da Internet da China, a "colaboração entre vídeos longos e curtos" foi incluída nos dez principais eventos de direitos autorais da China para 2022 pela Associação de Direitos Autorais da China. Segundo relatos anteriores, no ano passado, a Douyin foi processada por violação de direitos autorais do jogo "The Worm Valley" e foi condenada pelo Tribunal Popular Intermediário de Xi'an a pagar mais de 32 milhões de yuans à Tencent. Neste caso, o Tribunal estabeleceu um novo recorde para compensação em casos semelhantes em todo o país, com um padrão de 2 milhões de yuans por episódio e um valor total superior a 32 milhões de yuans (cerca de US$ 4,7 milhões). Este valor é 16 vezes maior do que o maior registro em 2021 e centenas de vezes maior do que alguns casos semelhantes. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Liu Jie/ Xinhua