23 de fevereiro de 2022
Mesmo com um cenário econômico severo e complexo da China e no exterior durante o ano passado, o volume de comércio entre a China e a Alemanha atingiu um novo recorde, principalmente devido a três razões: orientação estratégica dos dois líderes de estado; crescimento e resiliência da economia da China; cooperação econômica e comercial China-Alemanha altamente complementar, e que abrange uma ampla gama de áreas de cooperação. De acordo com os dados divulgados pelo Escritório Federal de Estatísticas da Alemanha em 18 de fevereiro, apesar do impacto da pandemia do COVID-19, o volume de comércio bilateral entre China e Alemanha em 2021 atingiu um novo recorde, chegando a 245,4 bilhões de Euros em um ano, um aumento anual de 15,1%. Desde 2016, a China vem sendo o parceiro comercial mais importante da Alemanha, por seis anos consecutivos. Em 2021, as importações totais da Alemanha foi de 1,20 trilhão de Euros, um aumento anual de 17,1%, dos quais as importações da China são de 141,7 bilhões de Euros, 20,8% maior do que o ano anterior. A China é a maior fonte de importações da Alemanha desde 2015, além disso, também é o maior destino de exportação da Alemanha, depois dos EUA. Desde o início da pandemia, os dois países sempre mantiveram contato próximo, cooperando ativamente em suprimentos médicos, ao mesmo tempo em que fortalece a política macroeconômica, facilitando o fluxo transfronteiriço de pessoas e mercadorias. Essas medidas criaram condições favoráveis para o desenvolvimento estável do comércio sino-alemão e promoveram o aprofundamento da parceria econômica e comercial bilateral. Fonte: Diário do Povo
24 de janeiro de 2022
O Produto Interno Bruto (PIB) de Shanghai totalizou a marca de 4,06 trilhões de yuans em 2021, um crescimento de 16,5% em relação ao ano anterior. Desse total, as exportações, importações e o déficit comercial totalizaram 1,57 trilhão de yuans, 2,49 trilhões de yuans e 917,3 bilhões de yuans, respectivamente. O crescimento foi 14,6%, 17,7% e 23,4%, respectivamente, de acordo com os dados de análises divulgadas nesta segunda-feira (24), pelas autoridades locais. Principais características apresentadas na exportação e importação do comércio de Shanghai: Em dezembro de 2021, a Shanghai atingiu 399,2 bilhões de yuans na exportação e importação, 160,8 bilhões de yuans na exportação e 230,12 bilhões de yuans na importação e cresceram 17,5%, 27,2% e 11,6%, respectivamente. Em termos de general trade, a exportação e a importação de Shanghai em 2021 foi 2,33 trilhões de yuans, um crescimento de 24,1% (ou seja, representando a uma parte do valor total de 61,6% a.a. das importações e exportações de Shanghai). Em termos de processing trade, a exportação e a importação de Shanghai em 2021 foi de 723,48 bilhões de yuans, um crescimento de 2,9% do valor total de 61,6% ao ano. No ano passado, o valor investido pelas empresas estrangeiras na exportação e importação totalizou 2,5 trilhões de yuans, um aumento de 11,2%, do valor total de 61,6% ao ano. As empresas estatais foram de 450,52 bilhões de yuans, um aumento de 13,1%, ocupando 11,1% do valor total de 61,6% ao ano. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: The Paper
14 de janeiro de 2022
As exportações e importações da China em 2021 romperam pela primeira vez a barreira de US$ 6 trilhões, chegando a um valor de US$ 6,05 trilhões, disse a porta-voz da agência aduaneira chinesa, Li Kuiwen, nesta sexta-feira (14), durante uma coletiva de imprensa do Escritório de Informações do Conselho Estadual da China. De acordo com dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas da China, em 2021, o valor total das importações e exportações de mercadorias da China em moeda local foi de 39,1 trilhões de yuans, um aumento de 21,4% em relação ao ano anterior. Deste total, 21,7 trilhões de yuans foram de exportações e 17,4 trilhões de yuans foram de importações (crescimentos de 21,2% e 21,5%, respectivamente, em relação a 2020); quando comparado com 2019, os superávits da balança comercial, de exportação e de importação totalizam 23,9%, 26,1% e 21,2%, respectivamente. Segundo Li Kuiwen, as cinco principais características da balança comercial chinesa em 2021 se resumem em: A exportação e a importação da China em 2021 bateram o superávit comercial, chegando a US$ 6,05 trilhões. Comércio exterior com os principais países comerciais da China em 2021: ASEAN: 5,67 trilhões de yuans (ou US$ 892 bilhões), aumento de 19,7%. União Europeia: 5,35 trilhões de yuans (ou US$ 842 bilhões), aumento de 19,1%. EUA: 4,88 trilhões de yuans (ou US$ 768 bilhões), aumento de 20,2%. Japão: 2,4 trilhões de yuans (ou US$ 377 bilhões), aumento de 9,4%. Coréia do Sul: ¥ 2,34 trilhões (ou US$ 368 bilhões), aumento de 18,4%. No mesmo período, as importações e exportações chinesas para os países do Cinturão Econômico da Rota da Seda aumentaram 23,6%, 2,2 pontos percentuais acima do crescimento global. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo
2 de dezembro de 2021
Em 1º de janeiro de 2022, o Acordo Regional de Parceria Econômica Abrangente (RCEP) entrará em vigor nos 10 estados membros aprovados, e a Zona Piloto de Livre Comércio da China também dará início a novas oportunidades de desenvolvimento. Nesta quinta-feira (2) , durante o 3º Fórum de Desenvolvimento da Zona de Livre Comércio de Wuhan, Fu Zhengping, reitor e professor do Comprehensive Research Institute da Zona de Livre Comércio da Universidade Sun Yat-sen, disse que a zona piloto de livre comércio tem um papel significativo na promoção da modernização industrial, indicando que tornará uma importante plataforma e janela para promover o desenvolvimento de alta qualidade da economia da China sob o novo padrão de desenvolvimento de "ciclo duplo". A primeira zona de livre comércio da China, a Zona de Livre Comércio Piloto de Xangai, foi estabelecida em 27 de setembro de 2013. Vendo os resultados em Xangai, zonas de livre comércio da China passaram por seis ciclos de construção ao longo de oito anos, atualmente contando com 21 zonas de livre comércio no total. As estatísticas mostram que, até setembro deste ano, as 21 zonas da China chegaram a 16,5% da escala de comércio exterior do país, ocupando menos de 0,04% do território chinês, e o uso de capital estrangeiro foi de 18,1% do total. “O RCEP é uma oportunidade e um desafio ao mesmo tempo”, disse Zhao Jinping, pesquisador do Centro de Pesquisa de Construção da Zona de Livre Comércio do Gabinete do Conselho de Estado. Ele também disse que as zonas de livre comércio da China estão enfrentando uma tarefa urgente de melhorar cada vez mais a reforma e inovação, e a qualidade do desenvolvimento. Fonte: 21st Century Business Herald
29 de novembro de 2021
Recentemente, a alfândega chinesa divulgou estatísticas referentes ao período de janeiro a outubro de 2021. Durante esse período, o valor total de comércio entre a China e a África foi de US$ 209,74 bilhões, um aumento de 27,4% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações tiveram um valor total de US$ 112,48 bilhões, um aumento anual de 24,5%, enquanto as importações tiveram um valor total de US$ 57,36 bilhões, aumento de 31,7%. Os cinco principais países comerciais, a África do Sul, Nigéria, Angola, Egito e Congo (República Democrática do Congo), ocupam mais da metade do total, que juntos totalizam US$ 113,04 bilhões representam 53,9% do comércio da China com o continente africano. Fonte: The Paper
17 de setembro de 2021
A 26ª Feira Internacional de Macau e a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa de 2021 será realizada nos dias 21 a 23 de outubro. Para as empresas brasileiras que quiserem exportar para China, a Feira e a Exposição oferecerão uma ótima oportunidade para exibir seus produtos e serviços de forma virtual. A participação dos expositores é gratuita. A 26ª Feira Internacional de Macau ocorrerá no The Venetian Macau, do dia 21 ao dia 23 de outubro, sob o tema “Aproveite a Plataforma e Explore as Oportunidades de Negócios entre a China e os Países de Língua Portuguesa”. Além da exposição presencial, para apoiar ainda mais as empresas domésticas e estrangeiras a expedir o mercado, a exposição adiciona o elemento online, incluindo transmissão ao vivo (live-streaming), exposição online e sessão de bolsas de contatos online. Os eventos visam não apenas apresentar serviços comerciais de Macau, mas também oferecer uma plataforma para que pequenas e médias empresas do interior da China e estrangeiras possam mostrar sua imagem e seus produtos. Também ocorrerão atividades como sessões de apresentação de oportunidades de negócio destinadas a auxiliar na recuperação da indústria após a pandemia, ajudando pequenas e médias empresas a combatê-la e a superar as dificuldades surgidas. Sobre as feiras Com suas características individuais, as feiras buscam auxiliar na exploração de oportunidades de negócio, promover a diversificação da economia de Macau e o desenvolvimento das indústrias envolvidas, e têm o objetivo de facilitar a cooperação econômica e comercial multilateral entre os Países de Língua Portuguesa, a China e os países e regiões que fazem da Iniciativa Cinturão e Rota. O evento tem como objetivo também promover a captação de investimentos com suas conferências temáticas, fóruns de alto nível, sessões de apresentação de empreendimentos e seminários temáticos sobre determinados setores através de plataformas online e offline. INSCREVA-SE Empresas que tiverem interesse em participar, por favor preenchem o formulário no seguinte link: <https://forms.gle/eQSEBeQLK3arPZke7> E para mais informações entrem em contato através do e-mail contato@china2brazil.com Foto (fonte): Macau News
28 de julho de 2021
Segundo os dados publicados pela Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais (VDMA, sigla em inglês), a Alemanha já não é mais a maior exportadora mundial de equipamentos e máquinas. Em 2020, o país que que passou a ser o melhor no ranking mundial no comércio de exportação de engenharia de máquinas e equipamentos é a China. Exportação de máquinas e equipamentos da China ultrapassa a Alemanha De acordo com um relatório de simulação da VDMA, a China representa 15,8% do comércio de exportação de engenharia de máquinas e equipamentos em 2020, com um total de 165 bilhões de euros (US$ 194 bilhões). Já a Alemanha com um valor total de 162 bilhões de euros (US$ 190 bilhões) e representa 15,5% no comércio mundial. Em 2020, o volume do comércio mundial neste setor foi aproximadamente de 1,048 trilhão de euros (US$ 1,237 trilhão). “Devido a influência da pandemia (apesar de ter sido um tempo curto), o setor do comércio de engenharia de máquinas e equipamentos da China obteve um grande impulso. Já no mercado Europeu por causa de uma pandemia fez com a exportação do país nesse setor a ter um grande recuo”, diz o relatório. No entanto, ele acredita que com a forte recuperação econômica da UE, pode garantir que o comércio de exportação de máquina e equipamento da Alemanha e de outros países da UE cresçam novamente em 2021, mas a tendência de aumento do longo prazo, o país com mais ponto positivo é a China. Lucro na manufatura de equipamento e de alta tecnologia cresçam rapidamente Ao mesmo tempo, o crescimento da China também trouxe oportunidades para os fabricantes Alemãs. A pesquisa da VDMA apresenta que o setor de robô industrial Chinês revela uma “procura claramente supressiva” e que as fabricantes alemãs têm boas perspectivas de exportação. Além disso, esta pesquisa realizada através de 222 empresas mostra que cerca de 36% dos fabricantes de máquinas e equipamentos da Alemanha e da Suíça confiam no plano “Made in China 2025”, por trazer um efeito positivo no seu próprio negócio. Com este plano de estratégia produtiva, a China está lutando em diversas áreas do setor para superar as dificuldades tecnológicas de cada projeto, como a manufatura inteligente, a indústria robótica e na engenharia agrícola. Li Keqiang, premiê do Conselho de Estado da República Popular da China, durante uma reunião do Conselho de Estado ocorrido em janeiro de 2016, disse que a cooperação internacional em inovação deve ser reforçada, e promover uma cooperação mais estreita entre o plano de estratégia de “Made in China 2025” e o plano de “Indústria 4,0” da Alemanha, para aprender e complementar-se mutuamente. Enquanto isso, segundo os dados apresentados pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês), nesta terça-feira (27), as empresas do setor de indústria obtiveram um aumento no lucro de 66,9%, e realizando o lucro total de 421 bilhões de yuans (US$ 649 bilhões). Um aumento de 45,5% em relação ao mesmo período de 2019 e uma média de crescimento de 20,6% nos dois anos. Vale observar também que, em 39 dos 41 grandes setores industriais, os lucros totais aumentam de um ano para o outro. Entre eles, a indústria automobilística registou um aumento de 45,2%, a indústria de computadores, telecomunicações e os de equipamentos eletrónicos aumentaram para 45,2%, a indústria de máquinas e equipamentos elétricos por 36,1%, a indústria de equipamento geral com 34,5% e a indústria de equipamento especial por 31%. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald
13 de julho de 2021
No primeiro semestre de 2021, as importações e exportações de mercadorias da China totalizaram 18,07 trilhões de yuans (US$ 2,79 trilhões), um aumento de 27,1% em relação ao ano anterior. Desse total, as exportações totalizaram 9,85 trilhões de yuans (US$ 1,52 trilhão), ou seja, um aumento de 28,1%; as importações atingiram 8,22 biliões de yuans (US$ 1,27 trilhão), marcando um aumento de 25,9%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13), pela Administração-Geral das Aduanas da China (GACC, sigla em inglês). O volume das exportações e importações da China subiram 22,8% no 1º semestre em relação ao mesmo período em 2019, atingindo o nível mais alto da história, marcando um aumento de crescimento positivo pelo 13º mês consecutivo. Porém, atualmente as empresas de comércio exterior do país ainda enfrentam quatro grandes dificuldades: a ineficiência do transporte marítimo internacional e os preços elevados; a volatilidade crescente da taxa de câmbio do yuan; o aumento dos preços das matérias-primas que faz aumentar os custos das empresas; o recrutamento de mão-de-obra difícil e caro em algumas regiões. Todos esses pontos fazem com que algumas empresas tenham o fenómeno de “medo de receber a encomenda e não gerar lucro na exportação”. Exportação de carro, economia dentro de casa mais que dobra Li Kui wen, porta-voz da Aduana, informou em The State Council Information Office of China (SCIO, sigla em inglês), que no 1º semestre, o número de empresas chinesas com um desempenho de importação e exportação aumentou em 36 mil, chegando a 479 mil. As empresas de comércio exterior do país estão em pleno funcionamento para promover a produção e estabilizar o comércio internacional, e o volume de mercadorias importadas e exportadas aumentaram 16% e 29%, respectivamente. Ren Hongbin, ministro assistente do Comércio, disse que o aumento dos preços dos commodities impulsionou o crescimento das importações em mais de seis p.p nos meses de janeiro-maio. Entre eles, os produtos que fizeram esse aumento de 5,6 p.p são minério de ferro, bronze, aço, petróleo bruto e entre outros. A baixa base do ano passado aumentou o crescimento das importações e exportações em 6,6 p.p de janeiro-maio. Desde o ano passado, com a exploração da pandemia no mundo inteiro, as exportações de material de prevenção de pandemia da China duplicaram por meses consecutivos. Mas com a desaceleração da pandemia na China, os produtos de bens de consumo duradouro, representado por pequenos eletrodomésticos e “Stay at Home Economic” estão tornando-se os produtos importante para o crescimento das exportações. Segundo os dados da Aduana, no 1º semestre, as exportações de máquinas e aparelhos da China totalizaram 5,83 trilhões de yuans (US$ 901,29 bilhões), um aumento de 29,5% e ocupando 59,2% do valor total das exportações, um aumento de 0,6 p.p em termo anual; as exportações de equipamento automático de processamento de dados e acessórios de peças, celulares e veículos automóveis aumentaram, respectivamente, 17%, 23,3% e 101, 4%. Comércio entre a China e o EUA sobe 34,6% No primeiro semestre, as importações e exportações da China para os seus três principais parceiros comerciais, a Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, sigla em inglês), a União Europeia (UE, sigla em inglês) e o EUA, atingiram, respectivamente, 2,66 bilhões de yuans (US$ 411,22 bilhões), 2,52 bilhões de yuans (US$ 389,58 bilhões) e 2,21 bilhões de yuans (US$ 341,65 bilhões), o que corresponde a um aumento de 27,8%, 26,7% e 34,6%; as importações e exportações para o Japão atingiram 1,18 trilhões de yuans (US$ 182,42 bilhões), ou seja, um aumento de 14,5%. Durante o mesmo período, as importações e exportações da China para os países ao longo do Cinturão e Rota e os parceiros comerciais da Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, sigla em inglês) aumentaram 27,5% e 22,7%, respectivamente. Bai Ming apontou que, entre os principais parceiros comerciais da China, o comércio entre a China e os EUA registou a maior taxa de crescimento, o que, por um lado, demonstra mais uma vez que a forte complementaridade existente entre as economias da China e dos EUA não será quebrada pela pandemia; por outro lado, reflete o rápido aumento da procura nos EUA, com o avanço da vacinação. Segundo dados divulgados por Li, as exportações para os EUA atingiram 1,64 trilhões de yuans (US$ 253,53 bilhões), ou seja, um aumento de 31,7%, das quais 1,01 trilhões de yuan, (US$ 156,14 bilhões), ou seja, um aumento de 34,2%, para máquinas e aparelhos, e 3722 bilhões de yuan (US$ 57,54 bilhões), ou seja, um aumento de 24,1%. Em relação às importações, no 1º semestre, as importações provenientes dos EUA atingiram 57065 milhões de yuans (US$ 88,21 bilhões), ou seja, um aumento de 43,9%. Dos quais, as importações de máquinas e aparelhos foram 2388,6 milhões de yuans (US$ 36,92 bilhões), ou seja, um aumento de 13,4%; as importações de produtos agrícolas atingiram 136,01 mil milhões de yuans (US$ 21,02 bilhões), um aumento de 120,8%. Custos altos desencorajam a aceitação das encomendas Na parte de importação, no 1º semestre, foram importados 561 milhões de toneladas de minério de ferro, ou seja, um aumento de 2,6%; 59,819 milhões de toneladas de gás natural, um aumento de 23,8%; 48,955 milhões de toneladas de soja, um aumento de 8,7%; 15,302 milhões de toneladas de milho, ou seja, um aumento de 318,5%. No primeiro semestre, o preço médio das importações chinesas de petróleo bruto foi de 2888,5 yuans (US$ 446,54) por tonelada, um aumento de 20,5% em relação ao ano anterior, de acordo com os dados aduaneiros; o preço médio das importações de minérios de ferro foi de 1075,8 yuans (US$ 166,31) por tonelada, ou seja, um aumento de 67,3%. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald
7 de junho de 2021
O valor total das importações e exportações da China em maio foi de 3,14 trilhões de yuans (cerca de US$ 3,14 bilhões), 26,9% a mais do que no mesmo período de 2019. Entre eles, as exportações foram de 1,72 trilhão de yuans (cerca de US$ 270 bilhões), um aumento de 18,1% em relação ao ano anterior. Já as importações foram de 1,42 trilhão de yuans (cerca de US$ 220 bilhões), um aumento de 39,5% em relação ao ano anterior. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (7), pela Administração Geral das Alfândegas. Os especialistas entrevistados apontaram que o aumento dos custos e a diminuição da demanda efetiva são as principais razões para a queda das exportações em maio. Além disso, os custos das remessas marítimas estabeleceram novos recordes, os preços das matérias-primas continuam altos, a valorização do yuan também aumentou o custo das empresas exportadoras. Bai Ming, vice-diretor do Instituto de Pesquisa de Mercado Internacional do Ministério do Comércio, salientou que a taxa de crescimento das exportações em maio foi inferior ao esperado, caindo 8,5 pontos percentuais em relação a abril. "Diz-se que o ambiente externo é mais favorável à China: as economias da Europa e dos Estados Unidos manteve a recuperação, a demanda externa continua a ser liberada e a pandemia na Índia e no Vietnã também trouxe uma parte da transferência de encomendas, mas o crescimento da exportação ainda teve uma queda significativa", afirmou. Chen Zhongtao, economista-chefe do Centro de Informações Logísticas da China, disse que as empresas de comércio exterior estão atualmente enfrentando custos crescentes por muitos fatores, que não estão limitados as matérias-primas, mas também incluem mão-de-obra, logística internacional, transporte marítimo e muitos outros aspectos, e a principal razão para isso seria a flexibilização global da liquidez. A fim de lidar com a pressão da inflação importada, houve também a valorização do RMB, no entanto, isso ainda aumentou o custo cambial das empresas de comércio exterior, que estão sofrendo com a compressão de múltiplos custos. Na opinião de Li Qilin, economista-chefe e diretor do Instituto de pesquisa da Hongta Stock, o principal obstáculo ao crescimento das exportações em maio foi em categorias como materiais de prevenção de pandemias. O começo das vacinações no mundo, a demanda por materiais de prevenção de pandemia caiu significativamente, e estes materiais tiveram um declínio significativo em maio, com fios têxteis, tecidos e relacionados caindo anualmente 41,29%, e instrumentos e aparelhos médicos caindo 17,56%. Importação da China em maio é melhor que o esperado As importações da China em maio registraram 1,42 trilhão de yuans (cerca de US$ 220 bilhões), crescimento anual de 39,5% a mais do que em 2019. O superávit comercial da China no mês de maio foi de 296 bilhões de yuans (US$ 46,27 bilhões), 32,1% menor em relação ao ano anterior, devido a diminuição do crescimento das exportações e a expansão do crescimento das importações. Os preços globais das commodities continuam a subir, com as importações de commodities como minério de ferro, petróleo bruto e soja aumentando em volume e preço. O comércio China-EUA cresce 41,3% nos primeiros cinco meses Entre as principais economias, o comércio China-EUA cresceu ao maior ritmo. O valor total do comércio entre os dois países nos primeiros cinco meses foi de 1,82 trilhão de yuans (cerca de US$ 280 bilhões), um aumento anual de 41,3%, ocupando uma proporção de 12,3% do total. Entre eles, exportações para os Estados Unidos foi de 1,34 trilhão de yuans (cerca de US$ 210 bilhões), um aumento de 38,9%; importações dos Estados Unidos foi de 478,3 bilhões de yuans (US$ 74,76 bilhões), um aumento de 48,5%; resultando em um superávit comercial de 860,51 bilhões de yuan (US$ 134,51 bilhões), um aumento de 34,1%. Fonte: 21st Century Business Herald
7 de maio de 2021
A Administração Geral da Alfândegas da China publicou os dados das importações e exportações do comércio exterior do país, com um resultado de US$ 1,81 trilhão nos primeiros 4 meses do ano, mantendo um ritmo acelerado de transações. Nos primeiros quatro meses de 2021, importações e exportações chinesas resultaram em uma receita de US$ 1,81 trilhão, um crescimento de 28,5% comparado com o mesmo período do ano passado. No mês de abril, as transações totais foram de US$ 490 bilhões, um aumento de 26,6% ano-a-ano, entre eles, as exportações representam US$ 266 bilhões, crescimento de 22,2%, já as importações são US$ 224 bilhões, um aumento significante de 32,2%. Diretor do Departamento de Estatística e Análise da Administração Geral da Alfândega, Li Kuiwen, declarou que desde junho do ano passado, as transações do comércio exterior estiveram em um crescimento constante por 11 meses seguidos. Ao comparar com ano de 2019, os 4 primeiros meses deste ano teve uma aceleração de 21,8%, isso mostra um resultado na estratégia de prevenção e controle da pandemia e desenvolvimento socioeconômico do governo chinês, assim como a estabilidade do comércio exterior. Em relação com as principais mercadorias comercializadas, de produtos eletromecânicos e produtos de mão-de-obra intensiva tiveram um crescimento na exportação, onde os eletromecânicos representam uma parcela de US$ 590 bilhões, aumento de 36,3% comparado com ano passado, e ocupam 59,9% do total das exportações; enquanto os produtos de mão-de-obra totalizam US$ 173 bilhões, um crescimento de 31,9%, representando 17,5% das exportações. As principais commodities também tiveram um aumento na importação, entre elas, soja, petróleo bruto e minério de ferro importados cresceram 16,8%, 7,2% e 6,7% anualmente, respectivamente. Fonte: 21st Century Business Herald