16 de março de 2021
O Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês) divulgou, no dia 15 de março, os dados econômicos referentes aos meses janeiro e fevereiro de 2021. Segundo alguns analistas, a taxa de crescimento econômico da China pode ultrapassar 15% até o final do primeiro trimestre, ou até mais de 20%. No entanto, devido à grande diferença econômica entre o primeiro e o segundo bimestre do ano passado, a tendência é que a taxa de crescimento caia na segunda metade de 2021. Devido à queda de 6,8% que aconteceu no primeiro trimestre do ano passado, nos primeiros dois meses deste ano, vários macrodados atingiram o recorde de crescimento anual, incluindo setores industriais e de serviços, consumo, investimento e importações e exportações. Comparando com o mesmo período (janeiro e fevereiro) de ano passado, a taxa de crescimento foi mais de 30%. Para evitar a “ilusão” de melhoria, foi feita a estatística comparando os dados deste ano com os de 2019, supondo que as taxas de crescimento dos anos de 2020 e 2021 foram iguais. Os resultados dessa análise mostram que, mesmo comparando com o mesmo período de 2019, houve um grande desenvolvimento na área de importação e exportação, e também na de indústria. O setor de serviços voltou ao nível normal de funcionamento, mas a recuperação do consumo e do investimento está sendo mais lenta. A causa principal da alta taxa de crescimento é restauração das demandas externas originadas de grandes potências econômicas, como Europa e EUA, que possibilitou o aumento de 19,3% de exportações da China, comparando com o mesmo período de 2019. Além disso, a economia doméstica também está em constante recuperação. As autoridades chinesas adotaram a política chamada de “stay put during Spring Festival”, ou seja, encorajaram as pessoas a deixarem de voltar para a terra natal no Ano Novo Chinês (12 de fevereiro) e comemorarem a festa na cidade onde trabalha, a fim de evitar o pico de viagens e diminuir o risco de contaminação. Essa medida, além de ter evitado a propagação da Covid-19, prolongou o tempo de produção industrial. Os trabalhadores que ficaram na cidade da fábrica trabalharam quase 6 dias a mais comparando com outros anos, recebendo, além de salário, as compensações financeiras concedidas pelo governo local. Consequentemente, a quantidade de produtos fabricados foi elevada. Assim, a taxa média de crescimento nos primeiros dois meses dos anos de 2020 e 2021 foi de 8,1% por ano, superior aos anos anteriores. Entretanto, a política de “stay put during Spring Festival” não impactou tão significativamente o consumo. Comparando com o mesmo período de 2019, nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, a quantidade total de vendas de bens de consumo aumentou 6,4%, e a taxa média de crescimento em 2020 e 2021 foi de 3,2% por ano, que é abaixo do nível normal de desenvolvimento. Por causa da pandemia, os consumos que causam aglomeração e contato físico ainda são fracos, como restaurantes, que cresceram somente 4,9% em comparação com 2019. Mas a bilheteria durante Ano Novo Chinês chegou a novo recorde, ultrapassando de 12,26 bilhões de yuans (equivale a US$ 1,88 bilhão). As compras online e serviços de entrega expressa também foram impulsionadas. Além do consumo, o investimento é outro setor que está se recuperando mais lentamente. Nos primeiros dois meses, os investimentos em ativos fixos aumentaram 3,5% em relação ao mesmo período de 2019, o que significa que o crescimento médio nos últimos dois anos foi de 1,7%. Dentre todos os tipos de investimento, o industrial diminuiu, em média, 3,4% por ano; em infraestrutura a queda foi de 1,6% por ano; e o imobiliário aumentou 7,6% por ano. Fonte: 21st Century Business Herald
8 de março de 2021
De acordo com as estatísticas da alfândega chinesa, o valor total de importações e exportações realizadas nos primeiros dois meses de 2021 foi de 5,44 trilhões de yuans, um aumento de 32,2% comparando com o mesmo período do ano passado. Nas transações em dólar, o montante foi de US$ 834,49 bilhões, com um crescimento de 41,2% em comparação com os primeiros dois meses de 2020. As exportações totalizaram 3,06 trilhões de yuans (equivalente a US$ 468,87 bilhões), cresceram 50,1% (calculando em dólar, o aumento foi de 60,6%); as importações aumentaram 14,5% (em dólar, 22,2%), alcançando os 2.38 trilhões de yuans (US$ 365,62 bilhões). O balanço comercial teve um superávit de 675,86 bilhões de yuans (US$ 103,25 bilhões), em comparação com um déficit de 43,3 bilhões de yuans de ano passado (US$ 7,21 bilhões, em 2020). Comparando com ano de 2020, houve uma alta de importações e exportações “general trade”, que se refere à importação ou exportação unilateral, diferente de “processing trade”, no qual o produto é importado/exportado para ser processado ou montado e depois exportado/importado de volta. Nos primeiros dois meses de 2021, “general trade” cresceu 34,4%, atingindo 3,35 trilhões de yuans (US$513,32), correspondendo a 61,6% de total de importações e exportações. Além disso, houve um crescimento nas importações e exportações realizadas com os principais parceiros comerciais e com os países situadas na Nova Rota da Seda chinesa (Belt and Road Initiative, em inglês). Nesses dois meses, Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, sigla em inglês) foi o maior parceiro comercial da China, atingindo um valor de 786,2 bilhões de yuans (US$ 120,47), com uma ampliação de 32,9%, e equivale a 14,4% de total de importações e exportações chinesas. A União Europeia, os EUA e o Japão são segundo, terceiro e quarto maior parceiro comercial da China, respectivamente. As importações e exportações feitas pelas empresas privadas subiram 49,5%, totalizando no valor de 2,57 trilhões de yuans (US$ 393,8 bilhões), que representa 47,2% de total de importações e exportações. Comparando com o mesmo período de ano passado, houve um crescimento de 5,5%. Ao mesmo tempo, as trocas comerciais realizadas pelas empresas com capital estrangeiro também ampliaram 14,6%, ou seja, um total de 2,04 trilhões de yuans (US$312,59 bilhões), que constitui 37,5% de total de importações e exportações. Em relação às exportações, houve um grande aumento para os produtos eletromecânicos (ampliou 54,1%, representando 60,3% de exportações, a um valor de US$ 283,47 bilhões). Aqueles que demandam intensiva mão de obra tiveram crescimento de 49,2%, correspondendo a 18,7% de exportações, como equipamentos de processamento de dados e suas peças, celulares, automóveis, vestuários, têxteis como máscaras e produtos plásticos. Além desses, a exportação de óleo refinado e de aço também cresceram. No que diz respeito ao custo de importação, o valor do minério de ferro aumentou, enquanto o valor de produtos como petróleo bruto e gás natural caíram. Além disso, houve um crescimento na quantidade de importação de produtos mecânicos e de veículos (incluindo chassi). O aumento no valor total de importações e exportações foi devido a três fatores. Primeiramente, a economia e o consumo das maiores economias, como a Europa e os EUA, voltaram a crescer. E o aumento das demandas externas nesses países impulsionou o crescimento das exportações da China. Em segundo lugar, a economia chinesa está se recuperando constantemente, o que estimula o crescimento das importações. E, por último, no ano passado, a taxa de importações e exportações da China foi prejudicada pela Covid-19, por isso, a diferença entre este ano e ano de 2020 parece ser grande. Entretanto, mesmo comparando com os dois primeiros meses de 2019 e de 2018, a China conseguiu um aumento de aproximadamente 20% nas importações e exportações também. Fonte: 21st Century Business Herald
14 de janeiro de 2021
Em uma entrevista coletiva no Escritório de Informações do Conselho Estadual da China em 14 de janeiro, Li Kuiwen, porta-voz da Administração Geral das Alfândegas e diretor do Departamento de Estatística e Análise, informou que em 2020, a China se tornou a única grande economia do mundo a atingir um crescimento econômico positivo, com importações e exportações de comércio exterior significativamente melhor do que o esperado, e que a escala do comércio exterior atingiu um novo recorde. De acordo com dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas da China, em 2020, o valor total das importações e exportações de mercadorias da China foi de 32,16 trilhões yuans (US$ 4,97 trilhões), um aumento de 1,9% em relação a 2019. Entre eles, as exportações foram de 17,93 trilhões de yuans (US$ 2,77 trilhões), com um aumento de 4%; as importações foram de 14,23 trilhões de yuans (US$ 2,20 trilhões), com uma queda de 0,7%; e o superávit comercial é de 3,7 trilhões de yuans (US$ 0,57 trilhões), com um aumento de 27,4%. As importações e exportações do comércio exterior alcançaram um crescimento positivo por sete meses consecutivos desde junho de 2020, e o valor total do balanço comercial e das exportações do ano atingiu um recorde. A participação no mercado internacional também atingiu um recorde, tornando-se a única grande economia do mundo a atingir um crescimento positivo no comércio de mercadorias. Nos primeiros 10 meses de 2020, as participações no mercado internacional do balanço comercial, exportações e importações da China atingiram 12,8%, 14,2% e 11,5%, respectivamente. Todos atingindo recordes históricos. De acordo com dados publicados pela OMC e por vários países, nos primeiros 10 meses de 2020, a participação de mercado internacional em balanço comercial, exportações e importações da China atingiram 12,8%, 14,2% e 11,5% respectivamente, o que representa um aumento significativo de 0,8, 0,4 e 0,7 pontos percentuais, respectivamente. Li Kuiwen diz que em 2020, 531.000 empresas com atividades em comércio exterior tiveram um aumento de 6,2%. Entre elas, o balanço comercial das empresas privadas foi de 14,98 trilhões de yuans (US$ 2,31 trilhões), um aumento de 11,1%, representando 46,6% do valor total do comércio exterior da China. O dado representa um aumento de 3,9 pontos percentuais em relação a 2019. O balanço comercial das empresas de investimentos estrangeiras foi de 12,44 trilhões de yuans, representando 38,7%. E das empresas estatais foram de 4,61 trilhões de yuans (US$ 0,71 trilhões), representando 14,3%. Em 2020, as importações chinesas de commodities como petróleo bruto e minérios metálicos aumentaram 7,3% e 7%, respectivamente, e as importações de produtos agrícolas como grãos e carne aumentaram 28% e 60,4%, respectivamente. Li Kuiwen disse que as exportações de têxteis da China, incluindo máscaras, dispositivos médicos e produtos farmacêuticos, cresceram 31%, puxando o crescimento geral das exportações de 1,9 ponto percentual. As exportações chinesas de laptops, computadores tablet e eletrodomésticos cresceram em um total de 22,1%, impulsionando o crescimento geral das exportações em 1,3 ponto percentual. Fonte: 21 caijing
7 de dezembro de 2020
Os dados da balança comercial da China, divulgados nesta segunda-feira, mostram um aumento nas exportações no mês de novembro de 14,9% (1,8 trilhão de yuans), na comparação anual, de acordo com estatísticas da Administração Geral das Alfândegas da China. Já as importações caíram 0,8% anualmente (1,29 trilhão de yuans). Em termos de dólar americano, as exportações foram de US$ 268,07 bilhões, aumento de 21,1%; as importações foram de US$ 192,65 bilhões, 4,5%; resultando em um superávit comercial de US$75,42 bilhões, aumento de 102,9%. Até novembro deste ano (dados de janeiro a novembro), o valor total de importação e exportação de mercadorias da China totalizou 29,04 trilhões de yuans (cerca de US$ 4,44 trilhões), um aumento anual de 1,8%. Entre eles, as exportações foram de 16,13 trilhões de yuans, um aumento de 3,7%; as importações foram de 12,91 trilhões yuans, uma queda de 0,5%; resultando em um superávit comercial de 3,22 trilhões yuans, um aumento de 24,6% comparado com o mesmo período do ano passado. A Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) permaneceu como o maior parceiro comercial da China no período, seguida pela União Europeia, Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. O valor total do comércio com a ASEAN foi de 4,24 trilhões de yuans, aumento de 6,7%, representando 14,6% do valor total de comércio exterior da China. Entre eles, as exportações para a ASEAN foram de 2,37 trilhões de yuans, um aumento de 7%; as importações da ASEAN foram de 1,87 trilhões de yuans, um aumento de 6,3%; resultando em um superávit comercial de 50,38 bilhões de yuans, um aumento de 9,7%. A UE é o segundo maior parceiro comercial, o valor total do comércio com a UE foi de 4,05 trilhões de yuans, um aumento de 4,7%, representando 13,9% do valor total de comércio exterior da China. Entre eles, as exportações para a UE foram de 2,45 trilhões de yuans, um aumento de 7%; as importações da UE foram de 1,6 trilhão de yuans, um aumento de 1,3%; resultando em um superávit comercial de 840,19 bilhões de yuans, um aumento de 19,9%. Os EUA é o terceiro maior parceiro comercial, o valor total do comércio com os EUA foi de 3,65 trilhões de yuans, aumento de 6,9%, representando 12,6% do valor total de comércio exterior da China. Entre eles, as exportações para os Estados Unidos foram de 2,82 trilhões de yuans, um aumento de 6,9%; as importações dos Estados Unidos foram de 823,32 bilhões de yuans, um aumento de 7,2%; resultando em um superávit comercial de 2 trilhões de yuans, um aumento de 6,8%. O Japão é o quarto maior parceiro comercial, o valor total do comércio com o Japão foi de 2 trilhões de yuans, um aumento de 1,4%, representando 6,9% do valor total de comércio exterior da China. Entre eles, as exportações para o Japão foi de 900,43 bilhões de yuans, mantendo o mesmo nível do ano passado; as importações do Japão foi de 1,1 trilhão de yuans, um aumento de 2,6%; resultando em um déficit comercial de 196,06 bilhões de yuans, um aumento de 16,5%. A Coréia do Sul é o quinto maior parceiro comercial, o valor total do comércio com a Coreia do Sul é de 1,8 trilhão de yuans, aumento de 0,9%, representando 6,2% do valor total de comércio exterior da China. Entre eles, as exportações para a Coréia do Sul totalizaram 705,33 bilhões de yuans, aumento de 1,6%; as importações da Coréia do Sul totalizaram 1,1 trilhão de yuan, aumento de 0,4%; resultando em um déficit comercial de 390,19 bilhões de yuans, diminuição de 1,7%. As exportações de produtos eletromecânicos, têxteis e plásticos cresceram, enquanto as exportações de roupas, calçados, botas e bagagens caíram. De acordo com os dados até novembro deste ano, a China exportou 9,57 trilhões de yuans de produtos eletromecânicos, aumento de 5,4%, representando 59,3% do valor total das exportações. Entre eles, exportações de equipamentos de processamento automático de dados e suas peças e componentes foi de 1,31 trilhão de yuans, aumento de 10,7%; Telefones celulares 770,67 bilhões de yuan, queda de 0,7%; Carros (incluindo chassis) 97,54 bilhões de yuans, queda de 3,7%. Durante o mesmo período, a exportação de têxteis incluindo máscaras foi de 989,23 bilhões de yuans, um aumento de 33%; Vestuário foi de 861,07 bilhões de yuans, queda de 6,2%; Produtos plásticos foi de 527,78 bilhões de yuans, aumento de 20,1%; Móveis foi de 365,07 bilhões de yuans, aumento de 11,2%; Calçados e botas foi de 218,94 bilhões de yuans, queda de 21,3%; Brinquedos foi de 210,48 bilhões de yuans, aumento de 6,8%; Bagagem, bolsas e outros foi de 127,995 bilhões de yuans, queda de 23,8%. Complementado mais informações com exportação de 55,932 milhões de toneladas de óleo refinado, queda de 6,9% e 48,826 milhões de toneladas de aço foram exportadas, queda de 18,1%. Fonte: 21 caijing; Administração Geral Aduaneira da China (China Customs)
17 de novembro de 2020
Crescimento estável e rápido da indústria Em outubro, o valor agregado industrial do país das indústrias com receita anual acima de 20 milhões de yuans (resumido em “acima da escala” por seguinte) cresceu 6,9% em relação ao ano anterior, um aumento de 0,78% em relação ao mês anterior. De janeiro a outubro, o valor agregado industrial do país de indústrias acima da escala cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, 0,6 pontos percentuais mais rápido do que de janeiro a setembro. As empresas estatais de capital aberto cresceram 5,4% em relação ao ano anterior, empresas privadas de capital aberto teve um aumento de 6,9%, empresas estrangeiras e de Hong Kong, Macau e Taiwan cresceram 7,0%; as empresas privadas cresceram 8,2%. As empresas do setor de mineração cresceram 3,5% em relação ao ano passado. A indústria manufatureira cresceu 7,5%; fornecedores de eletricidade, calor, gás e água aumentaram em 4%. Em outubro, o valor agregado da indústria de fabricação de equipamentos aumentou 10,8% em relação ao ano anterior, 3,9% mais rápido que o das indústrias acima da escala. Em termos de produtividade, veículos de energia nova, robôs industriais, máquinas de escavação e transporte, equipamentos de microcomputadores, produção de circuitos integrados aumentou em 94,1%, 38,5%, 30,2%, 28,0%, 20,4% respectivamente em relação ao ano anterior. Aceleração da recuperação do setor de serviços e bom crescimento da indústria de serviços modernos Em outubro, o índice de produção da indústria nacional de serviços aumentou 7,4% em relação ao ano anterior, 2,0 pontos percentuais acima de setembro. De janeiro a outubro, o índice de produção da indústria de serviços diminuiu 1,6% em relação ao ano anterior, o índice diminuiu 1,0 pontos percentuais de janeiro a setembro. Observando as principais indústrias, em outubro, as indústrias imobiliárias, transporte, armazenamento e serviços postais aumentaram 9,9%, 9,2% e 8,4% respectivamente, 3,4, 3,1 e 1,9 pontos percentuais mais rápido do que em setembro. A produção do aluguel e serviços comerciais teve a primeira taxa positiva nos últimos anos, o índice de produção das hotelarias e catering continuam a diminuir. O índice de atividade comercial de transporte ferroviário, transporte aéreo, hospedagem e catering, cultura, esportes e entretenimento localizam-se acima da faixa de expansão de 59,0%; o índice de atividade empresarial de atacado e varejo, proteção ecológica e governança ambiental continuou acima do ponto crítico. As expectativas desses mercados, o índice de atividade comercial esperada do setor de serviços é de 62,2%. De janeiro a setembro, a receita comercial das empresas do setor de serviços acima da escala caiu 1,0% ano a ano, diminuindo 1,5 pontos percentuais de janeiro a agosto; entre elas, a receita comercial da transmissão de informações, software e serviços de tecnologia da informação aumentou em 12,1%. As vendas no mercado continuam a crescer, a taxa de crescimento da receita do setor de restaurantes passa a ser positivo Em outubro, as vendas totais de bens de consumo no varejo aumentaram 4,3% em relação ao ano anterior para 3.85 trilhões de yuans (R$ 3.15 trilhões), 1,0 ponto percentual acima de setembro, e 0,68% em relação ao ano anterior. De janeiro a outubro, as vendas totais de bens de consumo no varejo foram de 31,19 trilhões de yuans (R$ 2,54 trilhões), 5,9% abaixo do ano anterior, 1,3 pontos percentuais abaixo do que em janeiro a setembro. Em outubro, as vendas de bens de consumo no varejo em área urbana foi de 3.349,8 bilhões de yuans, um aumento de 4,2%, vendas de bens de consumo no varejo em área rural de 507,8 bilhões de yuans (R$ 414,78 bilhões), um aumento de 5,1%. A receita de alimentos e bebidas foi de 437,2 bilhões de yuans (R$ 357,11 bilhões), acima de 0,8%, taxa de crescimento passou a ser positivo pela primeira vez no ano. Cosméticos, joias e bens automotivos cresceram 18,3%, 16,7% e 12,0%, respectivamente, em relação ao ano anterior. De janeiro a outubro, as vendas de varejo online do país aumentaram 9,12 trilhões de yuans (R$ 7,45 trilhões), um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior, 1,2 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro a setembro; entre elas, as vendas de varejo online de bens físicos aumentaram 16,0%, 0,7 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro a setembro, respondendo por 24,2% do total das vendas de varejo de bens de consumo. Os investimentos em ativos fixos retomam de forma constante e a estrutura de investimentos continua a melhorar No período de janeiro-outubro, o investimento em ativos fixos do país (excluindo as famílias rurais) cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, 1,0 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro-setembro; em outubro, cresceu 3,22% em relação ao ano anterior. O investimento em infraestrutura cresceu 0,7% em relação ao ano anterior, 0,5 pontos percentuais mais rápido que em janeiro-setembro; o investimento em manufatura caiu 5,3%, diminuiu 1,2 pontos percentuais em relação a janeiro-setembro. O investimento em indústrias de alta tecnologia aumentou 9,7% em relação ao ano anterior, 0,6 pontos percentuais mais rápido que em janeiro-setembro. O investimento na fabricação de produtos farmacêuticos e na fabricação de computadores e equipamentos de escritório aumentou 22,8% e 14,8% respectivamente. Na indústria de serviços de alta tecnologia, o investimento em serviços de comércio eletrônico e transformação de conquistas científicas e tecnológicas aumentou 26,5% e 17,2% respectivamente. O investimento no setor social aumentou em 10,6% ao ano, com o investimento em saúde e educação aumentando em 24,1% e 13,1%, respectivamente. Crescimento na importação e exportação de mercadorias Em outubro, o total de importação e exportação de mercadorias foi de 2,83 trilhões de yuans (R$ 2,31 trilhões), 4,6% a mais do que no ano anterior. Entre eles, a exportação resultou em 1,62 trilhão de yuans, um aumento de 7,6%; a importação resultou em 1,21 trilhão de yuans (R$ 990 bilhões), um aumento de 0,9%. As importações e exportações compensaram um superávit comercial de 410,8 bilhões de yuans (R$ 335,55 bilhões). As taxas de desemprego urbano continuam a cair, e a empregabilidade é relativamente estável De janeiro a outubro, cerca de 10 milhões de novos empregos foram criados em cidades de todo o país, completando a meta anual antes do previsto. Em outubro, a taxa de desemprego urbano nacional foi de 5,3%, 0,1 ponto percentual abaixo que setembro; entre eles, a taxa de desemprego para pessoas entre 25 e 59 anos foi de 4,8%, inalterada em relação a setembro. Em outubro, a média de horas de trabalho semanal das pessoas em todo o país era de 46,7 horas. Fonte: 21 caijing
26 de outubro de 2020
Recentemente, a Fábrica de Xangai da Tesla lançou seu negócio de exportação de veículos íntegro, com uma previsão de exportação de mais de US$450 milhões durante o ano. Outubro é o último mês para a entrega do primeiro lote de Model 3 combinados entre a Tesla e a fábrica de Xangai, que começou a ser construída há 2 anos. Serão cerca de 7 mil Tesla Model 3 carregados no navio e exportados para o mercado europeu. Os carros devem chegar ao porto belga de Zeebrugge no final de novembro e vendidos para mais de 10 países europeus, incluindo Alemanha, França, Itália, Holanda, Portugal, Suíça e Suécia. A fábrica da Tesla em Xangai é o primeiro projeto de fabricação de veículos de propriedade totalmente estrangeira da China (não é permitido empresas sem participação de pelo menos um sócio com identidade chinesa) e a primeira fábrica da Tesla fora dos Estados Unidos. No final de setembro deste ano, a fábrica havia produzido mais de 85 mil veículos elétricos, com um valor de produção industrial de cerca de 21,6 bilhões de yuans (R$ 18.12 bilhões). Zhu Xiaotong, vice-presidente global de Tesla e presidente da empresa para a região China, disse que apesar dos impactos da pandemia deste ano, a construção e a operação de produção da fábrica de Xangai têm mantido um ritmo rápido. Atualmente, a primeira fase do projeto de produção do Modelo 3 da Tesla atingiu sua capacidade de produção projetada anteriormente, e a segunda fase da linha de produção do Modelo Y está em construção. Além disso, o projeto de bateria de energia, motor de acionamento e outros componentes-chave estão sendo implementados. Zhu disse que a Tesla continuará a expandir sua produção, vendas, serviço pós-venda e infraestrutura na China, e construir produtos e serviços mais competitivos. Assim, promoverá o desenvolvimento dos negócios no mercado chinês. incentivando a realizar um novo padrão de desenvolvimento que se baseia principalmente no grande ciclo doméstico e combina com ciclos duplos entre o mercado domésticos e internacionais. Isso fará com que haja uma maior contribuição para o desenvolvimento socioeconômico da China. Fonte: yicai.com
20 de outubro de 2020
A Tesla anunciou na segunda-feira que o modelo model 3 produzidos na China podem ser exportados para a Europa, fazendo outro marco histórico para Shanghai Giga Factory, segundo informações publicadas pela agência de notícias Xinhua. A primeira leva de sedans que serão exportados partirá de Shangai e chegará no porto de Zeebrugge, na Bélgica, no fim de novembro, antes de chegar nos países europeus. De acordo com Tesla, com a ajuda dos governos, superará o impacto da pandemia com a produção e vendas, que progridem rapidamente. Com a expansão contínua do design e da equipe de P&D da Tesla na China, a Shanghai Gigafactory produzirá carros que atendam melhor às necessidades dos consumidores chineses. A Tesla oficialmente tornou público o primeiro lote do model 3 feitos na China neste ano, um ano depois de a empresa inaugurar sua primeira fábrica no exterior. Fonte: Xinhua News Agency
9 de junho de 2020
A maior feira do mundo, a Cantor Fair, será realizada pela primeira vez online em 63 anos de existência. O Grupo China Trade Center, representante da Canton Fair (Feira de Cantão) no Brasil, realizou nesta terça-feira, 9, um webinar para esclarecer como acontecerá a 127a edição da Feira neste ano. A Canton Fair é a maior exposição de produtos do mundo e acontece duas vezes por ano, em abril e outubro. Em 2020, teve sua versão presencial cancelada e reorganizada online, devido à pandemia do coronavírus, que fechou as fronteiras da China e limitou o trânsito internacional. Essa foi a alternativa que os representantes chineses encontraram para realizar a feira mesmo à distância. "É o que é possível de ser feito no momento, ao invés de sentar e esperar as coisas se resolverem", disse Henrique Reis, representante de Relações Internacionais do China Trade Center. A feira acontecerá entre os dias 15 e 24 de junho. Serão 25 mil expositores presentes na plataforma criada para acomodar os vendedores. Compradores de todo o mundo poderão acessar a plataforma gratuitamente, fazendo um cadastro prévio, e terão acesso a 1,8 milhão de itens ofertados. “Será muito fácil, econômico e eficiente para explorar as oportunidades de negócios das exportações do Brasil para a China”, disse o Cônsul Comercial da China no Brasil, He Jun. De acordo com Heitor Fiorotto, gerente comercial do China Trade Center, a Cantor Fair presencial tem uma geração de negócios na ordem de US$ 27 bilhões, e teve cerca de 185 mil compradores no ano passado. Ele explicou como é o processo de cadastro para participar da feira, que poderá ser feito junto ao China Trade Center ou diretamente pelo site da Canton Fair. O China Trade Center oferece suporte para o registo e com tradução. Fiorotto alertou para a necessidade de os interessados se prepararem. “Não é porque a feira é online que não precisa se preparar”, disse. Segundo ele, para quem não domina o inglês, é necessário pesquisar com antecedência com o uso de aplicativos de tradução, assim como ter mais detalhes dos produtos que quer comprar, os valores com os custos de importação, além da viabilidade de se trazer certos itens para o Brasil. Uma forma de mostrar os produtos será através de lives de demonstração feita pelos expositores. Os interessados poderão assistir ao vivo ou replay. Poderão ainda interagir com os vendedores, enviar pedidos intenção de compra, e marcar reuniões online para discutir melhores preços e condições. A plataforma da Canton Fair online está em inglês e mandarim. Caso queira se comunicar com o vendedor, o comprador poderá escrever em inglês na plataforma, e o vendedor chinês vai receber a mensagem em mandarim. Assessoria da China2Brazil na Canton Fair Caso precise de informações ou assessoria para fazer inscrição na Canton Fair ou conversar com os expositores, entre em contato com a China2Brazil através do email contato@china2brazil.com, ou nos envie mensagem no Facebook. Link para registro no site da Canton Fair: http://www.cantonfair.org.cn/en/index.aspx#