
20 de maio de 2020
China2Brazil
O aplicativo Meituan entrou no negócio de compartilhamento de carregador portátil. A estratégia da Meituan é colocar seus carregadores portáteis em lojas de maneira gratuita para os comerciantes. Os consumidores finais poderão escanear o código QR nas estações de carregamento de celular, sendo então redirecionados para o aplicativo da Meituan. Cada escaneamento faz aumentar as taxas de clique das lojas comerciais no app. Em outras palavras, quanto mais os consumidores usarem os power banks compartilhados da Meituan, melhor será a classificação das lojas presentes no aplicativo. Os comerciantes precisam apenas fornecer o espaço para que sejam instalados os power banks, sem pagar depósitos, sendo possível receber 60% da participação na receita. Segundo o site de notícias 36Kr.com, alguns especialistas afirmaram que após o lançamento deste serviço, 80% dos restaurantes poderiam ser "dominados" pelo Meituan. O Meituan é um aplicativo de delivery de comida, venda de produtos de consumo e serviços de varejo e pretende aumentar o ranking de suas lojas e serviços na internet. A aceitação dos comerciantes de oferecer carregadores para os clientes parece boa até o momento. Segunda tentativa de entrada nesse negócio Não é a primeira vez que Meituan tenta explorar o mercado de compartilhamento de carregador portátil. Um projeto semelhante foi lançado em 2017 e foi testado em pequena escala nas cidades de Shijiazhuang e Qingdao. No entanto, devido à concorrência acirrada no mercado e a má administração, somente durou por três meses. De acordo com o "Relatório de Análise da Indústria de Compartilhamento de Bancos de Energia em 2020", o número de usuários foi de cerca de 250 milhões em 2019, e a escala de transações de R$ 6,51 bilhões (7,91 bilhões de yuans). A taxa de crescimento anual composta (CAGR) dos próximos três anos é estimada em cerca de 44,9%. Leia mais: Plataforma chinesa de entrega sob demanda “Dada” solicita IPO nos EUA Fonte: www.36kr.com Fonte da foto: Weibo

19 de maio de 2020
China2Brazil
A receita da Budweiser Ásia-Pacífico na China caiu 45,4% no primeiro trimestre de 2020. O resultado se deve à queda de 46,5% nas vendas, causada pelo surto de COVID-19, de acordo com relatório financeiro divulgado em maio. A COVID-19 atingiu a China logo antes do início das comemorações do Ano Novo Chinês, uma das maiores ocasiões de consumo do ano. A maioria das províncias implementou um lockdown que durou do final de janeiro até o final de fevereiro de 2020. Durante o período, bares, baladas e restaurantes ficaram fechados, o que resultou em um grande declínio no volume de compras. No entanto, a Budweiser observou o crescimento significativo do e-commerce e imediatamente realocou recursos para canais de venda na internet. Em colaboração com a Tmall, lançou um programa de balada on-line, onde os consumidores podem assistir a apresentações de DJs locais de música eletrônica enquanto pedem produtos Budweiser pela internet. Também foram feitas parcerias com os principais influenciadores para realizar lives, durante as quais os consumidores puderam fazer compras na loja Budweiser no JD.com. De acordo com dados do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, em fevereiro de 2020, as vendas de cerveja da Tmall aumentaram 48,2% ano a ano. Já o volume de vendas aumentou 42,5%, enquanto o preço médio on-line aumentou 4,0%. A Budweiser e a Tsingtao Brewery foram algumas das maiores beneficiárias dessa dinâmica. Na China, o consumo de álcool geralmente ocorre em eventos sociais, sendo bastante baixa a proporção de consumo individual. Com a volta das atividades sociais, a indústria de cerveja também retoma a produção e as vendas. Como estratégia, Budweiser afirmou no relatório que preparou uma forte campanha de verão para atrair consumidores e compensar suas perdas nos próximos trimestres. Contudo, o fato de os consumidores chineses se preocuparem com a cerveja e sua relação com questões de saúde, algo que pode ter se intensificado durante a pandemia, irá continuar a levar as empresas a se transformarem para atender à demanda em constante mudança.

19 de maio de 2020
China2Brazil
O WeChat, mídia social mais popular da China, gerou 29,6 milhões de empregos em 2019 em seu ecossistema. Foram 26,01 milhões de oportunidades de empregos diretos, tendo um aumento de 16% em relação ao ano anterior, de acordo com o Relatório de Impacto no Emprego 2019-2020 do WeChat, publicado em maio pelo WeChat e pela Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicações (CAICT). Só os mini programas WeChat, apps integrados no WeChat sem downloads adicionais, geraram 5,36 milhões de empregos, um aumento de 195% em relação ao ano anterior. Em 2019 as transações acumuladas resultaram em mais de R$ 659 bilhões (800 bilhões de yuans), aumentando 160% em relação a 2018. De acordo com o relatório, jovens e estudantes universitários são a principal força de trabalho do ecossistema do WeChat. Mas o aumento do desemprego fez com que veteranos, trabalhadores migrantes, donas de casa, pessoas com deficiência, entrassem também para atividades comerciais proporcionadas pelo aplicativo. As mulheres representaram 47,5% do total. Uma cidade na província de Shaanxi lançou o modelo "Association + WeChat Platform + the Disabled", usando o WeChat para publicar informações sobre serviços, anúncios e comércios liderados por pessoas com deficiência. A iniciativa gerou uma receita acumulada de mais de R$ 494 mil (600 mil yuans), ajudando os deficientes a aumentarem sua renda. Em 2019, os empregos relacionados ao ecossistema do WeChat aumentaram 156,6% ano a ano, incluindo operações comunitárias, de novas mídias, engenheiros de desenvolvimento de mini jogos, e trabalhos com mini programas. Durante a pandemia, o rápido crescimento das ocupações relacionadas a novas mídias, fez com que ficassem em primeiro lugar em comparação com outras novas funções. Números do WeChat para o primero trimestre de 2020: O número total de contas ativas mensais do WeChat atingiu mais de 1,2 bilhão As contas públicas excederam 20 milhões O número diário de transaçõs comerciais do WeChat Pay atingiu em média mais de 1 bilhão Usuários ativos diários de miniprogramas excederam 400 milhões

18 de maio de 2020
China2Brazil
A Alibaba está em processo de lançamento de um aplicativo de vlog chamado "Cuyan", que já está em fase interna de testes. Outra uma plataforma de vídeo chinesa, a iQiyi, lançou um app chamado "PAO", revelado pelo site chinês 36Kr. No início deste ano a iQiyi já havia lançado o app "Suike" com o objetivo de se igualar ao modelo de vídeos curtos do Youtube. O "PAO", seu novo app, mantém o design e as funções originais do "Suike" com a diferença que ele foca nos vlogs, principalmente nos vlogs diários. Diferente do iQiyi, o aplicativo da Alibaba enfatiza mais a interação entre usuários que compartilham interesses em comum, projetando uma funcionalidade chamada "Pick". Essa funcionalidade é um termo popular da Internet entre os jovens chineses, que significa "apoio e curto". Atualmente, o mercado de vídeos de curta duração ainda é dominado pela Douyin (Tiktok) e Kuaishou (Kwai). Já a Bilibili, Watermelon e outras plataformas de vídeos de média duração também tentam tomar para si a fatia de mercado dos vlogs, estudando e melhorando o modelo do YouTube. Segundo o pesquisa da iiMedia, o volume de vloggers na China foi de 126 milhões em 2018, número que deve crescer de forma constante em 2020, atingindo mais de 368 milhões. Os analistas da iiMedia acreditam que, com o apoio do 5G, a comunicação através de redes sociais passará a ser o mais básico na era do vídeo. Isso pode ajudar os vlogs a se transformarem em uma grande oportunidade para o mercado da Internet. O que é o Vlog Vlog é um tipo de blog, cujo nome completo é blog de vídeo ou log de vídeo. Ele enfatiza a produção e compartilhamento de vídeos com internautas em vez de textos ou fotos. O primeiro vlog no YouTube apareceu em 2012. De acordo com os dados da Enciclopédia Baidu, até 19 de janeiro de 2018, a cada hora são produzidos 2000 vlogs no YouTube. O vlog tornou-se gradualmente um meio da geração jovem global de registrar seu cotidiano e se expressar. Com o rápido desenvolvimento das tecnologias 5G e IA em 2020, o modelo do YouTube continuará a atrair uma escala maior de público. Fonte: www.36kr.com Leia mais: CEO chinesa vende R$ 257 milhões em live Na China, CEOs fazem lives para vender produtos

18 de maio de 2020
China2Brazil
https://youtu.be/APHSVs4J0YI A indústria de catering da China teve que se adaptar diante da pandemia do coronavírus. Novas medidas de segurança alimentar foram implementadas, assim como diferentes maneiras de entregar comida. A internet tem sido uma aliada nesse processo. Os donos de restaurantes têm não apenas vendido comida on-line, como feito divulgação em lives e nas redes sociais. Assista também: Serviços sem contato ganham espaço devido à Covid-19 Fonte: XINHUANET

18 de maio de 2020
China2Brazil
A Tesla parece determinada a lutar contra os impactos da pandemia. Um relatório da China.com.cn publicado na última semana revelou que a Tesla planeja expandir a cobertura de seus Superchargers (Super Carregadores) na China, adicionando 4 mil unidades V2 e V3 até o final deste ano. O CEO da Tesla, Elon Musk, divulgou um gráfico no Twitter que mostra a queda dramática do uso da rede de estações de recarga da Tesla desde o início da pandemia de coronavírus. Como demonstrado, o uso das estações de recarga da Tesla nos Estados Unidos e na Europa caiu 70% desde o início de janeiro, atingindo seu ponto mais baixo em abril e começando a se recuperar no final do mês, continuando a subir pelo começo de maio. A tendência de queda também apareceu na China em fevereiro, quando o surto começou. No entanto, as recargas dos proprietários de carros da Tesla voltaram ao normal em março. No mês de abril houve queda novamente, mas se recuperou. Segundo a Phoenix News Media, a Tesla forneceu serviços gratuitos de recarga aos proprietários chineses. Atualmente, a Tesla possui cerca de 2,5 mil Superchargers e 2,4 mil pontos de carregamento na China, números que devem crescer 60% em 2020. Leia mais: Tesla se rende ao e-commerce chinês e abre loja no Tmall, da Alibaba Fonte: Phoenix News Media; China Daily

15 de maio de 2020
China2Brazil
O e-commerce através de lives se tornou a escolha comum de muitas marcas e empresas neste período de pandemia. No dia 10 de maio, a CEO da Gree Electric Appliances, Mingzhu Dong, fez sua primeira live pelo aplicativo de vídeos Kuaishou. Em 30 minutos, as vendas ultrapassaram R$ 83 milhões (100 milhões de yuans); 100 minutos depois passaram a marca de R$ 166 milhões (200 milhões de yuans). Ao final da live, a CEO já havia vendido um total de R$ 257 milhões (310 milhões de yuans). O desempenho da CEO provou que o e-commerce com live é adequado para ela e também para a venda de eletrodomésticos, embora os preços sejam mais altos do que os de roupas e produtos de beleza. Em entrevista com o site 36Kr, Mingzhu Dong disse que as lives são agora o melhor veículo de vendas, e levantou a questão sobre o futuro de seus revendedores. "Depois dessa experiência gostaria de experimentar uma outra, com os meus dezenas de milhares de distribuidores que poderão começar a fazer lives." Quando falou sobre a live no TikTok do dia 24 de abril, Mingzhu Dong afirmou que foi um fracasso, mas desta vez, no Kwai, ela apresentou com entusiasmo os principais produtos da Gree para o público, resultando em números diferenciados de vendas. Estratégias diferenciadas A popularidade do e-commerce através de lives levou os vendedores a utilizarem estratégias competitivas diferentes. O influenciador Jiaqi Li solicitou o registro como marca registrada de sua expressão favorita ao vender produtos: "Oh meu Deus, compre e compre!", que já é bem conhecida pelos consumidores e muitas vezes os inspira a fazer compras. A solicitação de registro de uma marca comercial sonora significa que apenas Jiaqi Li poderia usar esse slogan ao vender mercadorias em lives, evitando assim o plágio de concorrentes. No momento, o status da solicitação ainda está pendente. Segundo dados oficiais da Kuaishou, seu e-commerce ajudou mais de 1 milhão de comerciantes off-line, incluindo marcas de luxo, a retomar seus negócios. O Baidu, chamado de “Google chinês”, acaba de anunciar que promoverá ativamente seu serviço de lives em 2020 como uma maneira de construir seu ecossistema móvel. O vice-presidente executivo Dou Shen acredita que seu modelo de live reflete duas metas importantes no segundo semestre de 2020, que são "pessoas" e "serviços". O boom das lives na China não é apenas uma atualização da estratégia de marketing de marca, mas também uma grande mudança nos conceitos de vendas de todo o setor de e-commerce. Fonte: www.36kr.com

15 de maio de 2020
China2Brazil
O grupo chinês Dada, plataforma local de entrega sob demanda, entrou no dia 13 de maio, formalmente na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), com a Oferta Pública Inicial na bolsa de valores da Nasdaq. O grupo usou o código "DADA", que significa "chegue, chegue”. O tamanho do IPO está estimado em cerca de US$ 100 milhões (R$ 589 milhões), que serão utilizados principalmente para investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento em tecnologia, implementação de planos de marketing e expansão da base de usuários. Fundado em 2014, o grupo Dada é uma das principais plataformas chinesas de entrega sob demanda, semelhante ao Meituan e Ele.me. Atualmente o Dada possui duas grandes plataformas de entrega, a Dada Now e JDDJ. Além disso, o grupo recebe investimentos sucessivos de fundos e parceiros estratégicos como Sequoia, DST, JD.com e Wal-Mart, atingindo um valor acumulado de aproximadamente US$ 1,3 bilhão (R$ 7,7 bilhões). Os acionistas Segundo o Huxiu.com, a JD.com é atualmente a maior acionista do Dada. De acordo com um prospecto da distribuição acionária da empresa divulgado antes do IPO, o fundador e CEO do Dada Group detém 8,3% das ações; o co-fundador e CTO tem 1,7% das ações; enquanto a JD.com concentra 47,4% das ações. O Sequoia Capital China Fund, Wal-Mart e DST possuem 10,5%, 9,9% e 8,7% das ações, respectivamente. A JD.com, além de ser a maior acionista do Dada, também é sua principal fonte de receita líquida, atingindo 37,8%. O JDDJ trouxe ao Dada um volume maior de pedidos, enquanto o Dada ajuda o JDDJ a expandir sua capacidade de processar pedidos, aliviando a pressão sobre o serviço da JD. Apesar da alta taxa de crescimento GMV em relação ao ano anterior, o Dada ainda sofre uma perda líquida, principalmente sob a influência da pandemia. No entanto, a maior causa dessa perda é o alto custo associado aos salários e recompensas pagos aos motoboys, estimando-se que aumentem juntamente com a expansão. Fonte: www.huxiu.com Fonte da foto: Dada

14 de maio de 2020
China2Brazil
A NetEase Cloud Music, principal empresa chinesa de produção musical e jogos on-line, anunciou uma colaboração estratégica com a Warner Chappell Music (WCM). As empresas cooperarão em todos os aspectos da indústria da música, incluindo licenciamento, karaokê on-line e desenvolvimento de Propriedade Intelectual. A Warner Chappell Music (WCM) é uma das três principais gravadoras do mundo, possuindo uma entidade licenciadora de música internacional, a WMG Licensing. A entidade tem mais de 200 anos e filiais em mais de 40 países. Colaborando com a WCM, o NetEase Cloud recebe autorização de uso de 1,3 milhão de músicas, incluindo de artistas e bandas famosas como Eric Clapton, George Michael, Green Day, Katy Perry, Madonna, Radiohead, Steve Aoki e uma grande variedade de artistas chineses. A parceria pode ser considerada um grande progresso da NetEase em sua batalha com direitos autorais. "O modelo de vendas exclusivo das três principais gravadoras, Warner, Sony e Universal na China nos últimos anos, fez não apenas a NetEase mas também outras operadoras de música chinesas, como a Huawei e a Xiaomi, pagarem de duas a três vezes mais que o preço razoável em direitos autorais.", disse o CEO da NetEase, Ding Lei, no relatório financeiro de Fevereiro, de acordo com o Sina.com. A Tencent Music Entertainment (TME), a maior concorrente da NetEase, já possui licenças não apenas das três principais gravadoras, mas também de empresas como Rolling Stone, HIM e Media Asia Entertainment por meio de uma série de sub-licenças. Mas a NetEase não quer ficar para trás, intensificando seus esforços de licenciamento em 2020 e entrando, em Março, em um acordo de cooperação com a Rock Records de Taiwan e o Studio Ghibli do Japão para transmitir músicas de alguns dos filmes de animação na NetEase Cloud Music. Ao mesmo tempo, a Tencent anunciou a assinatura de um acordo para comprar 10% do Universal Music Group da francesa Vivendi SE. A intenção é consolidar ainda mais sua posição de liderança no conteúdo musical. Enquanto isso, a NetEase, desde Abril, também começou a explorar os negócios offline de shows ao vivo em conjunto com a Sony. Direitos autorais Atualmente, o alto custo dos direitos autorais musicais, a escala cada vez mais saturada de usuários registrados e a disposição relativamente baixa de pagar continuam sendo os grandes desafios para as plataformas chinesas de mídia de streaming de música. A exploração comercial dos usuários sustentáveis e de valor tornaram-se os problemas cruciais que a Tencent Music, o NetEase Cloud Music e outras plataformas precisam resolver. Fonte: https://www.sina.com.cn/

14 de maio de 2020
China2Brazil
A taxa de crescimento anual do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) chinês vem caindo desde o início do ano, chegando a 3,3% em abril. De acordo com dados anunciados pelo Escritório Nacional de Estatística da China, nos meses anteriores, a taxa passou de 5,4% em janeiro para 5,2% em fevereiro, e 4,3% em março. Com o maior controle da pandemia, a vida das pessoas tem voltado ao normal. A retomada das operações comerciais, juntamente com fatores como o clima mais quente, contribuiu para um declínio constante dos preços, pois tornaram a oferta mais próxima ao suficiente. Observando dados de distribuição, os preços dos alimentos ainda são o principal fator que afeta o IPC. Em abril, os preços subiram 14,8% em relação ao ano anterior, levando a um aumento de cerca de 2,98% do IPC. Vale destacar o aumento de 96,9% do preço da carne suína em relação ao ano anterior, que teve um efeito de cerca de 2,36% no IPC. Esse aumento dramático deve-se principalmente à epidemia da peste suína na África no ano passado, que se espalhou para a China, e afetou a produção. No entanto, a taxa de crescimento caiu 19,5% em relação a Março, graças à aceleração da produção de suínos e aos esforços feitos anteriormente pelo governo para liberar carne congelada das reservas para os mercados. Por categoria Os preços de categorias como necessidades e serviços diários, educação, cultura e entretenimento, além de assistência médica, aumentaram de ano a ano. No entanto, com exceção do preço da assistência médica, que foi a mesma do mês passado, o restante declinou. Os preços de vestuário, moradia, transporte e comunicação também caíram, a principal razão sendo o enfraquecimento da demanda por conta da pandemia. No curto prazo, a pandemia pode continuar a interferir nos preços tanto da oferta quanto da demanda, precisando ser exercido o macrocontrole e mantida cuidadosa observação. O mercado também necessita de ajuda para que a demanda se recupere o mais rápido possível. Para isso, será necessário fornecer um ambiente monetário favorável para apoiar a economia real através de medidas como a redução de custos de financiamento corporativo. Especialmente as pequenas, médias e microempresas, se beneficiam de tais medidas. Fonte: www.huxiu.com Fonte da foto: Xinhua News