
3 de agosto de 2021
China2Brazil
No dia 3 de agosto, a Alibaba anunciou seu último relatório de lucros do primeiro trimestre do ano fiscal 2022. Até 30 de junho de 2021, os consumidores ativos anuais globais da Alibaba alcançaram 1,18 bilhão, um aumento de 45 milhões em relação ao trimestre anterior. De acordo com os dados, a receita da Alibaba nesse período foi de 205,74 bilhões de yuans, um aumento anual de 34%, mas ainda inferior comparado com os 209,38 bilhões estimados anteriormente por analistas. O lucro líquido ajustado foi de 43,44 bilhões de yuans (US$ 6,71 bilhões) e a margem EBITDA ajustada de 24%. O setor do comércio eletrônico central da Alibaba tem consumidores ativos anuais de 828 milhões, os usuários ativos mensais móveis aumentaram em 14 milhões para 939 milhões em um único trimestre. O Alibaba Cloud, subsidiária da Alibaba voltada para o mercado de computação em nuvem, a sua receita cresceu para 16,051 bilhões de yuans ano a ano (US$ 2,48 bilhões), alcançando lucratividade por três trimestres consecutivos. Fonte: Zaker

3 de agosto de 2021
China2Brazil
Até o final de junho de 2021, a China construiu um total de 961 mil de estações 5G, abrangendo todas as prefeituras do país, e mais de 365 milhões de usuários conectadas com a rede 5G. Além disso, a China fez também a atualização completa do IPv6 e obteve 1,59 bilhão de usuários com a rede IPv6. Os dados foram apresentados na Conferência de Economia Global Digital 2021 - GDEC, Liu Yulin, diretor-geral adjunto do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT, sigla em inglês) do governo chinês. Atualmente, todas as prefeituras da China já estabeleceram rede óptica, e o número de usuários que usam a rede óptica é 94% maior do que os que usam banda larga. Já são 73 milhões de unidades de máquinas para a conexão de rede, e cerca de 1600 projetos sobre 5G e indústria em andamento. Reforçar a regulamentação do setor da internet Liu afirmou que, apesar dos seus excelentes resultados, a tecnologia de infraestrutura digital da China ainda enfrenta muitos desafios, como o fato de que as principais tecnologias estão sujeitas ao controle humano, as aplicações industriais precisam ser cultivadas e o sistema de governança digital precisa ser aperfeiçoado. No futuro, será dada mais atenção à construção de instalações, a inovação tecnológica, a aplicações de convergência, a construção ecológica e segurança: Continuar melhorando a capacidade das infraestruturas. Propulsionar o desenvolvimento da rede de Gigabit Ethernet de duas portas e acelerar a montagem de rede de 5G, aprofundar a construção de 5G na zona rural. Reforçar e inovar suas aplicações de tecnologia. Acelerar o desenvolvimento do projeto 3GPP, e melhorar os desenvolvimentos nas tecnologias de 5G, aperfeiçoar os problemas de computação de borda, teletransporte quântico etc. Fomentar o crescimento de aplicação no mercado, tais como, turismo, transporte, educação e saúde. Promover projetos digitalizados, manufatura inteligente e outros novos modelos. Estabelecer um ambiente confiável e seguro. Reforçar o monitoramento na indústria de internet, investigar e punir as violações de leis e irregularidades em tempo útil, aumentar o senso de independência das empresas, coletar e usar as informações pessoais dos usuários de acordo com a lei. Construir uma linha forte de segurança cibernética para garantir a segurança de dados da população chinesa. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald

2 de agosto de 2021
China2Brazil
A revista de negócios americana Fortune publicou nesta segunda-feira (2) a lista das 500 melhores empresas do mundo. A China lidera segundo ano consecutivo com maior número de empresas na lista. São 135 entidades chinesas, 11 a mais do que no ano anterior. As empresas chinesas que estão entre os três melhores no setor de tecnologia são a Hon Hai Precision Industry, a Huawei e a China Mobile. Devido à influência da pandemia, a receita dessas 500 empresas foi em média de US$ 31,7 trilhões, 5% menos do que no ano passado. As empresas que tiveram menor desempenho, o faturamento total caiu de US$ 25,4 bilhões para US$ 24 bilhões. Ao mesmo tempo, os lucros das empresas também caíram drasticamente. O lucro líquido total de todas as empresas listadas neste ano foi US$ 1,6 trilhão, uma queda de 20% em comparação ao ano anterior, e é a maior queda desde 2009. A Walmart tornou-se a maior empresa do mundo pelo oitavo ano consecutivo, enquanto a State Grid da China subiu para o segundo lugar, com a Amazon no top 3 e a Apple para o sexto lugar. Em relação ao lucro, a Apple lidera o ranking com um lucro de US$ 57,4 bilhões. A Saudi Aramco com lucro de cerca de US$ 49,3 bilhões, ficou no segundo lugar, e o Softbank do Japão com um lucro de US$ 47 bilhões, ficou em terceiro lugar. Os três principais bancos da China, a ICBC, a CCB e o ACB, continuam no top 10 da lista de lucros. Além disso, a Microsoft, a Alphabet, e o gigante das redes sociais, o Facebook, estão em quinto, sétimo e décimo lugar, respectivamente. O recuo de diferença entre as empresas da China e dos EUA A China além de ter ampliado a numeração das empresas que ocupam a lista da Fortune, também melhorou o desempenho operacional. A lista da Fortune apresenta que, o lucro médio das empresas chinesas (Continental e Hong Kong) foi de US$ 3,54 bilhões, maior do que o lucro médio total das 500 empresas listadas que foi de US$ 3,3 bilhões. Ao mesmo tempo, o lucro médio das empresas americanas caiu para US$ 5,1 bilhão. O rendimento do ganho das empresas da China (Continental e Hong Kong) é a mesma que no ano anterior, ou seja, cerca de 5,4%. O retorno sobre patrimônio diminuiu em comparação ao ano passado em cerca de 8,7%, mas ambos estão acima da média das 500 melhores do mundo. Embora as duas taxas mencionadas pelas empresas chinesas acima sejam abaixo de 6,5% e 11,8% para as empresas americanas. Mas, no ano passado, o rendimento do ganho das indústrias americanas foi 1,6 vezes maior do que as chinesas. O retorno sobre patrimônio é 2 vezes maior que a China. Mas nesse ano, essa diferença diminuiu para 1,2% e 1.4%, respectivamente. No entanto, em termos gerais, ainda há uma diferença. Na lista das 50 maiores empresas em relação ao retorno sobre patrimônio do mundo, há um total de 32 empresas dos EUA e apenas 4 empresas Chinesas: Lenovo, a Hengli, a Sunac e a TSMC. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald

2 de agosto de 2021
China2Brazil
Nesta segunda (2), Yu Xiaohui, reitor da Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação, publicou o “Livro Branco da Economia Digital Global” no fórum principal da Conferência de Economia Digital Global 2021. No ano passado, a economia digital da China ficou em segundo lugar do mundo e chegou a quase US$ 5,4 trilhões. Em termos de taxa de crescimento, a economia digital da China cresceu 9,6% ano a ano, ficando em primeiro lugar do mundo. Yu Xiaohui diz que, embora os dados mostrem que ainda estamos sob efeitos da pandemia, os países já têm uma visão da recuperação econômica. Em 2020, o valor adicionado da economia digital em 47 países chegou a US$ 32,6 trilhões, um aumento nominal de 3% ano a ano, representando 43,7% do PIB. A digitalização industrial ainda é o principal motor do desenvolvimento da economia digital, respondendo por 84,4% da economia digital. Entre eles, a economia digital das indústrias primária, secundária e terciária representam 8%, 24,1% e 43,9%, respectivamente. Visando o desenvolvimento de áreas típicas da economia digital, Yu Xiaohui acredita que o futuro deve se concentrar na capacitação por meio da tecnologia. Tomando a indústria de inteligência artificial como exemplo, ele disse que no final de junho deste ano, a escala dessa indústria atingiu 303,1 bilhões de yuans, um aumento anual de 15,1%. Classificação dos países Além disso, Yu Xiaohui afirmou especificamente que a economia digital dos Estados Unidos, China, Alemanha, Japão e Grã-Bretanha está se desenvolvendo rapidamente. A economia digital dos EUA continua em primeiro lugar no mundo, com uma escala próxima a US$ 13,6 trilhões em 2020, e a China ocupa o segundo lugar do mundo, com uma escala aproximadamente de US$ 5,4 trilhões. Alemanha, Japão e Reino Unido ficaram entre o terceiro e quinto lugar, com uma escala de aproximadamente US$ 2,54 trilhões, US$ 2,45 trilhões e US$ 1,79 trilhão, respectivamente. Em termos de taxa de crescimento, a China ocupa o primeiro lugar do mundo com um crescimento de 9,6% ano a ano. As posições seguintes são ocupadas por Lituânia, com uma taxa de 9,3%, Irlanda e Bulgária, ambos com mais de 8% ano a ano. Alemanha, Reino Unido e EUA são os países com maior proporção da economia digital global, ocupando uma posição dominante de mais de 60% do PIB. Fonte: Beijing Daily

2 de agosto de 2021
China2Brazil
A indústria de lentes de contato coloridas ganhou bastante espaço no mercado nos últimos dois anos, e a demanda “funcional” se transformou em demanda por “beleza”. Esse crescimento continuará por muitos anos, segundo Yun Cong, gerente geral da Tmall Medical Health. A ascensão da economia da beleza se deve principalmente às gerações mais jovens em busca de moda e beleza. Devido aos efeitos da pandemia, a única maquiagem visível é a do olho devido ao uso de máscaras. De acordo com a Tmall, no primeiro semestre de 2021, a taxa de crescimento anual das lentes de contato chegou a 60%, e a taxa das lentes coloridas atingiu 83%. Outros dados mostram que, durante a pandemia, as vendas de produtos de maquiagem para os olhos aumentaram em 30% a 40%. Em comparação com a taxa de recompra de batom de 20%, a taxa de recompra de lentes coloridas chega a 30% a 50%, tornando-se um item indispensável hoje em dia. Os dados da Tsingshan Capital mostram que nos últimos cinco anos, a taxa média de crescimento anual das lentes de contato coloridas da China atingiu 41%, ocupando o primeiro lugar do mundo. Em 2020, as vendas para o mercado consumidor chinês ultrapassaram 50 bilhões de yuans, e estima-se que até 2025, o tamanho do mercado da indústria chinesa de lentes coloridas chegará a 50 bilhões de yuans, se tornando o mercado mais importante do mundo. A busca pela beleza Como dito anteriormente, de acordo com Yun Cong, a principal razão da explosão do mercado das lentes coloridas é a mudança da demanda “funcional” para “estética”. Outro fator que influenciou no crescimento desse mercado é a ampliação do grupo de consumidores, mesmo pessoas sem problemas de visão estão adquirindo lentes de contato, juntamente com pessoas que originalmente têm miopia ou outros problemas de visão. A mudança de hábitos de consumo de baixa frequência para alta frequência também tem um pedaço desse bolo. Antes, as lentes eram vendidas principalmente em uma base semanal. Agora, para atender às necessidades estéticas, os consumidores mudam suas cores com muito mais frequência. Melhora da qualidade Responsável da Sigo, Liu Haiyong diz que a taxa de penetração de mercado de lentes de contato no Japão e na Coreia do Sul chega a 30%, enquanto no mercado chinês a taxa é de apenas 5%. Em termos de estilo, cultura ou hábitos, ainda há muita semelhança entre esses países, portanto, ainda há muito espaço para crescimento na taxa de penetração das lentes da China no futuro. A melhora da qualidade das lentes de contato é um motivo de entrada para um maior crescimento. Yun Cong diz que a recompra das lentes é um fato recorrente entre os clientes, e eles têm uma sensação de fidelidade com a marca que compram. Por isso, quanto mais a qualidade das lentes melhora, maior a chance de recompra pelos clientes. Fonte: 21st Century Business Herald

2 de agosto de 2021
China2Brazil
A AliExpress é considerada a maior plataforma online de exportação da China. A plataforma de ecommerce é voltada para o desenvolvimento do mercado global do Grupo Alibaba. Os usuários da Aliexpress estão presentes em mais de 220 países e regiões ao redor do mundo, tendo suporte em mais de 18 idiomas. Além disso, a plataforma possui mais de 150 milhões de compradores estrangeiros, e mais de 600 milhões de downloads no exterior, tornando-se um dos 10 aplicativos mais baixados no mundo todo. Desde sua criação em 2010, a Aliexpress está profundamente envolvida no Brasil há mais de 10 anos. A empresa tornou-se a maior plataforma internacional de ecommerce do Brasil, com o maior número de compradores e vendedores ativos, maior volume de transações internacionais e um dos ecommerces mais bem avaliados entre os brasileiros. Estamos lançando hoje oficialmente a Aliexpress Brasil. Com isso, os comerciantes locais já podem se inscrever diretamente na plataforma e aproveitar as menores taxas de comissão do Brasil, com a logística totalmente integrada aos Correios e com o pagamento local em REAL! A IEST é a parceira exclusiva da Aliexpress Brasil para recrutamento de comerciantes locais chineses. Se você tiver alguma dúvida sobre o processo de inscrição da sua loja, pode nos contatar através do nosso WeChat (iestbrazil), e-mail (aebrazil@iestgroup.com) ou DingTalk. Se você estiver interessado em se juntar a nós, escaneie o código QR para a inscrição ou clique no link abaixo: Inscrição da loja no Aliexpress

30 de julho de 2021
China2Brazil
Como um dos eventos anuais mais conhecidos e influenciados no mundo do entretenimento digital, a exposição ChinaJoy atrai todo ano a participação de empresas relacionadas com o entretenimento digital como desenvolvedores de jogos eletrônicos, brinquedo de arte, produtor de conteúdo de entretenimento. Em 2021, a ChinaJoy além de ter atraído as empresas que estão dedicadas há anos no mercado de jogos como a 37 Interactive Entertainment, a Perfect World, a Mihoyo, os gigantes da tecnologia de internet como a Tencent e NetEase também se tornaram um dos principais expositores do evento da ChinaJoy. Isto significa que as empresas de tecnologia e internet estão cada vez mais interessados no mercado de jogos, e estão usando o método de autodesenvolver o jogo + investimento e fusão para expandir a sua presença no mercado de jogos. Segundo os dados da ITJUZI, até o dia 15 de julho deste ano, houve um total de 74 eventos de investimento no mercado de jogos na nova regra de economia chinesa, ultrapassando o nível do mesmo período em 2020. Ao mesmo tempo significa que, nos últimos anos, o mercado de investimento de jogos está ficando cada vez mais fera no mercado Entre eles, os gigantes da tecnologia de internet como a Tencent e NetEase e outros estão gradualmente transformando os jogos em uma das principais atividades da empresa através de autodesenvolvimento, investimento e fusão. Em 2021, além da Tencent que não parava de investir no mercado de jogos, as empresas como a Bilibili, a ByteDance, a Alibaba, a Sina Corp e outras empresas também investiram no negócio de jogos. Analisando pelo histórico de investimento, no primeiro trimestre de 2021 a Tencent lidera no topo em mercado de investimento de jogos. E entre os 87 eventos de investimento no mercado de jogos, 41 são investidos pela Tencent. No primeiro trimestre de 2021, o gigante chinês na área de compartilhamento de vídeo e áudio, a Bilibili, realizou 9 eventos de investimento; a ByteDance que ficou atuando no mercado de design de jogos, realizou 4 eventos de investimento e fusão. “Gigante radical”, Tencent Desde o começo do ano até o dia 15 de julho, totalizaram 41 eventos de investimento da Tencent na área de jogos, ou seja, a Tencent investe em média mais de 6 vezes por mês. Neste meio do ano, os investimentos da Tencent em jogos abrangeram basicamente as categorias de desenvolvedores de jogos, game engine e publicadora de jogos eletrônicos, dos quais a categoria de desenvolvedores de jogos foi o principal evento investido. Segundo os eventos de investimento publicados mostram que a Tencent investiu em Game Science, um desenvolvedor de jogos que desenvolveu “Art of War: Red Tides”,“100 HEROES” e “BLACK MYTH WUKONG”, além do mobile game “MMORPG”. Fonte: 36 Kr. Em termos game engine, os eventos típicos de investimentos da Tencent no primeiro trimestre de 2021 incluíram empresas como a RCT AI, a Reworlder e outras. Além disso, a Tencent investiu também na empresa de design de jogos, a 4wgame, a Nenly, a Ubitus, a Caijiyouxi, entre outros. Jovens prometedores do mercado de jogos Em relação com o “bombardeamento” de investimento geral da Tencent, os jovens prometedores do mercado de jogos focam mais em investimento seguro no primeiro trimestre de 2021, e com um número de eventos investidos menor. A Bilibili participou num total de 9 eventos de investimento em 8 empresas; a ByteDance investiu em 4 empresas de jogos. Fonte: 36 Kr. Os investimentos da Bilibili no mercado de jogos são: “DOLL”, “The Marvelous Snail”, “Mystery Dungeon” e “Ares Virus”. Já os investimentos da Bilibili são: "Story of Seasons" e " Storm Hammers", entre outros jogos de lazer e RPG. Fonte: 36 Kr. Jogadores que ainda estão “nadando” Em termos de investimento, no mercado de jogos do primeiro trimestre de 2021, sugiram também a presença da Alibaba, Sina Corp, Huya e Himalaya. Fonte: 36 Kr. Atualmente a Tencent continua ser um gigante inabalável no mercado de jogos, em seguida vem a NetEase. Mas a Bilibili que tem uma gama de consumidores ACG, e a ByteDance que está entrando no mercado com o tema de jogos de lazer, ambos estão querendo competir fortemente com a Tencent e a NetEase. E o que não há dúvida é que, com o levantamento dos prometedores jovens do mercado de jogos, os negócios de jogos doméstico da China e o de fora do país causará uma nova onda de competição. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 36 Kr Imagem principal: Sean Do/ Unsplash

30 de julho de 2021
China2Brazil
Na última sexta-feira (30), os dados econômicos de 21 das 23 cidades com PIB acima de trilhões foram divulgadas, apenas Shenzhen e Jinan não foram ao público. A 21st Century Economic Research Institute conduziu uma análise profunda desses dados das 21 cidades sobre a recuperação econômica, os destaques de crescimento e as tendências de transformação dessas cidades. Xangai se tornou a primeira cidade da China com um PIB semestral superior a 2 trilhões de yuans, e o número de cidades com PIB semestral mais de 1 trilhão de yunas subiu para 6 trilhões de yuans, com Suzhou entrando para o “clube do trilhão”. De acordo com a análise, essas 21 cidades são os principais motores do crescimento econômico da China, contribuindo com mais de 34% da participação econômica do país no primeiro semestre de 2021. O ímpeto de crescimento de Wuhan não diminuiu, com uma série de indicadores de crescimento posicionados na linha de frente. A taxa de crescimento de Foshan também é surpreendente, atingindo 17,3% ano a ano, ficando atrás apenas de Wuhan. 21 cidades somam 34% da economia nacional No primeiro trimestre de 2021, o agregado econômico das 21 cidades mencionadas acima era de 8,48 trilhões de yuans, representando 34,02% do agregado econômico nacional no mesmo período. No final do primeiro semestre do ano, o agregado econômico das 21 cidades foi de 18,14 trilhões de yuans, representando a economia nacional no mesmo período. A proporção do volume econômico total aumentou ligeiramente em comparação com o primeiro trimestre, atingindo 34,09%. Fonte: 21st Century Business Herald

30 de julho de 2021
China2Brazil
No primeiro semestre desse ano, o mercado de varejo online da China melhorou em quantidade e qualidade, e continua subindo, de acordo com o site oficial do Ministério do Comércio. O National Bureau of Statistics diz que as vendas alcançaram 6,11 trilhões de yuans, um aumento de 23,2% em relação ao ano passado e um aumento médio de 15,0% em dois anos. As vendas online no varejo de bens físicos foi de 5,03 trilhões de yuans, crescimento de 18,7% ano a ano e uma média em dois anos de 16,5%, representando 23,7% do total das vendas de bens de consumo. Monitoramento do big data empresarial O consumo saudável tem se tornado cada vez mais popular, com vendas de artigos esportivos de natação, futebol e ioga aumentando 128,9%, 106,2% e 55,1%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Durante a promoção “618” nas plataformas de e-commerce, as marcas nacionais ocuparam mais de 70% das vendas. O consumo de serviços online continua a se recuperar. A receita de pedidos de refeição online teve um aumento de 48,2%, já as refeições nos restaurantes tiveram um aumento de 93,1%. Vendas online de viagem, como passagem e hospedagem, aumentaram 71,6% em relação ao ano anterior. O modelo de negócios continua se inovando. Novos modelos, como e-commerce ao vivo, personalização reversa e entrega instantânea estão se desenvolvendo bem, e as necessidades do consumidor em vários tipos e personalizadas estão sendo atendidas. Fonte: Economic View

29 de julho de 2021
China2Brazil
Após um longo período de espera, nessa quinta-feira (29), Huawei anunciou oficialmente a série P50. A família é composta pelo P50 e P50 Pro, ambos são celulares 4G, e é o primeiro smartphone da Huawei com o sistema operacional HarmonyOS instalado de fábrica. Na mesma ocasião, a Huawei também lançou outros produtos inteligentes da marca, como alto-falantes inteligentes, Smart TV e tablets. O P50 normal está equipado com o chip Qualcomm Snapdragon 888, uma tela OLED flexível de 6,5’, com preços variando entre 4.488 a 4.988 yuans, cerca de R$ 3.520,00 a R$ 3915,00. Já a versão Pro tem três faixas de preços, sendo elas 5.988, 6,499 e 7.488 yuans, cerca de R$ 4.700,00, R$ 5.100,00 e R$ 5.880,00, com opções tanto com processadores Kirin 9000 quanto Snapdragon 888, e uma tela curva OLED flexível de 6,6’. Huawei P50 suporta carregamento super rápido com fio Huawei de 66W, e o P50 Pro também suporta carregamento super rápido sem fio Huawei de 50W, carregando o celular em um instante. Toda a série P50 tem resistência à poeira e água com certificação IP68, para evitar surpresas desagradáveis. A versão Pro possui uma bateria de 4360 mAh de capacidade, em um corpo leve, fino, compacto e confortável. A evolução da imagem Uma das principais características do novo P50 é a sua câmera, equipado com um sistema de superimagem de nova geração. De acordo com a empresa, o celular usa duas tecnologias principais de fotografia em preto: XD Optics e um mecanismo de cores. A Huawei vem investindo em óptica computacional há anos, com o P50 como seu ponto de partida comercial. Tomando o P50 Pro como exemplo, 50% das informações da imagem são perdidas no momento da foto, podendo restaurar até 60% da imagem original, mas com a adição da óptica computacional, é possível restaurar 25% mais informações da imagem, melhorando a qualidade. Outros produtos lançados Mesmo o P50 sendo o foco principal da conferência da Huawei, foi lançado também outros produtos inteligentes interessantes, como a smart TV, tablets, alto-falantes inteligentes, relógio infantil entre outros. - Alto-falante inteligente, Huawei Sound X - Huawei V75 Super e V98, primeiros da marca com matriz miniLED - Próxima geração da pulseira inteligente, Huawei Band 6 Pro - Huawei MatePad Pro, tablet com tela OLED 12,6’ e processador Kirin Situação da Huawei A linha P da Huawei geralmente é lançada em março e abril de cada ano, e apesar do atraso no lançamento do P50 este ano devido a várias sanções dos EUA, a Huawei nunca parou na pesquisa e desenvolvimento de aparelhos de alta tecnologia. No geral, em 2020, a Huawei teve uma receita de vendas de 482,9 bilhões de yuans, um aumento de 3,3%. Até o final do ano passado, as conexões de terminais globais da Huawei ultrapassaram 1 bilhão e o número de usuários de smartphones ultrapassou 730 milhões. Enfrentando desafios de cadeia de suprimentos, como chips e software, a Huawei continua a fazer descobertas nos campos de software e hardware. Fonte: 21st Century Business Herald