
21 de março de 2023
China2Brazil
O primeiro grande navio de cruzeiro de fabricação nacional da China está programado para ser entregue no final deste ano, de acordo com um gestor de projeto da China State Shipbuilding Corp, responsável pela construção da embarcação. “Até agora, concluímos 90% da construção do navio de cruzeiro. Os engenheiros começaram a instalar equipamento interior e decoração e dispositivos de afinação já montados. Planeamos retirar o navio da doca seca em Junho para continuar o processo de equipamento", disse na segunda-feira (20) Chen Gang, diretor-geral da Shanghai Waigaoqiao Shipbuilding e designer-chefe do navio de cruzeiro. A embarcação terá uma velocidade de cruzeiro de 33 quilômetros por hora e uma velocidade máxima de cerca de 42 km/h. Haverá 16 andares de espaço de lazer, compras e entretenimento que oferecerão espetáculos musicais, artísticos e uma grande variedade de opções de restaurantes. O navio terá 2.125 quartos de passageiros com capacidade para acomodar 5.246 turistas. Haverá também cerca de 700 quartos para a tripulação. A construção do primeiro navio de cruzeiro, que ainda não foi nomeado, começou no estaleiro em Outubro de 2019. Após a conclusão da construção, haverá pelo menos duas fases de teste para testar a capacidade global do navio e os seus subsistemas, e também para verificar se os quartos e as instalações de entretenimento são confortáveis, de acordo com Chen. "Após a sua conclusão, haverá cerca de 25 milhões de componentes no navio, cinco vezes o do jetliner C919 de concepção doméstica da China e 13 vezes o do comboio-bala da série Fuxing do país. O comprimento combinado dos cabos eléctricos no navio é superior a 4.200 quilômetros", disse o gerente, observando que o seu estaleiro naval utilizou uma série de técnicas e maquinaria avançadas para construir o navio. A CSSC, um conglomerado estatal e o maior construtor naval do mundo, assinou um acordo de cooperação sobre a concepção e construção de dois navios de cruzeiro da classe Vista de 135.500 toneladas, com a Carnival Corp e a Fincantieri, em Novembro de 2018. A Carnival, um operador de cruzeiros britânico-americano, é a maior empresa de viagens de lazer do mundo, enquanto a Fincantieri, uma empresa italiana, é um dos maiores fabricantes mundiais de navios de cruzeiro. Segundo o acordo, a CSSC trabalhará com a Fincantieri na concepção dos navios, que serão construídos com base nas exigências do mercado chinês e nas necessidades dos turistas chineses. As três partes também concordaram com uma opção para outros quatro navios do mesmo tipo. A Shanghai Waigaoqiao Shipbuilding, uma filial da CSSC, construirá os navios e depois entregá-los-á a uma joint venture entre a CSSC e a Carnival, que será encarregada de operar os navios para servir o mercado turístico chinês. O projeto marca a primeira vez que a China constrói um navio de cruzeiro grande e avançado por conta própria. É um novo marco para a indústria de construção naval do país porque marca o fim da incapacidade da China de conceber e construir grandes navios de cruzeiro, disseram especialistas da indústria da construção naval. O primeiro dos colossais navios de cruzeiro será de 323,6 metros de comprimento, 37,2 metros de largura e 72 metros de altura, aproximadamente a altura de um edifício residencial de 25 andares. Será alimentado por cinco geradores a diesel e acionado por dois propulsores elétricos . Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Tr Daily Imagem principal: Mtaira/ Adobe Stock

20 de março de 2023
China2Brazil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva do Brasil visitará a China, de 26 a 31 de março, acompanhado de uma delegação de mais de 200 empresários. É esperado que a cooperação com a China seja fortalecida em várias áreas, tais como economia verde, economia digital, alta tecnologia e Mercosul. A grande questão e preocupação da comunidade internacional é se o Brasil, como o maior país em desenvolvimento dos hemisférios oriental e ocidental, assinará o acordo da “Iniciativa do Cinturão e Rota” (Belt and Road Initiative, BRI, na sigla em inglês) com a China, o que levará a um novo “boom político e econômico” entre os dois países. Este ano marca o 10º aniversário da BRI, e 21 países latino-americanos já assinaram acordos de cooperação BRI com a China. Embora a China tenha sido o maior parceiro comercial do Brasil desde 2009, e de acordo com estatísticas aduaneiras chinesas, o comércio bilateral entre o Brasil e a China será de US$ 171,49 bilhões em 2022, dos quais as exportações chinesas serão de US$ 61,97 bilhões. O ex-presidente Jair Bolsonaro adotou uma política pró-ocidental e distante da China, o que levou a uma situação de “economia quente e política fria” entre o Brasil e a China. Entretanto, devido à política pró-ocidental e distante da China do último presidente, o Brasil e a China haviam estado anteriormente em uma situação de “economia quente e política fria”, e o Brasil não havia assinado um acordo de cooperação com a China no acordo da “Iniciativa do Cinturão e Rota”, como fizeram a Argentina, o Chile e outros grandes países latino-americanos. Acredita-se que a assinatura do acordo da “Iniciativa do Cinturão e Rota” com a China ajudará a impulsionar os setores econômico, tecnológico e social do Brasil, reforçando ainda mais a cooperação com a China em áreas como nova infraestrutura, nova energia, e novos mercados. A viagem de Lula à China terá uma delegação de 27 deputados, 12 senadores, governadores estaduais e ministros, assim como mais de 200 empresários de mais de 140 indústrias. A delegação brasileira incluirá representantes empresariais de uma ampla gama de setores, incluindo infraestrutura, bancos, agronegócios, alimentos, vestuário e calçados, telecomunicações e inovação digital. Desenvolvimento da economia digital Em primeiro lugar, a cooperação na nova infraestrutura será reforçada. Embora o Brasil tenha uma população de 215 milhões de habitantes, uma taxa de penetração da Internet de 76% e uma taxa de penetração dos smartphones de 68%, a “nova infraestrutura” do país, representada pela tecnologia 5G, inteligência artificial, internet industrial e internet das coisas, ainda não é capaz de atender às necessidades de desenvolvimento econômico e social. Em resposta, o governo brasileiro desenvolveu uma estratégia e um plano para o desenvolvimento da economia digital, esperando torná-la um novo ponto de crescimento econômico através de tecnologias inovadoras como redes 5G, centros de dados e inteligência artificial. Embora a cúpula do G7, liderada pelos Estados Unidos, tenha emitido um comunicado conjunto em 2021 para estabelecer a parceria Build Back Better World, que planeja investir mais de US$ 40 trilhões para atender às necessidades de infraestrutura dos países em desenvolvimento, o governo não conseguiu atender a essas necessidades. Entretanto, desde seu início, o plano só tem sido ouvido. Ao mesmo tempo, a economia digital da China vem crescendo nos últimos anos, com a indústria continuando a crescer em ritmo acelerado e ocupando o segundo lugar no mundo há vários anos. Portanto, se o Brasil e a China fortalecessem sua cooperação no novo setor de infraestrutura e assinassem um acordo de cooperação para a construção da Rota da Seda Digital, isso ajudaria o Brasil a aprofundar seus esforços no novo setor de infraestrutura e impulsionaria o desenvolvimento da economia digital. Novas energias Em relação à estrutura de geração de energia do Brasil, a hidroeletricidade responde por mais de 60%. A situação atual de dependência da geração de energia hidrelétrica torna o fornecimento de eletricidade do Brasil desigualmente distribuído e vulnerável a condições climáticas extremas. Além da energia hidrelétrica, o Brasil é rico em recursos de energia solar e eólica. O Brasil tem uma intensidade luminosa média de 4,5 a 6,3 kWh/m2 por dia e um potencial de energia solar de 114 GW. O Brasil é também um dos países mais ricos em termos de energia eólica, com um potencial de 143 GW. Por esta razão, o governo brasileiro está encorajando o desenvolvimento da geração de energia não-hidro renovável e estabeleceu uma meta de aumentar a participação do país na geração de energia não-hidro renovável para 28% a 33% até 2030. A China alcançou um salto no desenvolvimento da energia renovável representada pela geração de energia hidrelétrica, eólica e fotovoltaica. Nos últimos 10 anos, a capacidade total instalada de geração de energia renovável da China atingiu 1,1 bilhão de quilowatts, com a capacidade instalada de energia hidrelétrica, eólica, fotovoltaica e de geração de energia de biomassa em primeiro lugar no mundo. Entre eles, a capacidade instalada combinada de energia eólica e fotovoltaica é de 670 milhões de quilowatts, o que é quase 90 vezes maior do que em 2012. Além disso, com a rápida iteração da geração de energia fotovoltaica da China e outras tecnologias, ela tem repetidamente estabelecido novos recordes mundiais de eficiência na conversão de baterias. E as baixas velocidades de vento, resistência a tufão, torres ultra altas e tecnologias de energia eólica de ultra alta altitude estão entre as melhores do mundo. Portanto, será muito benéfico se o Brasil puder fortalecer ainda mais a cooperação com a China no novo setor energético, utilizando e alavancando as novas tecnologias de geração de energia da China e o conhecimento em hidrogênio verde, armazenamento de energia e novas fontes de energia, como energia eólica offshore e geração de energia fotovoltaica distribuída, utilizando novos equipamentos de energia relevantes produzidos na China, além de atrair mais investimentos das novas empresas de energia chinesas. Acordo do BRI e a questão ecológica O acordo BRI, com seu tema de baixo carbono e ecologicamente correto, deve se tornar um novo destaque para a futura cooperação prática entre a China e o Brasil. Isto porque a urgência da ação global continua a aumentar à medida que os efeitos adversos da mudança climática global se tornam cada vez mais evidentes. Em particular, a floresta amazônica no Brasil, considerada o “pulmão da terra”, atingiu um ponto irreversível de mudança de vida ou de morte. Se o desmatamento não for interrompido imediatamente, a maior floresta tropical do mundo poderá desaparecer, provocando mudanças dramáticas no clima global. A questão de como salvar a floresta amazônica brasileira e proteger a segurança climática global tornou-se importante para todos os países. Como a floresta amazônica é a maior floresta tropical do mundo, ela desempenha um papel fundamental na acumulação e armazenamento de carbono na atmosfera. Espera-se que a China e o Brasil reforcem sua cooperação sobre como proteger a floresta amazônica, por exemplo, desenvolvendo conjuntamente vários satélites sino-brasileiros de recursos terrestres para monitorar a floresta amazônica em tempo real, e pesquisando e desenvolvendo conjuntamente plantas de alto valor econômico e agrícola. Em quarto lugar, devemos buscar a “Floresta Comum do Sul”. Mercosul O Mercosul é uma importante organização de cooperação econômica regional na América Latina e é considerado o quinto maior grupo econômico do mundo. A organização é formada por quatro países membros - Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai - e outros países sul-americanos, incluindo Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Suriname e Guiana, são países associados ao Mercosul. O Mercosul havia chegado a um acordo com a UE em junho de 2019, mas o acordo ainda está sob revisão legal devido às preocupações dos países da UE tanto com questões ambientais no Brasil quanto com a concorrência insalubre que resultaria da entrada de produtos de países sul-americanos, especialmente produtos agrícolas, nos países da UE. O Mercosul está diante do fato de que o tratado com a UE tem sido “escondido”, e com o rápido desenvolvimento da economia chinesa, os países sul-americanos estão sentindo o crescente encanto e atração do mercado chinês. Para abrir ainda mais as portas do mercado chinês, é necessário desenvolver uma cooperação mais profunda com a China. Se durante sua visita à China, o Presidente Lula do Brasil puder facilitar e promover o progresso no acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China, ou mesmo chegar a um acordo, ele não só trará o enorme mercado chinês de 1,4 bilhão de pessoas aos países sul-americanos, incluindo o Brasil, mas também ajudará a aumentar ainda mais a influência de Lula e do Brasil em todo o continente sul-americano. Vale notar que após tomar posse este ano, o Presidente Lula visitou os Estados Unidos em 10 de fevereiro. Embora ele tenha tido uma boa conversa com o Presidente americano Joe Biden, a visita a Washington não teve resultados substantivos e ele só ficou em Washington por um dia antes de voltar para casa apressadamente, o que foi classificado pela opinião pública internacional como superficial. Cooperação de ganhos múltiplos Portanto, se Lula não quiser repetir os mesmos erros e quiser cooperar com a China em todas as frentes e aumentar ainda mais a capacidade do Brasil de participar em assuntos regionais e até mesmo internacionais, assinar o acordo de cooperação BRI com a China e aderir à iniciativa seria uma boa ideia. O Brasil não só poderá abrir o mercado chinês de 1,4 bilhão de pessoas, mas como a maior economia da América do Sul, a cooperação entre a China e os países sul-americanos também será mais bem promovida, o que levará a uma situação de múltiplos ganhos. É claro que a visita do Presidente brasileiro Lula à China, com ou sem a assinatura do acordo de cooperação BRI com a China, não impedirá que a China e o Brasil acelerem sua cooperação e embarquem em uma nova situação de “prosperidade política e econômica”. Para os governos, empresas e pessoas de toda a Área da Grande Baía de Cantão-Hong Kong-Macau, vale a pena considerar como aproveitar as oportunidades apresentadas pelo aumento da cooperação entre a China e o Brasil, e de fato todo o Mercosul. Para Hong Kong em particular, enquanto a China explora as oportunidades nos países da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) e do Oriente Médio, deve também procurar ativamente oportunidades nos países da América do Sul, para que “parentes distantes possam ser como vizinhos próximos”. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Takungpao Imagem principal: Lucio Tavora/Xinhua

20 de março de 2023
China2Brazil
A China está entre os três primeiros lugares no ranking de aplicativos de comércio eletrônico mais baixados na Espanha, segundo a plataforma de informações, data.ai. Entre eles, Miravia e AliExpress, os dois maiores negócios estrangeiros da Alibaba , são o primeiro e o terceiro, respectivamente, de acordo com uma matéria do DoNews. A lista de downloads do aplicativo de comércio eletrônico espanhol mostra que o app Miravia superou a Shein em volume de downloads e se tornou o aplicativo de compras mais popular na Espanha. Em dezembro do ano passado, a nova plataforma de comércio eletrônico espanhola da Alibaba Group Holding Limited, Miravia, foi oficialmente lançada, focando nas operações de localização da empresa no mercado europeu e se posicionando como um mercado de comércio eletrônico europeu de alto nível. Mais de um mês após seu lançamento, alguns funcionários internos revelaram que o número de usuários ativos diariamente, o número de pedidos e o volume de negócios na plataforma Miravia, excederam as expectativas do mercado. [caption id="attachment_16352" align="alignnone" width="842"] Imagem: data.ai[/caption] A Miravia, a AliExpress também apareceu no topo da lista de aplicativos de compras mais baixados pelos espanhóis. Em março deste ano, a AliExpress lançou o Canal Choice no exterior, e anunciou que aumentaria os investimentos no exterior na Espanha, na Coréia do Sul e em outros países. Atualmente, na Coréia do Sul, Espanha e outros países , o volume de downloads do AliExpress subiu para os três primeiros. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: DSB Imagem principal: Divulgação/ AliExpress

20 de março de 2023
China2Brazil
Phoenix, um navio de carga de propriedade da filial logística da SAIC Motor Anji, deixou Ningde, província de Fujian, no leste da China, na quinta-feira (20), em direção a Lazaro Cardenas, uma cidade portuária no México. A rota inaugural de 13.500 km levará o navio carregado com cerca de 1.000 veículos, durante 23 dias, segundo o presidente da Anji Wang Zemin. Ele disse que ele reduzirá o tempo necessário em "três a cinco dias" em comparação com o método anterior de transporte dos veículos da fábrica da SAIC em Ningde para Xangai. A nova rota é o mais recente símbolo da crescente popularidade dos veículos chineses nos mercados estrangeiros. Em 2022, a Anji enviou mais de 600.000 veículos SAIC para destinos globais, incluindo a Europa e a América do Norte. No primeiro trimestre, seus embarques chegarão a 160.000 unidades, 25% a mais do que no ano anterior, disse Wang. A SAIC tem sido o maior exportador de veículos da China por sete anos consecutivos. Além da Anji, ela trabalha com outras empresas de transporte marítimo. Através delas, a montadora exportou 1,02 milhão de veículos em 2022, 45,9% a mais do que no ano anterior, e 65% deles eram marcas da SAIC, principalmente MG e Maxus. “Cerca de um em cada três veículos chineses vendidos no exterior são da SAIC”, disse Zhao Aimin, vice-presidente executivo da SAIC International, que é responsável pelos negócios do fabricante de automóveis no exterior. Ele espera que o número cresça para 1,2 milhão de veículos este ano, com a Europa, o Oriente Médio e o México entre seus principais mercados, e que até 70% dos produtos sejam marcas próprias da SAIC. Zhao disse que um ingrediente importante do sucesso nos mercados estrangeiros é oferecer produtos competitivos baseados na compreensão das demandas dos clientes locais. A empresa chinesa lançou o MG4 Electric hatchback em 2022, que é o primeiro modelo desenvolvido com os mercados globais em mente. É o resultado das equipes chinesa e britânica da SAIC e ganhou as melhores classificações em programas de qualidade de carros novos em diferentes regiões, incluindo o famoso e rigoroso Programa Europeu de Avaliação de Novos Carros. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: National Beijing Daily Imagem principal: SAIC Motor/ Divulgação

17 de março de 2023
China2Brazil
A China intensificará os esforços para promover o desenvolvimento de alta qualidade nas zonas de cooperação econômica fronteiriça e transfronteiriça, de acordo com o Ministério do Comércio do país na quinta-feira (16). O ministério informou que emitiu uma circular contendo 15 medidas a este respeito com outros 16 departamentos governamentais, que incluem o Ministério das Relações Exteriores da China e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, sigla em inglês) . O documento destaca que as zonas de cooperação econômica fronteiriça e transfronteiriça são plataformas importantes para a China aprofundar a cooperação com os países e regiões vizinhas e promover a construção conjunta de alta qualidade da Iniciativa de Cinturão e Estradas. As zonas também são importantes para o desenvolvimento social e econômico das áreas de fronteira. As 15 medidas incluem a melhoria do layout e das funções das zonas de cooperação econômica fronteiriça e transfronteiriça através de meios como o estabelecimento de novas zonas e a expansão das já existentes. As medidas também incluem a expansão da cooperação internacional, o apoio ao desenvolvimento industrial inovador, o aumento da oferta de fatores de produção e a melhoria das estruturas institucionais das zonas, como a melhoria dos mecanismos de trabalho e gestão. Fonte: Gov.CN Imagem principal: Waraphorn Aphai/ Adobe Stock

17 de março de 2023
China2Brazil
As principais cidades da China em geral relataram o aumento dos preços dos imóveis no mês passado, somando-se às evidências de um setor imobiliário em estabilização, os dados oficiais mostraram na quinta-feira (16). Em fevereiro, 55 de 70 cidades de grande e médio porte registraram aumentos mensais nos preços de novas casas, de 36 em janeiro, de acordo com o Escritório Nacional de Estatística do país (NBS, sigla em inglês) . Outras 40 cidades testemunharam aumentos nos preços de revenda de casas, acima dos 13 do mês anterior. Observando os dados, Sheng Guoqing, o estatístico sênior do bureau, disse que o efeito das políticas governamentais para estabilizar o mercado imobiliário gradualmente apareceu e a demanda habitacional também foi mais desencadeada. Os preços das novas casas em quatro cidades de primeira linha - Pequim, Xangai, Shenzhen e Guangzhou -- aumentaram 0,2% mês a mês, a mesma taxa de crescimento que em janeiro. Em 31 cidades de segunda divisão, os preços das novas casas ganharam 0,4%, acelerando a partir do aumento de 0,1% um mês antes. Em 35 cidades do terceiro nível, os preços das novas moradias subiram 0,3%, revertendo uma queda de 0,1% registrada em janeiro. Sinais de aquecimento também foram observados no mercado de segunda mão, pois os preços subiram 0,7% e 0,1% mês a mês nas cidades da primeira e segunda divisões, respectivamente, enquanto tais preços permaneceram estáveis nas cidades da terceira divisão para acabar com uma série de perdas. O mercado imobiliário da China passou por um ano difícil em 2022, afetado por fatores como o ressurgimento da COVID-19, o abalo da confiança no mercado e a diminuição da demanda. Como um “pilar” da economia, o setor imobiliário combinado com a indústria da construção civil contribui com 13% do produto interno bruto do país. Os formuladores de políticas lançaram uma série de medidas de apoio para apoiar este setor, inclusive incentivando os bancos comerciais a conceder empréstimos para financiar projetos imobiliários e permitindo que as cidades ajustem o limite inferior para as taxas hipotecárias da primeira residência. Mudanças positivas foram observadas no mercado imobiliário desde o início do ano. Em janeiro e fevereiro combinados, o declínio do investimento imobiliário diminuiu e as vendas de casas registraram quedas menores tanto em área quanto em valor, dados oficiais mostraram na quarta-feira (15). Fu Linghui, porta-voz da NBS, disse numa coletiva de imprensa na quarta-feira que o mercado imobiliário ainda está em ajuste e irá gradualmente se estabilizar com a melhoria da economia em geral e das expectativas do mercado. Embora os últimos sinais do mercado sejam encorajadores, a questão agora é como reforçar esta tendência, ao mesmo tempo em que garante que nenhum risco surgirá no curso da recuperação do mercado imobiliário. Ni Hong, ministro de habitação e desenvolvimento urbano e rural, revelou uma série de políticas durante as "duas sessões" do país no início deste mês, incluindo a adoção de medidas específicas da cidade para satisfazer a demanda habitacional e o desenvolvimento do mercado de aluguel de longo prazo para novos residentes urbanos e jovens. A habitação é para morar e não para especulação, a demanda real por habitação deve ser garantida, e altos e baixos acentuados no mercado devem ser evitados, disse o ministro, observando que a recuperação do mercado imobiliário também deve estar em linha com o desenvolvimento de alta qualidade. O governo chinês afirmou que serão feitos esforços para evitar uma expansão não regulamentada no mercado imobiliário e promover um desenvolvimento estável. Comparando o risco do setor imobiliário com um “rinoceronte cinza”, Ni Hong disse que é necessário garantir que o risco setorial não se entrelace com riscos no setor financeiro e dívidas do governo local e conduza a um risco sistêmico. Fonte: China News Imagem principal: Tampatra/ Adobe Stock

17 de março de 2023
China2Brazil
A China alcançou um progresso positivo na indústria de IA em termos de inovação tecnológica, ecologia industrial e integração industrial nos últimos anos, tornando-se um dos países do mundo com maior desenvolvimento em IA. De acordo com a Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação da China (CAICT, sigla em inglês), o valor dos setores centrais da indústria de IA da China atingiu 508 bilhões de yuans (US$ 73,64 bilhões) no ano passado, um aumento de 18% em relação ao ano anterior. A China ficou em primeiro lugar globalmente em termos do número de pedidos de patente de invenção relacionados à IA. O CAICT estimou que as entidades chinesas apresentaram 389.000 pedidos desse tipo entre 2013 e novembro de 2022, ou 53,4% do total mundial, que foi de 729.000; entre as 244.000 patentes de invenção relacionadas à gripe aviária autorizadas no mundo no ano passado, 102.000, ou 41,7%, vieram da China. Novos progressos foram alcançados por portadores de inovações relevantes. Uma série de novas instituições de P&D fez avanços em modelos de IA, processadores de computação de IA e outras áreas. O país também está em uma posição de liderança no mundo em termos de infraestrutura de computação. A China construiu basicamente um grande sistema nacional integrado de data center e está acelerando seus passos para canalizar mais recursos computacionais das áreas orientais para as regiões ocidentais menos desenvolvidas. Ela estabeleceu um lote de plataformas nacionais de inovação aberta para uma nova geração de tecnologias de IA. As empresas chinesas tiveram importante avanço em tecnologias chave, como algoritmo de aplicação, processadores inteligentes e estrutura de código aberto. As companhias do país também são líderes mundiais em reconhecimento de imagem e reconhecimento de voz. Diversos produtos de assinatura, incluindo sensores inteligentes e veículos inteligentes conectados, chegaram ao mercado. [caption id="attachment_16327" align="alignnone" width="1500"] Xiaoliangge/ Adobe Stock[/caption] A ecologia da indústria de IA está tomando forma na China. Até agora, mais de 400 universidades na China criaram cursos relacionados à IA e o país ocupa o segundo lugar no mundo em termos do número de talentos de IA. No final de 2022, havia 27.255 empresas representativas de IA em todo o mundo, e 4.227, ou 16%, eram da China. Três clusters industriais de IA foram desenvolvidos na China, que se encontram no delta do Rio Yangtze, na região Beijing-Tianjin-Hebei e no delta do Rio das Pérolas, respectivamente. As plataformas abertas de IA de Baidu , Alibaba, Huawei, Tencent, iFlytek, CloudWalk Technology e JD.com são agora capazes de apoiar o rápido desenvolvimento da indústria de IA. Um Hui, engenheiro chefe adjunto do Centro de Desenvolvimento da Indústria da Informação da China, disse à mídia local que a IA estar bem integrada com as indústrias primária, secundária e terciária e está gradualmente se infiltrando nos setores de turismo e agricultura. As finanças inteligentes, a saúde, a segurança e o transporte tornaram-se cenários de aplicação da IA, e a tecnologia também está tornando mais inteligente o projeto, a produção, a inspeção de qualidade e outros elos chave da indústria manufatureira, disse An. Um funcionário do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação do país (MIIT, sigla em inglês) observou que a China fará mais esforços para fomentar a indústria da IA e cultivar uma ecologia sólida para ela durante o 14º período do Plano Quinquenal (2021-2025). Ele construirá consórcios de inovação unidos por empresas de todos os tamanhos, universidades e institutos de pesquisa para lutar por avanços nas principais tecnologias de IA e para melhorar a capacidade da China no desenvolvimento de processadores inteligentes, estrutura de desenvolvimento e produtos inteligentes típicos. A China irá acelerar a aplicação da IA nas indústrias de manufatura, transporte e energia, promoverá a atualização inteligente em áreas-chave. O país também construirá clusters industriais de IA, fomentar um lote de empresas líderes em IA com competitividade global e desenvolverá um lote de empresas especializadas e sofisticadas que produzem produtos novos e exclusivos. Com foco nos avanços tecnológicos e na expansão da aplicação, atraindo recursos globais com o mercado em super escala da China, a indústria de IA da China está se integrando profundamente à economia real e se tornando um novo motor de crescimento. Estima-se que a produção da indústria de IA da China atingirá 1 trilhão de yuans até 2030. Case de IA A QCraft lançou recentemente uma solução avançada de piloto automático baseada no processador Journey 5 desenvolvido pela Horizon Robotics, líder em soluções computacionais para veículos inteligentes. A solução, chamada QCraft Chengfeng, pode lidar com uma ampla gama de cenários complexos de tráfego urbano com capacidade de condução assistida de alto nível, incluindo curvas à esquerda desprotegidas, desvio de pedestres e veículos, mudança automática de faixa, giro automático, reconhecimento de semáforos, passagem em estradas estreitas e congestionadas, e cedência automática a obstáculos. Torna a condução muito mais fácil. O distrito de Tianfu em Chengdu, capital da província de Sichuan, sudoeste da China, construiu uma plataforma digital dupla para a governança ecológica sob a assistência da empresa tecnológica CloudWalk Technology. A plataforma inclui 18 estações de medição inteligente, cinco medidores de fluxo e 100 conjuntos de sondas de incêndio de superfície. Os dados em tempo real são transmitidos à plataforma através de mais de 200 sensores front-end. A plataforma de inteligência artificial (IA) é capaz de gerenciar bem as emergências urbanas, tais como a recuperação da qualidade da água e a poluição. Fonte: 36 kr Imagem principal: Freepik

16 de março de 2023
China2Brazil
A gigante do comércio eletrônico Alibaba Group Holding continua a se expandir no exterior junto com seus pares chineses, à medida que as empresas procuram compensar o crescimento lento na China. A AliExpress, um serviço de varejo eletrônico lançado em 2010 que oferece produtos a compradores internacionais, está visando o crescimento na Europa e na Coréia do Sul. A unidade realizou um evento de lançamento do serviço AliExpress Choice na quinta-feira (16) na Espanha, onde desde o início de março tem fornecido um prazo de entrega de nove dias para os usuários. A AliExpress realizará até nove voos fretados por semana para a Espanha, o maior entre seus mercados da UE, com exceção da Bélgica, que é o centro logístico da AliExpress na Europa. Ela também planeja aumentar o número de seus pontos de coleta na Espanha dos atuais 5.000 para 7.500 até o final de março. Gary Topp, diretor comercial da AliExpress para a Europa, disse em entrevista ao Post que a empresa tem estado “realmente focada no básico” no ano passado, certificando-se de que “eles têm a mais ampla seleção de produtos do mercado”, para competir com outros pares que “são especializados em uma determinada categoria”. “Estaremos investindo muito na experiência do usuário, incluindo logística, também devoluções gratuitas, pagamento por prestações, seleção e qualidade do produto e preços garantidos”, disse Topp. “Esta é realmente a nossa principal direção para o ano ... noções básicas de varejo”. A AliExpress disse que este ano investirá 100 bilhões de sul-coreanos ganhos (US$ 76,2 milhões) na Coréia do Sul para melhorar a logística, a experiência do usuário e a relação preço-desempenho de seus produtos. Seus usuários ativos diários no país aumentaram em mais de 60% no mês passado, de acordo com Ray Zhang, gerente geral da AliExpress Coreia do Sul. A expansão da AliExpress na Coréia e na Espanha está em linha com os movimentos de seus concorrentes. Temu, o aplicativo de compras baseado em Boston, de propriedade da PDD Holdings, acelerou sua expansão para novos mercados, incluindo Canadá, Austrália e Nova Zelândia, desde que obteve sucesso antecipado nos EUA. Já o TikTok, aplicativo de vídeos de propriedade da ByteDance, também tem testado a entrada no comércio eletrônico no Reino Unido e nos EUA. Topp disse que a Espanha é uma prioridade para a AliExpress na Europa. Em fevereiro, os pedidos no país aumentaram em 89% em relação ao ano anterior na categoria de utensílios de cozinha e 44% em relação ao ano anterior na categoria de artigos domésticos e de limpeza, de acordo com a empresa. As cinco principais categorias de produtos na Espanha são artigos de casa e decoração, eletrônicos de consumo, peças para automóveis e motocicletas, acessórios para telefones celulares e equipamentos esportivos. Mark Tanner, diretor administrativo da consultoria China Skinny, sediada em Xangai, disse que a AliExpress escolhe mercados como a Espanha, pois “eles são menos disputados do que mercados como os EUA, particularmente para produtos chineses de baixo custo entre fronteiras”. Em seu último relatório financeiro, a Alibaba observou que um declínio nos pedidos da AliExpress continuou a diminuir em comparação com os trimestres anteriores. Disse também que o prazo de entrega além-fronteiras havia melhorado significativamente em países estratégicos. “A AliExpress certamente tem uma vantagem logística sobre a concorrência através de seu maior investimento em [unidade logística] Cainiao”, disse Tanner. Fonte: Gov.CN; Korea Times; SCMP Imagem principal: Kamiphotos/ Adobe Stock

16 de março de 2023
China2Brazil
Pesquisadores do Hospital Huashan da Universidade de Fudan, com sede em Xangai , identificaram um novo biomarcador sanguíneo que pode ajudar os médicos a diagnosticar a doença de Alzheimer (AD) em seu estágio inicial. Os resultados do estudo foram publicados na revista internacional Clinical Chemistry, no início de março. Através de um estudo em larga escala envolvendo mais de 800 participantes, os pesquisadores descobriram que a proteína ácida fibrilar glial (GFAP) era significativamente mais alta nas amostras de sangue de pacientes com DA do que em indivíduos sem DA. Yu Jintai, a principal pesquisadora do estudo, disse que o nível de GFAP plasmático aumentou com a progressão da doença e atingiu o pico no estágio de demência da DA. Mais importante ainda, tal aumento do nível de proteína ocorre na fase pré-clínica. Há um longo período de latência antes do aparecimento dos sintomas clínicos em pacientes com DA. Se os pacientes são diagnosticados através de métodos de detecção na fase pré-clínica, isso pode conseguir uma intervenção precoce e retardar a progressão da doença, disse Yu. A DA é um distúrbio cerebral irreversível e progressivo que destrói lentamente a memória, a capacidade de pensar e a capacidade de realizar tarefas simples. De acordo com Yu, quando os pacientes são diagnosticados com base em sintomas clínicos e indicadores de imagem, a doença pode já ter se desenvolvido até os estágios médio e tardio. Portanto, muitos ensaios clínicos recentes concentram-se em programas de prevenção de doenças, exigindo a identificação de populações em risco de Alzheimer. Os biomarcadores sanguíneos demonstraram ser simples, não invasivos e amigáveis ao paciente no diagnóstico precoce da doença, disse Yu, enfatizando a importância do estudo. O Plasma GFAP surgiu como um biomarcador em distúrbios neurológicos, mas sua utilidade para o diagnóstico e predição da AD permaneceu pouco clara. Este estudo provou que poderia servir como um biomarcador de diagnóstico e previsão para a doença, disse o pesquisador. Fonte: Yicai Global Imagem principal: Simona/ Adobe Stock

16 de março de 2023
China2Brazil
A economia chinesa está se estabilizando e acelerando com uma melhora acentuada dos principais dados econômicos para os dois primeiros meses de 2023, afirmou na quarta-feira (15) o Escritório Nacional de Estatísticas do país (NBS, sigla em inglês), em um relatório. A análise é apoiada na recuperação dos gastos dos consumidores, nos investimentos e na produção industrial. As vendas no varejo - uma medida chave dos gastos dos consumidores - aumentaram 3,5% no período de janeiro-fevereiro, depois de uma queda de 1,8% em dezembro, mostraram os dados divulgados pelo NBS. O investimento em ativos fixos aumentou em 5,5% durante o período de dois meses, em comparação com um aumento de 5,1% para todo o ano de 2022. O investimento em ativos fixos é indicador de gastos em itens incluindo infraestrutura, propriedade e máquinas e equipamentos. “A tendência de alta na atividade econômica da China foi ampla em janeiro-fevereiro, com vendas de varejo e investimentos mais ou menos de acordo com as expectativas”, disse Louise Loo, economista chefe da China no think tank britânico Oxford Economics. Citando dados oficiais, ela disse que a produção da fábrica também acelerou após uma desaceleração de três meses, consistente com a melhoria dos dados do índice de gerentes de compras para o período de janeiro-fevereiro e relatórios de facilitação de gargalos na cadeia de suprimentos. De acordo com Loo, a produção industrial mais modesta reflete fraquezas na demanda externa. A produção industrial da China cresceu 2,4% no período de janeiro-fevereiro em relação ao ano anterior, após um aumento de 1,3% em dezembro, ligeiramente inferior aos 2,6% previstos por uma pesquisa da Reuters. Lu Ting, economista-chefe da China no grupo global de serviços financeiros Nomura, disse que os dados de atividade de janeiro-fevereiro mostram uma melhoria geral a partir do quarto trimestre de 2022. Entretanto, devido à diminuição das exportações e a um setor imobiliário ainda fraco, o ritmo de recuperação não tem sido muito forte. “Esperamos que estes dados de atividade principal melhorem ainda mais em março”, disse. "Esperamos que o Conselho de Estado (Gabinete da China), mantenha uma postura política de apoio, porém comedida, nos próximos meses”. Crescimento da economia A China estabeleceu uma meta de crescimento econômico de cerca de 5% para 2023, que os funcionários e analistas acreditam ser uma meta pragmática. A economia chinesa cresceu 3% ao ano em 2022. O porta-voz da NBS Fu Linghui disse que a taxa de crescimento potencial da China está amplamente projetada para permanecer entre 5% e 7%, e o país tem as condições, os fundamentos e a confiança para atingir a meta este ano apesar dos desafios. Em uma conferência de imprensa em Pequim na quarta-feira, Fu afirmou que a base para a recuperação econômica “ainda não é sólida”, e que mais esforços serão feitos para avançar a melhoria geral do desempenho econômico, com um foco fundamental no aumento da demanda interna e na expansão ativa da abertura. Wen Bin, economista chefe do China Minsheng Bank, disse que o crescimento do PIB da nação provavelmente atingirá 5,5% ou mais este ano, com políticas de apoio entrando em vigor gradualmente e melhorando a confiança do mercado. Confiança no futuro Olhando para o futuro, executivos globais expressaram forte confiança e otimismo para um 2023 robusto. Zhang Xiqiang, CEO da China na Nestlé SA , disse que a empresa está agora “ainda mais confiante e comprometida com o mercado chinês e a economia do país”, com a otimização das medidas de resposta da COVID-19 e a determinação de uma maior abertura. “Estamos muito otimistas quanto à recuperação da capacidade de consumo, dada a resiliência e vitalidade da economia chinesa”, disse Zhang, acrescentando que a Nestlé planeja implantar mais de 200 novos produtos no mercado chinês este ano. Xu Yang, presidente da China na empresa dinamarquesa de engenharia Danfoss Group, falou sobre as medidas de abertura elaboradas pelos principais formuladores de políticas da China e o foco na proteção dos direitos de propriedade intelectual, dizendo que estas fortaleceram sua confiança a longo prazo no mercado chinês. Segundo Xu, a Danfoss está comprometida com investimentos a longo prazo na China, e seu recente anúncio de investir 100 milhões de euros (US$ 105,8 milhões) para construir uma fábrica modelo em Nanjing, província de Jiangsu, é um sinal claro das perspectivas positivas da empresa para o mercado chinês. Fonte: STCN Imagem principal: Gui Yong Nian/ Adobe Stock