
24 de março de 2023
China2Brazil
A China aprovou sua primeira vacina RNA mensageiro (mRNA) para COVID-19, corrigindo a ausência desta nova tecnologia de vacina para uso público. Desenvolvida pelo CSPC Pharmaceutical Group Ltd, a vacina RNA mensageiro foi aprovada pela Administração Nacional de Produtos Médicos da China para uso emergencial na China, de acordo com uma declaração da empresa na quarta-feira (22) à bolsa de valores de Hong Kong. De acordo com a declaração, a eficácia da vacina contra o RNA mensageiro foi de 70,2% do 7º ao 28º dia após a vacinação de reforço, com a vacina proteína recombinante utilizada como controle em um estudo clínico de 4.000 casos de imunização de reforço sequencial, realizado entre 10 de dezembro de 2022 e 18 de janeiro de 2023. A eficácia da vacina do RNA mensageiro permaneceu em 85,3% do 14º ao 28º dia após uma vacina de reforço. O CSPC disse que a vacina é o primeiro produto auto desenvolvido de vacina contra RNA mensageiro na China, que obteve autorização para uso de emergência no país. A empresa irá considerar a mutação das variantes da COVID-19 e prever a tendência de variação de futuras cepas para promover a pesquisa e desenvolvimento de iterações da vacina contra o mRNA contra as novas cepas. A vacina anteriormente aprovada do RNA mensageiro chamada BNT162b2 nas regiões administrativas especiais de Hong Kong e Macau e na ilha de Taiwan não foi totalmente desenvolvida no continente chinês. A aprovação veio anos depois que as vacinas do RNA mensageiro se tornaram comuns em todo o mundo, sendo mais uma opção na batalha contra a COVID-19 , e espera-se que reforce a dependência da China apenas em vacinas caseiras para imunizar sua população de 1,4 bilhão de habitantes. A vacina RNA mensageiro do CSPC foi aprovada pela NMPA para ensaios clínicos juntamente com a vacina RNA mensageiro desenvolvida pelo fabricante chinês CanSino Biologics em abril de 2022. O governo chinês ainda não aprovou a vacina RNA mensageiro BNT162b2, que foi co-desenvolvida pela empresa alemã BioNTech e pela chinesa Fosun Pharma para uso no continente. As últimas estatísticas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China mostram que o número de infecções COVID-19 positivas na China continua a cair, com os resultados positivos diários para testes de ácido nucléico permanecendo acima de 4.000. De acordo com Liu Jue, um pesquisador da Escola de Saúde Pública da Universidade de Pequim (PKU, na sigla em inglês) e membro da equipe de especialistas da Comissão Nacional de Saúde da China, a COVID-19 não desaparece, mas permanece uma epidemia em níveis baixos, informou Jiankang Shibao (Health Times) na quarta-feira. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Bits and Splits/ Adobe Stock

24 de março de 2023
China2Brazil
Um novo relatório da Counterpoint Research aponta que as remessas de smartwatch da China diminuíram 8,8% no ano passado, principalmente devido ao impacto do Covid-19 no consumo . O tamanho do mercado de smartwatch da China diminuiu para o nível pré-pandêmico nos 12 meses terminados em 31 de dezembro, com os embarques crescendo apenas durante o primeiro trimestre. Os embarques globais de smartwatch saltaram 9% em relação ao ano anterior. O mercado chinês provavelmente se recuperará à medida que o impacto do Covid-19 diminuir este ano, de acordo com a Counterpoint. Os fabricantes de smartwatch, incluindo Huawei Technologies, Xiawei, Honor, e Oppo Mobile Telecommunications , elevaram a produção desde a reabertura da China. O preço médio de venda provavelmente saltará devido ao aumento da demanda por modelos mais profissionais. A participação da Huawei no mercado de dispositivos de desgaste cresceu 4 pontos para 27% no ano passado de 2021, ficando em primeiro lugar na China, seguida pela Apple com 17%, um ganho de 2 pontos. Entre os principais fornecedores de smartwatch no mercado chinês, apenas Huawei, Apple e Oppo tiveram um aumento anual nos embarques, graças ao sucesso de seus últimos modelos, disse Shenghao Bai, analista da Counterpoint. A participação de mercado dos smartwatches com preços acima de US$ 401 subiu para 5% no ano passado em relação ao ano anterior, enquanto as remessas dispararam 1.138%, observou a Counterpoint. O segmento de aparelhos usados que custam entre US$ 301 e US$ 400 saltou de 8% para 12%. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Zhitong Caijing Imagem principal: Splitov27/ Adobe Stock

23 de março de 2023
China2Brazil
A China Manned Space Agency (CMSA) revelou logotipos para três missões espaciais tripuladas este ano: os lançamentos da nave de carga Tianzhou-6 e as naves Shenzhou-16 e Shenzhou-17 tripuladas. De acordo com a CMSA, foi a primeira solicitação de logotipos abertos do programa espacial tripulado da China. Desde o lançamento da chamada para o logotipo em 15 de fevereiro deste ano, a CMSA recebeu mais de 1.500 solicitações de mais de 500 organizações e indivíduos em toda a China. Após a seleção preliminar, votação online e validação final, os três logotipos, que foram projetados pelo Centro de Cultura e Arte Xiaoao Tiangong (Beijing), pelo Instituto de Informação Espacial e Tecnológica de Beijing e por um estudante de pós-graduação do Instituto de Belas Artes Sichuan, respectivamente, foram oficialmente lançados. [caption id="attachment_16449" align="aligncenter" width="500"] Autor: Centro de Cultura e Arte Xiaoao Tiangong (Pequim)[/caption] [caption id="attachment_16450" align="aligncenter" width="500"] Autor: New Media Center, Instituto de Ciência e Tecnologia Espacial de Pequim[/caption] [caption id="attachment_16451" align="aligncenter" width="500"] Autor: Tan Haoyu, aluno de pós-graduação da Academia de Belas Artes de Sichuan[/caption] Os logotipos selecionados foram bem projetados e preenchidos com os melhores desejos para a estação espacial da China. O logotipo da missão Shenzhou-16 incorpora até mesmo o "Kun", um animal sagrado da mitologia chinesa, que voa extremamente alto, longe e de forma constante. A embarcação de carga Tianzhou-6 está prevista para ser lançada em maio deste ano. As naves espaciais Shenzhou-16 e Shenzhou-17 foram lançadas em maio e outubro, respectivamente, e atracaram com a estação espacial para formar uma combinação de três módulos e três naves espaciais, de acordo com um anúncio anterior feito pela CMSA. Fonte: CN TECH Imagem principal: Divulgação/ Xinhua - Proxima Studio/ Adobe Stock

23 de março de 2023
China2Brazil
A Área Nova de Lingang, uma nova zona industrial na cidade de Xangai , está caminhando para uma grave crise de talentos em suas quatro principais indústria de tecnologia, de circuitos integrados, inteligência artificial, biomedicina e carros elétricos, disse o pesquisador Zhang Shaohua, diretor do Instituto de Recursos Humanos e Ciências da Previdência Social de Xangai, no fórum do Lingang Science Innovation Summit. Lingang, que foi formalmente estabelecida em 2018 para se tornar um centro industrial de classe mundial, provavelmente terá falta de 12 mil profissionais altamente qualificados até 2025. Lingang é base de produção para muitas empresas líderes, como a Horizon Robotics , a gigante da bateria Contemporary Amperex Technology e a fabricante americana de carros elétricos, Tesla. Atualmente, 177 empregos nos quatro setores precisam ser preenchidos com urgência, de acordo com uma pesquisa divulgada no fórum, que pesquisou 65.000 funcionários em 191 empresas. Dos postos de trabalho oferecidos nos quatro setores, 86% são para trabalhadores profissionais e técnicos. No setor de indústria de semicondutores (IC) chega a 97%. A educação superior é uma necessidade. Cerca de 80,2% dos postos de trabalho exigem um bacharelado ou nível superior, enquanto na indústria biomédica é de 87,5%. O salário mais alto oferecido é de cerca de 5 milhões de yuans (US$ 731.000) por ano. A experiência profissional também é importante para empresas que contratam em Lingang, com 78% dos cargos anunciados pedindo pelo menos dois anos de experiência. O setor de IC exige um mínimo de três anos. Com tantas instalações entrando em plena produção, a escassez de trabalhadores qualificados em Lingang continuará por algum tempo, disse Zhang. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Suriyo/ Adobe Stock

23 de março de 2023
China2Brazil
As exportações de alimentos enlatados da China atingiram um recorde histórico em 2022, com o aumento dos preços dos alimentos em outros países. As exportações de alimentos enlatados cresceram 12%, para mais de 3,1 milhões de toneladas, nos 12 meses encerrados em 31 de dezembro, de acordo com dados da Associação da Indústria de Conservas de Alimentos da China (CCFIA, sigla em inglês). Em valor, eles saltaram 22% para US$ 6,9 bilhões, também um novo recorde, pois o preço médio por tonelada subiu 9,3% para US$ 2.205. Com os preços globais dos alimentos aumentando rapidamente e a logística e o transporte com alta demanda em meio à pandemia de Covid-19 , as exportações de alimentos enlatados da China dispararam, informou o Securities Times, citando Liu Youqian, diretor-geral da CCFIA. Segundo Liu, o país tem ampla capacidade de produção de alimentos enlatados, e a qualidade de seus produtos é alta. As exportações continuam em alta neste ano, de acordo com empresas da indústria de conservas, observou Liu, acrescentando que o crescimento vai continuar. De acordo com Liu, os alimentos enlatados da China têm influência global devido à vantagem de preço e que os custos de transporte marítimo caíram significativamente na medida que o impacto da Covid-19 diminui. As exportações da China para os Estados Unidos aumentaram 19%, para 396.300 toneladas. Para a Rússia saltaram 23%, para 165.000 toneladas, enquanto para as Filipinas subiram 24%, chegando a 90.000 toneladas, e para a Malásia 9%, para 88.600 toneladas. Fonte: STCN Imagem principal: Bit24/ Adobe Stock

22 de março de 2023
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Por Reinaldo Ma* São quase 20 anos desde a primeira visita de Lula à China , em maio de 2004, para a nova visita que acontecerá no final de março de 2023. Em duas décadas, a China e o Brasil mudaram. No caso da China, as transformações foram mais evidentes. O país vivenciou um salto qualitativo, com avanços expressivos em sua economia, indústria, comércio, população e mercado consumidor. No campo econômico, a China se consolidou como uma das maiores economias mundiais, concluindo a passagem de uma economia rural para industrial, e já caminha para uma economia de serviços. O PIB da China passou de US$ 1,95 trilhão em 2004, para US$ 18,32 em 2022 (estimativa), um crescimento aproximado de 10 vezes. Na indústria, a China vem migrando da produção intensiva em mão-de-obra, alto volume e baixo valor agregado, para uma indústria de ponta, sofisticada e alto teor de tecnologia empregada. Como consumidores, aos poucos, deixamos de comprar produtos têxteis e utilidades domésticas chinesas, para começar a consumir notebooks, celulares, drones, carros, carros de luxo e, mais recentemente, carros elétricos e híbridos desenvolvidos e fabricados na China. A indústria chinesa foca cada vez mais no valor agregado de seus produtos em detrimento do volume produzido. No comércio, a China passou a ser o maior parceiro comercial do Brasil. As exportações agrícolas brasileiras para China, que antes se baseavam prioritariamente em grãos e derivados, passaram a incluir proteína animal em volumes expressivos. O consumidor chinês, que antes consumia apenas a soja brasileira, hoje consome carne brasileira. Apesar de não termos uma diminuição no volume de exportação para China, o valor desses bens e serviços vem aumentando expressivamente. Com relação à população e ao mercado consumidor, a China teve em 2022 sua primeira queda populacional neste século. Tal redução acabou por ofuscar um dado relevante do mercado consumidor chinês, o PIB per capita. Em 2004, o PIB per capita da China era de US$ 1.508,7. Em 2022, esse valor supera os US$ 12.000,00. Em outras palavras, o consumidor chinês enriqueceu e almeja produtos de maior qualidade e valor. Da quantidade para a qualidade A China está deixando de ser o país da quantidade para ser o país da qualidade. Nas relações Brasil-China, esse movimento de priorizar qualidade sobre a quantidade também parece estar ocorrendo. O recente pedido da parte chinesa em reduzir o número de acordos assinados durante a atual visita presidencial de Lula à China, indica que há um movimento de seleção dos acordos. A medida pode ter como objetivo concentrar esforços em projetos essenciais e permitir que um maior número de acordos sejam efetivamente concluídos. O alto nível hierárquico político e empresarial da atual comitiva presidencial parece corroborar com a iniciativa chinesa. Tudo indica que o salto qualitativo nos projetos vai viabilizar uma melhor cooperação técnica, comercial e de investimento; gerar a conclusão de obras de infraestrutura como pontes, trens e ferrovias, além de criar um novo mercado de carbono de uma nova economia verde. *Reinaldo Ma é sócio da IEST Consulting, do BMJ Relações Governamentais, do BPP Advogados e membro do Conselho Empresarial Brasil-China. Imagem principal: Wang Tiancong/ Xinhua

22 de março de 2023
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A China implementou recentemente um novo plano sobre a reforma das instituições do Partido do Comunista e do Estado. De acordo com o plano, o Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh) formou cinco novos órgãos governamentais, incluindo a Comissão Financeira Central, o Comitê Estatal de Estabilidade e Desenvolvimento Financeiro (FSDC), o Comitê Central de Ciência e Tecnologia, o Departamento Central de Trabalho Social e o Escritório Central para Hong Kong e Macau. Este novo plano é uma continuação da reforma institucional de 2018, baseada nas ideias de reformas e na estrutura de “fortalecimento da liderança geral do Partido”. A reforma se concentra em vários pontos-chaves, tais como finanças, ciência e tecnologia, trabalho social e assuntos de Hong Kong e Macau, para melhorar ainda mais o mecanismo institucional na liderança geral do Partido. Durante muito tempo, o Partido e o governo foram responsáveis pela liderança do trabalho de Hong Kong e Macau através do Grupo Central de Coordenação de Hong Kong e Macau, que foi reconstituído do Grupo Líder Central dos Assuntos de Hong Kong e Macau em 2003. O Departamento dos Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado foi responsável pelos assuntos específicos deste órgão governamental interpartidário. Em 2020, o Grupo Líder Central dos Assuntos de Hong Kong e Macau foi atualizado para o Grupo Central de Coordenação de Hong Kong e Macau, conforme a situação exigia. Sob a nova situação atual em Hong Kong e Macau, a inclusão de Hong Kong e Macau na sequência de agências do Comitê Central do Partido reflete o fortalecimento da liderança centralizada e unificada do PCCh sobre o trabalho em Hong Kong e Macau. O plano de reforma institucional do Conselho de Estado, divulgado em 7 de março, afirma que a Administração Estadual de Supervisão e Administração Financeira será criada como um órgão diretamente sob o Conselho de Estado e fará a supervisão do setor financeiro, com exceção da indústria de valores mobiliários. Em geral, a Comissão Financeira Central é responsável pelas principais decisões no setor financeiro, a Supervisão e Administração Financeira do Estado e a Comissão Reguladora de Títulos são responsáveis pela regulamentação do setor financeiro, e o Comitê de Trabalho Financeiro Central é responsável pela construção de partidos no sistema financeiro, “uma abordagem tripla, que é uma combinação de reforma”. No pano de fundo do “pacote de reformas” no campo da regulamentação financeira estão a complexidade do sistema financeiro moderno devido à tecnologia digital e à inovação financeira, o que representa um grande desafio à regulamentação financeira, além dos vários eventos que afetaram a estabilidade do sistema financeiro na China nos últimos anos. Tradução: Mei Zhen Li Autor: Liang Zhuo Hua Imagem principal: Mirko/ Adobe Stock

22 de março de 2023
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Com a corrida global pela tecnologia 6G em desenvolvimento, pesquisadores têm apelado para que este ano seja estabelecido um sistema de inovação 6G unificado, uma janela chave para o progresso da tecnologia. Durante a Conferência Global 6G, realizada em Nanjing, capital da província de Jiangsu, na China, de quarta-feira a sexta-feira, pesquisadores da indústria nacional e estrangeira discutem sobre o desenvolvimento e progresso da tecnologia 6G. Estão sendo discutidos temas sobre como a 6G e a superestrutura do futuro mundo digital podem alcançar a conectividade, a computação, a inteligência e a segurança. Ligações inteligentes entre seres humanos e máquinas Apesar da falta de uma visão global para a tecnologia 6G, existem alguns entendimentos comuns. Essa tecnologia revolucionária, prevista para ser de 10-100 vezes mais rápida do que 5G, em termos de velocidade de transmissão de dados, será integrada com computação avançada, big data, inteligência artificial (IA) e blockchain, proporcionando aplicações muito além das obtidas com o 5G. "Precisamos de insistir no desenvolvimento de um sistema de inovação 6G unificado globalmente e de uma via de internacionalização 5G", disse disse Chih-Lin I, cientista chefe do Instituto de Investigação Móvel da China. Xiang Ligang, diretor-geral da Aliança para o Consumo de Informação, baseada em Pequim, disse ao Global Times que 2023 será crucial para 6G, uma vez que se espera que a sua visão seja estabelecida este ano. Durante este processo, vários países irão apresentar suas pesquisas. "Isto irá afetar o desenvolvimento da própria 6G e também determinar quem tem o direito de definir a formulação do padrão 6G", observou Xiang, acrescentando que se a China pode aproveitar o ano crítico de 6G é significativo para manter uma posição dominante no campo das comunicações. O potencial da China no desenvolvimento de tecnologia O peso da China no setor das telecomunicações foi demonstrado na era 5G com um conjunto de empresas líderes como a Huawei Technologies e a China Mobile, que têm desempenhado um papel de liderança na promoção de P&D de 6G. A China Mobile publicou na terça-feira os Requisitos e Considerações de Design 6G, um livro branco, juntamente com 16 operadores de telecomunicações internacionais através da Next Generation Mobile Networks Alliance. O operador publicou 31 documentos e 60 documentos de alta qualidade em 6G, classificando-se em primeiro lugar entre os operadores de telecomunicações globais. "Apesar da feroz concorrência mundial, a China ainda tem algumas vantagens de ser o primeiro operador em 6G, com base na tecnologia acumulada das suas empresas", disse Xiang. O governo chinês e o 6G A China irá formular um plano de desenvolvimento industrial para promover a pesquisa e inovação das tecnologias móveis 6G, disse Jin Zhuanglong, ministro do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, em 1 de Março. O país criou o IMT-2030 (6G) Promotion Group, plataforma que promove a tecnologia 6G e a cooperação internacional, e irá acelerar a P&D da tecnologia 6G, disse ele. De acordo com Xiang, a interação inteligente e as redes espaciais-ar-terra integradas através de satélites são consideradas duas direções principais para fazer progressos entre as aplicações 6G. Os observadores da indústria disseram que a Internet por satélite é a direção chave do desenvolvimento, onde os EUA deram um primeiro passo com base na sua poderosa concepção, fabricação e capacidades de lançamento de satélites. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: CE.CN Imagem principal: Yingyaipumi/ Adobe Stock

21 de março de 2023
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A China National Petroleum Corporation (CNPC) , o maior fornecedor de petróleo e gás da China, inaugurou seu primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento de energia em conjunto com outras empresas do setor. O centro de P&D foi co-estabelecido pela unidade CNPC Daqing Oilfield e pelo Shenzhen New Energy Research Institute, uma subsidiária do braço PetroChina, o gigante estatal de energia anunciado ontem. O novo centro tem como objetivo acelerar a pesquisa científica e a comercialização das realizações da Daqing Oilfield e do instituto de pesquisa baseado em Shenzhen nos campos de energia do hidrogênio, energia geotérmica e armazenamento de energia. A CNPC iniciou sucessivamente sua transformação energética acelerando o posicionamento da empresa no novo negócio de energia. Seu investimento no setor totalizou 2,2 bilhões de yuans (US$ 317 milhões) em 2021, apresentando progresso em hidrogênio e energia geotérmica, de acordo com pesquisadores da Minsheng Securities. A CNPC colocou em operação 39 novos projetos de energia em 2021, com seu novo desenvolvimento anual de energia e capacidade de utilização de carvão padrão saltando 50% a 7 milhões de toneladas, acrescentou a Minsheng Securities. O desenvolvimento dos novos negócios de energia da empresa é consistente com sua estratégia de transformação de energia. Os novos negócios de energia, petróleo e gás da CNPC serão responsáveis por 50% de seu total por volta de 2050, disse o Presidente Dai Houliang no ano passado. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global Imagem principal: Zhengzaishanchu/ Adobe Stock

21 de março de 2023
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A montadora chinesa BYD está focada na expansão para o mercado global e no aumento de suas capacidades tecnológicas. Mirando o mercado de chips, recentemente, se tornou acionista da Kunlunxin, uma empresa de chips na China. Fundada em junho de 2011, a Kunlunxin era anteriormente conhecida como o Departamento de Arquitetura e Smart Chip do Baidu. O Baidu ainda é atualmente seu maior acionista com uma relação acionária de 70,87%. De acordo com seu site oficial, a Kunlunxin completou uma rodada de levantamento de fundos em abril de 2021 com uma valorização de cerca de 13 bilhões de yuans (US$ 1,89 bilhão). A Kunlunxin produziu seu chip AI de primeira geração em 2020 e implantou mais de 20.000 deles no mecanismo de busca do Baidu, no assistente de voz e em outras operações. É o único chip de IA de nuvem na China que passou por testes extensivos com algoritmos de larga escala. Em agosto de 2021, a Kunlunxin começou a produzir em massa seu chip de IA de segunda geração, que apresenta um aumento de desempenho de duas a três vezes em comparação com o chip de primeira geração. À medida que os veículos elétricos se tornam mais inteligentes, particularmente no que diz respeito à capacidade de condução automatizada, exigências mais significativas são colocadas em sua potência computacional. Isto exige não apenas que as empresas de automóveis adquiram tecnologia mais avançada, mas também que tenham fornecedores confiáveis. Nos últimos dois anos, a escassez de chips tem assolado a indústria automotiva chinesa. As principais empresas automotivas ainda estão operando com volumes de produção reduzidos devido ao fornecimento insuficiente de chips. Investimentos da BYD no mercado de chip Em 2021, a subsidiária de semicondutores da BYD investiu 5 bilhões de yuans (US$ 726 milhões) para adquirir a Energen Semiconductor, uma fábrica de wafers. Em 2022, a BYD investiu em dois fabricantes de chips processadores de sinais digitais. Além disso, a BYD colaborou com a Nvidia e a Horizon Robotics no domínio dos chips. Os veículos BYD equipados com o chip Horizon Robotics' Journey 5 serão lançados em meados de 2023. O Journey 5 é o chip de terceira geração da Horizon Robotics, com um único chip com capacidade de computação AI de até 128TOPS. A partir do H1 2023, alguns novos carros BYD serão equipados com a plataforma Nvidia Drive Hyperion para uma condução inteligente e capacidade de estacionamento. Em 2022, a BYD vendeu 1.863.500 veículos, representando uma realização significativa resultante das vantagens da empresa em eficiência de produção e gerenciamento de custos. Entretanto, a BYD ainda não se destacou em tecnologias inteligentes, mesmo com seus modelos mais vendidos. A empresa está atualmente focada em fechar rapidamente a lacuna nesta área. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Sohu Imagem principal: Divulgação/ Kunlunxin