
7 de agosto de 2024
China2Brazil
As unidades da Tesla em Xangai e Pequim registraram um plano de recall junto à Administração Nacional de Supervisão de Mercado da China. A marca está fazendo o recall de alguns veículos elétricos Model S e Model X importados, e alguns veículos Model 3 e Model Y produzidos na China, produzidos entre 15 de outubro de 2020 e 17 de julho de 2024, totalizando 1.683.627 veículos. O recall segue as regras do "Regulamento de Gerenciamento de Retirada de Produtos Automotivos Defeituosos" e o "Método de Implementação do Regulamento de Gerenciamento de Retirada de Produtos Automotivos Defeituosos" da China. As informações são do Centro Técnico de Retirada de Produtos Defeituosos da Administração Nacional de Supervisão de Mercado. Segundo a agência de notícias Xinhua, alguns dos veículos dentro do escopo deste processo de recall podem não detectar que a tampa da bagageira dianteira está destrancada após o desbloqueio da mesma, e o sistema de fechamento da bagageira pode não emitir um aviso de que a bagageira dianteira não está trancada. Em casos extremos, isso pode resultar na abertura da bagageira enquanto o veículo está em movimento, afetando a visão do motorista e aumentando o risco de colisão, representando um risco de segurança ao conduzir esses veículos. A Tesla Automotive (Beijing) e a Tesla (Shanghai) atualizarão o software dos veículos afetados gratuitamente através da tecnologia de atualização remota (OTA) , permitindo que os veículos identifiquem falhas no sistema de aviso de abertura e fechamento da bagageira e emitem avisos visuais e sonoros. Além disso, os veículos com falhas detectadas no sistema de aviso do fechamento da bagageira serão reparados gratuitamente para eliminar o risco de segurança. Para os veículos que não podem ser atualizados através da tecnologia OTA, os centros de serviço da Tesla entrarão em contato com os usuários para implementar o processo de recall. A Tesla Automotive (Beijing) a Tesla (Shanghai) notificarão os proprietários afetados por meio de cartas registradas e mensagens de texto para organizar os procedimentos de reparo. Os usuários podem consultar por telefone celular ou fixo, ligando para a linha de serviço ao cliente da Tesla na China. Fonte: xinhuanet.com

7 de agosto de 2024
China2Brazil
No primeiro semestre deste ano, o lucro total da indústria mecânica na China foi de RMB 735,18 bilhões, uma queda de 6,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior, com uma taxa de crescimento 9,8 pontos percentuais menor do que a indústria nacional chinesa. O valor agregado das empresas de grande porte da indústria mecânica da China cresceu 6,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior. As informações foram divulgadas em 7 de agosto pela Federação da Indústria Mecânica da China. Luo Junjie, vice-presidente executivo da Federação, declarou que, devido a uma combinação de fatores como a fraqueza da demanda, a escassez de pedidos, a intensa concorrência, a queda dos preços e a dificuldade na recuperação de contas a receber, a rentabilidade da indústria mecânica sofreu um declínio. Luo Junjie observou que, olhando para o ano todo, a indústria mecânica enfrenta oportunidades e desafios. Os efeitos das políticas poderão melhorar o ambiente de desenvolvimento da indústria, liberando o potencial de mercado e fortalecendo a confiança no desenvolvimento, fornecendo uma base sólida e motivação para o desenvolvimento estável da indústria. No primeiro semestre deste ano, a indústria mecânica continuou em expansão, com uma taxa de crescimento do valor agregado geralmente estável e uma produção e vendas de produtos se mantendo em uma tendência positiva. Os dados mostram que no período, o valor agregado das empresas de grande porte da indústria mecânica cresceu 6,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior, uma taxa ligeiramente superior à da indústria nacional (0,1 ponto percentual), mas inferior à da manufatura (0,4 ponto percentual). Os cinco principais setores da economia nacional relacionados à indústria mecânica registraram um crescimento interanual no valor agregado. Dentre eles, o setor automotivo teve um papel destacado, com um crescimento de 9,8%; enquanto os setores de equipamentos gerais, equipamentos especiais, máquinas elétricas e instrumentos apresentaram uma desaceleração no crescimento, com taxas de 2,8%, 2,1%, 4,7% e 5,2%, respectivamente. No lado dos investimentos, após três anos consecutivos de rápido crescimento de dois dígitos, o investimento em ativos fixos da indústria mecânica continuou a crescer em 2024, mas a taxa de crescimento diminuiu. No primeiro semestre, o investimento em ativos fixos da desse setor cresceu 9,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior, uma desaceleração significativa em relação ao ano passado. No aspecto das receitas e lucros, desde março, o lucro total tem apresentado uma queda interanual por vários meses consecutivos. No primeiro semestre, a receita operacional das empresas de grande porte da indústria mecânica foi de RMB 14,2 trilhões, um crescimento de apenas 1,0% em comparação com o mesmo período do ano anterior, 1,9 ponto percentual menor do que a indústria nacional; o lucro total foi de RMB 735,18 bilhões, uma queda de 6,3%, 9,8 pontos percentuais menor do que a indústria nacional. A margem de lucro sobre as receitas operacionais foi de 5,2%, 0,4 ponto percentual menor do que no mesmo período do ano anterior e 0,2 ponto percentual menor do que a indústria nacional. Luo Junjie analisou que a fraca demanda e a escassez de pedidos levaram a uma intensa concorrência no mercado e a uma queda contínua dos preços dos produtos. No primeiro semestre, a queda dos preços de venda de produtos da indústria mecânica ao sair da fábrica foi de aproximadamente 2%, sendo de 1,9% em junho. No mesmo mês, os preços da venda de matérias primas para produtos da indústria mecânica aumentaram 1,6%, especialmente os produtos de metais não ferrosos, que tiveram um aumento de dois dígitos. A queda dos preços da indústria mecânica e o aumento dos preços das matérias primas pressionaram o espaço de lucro da indústria. Fonte: yicai.com

6 de agosto de 2024
China2Brazil
A Fortune Global 500 de 2024, uma lista das maiores empresas do mundo classificadas por receita, incluiu 133 empresas chinesas. O número teve uma queda em relação ao ano anterior, quando a China tinha 142 companhias listadas. Em 2024, a China ocupa o segundo lugar, atrás dos 139 registros dos EUA, pela primeira vez desde 2018. O limite de receita para entrar na Fortune Global 500 subiu para US$ 32,1 bilhões este ano, de US$ 30,9 bilhões no ano anterior, de acordo com a lista publicada ontem. A receita das 500 maiores empresas aumentou para US$ 41 trilhões, igual a um terço do total global, enquanto seu lucro líquido subiu 2,3 por cento para US$ 2,97 trilhões. A gigante americana de varejo Walmart ficou em primeiro lugar pelo 11º ano consecutivo. O Banco Industrial e Comercial da China e o Banco de Construção da China permaneceram no top 10 por lucro, com o lucro do ICBC ultrapassando US$ 51,4 bilhões. A State Grid da China, Sinopec e PetroChina registraram receitas de US$ 545,9 bilhões, US$ 429,7 bilhões e US$ 421,7 bilhões, respectivamente, classificando-se entre as 10 maiores globalmente, com outras 25 empresas chinesas de energia e química fazendo parte da lista. Dez fabricantes chineses de automóveis e peças foram incluídos na lista Fortune Global 500 de 2024, com a Chery Automobile entrando pela primeira vez, enquanto o maior produtor mundial de veículos elétricos, BYD, avançou 69 posições para o 143º lugar. A Contemporary Amperex Technology subiu para a 250ª posição depois de entrar na lista pela primeira vez no ano passado como 290ª. Entre as empresas de tecnologia chinesas na lista, a principal fornecedora da Apple, Hon Hai Precision Industry, mais conhecida como Foxconn, ficou em 32º lugar, JD.Com em 47º, China Mobile em 55º, Alibaba Group Holding em 70º e Huawei Technologies em 103º. Impulsionada pela recuperação do setor de internet da China, a gigante de serviços sob demanda Meituan foi a que mais subiu, pulando para o 83º lugar, vindo do 384º, enquanto a Pinduoduo entrou na lista pela primeira vez. Na indústria de eletrodomésticos, a Midea Group subiu uma posição para a 277ª, a Haier Smart Home ganhou 12 posições para a 407ª, enquanto a Gree Electric Appliances saiu da lista. Huawei, Alibaba, Tencent Holdings, SF Holding, Luxshare Precision Industry e outras 24 empresas privadas da China continental fizeram parte da lista. Além disso, 43 empresas foram incluídas na lista pela primeira vez ou recuperaram um lugar depois de ficarem de fora no ano passado, cinco das quais eram empresas chinesas, como o Hangzhou Industrial Investment Group. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global

6 de agosto de 2024
China2Brazil
A China é líder em trens de alta velocidade no mundo e tem construído mais tecnologias capazes de aumentar ainda a velocidade desses trens, como o sistema de transporte de levitação magnética de baixo vácuo e alta velocidade em túneis, que realizou com sucesso um série de testes em Yanggao, cidade de Datong, província de Shanxi. O projeto integra tecnologias aeroespaciais e de transporte ferroviário terrestre, com o objetivo de alcançar uma alta velocidade de "quase voo de avião" para trens, com velocidades de até 1.000 km/h. O projeto construído em conjunto pela Corporação da Indústria e Ciência Aeroespacial da China (China Aerospace Science and Industry Corporation) e a província de Shanxi, completou com sucesso um teste de demonstração de integração de sistemas em ambiente de baixo vácuo, passando pela inspeção do Departamento de Ciência e Tecnologia de Shanxi. Isso indica que o projeto está pronto para a fase de aceitação. O projeto do veículo de alta velocidade começou oficialmente em abril de 2022 no condado de Yanggao, cidade de Datong na província de Shanxi. No futuro, o veículo de alta velocidade pode ser usado para transporte entre megarregiões urbanas, permitindo viagens de Pequim a Xangai em aproximadamente uma hora e meia. De acordo com informações, o teste foi realizado em um ambiente de baixo vácuo dentro de um tubo de dois quilômetros de comprimento, utilizando um veículo de super-navegação. Os resultados do teste mostraram que o veículo de alta velocidade navegou conforme a curva de controle predefinida, manteve uma suspensão estável e parou com segurança, com a velocidade máxima de navegação e a altura de suspensão dentro dos valores previstos. Todos os sistemas funcionaram normalmente, e a trajetória medida foi consistente com a curva teórica, indicando que o teste foi bem-sucedido. Um responsável pelo projeto do veículo de alta velocidade explicou que o teste realizou uma navegação de suspensão supercondutora em todo o sistema do veículo de alta velocidade em ambiente de baixo vácuo, validando tecnologias críticas como a criação e manutenção de ambientes de vácuo de longa distância e grande escala, o controle de navegação supercondutora, e a coordenação entre sistemas e o desempenho do sistema completo em condições de baixo vácuo. Fonte: news.cn

6 de agosto de 2024
China2Brazil
Faltam 100 dias para a 15ª Exposição Internacional de Aviação e Aeroespacial da China, a China Airshow. A exposição iniciará no dia 12 de novembro de 2024, no Centro Internacional de Exposições de Aviação de Zhuhai, e apresentará uma série de produtos tecnológicos relacionados à terra, mar, ar, espaço, eletrônica e rede. Segundo os organizadores, a escala da exposição deste ano será a maior da história, utilizando 13 pavilhões e inaugurando pela primeira vez a "Área de Demonstração de Sistemas Não Tripulados" , que inclui áreas de demonstração para "embarcações não tripuladas" e " aeronaves não tripuladas ". Em termos de participantes, a exposição atraiu quase 800 empresas de 47 países e regiões. Além disso, a Força Aérea, o Exército e a Marinha chineses exibirão seus equipamentos mais avançados. O Departamento de Ciência e Tecnologia de Defesa Nacional, a Administração Nacional de Aeronáutica e Aeroespacial e o Grupo da Indústria Aeroespacial da China, entre outras empresas estatais, participarão da exposição com uma variedade de novos produtos e novas tecnologias, alguns dos quais serão exibidos pela primeira vez, mostrando completamente as inovações do setor aeroespacial e de defesa da China. Equipamentos de grande interesse, como o drone "porta-aviões terrestre" da XPeng AEROHT, também farão sua estreia global. A exposição deste ano apresentará pela primeira vez uma nova estrutura de demonstração dinâmica integrada que abrange ar, espaço, mar e terra, oferecendo uma apresentação que combina "tripulado + não tripulado", "presencial + remoto" e "terra + mar". A equipe de acrobacias aéreas russa "Russian Knights", que não participava da China Airshow há oito anos, voltará com seis caças Su-35S para realizar manobras ao lado das equipes de acrobacias aéreas da Força Aérea Chinesa "1º de Agosto" e "Red Eagles". Aviões de companhias como Boeing, Airbus, Embraer e Commercial Aircraft Corporation of China (COMAC) também realizarão exibições de voo. Fonte: takungpao.com

5 de agosto de 2024
China2Brazil
Após a publicação dos dados econômicos do primeiro semestre de 2024, uma comparação entre províncias chamou a atenção. A vantagem da província de Cantão , a maior economia doméstica da China, em relação ao segundo lugar, Jiangsu, foi ainda mais reduzida, levando alguns a especular que a maior província econômica da China está prestes a mudar de mãos. No primeiro semestre deste ano, o PIB de Cantão foi de RMB 6,524 trilhões, enquanto o de Jiangsu foi de RMB 6,333 trilhões, o que equivale a aproximadamente 97,06% do primeiro. A diferença entre os dois foi de RMB 191,62 bilhões, o menor valor nos últimos cinco anos. No ano passado, o PIB de Jiangsu foi RMB 244,45 bilhões menor que o de Cantão, e no ano anterior foi RMB 260,93 bilhões menor. Equilíbrio do desenvolvimento provincial A partir da taxa de crescimento econômico das principais cidades da província, Cantão apresenta uma diferenciação significativa, enquanto Jiangsu é mais equilibrada. No primeiro semestre, entre as 10 cidades de Cantão com maior PIB, há tanto algumas com alto desempenho, como Shenzhen, Dongguan e Zhuhai, quanto com baixo desempenho, como Guangzhou, Foshan, Jiangmen, Maoming e Zhanjiang. Os dados mostram que, no primeiro semestre, o crescimento real do PIB de Shenzhen, Dongguan e Zhuhai foi de 5,9%, 5,3% e 5,5%, respectivamente, todos bem acima da média de Cantão (3,9%) e também acima da nacional (5%). Enquanto o crescimento real do PIB de Guangzhou, Foshan, Jiangmen, Maoming e Zhanjiang foi de apenas 2,5%, 1,7%, 3,4%, 1,5% e 0,8%, respectivamente. Entre elas, as cidades de Guangzhou e Foshan, que são núcleos da província e grandes centros industriais, têm um impacto particularmente significativo sobre Cantão. Zhanjiang, no primeiro semestre, teve um PIB de RMB 1,943 bilhão menor que no mesmo período do ano anterior, sendo uma das poucas cidades na China com crescimento nominal negativo do PIB. Em comparação, as 13 cidades de Jiangsu estão mais equilibradas no desenvolvimento, com 9 das 10 primeiras cidades tendo uma taxa de crescimento real do PIB acima da nacional, pelo menos em 0,6 pontos percentuais. Apenas a cidade de Nanjing (4,4%) teve crescimento abaixo da média nacional. A cidade de "nível de prefeitura mais forte", Suzhou, teve um crescimento real de 6,2%, ocupando o primeiro lugar entre as 10 cidades com maior crescimento da China no primeiro trimestre. Cantão mantém vantagem na comparação de indicadores-chave Apesar de Cantão ter um equilíbrio de desenvolvimento inferior a Jiangsu, alguns indicadores-chave, como economia, finanças, impostos, tecnologia, transporte e população, mostram que o poder econômico de Cantão ainda é superior. Ou seja, mesmo que o tamanho econômico seja semelhante, o "valor do PIB por unidade" de Cantão é maior que o de Jiangsu. A indústria é o principal motor da economia nacional da China. Em termos de competitividade industrial, os relatórios estatísticos locais mostram que, em 2023, o lucro total das empresas industriais acima de um determinado tamanho em Cantão foi de RMB 1,057 trilhões, enquanto em Jiangsu foi de RMB 934,4 bilhões, com uma diferença de RMB 123,1 bilhões entre os dois. O número de empresas listadas está altamente relacionado com a vitalidade econômica de um local. Até o fim do ano passado, Cantão tinha 872 empresas listadas no mercado interno, enquanto Jiangsu tinha 690 empresas listadas. O total de fundos reflete o potencial de desenvolvimento de uma região. De acordo com os dados estatísticos do Banco Popular da China, em 2023, o saldo total de depósitos em moeda local e estrangeira das instituições financeiras em Cantão foi de RMB 35,09 trilhões, enquanto em Jiangsu foi de RMB 24,59 trilhões. A receita tributária representa a capacidade financeira da economia local. De acordo com os dados estatísticos da Administração Estatal de Impostos e dos Departamentos de Impostos de Cantão e Jiangsu, a receita tributária doméstica organizada pelo Departamento de Impostos de Cantão no ano passado foi de RMB 2,1638 trilhões, aproximadamente 1,39 vezes a mais que a de Jiangsu (RMB 1,5587 trilhão). De acordo com os dados do Ministério das Finanças, no ano passado, Cantão contribuiu com RMB 115,814 bilhões para o ajuste de pensões de todo o país, o que representa quase metade das receitas de fundos de ajuste nacional. Enquanto isso, Jiangsu contribuiu com RMB 17,711 bilhões, aproximadamente 7,3% do total nacional. Em termos de capacidade inovadora, no final do ano passado, Cantão tinha um total de 75 mil empresas de alta tecnologia, superior às 51 mil de Jiangsu. A despesa em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de Cantão como porcentagem do PIB foi de 3,39%, superior aos 3,2% de Jiangsu. Durante o ano, Cantão adicionou 143,1 mil novas patentes de invenção concedidas, superior às 108 mil de Jiangsu. O número de pedidos internacionais de patentes PCT de Cantão foi de 23,7 mil, ocupando o primeiro lugar no país, muito acima das 6,5 mil de Jiangsu. No aspecto da economia externa, durante o ano todo, o valor total das importações e exportações de bens de Cantão foi de RMB 8,3 trilhões, enquanto o de Jiangsu foi de RMB 5,25 trilhões. A diferença equivale a aproximadamente o valor total de importações e exportações de uma província como Shandong. Durante o ano, Cantão estabeleceu 21.685 novas empresas de investimento direto estrangeiro, mais de seis vezes o número de Jiangsu (3.481). No consumo, o total de vendas de bens de consumo social de Cantão foi de RMB 4,749 trilhões, RMB 194,7 bilhões a mais que o de Jiangsu (RMB 4,555 trilhões). Os dados acima mostram que, atualmente, a escala econômica de Cantão e sua importância para a economia nacional são significativamente maiores que as de Jiangsu, tornando-a a incontestável maior província econômica do país. Diferenças de modelos de desenvolvimento Especialistas do Instituto de Desenvolvimento Integrado da China (Shenzhen) analisaram que a redução da diferença de PIB entre Cantão e Jiangsu reflete as diferenças nos modelos de desenvolvimento das duas províncias. Cantão adota um modelo de desenvolvimento impulsionado por polos, com as duas cidades-núcleo de Guangzhou e Shenzhen, além de Foshan e Dongguan, cidades com PIB de trilhões em RMB, impulsionando o desenvolvimento das cidades e condados vizinhos. Jiangsu, por outro lado, segue um modelo de desenvolvimento equilibrado e em etapas, com as 13 cidades de nível de prefeitura apresentando uma característica de arranjo em degraus. É difícil determinar qual modelo é superior. Cantão tem duas cidades com PIBs que ultrapassam RMB 3 trilhões, mas existe uma lacuna significativa com as cidades com PIBs abaixo de RMB 1 trilhão, com uma grande diferença no tamanho entre as cidades líderes e as demais. As cidades de Jiangsu estão mais equilibradas em seu desenvolvimento, mas também enfrentam o problema de capacidade de irradiação insuficiente da capital provincial Nanjing e da campeã do PIB Suzhou, resultando em uma menor coesão econômica entre as cidades da província e uma falta de efeito de liderança. Fonte: finance.sina.cn

5 de agosto de 2024
China2Brazil
A Xpeng Aeroht, subsidiária de carros voadores da startup chinesa de veículos de nova energia Xpeng Motors, garantiu US$ 150 milhões em uma rodada de financiamento Série B1. De acordo com o jornal chinês Yicai Global, os recursos irão financiar o desenvolvimento, produção em massa e comercialização de seus carros voadores, incluindo o Land Aircraft Carrier, que consiste em módulos terrestres e aéreos que podem se separar e combinar autonomamente. A empresa sediada em Guangzhou anunciou que os pré-pedidos para o Land Aircraft Carrier começarão provavelmente no próximo trimestre, ao mesmo tempo em que lança a rodada de financiamento Série B2. A Xpeng Aeroht está se preparando para construir a primeira linha de montagem moderna do mundo para produção em larga escala de carros voadores no Distrito de Desenvolvimento de Guangzhou. Inicialmente, a linha será usada para produzir os módulos aéreos do Land Aircraft Carrier. Em outubro de 2021, a Xpeng Aeroht arrecadou US$ 500 milhões em uma rodada Série A liderada pela IDG Capital, 5Y Capital e sua empresa-mãe. Foi o maior acordo de financiamento para uma empresa asiática no setor de aeronaves de passageiros de baixa altitude. Dongguan Huitian Technology, predecessora da Xpeng Aeroht, garantiu investimento da Xpeng e de seu presidente He Xiaopeng em 2020, tornando-se uma unidade da montadora. Em março deste ano, a unidade anunciou que havia solicitado à agência reguladora de aviação civil da China um certificado de tipo para o Land Aircraft Carrier, marcando a entrada do produto na fase de certificação de aeronavegabilidade. As cinco gerações anteriores de carros voadores da Xpeng Aeroht completaram quase 20.000 testes de voo, fornecendo dados e experiências valiosas para o carro voador modular Land Aircraft Carrier. A empresa também está expandindo sua rede nacional de aplicação de voo, com quase 60 campos de carros voadores assinados até agora, incluindo aeroportos de aviação geral, pontos turísticos, cidades culturais e turísticas e subúrbios urbanos. Desde o início deste ano, a China tem desenvolvido vigorosamente o setor de economia de baixa altitude, que inclui drones e veículos aéreos tripulados elétricos, com muitas cidades adotando políticas de apoio. Guangzhou pretende impulsionar a economia local de baixa altitude para alcançar uma escala de 150 bilhões de yuans (US$ 21 bilhões) até 2027, conforme anunciado em maio. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global

5 de agosto de 2024
China2Brazil
A China conquistou sua segunda medalha de ouro na natação nos Jogos de Paris ao vencer a final do revezamento 4x100m medley masculino neste domingo. O quarteto chinês composto por Xu Jiayu, Qin Haiyang, Sun Jiajun e Pan Zhanle completou a prova em três minutos e 27.46 segundos, mais de meio segundo à frente da equipe dos Estados Unidos formada por Ryan Murphy, Nic Fink, Caeleb Dressel e Hunter Armstrong, que marcou 3:28.01. A França, com Yohann Ndoye-Brouard, Leon Marchand, Maxime Grousset e Florent Manadou, levou o bronze com um tempo de 3:28.38, ficando 0.92 segundos atrás da China. O resultado quebrou a sequência de 10 medalhas de ouro consecutivas dos Estados Unidos neste evento, que vinha desde os Jogos de Los Angeles em 1984. Foi a segunda medalha de ouro de Pan em Paris, somando-se ao seu triunfo nos 100m livre. [caption id="attachment_21267" align="alignnone" width="1536"] Fonte da imagem: Xinhua[/caption] "Isso é mágico para mim", disse Pan, que comemorou seu 20º aniversário neste domingo. "Formamos uma boa equipe e conseguimos um ótimo resultado." O tempo de Pan de 45.92 representa um dos splits mais rápidos da história nos 100m livre, enquanto Qin também registrou um impressionante 57.98 para superar o herói francês Leon Marchand na perna de peito. Xu, que nadou a abertura de costas em 52.37, não escondeu sua alegria ao adicionar a medalha de ouro às suas duas pratas em Paris. "Esta jornada nos Jogos Olímpicos é incrível para mim. Estou muito satisfeito", disse o atleta de 28 anos. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo

2 de agosto de 2024
China2Brazil
As vendas de várias fabricantes chinesas de veículos elétricos, incluindo BYD e Li Auto, aumentaram em julho em comparação com o ano anterior, em um mês que geralmente é fraco para vendas de carros. De acordo com o portal de notícias chinês, Yicai Global, a Li Auto liderou os ganhos com um salto de mais de 49% nas vendas de veículos elétricos, alcançando 51.000 unidades no mês passado, estabelecendo um novo recorde mensal para a empresa. A BYD, que superou a Tesla em vendas globais no ano passado, vendeu 342.383 veículos elétricos no mês passado, um aumento de 31% em relação ao ano anterior. Suas vendas no exterior ultrapassaram 30.000 unidades. A Harmony Intelligent Mobility Alliance, uma aliança automotiva iniciada pela Huawei Technologies, entregou um total de 44.090 veículos. Cerca de 41.535 desses veículos foram produzidos sob a marca Aito, desenvolvida pela Huawei em parceria com o Seres Group, após as entregas terem aumentado seis vezes. As entregas da Leapmotor aumentaram 54%, totalizando 22.093 veículos. A Leapmotor International, uma joint venture da startup chinesa de automóveis e da Stellantis, enviou seu primeiro lote dos modelos de veículos elétricos C10 e T03 do Porto de Xangai para a Europa em julho. A Nio entregou 20.498 veículos no mês passado, praticamente inalterado em relação ao ano anterior, enquanto a Zeekr, a marca de veículos elétricos da Geely Automotive Holdings, viu suas entregas saltarem 30% para 15.655. As da Xpeng Motors subiram 1% para 11.145. E a Hozon Auto, que possui a marca de veículos elétricos Neta, entregou 11.015 veículos, um aumento de 9,7%. A BAIC BluePark New Energy Technology vendeu um total de 11.000 carros, com sua marca de veículos elétricos premium Arcfox registrando um aumento de quatro vezes, totalizando 8.017. As entregas da Xiaomi Auto do modelo SU7 ultrapassaram 10.000 unidades no mês passado e espera-se que também o façam este mês, disse a empresa ontem. A divisão de veículos da gigante chinesa de smartphones também afirmou que espera atingir sua meta anual de 100.000 unidades um mês antes do previsto. A IM Motors, a joint venture entre SAIC Motor, Zhejiang Hi-Tech Park e Alibaba Group Holding, entregou 6.017 veículos em julho, um aumento de 249%. A marca de veículos elétricos de alta gama da Dongfeng Motor Group, Voyah, viu suas entregas subirem 76%, totalizando 6.015 unidades. As vendas gerais de veículos elétricos na China aumentaram 31% entre 1 e 28 de julho em comparação com o ano anterior, mas caíram 5% em relação ao mês anterior, segundo dados divulgados pela China Passenger Car Association no final do mês passado. Até agora este ano, as vendas no varejo de veículos de passageiros elétricos aumentaram 33%, totalizando quase 4,84 milhões em comparação com o mesmo período do ano passado. Algumas fabricantes de veículos elétricos não relataram aumentos nas vendas em julho. Por exemplo, a GAC Aion, a marca de veículos elétricos da tradicional montadora GAC Group, vendeu 35.238 veículos, uma queda de 22% em relação ao ano anterior. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global

2 de agosto de 2024
China2Brazil
A Budweiser Brewing Company APAC, a maior fabricante de cerveja por vendas na região Ásia-Pacífico, informou que o lucro caiu 8,6% no segundo trimestre em comparação com o ano anterior, principalmente devido a uma redução no consumo na China, segundo informações do portal chinês, Yicai Global. O lucro líquido foi de US$ 254 milhões nos três meses encerrados em 30 de junho, informou a empresa com sede em Hong Kong em um relatório financeiro divulgado na quinta-feira, 1. A receita caiu 7,8% para US$ 1,8 bilhão, com as vendas de cerveja caindo 7,3% para 2,5 bilhões de litros, acrescentou. As vendas na China caíram 10,3% no segundo trimestre, "impactadas por um setor fraco, que passou pela reabertura de canais há um ano, e por condições climáticas adversas nas principais regiões de atuação," observou a Budweiser APAC. A receita total caiu 15,2% e a receita por cem litros caiu 5,4% devido às fortes chuvas nas províncias de Guangdong e Fujian, onde uma grande parte da presença geográfica premium da empresa está concentrada, acrescentou. No primeiro semestre, o lucro líquido encolheu 5,9% para US$ 541 milhões, disse a Budweiser APAC. A receita caiu 4,3% para US$ 3,4 bilhões, enquanto as vendas de cerveja caíram 6,2% para 4,66 bilhões de litros. "Embora nosso desempenho no primeiro semestre deste ano tenha sido negativamente impactado por um setor fraco na China, nossa presença geográfica com forte crescimento na Coreia do Sul e na Índia compensou em grande parte nosso desempenho na China," destacou a Budweiser APAC. O CEO e co-presidente da empresa, Jan Craps, afirmou que o fraco desempenho da Budweiser APAC no segundo trimestre é incomum. Ele observou que continua otimista quanto aos resultados do segundo semestre, embora o clima do mês passado tenha sido difícil. As estratégias gerais e de canal da empresa e os esforços de marketing esportivo estão progredindo conforme o planejado, acrescentou. O mercado de cerveja da China enfrentará algumas flutuações no curto prazo, mas a tendência de atualizar produtos para o segmento premium não mudou no médio e longo prazo, observou Craps. A cerveja premium representa apenas 17% do mercado chinês, em comparação com uma participação de 40% em outros países desenvolvidos, por isso a Budweiser APAC continuará a focar em uma estratégia premium para seu layout de capacidade de produção e investimento, disse ele. Além disso, a gigante belga da cerveja Anheuser-Busch InBev, proprietária da Budweiser APAC, é parceira global dos Jogos Olímpicos de Verão de Paris 2024, apontou Craps. A unidade lançou a Corona Cero, uma nova marca de cerveja sem álcool, para atender à demanda durante os jogos e continuará a desenvolver essa importante área de negócios, acrescentou. A cerveja sem álcool tem apenas uma pequena participação no mercado chinês, mas as crescentes preocupações com a saúde dos consumidores mais jovens trouxeram novas mudanças para o consumo de cerveja, observou Craps, acrescentando que esse negócio se desenvolveu rapidamente na Coreia do Sul e na Índia. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global