
13 de junho de 2025
China2Brazil
O IEST Group e o Centro de Comércio China-Países de Língua Portuguesa firmaram uma parceria estratégica para impulsionar internacionalização de empresas rumo aos países lusófonos e hispânicos. No dia 11 de junho, o “Fórum Rumo ao Brasil”, coorganizado pela Companhia de Operação e Gestão do Centro de Comércio China-Países de Língua Portuguesa e pelo IEST Group, realizado em Macau, teve como tema central “Oportunidades de Negócio e Estratégias de Expansão no Mercado Brasileiro” e atraiu 130 especialistas do setor e representantes de empresas. Durante o evento, Xu Zhongchao, responsável pela Companhia de Operação e Gestão do Centro de Comércio China-Países de Língua Portuguesa, e Tian Bin, fundador e CEO do IEST Group, assinaram um acordo de cooperação em nome de ambas as partes. Fórum Rumo ao Brasil O fórum proporcionou uma plataforma profissional de intercâmbio para empresas interessadas em explorar o mercado brasileiro e outros países de língua portuguesa. O fórum apresentou palestras e painéis temáticos sobre: “O mercado varejista físico no Brasil e suas oportunidades”, “Investimento local no Brasil e gestão de talentos expatriados”, “Panorama do e-commerce brasileiro e oportunidades com o lançamento do TikTok Shop” e “Estratégias práticas para internacionalização”. Executivos e especialistas de empresas como IEST Group , WGL Group e a RSM China compartilharam dados de mercado e casos práticos para empresas interessadas em expandir para o mercado brasileiro. Estiveram presentes no evento Li Chong, Vice-Diretor do Comitê Executivo da Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau em Hengqin; Leong Weng Ian, Diretora dos Assuntos Jurídicos do Governo da RAE Macau; e Maybi Rodrigues Mota, Vice-Cônsul-Geral do Consulado do Brasil em Guangzhou. O fórum teve como objetivo aproveitar as vantagens e recursos combinados de “Macau + Hengqin”, promovendo a construção de uma nova referência para a Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, e tornando-se uma nova plataforma para a abertura de alto nível da China ao exterior. Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau A Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau em Hengqin planeja estabelecer um centro de serviços econômicos e comerciais voltado para países de língua portuguesa e espanhola, para promover colaboração entre as partes em setores industriais e prestadores de serviços para apoiar a implementação do Centro de Comércio China-Países de Língua Portuguesa. Segundo o acordo de cooperação assinado, o Centro de Comércio e o IEST Group fornecerão serviços especializados para empresas chinesas que desejam se expandir para países lusófonos e hispânicos, incluindo: pesquisa de mercado e consultoria, marketing e expansão de marca, planejamento tributário e financeiro transfronteiriço, contabilidade e auditoria, consultoria jurídica internacional, constituição de empresas, e gestão de recursos humanos no exterior. As duas partes também explorarão de forma conjunta caminhos para facilitar o comércio transfronteiriço com esses países, ajudando empresas a aproveitarem os benefícios das políticas integradas entre Macau e o continente chinês. Com base na plataforma de serviços do Centro de Comércio, será criado um centro de apoio a comércio e investimento transfronteiriço direcionado aos países de língua portuguesa e espanhola, com o objetivo de promover intercâmbios comerciais, reduzir riscos e otimizar a estrutura das transações. Além disso, com o suporte de políticas para a cooperação cultural, as partes buscarão expandir os produtos culturais e serviços educacionais chineses para países lusófonos e hispânicos, ao mesmo tempo que atraem talentos desses países para usufruírem de recursos educacionais e culturais da China. [caption id="attachment_24472" align="alignnone" width="1878"] Fonte da imagem: Divulgação[/caption] A parceria também utilizará as bases industriais e políticas favoráveis da zona de cooperação em e-commerce transfronteiriço para apoiar empresas chinesas no acesso aos mercados lusófonos e hispânicos por meio de canais digitais. Na área de comércio em larga escala, será criada uma rota comercial eficiente para importações desses países à China. Outras ações incluem a organização conjunta de fóruns temáticos relacionados a países de língua portuguesa e espanhola, exposição e venda de produtos transfronteiriços, negociações de investimento, além de cursos especializados em análise de mercado, comércio internacional, finanças, legislação e conformidade, com o intuito de formar talentos versáteis em cooperação com universidades de Macau e Hengqin. Com base na colaboração de recursos internos e externos, as partes também buscarão desenvolver uma rede de cooperação industrial “Hengqin-Macau-Países Lusófonos/Hispânicos”, fornecendo suporte profissional em interpretação de políticas, mapeamento de risco e serviços integrados como pagamentos transfronteiriços e logística aduaneira. Haverá compartilhamento de informações entre empresas relacionadas, colaboração em comércio industrial transfronteiriço e oferta de serviços como financiamento de cadeia de suprimentos e seguro de crédito à exportação, tudo apoiado pela plataforma de comércio industrial do IEST Group. A parceria visa ainda criar quatro plataformas estratégicas: talento, comércio, e-commerce e exposições, conectando empresas e oportunidades de negócio de forma digital, moderna e eficiente. Durante o fórum, Li Chong destacou que o modelo “Macau + Hengqin” está se tornando uma nova plataforma para a abertura de alto nível da China. Desde a criação da zona de cooperação, foi implementado um sistema de políticas de abertura “1+4”, sendo “1” um sistema tributário único e “4” políticas que facilitam a circulação de pessoas, mercadorias, capital e informações — fatores fundamentais para a internacionalização de empresas chinesas e atração de investimentos de países lusófonos e hispânicos. Leong Weng Ian afirmou que “Macau + Hengqin” será o núcleo de conexão para a cooperação econômica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa e espanhola. O Governo Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) e o Comitê Executivo da Zona de Cooperação estão totalmente comprometidos com a construção do Centro de Comércio, aproveitando o papel de Macau como “conector preciso” com os países lusófonos e sua influência nos países hispânicos. [caption id="attachment_24473" align="alignnone" width="1080"] Fonte da imagem: Divulgação[/caption] [caption id="attachment_24474" align="alignnone" width="1080"] Fonte da imagem: Divulgação[/caption] O Centro de Comércio China-Países de Língua Portuguesa é uma organização sem fins lucrativos criada sob a orientação do Governo da RAEM e da Zona de Cooperação de Hengqin. Ele integra recursos governamentais, empresariais e de serviços, criando uma plataforma de serviços “one-stop” para conectar empresas chinesas com parceiros nos países lusófonos e hispânicos, visando uma comunicação mais fluida, maior eficiência, menor risco, custos otimizados e melhor desenvolvimento mútuo. Se você tem interesse em expandir para a China ou outros países de língua portuguesa e espanhola, ou deseja saber mais sobre as políticas preferenciais da Zona de Cooperação Aprofundada de Hengqin, por favor acesse o link abaixo e preencha suas informações para que possamos entrar em contato com: Entrar em contato: Aqui Ou escaneie o QR Code:

13 de junho de 2025
China2Brazil
A Liga de Futebol das Cidades da Província de Jiangsu, no leste da China, superou 100 milhões de visualizações nas redes sociais e atingiu uma média superior a 10 mil espectadores por partida. O torneio, apelidado por internautas de “Su Chao” (Superliga de Jiangsu), virou fenômeno ao unir futebol amador, identidade local e consumo turístico. Lançado em maio, o campeonato reúne 13 equipes formadas por jogadores amadores e promove jogos entre as principais cidades da província. Além da popularidade nas plataformas digitais , o torneio tem ampliado o fluxo de visitantes e gerado novas oportunidades econômicas nas regiões-sede. Futebol impulsiona consumo e turismo Cidades como Changzhou, Yancheng e Zhenjiang registraram aumento expressivo no turismo e nas vendas de produtos locais. Combos promocionais, como ingresso por 9,9 yuans mais refeição típica, ampliaram o consumo em restaurantes e mercados regionais. Em Yancheng, pacotes turísticos que combinam observação de aves e partidas movimentaram o setor. Em Zhenjiang, o fluxo noturno na área turística de Xijindu triplicou durante os jogos. Durante o feriado do Festival do Barco-Dragão, o número de turistas cresceu 45% em Taizhou, 27% em Yancheng e 26% em Xuzhou. Segundo a plataforma de turismo inteligente de Jiangsu, o consumo cultural e turístico por visitantes de outras regiões nas seis cidades-sede aumentou 14,63%. A plataforma Meituan também registrou crescimento nas buscas: 197% para “churrasco de Xuzhou”, 407% para “bares para assistir futebol”, além de aumento na procura por “treinamento infantil de futebol”. O “Su Chao” gerou demanda para serviços de alimentação, lazer e esportes. Cidades ampliam incentivos regionais Governos locais criaram estratégias para atrair turistas de cidades vizinhas. Wuxi ofereceu estacionamento gratuito, pêssegos e descontos em táxis para torcedores de Changzhou. Suzhou liberou entrada gratuita em vilarejos históricos como Zhouzhuang e Tongli. Yangzhou deu acesso sem custo a parques estatais nos fins de semana dos jogos e criou promoções em hospedagem, alimentação e eventos culturais. Para o professor Si Zengchuo, da Universidade Normal de Jiangsu, os ingressos do torneio funcionam como cupons para o turismo local. Ao conectar futebol, consumo e experiências culturais, as cidades aumentam o tempo de permanência dos visitantes e incentivam o gasto em rede. A competição também virou vitrine para tradições regionais. Zhenjiang passou a vender bebidas de vinagre como lembrança; Yangzhou destacou sua técnica de laca; Suqian apresentou danças folclóricas nos estádios. “Antes, eu achava que Xuzhou era só uma cidade industrial. Descobri uma herança cultural Chu e Han”, afirmou Zhang Chao, visitante de Nanjing. Participação popular sustenta engajamento Com ingressos a 10 yuans, transmissão gratuita e processo de entrada simplificado, o campeonato atraiu mais de 190 mil torcedores nas três primeiras rodadas. Os times são compostos por professores, entregadores e programadores, trabalhadores que treinam à noite e atuam durante o dia. Essa proximidade com a rotina das pessoas amplia a identificação do público. [caption id="attachment_24467" align="alignnone" width="1878"] Fonte da imagem: Xia Chenxi/ Xinhua[/caption] O torneio também gerou interações entre cidades nas redes sociais. Perfis oficiais trocam provocações e “declarações de amor”, reforçando a narrativa de uma disputa bem-humorada. Memes, músicas e rivalidades locais ganharam espaço online, criando um novo tipo de engajamento comunitário. Identidade regional fortalece a liga Segundo especialistas, a força do “Su Chao” está no equilíbrio entre identidade local e espírito coletivo. Cada cidade-sede recebe pelo menos um jogo e aproveita a oportunidade para destacar atrativos turísticos e culturais. A competição se tornou palco de uma disputa paralela: quem oferece a melhor fanfarra, a comida mais popular ou a campanha mais criativa nas redes. Para o professor Li Kongyue, da Universidade Sun Yat-sen, o modelo representa uma “cooperação competitiva”, as cidades compartilham o tráfego digital gerado pela liga e impulsionam seus próprios setores com base na mobilização popular. O campeonato também contrasta com outras febres turísticas criadas na internet. Diferente de destinos que dependem de visitantes externos, o “Su Chao” surgiu com o apoio dos próprios moradores da província. Esse ecossistema local, segundo analistas, aumentou o poder de atração da liga em nível nacional. Perspectivas e desafios para o futuro A competição vai até novembro. Segundo especialistas, a principal questão é manter a relevância do evento após a temporada. A ampliação de experiências derivadas, como bares temáticos, centros comerciais decorados e conteúdo digital, aparece como uma possível solução. O presidente do complexo turístico Nianhuawan, Wu Guoping, também sugere a adoção de tecnologia como reconhecimento facial, bilhete digital integrado e reservas com fila rápida. Para o professor Zhou Yongbo, da Universidade de Suzhou, o desafio está em integrar os setores de cultura, esporte, turismo e comércio. Ele defende a criação de uma cadeia de consumo sustentável em torno da economia dos eventos esportivos, com produtos oficiais, roteiros turísticos e ações educativas. “Pequenos torneios regionais podem gerar impacto significativo quando conectam o entusiasmo do público com os recursos das cidades”, afirmou Zhou. Fonte: news.cn

13 de junho de 2025
China2Brazil
No final de maio, o aroma do alho dominou o ar em Pizhou, no norte da província chinesa de Jiangsu. A cidade, uma das principais produtoras do país, cultiva mais de 600 mil mu (cerca de 40 mil hectares) e registra produção anual superior a 700 mil toneladas. O setor reúne mais de 300 empresas de comércio e processamento, emprega cerca de 400 mil pessoas e movimenta uma cadeia que integra cultivo, comércio, tecnologia e exportação. Com mais de 2 mil anos de tradição no cultivo , comprovados por achados arqueológicos da dinastia Han, Pizhou consolidou o alho como produto agrícola central. O clima temperado de monções, o solo arenoso e rico em minerais e a alternância entre calor e umidade criam condições ideais para o cultivo. O alho da região se diferencia pela coloração branca com tons de roxo, textura firme e pungência moderada. Desde a década de 1970, a área plantada cresceu e atingiu 630 mil mu, com produtividade média que passou de 500 kg para mais de 1.500 kg por mu. Em 2024, a mecanização atingiu 40% da colheita. Pizhou lidera nacionalmente em área padronizada de produção, produtividade, qualidade e grau de industrialização. É também o único local com produto protegido de origem ecológica no setor. Cadeia produtiva diversificada Os distritos de Suyangshan, Chefushan e Bayiji concentram a produção. Suyangshan, conhecida como a “capital chinesa do alho”, mobiliza mais de 100 mil pessoas e uma rede de 4.600 agentes comerciais. Durante a safra, cerca de 30 mil trabalhadores sazonais de províncias vizinhas migram para a cidade. No campo, o alho colhido passa por processos de limpeza, secagem e separação por tamanho. Em empresas como a Liming, a produção segue para armazenagem e distribuição. Um dos agricultores locais, Wu Litong, de 78 anos, vendeu 200 kg a RMB 4,37 por jin (500 g), com rendimento acima de RMB 2.200 em um único dia. A empresa Xinruiyuan realiza testes de resíduos de agrotóxicos e umidade antes de armazenar o produto em câmaras frias. O alho de Pizhou chega a 31 países e regiões, com exportações que superam US$300 milhões. A cidade responde por 70% do mercado no Oriente Médio, 40% no Sudeste Asiático e 30% das exportações totais de alho da China. Expansão do uso e valor agregado Além do mercado in natura, o município amplia a cadeia com novos produtos. Empresas como a Hengda fermentam o alho por 60 dias para produzir alho preto, com sabor adocicado e alto teor de frutose. O produto, popularizado como “Ferrero do Oriente”, é comercializado como alimento funcional. Outros derivados incluem chips, pó desidratado, cápsulas, extratos líquidos e colágeno com sabor de alho. O setor já soma mais de 310 empresas, com parcerias técnicas com a Universidade Agrícola de Nanjing e a Academia Chinesa de Ciências Agrícolas. O vice-diretor da Liming Alimentos, Han Honggeng, defende que o mercado interno oferece espaço para ampliar o uso do alho, ainda concentrado no segmento de temperos. Segundo ele, a diversificação depende de tempo e desenvolvimento da demanda. Para sustentar o comércio, a cidade opera o maior mercado livre de alho de Jiangsu, localizado em Zhenzhuang, com circulação anual de 100 mil toneladas. Também constrói um novo centro de transações, que vai integrar logística, armazenagem refrigerada e comércio eletrônico. Fonte: ThePaper.cn

13 de junho de 2025
China2Brazil
O quinto modelo da linha Harmony Intelligent Mobility Alliance, resultado da parceria entre Huawei e SAIC, foi flagrado em testes nas ruas da China. Chamado de Shangjie, o carro pode ser o mais acessível da aliança formada por quatro montadoras, apelidada de “Quatro Reinos”. As imagens, vazadas nesta semana, mostram o SUV camuflado com o adesivo “SRIH” no para-brisa, sigla do Instituto de Pesquisa e Inovação da SAIC. A fabricante confirmou a parceria com a Huawei em abril, e o presidente da empresa, Jia Jianxu, afirmou que o veículo será lançado ainda em 2025. Com isso, o modelo deve ser o primeiro sob a nova marca Shangjie, voltada ao segmento de massa. O preço estimado varia entre RMB 150 mil e RMB 250 mil (cerca de R$ 110 mil a R$ 180 mil), abaixo do Aito M5, o que coloca o modelo em disputa direta com o BYD Song PLUS DM-i. Design, porte e recursos O veículo apresenta grade frontal fechada, para-choque com elementos em formato de “7” e placa na parte inferior central. As laterais trazem maçanetas embutidas, janelas traseiras com vidro fumê e dois tipos de roda. Com aproximadamente 4,8 a 4,9 metros de comprimento e entre-eixos de cerca de 2,9 metros, o Shangjie deve ocupar o segmento de SUVs médios ou grandes, superando o porte do Aito M5. Na traseira, o carro deve adotar lanternas conectadas por uma barra contínua, além de spoiler e luz de freio elevada. O escapamento permanece oculto. Na dianteira, um sensor LiDAR indica compatibilidade com o sistema de condução avançada Huawei ADS. No entanto, versões básicas devem contar apenas com o sistema sem LiDAR, para evitar concorrência direta com o M5. A motorização ainda não foi confirmada, mas a expectativa é de que o modelo adote tecnologia de autonomia estendida (range extender), padrão entre os parceiros da Huawei. A arquitetura eletrônica será baseada no sistema HarmonyOS 4.0 e no cockpit inteligente da empresa. A previsão de lançamento é o quarto trimestre de 2025. Disputa no segmento mais competitivo do mercado chinês O Shangjie entrará no mercado de RMB 150 mil a RMB 250 mil, considerado o mais competitivo do setor de veículos elétricos na China. De acordo com a Associação de Carros de Passageiros, esse segmento representou 26,6% das vendas entre janeiro e dezembro de 2024. O principal rival direto será o BYD Song PLUS DM-i, com preços a partir de RMB 145.800 e mais de 30 mil unidades vendidas por mês. Outros concorrentes incluem o Deepal S7 (RMB 149.900) com autonomia estendida, e o XPeng G6 (RMB 176.800), com direção inteligente baseada no sistema XNGP. Para se diferenciar, a SAIC aposta na integração da tecnologia Huawei com sua capacidade industrial. Super Fábrica e impacto nas montadoras tradicionais A SAIC investiu RMB 6 bilhões na primeira fase do projeto e formou uma equipe dedicada de 5.000 pessoas para desenvolver a marca Shangjie. A empresa também planeja construir uma fábrica exclusiva para o novo modelo. A pressão sobre montadoras tradicionais e joint ventures deve aumentar. Modelos como BMW Série 3, Audi A4L e Mercedes Classe C já registraram cortes de preços, sendo hoje vendidos por pouco mais de RMB 200 mil. Contexto do projeto e movimentação da Huawei A mudança de estratégia da SAIC marca um reposicionamento. Há três anos, o então presidente Chen Hong recusou parceria com a Huawei alegando risco de perda de identidade. No entanto, a queda de cerca de 90% no lucro anual e a perda de 1 milhão de unidades em volume de vendas levaram a empresa a rever sua posição. Hoje, a Huawei já colabora com Seres, Chery, BAIC, JAC e SAIC, ampliando sua presença em faixas populares e no mercado premium. O lançamento do Shangjie amplia essa estratégia e pode consolidar a Huawei como peça central na nova fase do setor automotivo chinês. Fonte: 36kr.com

12 de junho de 2025
China2Brazil
A Administração Nacional de Imigração da China anunciou que, a partir de 12 de junho de 2025, cidadãos da Indonésia poderão entrar no país sem visto por até 240 horas, desde que estejam em trânsito para um terceiro destino. A medida eleva para 55 o número de países incluídos na política de isenção de visto de trânsito. Atualmente, cidadãos de 55 países, como Indonésia, Rússia e Reino Unido, podem ingressar sem visto por meio de 60 portos de controle de fronteira abertos em 24 províncias chinesas, incluindo Pequim e Xangai. Para isso, é necessário apresentar um passaporte válido e passagem com data e assento confirmados para outro país ou região. O período de permanência permitido é de até 10 dias. Durante a estadia, são autorizadas atividades como turismo , reuniões de negócios e visitas familiares. Atividades que exigem autorização prévia, como trabalho, estudos ou cobertura jornalística, continuam sujeitas à exigência de visto. Desde o início de 2025, o governo chinês tem ampliado medidas para estimular o turismo receptivo. Em janeiro, o Gabinete Geral do Conselho de Estado publicou diretrizes para fortalecer o consumo cultural e turístico. O documento propôs a ampliação gradual da lista de países com isenção unilateral de visto, a extensão dos prazos de permanência e o uso mais eficiente das políticas já existentes para trânsito e entrada regional. Em março, o Comitê Central do Partido Comunista Chinês e o Gabinete Geral do Conselho de Estado divulgaram um plano de ação para impulsionar o consumo. O plano reiterou a ampliação da isenção de visto e sugeriu melhorias nos serviços para estrangeiros, incluindo novas rotas turísticas e incentivo ao turismo médico e a feiras internacionais. Dados do Boletim Estatístico do Desenvolvimento Econômico e Social Nacional mostram que a China recebeu 131,9 milhões de visitantes internacionais em 2024, alta de 60,8% em relação ao ano anterior. Os gastos desses turistas somaram US$94,2 bilhões, avanço de 77,8%. Entre os visitantes, 20,12 milhões entraram sem visto, volume 112,3% maior que o registrado em 2023. Relatório da Shenwan Hongyuan Securities indica que, entre janeiro e maio de 2025, o número de voos internacionais aumentou 21,1% em comparação com o mesmo período de 2024. Já os voos domésticos caíram 0,6%. Durante o feriado de 1º de maio, as reservas para turismo de entrada cresceram 141%, superando os 20% de crescimento observados nas viagens internas. O estudo também aponta que a abertura do setor de serviços impulsiona o turismo internacional. Segundo o relatório, países que flexibilizaram suas políticas de visto mantiveram crescimento contínuo no setor por mais de uma década. No Japão, por exemplo, a participação do turismo nas exportações de serviços subiu de forma constante desde 2013, alcançando 25% em 2025. Em abril, o Conselho de Estado aprovou um plano para acelerar a abertura do setor de serviços, com objetivo de alinhar a China a padrões comerciais internacionais. A iniciativa deve ampliar ainda mais o fluxo de turistas estrangeiros. Fonte: Sohu.com

12 de junho de 2025
China2Brazil
O Grupo GAC lançou nesta quarta-feira (12) seu primeiro carro voador de produção em massa, o GOVY (GaoYu) AirCab, durante evento em Hong Kong. O modelo entrou em pré-venda com preço sugerido de até R $1,68 milhão. A estrutura do veículo usa predominantemente fibra de carbono de nível aeronáutico, com mais de 90% da carroceria composta por esse material. A solução reduz o peso total em mais de 30%. O modelo foi projetado para voos de baixa altitude, com foco em passeios turísticos. O AirCab conta com rotores no topo e portas tipo gaivota. A recarga completa da bateria leva 25 minutos, sendo possível carregar de 50% a 100% em 15 minutos. A cabine tem dois assentos e inclui rede 5G , assistente inteligente, aromatizador e outras funcionalidades. O sistema de segurança incorpora navegação e controle de voo redundantes, monitoramento em tempo real e autodiagnóstico por meio de computação em nuvem. O modelo também é compatível com condução autônoma de nível L4, com capacidade de processamento superior a 500 TOPS e alcance de detecção acima de 300 metros. Segundo o site IT Home, o AirCab já está em fase de certificação de navegabilidade. O grupo planeja iniciar a integração entre operações aéreas e terrestres até o fim de 2025, com produção em massa e entregas previstas para o mesmo ano. Fonte: IT Home.

12 de junho de 2025
China2Brazil
Em 12 de junho, durante o Tech Day 2025, a GAC Toyota formalizou uma parceria com a Xiaomi. A montadora integrará o ecossistema "Pessoa-Carro-Casa" da empresa de tecnologia , começando pelo modelo BZ7, que será o primeiro veículo da marca a adotar a solução com interfaces de hardware abertas. Segundo as empresas, os próximos modelos da GAC Toyota terão compatibilidade com mais dispositivos da Xiaomi, como o rádio comunicador inteligente e o suporte veicular para celular. O fundador e CEO do Grupo Xiaomi , Lei Jun, já havia manifestado interesse em padronizar as interfaces dos carros conectados ao ecossistema da companhia. Fonte: yicai.com

11 de junho de 2025
China2Brazil
A primeira geração do LABUBU, um boneco colecionável que já foi vendido em leilão por até RMB 1,08 milhão (cerca de R$750 mil), virou um dos itens mais desejados entre os jovens na China. Atualmente, o LABUBU está em falta e difícil de encontrar. As versões mais procuradas só são vendidas com preços muito acima do original, por cambistas ou em sites de revenda. Agora, o boneco também virou uma ferramenta de marketing para bancos. Recentemente, o Banco Ping An lançou uma campanha nacional: quem depositar RMB 50 mil ganha um “blind box” do LABUBU. A ação se espalhou rapidamente por várias cidades e muitos consumidores acharam a promoção vantajosa, diante da escassez do produto. No entanto, reguladores manifestaram preocupação. Algumas regiões emitiram notificações proibindo bancos de usar brindes físicos para captar depósitos. A proibição levanta a questão sobre os limites das estratégias de marketing bancário. Estratégia para atrair depósitos em ambiente competitivo Usuários nas redes sociais relataram que agências do Banco Ping An distribuíram blind boxes do LABUBU a clientes que depositaram valores mínimos de RMB 50 mil em poupança com prazo de três meses. Em Xi’an, funcionários confirmaram que novos clientes podiam participar da promoção, recebendo versões da série LABUBU 1.0, 2.0 e, ao solicitar cartão de crédito, também da série 3.0. A distribuição ocorre até o fim dos estoques. As taxas de juros oferecidas variaram de 1% a 1,3% ao ano, acima das praticadas pelos quatro maiores bancos chineses. O preço original dos bonecos é RMB 99, mas no mercado paralelo os valores vão de RMB 200 a mais de milhares, conforme a raridade. O banco argumenta que a campanha faz parte do programa “Bom Vizinho Ping An”, focado no público jovem. Segundo Liu Feipeng, pesquisador do Postal Savings Bank of China, a ação é uma tentativa de atrair depósitos diante da concorrência e do ambiente de juros baixos. A campanha ocorreu em agências selecionadas de cidades como Xi’an, Pequim, Shenzhen, Shijiazhuang e Wuhan. Em outras agências de Pequim, funcionários negaram a promoção, indicando que se trata de iniciativa limitada a algumas filiais. Pressão por metas e competição acirrada A oferta de brindes para atrair depósitos não é novidade. Desde prêmios como arroz e óleo vegetal até blind boxes, o objetivo permanece o mesmo: conquistar clientes com incentivos desejados. Gerentes de banco informaram que filiais enfrentam metas específicas de captação. Com queda das taxas de juros, clientes migram para títulos públicos e fundos, tornando mais difícil a atração de depósitos tradicionais. No primeiro trimestre de 2025, o Banco Ping An registrou receita operacional de RMB 33,709 bilhões, queda de 13,1% em relação ao ano anterior, e lucro líquido de RMB 14,096 bilhões, redução de 5,6%. Lu Minfeng, pesquisador do Instituto de Finanças e Tecnologia de Xangai, destacou que a captação de depósitos é desafiadora, principalmente porque o sistema tradicional de avaliação ainda prioriza o volume de depósitos como principal indicador de desempenho. Muitos gerentes de produtos financeiros têm cerca de 60% da avaliação ligada a esses indicadores. Segundo Lu, a promoção do LABUBU por depósitos de RMB 50 mil representa um “sprint pontual” diante da pressão por cumprir metas até junho de 2025, quando ocorrem avaliações de desempenho. Restrição regulatória à oferta de brindes físicos Fontes internas revelaram que reguladores locais proibiram instituições financeiras de atrair depósitos oferecendo brindes físicos ou benefícios por meio de plataformas digitais. Documentos indicam que essas práticas devem ser suspensas imediatamente, com retirada de materiais promocionais e encerramento ordenado dos negócios relacionados até o fim de 2025. Lu Minfeng explicou que o uso em larga escala de brindes físicos pode gerar riscos regulatórios e aumentar custos operacionais. Em 2018, a antiga Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China proibiu bancos de atrair depósitos com retornos indevidos, incluindo a distribuição de bens materiais. Apesar disso, a linha entre estratégia de marketing e violação das regras é controversa. Oferecer LABUBU não fere diretamente limites de juros, mas o valor do brinde pode equivaler a um aumento implícito na remuneração do depósito. O Banco Central apontou no “Relatório de Execução da Política Monetária da China no Terceiro Trimestre de 2024” que a competição entre bancos levou à queda rápida das taxas de juros para empréstimos e à dificuldade de redução nas taxas de depósitos, afetando a eficácia da política monetária . Além disso, Lu alertou para uma “competição de brindes”, em que bancos menores precisam oferecer prêmios de maior valor para competir, elevando os custos do setor e prejudicando a concorrência baseada em qualidade de serviço. Segundo o pesquisador, substituir remuneração por brindes físicos ultrapassa o mecanismo de precificação da reforma da liberalização das taxas de juros, pode aumentar a tolerância ao risco dos bancos e afrouxar os padrões de crédito. Caminhos para crescimento sustentável Liu Feipeng defende que os bancos devem focar na melhoria do atendimento e oferta de serviços financeiros integrados para aumentar a fidelidade dos clientes e, assim, captar depósitos de forma sustentável. Lu Minfeng sugere romper com a avaliação baseada apenas no volume de depósitos e incluir indicadores como “taxa de crescimento do patrimônio do cliente” e “taxa de posse cruzada de produtos”. Ele recomenda transitar da captação de depósitos de alto custo presencial para operações digitais de menor custo. Fonte: news.china

11 de junho de 2025
China2Brazil
Entre os dias 11 e 12 de junho de 2025, a Universidade Normal de Pequim sediou a Primeira Conferência Anual de Pesquisa sobre Jogos e Esportes Eletrônicos da China. O evento ocorre no Jing Shi Hall e reunirá pesquisadores, acadêmicos e profissionais da indústria de jogos. A conferência selecionou 50 trabalhos acadêmicos, escolhidos entre centenas de propostas. As apresentações abordaram temas das áreas de humanidades, ciências sociais e artes, com foco em estudos sobre jogos e eSports. A programação incluiu dois fóruns de mesa-redonda: “Novo ponto de partida, nova missão: Pesquisa e inovação educacional em jogos com o reconhecimento do curso como disciplina independente” e “Formação de talentos em eSports e ciência de dados”. Participaram representantes de instituições como a Academia de Cinema de Pequim, Universidade de Comunicação da China, Universidade de Zhejiang, Universidade de Pequim e empresas como a Perfect World Education. Os debates se dividiram em seis eixos temáticos: narrativa e estudos textuais; cultura e comunicação dos jogos; indústria e regulação; mecânicas e estética; comportamento dos jogadores; e eSports. A organização também criou um fórum voltado a estudantes, para ampliar a presença de jovens pesquisadores. Os participantes discutiram aspectos culturais e técnicos de jogos como Black Myth: Wukong , Genshin Impact, Where Winds Meet, Murders on the Yangtze River e There is a Family in the Peach Land. O programa incluiu temas como IA nos jogos, estética nostálgica, construção de redes sociais entre jogadores, regulação de canais de distribuição, proteção de direitos autorais, arbitragem em disputas e cultura de fãs. Zhang Yijun, vice-presidente executivo da Associação Chinesa de Áudio, Vídeo e Publicação Digital e presidente do Comitê de Jogos da entidade, participou da cerimônia de abertura. Também estiveram presentes Ao Ran, secretário-geral da associação; Song Yi, ex-inspetor do Departamento de Educação Superior; Tang Jiajun, secretário-geral adjunto da associação; Zhang Xun, professor e vice-diretor do Instituto de Pesquisa Científica da Universidade Normal de Pequim; e Chen Gang, vice-diretor da Faculdade de Artes e Comunicação da mesma universidade. Entre os palestrantes principais estavam Hu Zhifeng, professor da Universidade Normal de Pequim e vice-presidente da Associação Chinesa de Artistas de Televisão, e He Chengzhou, professor da Universidade de Nanjing. Ambos são bolsistas do programa “Yangtze River Scholars”. Durante o evento, Zhang Yijun afirmou que o avanço do setor de jogos e eSports no país depende da produção científica. Ele defendeu o papel da pesquisa no suporte às políticas públicas, na inovação e na difusão cultural. A seleção dos melhores estudos publicados em 2024 pretende incentivar a excelência acadêmica, ampliar a conexão com o setor produtivo e impulsionar o desenvolvimento qualificado do ecossistema de jogos. Ao Ran destacou três objetivos centrais da conferência: responder às diretrizes nacionais e estimular a formação de talentos por meio da criação do curso de Design de Arte em Jogos; fomentar um ecossistema acadêmico interdisciplinar; e integrar teoria e prática para transformar a produção científica em soluções aplicadas, elevando a competitividade global da indústria chinesa. Fonte: IT Home

10 de junho de 2025
China2Brazil
Nesta terça-feira (11), aconteceu a primeira Feira de Universidades Chinesas em São Paulo, organizada pelo Instituto Confúcio e pela ESPM. O evento " Estude em Pequim, China " contou com a presença de 15 instituições chinesas, incluindo sete universidades, sete escolas de ensino médio e a empresa responsável pelos exames de proficiência em chinês, o HSK. Em 2014, 1.171 estudantes brasileiros se matricularam em instituições de ensino na China, ocupando o primeiro lugar na América do Sul, segundo Yu Peng, cônsul-geral da China em São Paulo. De acordo com o cônsul, estudar na China é uma oportunidade para aprender sobre o país. “Ao mesmo tempo em que ampliam seus horizontes e se aperfeiçoam, eles podem ser pioneiros na formação de uma percepção correta e praticantes de uma cooperação amigável”, disse. Wei Xubin, vice-diretor geral da Comissão Municipal de Educação de Pequim, informou que a capital chinesa conta atualmente com 47 mil alunos estrangeiros, provenientes de 184 países, distribuídos em 90 instituições de ensino superior e centros de pesquisa. “Nosso objetivo é, em 2028, alcançar 80 mil estudantes estrangeiros em Pequim e, até 2035, transformar a cidade em um importante centro global de estudo no exterior e em um destino almejado por jovens talentos de destaque de todo o mundo”, afirmou. Para facilitar a transmissão de informações a alunos interessados, será lançado o portal “Estude em Pequim”, em nove idiomas diferentes. A plataforma permitirá que os estudantes acessem, em um só lugar, informações abrangentes para a escolha das instituições e cursos que melhor atendam ao seu desenvolvimento pessoal. Além disso, para ampliar os canais de comunicação com os estudantes, o programa também contará com contas em todas as principais redes sociais ocidentais, com atualizações frequentes sobre as oportunidades disponíveis. No Brasil, o Colégio Bilíngue Dexin será a base de recrutamento de estudantes brasileiros para as universidades chinesas. IEST Group firma parceria com universidade chinesa Durante a cerimônia, o IEST Group assinou um acordo de cooperação com a Universidade Normal da Capital, de Pequim, para trocas de informações, de oportunidades de ensino e trabalho entre chineses e brasileiros. [caption id="attachment_24419" align="alignnone" width="2560"] Imagem: Redação China2Brazil[/caption] O IEST Grop foi a única instituição privada a estar presente no evento, formalizando parceria com uma instituição de ensino da China. "Isso mostra o pioneirismo do IEST Group em estabelecer pontes entre o setor privado brasileiro e as instituições educacionais da China. Estamos comprometidos em criar oportunidades reais de intercâmbio e crescimento para jovens talentos dos dois países", afirmou Daniel Lau, diretor comercial do IEST Group. Oportunidades para alunos brasileiros Luís Antônio Paulino, professor e diretor do Instituto Confúcio na Unesp, destacou: “O propósito é divulgar as oportunidades de estudo na China e isso representa um passo importante no esforço de aproximação acadêmica entre Brasil e China”. O professor Alexandre Uehara, Membro do Núcleo de Estudos e Negócios Asiáticos e professor do curso de Relações Internacionais da ESPM, afirmou: “A ESPM tem como característica a constante busca pela inovação, e uma parceria entre nossas instituições, como este evento, vai abrir novas oportunidades para nossos alunos”. Samo Tosatti, chefe da Assessoria Internacional do Governo do Estado de São Paulo, lembrou que a cooperação entre Brasil e China começou no campo econômico e se estendeu para outras áreas, como tecnologia, cultura e educação. “O campo da educação ganhou proeminência, e isso só vai aumentar. Hoje notamos que o epicentro mudou para a China — é um lugar para estar, para conhecer”, disse. Marília Marton, secretária estadual da Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, destacou que a feira representa uma grande oportunidade para que os alunos brasileiros possam vivenciar a experiência educacional chinesa. “A importância da educação para a cultura chinesa é muito forte. A educação é a grande porta para que as pessoas possam alcançar outras oportunidades na vida. Estar na China é ver como eles estimulam a questão cultural e educacional de forma integrada. Isso mostra que temos muito a avançar”, disse. [caption id="attachment_24418" align="alignnone" width="2560"] Imagem: Redação China2Brazil[/caption] André Bueno, deputado estadual de São Paulo e presidente da Frente Parlamentar Brasil-China, ressaltou: “Cada aluno tem a possibilidade de viver o que seus pais e avós não viveram, então devem aproveitar essa oportunidade”. Por fim, o professor doutor Cesar Martins, vice-reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), afirmou que o Instituto Confúcio tem sido uma ponte cultural e educacional entre Brasil e China. “No passado, buscávamos a América do Norte e a Europa, mas agora precisamos olhar para a Ásia e para a China. Esse é um momento significativo para a aproximação entre os povos”, concluiu. Universidades participantes Universidade de Pequim Instituto de Tecnologia de Pequim Universidade Médica da Capital Universidade Normal da Capital Universidade de Tecnologia do Norte da China Universidade Vocacional de Ciência e Tecnologia de Pequim Colégio de Política para Jovens de Beijing Escolas Segunda Escola Secundária Afiliada à Universidade Normal da Capital Escola Secundária Zhongguancun de Pequim Escola Experimental Afiliada à Escola de Formação de Professores de Haidian Escola Secundária Afiliada à Universidade Tsinghua – Campus Rua Xueyuan Escola Yuying de Pequim Escola Secundária Afiliada à Universidade Tsinghua – Zhixin Escola Secundária nº 39 de Pequim Organização convidada Chinese Testing International Co., Ltd.