10 de janeiro de 2023
Matéria publicada originalmente no dia 05 de agosto de 2022 O grupo Softbank, liderado pelo bilionário fundador Masayoshi Son, vendeu cerca de um terço de sua participação na Alibaba este ano através de contratos a termo pré-pagos (derivativos), de acordo com o Financial Times. Os contratos são um tipo de derivativo ao qual o SoftBank tem se voltado cada vez mais para captar dinheiro, mantendo a possibilidade de continuar a deter ações. O SoftBank já vendeu mais da metade de suas participações no Alibaba através dessas vendas a termo. Isso poderia reduzir sua participação no gigante chinês do comércio eletrônico abaixo do limite para manter sua sede no conselho de administração e impedir o grupo japonês de reconhecer sua participação na receita da Alibaba em suas demonstrações financeiras. Se o SoftBank optar por não comprar de volta as ações do Alibaba, isso marcaria o fim de uma era. O Son construiu sua fortuna com base na liderança de uma rodada de financiamento de US$ 20 milhões para o início do comércio eletrônico de Jack Ma há mais de duas décadas, gerando um enorme retorno sobre o investimento. As vendas a prazo de 213 milhões de ações do Alibaba este ano foram realizadas com bancos como Goldman Sachs, Mizuho Bank e UBS Group AG, e na maioria dos casos atrasaram a entrega final das ações por dois anos, de acordo com os arquivamentos vistos pelo Financial Times. O grupo japonês mantém os direitos de voto das ações até o vencimento e tem a opção de liquidar os contratos com dinheiro em vez de ações. Algumas das transações estabelecem preços mínimos ou máximos de ações para liquidar as transações. Desde outubro, o SoftBank já entregou mais de 40 milhões de ações do Alibaba para liquidar as transações realizadas em períodos anteriores, reduzindo sua participação na empresa de 24,8% para 23,9% em meados de julho. O ritmo recorde de vendas a termo este ano, envolvendo mais ações do que nos três anos anteriores combinados, significa que o SoftBank pode ter alavancado mais de 80% de sua participação na Alibaba nas transações de derivativos ou a penhora de ações como garantia para empréstimos marginais, de acordo com as estimativas do Financial Times. O SoftBank tinha prometido separadamente 164 milhões de ações do Alibaba como garantia de US$ 6 bilhões de empréstimos no final de março. O grupo foi forçado a reembolsar bilhões de dólares em empréstimos garantidos pelo bloco de ações, como mostra o preço das ações do Alibaba nos últimos dois anos, os arquivos. "O Alibaba é seu único ativo líquido, eles não têm nenhum outro ativo líquido grande", disse Atul Goyal, um analista da Jefferies. "Eles já venderam a SoftBank Corp, que é uma subsidiária, abaixode 40%, portanto qualquer corte adicional irá removê-lo como subsidiária". O SoftBank enfatizou que manteve o direito de comprar de volta as ações do Alibaba, mas acrescentou que as transações permitiram ao grupo "levantar capital antecipadamente" enquanto "se protegia contra a queda das ações". O SoftBank se esforçou para levantar dinheiro este ano, pois dezenas de seus investimentos do SoftBank Vision Fund caíram em meio a uma venda mais ampla de ações de tecnologia. Son prometeu aos investidores que jogaria "defesa" em maio depois de revelar uma perda de investimento de US$27 bilhões para o SoftBank Vision Fund durante o ano comercial anterior. A venda da Alibaba é parte do esforço do SoftBank para diversificar suas participações, com o grupo chinês representando apenas 23% de seu valor total no final de março, contra 60% em 2020. Durante este período, o SoftBank captou US$ 30 bilhões das vendas a prazo da Alibaba, colocando a expansão de sua carteira em cima da engenharia financeira complexa. Um pedaço do dinheiro colhido foi canalizado para o segundo Fundo de Visão do grupo, que não conseguiu atrair dinheiro de fora. O fundo tinha investido 48 bilhões de dólares em 250 empresas até o final de março. O Softbank também disse que a empresa cortou novos investimentos e se concentrou em "aumentar a posição de caixa neste ambiente de mercado incerto". Fonte: The Paper
20 de junho de 2022
As principais plataformas de e-commerce da China registraram vendas recordes durante o Festival de Compras “618” deste ano, que aconteceu nos últimos 18 dias e terminou no domingo, 18 de junho. No domingo, a JD.com divulgou seu volume total de transações, de 379,3 bilhões de yuans, cerca de US$ 56,47 bilhões na cotação atual, um aumento de 10,3% em relação ao ano passado. Xangai e Pequim, as duas maiores cidades chinesas em termos de produto interno bruto (PIB), ganharam impulso para a recuperação após o surto variante ômicron de COVID-19. Dados do JD.com mostraram Pequim e Xangai, respectivamente, como o primeiro e segundo lugar entre as cidades chinesas durante o 618 da plataforma em poder de compra, enquanto a província de Guangdong permaneceu no topo em termos de consumo provincial. Outras grandes plataformas de comércio eletrônico também relataram melhores desempenhos de vendas. As vendas das lojas físicas de Suning aumentaram 182% ano a ano, e pedidos de valor superior a 70 mil yuans tiveram um aumento de 103% em um ano, segunda a empresa. Os dados de vendas divulgados pelo Pinduoduo no fim de semana mostraram que as vendas de eletrodomésticos na plataforma dobraram em relação ao ano anterior. Novas potências, como a gigante da plataforma de transmissão ao vivo Douyin, também entraram na nova arena de negócios. Dados da Douyin mostraram que, de 1º a 18 de junho, o número de lojistas participantes do festival aumentou 159% em relação ao ano anterior, com mais de 40 milhões de horas de livestreaming, contribuindo para a retomada da produção. Além disso, muitas marcas estrangeiras também estão desfrutando de vendas recordes durante o evento 618 deste ano. Mais de 29 mil marcas estrangeiras de 87 países e regiões aderiram à onda de compras no Tmall do Alibaba, incluindo mais de 3 mil novas marcas estrangeiras, de acordo com um comunicado da Tmall. As vendas da Prada na primeira hora no Tmall desde o início do festival deste ano em 31 de maio cresceram três dígitos em comparação com ano passado. As atividades econômicas chinesas permaneceram fracas na maior parte de maio, mas o ritmo de declínio desacelerou. Em maio, as vendas no varejo de bens de consumo da China caíram 6,7% anualmente, para 3,35 trilhões de yuans, seguidas por um declínio no varejo de mais de 11% em maio e queda de 3,5% em março. Para estimular a economia, o Conselho de Estado da China, o gabinete do país, realizou em maio o que foi visto como uma videoconferência nacional sem precedentes sobre a estabilização da economia, enfatizando a necessidade de implementar melhores medidas para recuperar a economia operando em um intervalo razoável, assim como para aumentar ainda mais o consumo. Fonte: 21st Century Business Herald Imagens: Forbes, Aventura Group
2 de junho de 2022
Do grupo Alibaba, uma marca é “queridinha” dos brasileiros quando o assunto é importação: AliExpress. O site de compras de produtos dos mais diversos tipos presente no Brasil desde 2014, caiu no gosto dos brasileiros que querem importar da China com bom custo benefício. Neste ano, o AliExpress completou 12 anos de operação no mundo, período em que passou a atender mais de 200 países, aceitar 16 moedas nacionais diferentes e oferecer conteúdo traduzido em 18 idiomas. No Brasil, a data foi comemorada com a campanha “Farofa do Ali”, em parceria com a influencer, Gkay (Gessica Kayane). Ao longo de sua trajetória no Brasil, o site AliExpress implementou diversos recursos para melhorar a experiência de compra de seus usuários, como: Adoção de 6 voos fretados semanais para o Brasil Transporte do exterior até o solo brasileiro em 7 dias após o pedido Linha de produtos com entrega garantida até a porta do usuário em 15 dias Parcelamento de itens em até 6 vezes, sem cobrança de juros Criação de um endereço, no Brasil, para devolução e troca de itens Entrada de vendedores brasileiros na plataforma Serviço de atendimento ao consumidor operado por nativos de língua portuguesa O que torna a AliExpress diferente das demais Uma característica do seu e-commerce que diferencia a empresa de grandes concorrentes como Amazon, é que seu objetivo se volta mais a logística do que a própria venda em si. No Brasil por exemplo, a empresa tem seis voos fretados semanais para o Brasil, e o transporte do exterior até o solo brasileiro leva e7 dias após o pedido. AliExpress é uma fonte de novas oportunidades para os vendedores extraírem o potencial comercial da marca, oferecendo seus produtos a consumidores do mundo todo. O Alibaba Group percebeu desde a ascensão da utilização dos smarthphones que o foco do cliente é o acesso digital através da plataforma mobile, por isso o aplicativo do AliExpress é uma referência em simplificado e de utilização mobile. Segurança e Confiabilidade A independência da plataforma com o cliente, no entanto, leva a questionamentos sobre segurança. A plataforma não se responsabiliza pelos erros e enganações provindas dos vendedores. Uma alternativa para demonstrar segurança dentro do AliExpress é utilizar recursos da plataforma que trazem confiabilidade ao cliente e indicam que o vendedor é de confiança, independentemente de problemas que possam acontecer envolvendo terceiros e seus produtos. As características mais funcionais dentro da plataforma para verificação de confiabilidade são os comentários de brasileiros a respeito da loja e do produto, onde é possível especificar a nacionalidade e filtrar a veracidade da loja. Para ter mais certeza sobre a confiabilidade do fornecedor e do produto, é preciso sempre estar atento às descrições disponíveis e observar a veracidade com base em informações. Além disso, é preciso observar as reviews à loja do produto e quantas estrelas o comentário forneceu a ambos. O AliExpress deixa aberto a visualização do cliente a possibilidade de observar a média de avaliações da loja com base em estrelas recebidas e há quanto tempo a loja está na plataforma, além de quantas vendas foram executadas. É interessante verificar a abertura de segurança que a plataforma oferece ao cliente, que é uma espécie de seguro, após 90 dias para a aquisição do produto. Alguns vendedores oferecem reembolso do produto em caso de defeito e outras características danosas que possam acontecer, independente da influência de terceiro. São pequenos detalhes antes da compra que podem afetar todo o caminho da compra até o recebimento da importação, evitando problemas que poderiam ser grandes com pequenas conceções dos vendedores que podem oferecer maior segurança aos seus consumidores. Pagamento no AliExpress no Brasil No Brasil, o AliExpress foi o primeiro site internacional a aceitar pagamentos com transferências eletrônicas pelo Pix, um dos meios de pagamento preferidos pelos brasileiros. O Pix exige apenas a leitura de um QR Code pelo dispositivo do usuário ou um "copiar e colar" de uma chave de transferência para que o pagamento seja feito. Consumidores também podem pagar com boleto ou através de cartões de crédito como Visa, MasterCard, ELO, Hipercard e American Express. Na China, a plataforma do AliExpress conta com o sistema de pagamento próprio, o AliPay, que faz parte do sistema comercial de sua empresa mãe Alibaba. A AliPay funciona como uma carteira externa que pode ser usada para pagamentos no AliExpress, oferecendo vantagens dentro do AliExpress como descontos exclusivos.
20 de abril de 2022
O live commerce ou “comércio ao vivo”, é um novo formato de vendas online que ganhou força no mundo todo, com a chegada da pandemia da Covid-19, em 2020. Hoje essa tendência de negócios veio para ficar, trata-se de vendas por transmissão ao vivo na internet, geralmente realizada por influenciadores ou empreendedores, que apresentam os produtos e interagem com o público, unindo a praticidade de um e-commerce e a humanização dos atendimento das lojas presenciais. Essa febre teve início em 2016 na China. O país é hoje a maior referência sobre o assunto, já foram feitas mais de 10 milhões de transmissões ao vivo, movimentando US$ 157 bilhões pelo mundo e gerando 1,7 milhão de empregos, de acordo com o Ministério do Comércio da China . E segundo uma estimativa da consultoria Research and Markets, o live commerce ainda deve gerar receitas próximas dos US$ 600 bilhões pelo mundo afora até 2027. Desde então, devido ao seu sucesso, a estratégia tem sido utilizada tanto por grandes empresas quanto por pequenos empreendedores. No Brasil, esse mercado está se desenvolvendo e tende a crescer. Essa forma de vendas tem sido utilizada por algumas empresas. A primeira grande experiência de live commerce no país foi feita pela Americanas.com, que promoveu uma transmissão ao vivo com a influenciadora Camila Coutinho, para demonstrar produtos de maquiagem e cosméticos. Em seguida, outros varejistas aderiram ao modelo como a Magazine Luiza, Riachuelo, Arezzo, Renner, entre outras. Esse tipo de comércio oferece várias vantagens como a proximidade com o público, gerando confiança e fortalecimento do relacionamento com o cliente e, consequentemente, o aumento das conversões, além da possibilidade de apresentar os produtos na prática com demonstrações, a autonomia de se poder vender em qualquer lugar, engajamento do público com suas redes sociais e a captação de leads. Abaixo, segue alguns passos utilizados pelos chineses, líderes mundiais nesse segmento, para te ajudar a impulsionar suas vendas: Crie um bom roteiro Antes de iniciar a sua live faça um planejamento sobre os assuntos que serão falados, estude os produtos e as suas características, os benefícios, o público e esteja pronto para responder qualquer tipo de dúvida, tente evitar os improvisos. Escolha o apresentador Um intermediador de live commerce deve gerar engajamento e entretenimento para o público. O apresentador mostra as aplicações ao vivo dos produtos, conversa, oferece atenção e tira as dúvidas dos clientes. São pessoas que precisam entender sobre a sua persona, podem ser influenciadores, vendedores ou o próprio dono do negócio, mas é preciso que exista uma proximidade e conexão com o público. Os influenciadores são uma ótima estratégia de conversão de vendas, pois trazem mais credibilidade e têm grande poder de persuasão com a audiência. A influenciadora chinesa Viya, conseguiu vender em 2019, em uma transmissão pela plataforma Taobao Live, mais de 15 mil frascos de perfume, em poucos minutos, outro influenciador de beleza o chines Austin Li, também já vendeu 15 mil batons em apenas cinco minutos durante uma transmissão. Defina o local Para gravar, escolha um ambiente com uma boa iluminação, limpo e sem ruídos. Um celular com uma câmera de boa qualidade já é o suficiente para transmitir uma live por plataformas ou mídias sociais. Escolha a plataforma Na China, existem diversas plataformas que oferecem suporte para live commerce, são plataformas integradas, onde é possível fazer tudo em um só lugar, como transmitir a live, interagir com o público e vender em apenas um clique. Na China, a plataforma mais utilizada para fazer live commerce é o TaoBao, que é usado pelos maiores varejistas oferecendo diversos canais de transmissão ao vivo, que geram 150 mil horas diárias de conteúdo. A maioria das lojas chinesas online possuem em seu site uma página que direciona para a live commerce dos produtos. Porém no Brasil, as tecnologias mais utilizadas para fazer lives ainda são as mídias sociais como, o Instagram e o Youtube e para realizar uma compra é preciso entrar no link do e-commerce ou por meio de um QR Code. Utilize Gatilhos Mentais Nos aplicativos de vendas da China, é comum a frequência de diversos cupons de descontos e promoções limitadas. Essas técnicas fazem parte dos gatilhos mentais de urgência e exclusividade, que influenciam o consumidor a fechar uma compra rapidamente para não perder o benefício. Além disso, pode ser oferecido frete grátis, descontos, missões com os clientes em troca de benefícios, gerando uma maior taxa de conversão. Interagir sempre com um público fazendo perguntas e respondendo comentários é uma ótima forma de conseguir um bom engajamento para a sua live. Créditos: Redação China2Brazil
7 de abril de 2022
Nesta quinta-feira (7), a Geely Automobile divulgou um anúncio na Bolsa de Valores de Hong Kong, sobre a produção e vendas de seus modelos de carros. Em março, os modelos 100% elétricos venderam 11.900 unidades em março, um aumento de 538% comparado ao ano anterior. Já as vendas de veículos híbridos foram de 1.391 unidades. As vendas totais da Geely foram de 101.166 unidades, um aumento de cerca de 1% em relação ao mesmo período do ano passado. A subsidiária da Geely, a Lynk & Co vendeu 13.567 unidades em março, 17% mais do que o mesmo período de 2021. A Geely também exportou 7.788 veículos em março, uma queda anual de 23%. Fonte: IT Home; Geely Xingyue L Hi-X A versão híbrida do Geely Xingyue L Hi-X foi lançada em 31 de março, com modelos de 183.700 e 171.700 yuans, cerca de R$ 137.190,00 e R$ 128.230,00, além de pacotes de recursos adicionais, como interior de camurça e áudio BOSE. Fonte: IT Home
17 de fevereiro de 2022
No quarto trimestre de 2021, o mercado de tablets da China vendeu aproximadamente 7,42 milhões de unidades, um aumento anual de 21%. As informações são do último relatório trimestral de rastreamento de tablets da International Data Corporation (IDC). Durante todo o ano passado, cerca de 28,46 milhões de tablets foram vendidos no mercado chinês, 21,8% maior que o ano anterior, e é a maior taxa de crescimento nos últimos sete anos. No cenário global, houve uma queda de 11,9% nas vendas globais de tablets no quarto trimestre de 2021, com 45,54 milhões de unidades vendidas. Apesar disso, durante todo o ano de 2021, esse número aumentou 168 milhões, aumentando 2,9% em relação ao ano anterior, o nível mais alto desde 2016. A Apple ainda domina o mercado em 2021, com 57,8 milhões de iPads vendidos, o que é mais que o segundo e o terceiro lugar combinados, enquanto a participação aumentou para 34,2%. A razão pela alta das remessas de tablets é principalmente impulsionada pela pandemia, com o aumento da demanda por EAD e home office. Fonte: IT Home
15 de fevereiro de 2022
Em janeiro de 2022, de acordo com os dados de pesquisa do mercado automobilístico da China Passenger Car Association (CPCA), as vendas no varejo do mercado de automóveis de passageiros foram de 2,092 milhões, uma queda anual de 4,4%, e mensalmente de 0,6%. A CPCA divulgou hoje seu relatório de análise de janeiro, e forneceu uma lista dos principais fabricantes e modelos. Em primeiro lugar, podemos dar uma olhada nos dados de veículos de nova energia. Em termos de empresas, um total de 92.788 veículos da BYD foram vendidos, ocupando o primeiro lugar. Já falando de modelos, SAIC-GM-Wuling MINI EV ficou em primeiro lugar, com 26.682 unidades vendidas. As vendas da BYD em janeiro deste ano aumentaram cerca de 358,4% em comparação com os 20.240 veículos do ano passado, muito à frente do segundo lugar, SAIC-GM-Wuling. No entanto, não há uma diferença escandalosa da Chery, em 3º lugar, para a Volkswagen que ficou em 15º. Fonte: IT Home
14 de fevereiro de 2022
A Associação das Indústrias de Semicondutores dos Estados Unidos (SIA, sigla em inglês) divulgou nesta segunda-feira (14), dados que mostram que as vendas globais de chips atingiram um recorde de US$ 555,9 bilhões em 2021, um aumento de 26,2% no ano, e prevê um crescimento de 8,85 para 2022. O presidente-executivo da SIA, John Neuffer, comentou sobre a desaceleração do crescimento previsto para 2022: “a tendência de crescimento da demanda ainda é muito forte. Simplesmente não vamos ter esse efeito estimulante como tivemos durante a pandemia.” A entidade acredita que as vendas em 2020 cresceram 6,8% em relação ao ano anterior, enquanto 2021 foi o primeiro ano desde 2018 em que as vendas de chips ultrapassaram 1 trilhão. Neuffer aponta que, em 2021, 1,15 trilhão de semicondutores foram vendidos, com o maior aumento entre os chips de auto-grade. As vendas neste segmento cresceram 34% em relação ao ano anterior, chegando a US$ 26,4 bilhões, enquanto as vendas unitárias aumentaram 33% em comparação ao ano anterior. A China Continental continua sendo o maior mercado individual de semicondutores, com vendas totais de US$ 192,5 bilhões em 2021, um aumento de 27,1%. As vendas anuais também cresceram na Europa (27,3%), Ásia Pacífico todas as outras regiões (25,9%) e Japão (19,8%). Regionalmente, o mercado das Américas apresentou o maior aumento de vendas em 2021 (27,4%), disse a SIA. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
12 de janeiro de 2022
O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT, sigla em inglês) do governo chinês, divulgou nesta quarta-feira (12), a venda de veículos de nova energia (NEV, sigla em inglês) em 2021. A produção e venda de automóveis na China em 2021 foram de 26,082 milhões e 26,275 milhões de unidades, respectivamente, com um aumento de 3,4% e 3,8% em relação ao ano anterior, terminando três anos consecutivos de tendência de queda, contribuindo para a recuperação sustentada do desenvolvimento da economia industrial e crescimento macroeconômico estável da China. Em 2021, as vendas de veículos elétricos da China foram concluídas com 3,521 milhões unidades, o que representa um aumento de 1,6 vezes em relação ao ano anterior, ocupando a primeira posição mundial há 7 anos consecutivos. No ano passado, as vendas cumulativas de veículos de passageiros de marcas chinesas totalizaram 9,543 milhões de unidades, um crescimento anual de 23,1%. A quota de mercado atingiu 44,4%, aumentando 6 p.p. em relação ao ano anterior; as exportações de veículos inteiros foram de 2,015 milhões de unidades, um aumento de 1% em relação ao ano anterior, recorde histórico. O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação afirma que fará todos os esforços para manter a operação da indústria automobilística saudável, aumentar os esforços para promover veículos de nova energia e fazer com que os veículos inteligentes sejam conectados à rede de internet, e se esforçar para melhorar a estabilidade e a competitividade da cadeia de suprimentos da indústria. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
10 de janeiro de 2022
O ano de 2021 foi promissor para o varejo online e toda a cadeia logística da China. Isso porque só no ano passado, a quantidade de pacotes entregues no país foi de 108,5 bilhões de encomendas. A receita prevista foi de 1,04 trilhão de yuans (US$ 163 bilhões) para a indústria de entregas expressas, segundo a Agência Estatal dos Correios da China. Os números representam um crescimento de 18% e 30%, respectivamente. Em 2021, mais de 130 aviões cargueiros estiveram dedicados exclusivamente à atividade de entrega expressa, mais de 1500 linhas ferroviárias expressas de alta velocidade e 28.500 veículos pesados de alta capacidade foram alocados para o setor. No final do ano passado, mais de 80% das aldeias de nível administrativo passaram a poder receber entregas diretamente. Novos modelos de distribuição conjunta, integração de correio de carga de passageiros e outros continuam a emergir, e 155 mil novas aldeias estabeleceram pontos de entregas. Para servir as áreas rurais, no ano passado, foram acionados 40 projetos agrícolas de serviços expressos, como cereais de Shanxi, frutos do mar de Shandong, chá de Henan, laranjas de Hunan e macarrão de Chongqing. Gerando 37 bilhões de encomendas expressas e mais de 1,85 trilhão de yuans (US$ 290 bilhões) nas áreas rurais ao longo do ano, enviando produtos agrícolas e industriais das aldeias e campo até às cidades. Além disso, o Departamento Nacional de Correios realizou uma série de esforços para evitar o desperdício e a utilização de plásticos. Foram 6,3 milhões de embalagens recicladas, e 36 mil novos pontos de venda com máquinas de reciclagem de resíduos de embalagens e 60 mil unidades de veículos de energias limpas. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo