17 de junho de 2026
A China manifestou oposição à decisão da União Europeia (UE) de incluir quatro empresas chinesas em seu novo pacote de sanções contra a Rússia e informou que adotará medidas para proteger os interesses de suas companhias. A posição foi divulgada por um porta-voz da Missão da China junto à UE após o anúncio das sanções, feito em 15 de junho. Segundo o porta-voz, a UE manteve a inclusão das empresas chinesas na lista de entidades sancionadas apesar das representações diplomáticas apresentadas por Pequim. Em resposta, a China informou que apresentou um protesto formal às autoridades europeias. A declaração também reafirma a posição chinesa sobre a guerra na Ucrânia. De acordo com o governo chinês, o país defende uma solução política para o conflito por meio do diálogo e das negociações. Além disso, Pequim reiterou sua oposição a sanções unilaterais que não tenham autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas nem base no direito internacional. A nota afirma ainda que a China rejeita acusações relacionadas à sua atuação no contexto da crise ucraniana. O governo chinês declarou que tomará as medidas necessárias para proteger os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas afetadas pelas sanções da União Europeia. Fonte: news.southcn
4 de fevereiro de 2025
A Tesla e a BMW juntaram-se às fabricantes chinesas de veículos elétricos (EVs) na contestação das tarifas impostas pela União Europeia (UE) sobre automóveis produzidos na China, ingressando com ações no Tribunal de Justiça da União Europeia (CJEU), conforme informações do site da corte. Os processos movidos pelas montadoras ocorrem após ações similares apresentadas na semana passada pelas fabricantes chinesas BYD, Geely e SAIC, que contestam as tarifas adicionais de importação da UE, que podem ultrapassar 35%. O porta-voz da Comissão Europeia, Olof Gill, confirmou em entrevista coletiva ontem que a UE está preparada para responder ao caso judicialmente. Apesar da forte oposição de setores da indústria nos países-membros, a Comissão Europeia seguiu adiante com sua proposta de impor tarifas compensatórias sobre os EVs chineses em outubro. Dentro do esquema tarifário da UE, a Tesla – que fabrica veículos na China – foi submetida a uma taxa de 7,8% após solicitar uma revisão individual. A BMW, que também produz alguns modelos no país asiático, enfrenta uma tarifa de 20,7%. Já para as montadoras chinesas, os valores variam: 17% para a BYD, 18,8% para a Geely e 35,3% para a SAIC. A China já havia recorrido à Organização Mundial do Comércio (OMC) em novembro do ano passado contra a decisão final da UE sobre as medidas compensatórias aplicadas aos veículos elétricos chineses. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: CCTV
20 de dezembro de 2024
O chanceler alemão, Olaf Scholz, criticou novamente a União Europeia por impor tarifas adicionais sobre carros elétricos importados da China, durante a cúpula da UE em 19 de dezembro. Schols pediu que os problemas sejam resolvidos o mais rápido possível por meio de negociações. Para Scholz, é necessário chegar rapidamente a um acordo com a China sobre tarifas e propôs um plano de promoção de carros elétricos na UE para aumentar a produção e as vendas de carros elétricos na Europa. O chanceler pediu à Comissão Europeia que adote uma posição mais flexível com relação aos fabricantes de carros que não conseguem atingir as metas de emissão de dióxido de carbono. Segundo Scholz, diante da crise da indústria automobilística global, não faz sentido que a UE imponha multas elevadas a esses fabricantes por não conseguirem atingir as metas de redução de emissões. De acordo com a legislação atual da UE, a partir de 2025, sob restrições mais rígidas de emissão de dióxido de carbono, as empresas automotivas que não cumprirem as metas podem enfrentar multas enormes. Recentemente, Itália, Polônia, Áustria, Bulgária, República Tcheca, Romênia e Eslováquia enviaram conjuntamente uma carta à Comissão Europeia expressando preocupação com a perspectiva de que a indústria automobilística já em dificuldades seja agravada pelas multas. Analistas acreditam que a insistência da UE em impor tarifas extras sobre carros elétricos importados da China torna difícil para os consumidores europeus comprar carros elétricos de qualidade a preços acessíveis, o que agrava objetivamente a dificuldade da transformação para eletrificação das empresas automobilísticas dos países da UE e torna o caminho da transformação verde da UE mais acidentado. Scholz criticou a medida da UE de impor tarifas sobre carros elétricos chineses no Bundestag alemão em 16 de outubro deste ano. Ele enfatizou que mais de uma dúzia de países da UE e muitos executivos de fabricantes de carros alemães se opõem à imposição de tarifas adicionais sobre carros elétricos chineses . Ele pediu que a UE e a China formem uma solução relevante o mais rápido possível. Fonte: news.cn
30 de outubro de 2024
Em resposta aos resultados finais da investigação anti-subsídios da Comissão Europeia sobre veículos elétricos chineses , a China Chamber of Commerce for Import and Export of Machinery and Electrical Products (CCCME) emitiu uma declaração em 30 de outubro, expressando decepção em nome da indústria automotiva chinesa. Como parte da defesa da indústria, a CCCME afirmou que continuará a liderar as empresas na negociação de compromissos de preço e utilizará todos os meios legais para proteger os direitos e interesses legítimos da indústria e das empresas de veículos elétricos chinesas. A declaração destaca que a Comissão Europeia não corrigiu várias conclusões errôneas anteriores no anúncio do veredito final. Segundo a CCCME, além da falta de transparência no processo, a Comissão não resolveu os problemas de representatividade subjacente decorrentes da amostragem, que divergia das regras e práticas anteriores, nem realizou uma análise objetiva dos indicadores de dano à indústria da UE. A CCCME considera as conclusões injustas, irracionais e não objetivas, e que violam gravemente as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e as normas anti-subsídios da UE. Desde o início da investigação, a CCCME foi autorizada por 12 empresas chinesas de veículos elétricos, incluindo três empresas amostradas, para participar do procedimento de investigação de dano como parte interessada. A CCCME informou que cooperou ativamente com a Comissão Europeia, apresentando sete opiniões de defesa da indústria e liderando as três empresas amostradas em duas visitas à Europa para participar de audiências e realizar coletivas de imprensa, expressando a posição e as preocupações chinesas e destacando as práticas irregulares na investigação da UE. A CCCME também manteve comunicações e diálogos diretos com associações da indústria automotiva, apelando por uma maior cooperação e resultados mutuamente benéficos. Após a divulgação da decisão inicial, a parte chinesa realizou várias rodadas de consultas técnicas com a parte europeia, abordando objetiva e justamente várias questões relacionadas à identificação de subsídios, análise de dano e relação causal. Após a divulgação do veredito final, a CCCME, autorizada pelas 12 empresas de veículos elétricos, apresentou um plano de compromisso de preço à Comissão Europeia em 24 de agosto. Durante os 20 dias seguintes, a partir de 20 de setembro, as equipes técnicas da China e da Europa realizaram oito rodadas de consultas intensivas em Bruxelas, fazendo um esforço árduo e alcançando progressos significativos. No entanto, a parte europeia não respondeu positivamente às preocupações centrais da indústria sino-europeia, e ainda existem divergências significativas entre as duas partes. Atualmente, as equipes técnicas da China e da Europa estão em uma nova fase de consultas. A CCCME espera que a parte europeia demonstre a maior sinceridade nas consultas e, seguindo o princípio de "pragmatismo e equilíbrio", alcance rapidamente uma solução equilibrada aceitável para ambas as partes. Fonte: news.cn
12 de setembro de 2024
De acordo com um relatório de 12 de setembro, o chanceler alemão Olaf Scholz e o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez pediram à União Europeia que abandone o plano de impor tarifas adicionais sobre os carros elétricos fabricados na China. Além da Alemanha e da Espanha, países como Suécia e Noruega também expressaram opiniões semelhantes. No dia 10 de setembro, durante o Fórum de Negócios China-Espanha em Xangai, Sánchez comentou sobre as tarifas da UE sobre os carros elétricos chineses. “A Espanha pede um diálogo dentro do quadro da Organização Mundial do Comércio para buscar soluções. Precisamos desenvolver nossas relações comerciais e evitar uma guerra comercial, pois isso não beneficia ninguém no mundo.” Recentemente, em Kunshan, na província de Jiangsu da China, Sánchez declarou: “Francamente, precisamos reconsiderar essa decisão, não apenas entre os países membros da UE, mas também com a Comissão Europeia.” O porta-voz do governo federal alemão, Steffen Hebestreit, acolheu as declarações de Sánchez, afirmando que “essa é a direção da nossa ação conjunta”. O porta-voz do Ministério do Comércio da China afirmou que a situação do caso anti-subsídio é complexa e de amplo alcance, e que as negociações entre a China e a UE para chegar a um consenso apresentam desafios. No entanto, a parte chinesa acredita que, desde que a parte europeia demonstre sinceridade e se mova em direção a um entendimento mútuo, é possível resolver as preocupações de ambos por meio de consultas. Segundo o porta-voz, a China está disposta a continuar a cooperar estreitamente com a parte europeia, buscando alcançar o mais rápido possível uma solução que atenda aos interesses comuns de ambas as partes e esteja de acordo com as regras da OMC , promovendo o desenvolvimento saudável e estável das relações econômicas e comerciais entre a China e a UE. O primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, afirmou em 11 de setembro, durante um evento em Xangai, que a Noruega não é membro da UE e não imporá sanções unilaterais sobre os carros elétricos chineses. Fonte: thepaper.cn
8 de julho de 2024
Na quarta-feira, 4 de julho, a Comissão Europeia anunciou a decisão de impor tarifas anti-subsídio temporárias às importações de carros elétricos da China. A medida foi tomada após uma investigação anti-subsídio de nove meses sobre carros elétricos chineses. A tarifação temporária entrou em vigor em 5 de julho de 2024 e terá a duração de quatro meses, durante os quais os Estados membros da UE votarão sobre a sua conversão em tarifação oficial por um período de cinco anos. Uma vez que o plano seja oficialmente implementado, ele durará 5 anos. Atualmente, a UE e o governo chinês estão buscando soluções que estejam de acordo com as regras da OMC por meio de discussões técnicas. Custo dos carros elétricos chineses aumenta quase 10.000 euros Vários carros elétricos chineses populares na Europa tiveram um aumento instantâneo no preço, de acordo com o portal chinês, EastMoney. O ATTO 3, da BYD, que tem um preço inicial de 37.990 euros, teve um aumento de 6.600 euros após a adição de 17,4% da tarifação temporária, e o preço pode chegar a 44.600 euros. O MG4 EV, da SAIC, que tem um preço inicial de 31.990 euros na Europa, terá um aumento de 12.000 euros após a adição de 37,6% da tarifação, e o preço pode chegar a 43.990 euros. O Zeekr 001, da Geely, que tem um preço na Europa de cerca de 59.500 euros, terá um aumento de 11.800 euros após a adição de 19,9% da tarifação. Segundo o portal EastMoney, além das três empresas automotivas BYD, SAIC e Geely, que participaram da investigação, mas não foram amostradas são Chery, FAW, Changan, Dongfeng, Great Wall, Leapmotor, NIO, XPeng, Aiways, JAC. Essas terão uma taxa média de tarifação de 20,8%. As outras empresas que não cooperaram na investigação terão uma taxa de tarifação de 37,6%. Em relação a esta medida da UE de impor tarifas sobre carros elétricos chineses, o Instituto Kiel de Economia Mundial prevê que “o número de carros elétricos importados da China (para a Europa) este ano diminuirá em 25%. Com base nas quase 500.000 unidades importadas em 2023, isso equivale a uma estimativa de 125.000 unidades, com um valor de quase US$ 4 bilhões”. O instituto também afirma que a desvantagem da imposição de tarifas é que aumentará o preço dos carros, prejudicará a vontade dos consumidores europeus de comprar carros elétricos puros e afetará a velocidade de popularização dos carros elétricos, impedindo ainda mais o desenvolvimento do mercado de carros elétricos na Europa. O EastMoney informou que, na opinião de Cui Dongshu, secretário-geral da Associação de Automóveis de Passageiros da China, a imposição de tarifas anti-subsídio pela UE sobre carros elétricos chineses é completamente errada, afetando brevemente as exportações automobilísticas chinesas, mas a longo prazo não atrasará os planos das empresas automobilísticas chinesas de investir na Europa e também não impedirá a firme determinação das empresas automobilísticas chinesas de irem para o exterior. De acordo com dados da Associação de Automóveis de Passageiros da China, em 2023, as vendas de veículos inteiros exportados da China para o mercado europeu foram de 825.000 unidades, um aumento de 162% em relação ao ano anterior. De janeiro a maio deste ano, esse número foi de 444.000 unidades, um aumento de 76% em relação ao mesmo período do ano anterior, apresentando um forte crescimento por três anos consecutivos. Entre os destinos populares da exportação de carros elétricos novos da China para a Europa estão a Bélgica, Reino Unido, Eslovênia, França e outros países. Na conferência de imprensa regular do Ministério do Comércio realizada em 4 de julho, He Yadong, diretor e porta-voz do Gabinete do Ministério do Comércio , apontou que a China se opõe veementemente à investigação anti-subsídio da UE sobre carros elétricos chineses e defende a resolução adequada das fricções econômicas e comerciais por meio do diálogo. “Atualmente, ainda há uma janela de 4 meses até a decisão final. Esperamos que a UE e a China caminhem na mesma direção, demonstrem sinceridade, acelerem o processo de diálogo e cheguem a uma solução aceitável para ambas as partes com base nos fatos e regras o mais rápido possível”. Na lista de tarifação, a SAIC foi submetida à maior tarifa, enquanto as taxas enfrentadas por Geely e BYD estão abaixo do nível médio, principalmente devido aos investimentos na Europa das duas últimas empresas, que tiveram impacto na decisão tarifária da UE. No final do ano passado, a BYD investiu dezenas de bilhões de euros na construção de sua primeira fábrica de veículos de passageiros na Europa, na Hungria. A Geely possui várias marcas europeias, como Volvo e Polestar, e várias fábricas europeias trazem crescimento direto de emprego e receita fiscal para a região local. Na China, indústria expressa sua oposição Em 6 de julho, a Associação da Indústria Automobilística da China emitiu um comunicado expressando profunda decepção com a Comissão Europeia por ignorar os fatos, e expressando firme rejeição. A Associação espera que a indústria automobilística europeia pense racionalmente e mantenha a situação atual de concorrência razoável e benefício mútuo entre as duas partes, e promova conjuntamente o desenvolvimento saudável e sustentável da indústria automobilística global. A Câmara do Comércio da UE na China emitiu uma declaração em 4 de julho, expressando firme oposição a este ato de protecionismo comercial da UE impulsionado por fatores políticos. A Câmara de Comércio de Importação e Exportação de Máquinas Elétricas da China também expressou forte insatisfação. “A Câmara de Comércio de Máquinas Elétricas da China, como parte defensora da indústria nesta investigação, continuará a representar a indústria de veículos elétricos chineses na realização do trabalho de resposta, defendendo resolutamente os direitos e interesses legítimos das empresas de veículos elétricos chinesas por meio de vários meios.” A SAIC afirmou em um comunicado em 5 de julho que, a fim de efetivamente defender seus próprios direitos e interesses legítimos e os interesses dos clientes globais, a empresa irá oficialmente solicitar à Comissão Europeia que realize uma audiência pública sobre as medidas anti-subsídio temporárias dos carros elétricos chineses, exercendo ainda mais o direito de defesa de acordo com a lei. A NIO disse que acompanhará de perto e acompanhará os progressos e medidas relacionadas à investigação anti-subsídio da UE. Na fase atual, a NIO manterá a precificação de seus produtos vendidos na Europa e avaliará a estratégia de mercado de acordo com a evolução da política tarifária. A XPeng afirmou que a empresa está avaliando ativamente a viabilidade de estabelecer uma capacidade de produção local na Europa e tomará medidas adequadas para atender à demanda do mercado. Todos os clientes atuais que estão esperando a entrega e os futuros clientes que fizerem pedidos antes da entrada em vigor das novas tarifas não serão afetados por qualquer aumento de preço. Montadoras e entidades europeias se opõem à decisão Em 5 de julho, a maior fabricante de automóveis da Europa, a Volkswagen, criticou novamente a decisão da Comissão Europeia de impor tarifas sobre os carros elétricos fabricados na China. Um porta-voz da Volkswagen alertou em um comunicado que a decisão da UE é prejudicial à demanda atual fraca de carros elétricos puramente elétricos na Alemanha e na Europa, e o impacto negativo supera qualquer benefício para a Europa, especialmente para a indústria automobilística alemã. A BMW também expressou sua firme oposição. A imposição de tarifas também limitará a oferta de carros elétricos para os consumidores europeus, retardando assim o processo de desenvolvimento de baixo carbono na indústria de transporte da Europa. A Associação da Indústria Automobilística Alemã também emitiu uma declaração, apelando à Comissão Europeia para abandonar a imposição de tarifas anti-subsídio temporárias sobre os carros elétricos chineses, resolver os problemas por meio de diálogo e trabalhar em conjunto com a China para garantir um mercado aberto, garantir a segurança da cadeia de fornecimento e atingir os objetivos ambientais. Fonte: finance.eastmoney.com
8 de março de 2022
Nos primeiros dois meses deste ano, o valor total de importação e exportação da China foi de 6,2 trilhões de yuans, cerca de US$ 980 bilhões, um aumento anual de 13,3%. Entre eles, a exportação foi de US$ 548 bilhões, 13,6% maior que o mesmo período do ano passado, já a importação foi de US$ 431 bilhões, aumento ano-a-ano de 12,9%. O superávit comercial chegou a US$ 116 bilhões, um aumento de 16,3%. Esses dados marcam um início estável do comércio exterior chinês. Tanto as importações como as exportações para os principais parceiros comerciais, como a EU e a ASEAN, aumentaram. Nos dois primeiros meses, o valor total do comércio entre a China e a EU foi de US$ 138 bilhões, um aumento de 12,4%, enquanto o valor total de comércio com a ASEAN foi de US$ 137 bilhões, crescimento de 10,5% e representando 14$ do valor total do comércio exterior da China. China também teve outros crescimentos em importação e exportação, como produtos mecânicos e elétricos e de produtos manufaturados. Fonte: Diário do Povo
26 de outubro de 2020
Os eventos relacionados ao clima têm aumentado diante do intenso e severo resultado das mudanças climáticas, de acordo com o relato de 16 agências internacionais e instituições financeiras. A China e a Europa estão conduzindo o caminho da “recuperação verde”, enquanto o mundo lida com os dois problemas: COVID-19 e mudanças climáticas. “China e países europeus estão conduzindo a “recuperação verde”, fazendo contribuições para redução de emissões de poluentes e procurando oportunidades de cooperação verde”, disse Zhang Jiawei, jornalista da Xinhua. Esforços climáticos da China China tem como objetivo diminuir a quantidade emitida de CO2 até 2030 e neutralizar o carbono antes de 2060, segundo o presidente chinês Xi Jinping, na 75ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro. Os líderes da União Europeia têm recebido muito bem as ações previstas da China, de acordo com a declaração da Cúpula Especial da EU. Os principais membros de Estado e governo da EU consideram o movimento como “um passo importante para direção correta”, segundo uma conferência de vídeo feita pelos Oficiais de alto escalão da EU e China no dia 14 de setembro. No dia 30 de setembro, a chanceler alemã Angela Merkel disse em pronunciamento que os países europeus irão trabalhar com a China para corte de emissões e proteção ao clima. "Quando você vê os desafios de desenvolvimento que o país ainda enfrenta, esses são objetivos muito ambiciosos, o que também deve nos encorajar na Europa a realmente atingir nossos objetivos", disse Merkel, referindo-se ao compromisso da China com as metas climáticas. Fonte: XinHua News