10 de novembro de 2020
Embora a epidemia global de covid-19 continue a se espalhar, a intenção de comércio não diminuiu. Na 3ª CIIE a intenção acumulada de vendas total resultou em R$ 388.74 bilhões, um aumento de 2,1% em relação à sessão anterior. O vice-diretor da Exposição Internacional da Importação da China, Sun Chenghai, disse na coletiva de imprensa, que a Feira está de acordo com as exigências de "melhor a cada temporada". Com uma área total de exposição de quase 360.000 m², uma expansão de quase 30.000 m² em comparação com a última edição, expositores de variados países e regiões estrearam um grande número de produtos, tecnologias e serviços novos, realizaram 101 atividades complementares, quase 400.000 visitantes profissionais registrados, e mais de 3.000 jornalistas nacionais e estrangeiros participando. A Feira deste ano teve 411 novos produtos, tecnologias e serviços, Houve a participação de 80% das 500 maiores empresas do mundo e empresas líderes da indústria. O visual das exposições melhorou mais ainda, a porcentagem de expositores que optaram por personalizar a área de exposições chegou a 94%. Vários ministérios e comissões nacionais ofereceram políticas de apoio, tais como incentivos fiscais, facilitação de desembaraço aduaneiro e acesso ao mercado, trazendo mais praticidade aos expositores. Cada uma das seis áreas de exposição na 3° CIIE destacaram-se e promoveram as suas qualidades únicas: A zona de Alimentos e Produtos Agrícolas teve o maior número de expositores, com 1.264 expositores de 93 países. Na zona automotiva, as sete maiores empresas da área estavam todos presentes, dentre eles, as listadas nas 500 maiores empresas do mundo obtiverem uma área de mais de 90% da categoria A zona de equipamentos técnicos destaca a apresentação de automação, fabricação inteligente, digitalização industrial, energia, soluções gerais e outros conteúdos, liderando a tendência de inovação da indústria. A zona de bens de consumo ocupou a maior metragem de área de exposição, ultrapassando 90.000 m². A zona de serviços reúne as principais empresas do mundo setores de finanças, logística, consultoria, inspeção e testes, cultura e turismo, em conjunto, criam um serviço inteligente para capacitar toda a cadeia industrial. Na zona de dispositivos médicos e de saúde, registraram o maior número de produtos e tecnologias novas, totalizando mais de 120 peças, com todos os 10 maiores expositores da indústria farmacêutica e 14 maiores expositores da indústria de dispositivos médicos presentes. Fonte: 21caijin Fonte das fotos: site oficial da CIIE
9 de novembro de 2020
Os fabricantes de smartphones da China começaram a entrar no mercado 5G em 2020, conforme a diminuição dos impactos da pandemia e a recuperação da economia. A competição do mercado intensificou-se, e a aproximação do evento de compras online de 11/11 (Double 11 ou Dia dos Solteiros) agravou o ambiente competitivo. Na China, 60% dos smartphones vendidos em setembro foram telefones 5G, sendo o quarto mês consecutivo em que eles ocuparam mais de 60% do total de remessas, de acordo com dados coletados pela China Academy for Information and Communications Technology (CAICT) A competição se manifestou na grande guerra de preços em que a Oppo's Realme estabeleceu o preço mais baixo no mercado de smartphones 5G por 948 yuans (aproximadamente R$ 767,81) com seu Realme Q2i. O Realme V3 também tem um preço baixo de 999 yuans (aproximadamente R$ 808). Além da Realme, Oppo, Huawei, Honor, Vivo e Xiaomi lançaram seus smartphones de baixo custo com preços que variam de 1.000 a 2.000 yuans (aproximadamente R$810,76 a R$1626,90). O mercado de smartphones da China ainda está se recuperando de uma queda profunda. Os embarques de setembro alcançaram apenas 23,33 milhões de unidades, queda de 35,6% ano a ano. Foram cerca de 226 milhões de smartphones vendidos no total, nos primeiros nove meses, uma queda de 21,5% ano a ano. Em termos de smartphones 5G de alto padrão, a Apple lançou seu primeiro produto 5G, o iPhone 12, em outubro, agitando ainda mais a competição 5G, seguido pela recém-lançada série Mate 40 da Huawei. As marcas de smartphones optam por lançar novos telefones antes do festival Double 11 para explorar o potencial de compras. De acordo com dados da Realme, as vendas de smartphones Realme atingiram 100 milhões de yuans em apenas 18 minutos após o festival Double 11 ter começado em 01 de novembro. De acordo com a Oppo, as vendas de seus produtos inteligentes, incluindo smartphones, relógios inteligentes e acessórios para telefone, ultrapassaram o total de suas vendas no ano passado em apenas um segundo, com um aumento diário de 24 vezes. Fonte: Pandaily
9 de novembro de 2020
O Instituto de Economia de Oxford divulgou seu relatório "Huawei's Economic Impact on Europe", observou que as operações da Huawei na Europa geraram 16,4 bilhões de euros em benefícios econômicos no exercício de 2019. Além disso, segundo o relatório, criaram-se cerca de 224.300 empregos e 6,6 bilhões de euros em impostos, seja diretamente ou através de sua cadeia de fornecimento. Na cerimônia "Huawei Innovation Day", Pete Collings, Chefe da Consultoria de Impacto Econômico da Europa e Oriente Médio do Instituto de Economia de Oxford, explicou que a Huawei empregava 13.800 pessoas na Europa em 2019, um aumento de quase 30% em relação a 2015, enquanto "estimamos que, de 2015 a 2019, as compras da Huawei a fornecedores europeus estiveram próximas de 31 bilhões de euros, o que inclui tanto as necessidades de fornecimento local da Huawei na Europa quanto as necessidades de fornecimento global. Destes 31 bilhões de euros, 30% foram feitas no ano 2019, refletindo o aumento contínuo das compras da Huawei aos fornecedores europeus". Em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a Huawei está em quinto lugar, de acordo com o Ranking de Investimento em P&D Industrial da UE (União Europeia) de 2018/2019. É relatado que, desde 2010, os 23 laboratórios da Huawei acumularam investimentos em P&D de mais de US$ 1 bilhão. E no ranking de registro de patentes do ano 2019 do Instituto Europeu de Patentes (EPO, sigla em inglês), a Huawei ficou em primeiro lugar. Liu Kang, representante-chefe da organização Huawei na UE, disse: "Em 2019, a contribuição direta da Huawei ao PIB da Europa é de 2,8 bilhões de euros, com uma taxa média de crescimento de 11,4% nos últimos cinco anos. No período excepcional de 2020, a Huawei está garantindo o funcionamento estável e seguro das redes virtuais na Europa para atender às necessidades das pessoas de escritório e educação on-line. A Huawei vem se desenvolvendo na Europa há duas décadas, criando raízes locais e trabalhando em conjunto para promover o desenvolvimento industrial". Fonte: 21caijin
6 de novembro de 2020
A indústria de entretenimento da categoria Ficção Científica (Sci-fi) da China teve uma receita de mais de 60 bilhões de yuans (aproximadamente R$ 53 bilhões) em 2019, subindo 44% ano a ano. Os jogos de ficção científica são os que mais contribuíram para a indústria, com um valor de produção anual de mais de 43 bilhões de yuans (aproximadamente R$34,8 bilhões), de acordo com o relatório anunciado na Convenção de Ficção Científica da China em Pequim. Os filmes de ficção científica arrecadaram mais de 19,5 bilhões de yuans (aproximadamente R$ 15,7 bilhões) nas bilheterias domésticas no ano passado, liderados pelo sucesso de bilheteria "The Wandering Earth" (“Terra à Deriva”, em português), acrescentou o relatório. A adaptação para o cinema de "The Wandering Earth", escrito pelo ícone da ficção científica Liu Cixin, se tornou o terceiro filme de maior bilheteria da China de todos os tempos, arrecadando 4,65 bilhões de yuans (US$ 650 milhões) de bilheteria no ano passado durante o Ano Novo Chinês. O filme foi a primeira produção de ficção científica com VFX da China e, posteriormente, gerou um salto nas vendas de literatura e mercadorias relacionadas, gerando 2,01 bilhões de yuans (aproxidamente R$ 1,65 bulhão) e 1,35 bilhão de yuans (aproximadamente R$ 1,1 bilhão ) em receitas, respectivamente. A outra trilogia de ficção científica mais vendida de Liu Cixin, "The Three-Body Problem", terá uma adaptação de animação produzida pela Bilibili, enquanto uma série live-action será produzida pela Netflix. Na convenção, a Associação Chinesa de Ciência e Tecnologia (CAST) e o governo municipal de Pequim assinaram formalmente um acordo de cooperação para construir ferramentas de plataforma de desenvolvimento de ficção científica, impulsionar o desenvolvimento geral da indústria e fortalecer a pesquisa e expandir o treinamento de talentos. Também pediu o estabelecimento de um prêmio internacional de ficção científica. Li Xin, prefeito e secretário adjunto do Comitê Distrital de Shijingshan, também anunciou no evento o estabelecimento de um fundo de 50 milhões de yuans (US$ 7,4 milhões) dedicado à indústria de ficção científica para desenvolver capacidades tecnológicas relevantes, programas de treinamento de talentos e infraestrutura relacionada. O apetite da China por produtos de entretenimento no gênero de ficção científica aumentou significativamente nos últimos anos, incluindo filmes, romances, séries de TV e jogos. Em agosto, um documento conjunto emitido pela Administração Nacional de Cinema da China e CAST destacou as principais medidas políticas para impulsionar a produção de filmes de ficção científica do país. A diretriz enfatizou os filmes de ficção científica como uma área de crescimento significativa e uma nova força para conduzir o desenvolvimento de alta qualidade da indústria cinematográfica da China, pedindo apoio e orientação na produção, distribuição, efeitos especiais e treinamento de talentos relacionados à ficção científica. Fonte: Pandaily
6 de novembro de 2020
Em 6 de novembro, o Ministério de Comércio da China divulgou o Relatório de Importação de Serviços de 2020 na 3° Exposição Internacional de Importação da China (CIIE). Os dados mostram que de 2012 para 2019, a média de crescimento anual das importações de serviços foi de 8,6%, atingindo US$ 50,68 bilhões, representando uma participação mundial também de 8,6%. Chen Chunjiang, diretor do Departamento de Comércio de Serviços do Ministério do Comércio, disse esperar que as importações de serviços acumulados da China atinjam US$ 2,5 trilhões nos próximos cinco anos, respondendo por mais de 10% das importações globais. As importações de serviços digitais e comerciais, como o uso de propriedade intelectual, serviços de telecomunicações, informações, financeiros, de seguros e outros têm a expectativa de superar US$ 1,3 trilhão no total. O relatório apontou que as importações de serviços da China têm sido as segundas maiores do mundo por sete anos consecutivos desde 2013. Chen Chunjiang destacou que as importações de serviços do país deram grandes contribuições para a economia mundial. Desde o 18º Congresso Nacional que ocorreu em 2012, a China importou um total de US$ 3,4 trilhões em serviços, contribuindo com 17,1% do crescimento global das importações de serviços e ficando em primeiro lugar no mundo em termos de sua contribuição para o crescimento global dos serviços. As importações de serviços da China têm aumentado globalmente o número de empregos no setor de serviços. Segundo dados do Banco Mundial e da Organização Internacional do Trabalho (ILO, sigla em inglês), as importações de serviços da China proporcionarão mais de 18 milhões de empregos para seus parceiros comerciais em 2019, e as importações de serviços chineses criaram quase 400.000 empregos para países africanos e cerca de 3 milhões de empregos nos países da iniciativa The Belt and Road. Além disso, as importações de serviços digitais da China também impulsionaram o crescimento do comércio digital global. De acordo com a estatística utilizada nos relatórios relacionados da Organização Mundial do Comércio, desde 2012, a China importou um total de US$ 834,51 bilhões em serviços digitais, com uma taxa média de crescimento anual de 6% e uma contribuição de 4,4% para o crescimento das importações globais de serviços digitais. Chen Chunjiang disse que o imprevisto da pandemia de COVID-19 causou um enorme impacto no comércio de bens e serviços tradicionais, mas também abriu oportunidades para o desenvolvimento do comércio digital. Telemedicina, educação online, comércio eletrônico transfronteiriço e outras aplicações do serviço digital, desempenhando um papel importante na promoção da estabilidade econômica dos países e na cooperação internacional contra a pandemia. De janeiro a agosto de 2020, as importações de serviços digitais da China totalizaram US$ 89,01 bilhões, um aumento de 5,6% em relação ao ano anterior. Fonte: 21caijin
5 de novembro de 2020
Cientistas chineses da província de Hunan, no centro da China, têm alcançado o recorde de rendimento em um campo experimental de arroz, fazendo novo marco na mudança de segurança alimentar do país. O lote na cidade de Hengnan, plantado com a terceira geração de arroz hibrido, é variável, e produz um total próximo a 2.5 toneladas por hectar, em duas temporadas de crescimento. A cepa do arroz, desenvolvida pelo agrônomo chinês Yuan Longping e seu time, chamado “Sanyou No. 1”, é conhecida por seu alto rendimento e resiliência a condições climáticas desfavoráveis. A última safra do arroz híbrido coletada nesta segunda-feira (2) alcançou 911.7 kg por mu – cada mu equivale a 0.007 hectares. Em julho, outra terceira geração de arroz híbrido que cresceu no mesmo campo das colheitas iniciais, confirmou a produção de 619 kg por mu. As colheitas combinadas das duas safras estabelecem um novo recorde mundial para a produção de arroz, de acordo com o Centro Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Arroz Híbrido na China. “Estou mais do que animado e extremamente satisfeito com os resultados. É um esforço em equipe”, disse Yuan, o especialista agrícola de 91 anos apelidado de “pai do arroz híbrido”, enquanto assistia à cerimônia de anúncio ao vivo. Yuan, que desenvolveu o primeiro arroz híbrido do mundo na década de 1970, cruzando diferentes tipos de arroz, estabeleceu vários recordes mundiais de produtividade nos anos anteriores. Atualmente, a equipe de pesquisa de Yuan está trabalhando no refinamento de combinações de arroz híbrido de terceira geração e conduzindo estudos para simplificar o cultivo e reduzir o uso de fertilizantes. Fonte: Pandaily
5 de novembro de 2020
O Ministério do Comércio da China divulgou o Boletim Estatístico de Investimento Direto Estrangeiro do exercício 2020, em uma conferência especial sobre o investimento estrangeiro na 3° Exposição Internacional de Importação da China (CIIE), em 11 de novembro. O relatório tem o objetivo de facilitar a compreensão e o estudo da situação dos investimentos estrangeiros na China e no mundo. O Ministério do Comércio começou a publicar em 1998 e atualiza os dados anualmente. Em 2019, foram criadas 41.000 novas empresas com investimento estrangeiro direto (IED) e o montante de investimento estrangeiro real utilizado foi de US$ 141,23 bilhões, aumento de 2,1% ao ano anterior e posiciona-se em segundo lugar do mundo em termos de escala. Até dezembro de 2019, a China estabelece um total de 1 milhão de empresas de IED, com o montante total de investimento estrangeiro utilizado real de US$ 2,29 trilhões. Entre eles, o valor industrial agregado das empresas IED de grande porte em 2019 aumentou 2% em relação ao ano anterior. As empresas estrangeiras contribuíram com 2,87 trilhões de yuans em impostos, representando 18,2% da receita tributária do país. Os lucros das empresas industriais estrangeiras de grande porte totalizaram 1,56 trilhão de yuans, representando 25,1% do total do país. O valor total das importações e exportações das empresas estrangeiras foi de US$1,82 trilhão, respondendo por 39,9% do total do país. Dividindo em setores, o IED na área de ciência e tecnologia, software de informação e outras indústrias de serviços está crescendo mais rapidamente. Em 2019, o montante real de investimento estrangeiro usado nas indústrias primárias, secundárias e terciárias da China foi de 0,3%, 29,9% e 69,8%, respectivamente. Entre eles, o montante de investimento estrangeiro realmente utilizado na indústria terciária aumentou 10,3% em relação ao ano anterior, representando 5,2 pontos percentuais a mais do que o do ano anterior. De acordo com os dados, as principais fontes de investimento da China em 2019 mantiveram o crescimento. Em termos de montante real do investimento, os 15 primeiros países (regiões) no ano passado foram Hong Kong, Singapura, Coreia do Sul, Ilhas Virgens Britânicas, Japão, Estados Unidos, Ilhas Caimão, Holanda, Macau, Alemanha, Taiwan, Samoa, Reino Unido, França e Irlanda, conjuntamente registram um investimento real de US$ 133,63 bilhões, um aumento de 2,9% em relação ao ano anterior, representando a 96,8% do total de IED. Destes, os investimentos reais em Cingapura, Coréia e Holanda aumentaram em 45,7%, 18,7% e 41,1% respectivamente em relação ao ano anterior. Fonte: 21caijin; ifeng.com
5 de novembro de 2020
O fundador e chefe executivo da Xiaomi, Lei Jun, disse que de acordo com instituições de pesquisa como a IDC, a Xiaomi voltou ao 3° lugar no índice de participação de mercado mundial de smartphone no terceiro trimestre. A primeira vez que Xiaomi alcançou essa posição foi no terceiro trimestre de 2014. A informação foi divulgada por Lei Jun em 5 de novembro, durante a Mi Developer Conference (MIDC). A Xiaomi ficou em 3° lugar com 13,5% da participação do mercado mundial. Samsung ocupa a primeira posição com 23%, e a Huawei com 14,9%. Voltando aos três melhores do mundo após seis anos, ele acredita que o segredo por trás disso é a tecnologia, o investimento em P&D da Xiaomi, e afirmou que o aumento é gradativo a cada ano nos investimentos de pesquisa e desenvolvimento. "Para a Xiaomi romper a barreira da tecnologia, o talento é a fonte da inovação. Com engenheiros cada vez mais talentosos e efetivamente organizados, Xiaomi conseguirá constante avanços tecnológicos", disse Lei Jun. A empresa planejava recrutar 3.000 engenheiros no início do ano 2020, mas o processo foi atrasado pela pandemia e no final, somente 2.800 foram recrutados. Para o planejamento de 2021, a expectativa é ter 5.000 engenheiros efetivados ao longo do ano. Fonte: caixin.com; 21st Century Business Herald
4 de novembro de 2020
Em 3 de novembro, o Primeiro-ministro dos EAU e Governador de Dubai, Mohammed bin Rashid Al-Maktoum, anunciou nas mídias sociais que havia sido vacinado contra o coronavírus. De acordo com o jornal chinês Global Times, a vacina é desenvolvida pela estatal chinesa Sinopharm. A vacina chinesa está atualmente na terceira e última fase de testes clínicos. A mídia local citou fontes do governo dos EAU apontando que a vacina é segura e eficaz. Além do Primeiro-ministro, dezenas de políticos de alto nível (incluindo o Ministro das Relações Exteriores, da Saúde e de Gabinete) e médicos da linha de frente também receberam a vacina. Na postagem no Twitter, o Primeiro-ministro disse: “Enquanto recebia a vacina para a covid-19 hoje. Desejamos a todos segurança e saúde e temos orgulho de nossas equipes que trabalharam incansavelmente para disponibilizar a vacina nos Emirados Árabes Unidos. O futuro sempre será melhor nos Emirados Árabes Unidos”. Fonte: yicai.com; ifeng.com; NBD Fonte da foto: Divulgação oficial via Twitter
4 de novembro de 2020
A cerimônia de abertura da 3° Exposição Internacional de Importação da China (CIIE) foi realizada em Xangai na noite do dia 4. O Presidente Xi Jinping salientou que a pandemia aumentou a instabilidade e a incerteza na economia mundial, mas o ritmo de abertura da China ainda está acelerando, e a tendência geral dos países em direção à abertura e à cooperação não mudou. Os países devem dar as mãos e trabalhar para promover a parceria de vantagens, responsabilidade e governanças iguais para as ambas as partes e dessa forma, alcançar a liberalização conjunta. Segundo o presidente chinês, primeiro é preciso construir um novo patamar da economia. Aumentar a eficiência das zonas experimentais de livre comércio (Pilot Free Trade Zone, FTZ) e os portos de livre comércio com liderança em toda cadeia. A China continuará a expandir as áreas de economia digital e a Internet, realizará reformas profundas e inovações na liberalização e facilitação do comércio e dos investimentos, e promoverá a construção de um novo sistema econômico mais liberal. Em segundo lugar, é necessário promover o desenvolvimento inovador do comércio exterior. A China continuará a apoiar empresas estrangeiras na exploração de oportunidades de negócios na China através de plataformas abertas ao público, como as Exposições, Feiras, Conferências e dentre outros. A China aproveitará o potencial de crescimento do comércio exterior e fará contribuições positivas para o crescimento do comércio internacional e para o desenvolvimento da economia mundial. Promoverá o desenvolvimento de novos modelos de comércio, como o ecommerce. A China irá comprimir o "Catálogo de Restrição de Importação e Tecnologias da China" para criar um ambiente favorável para o livre fluxo de fatores tecnológicos através da fronteira. Em terceiro lugar, continuamos a otimizar o ambiente de negócios. Este ano, a China implementou a Lei de Investimento Estrangeiro e os regulamentos de apoio relacionados, reduzindo o sistema da lista negativa (lista de setores que tem os investimentos estrangeiros proibidos ou restringidos). A China continuará a melhorar seu sistema jurídico relacionado ao estrangeiro na transparência e liberalização, fortalecerá a proteção dos direitos de propriedade intelectual, protegerá os direitos e interesses legítimos das empresas estrangeiras e com o serviço público de qualidade criará um ambiente melhor. Em quarto lugar, devemos aprofundar a cooperação bilateral, multilateral e regional. A China está pronta para negociar e assinar acordos de livre comércio de alto padrão com mais países, promover o mais rápido possível assinatura de acordos regionais de parceria econômica, acelerar o processo de negociação do Acordo de Investimento China-UE, do Acordo de Livre Comércio China-Japão-Coreia do Sul (FTA) e outros acordos de livre comércio. A China participará ativamente das reformas da Organização Mundial do Comércio (OMC) e em cooperação com as Nações Unidas, o G20, APEC, BRICS e outros. A China trabalhará com países relevantes para construir o planejamento "One Belt One Road" e promover a estruturação da ideologia de comunidade com futuro compartilhado (Community with shared future for mankind). Fonte: Xinhua News Agency