21 de maio de 2021
O relatório de “funcionamento do setor de manufatura de informação eletrônica em janeiro-abril de 2021”, divulgado pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIT, sigla em inglês) apresentou que, em abril, foram produzidos 130 milhões de celulares, um aumento de 13,5% em comparação ao ano anterior, com 97,43 milhões de smartphones, um aumento de 11,5%. Segundo o relatório, foram produzidos 35,9 milhões de dispositivos de microcomputadores, um aumento de 13,5% anual. A produção de circuitos integrados atingiu 28,7 milhões de unidades, ou seja, um aumento de 29,4% em relação ao ano anterior. De acordo com as estatísticas alfandegárias, a China exportou 71,35 milhões de laptops entre janeiro e abril, um aumento de 72,3% em relação ao período anterior; foram exportados 310 milhões de celulares, um aumento de 30,8% em relação ao ano anterior; as exportações de circuitos integrados atingiram 10,7 milhões de unidades, um aumento de 43% em comparação ao ano anterior. As importações de circuitos integrados ascenderam a 210 mil milhões de unidades, 30,8% a mais. Fonte: MIT; A imagem refere-se o valor agregado e de exportações da manufatura de informação eletrônica por mês desde 2020. De janeiro a abril, o setor de manufatura de informação eletrônica acima da escala registrou um aumento cumulativo de 25,6% no valor das exportações (1,5% no mesmo período do ano passado). Em abril, a indústria transformadora de informação eletrônica em escala superior alcançou um crescimento de 10,8% em valor de exportação. De janeiro a março, a indústria de manufatura de informação eletrônica alcançou um faturamento operacional de 299,57 bilhões de yuans (US$ 46,5 bilhões) um aumento de 39,6% (queda de 7,5% no mesmo período do ano passado). A realização de custos operacionais no valor de 2601,6 bilhões de yuans (US$ 40,4 bilhões), um aumento de 37, 6% em relação ao mesmo período do ano passado (7, 7% de queda no mesmo período do ano passado). Os lucros totalizaram 138,4 bilhões de yuans (US$ 21,5 bilhões), um aumento de 1,4 vezes em relação ao ano anterior (queda de 12% no mesmo período do ano passado) e a margem de lucro operacional foi de 4,6%. No final de março, os montantes a receber da indústria aumentaram 24% em comparação ao ano anterior. Entre janeiro e abril, os preços à saída da fábrica para o produtor da indústria de informação eletrônica baixaram 1,8% em comparação com o ano anterior. Em abril, os preços à saída da fábrica deste setor baixaram 1,4% em comparação ao ano anterior, o que representa uma queda de 0,4% em relação ao mês anterior. O investimento em ativos fixos no setor de manufatura de informação eletrônica cresceu 30,8% no período de janeiro a abril, o que representa uma aceleração de 29,7 pp em relação ao mesmo período do ano anterior. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Economic View; MIT
12 de maio de 2021
O governo chinês divulgou nesta terça-feira, 11 de maio, os tão aguardados dados do sétimo censo populacional da China. Os números mostram que a população total em 2020 ainda manteve seu crescimento – 1,411 bilhão, um aumento de 72,04 milhões em relação aos 1,339 bilhão registrados no sexto censo em 2010. Mas a baixa taxa de fertilidade total de 1,3 em 2020, e a nova baixa taxa de natalidade anual de 12 milhões, também apontam para sérios desafios para o desenvolvimento demográfico da China. Antes da década de 1970, a taxa de fecundidade total da China ultrapassava 6 de uma vez, e os dados do censo mostram que, em 2020, esses dados caíram para 1,3 - entrando no ranking dos países com a menor taxa de fecundidade do mundo. Na história recente da China, aconteceram três picos de natalidade: O primeiro pico ocorreu logo após em 1949, com um total de 230 milhões de nascimentos em 10 anos; O segundo pico começou em 1962 e durou até 1972, mais uma vez, trazendo para a China 280 milhões de nascimentos; O terceiro pico, que começou em 1985, durou apenas cerca de cinco anos, totalizando 117 milhões de nascimentos. A partir dos anos 80, a China começou a aplicar a política do filho único, que restringia a quantidade de filhos a um por casal, e aqueles que tivessem mais de um filho eram sujeitos a penalidades financeiras e administrativas. Esta política durou mais de 30 anos, até ser revogada em 2015. Com consequência, a taxa de fertilidade da China caiu de 6 para 1,3, entrando na armadilha internacionalmente conhecida como “baixa fertilidade”. Uma vez que a taxa de fertilidade caiu abaixo do limite de alerta, inverter a tendência descendente se tornará extremamente difícil, ou mesmo impossível. O número anual de nascimentos também caiu de um pico máximo de 29 milhões para 12 milhões em 2020. “O surgimento desta tendência é o resultado de uma combinação de fatores, um resultado objetivo do desenvolvimento econômico da China, especialmente a industrialização e a urbanização, até um determinado estágio, e um problema comumente enfrentado pelo mundo, especialmente pelos países desenvolvidos”, disse Ning Jizhe, diretor do Departamento Nacional de Estatística. A pesquisa também comparou Xangai, Pequim, Tianjin, Zhejiang, Jiangsu e Guizhou, Guangxi, Yunnan, Gansu e Sichuan. Os resultados mostram que o número ideal de filhos é significativamente menor nas regiões economicamente desenvolvidas do que nas menos desenvolvidas, com uma média de 1, 55 filho e 2, 01 filhos, respectivamente, sendo 0, 46 menor nas primeiras. Isto é, as regiões com um elevado nível de desenvolvimento econômico têm menos filhos do que as regiões com um baixo nível de desenvolvimento. Por quais motivos casais chineses não querem ter filhos? As despesas com moradia e educação tornaram-se os dois fatores econômicos mais importantes que afetam as intenções de ter filhos. As estatísticas mostram que as despesas de habitação representam a maior parte das despesas de consumo dos residentes. De acordo com a situação do crédito ao consumo de todas as instituições financeiras no final de 2012, os empréstimos individuais para habitação representam cerca de 76, 3% do saldo total do crédito ao consumo, os empréstimos para cartões de crédito 11, 1%, os empréstimos para automóveis cerca de 1, 5% e os outros tipos de crédito ao consumo cerca de 10%. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: ZAKER
11 de maio de 2021
No dia 11 de maio, o Escritório de Informação do Conselho de Estado realizou uma coletiva de imprensa para apresentar os principais resultados do sétimo censo nacional da população. Os dados mostram que a população do país continuou a crescer a uma taxa baixa durante 10 anos. Ning Jizhe, diretor do Escritório Nacional de Estatísticas, informou que a população da China totalizou 1,411 bilhão, um aumento de 72,06 milhões. O número representa um aumento de 5,38% em comparação com 1,339 bilhão em 2010 (dados do sexto censo nacional, os mesmos abaixo), com uma taxa média de crescimento anual de 0,53%, comparado com a taxa média de crescimento anual de 0,57% do 6° censo abaixou 0,04%. De acordo com o censo, a população com formação universitária é de 218,36 milhões. Confira abaixo os dados mais importantes divulgados: A população do país totaliza 1,411 bilhão de pessoas. Os dados mostram que a população do país continuou a crescer a uma taxa baixa durante 10 anos. A população masculina é de 723,34 milhões, ou 51,24%; a população feminina é de 688,44 milhões, ou 48,7%. A população de 0-14 anos é de 253,38 milhões, representando 17,9%; a população de 15-59 anos é de 894,38 milhões, representando 63,3%; a população acima de 60 é de 264,02 milhões, representando 18,70% (dos quais, a população acima de 65 é de 190,64 milhões, representando 13,5%). A população com formação universitária é de 218,36 milhões. A população que vive na área urbana é de 901,99 milhões, ou 63,89%; a população que vive na área rural é de 509,79 milhões, ou 36,11%. A distribuição regional da população é: leste representa 39,93%; região central representa 25,83%; oeste representa 27,12%; e nordeste representa 6,98%. A população migrante é de 492,76 milhões, dos quais 116,94 milhões estão dentro da área municipal e 375,82 milhões são flutuantes (com habitação em movimento). A população média por família é de 2,62, um decréscimo de 0,48 em relação aos 3,10 em 2010. A população de chineses da etnia Han é de 1,286 bilhão, representando 91,11%; a população de várias minorias étnicas é de 125,47 milhões, representando 8,89%. Parte 2 – Análise aprofundada China continua sendo o país mais populoso do planeta Os dados do sétimo censo da China mostraram que a população total chinesa é de 1,411 bilhão. Comparado com a população de 1,339 bilhão de 2010, houve um aumento de 72 milhões, equivalente a 5,38%, com uma taxa média de crescimento anual de 0,53%. Ning Jizhe, vice-líder do Grupo Líder do Sétimo Censo Nacional do Conselho de Estado e Diretor do Escritório Nacional de Estatísticas, declarou em uma entrevista coletiva, em 11 de maio, que a população total do país continuou a crescer de forma estável nos últimos 10 anos, e a China continua a ser o país mais populoso do mundo. Mais de 218 milhões possuem ensino superior São 218,36 milhões de pessoas que possuem diploma de ensino superior na China. Comparado com ano de 2010, o número de pessoas com ensino superior aumentou de 8.930 para 15.467 a cada 100 mil pessoas. A média de anos estudando depois dos 15 anos aumentou de 9,08 para 9,91 anos. A taxa de analfabetismo caiu de 4,08% para 2,67%. Taxa de crescimento desacelera, medidas devem ser tomadas para garantir o crescimento estável no futuro A forma como a China é organizada é compatível com o tamanho de sua população. Existe uma posição vantajosa do fortíssimo mercado interno e a relação entre a população e os recursos ambientais está em equilíbrio. Por isso, devem ser tomadas medidas para promover o desenvolvimento equilibrado da população a longo prazo, visto que está com crescimento desacelerado. Envelhecimento da população A população com mais de 60 anos passa de 264 milhões, representando 18,70% do total, e em 6 províncias o número passa de 10 milhões. O envelhecimento da população é um fator importante no desenvolvimento da sociedade, ao mesmo tempo é um desafio. Por um lado, número de mão-de-obra diminui, e aumenta o trabalho e pressão daqueles que precisam cuidar das pessoas mais velhas. Por outro lado, promove o mercado voltado para pessoas de idade avançada, trazendo novas oportunidades. Idade média da população é de 38,8 anos De acordo com Ning Jizhe, a população chinesa alcançará seu pico no futuro, mas o período exato ainda não pode ser confirmado. A previsão é de que a população total se mantenha acima de 1,4 bilhão. Pessoas com idade entre 16 a 59 anos totalizam 880 milhões, com uma mão-de-obra suficiente. A idade média da população se mantém nos 38,8 anos. Taxa de natalidade chega a 12 milhões de crianças em 2020 Ning Jizhe informou que a política de dois filhos teve um resultado positivo. Houve um aumento na taxa de natalidade nos anos de 2016 e 2017, com um crescimento drástico na taxa, equivalente a 18 milhões e 17 milhões de nascimentos, respectivamente. Entretanto, a partir de 2018 houve um recuo na taxa de natalidade. Dados mostram que nasceram 12 milhões no ano de 2020. Entre os anos 2014 e 2017, a proporção de casais com segundo filho aumentou significativamente, de 30% em 2013 para 50% em 2017, apesar de diminuir para 40% posteriormente. Outro fato é a queda na taxa de fecundidade total das mulheres em idade fértil da China que ficou em 1,3, nível relativamente baixo. 2,62 é a média de pessoas em uma família A China tem no total 494,16 milhões de famílias, um total de 1,293 bilhões de membros familiares. Os domicílios coletivos chegam a 28,53 milhões, e seus membros são 118,97 milhões. A média de membros de uma família é de 2,62, diminuindo 0,48 da média de 2010, que era de 3,10. A média continua caindo, principalmente devido a fatores como o aumento do fluxo de movimentação da população e melhora nas condições de habitação para os jovens viverem de forma independente após o casamento. A diferença na proporção entre gêneros cai para 5,07% População masculina é de 723,34 milhões, representando 51,24%; enquanto a população feminina é de 688,44 milhões, equivalente a 48,76%. Ao comparar a proporção entre os dois sexos, a população masculina é 5,07% maior que a feminina, que apresenta uma diminuição em relação com 2010, quando a diferença era de 11,3%, uma queda de 6,8%, podendo se observar uma melhora no equilíbrio entre os dois gêneros. População acima de 60 anos chega a 264 milhões O número de crianças entre 0 a 14 anos de idade é de 253,38 milhões, 17,95 % da população total; de 15 a 59 anos são 894,38 milhões, ocupando 63,35% do total; mais de 60 anos são 264,02 milhões, equivalente a 18,70% (entre eles, aqueles acima de 65 anos totalizam 190,64 milhões, 13,50% da população total). Em comparação com 2010, as faixas etárias de 0-14 anos, 15-59 anos e acima de 60 anos tiveram, respectivamente, um crescimento de 1,35, queda de 6,79 e crescimento de 5,44 pontos porcentuais. A análise mostra que o número de crianças e adolescentes voltou a crescer, mostrando a eficácia na política, ao mesmo tempo o envelhecimento populacional está se agravando cada vez mais, sendo necessário adotar medidas para manter o crescimento equilibrado da população no longo prazo. População urbana aumenta em 230 milhões Número total de pessoas morando em cidades é de 901,99 milhões, representando 63,89% do total; já aqueles que vivem em áreas rurais são no total 509,79 milhões, ocupando 36,11%. Em relação a 2010, o crescimento da população urbana foi de 236,42 milhões, enquanto a população rural diminuiu em 164,36 milhões, um crescimento de 14,21 pontos porcentuais na população nas cidades. O desenvolvimento na nova industrialização, informatização e modernização agrícola da China, juntamente com a implementação da política de “êxodo rural” para as cidades e uma nova forma de urbanização nos últimos 10 anos, o processo de urbanização da China alcançou resultados históricos. Fonte: 21st Century Business Herald
31 de março de 2021
Segundo o Boletim Estatístico Nacional de 2020, o valor total de consumo em Shanghai alcançou 1,59 trilhão de yuans (US$243,13 bilhões), tornando-se a única cidade da China que atingiu a meta de 1,5 trilhão de yuans com o consumo (US$228,9 bilhões). É atualmente a maior cidade consumidora da China, superando Beijing. Durante o período do 13º Plano Quinquenal da China (2016-2020), o consumo foi a chave para o crescimento econômico urbano. De acordo com o Boletim Estatístico Nacional de 2020, o setor primário representou 7,7% do PIB nacional, o setor secundário ocupou 37,8% e o setor terciário desempenhou 54,5% do PIB. Em 2020, entre as vinte e três cidades que apresentaram PIB acima de 1 trilhão de yuans (equivalente a US$152 bilhões), com exceção de Quanzhou, Foshan e Nantong, todas as outras tiveram mais de 50% de PIB representado pelo setor terciário. No entanto, a diferença na capacidade de consumo ampliou a desigualdade de crescimento econômico entre as cidades e até entre as regiões. Ignorando os efeitos de conurbação, Chongqing e Zhengzhou foram as cidades com PIB na escala acima de 1 trilhão de yuans (US$152 bilhões) que tiveram maior crescimento de consumo durante o 13º Plano Quinquenal. O valor total de consumo de Chongqing passou de 1 trilhão de yuans (US$152 bilhões), tornando-se a terceira cidade a atingir essa meta. (OBS: devido à falta de alguns dados, as informações da cidade Quanzhou referem-se ao ano de 2016 a 2020, as de Changsha são de 2015 a 2019, e as de 2020 de Tianjin basearam-se nos dados de 2018 da cidade. Fonte: Boletim Estatístico Nacional, 21st Century Business Herald) As quatro cidades com maior taxa de crescimento estão concentradas na região centro-oeste Durante o período de 13º Plano Quinquenal, com o avanço da industrialização e da urbanização, as cidades da região centro-oeste foram responsáveis de receber as indústrias da região leste. O consequente retorno da força de trabalho promoveu o consumo nas cidades de centro-oeste. De 2015 a 2020, todas as quatro cidades que tiveram maior crescimento de consumo estão localizadas na região centro-oeste. A primeira colocada é Hefei, cidade que cresceu 57,73% em cinco anos. A quarta é Chengdu, que cresceu 47,4%. Em ambas as cidades, houve aumento no comércio eletrônico. Mas a conurbação que aconteceu nas duas cidades é outro fator que impulsionou o crescimento de consumo. Caso ignorar os efeitos de conurbação, a taxa de crescimento foi maior nas cidades Chongqing e Zhengzhou, durante o período de 13º Plano Quinquenal. Zhengzhou cresceu de 329,47 bilhões de yuans (US$50,26 bilhões) em 2015 para 507,63 bilhões de yuans (US$77,46 bilhões) em 2020, entrando no grupo de “cidades com consumo superior a 500 bilhões de yuans (US$76,3 bilhões)”. Já Chengdu cresceu de 766,75 bilhões de yuans (US$117 bilhões) para 1,17 trilhão de yuans (US$179,8 bilhões), ultrapassando a meta de 1 trilhão de yuans (US$152,6 bilhões) de consumo. Para as cidades Chongqing e Zhengzhou, a causa principal de crescimento foi a sua industrialização e urbanização. Em 2019, a população urbana já ocupava 66,8% da população total de Chengdu, sendo que em 2015 a taxa de urbanização era de 60,94%. Ou seja, cresceu mais de 6%, muito maior do que a taxa de urbanização das outras cidades com PIB acima de um trilhão de yuans (US$152 bilhões). Zhengzhou cresceu de forma similar: em 2015, tinha 69,7% da população nas cidades; mas em 2019, 74,6% da população já é urbana, tendo um crescimento de 4,9%. A urbanização promove maior divisão de trabalho e maior necessidade de comprar produtos feitos por terceiros e, consequentemente, aumenta o consumo. A industrialização também promove o consumo local. Em 2020, as indústrias de Chongqing criaram um valor total de 699,07 bilhões de yuans (US$ 106,67 bilhões), e a taxa de crescimento industrial anual foi de 5,3%, bem maior do que a taxa média do país, que foi de 2,4%. A grande diferença entre as três grandes metrópoles Em 2020, entre as 23 cidades com PIB acima de um trilhão de yuans (US$152 bilhões), 8 delas tiveram taxa de crescimento positivo, incluindo as três cidades da Delta do Rio Yangtze (YRD, sigla em inglês): Nanjing, Shanghai e Nantong. Entre elas, Shanghai ultrapassou Beijing e tornou-se a cidade com maior consumo. De 2015 a 2020, a taxa de crescimento de consumo em Nanjing, Nantong e Suzhou superou 40%; a de Hangzhou e Ningbo excedeu 38%; e a de Shanghai e Wuxi passaram de 36%. Ou seja, de modo geral, as cidades pertencentes à YRD tiveram bom desempenho durante o período de 13º Plano Quinquenal da China. Isso porque a dispersão dos comércios da região YRD é maior do que outras regiões, por causa da presença de várias plataformas de comércio eletrônico, como Taobao e Pinduoduo. Ademais, essa região possui uma estrutura mais conveniente para as compras, como o frete grátis em toda a região. Por último, as cidades dessa região dão mais importância à popularização de marca. Por exemplo, em 2021, o Relatório de Governo de Shanghai mostrou a sua pretensão de promover a construção de centros internacionais de consumo e a criação de novos tipos de consumo, como de saúde, de experimento e on-line. Fonte: 21st Century Business Herald
26 de março de 2021
Recentemente, a International Data Corporation (IDC China) publicou o estudo sobre gastos mundiais com blockchain em 2021. Segundo IDC, o mercado de blockchain da China deverá ultrapassar US$ 2,5 bilhões em 2024, e a taxa de crescimento anual composta (CARG, sigla em inglês) será de 54,6% no período de cinco anos (2020-2024), tornando-se, assim, o país com maior crescimento. Além disso, a IDC prevê que durante esses cinco anos, China manterá o seu segundo lugar no ranking global de tamanho de mercado. A Covid-19 acelerou indiretamente a implementação das tecnologias digitais como blockchain. De acordo com a previsão da IDC, até 2024, o mercado global de blockchain atingirá o valor de US$ 18,95 bilhões, e a CARG durante o período de cinco anos alcançará cerca de 48%. Para a China, as políticas públicas foram importantes na promoção do maior uso de blockchain pelos mercados verticais. Em 2019, o governo determinou o blockchain como um fator importante para as inovações autônomas da China. Em 2020, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, sigla em inglês) incluiu o blockchain no escopo de novas infraestruturas básicas. E, no mais recente 14º Plano Quinquenal, o blockchain foi classificado como um ponto central para a economia digital. Todas essas políticas públicas catalisaram o desenvolvimento do blockchain na China. Atualmente, a tecnologia blockchain ainda está nos seus estágios iniciais de desenvolvimento na China. A IDC divide os gastos com blockchain em três blocos: hardware, software e serviço. Segundo a IDC, o blockchain é implementado principalmente na forma de entrega de projetos no mercado doméstico chinês. Portanto, uma grande parcela dos gastos com blockchain são relacionados ao serviço (ou BasS, blockchain como serviço). No entanto, o desenvolvimento constante de BasS e as plataformas relacionadas acarretaram no aumento das despesas relacionadas ao software. Desse modo, a previsão da IDC é que a CARG dos gastos com software atinja 58,5%. De acordo com IDC, os gastos com serviço e com software ainda desempenharão o papel importante no mercado de blockchain da China. Ao mesmo tempo, a proporção de software e hardware no mercado chinês aumentará nos próximos cinco anos. (Previsão de gastos com blockchain na China, de 2019 a 2024. Fonte: IDC China, 21st Century Business Herald) Em relação à aplicação de blockchain, a estimativa da IDC é que essa tecnologia será amplamente aplicada em setores como financiamento de comércio (trade finance), gerenciamento de identidade pessoal, rastreabilidade dos produtos, entre outros. No que concerne a trade finance, é possível que o total de despesas do mercado chinês ultrapasse US$ 300 milhões em 2024. No contexto da prevenção e controle de coronavírus, o blockchain encontra novas oportunidades nos trabalhos como rastreamento de produtos e gerenciamento de cargas/ativos financeiros, incluindo a tarefa de garantir a segurança das vacinas e dos alimentos. (Previsão de porcentagem de gastos com blockchain em diferentes mercados em 2024. De esquerda para direita da legenda, as cores indicam (i) trade finance, (ii) gerenciamento de identidade pessoal, (iii) rastreabilidade dos produtos e (iv) outros. Fonte: IDC China, 21st Century Business Herald) Além da trade finance, o blockchain já está sendo aplicado na identificação pessoal, nos registros eletrônicos de histórico do paciente, na circulação das receitas médicas e em vários outros campos do setor de saúde. Segundo a previsão da IDC, a CARG de blockchain na área de saúde pode atingir cerca de 80% nesses cinco anos. Hong Wanting, analista sênior do Departamento de Pesquisa de Tecnologias Emergentes da IDC China, afirmou que o blockchain está sendo incorporado em vários cenários do dia-a-dia. No futuro próximo, o blockchain não só reduzirá os custos e melhorará a eficiência dos negócios, mas também terá um papel importante na confiança entre os parceiros comerciais. A tecnologia blockchain desenvolverá ao longo do tempo e possui um futuro próspero. Fonte: 21st Century Business Herald
16 de março de 2021
O Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês) divulgou, no dia 15 de março, os dados econômicos referentes aos meses janeiro e fevereiro de 2021. Segundo alguns analistas, a taxa de crescimento econômico da China pode ultrapassar 15% até o final do primeiro trimestre, ou até mais de 20%. No entanto, devido à grande diferença econômica entre o primeiro e o segundo bimestre do ano passado, a tendência é que a taxa de crescimento caia na segunda metade de 2021. Devido à queda de 6,8% que aconteceu no primeiro trimestre do ano passado, nos primeiros dois meses deste ano, vários macrodados atingiram o recorde de crescimento anual, incluindo setores industriais e de serviços, consumo, investimento e importações e exportações. Comparando com o mesmo período (janeiro e fevereiro) de ano passado, a taxa de crescimento foi mais de 30%. Para evitar a “ilusão” de melhoria, foi feita a estatística comparando os dados deste ano com os de 2019, supondo que as taxas de crescimento dos anos de 2020 e 2021 foram iguais. Os resultados dessa análise mostram que, mesmo comparando com o mesmo período de 2019, houve um grande desenvolvimento na área de importação e exportação, e também na de indústria. O setor de serviços voltou ao nível normal de funcionamento, mas a recuperação do consumo e do investimento está sendo mais lenta. A causa principal da alta taxa de crescimento é restauração das demandas externas originadas de grandes potências econômicas, como Europa e EUA, que possibilitou o aumento de 19,3% de exportações da China, comparando com o mesmo período de 2019. Além disso, a economia doméstica também está em constante recuperação. As autoridades chinesas adotaram a política chamada de “stay put during Spring Festival”, ou seja, encorajaram as pessoas a deixarem de voltar para a terra natal no Ano Novo Chinês (12 de fevereiro) e comemorarem a festa na cidade onde trabalha, a fim de evitar o pico de viagens e diminuir o risco de contaminação. Essa medida, além de ter evitado a propagação da Covid-19, prolongou o tempo de produção industrial. Os trabalhadores que ficaram na cidade da fábrica trabalharam quase 6 dias a mais comparando com outros anos, recebendo, além de salário, as compensações financeiras concedidas pelo governo local. Consequentemente, a quantidade de produtos fabricados foi elevada. Assim, a taxa média de crescimento nos primeiros dois meses dos anos de 2020 e 2021 foi de 8,1% por ano, superior aos anos anteriores. Entretanto, a política de “stay put during Spring Festival” não impactou tão significativamente o consumo. Comparando com o mesmo período de 2019, nos meses de janeiro e fevereiro de 2021, a quantidade total de vendas de bens de consumo aumentou 6,4%, e a taxa média de crescimento em 2020 e 2021 foi de 3,2% por ano, que é abaixo do nível normal de desenvolvimento. Por causa da pandemia, os consumos que causam aglomeração e contato físico ainda são fracos, como restaurantes, que cresceram somente 4,9% em comparação com 2019. Mas a bilheteria durante Ano Novo Chinês chegou a novo recorde, ultrapassando de 12,26 bilhões de yuans (equivale a US$ 1,88 bilhão). As compras online e serviços de entrega expressa também foram impulsionadas. Além do consumo, o investimento é outro setor que está se recuperando mais lentamente. Nos primeiros dois meses, os investimentos em ativos fixos aumentaram 3,5% em relação ao mesmo período de 2019, o que significa que o crescimento médio nos últimos dois anos foi de 1,7%. Dentre todos os tipos de investimento, o industrial diminuiu, em média, 3,4% por ano; em infraestrutura a queda foi de 1,6% por ano; e o imobiliário aumentou 7,6% por ano. Fonte: 21st Century Business Herald
8 de março de 2021
De acordo com as estatísticas da alfândega chinesa, o valor total de importações e exportações realizadas nos primeiros dois meses de 2021 foi de 5,44 trilhões de yuans, um aumento de 32,2% comparando com o mesmo período do ano passado. Nas transações em dólar, o montante foi de US$ 834,49 bilhões, com um crescimento de 41,2% em comparação com os primeiros dois meses de 2020. As exportações totalizaram 3,06 trilhões de yuans (equivalente a US$ 468,87 bilhões), cresceram 50,1% (calculando em dólar, o aumento foi de 60,6%); as importações aumentaram 14,5% (em dólar, 22,2%), alcançando os 2.38 trilhões de yuans (US$ 365,62 bilhões). O balanço comercial teve um superávit de 675,86 bilhões de yuans (US$ 103,25 bilhões), em comparação com um déficit de 43,3 bilhões de yuans de ano passado (US$ 7,21 bilhões, em 2020). Comparando com ano de 2020, houve uma alta de importações e exportações “general trade”, que se refere à importação ou exportação unilateral, diferente de “processing trade”, no qual o produto é importado/exportado para ser processado ou montado e depois exportado/importado de volta. Nos primeiros dois meses de 2021, “general trade” cresceu 34,4%, atingindo 3,35 trilhões de yuans (US$513,32), correspondendo a 61,6% de total de importações e exportações. Além disso, houve um crescimento nas importações e exportações realizadas com os principais parceiros comerciais e com os países situadas na Nova Rota da Seda chinesa (Belt and Road Initiative, em inglês). Nesses dois meses, Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, sigla em inglês) foi o maior parceiro comercial da China, atingindo um valor de 786,2 bilhões de yuans (US$ 120,47), com uma ampliação de 32,9%, e equivale a 14,4% de total de importações e exportações chinesas. A União Europeia, os EUA e o Japão são segundo, terceiro e quarto maior parceiro comercial da China, respectivamente. As importações e exportações feitas pelas empresas privadas subiram 49,5%, totalizando no valor de 2,57 trilhões de yuans (US$ 393,8 bilhões), que representa 47,2% de total de importações e exportações. Comparando com o mesmo período de ano passado, houve um crescimento de 5,5%. Ao mesmo tempo, as trocas comerciais realizadas pelas empresas com capital estrangeiro também ampliaram 14,6%, ou seja, um total de 2,04 trilhões de yuans (US$312,59 bilhões), que constitui 37,5% de total de importações e exportações. Em relação às exportações, houve um grande aumento para os produtos eletromecânicos (ampliou 54,1%, representando 60,3% de exportações, a um valor de US$ 283,47 bilhões). Aqueles que demandam intensiva mão de obra tiveram crescimento de 49,2%, correspondendo a 18,7% de exportações, como equipamentos de processamento de dados e suas peças, celulares, automóveis, vestuários, têxteis como máscaras e produtos plásticos. Além desses, a exportação de óleo refinado e de aço também cresceram. No que diz respeito ao custo de importação, o valor do minério de ferro aumentou, enquanto o valor de produtos como petróleo bruto e gás natural caíram. Além disso, houve um crescimento na quantidade de importação de produtos mecânicos e de veículos (incluindo chassi). O aumento no valor total de importações e exportações foi devido a três fatores. Primeiramente, a economia e o consumo das maiores economias, como a Europa e os EUA, voltaram a crescer. E o aumento das demandas externas nesses países impulsionou o crescimento das exportações da China. Em segundo lugar, a economia chinesa está se recuperando constantemente, o que estimula o crescimento das importações. E, por último, no ano passado, a taxa de importações e exportações da China foi prejudicada pela Covid-19, por isso, a diferença entre este ano e ano de 2020 parece ser grande. Entretanto, mesmo comparando com os dois primeiros meses de 2019 e de 2018, a China conseguiu um aumento de aproximadamente 20% nas importações e exportações também. Fonte: 21st Century Business Herald
17 de novembro de 2020
A gigante na área de rede social e de jogos chinesa, Tencent, divulgou seus resultados financeiros anual e do terceiro trimestre. A empresa sediada em Shenzhen registrou um crescimento massivo de 89% no lucro líquido ano a ano para 38,54 bilhões de yuans (R$ 31,32 bilhões) no terceiro trimestre fiscal, de acordo com seu relatório financeiro. A empresa teve uma receita de 125,5 bilhões de yuans (R$ 102,06 bilhões), um aumento de 29% no comparativo anual e acima das expectativas dos analistas. Os jogos, que respondem pela maior parte da receita geral da Tencent e são agrupados em seu segmento de serviços de valor agregado (VAS), tiveram um aumento de receita de 45% ano a ano para 41,42 bilhões de yuans (R$ 33,48 bilhões). Títulos domésticos populares incluem Peacekeeper Elite (a versão chinesa do PUBG Mobile ) e Honor of Kings , com o último registrando mais de 100 milhões de contas ativas diárias nos primeiros 10 meses deste ano, disse o relatório. Em reconhecimento ao sucesso do jogo desde seu lançamento há cinco anos, a empresa disse que planeja lançar dois novos jogos, uma série animada e uma série dramática de ação ao vivo no universo Honor of Kings. Também categorizados no segmento de VAS estão as assinaturas de vídeo e de música, com o primeiro crescendo 20% para 120 milhões de assinantes, enquanto o último cresceu 46% ano a ano para 52 milhões de assinantes. O aplicativo de mensagens da empresa WeChat, que passou por várias atualizações de versão neste ano, atingiu 1,21 bilhão de usuários ativos por mês, um aumento de 5,4% ano a ano. Sua unidade de fintech e serviços corporativos registrou crescimento moderado, com aumento de receita de 24% em relação ao ano anterior, para 33,25 bilhões de yuans (R$ 27,1 bilhões) no terceiro trimestre, devido a maiores receitas de pagamento comercial e gestão de patrimônio. A receita de publicidade online cresceu 16% para 21,35 bilhões de yuans (R$ 17,28 bilhões) em uma base anual. A gerência disse que a atividade de publicidade da China parece ter voltado ao normal geral após a COVID-19, mas observou algumas exceções da indústria, como a de viagens, bem como mudanças substanciais no comportamento dos anunciantes. Fonte: Pandaily
3 de novembro de 2020
A Agência de Notícias Xinhua divulgou nesta terça-feira (3) as "Sugestões do Comitê Central do Partido Comunista da China sobre a Formulação do 14º Plano Quinquenal de Desenvolvimento Econômico e Social Nacional e as Metas e Expectativas para 2035", que consistem em 60 artigos, cujos principais pontos estão listados a seguir. Primeiro Bloco – Observações Gerais: O foco principal é a conquista decisiva da construção de uma sociedade próspera em todos os aspectos, as profundas e complexas mudanças em nosso ambiente de desenvolvimento e a necessidade de modernizar o conceito de comunismo até o 2035. No período dos 5 anos direcionar o crescimento econômico e seguir plenamente os princípios e objetivo. Realizações decisivas na construção de uma sociedade próspera em todos os aspectos. Nosso ambiente de desenvolvimento está enfrentando mudanças profundas e complexas. Alcançar a visão da modernização socialista até 2035. Ideologia orientadora para o desenvolvimento econômico e social durante o período do plano quinquenal. O desenvolvimento econômico e social no período Plano Quinquenal deve ser orientado para os seguintes princípios Aderir à liderança geral do Partido. Aderir ao princípio do povo no centro. Aderir ao novo conceito de desenvolvimento. Insistir no aprofundamento da reforma e da liberalização. Aderir à visão sistemática. Principais objetivos socioeconômicos durante o Plano Quinquenal: Novas conquistas no desenvolvimento econômico. Novas conquistas na reforma e a abertura comercial. Elevação do nível de civilização social. Novos progressos na construção da civilização ecológica. Novos níveis no bem-estar da população. Elevação da eficácia da governança do Estado. Segundo Bloco – Detalhamento: A segunda é dedicada ao detalhamento das tarefas-chave de desenvolvimento socioeconômico, reforma e liberalização no período do Plano Quinquenal. Está dividida em 12 pontos e define os processos de inovação científica e tecnológica, desenvolvimento industrial, mercado doméstico, aprofundamento da reforma, revitalização rural, desenvolvimento regional, construção cultural, desenvolvimento verde, abertura comercial, construção social, desenvolvimento da segurança e defesa nacional. Fortalecer as capacidades estratégicas científicas e tecnológicas do país. Melhorar a capacidade de inovação tecnológica das empresas. Estimular o talento e a inovação. Melhorar os mecanismos institucionais para a inovação científica e tecnológica. Melhorar a modernização da cadeia de suprimentos. Desenvolver indústrias emergentes. Acelerar o desenvolvimento das modernas indústrias de serviços. Desenvolvimento coordenado da infraestrutura. Acelerar o desenvolvimento digital. Fluir a estratégia da circulação macroeconômica doméstica (autossuficiência do mercado). Promoção da circulação macroeconômica dupla entre o nacional (autossuficiência) e internacional. Promover o consumo em geral. Expandir o espaço de investimento. Estimular a vitalidade de vários agentes do mercado. Melhorar a governança macroeconômica. Estabelecer um sistema fiscal e financeiro moderno. Construindo um sistema de mercado de alto padrão. Acelerar a transformação das funções governamentais. Melhorar a qualidade e a competitividade da agricultura. Melhorar a infraestrutura e a construção rural. Aprofundar a reforma rural. Consolidar a ligação entre a expansão da redução da pobreza e da revitalização rural. Construir um novo padrão de desenvolvimento e proteção do espaço territorial. Promover o desenvolvimento regional coordenado. Promover uma nova urbanização com pessoas como núcleo. Elevar o nível de civilização na sociedade. Elevação do nível dos serviços culturais públicos. Melhorar o moderno sistema da indústria cultural. Acelerar o desenvolvimento verde de baixo carbono. Melhoria contínua da qualidade ambiental. Melhorar a qualidade e a estabilidade dos ecossistemas. Melhorar a eficiência do uso dos recursos. Construir um sistema econômico com maior nível de liberalização. Promover o desenvolvimento de alta qualidade da iniciativa One Belt One Road (Nova Rota da Seda comumente entendido). Participar ativamente na reforma do sistema de governança econômica global. Elevar o nível de renda da população chinesa. Reforço da política de prioridade da empregabilidade. Construir um sistema de educação de qualidade. Construir um sistema multinível de previdência social multinível. Promover a construção civil baseada na saúde dos operários. Enfrentar ativamente o envelhecimento da população. Fortalecer e inovar a governança social. Fortalecimento dos sistemas de segurança nacional e de capacitação. Garantir a segurança econômica nacional. Salvaguardar a vida das pessoas. Manutenção da estabilidade e segurança social. Melhorar a qualidade e a eficácia da defesa nacional e da modernização do exército. Promover o crescimento simultâneo da defesa nacional e da força econômica. Terceiro Bloco – Encerramento: O terceiro bloco concentra-se no fortalecimento da liderança centralizada e unificada do Comitê Central do Partido, na promoção da construção política socialista e na melhoria dos mecanismos de planejamento e implementação. Fortalecimento da liderança centralizada e unificada do Partido. Promover a construção política socialista. Manter a prosperidade e a estabilidade a longo prazo de Hong Kong e Macau. Promover o desenvolvimento pacífico das relações de Taiwan e a unificação da pátria. Promover ativamente um ambiente externo positivo. Melhoria dos mecanismos de planejamento e implementação. Fonte: 21caijin
29 de outubro de 2020
O porta-voz do Ministério do Comércio, Gao Feng, anunciou em uma coletiva de imprensa os dados dos três primeiros trimestres das vendas online de varejo. Foram mais de 8 trilhões de yuans (R$6,8 trilhões), um aumento de 9,7% comparando com o mesmo período do ano anterior. Desse montante, as vendas a varejo de produtos agrícolas resultaram em 288,41 bilhões de yuans (247.93 bilhões de reais), um aumento de 34,3%. Já as importações de E-commerce a varejo aumentaram mais de 17% em relação ao ano anterior. Japão, Estados Unidos e Austrália são os três maiores países de origem da importação. Nos 8 trilhões de yuans (R$6,8 trilhões) do total das vendas online, 6,6 trilhões de yuans (R$5,6 trilhões) são de vendas de bens físicos, representando 24,3% das vendas totais de bens de consumo no varejo do país (incluindo online e offline), 4,8 pontos percentuais a mais do que no mesmo período do ano passado. Gao Feng, apontou que o e-commerce está acelerando a digitalização do mercado, dando origem a novas formas e modelos de negócio, ampliando a cadeia industrial, cadeia de suprimentos e cadeia de valor, e impulsionando a economia digitalizada. A contínua atualização de tecnologias nas vendas online, como o atual consumo saudável e o consumo verde, fez com que o E-commerce evoluísse fortemente. Analisando o histórico, modelos que combinam entretenimento e consumo, como as live commerce, fizeram sucesso nos últimos anos. Outro é o modelo "sem contato" que se tornou um canal importante para que bens e serviços cheguem diretamente aos consumidores, sem intermediários. Grandes empresas de E-commerce usam o modelo C2M (Costumer to Manufacture), ou seja, com os dados, tecnologia e criatividade reunidos online, alimentam as empresas reais, construindo uma "plataforma de fabricação inteligente" que promove a inovação, redução de custos e suprir deficiências. De acordo com Gao Feng, no setor de serviços online obtiveram resultados positivos. Os dados do Ministério de Comércio mostram que, no terceiro trimestre, o consumo online de entrega de comidas cresceu quase 10% em relação ao ano anterior, enquanto o crescimento do turismo online passou de negativo a positivo. Fonte: 21caijin