
26 de novembro de 2025
China2Brazil
A China anunciou, em 26 de novembro, avanços na extração e no uso de metais raros dispersos, como gálio, germânio e índio, após desenvolver novas tecnologias para aumentar a recuperação desses elementos em minas e processos de fundição. O Ministério dos Recursos Naturais informou que as inovações elevam a autossuficiência em materiais estratégicos usados em setores como defesa, novas energias, 5G e semicondutores . Segundo o governo, a China superou limitações históricas na extração desses metais em minerais de baixo teor presentes em carvão, alumínio, cobre, chumbo e zinco. A taxa integrada de recuperação de germânio no carvão subiu de 55% para mais de 80%. Na fundição de chumbo e zinco, a recuperação de gálio, germânio e índio avançou, em média, 10%. No processo de cobre, as taxas de selênio, telúrio e rênio aumentaram de 93%, 65% e 70% para 97%, 90% e 80%. Além disso, o país desenvolveu tecnologias e equipamentos para produzir materiais de alta pureza. A China criou cinco tipos de equipamentos centrais, entre eles um cristalizador com gradiente de temperatura e controle de orientação cristalina, que permite a produção estável de gálio ultrapuro de nível 8N para epitaxia por feixe molecular (MBE). Também produziu o primeiro detector nacional plano de germânio de alta pureza e ampliou linhas de produção de materiais avançados, como germânio ultrapuro, o que elevou o valor agregado da cadeia. Com essas iniciativas, a taxa de autossuficiência de metais estratégicos, como gálio para MBE, índio para painéis LCD, substratos monocristalinos de germânio e filmes finos de telureto de cádmio, ultrapassou 70%. O governo afirma que esses elementos têm valor estratégico para indústrias emergentes e para a disputa global em inovação tecnológica . As autoridades destacam que, apesar de a China ter grandes reservas associadas a minerais como carvão, alumínio, cobre, chumbo, zinco e molibdênio, o país enfrentou por décadas processos complexos, baixo rendimento e instabilidade na produção de alta pureza. Os novos resultados buscam reduzir a dependência externa em materiais de padrão elevado e fortalecer a base tecnológica da indústria chinesa. Fonte: news.cn

26 de novembro de 2025
China2Brazil
Em 25 de novembro, o Instituto de Pesquisa do Ministério do Comércio da China divulgou o Relatório de Desenvolvimento da Indústria de Varejo Instantâneo (2025), que aponta que o setor se aproxima do patamar de RMB 1 trilhão. O documento afirma que o mercado deve ultrapassar esse valor em 2026 e alcançar RMB 2 trilhões até 2030, com taxa média anual de crescimento de 12,6% durante o 15º Plano Quinquenal. O órgão afirma que a construção de um ecossistema saudável e o avanço de um desenvolvimento de alta qualidade serão prioridades. O Relatório define o varejo instantâneo como um modelo baseado em pedidos imediatos online, atendimento imediato offline e suprimento local para demandas próximas. O ecossistema inclui consumidores, plataformas, entregadores, supermercados, operadores logísticos e pequenas e médias empresas. Segundo o documento, o mercado chinês de varejo instantâneo mantém expansão contínua. Em 2024, o setor atingiu RMB 781 bilhões, alta anual de 20,15%. A taxa superou em 12,95 pontos percentuais o crescimento do varejo online nacional e em 16,65 pontos percentuais o das vendas totais do varejo. Assim, o varejo instantâneo passou a atuar como motor de expansão do varejo no país. Durante a divulgação, Du Guochen, diretor do Instituto de Pesquisa de Comércio Eletrônico do Ministério do Comércio, afirmou que a escala e o modelo de negócios do varejo instantâneo avançam de forma consistente. Segundo ele, à medida que o modelo se integra aos sistemas locais de oferta, cresce a aceitação dos consumidores. O varejo instantâneo, antes restrito a situações urgentes, tornou-se parte da rotina urbana. Com mais usuários, expansão de cenários de consumo e maior diversidade de oferta, o potencial de consumo se amplia. O Relatório reforça que o setor atravessa etapa decisiva rumo ao patamar de RMB 1 trilhão. As plataformas priorizam qualidade e estruturam serviços baseados no princípio de “segurança e confiança”, com objetivo de fortalecer o ecossistema. Do ponto de vista do perfil de consumo, o documento informa que o público jovem segue como maioria dos usuários. Pesquisas de terceiros indicam que, em 2024, consumidores de 31 a 45 anos representaram 55% do total, cinco pontos percentuais acima de 2023. Dados do Meituan Flash Purchase confirmam essa tendência: até março de 2025, mais de dois terços dos usuários da plataforma nasceram nos anos 1990. No mercado, o Relatório aponta que as plataformas ampliam operações em regiões de nível distrital e municipal, que se tornam polos de crescimento. O Meituan Flash Purchase, por exemplo, alcança 2.800 municípios e, até setembro de 2025, havia implantado mais de 10 mil armazéns para entregas ultrarrápidas nessas áreas. Nessas regiões, o número de usuários, o volume de pedidos e o valor transacionado cresce em ritmo superior ao das grandes cidades. O órgão avalia que o mercado distrital mantém potencial elevado, impulsionado pelo grande contingente de usuários de internet no campo e pelo aumento das despesas de consumo rural. Em relação às tendências, o Relatório afirma que o varejo instantâneo evolui de transação de mercadorias para serviço integrado da vida diária. O setor passa a competir não apenas por preço ou variedade, mas por velocidade, confiabilidade, adequação a diferentes cenários, sustentabilidade e coordenação da cadeia de suprimentos. Nos próximos anos, o setor deve avançar com expansão para mercados de níveis inferiores, cobertura multiescenario, atendimento com apoio de IA, integração entre produtos e serviços, práticas de baixo carbono e redes de suprimento mais conectadas. Para orientar esse avanço, Du Guochen afirmou que a demanda por conveniência, rapidez e experiência fará com que a competição se concentre em eficiência de entrega, qualidade de serviço, capacidade digital e gestão da cadeia de suprimentos. Ele propõe progresso coordenado em cinco áreas: sistema de entregas, padrões de serviço, transformação digital, gestão de cadeia de suprimentos e desenvolvimento sustentável. Fonte: stdaily.com

26 de novembro de 2025
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O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China (MIIT) anunciou, em 26 de novembro, o início de testes comerciais para serviços de Internet das Coisas ( IoT ) via satélite. O programa terá duração de dois anos e será aplicado em todo o território chinês. Os serviços de IoT via satélite operam com transmissão de dados em baixa velocidade e usam redes de comunicação por satélite para conectar dispositivos em áreas amplas. A tecnologia atende terminais de coleta de dados, dispositivos vestíveis, equipamentos portáteis e meios de transporte, como veículos, navios e aeronaves. O MIIT afirma que essa infraestrutura amplia o alcance da conectividade e apoia a expansão do setor espacial comercial. Segundo o comunicado oficial, os testes têm como público-alvo empresas e instituições que dependem do serviço. Os principais setores envolvidos são indústria, transporte, energia, agricultura e resposta a emergências, que utilizam esse tipo de conexão para coleta e transmissão contínua de dados. O MIIT informou que os objetivos do projeto são ampliar a oferta de serviços de comunicação por satélite, melhorar a capacidade de atendimento às empresas, criar um sistema de supervisão de segurança e estabelecer modelos replicáveis para uso futuro. A pasta avalia que o avanço da IoT via satélite pode fortalecer setores emergentes, como a indústria espacial comercial e a economia de baixa altitude. Fonte: news.cn

25 de novembro de 2025
China2Brazil
O Ministério do Comércio da China informou, em 25 de novembro, que estendeu mais uma vez o prazo da investigação sobre as medidas de salvaguarda aplicadas à carne bovina importada. A decisão atende ao cronograma do processo e à avaliação de que o caso exige mais análise técnica. O Ministério abriu a investigação em 27 de dezembro de 2024, por meio do Anúncio nº 60/2024, com base no regulamento chinês sobre medidas de salvaguarda. Depois, em 6 de agosto de 2025, publicou o Anúncio nº 38/2025, que prorrogou o prazo até 26 de novembro de 2025. Agora, devido à complexidade do processo, o governo ampliou o período de apuração até 26 de janeiro de 2026. Fonte: people.com.cn

25 de novembro de 2025
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O Instituto de Aeronaves Especiais da AVIC assinou um acordo para vender 18 dirigíveis tripulados AS700 à Zhejiang Kongyu Ronghe Low-Altitude Industry Development. O anúncio, feito pelo Grupo de Indústria da Aviação da China (AVIC), marca a ampliação das operações comerciais do modelo e ocorre após a entrega da primeira unidade na região leste da China , em Shaoxing, em novembro. O instituto e o governo local de Shaoxing haviam discutido, nos meses anteriores, as condições operacionais dos dirigíveis AS700, incluindo modelos de receita e etapas para consolidar a operação comercial. As partes iniciaram a negociação na Airshow China, em novembro de 2024, avançaram para um acordo estratégico em 2025 e formalizaram agora o pedido de 18 unidades. A relação evoluiu de uma compra isolada para a construção de uma cadeia completa de cooperação, que abrange desenvolvimento, certificação, fabricação e operação. A entrega do primeiro AS700 à Cidade Tecnológica de Jian Shui, em Shaoxing, completou o ciclo que vai da validação de cenários ao início das operações comerciais. Segundo a AVIC, esse processo integrou todas as etapas da produção nacional de dirigíveis tripulados, desde o desenvolvimento até a operação em campo. A partir deste contrato, o Instituto de Aeronaves Especiais da AVIC planeja ampliar os cenários de uso dos dirigíveis, com foco em turismo aéreo, segurança urbana, aerofotogrametria, resgate e programas educacionais. A instituição pretende padronizar tecnologias, expandir modelos de operação para outras regiões e fortalecer um ecossistema voltado à economia de baixa altitude. O plano inclui formar um cluster industrial que apoie a modernização da manufatura e a expansão econômica regional. Fonte: stdaily.com

25 de novembro de 2025
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A China consolidou, nos últimos anos, uma mudança estratégica na indústria farmacêutica. Antes conhecida como fornecedora de Ingredientes Farmacêuticos Ativos (IFAs) de baixo custo, o país passou a atuar como uma das principais fontes de inovação do setor. A transição ganhou força com a implementação do 15º Plano Quinquenal, que estabeleceu apoio direto ao desenvolvimento de medicamentos e dispositivos médicos inovadores. A diretriz impulsionou um período de expansão rápida e aumento da competitividade global das empresas chinesas . Desde então, o governo intensificou reformas no sistema de avaliação e aprovação de medicamentos. A Administração Nacional de Produtos Médicos (NMPA) passou a publicar políticas que estimulam a inovação e criam condições para que novas terapias avancem na pesquisa ao mercado em menos tempo. Entre as medidas, a agência implementou quatro vias aceleradas de aprovação (terapia inovadora, aprovação condicional, revisão prioritária e aprovação especial) e um canal de 30 dias para análise de ensaios clínicos. A combinação dessas iniciativas formou um arcabouço regulatório que reduz prazos e aumenta a previsibilidade para pesquisadores e empresas. Em 2024, o tempo médio de avaliação de pedidos de registro de medicamentos inovadores caiu para 225 dias úteis. Entre as submissões que receberam revisão prioritária, o prazo recuou para 162 dias úteis. No campo dos dispositivos médicos, a NMPA aprovou três produtos inovadores desde novembro, incluindo um cateter descartável de ablação por campo elétrico de pulsos cardíacos com monitoramento de pressão e um sistema de endoprótese toracoabdominal. Em 2025, a agência anunciou dez medidas para otimizar a supervisão de todo o ciclo de vida dos dispositivos médicos e apoiar tecnologias avançadas. O documento inclui a revisão dos processos de aprovação especial, a atualização dos princípios de classificação e nomenclatura e o reforço do sistema de padrões técnicos, com o objetivo de elevar a competitividade internacional desses produtos. Paralelamente, os requisitos técnicos de avaliação passaram a seguir padrões internacionais. Isso abriu espaço para que empresas chinesas participem mais da formulação de normas globais e submetam novos medicamentos à aprovação simultânea dentro e fora do país. Exemplos recentes incluem o Crovalimabe para injeção e o Pesorilizumab, lançados pela primeira vez na China com base em estudos clínicos internacionais. O crescimento também se refletiu no investimento. Desde o início do 14º Plano Quinquenal, os recursos destinados à pesquisa e desenvolvimento no setor aumentaram, em média, 23% ao ano. O volume de novos medicamentos em desenvolvimento colocou a China como a segunda maior força global nessa área. Terapias de pequenas moléculas, PD-1, imunoterapias e terapias celulares alcançaram novos mercados e ampliaram a presença das empresas chinesas no exterior. O movimento atraiu multinacionais. Na 8ª Exposição Internacional de Importação da China (CIIE), mais empresas estrangeiras lançaram produtos no país e ampliaram planos de investimento. O mercado farmacêutico chinês tornou-se o segundo maior do mundo, o que reforça sua posição no fluxo global de inovação. Apesar dos avanços, autoridades reconhecem desafios. A base científica ainda não produz, na mesma proporção, medicamentos originais com novos alvos e novos mecanismos de ação. Para ampliar essa capacidade, a NMPA defende investimentos contínuos em pesquisa fundamental, maior integração entre ciência e indústria e políticas que facilitem a transformação de resultados científicos em produtos. A agência informou que intensificará a proteção dos dados de ensaios clínicos, reforçará o sistema de exclusividade de mercado e apoiará empresas na criação de terapias que preencham lacunas no tratamento de doenças e atendam demandas clínicas urgentes. Fonte: stdaily

24 de novembro de 2025
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Em 24 de novembro, o Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências informou que a equipe liderada pelo professor Qi Shengwen analisou amostras de solo coletadas pela sonda Chang’e 6 e esclareceu o mecanismo físico que explica a alta viscosidade do solo no lado oculto da Lua. O estudo, publicado em Nature Astronomy, detalha como as propriedades das partículas influenciam o comportamento do regolito. A equipe mediu com precisão o ângulo de repouso do regolito (indicador que mostra como materiais granulares fluem) usando experimentos com funil fixo e rolo. As análises mostraram que o solo trazido pela Chang’e 6 apresenta um ângulo de repouso maior que o de amostras do lado visível da Lua, o que indica fluxo mais próximo ao de solos coesivos da Terra. Segundo Qi Shengwen, partículas mais finas tendem a ser esféricas, mas as amostras da Chang’e 6 apresentam formas irregulares. Os pesquisadores atribuem essa diferença ao alto teor de minerais feldspáticos frágeis (cerca de 32,6%) e ao intemperismo espacial mais intenso no lado oculto. Essas condições ampliam o efeito do atrito, das forças de van der Waals e das forças eletrostáticas, o que aumenta o ângulo de repouso e, por consequência, a viscosidade. O estudo apresenta, pela primeira vez, uma explicação completa para o comportamento coesivo do regolito lunar sob a ótica da mecânica das partículas. As conclusões dão suporte científico a futuras missões e ao planejamento de infraestrutura lunar. Com o avanço dos programas de exploração de espaço profundo da China, os autores afirmam que as descobertas oferecem base teórica para projetos de uso de recursos lunares e para pesquisas sobre possíveis instalações na superfície da Lua. Fonte: news.china

24 de novembro de 2025
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A China iniciou, em 22 de novembro, um teste comercial de serviços de Internet das Coisas (IoT) por satélite para ampliar a oferta no mercado de comunicação e reforçar o desenvolvimento de setores emergentes, como a economia de baixa altitude e a indústria aeroespacial comercial. A informação foi divulgada pelo Diário de Ciência e Tecnologia. Segundo a Conferência 5G + Internet Industrial da China 2025, realizada em Wuhan, na província de Hubei, o projeto terá duração de dois anos. Nesse período, empresas elegíveis poderão oferecer serviços de IoT por satélite em conformidade com as normas vigentes. A iniciativa busca diversificar a oferta, incentivar a participação de novas empresas, fortalecer a capacidade de atendimento do setor e criar um sistema de supervisão de segurança. Além disso, pretende formar modelos de operação que possam ser replicados e ampliados. A IoT por satélite conecta dispositivos em terra, no mar e no ar por meio de redes de comunicação espacial. Essa tecnologia permite a coleta e a transmissão de dados em larga escala e atende áreas como pesca marítima, transporte, logística, energia, recursos hídricos, comunicações de emergência, economia de baixa altitude e Internet industrial. Nos últimos meses, a China acelerou o desenvolvimento da comunicação por satélite. O país avançou na construção de constelações, em pesquisas tecnológicas e na expansão industrial. Em agosto de 2025, o Ministério da Indústria e Informatização publicou uma diretriz para otimizar o acesso ao mercado e orientar a abertura do setor, definindo um plano integrado para ampliar os serviços de comunicação por satélite. Fonte: Xinhua.

24 de novembro de 2025
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O presidente da China, Xi Jinping , falou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira (24). Os dois líderes discutiram os desdobramentos da reunião realizada no mês passado em Busan, na Coreia do Sul, e trataram de temas sensíveis como Taiwan e a crise na Ucrânia. Xi Jinping afirmou que o encontro de Busan produziu consensos que estabilizaram as relações entre China e Estados Unidos. Segundo ele, os dois países mantiveram diálogo constante após a reunião e receberam avaliações favoráveis nas duas sociedades e no cenário internacional. Xi defendeu que as duas nações ampliem áreas de cooperação, reduzam pontos de atrito e adotem uma relação baseada em igualdade, respeito e reciprocidade. O presidente chinês também apresentou a posição oficial de Pequim sobre Taiwan. Ele afirmou que a reunificação faz parte da ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial e lembrou que China e Estados Unidos lutaram juntas contra o fascismo . Xi disse que os dois lados devem preservar os resultados daquele período histórico. Trump declarou que concorda com a avaliação de Xi sobre as relações bilaterais e afirmou que os dois governos estão executando os entendimentos firmados em Busan. Ele reconheceu a relevância da China na Segunda Guerra Mundial e disse que Washington compreende a importância da questão de Taiwan para Pequim. Os dois presidentes discutiram ainda a situação na Ucrânia. Xi afirmou que a China apoia iniciativas voltadas para a paz e pediu que as partes envolvidas reduzam diferenças para alcançar um acordo duradouro e vinculante. Fonte: CMG

24 de novembro de 2025
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A Administração Nacional de Energia da China informou, em 24 de novembro, os dados da indústria elétrica referentes ao período de janeiro a outubro. O órgão registrou que a capacidade instalada nacional atingiu 3,75 bilhões de kW no final de outubro, alta de 17,3% em relação ao ano anterior. Segundo o levantamento, a capacidade instalada de geração solar chegou a 1,14 bilhão de kW, avanço anual de 43,8%. A energia eólica somou 590 milhões de kW, aumento de 21,4% no mesmo intervalo. De janeiro a outubro, os equipamentos de geração funcionaram, em média, 2.619 horas, queda de 260 horas ante igual período do ano passado. Fonte: news.southcn