
1 de abril de 2026
China2Brazil
O Ministério da Educação da China realizou, em 31 de março, a reunião de implementação da Estratégia Nacional de Digitalização da Educação para 2026 e anunciou a nova versão da Plataforma Nacional de Educação Inteligente. A iniciativa amplia a integração entre inteligência artificial e ensino e reorganiza a oferta de serviços educacionais digitais no país. A atualização da plataforma atende a demandas estratégicas do sistema educacional . O novo Centro de Educação Escolar passou a reunir e atualizar conteúdos de educação básica, ensino profissional e ensino superior em um único ambiente. A medida busca padronizar o acesso e melhorar a gestão dos recursos educacionais. Além disso, o ministério lançou três novos módulos: o Centro de Inovação Científica e Tecnológica, o Centro de Aprendizagem ao Longo da Vida e o Centro de Ensino de Língua Chinesa. O primeiro conecta educação, tecnologia e formação de profissionais. O segundo estrutura um sistema de ensino contínuo aberto à população. Já o terceiro responde ao aumento da procura internacional pelo idioma chinês. O governo vai implementar o Centro Nacional de Big Data Educacional. A proposta é integrar e compartilhar dados do setor, além de ampliar o uso dessas informações na formulação de políticas públicas. Com o apoio de inteligência artificial, o ministério pretende reforçar a tomada de decisão e a gestão educacional com base em dados. Segundo o governo chinês, as medidas fazem parte da estratégia para modernizar o sistema educacional e alinhar a formação de estudantes às demandas tecnológicas e econômicas do país. Fonte: people.com.cn

1 de abril de 2026
China2Brazil
A China lançou em 1º de abril uma plataforma nacional de rastreabilidade de baterias de veículos de nova energia. O sistema reúne dados de toda a cadeia produtiva e permite acompanhar o ciclo completo das baterias, da fabricação ao reaproveitamento, com foco em controle regulatório e gestão de resíduos. A plataforma opera com base na identidade digital de cada bateria. Cada unidade recebe um código individual, o que viabiliza o rastreamento desde a produção até o descarte. Além disso, o sistema integra informações de fabricantes de baterias, montadoras de veículos elétricos , empresas de troca de baterias, oficinas, recicladoras e operadores de reaproveitamento. Segundo especialistas, a estrutura concentra quatro funções principais e conecta dados ao longo de todo o ciclo de vida das baterias. Com isso, reduz falhas de informação entre os diferentes agentes do setor e amplia a visibilidade sobre o destino dos componentes. De acordo com Wang Pan, especialista-chefe do Centro de Pesquisa em Tecnologia Automotiva da China, a regulamentação exige que empresas registrem dados de produção, instalação, vendas, descarte, reciclagem e reutilização. Dessa forma, o sistema estabelece um fluxo contínuo de informações e define responsabilidades ao longo da cadeia. Empresas de reciclagem passam a acessar dados técnicos com mais precisão, o que facilita a avaliação de valor residual e melhora o controle sobre materiais. Além disso, órgãos governamentais podem usar a plataforma para monitoramento em tempo real, emissão de alertas de risco e integração de dados. A medida permite identificar práticas irregulares, como desmontagem ilegal, e apoiar a padronização do setor. Fonte: gmw

1 de abril de 2026
China2Brazil
Companhias aéreas da China, como Air China, Xiamen Airlines e China United Airlines, anunciaram em 1º de abril o reajuste da taxa adicional de combustível em voos domésticos. As novas tarifas passam a valer para bilhetes emitidos a partir de 5 de abril de 2026 e variam conforme a distância do voo. Para trajetos de até 800 quilômetros, a taxa será de RMB 60 por passageiro. Já para voos acima dessa distância, o valor sobe para RMB 120 por passageiro. Além disso, a regra prevê exceções e descontos. Bebês, que pagam 10% da tarifa adulta, ficam isentos da taxa. Por outro lado, crianças, incluindo menores desacompanhados, militares feridos em serviço e policiais incapacitados, que pagam 50% da tarifa, terão cobrança reduzida: RMB 30 em voos de até 800 quilômetros e RMB 60 em trajetos superiores. Segundo as companhias, a data de emissão do bilhete define a aplicação da taxa. Passagens emitidas antes de 5 de abril de 2026 e posteriormente alteradas para voos após essa data não terão ajuste no valor já cobrado, sem reembolso ou cobrança adicional. Fonte: CCTV

1 de abril de 2026
China2Brazil
A China definiu a meta de que o setor principal de Internet das Coisas (IoT) ultrapasse 3,5 trilhões de yuans (cerca de US$505,8 bilhões) até 2028. O objetivo foi apresentado no plano de ação divulgado pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, em conjunto com outros órgãos do governo. Além da meta de valor, o plano prevê a formulação ou revisão de mais de 50 padrões técnicos até 2028. Também estabelece a expansão do número de conexões de dispositivos de IoT para 10 bilhões no mesmo período. A Internet das Coisas conecta dispositivos, máquinas e pessoas por meio de sensores e redes de comunicação. Na prática, a tecnologia integra ambientes físicos e sistemas digitais, permitindo coleta, transmissão e análise de dados em tempo real. Para sustentar o crescimento do setor, o governo definiu cinco frentes de atuação. Entre elas estão a atualização de dispositivos, a melhoria dos serviços de plataformas, o desenvolvimento de aplicações, o reforço da infraestrutura de rede e a consolidação de um ecossistema industrial. O plano também indica avanço em tecnologias-chave. Entre os focos estão sensoriamento, redes de comunicação, processamento de dados e segurança. Com isso, o governo projeta ampliar a capacidade de inovação do setor e elevar o nível de inteligência de dispositivos e plataformas até 2028. Fonte: Xinhua

1 de abril de 2026
China2Brazil
A Administração Meteorológica da China anunciou que o país construiu a maior rede de observação meteorológica agrícola do mundo, segundo reportagem da CCTV News publicada nesta quarta-feira (1º). O sistema integra monitoramento por ar, espaço e solo e sustenta políticas de segurança alimentar, além de apoiar a digitalização da produção agrícola. O modelo reúne dados de diferentes camadas de observação para acompanhar o desenvolvimento das lavouras em tempo real. Durante a atual temporada de plantio de primavera, instituições regionais já utilizam essa estrutura para orientar decisões no campo. Na província de Henan, por exemplo, o instituto local de ciências meteorológicas analisa indicadores como teor de clorofila com base em 48 sistemas de observação fenológica. Com isso, técnicos conseguem identificar padrões de crescimento do trigo e ajustar práticas agrícolas. Em Hunan, uma das principais regiões produtoras de arroz, autoridades meteorológicas e agrícolas instalaram estações de monitoramento em áreas de cultivo. Os equipamentos acompanham variáveis de microclima e enviam alertas sobre riscos, como temperaturas elevadas que podem comprometer mudas. De acordo com dados oficiais, a taxa de podridão precoce caiu 20% nos últimos três anos, enquanto os custos de produção reduziram mais de 10%. A infraestrutura nacional inclui 642 estações de observação manual, 738 automáticas, 15 centros especializados e 91 unidades experimentais. Esse conjunto permite cobrir áreas agrícolas estratégicas e reduzir lacunas de dados, com integração entre observação e experimentação. Segundo a administração meteorológica, a China mantém atualmente um sistema completo de coleta automatizada de dados sobre estágios de desenvolvimento das culturas, com precisão superior a 90% nos principais indicadores. Além disso, o país colocou em operação o Observatório Nacional do Clima de Xiong'an, o 27º observatório climático nacional. A unidade passou a enviar dados em tempo real para a plataforma de big data “Tianqing”, o que amplia a capacidade de previsão e emissão de alertas. O observatório adota uma estrutura com uma estação principal e oito auxiliares, distribuídas entre áreas urbanas e rurais da Nova Área de Xiong’an. A configuração cobre diferentes zonas ambientais, incluindo regiões urbanas, florestais, áreas úmidas e terras agrícolas, o que permite monitoramento climático integrado em múltiplos cenários. Fonte: ithome

31 de março de 2026
China2Brazil
A NVIDIA anunciou parceria com a AVEVA, empresa britânica de software industrial, para integrar soluções de engenharia e otimização operacional à plataforma Omniverse DSX Blueprint. A iniciativa busca aprimorar o uso de GPUs por meio de ajustes na arquitetura computacional e acelerar a implantação de fábricas de IA . Além disso, a colaboração inclui o uso da plataforma CONNECT e de tecnologias de gêmeos digitais industriais, que permitem simulações, visualização digital e design colaborativo. Com isso, as empresas pretendem reduzir o chamado “time-to-token”, indicador que mede o tempo entre a construção da infraestrutura e a geração de resultados computacionais. Segundo executivos da AVEVA e da NVIDIA, as fábricas de IA passaram a ocupar posição central na economia digital. As empresas afirmam que o setor demanda novos modelos de inteligência industrial capazes de otimizar todo o ciclo de vida dos data centers, do projeto à operação em tempo real. A proposta inclui a criação de arquiteturas unificadas de gêmeos digitais para ampliar a eficiência e acelerar a implementação dessas estruturas. Por outro lado, a expansão das fábricas de IA eleva a demanda por energia. Grandes empresas de tecnologia passaram a investir em fontes energéticas para sustentar data centers em larga escala. A Amazon firmou acordo com a Talen Energy para garantir 1.920 MW da usina nuclear Susquehanna, voltados à infraestrutura da AWS. Já o Google anunciou a reativação de uma usina nuclear em Iowa com o mesmo objetivo. Na Europa, o governo da Alemanha projeta ao menos dobrar a capacidade computacional de data centers até 2030, em comparação com 2025. Enquanto isso, empresas chinesas ampliam investimentos em aplicações industriais de IA. Lee Kai-fu, CEO da 01.AI e presidente da Sinovation Ventures, afirma que a tecnologia deixou a fase de testes e entrou em um ciclo de adoção em larga escala. Segundo ele, 2026 marcará o início da aplicação de múltiplos agentes inteligentes nas empresas, com a IA assumindo funções organizacionais antes distribuídas entre equipes. Lee também defende que a transformação digital exige mudanças estruturais. “A adoção de IA precisa partir da liderança e envolver a reconstrução dos modelos de negócio”, afirmou. Ele avalia que a estrutura industrial da China e o tamanho do mercado criam condições para o desenvolvimento de agentes inteligentes em diferentes cadeias produtivas. No setor corporativo, a Kingdee International reforça que o valor da IA depende da capacidade de processar grandes volumes de dados alinhados a cenários reais de negócio. A empresa afirma que sua base de mais de 7,4 milhões de clientes permite desenvolver soluções aplicadas a áreas como finanças, cadeia de suprimentos, manufatura e pesquisa e desenvolvimento. Ao mesmo tempo, executivos alertam que a IA pode alterar o modelo de receita de empresas de software, ao substituir produtos tradicionais por serviços baseados em agentes inteligentes. Xu Shaochun, CEO da Kingdee, afirma que a evolução de frameworks e infraestruturas de grandes modelos, junto ao avanço da engenharia de software com IA, sustenta essa transição e amplia a adoção de agentes inteligentes no ambiente corporativo. Fonte: gmw

31 de março de 2026
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A China pretende ampliar a abertura econômica ao exterior em 2026 e reforçar o suporte a empresas estrangeiras. A informação consta no relatório de trabalho do governo e foi detalhada pelo Conselho Chinês de Promoção do Comércio Internacional (CCPIT) em coletiva realizada em 31 de março. A entidade afirmou que dará prioridade à melhoria de serviços, ao incentivo ao intercâmbio entre empresas chinesas e internacionais e à conversão de oportunidades internas em projetos globais. Segundo o CCPIT, a estratégia inclui a ampliação de serviços de promoção comercial, apoio na solução de demandas empresariais, oferta de serviços jurídicos e expansão de informações e consultorias para investidores estrangeiros . Além disso, a entidade pretende atuar de forma coordenada para facilitar o ambiente de negócios e ampliar a participação internacional no mercado chinês. O porta-voz Wang Guannan afirmou que a atração de investimento estrangeiro seguirá como eixo central da política econômica. Entre as iniciativas previstas estão a Exposição da Cadeia de Suprimentos (Chain Expo), a Cúpula Global de Promoção de Comércio e Investimentos , a Conferência Empresarial da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e o Fórum Global de Estado de Direito Empresarial. Também estão programadas visitas locais de empresas estrangeiras e eventos institucionais voltados à aproximação entre governos e companhias, com foco na geração de projetos concretos de comércio e investimento. De acordo com o CCPIT, empresas multinacionais mantêm expectativa positiva em relação à economia chinesa durante o 15º Plano Quinquenal. Nos últimos meses, companhias globais anunciaram a ampliação de investimentos no país, o que reforça a posição da China como destino relevante para capital estrangeiro e como referência de previsibilidade econômica. Wang Guannan também destacou que 2026 marcará o “Ano da China” na APEC, o que deve ampliar o interesse internacional por eventos empresariais no país, como a Cúpula de Líderes Empresariais da APEC. Empresas dos Estados Unidos indicaram que pretendem manter e expandir suas operações no mercado chinês, além de participar das agendas ligadas ao encontro. O CCPIT informou que continuará a executar a iniciativa “mil delegações rumo ao exterior”. A proposta busca estimular parcerias diretas entre empresas chinesas e estrangeiras, ampliar a cooperação internacional e facilitar a implementação de projetos comerciais, com o objetivo de estender os efeitos do crescimento chinês a outros mercados. Fonte: cctv

31 de março de 2026
China2Brazil
O RoboNeo , ferramenta de inteligência artificial (IA) da empresa chinesa Meitu, permite que usuários criem vídeos completos a partir de uma única foto ou gravação, automatizando roteiro, storyboard, edição e finalização. A tecnologia diminui o tempo de produção e tende a reduzir custos, o que pode ampliar o acesso à criação de vídeos em operações de e-commerce. No mercado chinês, vendedores de e-commerce transfronteiriço em Shenzhen reportaram aumento na eficiência operacional. Antes, replicar vídeos virais exigia roteiro, gravação, edição e seleção de materiais, um processo de pelo menos meio dia. Com o RoboNeo, basta importar um vídeo de referência e os materiais do produto; o sistema gera automaticamente o vídeo final em até cinco minutos, reduzindo custos e tempo de produção. O sistema de Habilidades de Agente (AISkills) do RoboNeo organiza práticas, processos e capacidades de criação em módulos acionáveis. A skill “Exibição de Produto”, por exemplo, permite que usuários criem vídeos comerciais diretamente, sem repetir tentativas ou detalhar cada etapa, entregando ativos visuais prontos para uso e conversão em vendas. Pesquisadores destacam que a inovação da RoboNeo está em simplificar fluxos tradicionais de vídeo, antes complexos, integrando edição de texto, produção de imagens e pós-produção em um diálogo natural com o usuário. Basta inserir ideias em texto; a IA organiza imagens, vídeos e edição final. Lançado em julho de 2025, o RoboNeo atingiu mais de um milhão de usuários ativos mensais e entrou no top 10 das lojas de aplicativos em 26 países. Seu sucesso é atribuído ao modelo de fluxo de trabalho “anti-inércia”, que prioriza lançamentos rápidos de versões mínimas viáveis, ajustadas conforme as demandas do mercado. Especialistas em IA afirmam que o módulo AISkills resolve as principais dificuldades de usuários iniciantes, decompondo a experiência de profissionais em funções acionáveis, integrando criação artística, monetização comercial e promoção de marcas em diversos cenários de produção audiovisual. Fonte: gmw

31 de março de 2026
China2Brazil
Os setores manufatureiro e não manufatureiro da China entraram em território de expansão em março, indicam dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatísticas (DNE) nesta terça-feira (31), apontando recuperação da economia do país. O índice de gerentes de compras (PMI) do setor manufatureiro atingiu 50,4 em março, alta de 1,4 ponto percentual em relação a fevereiro. Huo Lihui, estatístico do DNE, afirmou que a retomada da produção e a atividade do mercado impulsionaram o crescimento. A produção e a demanda registraram expansão, com os subíndices de produção e novos pedidos em 51,4 e 51,6, respectivamente, aumentando 1,8 e 3 pontos percentuais. Indústrias de processamento agrícola e de alimentos secundários, além de pesca de metais e laminação de não ferrosos, registraram leituras acima de 55. O índice de volume de compras subiu para 50,9, avanço de 2,7 pontos, refletindo a recuperação da produção e da demanda. Grandes empresas mantiveram crescimento estável com PMI de 51,6, enquanto médias e pequenas empresas registraram melhorias mais acentuadas, com PMIs de 49 e 49,3, aumentos mensais de 1,5 e 4,5 pontos percentuais. No setor não manufatureiro, o PMI atingiu 50,1 em março, alta de 0,6 ponto percentual em relação a fevereiro, confirmando a expansão das atividades de serviços no país. Fonte: Xinhua

30 de março de 2026
China2Brazil
O BYD Dolphin Mini liderou o ranking de vendas no varejo de automóveis no Brasil em fevereiro, com 4.094 unidades emplacadas, segundo a Fenabrave. Trata-se da primeira vez que um carro elétrico ocupa a liderança mensal no país, e também a primeira vez que uma montadora chinesa alcança o topo da lista. De acordo com a BYD, o resultado marca a superação, em volume mensal, de veículos a combustão por um modelo elétrico no mercado brasileiro. Em comunicado, a empresa afirmou que o desempenho representa um marco para a indústria automotiva nacional. O modelo atingiu a liderança dois anos após seu lançamento no Brasil, em fevereiro de 2024. Desde então, acumulou crescimento consistente. Em 2024, o Dolphin Mini registrou 21.944 emplacamentos. Em 2025, o volume subiu para 32.459 unidades. No total, o modelo já soma mais de 62 mil unidades vendidas no país. O avanço ocorre em um contexto de mudança no comportamento do consumidor e de fatores externos. A volatilidade dos preços do petróleo influencia o custo dos combustíveis e afeta as decisões de compra. Relatório do Banco Central do Brasil aponta que tensões no Oriente Médio elevam incertezas sobre commodities e podem pressionar a inflação por meio do canal de energia. Segundo Pablo Toledo, diretor de Marketing e Comunicações da BYD Brasil, o aumento dos preços dos combustíveis tem levado consumidores a considerar veículos elétricos com mais frequência. Além disso, políticas públicas têm reduzido o custo de aquisição e uso. Atualmente, 16 estados e o Distrito Federal oferecem algum nível de isenção ou redução do IPVA para veículos elétricos e híbridos, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico indicam que políticas de incentivo, como as adotadas em São Paulo até 2030, buscam reduzir custos e ampliar o uso de energia limpa no transporte. A infraestrutura de recarga também cresce. Levantamento da ABVE em parceria com a Tupi Mobilidade aponta que o Brasil alcançou 21 mil pontos de carregamento públicos e semipúblicos até fevereiro de 2026, alta de 42% em relação ao ano anterior. Os carregadores rápidos (DC) somam 6.479 unidades, com aumento de 167% no período. Atualmente, há cerca de um ponto de recarga público para cada 20 veículos plug-in no país, com cobertura em mais de 1.600 cidades. A empresa planeja criar 3 mil empregos adicionais no complexo de Camaçari, na Bahia, elevando o total de funcionários para mais de 6 mil. A unidade produz modelos como Dolphin Mini, King e Song Pro, com capacidade estimada de até 600 mil veículos. Em 2025, a BYD alcançou a quarta posição no mercado automotivo brasileiro em volume total de vendas, segundo a Fenabrave, e manteve liderança no segmento de veículos eletrificados. Fonte: Xinhua