
29 de maio de 2020
China2Brazil
A Baidu Intelligent Cloud e a CCTV lançaram uma jornalista âncora em Inteligência Artificial para interagir online com os participantes. A âncora se chama "Xiaozhi" e é o primeiro produto de IA que integra diálogo inteligente, interação por voz e compartilhamento social na China. O serviço foi lançado durante as Duas Sessões, as reuniões políticas anuais mais importantes da China. Os usuários puderam jogar jogos de perguntas e respostas no celular com a “Xiaozhi” sobre as novas políticas das Duas Sessões. Com apoio da tecnologia Baidu Intelligent Cloud, "Xiaozhi" apresenta três características de destaque: "face bonita", "interação inteligente" e "comunicação eficiente". Sua aparência vem do retrato simulado de alta precisão 3D projetado pelo Baidu, utilizando também tecnologias como o modelo de Fluxo Multicamada de Atenção Truncada (SMLTA) e o algoritmo de rede neural de aprendizado profundo Wavenet, suportando interações por voz, efeitos 3D e apresentação em vários ângulos com expressões e movimentos faciais vívidos. Atualmente, a CCTV continua a expandir a pesquisa e aplicação de novas tecnologias de inteligência artificial e 5G, de acordo com o layout estratégico "5G+4K / 8K+AI", procurando inovar constantemente as abordagens de expressão e comunicação da mídia moderna. A colaboração entre o Baidu e o CCTV terá um forte efeito de demonstração no setor de mídia e acelerará a implementação da tecnologia de IA no campo de novas mídias. Fonte: Souhu.com

28 de maio de 2020
China2Brazil
A Tencent anunciou um plano de investimento de 500 bilhões de yuans (R$ 373 bilhões) em nova infraestrutura. De acordo com a Tencent News, as principais áreas da Tencent são: computação em nuvem, inteligência artificial, blockchain, servidores, grandes data centers, centros de supercomputação, sistemas operacionais de IoT, redes 5G, entre outras. Em termos de data centers, a Tencent construirá vários data centers de larga escala em toda a China. Na área de redes 5G, a empresa criou um laboratório de rede para explorar a inovação tecnológica e as práticas de aplicação do 5G em viagens e outros cenários. No campo da IoT, a Tencent também lançou um sistema operacional de terminal em tempo real e uma plataforma de desenvolvimento da IoT. Assim, fornecerá aos usuários recursos de desenvolvimento de aplicativos da IoT que abrangem vários cenários, como varejo, fabricação, logística, turismo cultural, viagens inteligentes e cidades inteligentes. A Tencent Cloud também lançou uma plataforma para suportar a digitalização industrial. O app de IA da Tencent está bastante desenvolvido principalmente nos campos médico e educacional. O reconhecimento de imagem, aprendizado profundo e outras tecnologias de IA estão sendo utilizados para ajudar médicos na triagem e diagnóstico de doenças. Durante a pandemia, pôde concluir o reconhecimento do padrão de IA em 2 segundos após o exame de tomografia computadorizada do paciente e fornecer aos médicos referências de diagnóstico auxiliares em 1 minuto. A Tencent Cloud também está abrindo centenas de recursos de IA para fornecer uma interface conveniente para inteligência industrial. Em termos de educação, a Tencent Education atende às autoridades educacionais de mais de 30 províncias e cidades em todo o país, fornecendo serviços de ensino on-line e atendendo a mais de 100 milhões de estudantes. Durante a epidemia, mais de 3 mil instituições de ensino profissional off-line foram transformadas em aulas on-line na sala de aula da Tencent. O Relatório de Trabalho do Governo para 2020, apresentado nas “Duas Sessões” recentemente realizadas na China, apontou que haverá o incentivo à construção de “nova infraestrutura”. É a primeira vez que a "nova infraestrutura" é incluída no relatório de trabalho do governo, o que implica que a China acelerará o desenvolvimento de suas novas redes de informação, aplicativos 5G e estações de carregamento, para estimular a nova demanda de consumo e impulsionar atualizações industriais. Fonte: Tencent Technology News

28 de maio de 2020
China2Brazil
O app chinês de compartilhamento de vídeo Kuaishou, conhecido como "Kwai" nos mercados estrangeiros, recentemente entrou em um acordo de cooperação estratégica com a gigante chinesa de e-commerce JD.com. O objetivo é entrar no negócio de e-commerce através de lives. Agora, os consumidores podem comprar os produtos da JD diretamente através de lives no aplicativo Kuaishou sem precisarem ser redirecionados para outras páginas. A colaboração tem como objetivo aumentar as vendas do festival de compras "618" da JD, que é semelhante à Black Friday no Brasil. O vice-presidente da JD Group já havia anunciado que o festival lançaria mais de 300 mil lives de grande porte para promover vendas. Segundo a 36Kr, a Kuaishou faz parceria com a Taobao há anos e sua aliança com a JD pode, agora, ajudá-la a ficar menos dependente da cadeia de suprimentos da Taobao. Enquanto isso, a JD tem a intenção de se envolver com os consumidores de cidades menores e áreas rurais, que é o principal mercado da Kuaishou. Espera-se que o 618 deste ano seja uma luta feroz entre as gigantes do comércio eletrônico. A JD anunciou que lançaria subsídios, descontos e cupons de centenas de bilhões de yuans, para criar um “618” com os maiores descontos da história e o maior número de novos produtos lançados. A T-mall da Alibaba também convidou 600 CEOs para fazer transmissões ao vivo no Taobao, incluindo marcas mundialmente conhecidas como Huawei, Glory, Suning.com, Lenovo e L'Oreal. O que é 618? Junho é o mês anual de comemoração do JD.com, onde ocorre uma série de atividades promocionais em grande escala, sendo o dia 18 de junho (618) o dia em que o JD.com atinge a maior escala de promoção de vendas. No dia 18 de junho de 2019, o GMV na primeira hora aumentou 65% comparado com o ano anterior. De 1 a 18 de junho de 2019, o GMV acumulado atingiu 50 bilhões de yuans (R$ 37,4 bilhões), incluindo 750 milhões de consumidores em todo o mundo. Embora tenha sido iniciado pela JD, o 618 se tornou o festival promocional para todo o setor de e-commerce da China. Fonte: 36Kr.com Leia mais: CEO chinesa vende R$ 257 milhões em live

28 de maio de 2020
China2Brazil
Muitos conhecem a Alibaba pela Aliexpress e sua plataforma de compra Taobao, que é o maior site de compra online do mundo. Mas muitos não sabem que, até 2003, a Alibaba, criada em 1999, era uma empresa focada em negócios B2B, ou seja, venda de empresa para empresa. Poucos, provavelmente, sabem que o Taobao foi lançado em plena epidemia da SARS, enquanto os funcionários da Alibaba estavam em isolamento e home office. Em abril de 2003, na véspera da 93ª Edição da Feira de Cantão, a Alibaba havia prometido para 50 clientes que levaria suas amostras para a Feira para fazer a promoção destes produtos. Entretanto Guangzhou, a cidade sede da Feira, foi considerada epicentro da SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Apesar de o governo local ter anunciado que não teria problemas com a epidemia, a grande maioria dos expositores não queria se arriscar. Após algumas horas de discussão, Jack Ma decidiu seguir o plano original de participação no evento. “Prometemos para os clientes, precisamos cumprir nossa promessa. A Alibaba tem a obrigação de representar seus clientes, que são fornecedores chineses, e participar da Feira,” disse Jack Ma. Dia 11 de abril. A responsável pelo projeto na Alibaba, Jie Song, chegou em Guangzhou, ficando 7 dias na cidade. No dia 18 de abril, Jie Song voltou para Hangzhou, a cidade sede da Alibaba. Três dias depois, ela retornou ao escritório e começou a apresentar sintomas como congestão nasal, dor de garganta e nariz escorrendo. No dia 7 de maio, Jie Song foi diagnosticada com SARS, o quarto caso da Província Zhejiang. Na época, Jie Song tinha 26 anos e ficou à beira da morte. No outro lado, a Alibaba, que foi criada em 1999, também estava à beira de sua morte. Jie Song teve contato com muitas pessoas quando voltou para Hangzhou, e isso tinha um risco potencial enorme. Para evitar a transmissão da doença, a cidade de Hangzhou entrou em alerta total, e todos os funcionários da Alibaba precisaram ser isolados. A Alibaba tinha apenas 4 anos e estava numa fase de alto crescimento. O isolamento global significava que o site da Alibaba, que era um dos maiores sites de B2B, ficaria inoperante. Se isso acontecesse, seria um grande desastre para a recém-nascida Alibaba. Ao mesmo tempo, a mídia local também começou a criticar a decisão da Alibaba de participar da Feira de Cantão. O Diário do Povo publicou um artigo chamado “O custo de paralisia”, criticando fortemente a empresa sem citar nomes. As empresas que ficavam no prédio da Alibaba a viam como “inimigo público”, afirmando que foi a Alibaba que trouxe a “SARS”. Na cidade de Hangzhou, a empresa também foi alvo de muitas críticas. O responsável da empresa, Jack Ma, sofreu grandes pressões e publicou uma carta, se desculpando. Muitos achavam que a Alibaba estivesse chegando ao seu fim, até Jack Ma lamentou: “Não imaginei que os primeiros tiros da SARS fossem contra a nossa empresa”. “Isolamento completo” Por causa da epidemia, a Alibaba não teve outra opção: o mais importante era a prevenção da doença. Às 16h00 do dia 6 de Maio, Jack Ma anunciou no escritório da Alibaba que todos os funcionários precisariam fazer home office. As pessoas começaram a arrumar suas coisas, e o suporte da empresa verificou se todos poderiam acessar a internet em casa e conectar ao sistema da empresa. Ao mesmo tempo, os procedimentos internos também foram ajustados. Em duas horas, mais de 400 funcionários saíram da empresa e começaram a trabalhar em casa. Um dos fundadores da Alibaba, Lei Peng, comentou que naquela ocasião, tudo se organizou, inclusive sem ordem dos gestores, todo mundo sabia o que precisava ser feito. Durante o isolamento, a Alibaba funcionou normalmente. Os funcionários transferiram os telefones comerciais para suas casas e pediram para seus familiares falarem sempre “Alibaba, pois não”, ao atender o telefone. No dia 7 de Maio, o primeiro dia de home office da Alibaba, os clientes nem perceberam a diferença, batendo o recorde de seu negócio: tiveram 12500 mensagens de oportunidades de compra e venda. Naquela ocasião, ninguém da Alibaba falava sobre o que não podiam fazer, todos falavam sobre o que podiam fazer. Os funcionários começavam a trabalhar às 8h da manhã, almoçavam, e voltavam à frente do computador às 13h. Chegando às 20h e 21h, os funcionários começavam a conversar e brincar juntos. Eles até organizaram um concurso de Karaokê online. Jack Ma e o então COO Mingsheng Guan, pegavam suas listas de contato e ligavam para cada funcionário para ver se estavam bem. Ao terminar o isolamento, os serviços da Alibaba não foram interrompidos nenhuma vez, e muitos clientes nem ficaram sabendo do isolamento. Como os funcionários da Alibaba conseguiram responder de forma eficiente naquela época? Mingshen Guan explicou que a questão chave era a cultura organizacional da empresa. Os colaboradores se uniram de forma incrível e proativa. Todos diziam que poderiam ficar isolados, mas os serviços aos clientes não poderiam ser interrompidos. Cliente em primeiro lugar, essa é a cultura da empresa. Se não fosse esta cultura, na crise, você teria que ficar mandando. Naquela época, a Alibaba tinha uma grande vantagem, não precisava de ordens. Para lidar com os desastres externos, dois aspectos são mais importantes: união e proatividade. “Arma Secreta”: Taobao Durante a epidemia da SARS, muitos países alertaram sobre o risco de viajar para a China, havendo redução muito significativa de viagens de negócio ao país. Muitos estrangeiros não podiam viajar e optaram pelas compras on-line. Os negócios da Alibaba cresceram em torno de 50%. Ao mesmo tempo, o modo de negócio da Alibaba se tornou conhecido rapidamente pela China e no mundo. Neste período, as feiras foram prorrogadas, clientes cancelavam pedidos e a maneira tradicional de negócio enfrentou grandes desafios, com pequenas e médias empresas passando por uma situação extremamente agonizante. A comercialização de seus produtos pela internet se tornou a forma mais acessível e segura para se salvarem. O público alvo da Alibaba era exatamente as empresas de pequeno e média porte, visto que de 1,9 milhão de associados da Alibaba, 90% se encaixavam na categoria. Segundo Jack Ma, as empresas de pequeno e médio porte eram exatamente as que mais precisavam de informações relacionadas a vendas pela internet. A Alibaba não decepcionou e, após o isolamento, a empresa não só conseguiu manter o funcionamento normal dos seus dois sites, mas também observou crescimento de 5 vezes na vendas! Mais importante que isso, a SARS comprovou a eficácia das tecnologias digitais e de internet, o que se tornou um ponto de virada da internet na China. Durante a epidemia, milhões de pessoas começaram a experimentar fazer compras online, com medo do contágio. O autor do livro “Alibaba: The House That Jack Ma Built> (Alibaba, a casa construída pelo Jack Ma), Duncan Clark, escreveu: ”para muitos chineses, o avanço da conectividade na China e o surto da SARS se encontraram naquela ocasião, as pessoas começaram a ter ciência de que poderiam fazer algo dentro de casa. A prosperidade do e-commerce chinês foi percebida pelas pessoas depois de alguns anos, mas este acontecimento foi a origem dela.” Antes da SARS, o principal negócio da Alibaba era B2B, não fazia vendas para consumidores. Depois da SARS, Jack Ma percebeu que o varejo online seria uma demanda inelástica das pessoas, então a Alibaba precisava criar este serviço. Porém, a ideia foi rejeitada fortemente pelos gestores de alto escalão. Os gestores até entendiam que o varejo online seria um mercado interessante, mas o problema era concorrer com a eBay, a gigante de e-commerce naquela época. Em 2003, a eBay era a empresa número 1º em e-commerce e estava no seu auge na China, enquanto a Alibaba era uma empresa que tinha apenas 4 anos, ninguém acreditava que uma empresa chinesa teria condição de vencer os americanos na área de internet e e-commerce. Mesmo com as rejeições, Jack Ma insistiu na sua ideia. No dia 17 de abril, antes do retorno da Jie Song a Hangzhou, Jack Ma montou uma equipe de estudo de seis pessoas, que foi responsável pela “arma secreta” para concorrer com a gigante eBay. No dia 10 de maio de 2003, quarto dia do isolamento da Alibaba, às 20h, a arma secreta, o site Taobao foi lançado oficialmente. No lançamento, tinha uma frase no portal: “Em memória das pessoas que trabalham duro neste período da SARS”. Naquele dia, a Alibaba começou a recrutar “Pioneiros Taobao”, pessoas que se cadastraram e validaram sua identidade no site dentro de um mês. O recrutamento foi um grande sucesso com a rápida chegada de lojistas e o crescimento exponencial de produtos disponíveis. Em apenas alguns dias, o número de produtos listados no Taobao chegou a ultrapassar a marca de 1000. Seis meses após ser lançado, o Taobao chegou na posição 100 do ranking global de sites, chegando ao 50º lugar no seu nono mês, e, no décimo-segundo mês, 20º. No início de 2005, a quantidade de usuários cadastrados no Taobao, que tinha menos de dois anos, ultrapassou 6 milhôes. Na mesma época, a eBay Yiqu (divisão da eBay na China), que havia se instalado na China 5 anos atrás, tinha 10 milhões de usuários. Com exceção disso, o Taobao ultrapassou a eBay em termo de quantidade de SKU, cliques e volume de transação. O Taobao continuou a crescer rapidamente, tendo vencido a batalha com a eBay, e se transformou no maior site de E-Commerce na China, tendo se tornado um grande império e, hoje em dia, tendo seu nome como sinônimo de E-Commerce na China. Desafio, oportunidade ou responsabilidade? No dia 19 de maio de 2003, o isolamento devido à SARS terminou, Jie Song recebeu alta e foi a primeira pessoa considerada curada da SARS, e a Alibaba atravessou o período de sufoco. Segundo o autor do livro “Os Quinze Anos Ferventes”, Jun Lin, a empresa mais beneficiada pela SARS foi a Alibaba, com a crise sanitária não apenas promovendo o e-commerce da empresa, mas também contribuindo para a união e coesão interna da entidade, fazendo com que ela se transformasse de uma boa empresa para uma grande empresa. Nos doze dias de isolamento, a execução, coesão e a capacidade de trabalhar individualmente surpreenderam os gestores da empresa. Fang Jiang, sócio da Alibaba, disse: “O que a SARS nos trouxe foi que encontramos o real significado do espírito da Alibaba: cliente em primeiro lugar, trabalho em equipe, abraçar mudanças, integridade, paixão e dedicação.” No dia 20 de abril de 2005, dois anos após a SARS, Jack Ma anunciou através de uma carta aos funcionários, que o dia 10 de maio é o “Aliday” (Dia da Alibaba). Neste dia, os familiares dos funcionários da Alibaba podem visitar e passear pela empresa, sendo organizados eventos comemorativos e “cerimônias de casamento coletivo”. Na carta, Jack Ma disse que esta comemoração foi criada para lembrar da luta insistente da Alibaba no período da SARS: “Seja uma pessoa ou uma empresa, para chegar em sua grandeza, tem que passar e vencer grandes dificuldades e desafios”. Muitas pessoas dizem que “a SARS foi um desafio e ao mesmo tempo foi uma oportunidade”, mas Jack Ma não concorda. Segundo ele, durante a SARS, ninguém deveria pensar que poderia ser uma oportunidade, mas sim, sobre quais problemas as pessoas estavam enfrentando e o que poderia ser feito para ajudá-las. Hoje, perante a crise da Covid-19, o entendimento de Jack Ma continua válido: não é uma oportunidade e sim uma responsabilidade. Leia mais: Alibaba investe R$ 8 bilhões em AIoT para expandir ecossistema Tmall Genie

27 de maio de 2020
China2Brazil
https://youtu.be/xClbL5GApvc A China tem usado o seu poder tecnológico para combater o coronavírus. Robôs equipados com tecnologia 5G são capazes de identificar a temperatura das pessoas e se estão usando máscara. Impressoras 3D imprimem quartos para que pacientes de COVID-19 possam ficar para se recuperar. Veja no vídeo as inovações tecnológicas da China. Fonte: XINHUANET

27 de maio de 2020
China2Brazil
O Departamento de Comércio dos EUA anunciou que 33 empresas e instituições chinesas terão acesso limitado à compra de produtos e serviços no país. Elas serão incluídas na “Lista de Entidades”. Entre as companhias estão a Qihoo 360 Technology, Instituto Harbin de Tecnologia, CloudWalk Technology, NetPosa, entre outras. O anúncio foi feito no dia 22 de maio. A inclusão na "Lista de Entidades" dos EUA inevitavelmente causará prejuízos às empresas relacionadas. A CloudWalk Technology, desenvolvedora chinesa de software de reconhecimento facial lamentou a resolução e alegou que teria realizado planos para lidar com seus efeitos. A CloudWalk foi fundada em 2015 e é uma das "AI Four Tigers” (Quatro Tigres da Inteligência Artificial, em tradução literal). O software antivírus e navegador Qihoo360, no entanto, criticou a resolução e a chama de "ação irresponsável" de politizar negócios e pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico. Várias instituições de valores mobiliários, incluindo Everbright Securities, BOC Securities, Hengtai Securities, também comentaram a decisão. Eles acreditam que a supressão dos EUA poderia causar impacto a curto prazo, mas, a médio e longo prazo, poderia impulsionar o desenvolvimento da indústria de tecnologia da China. Huawei também já apareceu na Lista O Departamento de Comércio dos EUA já havia adicionado a Huawei e 70 subsidiárias à "Lista de Entidades" para controle de exportação. De acordo com o Sina.com, a Huawei informou que, um ano após ser colocada na “lista”, aumentou seu investimento em P&D em cerca de 30%. Além disso, reescreveu mais de 60 milhões de linhas de código, desenvolveu mais de 1.000 novas placas e voltou a fornecer e suprir materiais, o que levou a sua falha em alcançar os planos de negócios. A Huawei declarou que, mesmo se o suprimento de um grande número de elementos técnicos industriais se tornar insustentável, a companhia continuará comprometida com o cumprimento das leis e regulamentos. A empresa afirmou também que cumprirá suas obrigações contratuais com clientes e fornecedores. Leia mais: Alibaba investe R$ 8 bilhões em AIoT para expandir ecossistema Tmall Genie Fonte: Sina.com.cn

27 de maio de 2020
China2Brazil
O maior app de entrega de comida da China, Meituan Dianping, teve uma receita bruta equivalente R$ 12,8 bilhões (16,8 bilhões de yuans) no primeiro trimestre, representando uma queda de 12,6% em relação ao ano anterior. O montante de perdas operacionais foi de R$ 1,3 bilhão (1,7 bilhão de yuans), aumentando 31,6% ano a ano. O relatório financeiro do primeiro trimestre divulgado em 25 de maio, mostra que apesar de a empresa ter se preparado para atenuar as perdas causadas pela pandemia do coronavírus, o impacto foi mais grave do que o esperado. Um ano e meio após a sua listagem, em 2019, a receita da Meituan estava prestes a passar 100 bilhões de yuans, tornando-se finalmente lucrativa. No primeiro trimestre deste ano, no entanto, a empresa sofreu um prejuízo líquido de R$ 168 milhões (220 milhões de yuans). Compondo a maior parte da receita total da Meituan, a receita do serviço de entrega de alimentos foi de R$ 7,3 bilhões (9,5 bilhões de yuans) no primeiro trimestre, uma queda de 11,4% comparado ao ano anterior. A receita de viagens e serviços hoteleiros foi de R$ 2,4 bilhões (3,1 bilhões de yuans), diminuindo 31,1% em relação ao ano anterior. Alguns novos serviços como entrega expressa local, entrega de alimentos frescos, compartilhamento de carros, entre outros, alcançaram receita de R$ 3,2 bilhões (4,2 bilhões de yuans), aumentando 4,9% em relação ao ano anterior. O aumento do preço das ações da Meituan após a divulgação do relatório, no entanto, transmitiu um sinal positivo aos investidores. Segundo o Huxiu.com, devido à pandemia, 790 mil novos motoboys entraram no setor de entregas. Entre o final de janeiro e o final de março, 457 mil deles se tornando empregados. Os novos serviços da Meituan podem ajudar a companhia a continuar consolidando sua posição de liderança no mercado. Sobre Meituan Como a principal plataforma chinesa de e-commerce para serviços, a Meituan opera apps conhecidos na China, incluindo Meituan, Dianping, Meituan Waimai, Mobike e outros. De acordo com seu site oficial, a Meituan oferece mais de 200 categorias de serviços. Entre eles: serviços de catering, entrega sob demanda, serviço de aluguel de carros, compartilhamento de bicicletas, reservas de hotéis e viagens, emissão de bilhetes para filmes e outros serviços de entretenimento e estilo de vida, abrangendo 2800 cidades e condados em toda a China. Até o final de dezembro de 2019, o número total de usuários de transações anuais da Meituan alcançou 450 milhões, com 6,2 milhões de comerciantes ativos na plataforma. O número médio de transações dos usuários foi 27,4. A Meituan Dianping (código de ações: 3690.HK) foi oficialmente listada na Bolsa de Valores de Hong Kong Limited (HKEX) no dia 20 de setembro de 2018. Até 30 de março de 2020, seu valor de mercado ultrapassava US$ 60 bilhões, sendo classificada como a terceira das empresas de Internet listadas na China e oitava no mundo. Leia mais: Meituan entra em negócio de compartilhamento de carregador portátil Fonte: www.huxiu.com

26 de maio de 2020
China2Brazil
Em notícia recente publicada pela Reuters News de Hong Kong, a empresa chinesa de tecnologia NetEase planeja realizar uma listagem secundária na Bolsa de Valores de Hong Kong no dia 11 de Junho, que será seguida por outra, uma semana depois, do varejista da web JD.com. As duas transações podem, juntamente, arrecadar US$ 5 bilhões, o que as tornarão nas maiores transações do mercado de capitais de Hong Kong deste ano. Entre os dois, a JD.com tem uma escala relativamente maior de até US$ 3 bilhões com a venda de 5% de seu patrimônio, enquanto a meta de financiamento da NetEase é de até US$ 2 bilhões. Rumores de que outra gigante do mercado da Internet, a Baidu, pensava em sair da Nasdaq para aumentar sua avaliação circulavam anteriormente e foram desmentidos por um de seus funcionários, que respondeu que eram boatos. No dia 21 de Maio o CEO da Baidu, Yanhong Li, declarou publicamente à mídia que, embora se preocupassem com o aumento rigoroso do controle imposto pelo governo americano sobre as empresas chinesas, não acreditavam que teria um impacto grave, havendo discussões internas constantes sobre o que poderia ser feito, incluindo a listagem secundária em lugares como Hong Kong. De acordo com o The Economic Observer Journal, o banco de investimento chinês CITIC Securities havia analisado anteriormente que, após o impacto da epidemia e dos atritos sino-americanos, além da exposição do escândalo de fraude do Luckin Coffee, a crise de confiança se repetiu, o que poderia levar a um pico de retorno das empresas chinesas listadas no exterior. Fonte: Reuters News; The Economic Observer

26 de maio de 2020
China2Brazil
A MissFresh anunciou, segundo a 36Kr, a conclusão de uma nova rodada de financiamento, atingindo uma avaliação pré-investimento de mais de US$ 3 bilhões. De acordo com informações publicadas, a MissFresh já havia concluído oito rodadas de financiamento e o montante acumulado foi de quase US$ 900 milhões. Os investidores anteriores incluem Goldman Sachs China, Tencent, Tiger Fund e outros fundos de primeira linha. Como uma de suas principais investidoras, a Tencent fez parceria estratégica com a MissFresh, o que a permitiu fazer bom uso dos diversos pontos de contato da Tencent nas mídias sociais, como contas oficiais do WeChat, mini programas, acessos de pesquisa, anúncios e assim por diante. Em Fevereiro deste ano, o mini programa "Tencent Smart Retail" no WeChat lançou um novo portal para a cidade de Shenzhen, pelo qual os consumidores podem comprar e concluir pagamentos diretamente através do WeChat Pay. A MissFresh foi uma das comerciantes integradas pelo mini programa, assim atraindo mais tráfego e aumentando suas vendas. A nova rodada de financiamento implica ainda o futuro promissor do mercado de e-commerce de alimentos frescos. O direto financeiro da MissFresh, Jun Wang, disse em entrevista à 36Kr: “A epidemia acelerou em dois anos a penetração do e-commerce de alimentos frescos”. No entanto, Zheng Xu, CEO da MissFresh, revelou que algumas empresas do setor têm dificuldades operacionais e enfatizou a importância de estratégias de operação refinadas, o que requer considerações cuidadosas sobre como reduzir custos e aumentar a eficiência por toda a cadeia de valor. Sobre a MissFresh Fundada em Novembro de 2014, a MissFresh é uma plataforma de e-commerce O2O (Online to Offline)para alimentos frescos, que vende frutas, legumes, frutos do mar, carne, leite e outras categorias. Possui, atualmente, a maior rede de armazéns pré-posicionados (armazém próximo aos consumidores) na China, com pelo menos 1500 armazéns divididos por 20 cidades em todo o país, possibilitando a entrega em 30 minutos de alimentos frescos de alta qualidade a dezenas de milhões de usuários. Fonte: 36kr.com

25 de maio de 2020
China2Brazil
A Didi Chuxing, dona da 99 no Brasil, abriu uma empresa de veículos autônomos. A nova companhia estabelecida em Pequim tem um capital registrado de R$ 7,8 milhões (10 milhões de yuans). Ela foi fundada para desenvolver tecnologias, tratar do aluguel de carros, atender ao público portadores de necessidades especiais, entre outros. A companhia também busca acelerar a implementação do projeto de direção autônoma da Didi. Recentemente, muitas empresas chinesas iniciaram testes de rua autônomos. A área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em tecnologia de condução não tripulada da Didi começou em 2016, possuindo atualmente uma equipe de mais de 200 pessoas na China e nos Estados Unidos. Licenças de teste de direção autônoma foram obtidas em Xangai, Pequim, Suzhou, Califórnia e outros locais. A direção autônoma está surgindo em muitas cidades da China. Wei Cheng, fundador e CEO da Didi, disse em uma entrevista que "a condução não tripulada e a era da inteligência artificial são as tendências do futuro, e os carros podem ser a primeira geração de robôs que utilizam a inteligência artificial em larga escala na história da humanidade." O mercado de veículos autônomos A Baidu, AutoX e WeRide lançaram seus próprios serviços de táxi sem motorista em Changsha, Xangai e Guangzhou, respectivamente. Em março, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação divulgou o Padrão Nacional para "Classificação de Direção Automotiva". No dia 19 de Maio foram anunciados, pelo Ministério dos Transportes da China em conferência de imprensa do Conselho de Estado, seis importantes avanços no setor de veículos autônomos chinês. Inicia, neste ano de 2020, a comercialização da direção autônoma pela China. Assim como o 5G, a tecnologia de veículos autônomos também é parte importante da competição tecnológica sino-americana. Gigantes americanas como a Waymo, Tesla e Cruise estão atualmente em posição de liderança no mundo, sendo o Vale do Silício ainda o centro global da área. Em 2019, a quilometragem total de testes de direção autônoma anunciada pela California Vehicle Administration foi de até 2,88 milhões de milhas (cerca de 4,64 milhões de quilômetros). No mesmo ano, o Relatório de Teste de Condução Autônoma de Pequim mostrou que a quilometragem total dos testes de estrada foi de 1,04 milhão de quilômetros. De acordo com dados do WeRide, Guangzhou tem 1,06 vezes o número de veículos no Vale do Silício e 3,99 vezes o número de pedestres no Vale do Silício por milha (cerca de 1,6 quilômetros), o que impõe requisitos técnicos mais altos às empresas chinesas. Fonte: www.autohome.com.cn Fonte da foto: Iot Automotive News