
6 de agosto de 2020
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A empresa chinesa de TechFin Ant Group liderou a "Lista Global Hurun de Unicórnios de 2020", divulgada pelo Instituto de Pesquisa Hurun no dia 4 de agosto, com uma avaliação de 1 trilhão de yuans (R$ 766,46 bilhões). A controladora da TikTok, ByteDance, ficou em 2º lugar com uma avaliação de 560 bilhões de yuans (R$ 427 bilhões). Além disso, a gigante chinesa de caronas por app DiDi Chuxing (dona da 99 no Brasil), e a empresa de gestão de patrimônio online Lufax, ficaram em terceiro e quarto lugar, com 370 bilhões de yuans (R$ 282 bilhões) e 270 bilhões de yuans (R$ 206 bilhões), respectivamente. A lista classificou as empresas não listadas no mercado de ações, fundadas após 2000 e avaliadas em mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,30 bilhões). Segundo a lista, existem 586 empresas unicórnio, 92 a mais que no ano passado. Os Estados Unidos ficaram em primeiro lugar com 233 empresas unicórnio, seguidos pela China com 227. Vale ressaltar que 18 das 227 empresas chinesas incluídas na lista pertencem ao setor de fintech, representando 7,93%. A Seguradora “Shuidi” (que significa gota d'água) é a única empresa de tecnologia de seguros selecionada. Anteriormente, alguns meios de comunicação informaram que a “Shuidi” estava se preparando para uma abertura de capital, já neste ano, e a avaliação de mercado da empresa atingiu de US$ 4 a 6 bilhões (R$ 21 a 31,7 bilhões). Também é relatado que a Ant Group planeja arrecadar US$ 30 bilhões (R$ 159 bilhões) para se listar em Xangai e Hong Kong, estimado para ocorrer em setembro. Leia mais: Lista Fortune 500 China de 2020 Fonte: Global Times

5 de agosto de 2020
China2Brazil
A primeira linha de produção da vacina contra a COVID-19 no mundo recebeu aprovação nesta quarta-feira. A instalação foi feita pela China National Biotec Group (CNBG) e recebeu um certificado de produção, segundo o jornal Global Times. A CNBG é afiliada do grupo estatal China National Pharmaceutical Group. Os departamentos governamentais da China realizaram um exame minucioso de biossegurança da linha de produção em julho e concluíram que a instalação atendia aos padrões nacionais e poderia entrar em operação para produção em massa da COVID- 19 vacinas, segundo o jornal. Tao Lina, pesquisadora de vacinas de Xangai, disse ao jornal Global Times, na quarta-feira, que a China poderá ter vacinas contra a COVID-19 em menos de três meses. "É possível que a China tenha a vacina COVID-19 já no final de outubro, já que algumas vacinas fabricadas no país entraram na fase três dos ensaios clínicos e precisam de cerca de um mês para observar seus efeitos nas amostras", disse Tao. Após o início da operação da oficina de fabricação de Pequim e outra instalação de produção pertencente ao instituto de produtos biológicos do CNBG em Wuhan, o CNBG será capaz de garantir uma capacidade anual de 220 milhões de doses de vacinas, de acordo com seu desenvolvedor. As 220 milhões de doses são para imunizar a equipe médica e o pessoal que trabalha em aeroportos e postos de fronteira. Após garantir uma certa quantidade de vacina para as reservas estratégicas da China, as exportações podem ser consideradas, observou Tao, acrescentando que países como Filipinas e Brasil são destinos em potencial. A Sinopharm está lançando o quarto principal teste de vacina COVID-19 no Brasil e buscará aprovação regulatória em breve. Leia mais: Vacina chinesa contra o coronavírus entra em fase 3 de testes clínicos e China se prepara para produção em massa Fonte: Global Times

5 de agosto de 2020
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De acordo com a CNBC News, o CEO da Tesla, Elon Musk, lamentou o caráter “mimado” e “complacente” das pessoas nos Estados Unidos e elogiou as pessoas “inteligentes” e “trabalhadoras” da China, em entrevista ao “Automotive News”. Musk disse que, em sua opinião, a China arrasa como uma líder de estratégia de veículos elétricos no mundo. “A energia na China é ótima. Pessoas lá – existem muitas pessoas inteligentes e trabalhadoras. E eles realmente – eles não são mimados, não são complacentes, enquanto eu vejo nos Estados Unidos cada vez mais complacência e privilégio, especialmente em lugares como Bay Area, Los Angeles e Nova York.” Durante a entrevista, Musk também comparou os EUA, Califórnia e Nova York a equipes esportivas prestes a perder seu status de vencedor. “Nos Estados Unidos, e especialmente na Califórnia e Nova York, você ganha há muito tempo. Quando você ganha há muito tempo, toma coisas como certas. Assim, como qualquer equipe profissional de esportes, sabe, eles vencem um campeonato várias vezes seguidas, ficam complacentes e começam a perder.” De acordo com uma análise do Los Angeles Times, a assistência do governo dos EUA para a Tesla ultrapassou US$ 4,9 bilhões (R$ 26,19 bilhões). No entanto, Musk reclamou que, entre as montadoras dos EUA, “a Tesla teve o menor apoio do governo de qualquer empresa de automóveis”. Tesla observou “grandes pedidos por toda a pandemia”, disse Musk. Embora a Tesla tenha relatado que suas entregas caíram cerca de 5% no segundo trimestre de 2020, Musk previu que as vendas online e a entrega direta de carros aos consumidores, em vez de vendas de veículos em lojas ou concessionárias tradicionais, se tornariam ainda mais um padrão, depois do Covid-19. Leia mais: Tesla recruta mais de 1.000 pessoas em Xangai Fonte: CNBC Imagem principal: Divulgação.

5 de agosto de 2020
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Em uma conferência de imprensa realizada recentemente, o Ministério do Comércio da China apresentou o desenvolvimento econômico da China na primeira metade do ano, principalmente referente ao mercado de varejo online. Em termos de mercado de varejo online da China, de janeiro a junho deste ano, as vendas atingiram 5,15 trilhões de yuans (R$ 3,93 trilhões), um aumento de 7,3% em relação ao ano anterior. A taxa de crescimento aumentou por quatro meses consecutivos, atingindo 18,6% em junho. No primeiro semestre do ano, o mercado varejista online chinês apresentou as seguintes características: Primeiro, a escala do varejo online continua a se expandir e está desempenhando um papel cada vez mais significativo na economia. O número de usuários de compras online em todo o país aumentou 100 milhões em relação ao ano anterior, e o número de lojas nas principais plataformas de varejo online aumentou 3,8% comparado ao ano anterior. Em segundo lugar, “festival de e-commerce + cupons de consumo” e outros métodos promocionais promoveram efetivamente o consumo. Muitos lugares na China cooperaram com plataformas de e-commerce durante os festivais de compras, como o "618", para promover compras online. Em terceiro lugar, as lives se tornaram um novo mecanismo para o desenvolvimento do e-commerce. Na primeira metade do ano, as lives de e-commerce ultrapassaram 10 milhões, o número de apresentadores ativos excedeu 400 mil, o número de espectadores excedeu 50 bilhões e o número de produtos lançados online excedeu 20 milhões. Os cenários abordados também estão se tornando cada vez mais diversificados, incluindo produtos industriais, marcas tradicionais, patrimônio cultural imaterial, turismo cultural e cursos de educação pública. Além disso, o e-commerce transfronteiriço cresceu rapidamente. De janeiro a maio, o valor total das importações e exportações do varejo de e-commerce transfronteiriço atingiu 71,73 bilhões de yuans (R$ 54,77 bilhões), um aumento de 22,4% em relação ao ano anterior; dos quais importações foram de 44,17 bilhões de yuans (R$ 33,71 bilhões), um aumento de 23% em relação ao ano anterior; as exportações foram de 27,56 bilhões de yuans (R$ 21,04 bilhões), um aumento de 21,6% em relação ao ano anterior. O e-commerce rural está contribuindo ativamente para o alívio da pobreza. Na primeira metade do ano, as vendas de varejo online rural nacional atingiram 766,85 bilhões de yuans (R$ 585,46 bilhões), um aumento de 5% em relação ao ano anterior. As vendas nacionais de produtos agrícolas no varejo online atingiram 193,77 bilhões de yuans (R$ 147,93 bilhões), um aumento de 39,7% em relação ao ano anterior. Gao Feng, porta-voz do Ministério do também Comércio dissipou rumores sobre a retirada em larga escala de capital estrangeiro da China, relatada por alguns meios de comunicação estrangeiros, e esclareceu que uma pesquisa relevante mostrou que 99,1% das empresas de capital estrangeiro disseram que continuariam investindo e operando no país. Leia mais: China apresenta padrão de desenvolvimento estratégico econômico de “ciclo duplo” em meio a pandemia Fonte: Sina News

4 de agosto de 2020
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https://youtu.be/lQyu7f0RhIg Faltam menos de 100 dias para a abertura da terceira Expo Internacional de Importação da China (CIIE). É nesta feira que, desde 2018, a China recebe empresas do mundo todo que expõem seus produtos para o mercado chinês. Ela acontece em Xangai, e neste ano será realizada em 5 a 10 de novembro. Empresas do México, Argentina, Colômbia, França, Brasil e mais diversos outros países farão parte da exposição. Fonte: Xinhua News

4 de agosto de 2020
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A Microsoft afirmou que está pronta para avançar nas negociações de aquisição da TikTok nos EUA. A afirmação veio após o CEO Satya Nadella conversar com o presidente dos EUA, Donald Trump. A Microsoft discutirá com a controladora da TikTok, ByteDance, nas próximas semanas, a ser concluída antes de 15 de setembro de 2020. Durante esse processo, a Microsoft disse que estava ansiosa para continuar o diálogo com o governo dos EUA, incluindo o presidente. É relatado que a Microsoft e a ByteDance apresentaram uma proposta preliminar ao Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos (CFIUS), envolvendo a compra pela Microsoft dos negócios da TikTok nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, para propriedade e operação da TikTok nesses mercados. Ao mesmo tempo, a TikTok convida outros investidores americanos a participarem desta compra como acionistas minoritários. A Microsoft afirmou que garantirá que todos os dados privados dos usuários do TikTok EUA sejam transferidos para e mantidos nos Estados Unidos. Se algum desses dados existirem atualmente ou backups forem feitos fora dos Estados Unidos, a Microsoft também garantirá que eles sejam excluídos do servidor estrangeiro após a transmissão. No entanto, a Microsoft enfatizou que essas discussões ainda são preliminares e não há garantia de que as transações possam ser avançadas. No dia 2 de agosto, a Bytedance divulgou oficialmente uma declaração afirmando que a empresa estava enfrentando uma variedade de dificuldades complexas e inimagináveis, incluindo o ambiente político internacional tenso, a colisão e o conflito de diferentes culturas e o plágio e difamação pelo seu rival Facebook. Mas eles seguiriam o objetivo de globalizar e continuariam aumentando o investimento em mercados de todo o mundo, incluindo a China, para criar valor para os usuários globais, ao mesmo tempo em que respeitariam estritamente as leis locais, e usariam ativamente os direitos concedidos pelas leis para proteger os direitos legais da companhia. Leia mais: Instagram recruta influenciadores do Tiktok para entrarem no Reels Fonte: The 21st Century Business Herald Imagem principal: Matthew Manuel/ Unsplash

4 de agosto de 2020
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A “Super Chinese”, a plataforma internacional de aprendizado inteligente de chinês, concluiu recentemente uma rodada de financiamento pré-A de dezenas de milhões de yuans, investida pelo Qingsong Fund. Segundo Tang Xi, fundador e CEO da Super Chinese, o financiamento será usado principalmente para o desenvolvimento da próxima etapa dos cursos de tutoria e a expansão no mercado global de aprendizagem de chinês. De acordo com a 36Kr, dados relevantes mostraram que havia mais de 100 milhões de estudantes de chinês em todo o mundo em 2018, e mais de 100 países ofereceram cursos e formações em língua chinesa. Na Coréia do Sul, por exemplo, cerca de 10 milhões da população total de 50 milhões estão aprendendo chinês, e outros 66 países e regiões incorporaram o ensino do idioma chinês ao sistema educacional nacional por meio da promulgação de leis e decretos. A tendência de aprender chinês impulsionou o mercado de aprendizado da língua chinesa. A Super Chinese primeiro visou o mercado da Ásia e, depois, consideraria expandir seus usuários na Europa e nos Estados Unidos. Atualmente, cerca de 80% dos usuários da plataforma são de países asiáticos, entre os quais a região com maior número de usuários é o Vietnã, seguido pela Tailândia, Coréia do Sul e Japão. A plataforma possui dois apps principais, a saber, “HSK Online” para aulas de HSK (Teste de Proficiência em Chinês) e “Super Chinese”, uma plataforma inteligente de aprendizado de chinês. O HSK Online usa “big data + tecnologia de IA” para projetar planos de aprendizado, visando ajudar os usuários a se prepararem para o teste de proficiência em chinês. Até agora, o HSK Online é classificado como o app mais recomendado nas lojas de aplicativos de muitos países, na categoria de teste de proficiência em chinês. Além dos produtos de tutoria HSK, a equipe lançou um produto internacional de ensino de chinês online com IA em 2019, chamado “Super Chinese”. Segundo Tang Xi, diferente do “HSK Online”, que visa os jovens usuários que estão se preparando para os testes, a “Super Chinese” possui uma cobertura mais ampla, que pode ser usada por qualquer aluno de chinês. Dois meses após o lançamento do produto, ele ficou entre os três primeiros na lista de classificação de apps educacionais da Tailândia e ficou em primeiro lugar nos apps de aprendizado de idiomas. Sobre a Super Chinese A Super Chinese foi criada em 2018. A plataforma combina tecnologia de inteligência artificial e ensino de chinês como língua estrangeira, para fornecer aos alunos serviços como testes rápidos de proficiência, planos personalizados de aprendizado, entre outros. Atualmente, a plataforma possui mais de 3 milhões de usuários distribuídos em mais de 200 países. Sua equipe de professores de chinês tem mais de 15 anos de experiência prática no ensino. O modelo de cobrança da Super Chinese é baseado principalmente nas taxas de associação. A equipe descobriu que, no processo de aprendizado real, os usuários gastam muito tempo aprendendo vocabulários e gramáticas básicas. A plataforma combina interação humano-computador e pessoa real, para reduzir custos e abaixar preços ainda mais para os usuários. Fonte: 36Kr

4 de agosto de 2020
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Para lidar com os desafios da era pós-pandêmica, a China apresentou recentemente um padrão de desenvolvimento estratégico de "Ciclo duplo", no qual o mercado interno e externo podem se impulsionar. A estratégia foi criada devido ao revés da economia global causado pelo surto repentino do coronavírus no mundo. O que é o padrão estratégico do “Ciclo Duplo”? O padrão estratégico "Ciclo duplo" refere-se a um novo padrão de desenvolvimento em que o "grande ciclo doméstico" serve como parte principal, enquanto os mercados doméstico e internacional formam um "ciclo duplo" para impulsionar um ao outro. O “grande ciclo doméstico” significa conectar todos os segmentos, incluindo produção doméstica, distribuição, circulação e consumo, tendo como principal ponto de partida o desenvolvimento econômico o atendimento da demanda doméstica. Para o governo chinês, enfatizar o foco no ciclo econômico doméstico não significa isolamento, mas alavancar o potencial da demanda doméstica para conectar e promover melhor os mercados doméstico e internacional. "A estratégia não é meramente uma medida paliativa sob a pandemia", disse Jingyuan Yao, pesquisador especial do Escritório Geral do Conselho de Estado e ex-economista-chefe do Bureau Nacional de Estatística da China. Do ponto de vista da oferta, após mais de 40 anos de reforma e abertura, a China possui o maior e mais completo sistema de suprimento industrial. É o único país do mundo que possui todas as categorias industriais da Classificação Industrial das Nações Unidas. A maioria das indústrias na China possui concorrência interna acirrada e as empresas podem se beneficiar das economias de escala e concorrência. Em termos de demanda, a China tem o mercado consumidor mais potencial do mundo. Jingyuan Yao afirmou que a China tem mais de 100 milhões de participantes no mercado, mais de 170 milhões de pessoas com ensino superior ou habilidades profissionais diversas, com uma população de 1,4 bilhão, incluindo mais de 400 milhões de grupos de renda média, o que compõe um número muito grande de pessoas. Por um lado, no contexto da globalização, pode atrair recursos superiores globais para formar capacidade de produção na China para atender à demanda do mercado doméstico; por outro lado, com base na demanda do mercado interno, alguns produtos com economias de escala óbvias podem produzir "efeito de mercado doméstico" na China com competitividade de exportação, formando assim um novo padrão de desenvolvimento de "ciclo duplo". A expansão da demanda doméstica tornou-se uma base estratégica Sob a situação epidêmica, um consenso geral é que as empresas de comércio exterior devem aproveitar a oportunidade de transformação estratégica do desenvolvimento econômico, explorar ativamente o mercado interno e fazer pleno uso dos dois mercados e dois recursos. Em 22 de junho, as "Opiniões de Implementação sobre o Apoio à Transferência de Produtos Exportados para Vendas Internas", emitidas pelo Escritório Geral do Conselho de Estado, inspiraram muitas empresas de comércio exterior. A província de Zhejiang, uma das principais províncias de comércio exterior da China, publicou recentemente os documentos sobre a promoção de empresas de comércio exterior para explorar o mercado doméstico, aproveitando suas vantagens nos recursos de comércio eletrônico. Ele propôs o uso de novas abordagens, como transmissão ao vivo e influenciadores digitais, para promover as vendas online. Ao mesmo tempo, plataformas relacionadas ao comércio eletrônico foram apoiadas para aprofundar a cooperação com empresas de cluster industrial. Além disso, a inovação tecnológica é uma força inesgotável para o desenvolvimento. Para eliminar o bloqueio que afeta o ciclo doméstico, é necessário combater os elos fracos da cadeia industrial e da cadeia de suprimentos e alcançar avanços. O desenvolvimento da China não pode ser separado do mundo, e o desenvolvimento do mundo também precisa da China Em 1º de junho, o Comitê Central do Partido Comunista da China e o Conselho de Estado publicaram o "Plano Geral para a Construção do Porto de Livre Comércio de Hainan". Em 24 de junho, a versão 2020 da Lista Negativa de Acesso ao Investimento Estrangeiro nas Zonas de Comércio Livre Piloto e Nacional foi anunciada conforme programado. Os itens da lista nacional foram reduzidos de 40 itens em 2019 para 33 itens, e os itens da lista da zona de livre comércio piloto foram reduzidos de 37 para 30 itens, o que implica que a China está aumentando ainda mais sua abertura ao investimento estrangeiro. Fonte: ccdi.gov.cn

4 de agosto de 2020
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Segundo o The Times da Índia, um fornecedor da Apple está considerando transferir 6 linhas de produção para o mercado indiano. Se implementadas, os celulares da Apple, com o valor total de cerca de US$ 5 bilhões (R$ 26 bilhões), serão transferidos para serem exportados da Índia. O relatório apontou que esse ato criará cerca de 55 mil novos empregos para a Índia dentro de um ano, e também abastecerá o mercado local. A produção também incluirá tablets e notebooks. Desde 1º de agosto, 22 empresas se comprometeram a investir 110 bilhões de rúpias (R$ 7,66 bilhões) na instalação de fábricas de telefones celulares na Índia, incluindo a Samsung Electronics e as montadoras para smartphones da Apple, Foxconn, Wistron e Pegatron. O lado indiano afirmou que essa série de investimentos elevará o valor da produção de telefones celulares indianos para 11,5 trilhões de rúpias (R$ 811 bilhões) nos próximos cinco anos e criará diretamente 300 mil novos empregos, com 90 mil oportunidades indiretas de emprego. Segundo a Sina News, essas 22 empresas se inscreveram com sucesso para ingressar em um programa de incentivos de produção lançado, em maio deste ano, na Índia. Além de apoiar os fabricantes locais, o plano também visa atrair empresas internacionais para transferir suas linhas de produção para a Índia. De acordo com o plano, o país fornecerá incentivos de até 6% para o aumento das vendas de produtos produzidos localmente nos próximos cinco anos, e de 25% para os custos de produção de componentes eletrônicos, semicondutores e outras peças. Atualmente, a Índia é o segundo maior mercado de smartphones do mundo, perdendo apenas para a China. No entanto, no segundo trimestre deste ano, as vendas de smartphones na Índia caíram 48% comparadas ao ano passado, o que foi o maior declínio, na última década, do mercado indiano de smartphones. De acordo com a Tencent News, a participação da Apple no mercado indiano era de apenas 1%, enquanto a da Samsung era de 16,8%. Fabricantes chinesas de celulares, como Xiaomi, OPPO, Vivo e OnePlus, têm uma participação total de mercado de cerca de 80% na Índia, com a Xiaomi em primeiro lugar. Fonte: Sina News; Tencent News

4 de agosto de 2020
China2Brazil
A nova política de compras isentas de impostos na província de Hainan, na China, completou o primeiro mês de sua implementação no dia 1º de agosto. A Alfândega de Haikou, na província de Hainan, supervisionou mais de 280 mil turistas que faziam compras na província. Segundo dados divulgados pela CCTV, as vendas com isenção de impostos totalizaram 2,219 bilhões de yuans (R$ 1,66 bilhão), aumentando 2,34 vezes em relação ao mesmo período do ano passado. Em conformidade com a nova política de compras isentas de impostos para turistas em Hainan, o limite de isenção de impostos foi aumentado de 30 mil yuans (R$ 22.788) por pessoa por ano para 100 mil yuans (R$ 75.962). Leia mais: China implementa nova política de isenção de impostos em Hainan Fonte: CCTV