
27 de maio de 2026
China2Brazil
O número de turistas chineses no Brasil cresceu 33,65% entre janeiro e abril de 2026, segundo dados apresentados nesta terça-feira (27) pela Embratur durante a ITB China 2026, em Xangai, uma das principais feiras internacionais do setor. Diante da alta no fluxo de visitantes, o Brasil lançou uma campanha para ampliar sua presença no mercado chinês, com a estreia de um site em mandarim e de contas oficiais nas redes sociais chinesas. A nova plataforma, visitbrasil.com.cn, reúne conteúdos adaptados aos hábitos de consumo do público chinês. Além disso, os perfis oficiais nas redes sociais passam a conectar turistas, profissionais do setor, criadores de conteúdo e parceiros comerciais a destinos, roteiros e produtos turísticos brasileiros. Segundo o presidente da Embratur, Bruno Reis, o mercado chinês ocupa posição estratégica para o turismo internacional. Ele também afirmou que a flexibilização do visto para cidadãos chinese s ampliou o acesso ao Brasil e fortaleceu o interesse pelo país. A ITB China 2026 ocorre entre 26 e 28 de maio e reúne mais de 900 empresas e organizações do setor turístico de 85 países e regiões. Fonte: Xinhua

27 de maio de 2026
China2Brazil
A produção industrial da China registrou crescimento entre janeiro e abril de 2026, enquanto a rentabilidade das empresas industriais manteve trajetória de alta, segundo dados divulgados nesta terça-feira (27) pelo Departamento Nacional de Estatísticas da China. O lucro total das empresas industriais acima do porte designado alcançou 2,43 trilhões de yuans no período, alta de 18,2% na comparação anual e 2,7 pontos percentuais acima do resultado registrado no primeiro trimestre. Segundo o órgão, o desempenho reflete a implementação de políticas macroeconômicas mais proativas, além da expansão da atividade industrial em setores ligados à tecnologia e à manufatura avançada . Entre janeiro e abril, as empresas de manufatura de alta tecnologia registraram crescimento de 44,8% no lucro em relação ao mesmo período do ano passado. O segmento respondeu por 7,8 pontos percentuais do avanço total dos lucros industriais no país. A indústria eletrônica liderou os resultados setoriais, com aumento de 107,7% no lucro no acumulado do ano. O setor foi impulsionado pela expansão da demanda e respondeu por mais de 40% do crescimento total do lucro das grandes empresas industriais chinesas. Além disso, o avanço da cadeia de semicondutores ampliou os resultados de segmentos ligados à fabricação de materiais eletrônicos especiais e fibras ópticas, que também registraram crescimento nos lucros nos primeiros quatro meses de 2026. Fonte: CCTV

26 de maio de 2026
China2Brazil
A China registrou RMB 429,42 bilhões em investimento direto externo entre janeiro e abril de 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério do Comércio da China e pela Administração Estatal de Câmbio. O valor representa alta de 3,9% em relação ao mesmo período de 2025. Em dólares, o montante chegou a US$61,99 bilhões, avanço anual de 7,7%. Os dados também mostram que investidores chineses realizaram investimentos diretos não financeiros em 5.231 empresas no exterior, distribuídas em 142 países e regiões. Nesse segmento, os aportes somaram RMB 315,74 bilhões no primeiro quadrimestre, queda de 13,9% na comparação anual. Em dólares, o volume alcançou US$45,58 bilhões, recuo de 10,7%. As informações foram publicadas no site do Ministério do Comércio da China com base em estatísticas oficiais do governo chinês. Fonte: China News

26 de maio de 2026
China2Brazil
A Administração Estatal para Regulação do Mercado da China aprovou duas normas nacionais obrigatórias para módulos fotovoltaicos com foco em segurança, rastreabilidade e padronização técnica. As medidas, anunciadas em 26 de maio, tratam dos “Requisitos de Segurança para Módulos Fotovoltaicos” e dos “Requisitos de Identificação e Etiquetagem de Módulos Fotovoltaicos”. Segundo o governo chinês, as novas regras buscam reduzir riscos de acidentes, combater informações falsas sobre potência dos equipamentos e fortalecer a concorrência no setor de energia solar. A norma sobre segurança estabelece critérios para segurança elétrica, mecânica e contra incêndios, além de limitar o uso de substâncias nocivas nos módulos fotovoltaicos. O texto também define métodos de teste e cria exigências obrigatórias de retardância de chama para materiais utilizados nos componentes. A regulamentação amplia o controle sobre o desempenho dos equipamentos em situações de risco, especialmente em casos de incêndio. Já a norma voltada à identificação e etiquetagem fixa limites de tolerância para os parâmetros elétricos informados nas placas dos módulos fotovoltaicos. Além disso, determina métodos de medição e regras de rastreabilidade metrológica, permitindo a verificação técnica dos dados apresentados pelos fabricantes. Segundo Yu Xiuming, vice-presidente do Instituto Chinês de Padronização em Tecnologia Eletrônica, as duas normas passaram por testes experimentais e análises de dados antes da aprovação. Ele afirmou que a implementação das regras deve reduzir acidentes e garantir que as informações presentes nas etiquetas sejam verificáveis e rastreáveis. Yu também destacou que as medidas devem combater a prática de superdimensionamento da potência declarada dos módulos. De acordo com o executivo, as novas exigências também podem acelerar a retirada de capacidades produtivas consideradas obsoletas, pressionando fabricantes a investir em inovação tecnológica e melhoria da qualidade. A expectativa é fortalecer a competitividade da indústria fotovoltaica chinesa em um momento de expansão global da energia solar. O secretário-geral executivo da Associação da Indústria Fotovoltaica da China, Liu Yiyang, afirmou que as normas foram elaboradas com base em padrões internacionais avançados. Segundo ele, a iniciativa também deve ampliar a presença dos padrões técnicos chineses no mercado internacional e reforçar a competitividade global do setor fotovoltaico do país. As duas normas foram propostas e coordenadas pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China. Fonte: news.cn

26 de maio de 2026
China2Brazil
O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China divulgou nesta segunda-feira as prioridades da padronização automotiva para 2026. O plano prevê novas normas para segurança de veículos, carros elétricos, baterias, chips automotivos e inteligência artificial, além de ampliar a internacionalização dos padrões chineses no setor automotivo. Segundo o documento, a China pretende acelerar a criação e a implementação de normas nacionais obrigatórias voltadas à segurança ativa, segurança passiva e segurança geral dos veículos. O governo também quer elevar os requisitos técnicos para veículos de nova energia, com foco na segurança, desempenho e compatibilidade de carros elétricos e baterias de potência. Além disso, o plano prioriza áreas consideradas estratégicas para a indústria automotiva chinesa, como veículos inteligentes conectados, eletrônica automotiva e chips para automóveis. A proposta inclui ações para transformar tecnologias desenvolvidas no setor em aplicações comerciais e industriais. O documento também cita pesquisas voltadas para futuras tecnologias automotivas. Entre elas estão normas relacionadas à inteligência artificial aplicada aos veículos e novos formatos de mobilidade, com o objetivo de antecipar a estrutura regulatória das próximas etapas da indústria. Outra meta do governo chinês é fortalecer o planejamento estratégico do sistema de normas automotivas. O ministério prevê concluir o plano técnico da indústria para o período do “15º Plano Quinquenal” e ampliar os sistemas regulatórios em setores como veículos inteligentes conectados, semicondutores automotivos, carros elétricos e desenvolvimento de baixo carbono. Ao mesmo tempo, a China pretende avançar em estudos sobre confiabilidade automotiva e na criação de padrões técnicos para baterias de estado sólido destinadas a veículos. O texto também destaca a intenção de ampliar a presença internacional das normas chinesas e revisar os mecanismos de gestão da padronização da indústria automotiva. Fonte: news.cn

26 de maio de 2026
China2Brazil
O governo brasileiro negocia com a China a ampliação das exportações de carne bovina para o mercado chinês e a revisão do sistema de cotas vigente, informou nesta segunda-feira o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. O objetivo é aumentar o volume embarcado a partir de 2027. Atualmente, a China mantém uma cota anual de 1,106 milhão de toneladas de carne bovina brasileira isenta de tarifas. Acima desse limite, incide uma tarifa de 55%. O Brasil exporta cerca de 1,5 milhão de toneladas ao mercado chinês , o que coloca parte desse volume fora da cota isenta. Segundo o ministro, o diálogo bilateral busca revisar o teto da cota no próximo ciclo de negociação. “O governo está construindo um bom diálogo para que, no ano que vem, a gente reveja essa segurança com o teto da cota de exportações”, afirmou em entrevista a jornalistas durante evento no Rio de Janeiro. O governo brasileiro também aponta a China como principal destino da carne bovina nacional e um dos principais parceiros comerciais do país. Nesse contexto, a ampliação do acesso ao mercado chinês integra a estratégia de expansão das exportações do setor. Além disso, as autoridades chinesas suspenderam recentemente a restrição aplicada a três frigoríficos brasileiros, que estavam impedidos de exportar desde março de 2025. O governo brasileiro espera ainda a autorização de novas plantas industriais, o que pode ampliar a oferta do produto ao mercado chinês. Fonte: Xinhua

25 de maio de 2026
China2Brazil
Com a intensificação dos investimentos do gigante asiático no agronegócio brasileiro, a IEST Group consolida nova frente de consultoria estratégica dedicada ao setor, a IEST Agro. A frente nasce com experiência robusta em projetos voltados ao agro, dos quais se destacam: investimentos na cadeia de suprimentos do vale da celulose, sementes e germoplasma, aditivos alimentares, nutrição animal, defensivos agrícolas, agrotechs, e máquinas e equipamentos. A iniciativa consolida a atuação do IEST Group, já reconhecido por apoiar multinacionais, especialmente chinesas, na entrada e expansão no mercado brasileiro, e passa a oferecer soluções especializadas para empresas interessadas em explorar oportunidades no agro entre os dois países. A frente contempla serviços como entrada no mercado, incluindo: relações governamentais, posicionamento de marca, representação comercial, pesquisa de mercado, estudos de viabilidade econômica e financeira, assessoria regulatória e planejamento tributário; além da organização de missões empresariais no Brasil e na China e apoio na participação em feiras agrícolas. “Em um cenário cada vez mais complexo e competitivo, as empresas que desejam investir e expandir suas operações no Brasil precisam de uma assessoria especializada, capaz de compreender tanto o ambiente regulatório brasileiro quanto os aspectos culturais da relação sino-brasileira”, afirma Reinaldo Ma, advogado com mais de 25 anos de experiência em comércio exterior e assessoria jurídica e empresarial no eixo Brasil-China . Além de Reinaldo Ma, a equipe é composta por profissionais com sólida trajetória no agronegócio brasileiro e experiência em projetos com empresas chinesas no país, incluindo os executivos: João Luiz Ricardo de Souza Filho, 3ª geração de produtores rurais, economista e contador, com mais de 15 anos de experiência em projetos de agronegócio, negociações estratégicas e exportação de commodities; Ricardo Falleiros, 4ª geração de produtores rurais, zootecnista, com décadas de atuação em frigoríficos e empresas multinacionais líderes do setor e ampla experiência na gestão da cadeia pecuária; e Flora Huang, advogada especializada em negócios bilaterais entre Brasil e China. A expectativa é que a nova frente atenda tanto empresas chinesas interessadas em investir no Brasil quanto empresas brasileiras que buscam expandir sua atuação no mercado chinês. “O agronegócio sempre foi um dos principais pilares da relação entre Brasil e China, e a ampliação dos investimentos chineses nas cadeias produtivas do setor é um movimento natural e estratégico. Os novos investimentos transformam o volume de comércio entre Brasil e China em oportunidade e emprego”, afirma João Luiz. “Nossa missão é reduzir as barreiras culturais entre Brasil e China no agronegócio, ajudando chineses a compreenderem a dinâmica do setor no Brasil”, diz Ricardo Falleiros. [caption id="attachment_28843" align="alignnone" width="1800"] Imagem: IEST Group/ Divulgação[/caption]

25 de maio de 2026
China2Brazil
A Sinopec informou que a produção acumulada de petróleo extraído de rochas de xisto na área de Jiyang, no campo petrolífero de Shengli, ultrapassou 2 milhões de toneladas. O resultado reforça a estratégia da China de ampliar a produção nacional de petróleo e reduzir a dependência de importações de petróleo bruto. A área demonstrativa já contabiliza 327 milhões de toneladas em reservas comprovadas e recursos estimados em 10,5 bilhões de toneladas. Segundo a empresa, o volume equivale à criação de um “novo campo Shengli” dentro da atual estrutura do campo petrolífero, reforçando a capacidade de substituição de petróleo bruto no leste chinês. De acordo com Zhang Shiming, vice-geólogo-chefe do campo petrolífero de Shengli, a maturidade do óleo de xisto indica o potencial de geração de petróleo da formação geológica. No mercado internacional , formações com maturidade acima de 0,9% concentram as condições consideradas adequadas para exploração comercial. Em Jiyang, porém, cerca de 90% dos recursos possuem maturidade inferior a esse índice. Além disso, a região enfrenta condições geológicas complexas, com grande quantidade de falhas e fraturas, além de temperaturas subterrâneas superiores a 150°C, o que amplia o grau de dificuldade da exploração. Para viabilizar o projeto, a equipe de pesquisa do campo petrolífero retirou mais de 20 mil metros de testemunhos geológicos, realizou cerca de 160 mil análises laboratoriais e conduziu mais de 40 projetos de pesquisa em nível nacional e provincial. Os estudos resultaram em novas teorias sobre enriquecimento e formação de reservatórios de óleo de xisto em bacias continentais de falha, além do desenvolvimento do modelo tridimensional “armazenamento-fratura-pressão”, usado como base para a exploração da região de Jiyang. A Área Nacional Demonstrativa de Óleo de Xisto de Jiyang entrou oficialmente em operação em 2022. Desde então, os pesquisadores passaram a desenvolver tecnologias voltadas para exploração em ambientes de alta temperatura e alta pressão, além de soluções para reservatórios com baixa fluidez. Segundo a Sinopec, a equipe criou seis conjuntos de tecnologias-chave, incluindo exploração tridimensional, perfuração rápida e fraturamento hidráulico equilibrado. Com isso, o tempo de perfuração de poços de 6 mil metros caiu de 133 para 17 dias. A previsão média de produção por poço superou 43 mil toneladas de petróleo, enquanto a taxa de nacionalização dos principais equipamentos ultrapassou 95%. Yang Yong, diretor da Sinopec Shengli Petroleum Administration e responsável pela equipe de óleo de xisto de Jiyang, afirmou que a companhia pretende ampliar a integração entre geologia, engenharia e pesquisa científica para acelerar o aumento das reservas e da produção de óleo de xisto no país. Fonte: Xinhua

25 de maio de 2026
China2Brazil
Enquanto parte da economia global enfrenta pressão sobre preços e desaceleração do consumo, a China manteve a estratégia de estímulo ao mercado interno nos primeiros quatro meses de 2026. Programas de troca de produtos usados por novos, ampliação do reembolso de impostos para turistas estrangeiros e ações voltadas ao varejo sustentaram o crescimento das vendas de bens e serviços no país. De janeiro a abril, as vendas combinadas de bens e serviços cresceram 3,2% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas totais de bens de consumo no varejo avançaram 1,9%. Excluindo os setores automotivo e petrolífero, o crescimento foi de 3,7%. Já as vendas de serviços registraram alta de 5,6%. As medidas de incentivo também impulsionaram a demanda por produtos inteligentes e equipamentos de maior eficiência energética. Segundo dados do Ministério do Comércio da China , as vendas de óculos inteligentes cresceram 5,9 vezes em abril na comparação anual. Equipamentos portáteis de fotografia avançaram 26,9%, enquanto os medidores inteligentes de glicose aumentaram 12,3%. As máquinas de lavar com eficiência energética nível 1 registraram crescimento de 10,4%. Além disso, a participação de veículos movidos a novas energias continuou avançando no mercado chinês. Em abril, a taxa de penetração desses veículos alcançou 61,4% pela primeira vez, superando a marca de 60%. O consumo ligado a serviços também manteve crescimento no período. Com o PIB per capita da China acima de US$13 mil, o consumo passou a concentrar maior demanda por serviços relacionados à alimentação, turismo, transporte e lazer. Entre janeiro e abril, o crescimento das vendas no setor de serviços acelerou 0,5 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita do setor de alimentação cresceu 3,8%, enquanto serviços de turismo, aluguel ligado ao turismo, transporte e lazer cultural registraram crescimento de dois dígitos. O consumo nas áreas rurais avançou acima do registrado nas cidades. Nos primeiros quatro meses do ano, as vendas no varejo nas regiões rurais cresceram 2,8%, ritmo 1 ponto percentual superior ao das áreas urbanas. Os distritos e zonas rurais passaram a representar 39,7% do total das vendas no varejo do país. A entrada de turistas estrangeiros também ampliou o consumo interno chinês. Com a expansão da política de isenção de vistos, do sistema de reembolso de impostos e da campanha “Compras na China”, o fluxo de visitantes internacionais gerou aumento nos gastos ligados ao turismo. No primeiro trimestre, as exportações de serviços relacionados ao turismo cresceram 32,3% em relação ao ano anterior. Entre janeiro e abril, as vendas vinculadas ao reembolso de impostos para turistas cresceram 186% em Guangzhou e 145% em Shenzhen. Em Xangai e Pequim, as altas foram de 65% e 45%, respectivamente. Fonte: news.southcn

25 de maio de 2026
China2Brazil
Os investimentos da China em novas redes elétricas devem ultrapassar RMB 5 trilhões durante o 15º Plano Quinquenal, segundo dados divulgados pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC) nesta segunda-feira (25). O governo chinês pretende ampliar a infraestrutura energética para sustentar o crescimento da demanda por eletricidade e acelerar a integração de fontes renováveis ao sistema nacional. A expansão da rede elétrica faz parte da estratégia chinesa de segurança energética e transição para uma matriz de baixo carbono. Atualmente, a China opera uma rede elétrica interligada capaz de atender a um consumo anual superior a 10 trilhões de kWh e integrar mais de 1,8 bilhão de kW de energia renovável. De acordo com Li Chao, porta-voz da NDRC, a pressão sobre o sistema elétrico aumentou com o avanço das energias renováveis e o desequilíbrio entre oferta e demanda de energia em diferentes regiões do país. “Por isso, é necessário construir uma nova rede elétrica mais segura, confiável e inteligente”, afirmou. A China já acelera projetos de infraestrutura elétrica em diferentes províncias. Em Zhejiang, a State Grid Zhejiang Electric Power investiu cerca de RMB 1,5 bilhão na construção de 301 torres e 128 quilômetros de linhas de transmissão para conectar a usina nuclear CGN Zhejiang San'ao Nuclear Power Plant ao sistema elétrico regional. O projeto também incorpora tecnologias digitais para monitoramento e estabilidade da rede. Enquanto isso, em Sichuan, a cidade de Chengdu avança nas obras do projeto de distribuição elétrica de Huaizhou. Após a conclusão, a estrutura vai transportar energia limpa do oeste da província para o Parque Industrial de Carbono Zero de Jintang. Segundo a NDRC, o plano para os próximos anos inclui a construção de corredores de transmissão elétrica, novas interconexões entre províncias e a ampliação da rede de ultra-alta tensão (UHV). Além disso, o governo pretende modernizar redes urbanas e rurais para reduzir falhas no fornecimento de energia. Para Tang Guangrui, pesquisador do Instituto de Pesquisa Energética da State Grid, a nova geração de redes elétricas será necessária para sustentar o aumento do consumo de eletricidade e a expansão da energia eólica, solar e hidrelétrica. “Com investimentos contínuos, a China poderá fortalecer sua segurança energética e ampliar a transformação de fontes renováveis em eletricidade limpa”, disse. Fonte: news.cn