
26 de março de 2021
China2Brazil
Em 25 de março, o Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês) divulgou seu Relatório Global de Energia Eólica 2021. O relatório mostra que a indústria eólica mundial estabeleceu um novo recorde em 2020: 93 GW (Gigawatts) de novas instalações em todo o mundo, um aumento de 53% em relação ao ano anterior. Como os dois maiores mercados de energia eólica do mundo, a China e os Estados Unidos alcançaram um crescimento recorde em instalações eólicas em 2020, somando 75% das novas instalações do mundo e atingindo mais da metade do total global em instalações de energia eólica cumulativas. A energia eólica chinesa é líder no mundo, classificando-se em primeiro lugar em termos de nova capacidade eólica onshore (na terra) e offshore (no mar) instalada em 2020; primeiro no mundo em termos de energia eólica onshore acumulada total instalada, e segundo no mundo em termos de energia eólica offshore acumulada instalada, atingindo 996 MW (Megawatts), ficando atrás apenas do Reino Unido. Qin Haiyan, secretário-geral do Comitê Profissional de Energia Eólica da Sociedade de Energia Renovável da China (China Renewable Energy Society, CRES), disse ao 21 st Century Business Herald que a energia eólica instalada na China pode atingir um nível de liderança global, principalmente porque pelo preço baixo da paridade da rede, sem considerar o custo de externalidades, o custo econômico da eólica é muito competitivo em relação à energia térmica. O relatório observa que a atual taxa de crescimento ainda ficará aquém do que é necessário para atingir as emissões zero líquidas até o prazo de 2050. GWEC estima que as instalações globais de energia eólica precisarão aumentar em três vezes a taxa atual durante a próxima década para atingir a meta de emissões zero líquidas em 2050 e evitar os graves impactos da mudança climática. De acordo com estudos da Agência Internacional de Energia Renovável e da Agência Internacional de Energia, entre outros, pelo menos 180 GW de nova capacidade de energia eólica precisariam ser adicionados globalmente a cada ano para cumprir a meta de controle de temperatura de 2°C. Para atingir emissões líquidas zero até 2050, 280 GW de nova energia eólica precisariam ser instalados a cada ano. Isto significa que a indústria e os formuladores de políticas precisam trabalhar juntos para avançar rapidamente e acelerar a implantação. Em 2020, a energia eólica instalada na China recebeu um grande avanço. De acordo com o boletim estatístico divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China mostra que a capacidade instalada de energia eólica conectada à rede foi de 281,53 milhões kW em 2020, um aumento de 34,6%. Fonte: 21 st Century Business Herald

26 de março de 2021
China2Brazil
A Administração Espacial Nacional da China (CNSA, na sigla inglesa) publicou no dia 26 de março, duas imagens laterais de Marte nos hemisférios sul e norte capturadas pelo primeiro detector da missão de exploração chinesa Tianwen-1. Na imagem, Marte apresenta com forma de “Lua Crescente” e uma textura claramente visível na superfície. A sonda Tianwen-1 chegou a 11.000 km de distância de Marte e fotografou o panorama desse planeta com uma câmera de resolução média. Devido a sonda ter estado na parte traseira do lado de Marte (voltado para o Sol), foram obtidas duas imagens do “Corpo Lateral”. Fonte: Diário do Povo e a CNSA; Imagem do hemisfério norte do Marte; A imagem do lado do hemisfério norte foi tirada pela câmera de resolução média por Tianwen-1, a uma altitude de cerca de 11.500 km, em 18 de março de 2021, horário de Pequim. Atualmente, a sonda Tianwen-1 já estacionou na órbita de Marte e operou por um mês. Equipamentos como câmera de alta e média resolução, espectrômetros de minerais, analisadores de partículas de energia marciana, analisadores de partículas iônicas e neutras, magnetômetros e outros módulos estão sendo ligados sucessivamente para explorar Marte e obter dados científicos. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo

25 de março de 2021
China2Brazil
O Tokamak de Supercondutividade Avançada Experimental da China (EAST), conhecido como “sol artificial”, concluirá em breve uma série de atualização, e desafiará a nova meta de pesquisa científica à temperatura do núcleo de 100 milhões °C e 100 segundos de plasma de pulso longo e outros projetos sobre fusão de plasma, de acordo com a Xinhua e o IThome, informou hoje (25). Anteriormente o “sol artificial” já havia estabelecido um recorde de operação de 100 milhões °C em 20 segundos, e espera-se que a atualização desta vez possa bater o recorde, e realizar um enorme salto tecnológico. Song Yuntao, diretor do Instituto de Física de Plasma (ASIPP, sigla em inglês) da China e vice-diretor do Instituto de Ciência Física de Hefei, da Academia de Ciências da China (HFIPS), disse: “a EAST é um grande projeto científico da China, com o objetivo de fornecer engenharia e a base de física experimental para o desenvolvimento de fusão nuclear à humanidade. Desde a inauguração do projeto, tem sido realizado mais de 96000 vezes de experimento, sucessivamente realizou-se uma operação estável de plasma de alta restrição de pulso de 101,2 segundos, 100 milhões de graus Celsius durante 20 segundos, entre outros grandes avanços internacionais.” (Fonte: Xinhua; Tokamak de Supercondutividade Avançada Experimental da China (EAST)) A partir de julho do ano passado, a EAST iniciou uma nova série de atualizações, implementando uma cadeia de melhorias significativas em materiais de ponta, componentes críticos, principais subsistemas, etc. “a atualização das instalações é tecnicamente difícil e exige muito trabalho!” Wu jiefeng, cordenador do centro de pesquisa e desenvolvimento do ASIPP, disse: “ ‘o sol artificial’ é muito complexo, pois necessita de um ambiente de centenas de milhões de graus Celsius e o outro de -269 °C coexistem dentro de um espaço de 1 metro, e tendo um pouco de falha nessas dezenas de milhares de peças, poderá causar fracassos no experimento futuro.” IThome soube que, o dispositivo EAST utiliza um super condutor magnético de refrigeração com azoto líquido, para aprisionar o plasma no dispositivo e obter a fusão nuclear controlada. As autoridades do laboratório da China, dizem que a atualização está progredindo com sucesso, e estima-se que a transformação termine no final de abril de 2021, e depois partir para a nova meta de “100 milhões de graus Celsius por 100 segundos”. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome; Xinhua

25 de março de 2021
China2Brazil
Algumas marcas internacionais estão sofrendo boicote dos consumidores chineses após terem interrompido o uso de algodão produzido na Região Autônoma Uigur de Xinjiang, no noroeste da China. A polêmica começou com a suspensão da emissão de certificados da Better Cotton Iniciative (BCI), instituição da Suíça, para os produtores de algodão de Xinjiang em 21 de outubro de 2020. A BCI alega haver trabalho forçado, discriminação religiosa e outras violações na região de Xinjiang. Segundo as autoridades chinesas, não há provas concretas das acusações. O assunto viralizou na internet quando marcas internacionais, principalmente a H&M, divulgaram o encerramento do uso de algodão de Xinjiang, de acordo com os julgamentos da BCI. Logo depois, gerou fortes ressentimentos nos consumidores chineses. Em 21 de outubro de 2020, a BCI emitiu uma declaração em inglês que afirmava "alegações contínuas de trabalho forçado e outras violações dos direitos humanos na região de Xinjiang". A BCI é suspeita de interferir nos assuntos internos de outro país, o que não é permitido pela China. A H&M tomou a decisão de "parar de usar algodão de Xinjiang" em outubro de 2020 com base no julgamento da BCI. Em 24 de março de 2021, a H&M manteve sua declaração sobre o boicote ao algodão Xinjiang. Em 24 de março de 2021, o principal canal de televisão da China, CCTV, comentou na internet: “O ‘trabalho forçado’, ‘discriminação religiosa’ em Xinjiang que o Grupo H&M acredita é um absurdo.” Em 24 de março de 2021, a empresa chinesa de roupas, calçados e acessórios de esportes, Anta Sports, emitiu uma declaração dizendo que havia tomado nota da declaração emitida pela BCI, que estava seriamente preocupada com o assunto, e que iria iniciar os procedimentos relevantes para se retirar da organização. Boicote até o momento Várias plataformas de e-commerce retiraram os produtos e as lojas oficiais da H&M, as lojas físicas não são mais reveladas nos aplicativos de mapas. Além disso, várias celebridades chinesas cancelaram contratos de cooperação e algumas lojas físicas foram fechadas pela administração dos shoppings onde estão. O Ministério de comércio e Ministério de Relações Internacionais reagiram sobre o assunto, esclarecendo e combatendo as acusações sem provas. Empresa H&M A H&M foi fundada na Suécia em 1947, vendendo principalmente roupas e cosméticos, entrou oficialmente no mercado chinês em 2007. Informações do site oficial da H&M mostram que suas vendas líquidas em 2020 de 187 bilhões de coroas suecas (US$ 21,60 bilhões), com 5.000 pontos de vendas em 74 mercados diferentes. Fonte: Beijing Daily; 21st Century Business Herald

25 de março de 2021
China2Brazil
No briefing ordinário do Conselho Nacional da China, que ocorreu no dia 25 de março, Wang Shouwen, vice-presidente do Ministério do Comércio e representante adjunto na negociação comercial internacional, relatou que a China já está preparada para aplicar 87% das obrigações vinculantes da Parceria Regional Econômica Abrangente (RCEP, sigla em inglês). Durante o 14º Plano Quinquenal, a China pretende implementar estratégias de modernização dessas zonas, através de três aspectos: “expansão”, “qualidade” e “eficiência”. O Ministério do Comércio já analisou todas as 701 obrigações vinculantes da RCEP, incluindo concessões tarifárias, simplificação do processo alfandegário, padrões de produtos, medidas de liberalização do comércio e do serviço, lista negativa de investimentos e direitos de propriedade intelectual, entre outros. De todas as obrigações, a China está pronta para adotar 613 delas, ou seja, 87%. Em relação aos 13% restantes, serão implementadas assim que a RCEP entra em vigor no país. Segundo Wang Shouwen, no ano passado, a China exportou US$ 700,7 bilhões para os Estados membros do RCEP, representando 27% do total das exportações chinesas. Já em relação às importações, 37,8% originaram-se dos países da RCEP, totalizando no valor de US$ 777,9 bilhões. Além disso, 10% dos investimentos estrangeiros na China são feitos por membros do RCEP. De acordo com a previsão da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, sigla em inglês), até 2025, graças à RCEP, os seus 15 países membros terão um crescimento de mais de 10% nas suas importações. O vice-presidente destacou ainda que o acordo RCEP será um novo ponto de partida para que a China consiga melhorar as suas zonas de livre comércio. O acordo aumentará de 19 para 26 o número de parceiro de livre comércio da China. Durante o 14º Plano Quinquenal, a China pretende implementar estratégias de modernização dessas zonas, através de três aspectos: “expansão”, “qualidade” e “eficiência”. O termo “expansão” refere-se ao aumento de parceiros dos acordos do livre comércio. Além do RCEP, a China acelerará as negociações do acordo de livre comércio China-Japão-Coreia do Sul. Além disso, o país promoverá o processo de cooperação com Conselho de Cooperação do Golfo (GCC, sigla em inglês), Noruega e Israel. A China pretende ainda aderir ao Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP, sigla em inglês), e está disposta a conversar com outros países que gostariam de estabelecer acordos de livre comércio com China. Em relação à “qualidade”, a China planeja aumentar a qualidade dos acordos e conceder maior liberdade aos investimentos. Para isso, o país pretende aprender mutuamente com outros acordos de comércio livre, além de estudar sobre o nível e as regras de abertura para sua economia. O objetivo disso é garantir que os acordos possam atender às necessidades de desenvolvimento da China e dos seus parceiros comerciais e, ao mesmo tempo, articular-se com as normas comerciais e econômicas internacionais. Por fim, a “eficiência” é o esforço para conseguir expandir ainda mais os efeitos de implementação dos acordos de livre comércio. Após a entrada em vigor do RCEP, o comércio entre a China e seus parceiros ocupará 35% do volume total de comércio, ao invés de 27%. Entretanto, a China deseja aumentar ainda mais essa porcentagem. De acordo com Wei Jianguo, ex-vice-presidente do Ministério do Comércio e vice-presidente do Centro de Intercâmbio Econômico Internacional da China (CCIEE, sigla em inglês), atualmente, a China já assinou 19 acordos de livre comércio. Além disso, o país está promovendo a cooperação com os países como Chile, Cingapura, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Suíça. A China visa maior desenvolvimento econômico atendendo as normas internacionais e, ao mesmo tempo, expandir a sua abertura econômica. Fonte: 21st Century Business Herald

24 de março de 2021
China2Brazil
Uma pesquisa recente de Tao Luqi, vice-diretor do Centro de Inovação Colaborativa de Internet das Energias (Energy Internet) e Equipamentos Inteligentes da Universidade de Chongqing, pesquisador especial do departamento de Engenharia Elétrica, atraiu a atenção da comunidade científica, através de uma pesquisa de que o grafeno pode ajudar as pessoas com deficiência auditiva a “falar” e ter uma comunicação mais eficiente. Ao entrar no laboratório do vice-diretor, há algumas fatias finas da cor preta do tamanho do polegar na mesa. Esta é a pesquisa que Tao está fazendo – desenvolver sensores capazes de perceber todo o tipo de informação ambiental, como temperatura, umidade, tensão, e converter a informação ambiental em sinais elétricos que, no futuro, poderão ser utilizados principalmente na área da saúde e da medicina. (Fonte: Chongqing university; Pesquisador Tao Luqi com o material de fatia fina) Como a tecnologia pode ajudar as pessoas com deficiência auditiva? “Embora as pessoas surdas e mudas não possam falar, conseguem vibrar a garganta, e colocando material de grafeno de fatia fina fora da garganta, podemos detectar as vibrações da garganta. Uma vez que as vibrações são detectadas, o segundo passo é identificar as diferentes vibrações e convertê-las em uma espécie de “código de idioma” para pessoas surdas e mudas”. Segundo ele, a pronúncia codificada por cada pessoa é como as letras de um teclado, e pode expressar semântica contínua e completa através de diferentes combinações. E esta etapa de “expressar” a fala pode ser feita com grafeno. “Ao adicionarmos um sinal elétrico a ele, já pode reproduzir um som”. De acordo com o Tao, o grafeno além de poder detectar as vibrações da garganta é também capaz de emitir sons, e através do design, ele pode obter a percepção mais sensível à garganta, permitindo que as pessoas que não falam, possam passar por algum treinamento e usá-lo para realizar a comunicação normal com as pessoas. Por que estudar essa tecnologia de ponta? O Vice-diretor disse: “Isso se deve a uma conferência em 2017. Durante a reunião, conversando com meus colegas sobre a pesquisa e a relação entre grafeno e acústica. Percebi que, na época a equipe estrangeira encontrou um material chamado “grafeno nanoporoso”, material que tem boas propriedades mecânicas, e estrutura porosa extremamente sensível à pressão, que consegue sentir as pequenas vibrações da garganta. E enquanto eu estava dedicando a pesquisa em acústica descobri, que este material não só tem uma única propriedade mecânica, tem também um bom desempenho vocal, através do efeito termoacústico. Por isso, me concentrei na garganta artificial de grafeno inteligente”. “Vamos fazer algumas explorações no futuro baseadas na aprendizagem de máquinas (machine learning), combinando a inteligência artificial com a pesquisa de sensores, para que muitos sensores possam fazer coisas que antes não conseguia fazer”, disse. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo

24 de março de 2021
China2Brazil
O jogo mobile Genshin Impact desenvolvido pela empresa miHoYo já atingiu US$ 1 bilhão em faturamento gerado pelo engajamento com jogadores em menos de seis meses. A empresa Sensor Tower divulgou o novo relatório em 23 de março. O jogo “Genshin Impact” foi lançado em 28 de setembro de 2020. (Ilustração da personagem Paimon. Fonte: Genshin Impact, IT Home) Em apenas 5 meses, a “Genshin Impact” já gerou US$ 874 milhões de receita na App Store e no Google Play. Desde dezembro do ano passado, o valor médio de consumo dos jogadores é mantido em cerca de US$ 160 milhões por mês. Nos últimos 30 dias, esse jogo ocupa o terceiro lugar no ranking de faturamento das plataformas App Store e Google Play, perdendo apenas para “PUBG Mobile” e “King of Glory” da Tencent. De acordo com Sensor Tower, fora da China, “Genshin Impact” da miHoYo é o jogo mobile mais popular. Nos últimos 30 dias, a sua renda já ultrapassou US$ 129 milhões. Vale ressaltar que o “Genshin Impact” é o jogo que atingiu a marca de US$ 1 bilhão mais rapidamente, levando menos de 6 meses. Ou seja, superou “Pokémon Go” da Niantic (9 meses) e “Lineage M” da NCSoft (10 meses). (Gráfico que mostra o tempo gasto pelos jogos para atingir o faturamento de US$ 1 bilhão. Fonte: Sensor Tower, IT Home) Segundo relatório, o sucesso de “Genshin Impact” decorre de um grande investimento nas operações em tempo real, ou seja, a atualização constante de eventos, recursos e personagens. A introdução de novos personagens, em particular, aumenta substancialmente o consumo dos jogadores. Em 2 de março, a chegada da nova heroína Hu Tao possibilitou que a receita diária de “Gennshin Impact” atinja o valor de aproximadamente US$ 13 milhões. E a personagem Xiao fez com que o consumo dos jogadores ultrapasse de US$ 15 milhões em 3 de fevereiro. No dia que disponibilizaram o personagem Zhongli, em 1º de dezembro de 2020, o faturamento de “Genshin Impact” foi de US$ 15,5 milhões. Desde o dia do seu lançamento, a renda diária média desse jogo é de US$ 5,8 milhões. Fonte: IT Home

24 de março de 2021
China2Brazil
A Xiaomi anunciou, em 24 de março, seu relatório anual de resultados de 2020, mostrando que sua receita anual atingiu 245,87 bilhões de yuans (US$ 37,68 bilhões), 19,4% a mais do que no ano anterior. O lucro líquido foi de 13 bilhões de yuans (US$ 1,99 bilhões), 12,8% a mais do que no ano anterior. Em termos de participação de mercado, a receita dos mercados estrangeiros continuou a representar metade da receita da empresa, registrando 122,4 bilhões de yuans, um aumento de 34,2% em relação ao ano anterior e representando 49,8% da receita total da empresa. Em termos de segmentos de negócios, a receita do negócio de smartphones foi de 152,2 bilhões de yuans, um aumento de 24,6% em relação ao ano anterior. A receita do segmento de produtos IoT e de consumo foi de 67,4 bilhões de yuans um aumento de 8,6% em relação ao ano anterior. E a receita dos serviços de Internet foi de 23,8 bilhões de yuans, um aumento de 19,7% em relação ao ano anterior. Especificamente em termos de produtos, a Xiaomi distribuiu 146 milhões de smartphones, ficando em terceiro lugar no mundo em termos de remessas de smartphones no quarto trimestre de 2020, e teve o crescimento anual mais rápido entre os cinco maiores fornecedores de smartphones do mundo, com uma participação de mercado de 12,1%, de acordo com dados da Canalys. Graças ao forte crescimento nas remessas de smartphones, o sistema operacional MIUI atingiu 396 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo até dezembro de 2020, com 324 milhões de dispositivos IoT conectados (excluindo smartphones e laptops), um aumento de 38% em relação ao ano anterior. Imediatamente após a divugação do relatório financeiro, a Xiaomi anunciou que iria adquirir uma participação de 50% na Zimmy International. A empresa faz parte do ecossistema de produtos da Xiaomi, cujos produtos são principalmente acessórios para smartphones, incluindo baterias recarregáveis, carregadores e cabos de dados. Xiaomi disse em um anúncio separado que Liu De, responsável pelo recursos humanos, se tornou diretor executivo do Grupo Xiaomi e Zhou Shouzhi, que era responsável pelos negócios internacionais, se demitiu. Fonte: Zaker

23 de março de 2021
China2Brazil
O grande projeto “China Arqueológica” anunciou no sábado (20) às 15h, horário Pequim, no museu de Sanxingdui em Guanghan, na província de Sichuan, informando as importantes descobertas arqueológicas e resultados de pesquisa do local de Sanxingdui: seis fossos de peças, máscara de ouro, máscara gigante de bronze, árvore sagrada de bronze, marfim e outras 500 peças importantes relíquias culturais. “Com as novas relíquias culturais descobertas, vamos precisar renovar os discursos do museu, fazer a restauração desses itens e reorganizar o museu,” disse Zhu jiake, vice-diretor executivo do museu Sanxingdui, aos repórteres em uma entrevista. (Árvore de Bronze descoberta na região de Sanxingdui, foi descoberta em 1986 essa relíquia) (Fonte: Sichuan Daily; Fosso onde saíram os marfins) (Fonte: Sichuan Daily; Máscara de Ouro) Em seguida, vamos pensar sistematicamente sobre as mudanças que esta escavação arqueológica trouxe para o Museu Sanxingdui,” disse Zhu. No futuro, os visitantes que vem ao museu podem ver o processo de restauração de relíquias descobertos em Sanxingdui, que é uma “inovação do museu nacional”. Segundo o Zhu, após esta escavação arqueológica, a restauração de um grande número de importantes relíquias culturais desenterradas, como máscaras de ouro, máscaras de bronze, árvore sagrada de bronze e marfim, responderá muitas perguntas da história, e a região de Sanxingdui também atualizará os resumos de explicações do Museu de Sanxingdui. Em 18 de abril de 2020, Dia do Patrimônio Mundial, o museu global de Sanxingdui (tradução livre) que foi atualizado será inaugurado no mesmo dia. E ao mesmo tempo, o museu de bronze também será atualizado. E “em agosto deste ano, os visitantes também poderão ver o museu de bronze atualizado, que usa as altas tecnologias e multimídias para exibir as relíquias culturais”. “Construímos dois expositores para os dois poços que escavamos, e desta vez que obtemos mais relíquias, precisamos de um espaço de exibição melhor para que as relíquias “vivam” com dignidade.” Zhu disse que, enquanto restaura relíquias culturais, o museu também está se preparando para construir um novo espaço. Anteriormente, o museu Sanxingdui lançou um convite global para a apresentação de projeto de engenharia para construir um novo museu, e fornecendo 10 milhões de yuans (equivale a US$ 1,8 milhões). E nessa oferta, 57 das principais equipes de design nacionais e estrangeiras participaram do projeto, das quais mais de 20 eram equipes internacionais. Sanxingdui selecionou 10 das 57 e 3 para seleção final, e planeja construir um novo museu neste ano. Entretanto, eles “acreditam que no futuro irão construir um museu icônico que representa a unidade da diversidade da civilização chinesa”. Obs.: Imagem da Capa é uma máscara de bronze descoberta em Sanxingdui anteriormente. Fonte: RED STAR NEWS; Diário do Povo

23 de março de 2021
China2Brazil
A receita total da empresa de vídeos curtos Kwai aumentou significativamente de 39,1 bilhões de yuans em 2019 para 58,8 bilhões de yuans (US$ 10,65 bilhões) em 2020, um crescimento anual de 50,2%, principalmente devido ao forte crescimento dos serviços de marketing online e outros serviços (incluindo o comércio eletrônico). A maior proporção da receita foi representada pelo negócio de live streaming (transmissão ao vivo), constando mais de 50% da receita. Os dados foram divulgados em 23 de março. Com o rápido crescimento contínuo dos serviços de marketing online, a receita oriunda desse negócio aumentou 194,6% anualmente, representando 7,4 bilhões em 2019 para 21,9 bilhões (US$ 3,97 bilhões) em 2020. A receita dos serviços de marketing online como porcentagem da receita total aumentou de 19% em 2019 para 37,2% em 2020. Além disso, a receita comercial do live streaming representou 56,5% da receita total da Kwai e os 6,3% restantes foram de outros serviços. Como resultado da mudança no mix de receitas, a margem bruta da Kwai melhorou de 36,1% em 2019 para 40,5% em 2020. A Kwai registrou um prejuízo ajustado de 7,9 milhões de yuans (US$ 1,43 milhões) em 2020. Entretanto, a enorme perda da Kwai não foi oriunda dos negócios, mas principalmente da mudança no valor justo das ações preferenciais resgatáveis conversíveis de 106,8 bilhões de yuans e 19,9 bilhões de yuans negativos em 2020 e 2019, respectivamente, ou seja, o prejuízo foi devido principalmente ao aumento na valorização da empresa. Em 2020, a receita de live streaming de Kwai aumentou 5,6%, passando de 31,4 bilhões de yuans em 2019 para 33,2 bilhões de yuans (US$ 6,01 bilhões) em 2020. A média mensal de assinantes pagos da plataforma de streaming da Kwai foi de 57,6 milhões de yuans (US$ 10,43 milhões), aumento de 17,8% comparado com 2019. Custo anual das vendas em 35 bilhões de yuans e despesas em P&D de 6,5 bilhões de yuans O custo de vendas da Kwai aumentou em 39,8% de 25 bilhões de yuans em 2019 para 35 bilhões de yuans (US$ 6,34 bilhões) em 2020. A Kwai disse que o aumento foi principalmente devido ao aumento de usuários como resultado da expansão da base de usuários e do crescimento dos negócios da empresa. As despesas de vendas e marketing da Kwai aumentaram em 169,8% de 9,9 bilhões de yuans em 2019 para 26,6 bilhões de yuans (US$ 4,82 bilhões) em 2020, e sua porcentagem na receita total aumentou de 25,2% para 45,3%. Kwai disse que o aumento se devia principalmente a um aumento das atividades de marketing, branding (gestão de marcas) e publicidade da Kwai. As despesas em P&D (pesquisa e desenvolvimento) da Kwai aumentaram em 122,4% de 2,9 bilhões de yuans em 2019 para 6,5 bilhões de yuans (US$ 1,18 bilhões) em 2020. A Kwai declarou que o aumento foi devido a expansão de talentos nas áreas de Inteligência Artificial, Big Data e outras tecnologias avançadas. Fonte: 21st Century Business Herald