
31 de março de 2021
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Segundo o Boletim Estatístico Nacional de 2020, o valor total de consumo em Shanghai alcançou 1,59 trilhão de yuans (US$243,13 bilhões), tornando-se a única cidade da China que atingiu a meta de 1,5 trilhão de yuans com o consumo (US$228,9 bilhões). É atualmente a maior cidade consumidora da China, superando Beijing. Durante o período do 13º Plano Quinquenal da China (2016-2020), o consumo foi a chave para o crescimento econômico urbano. De acordo com o Boletim Estatístico Nacional de 2020, o setor primário representou 7,7% do PIB nacional, o setor secundário ocupou 37,8% e o setor terciário desempenhou 54,5% do PIB. Em 2020, entre as vinte e três cidades que apresentaram PIB acima de 1 trilhão de yuans (equivalente a US$152 bilhões), com exceção de Quanzhou, Foshan e Nantong, todas as outras tiveram mais de 50% de PIB representado pelo setor terciário. No entanto, a diferença na capacidade de consumo ampliou a desigualdade de crescimento econômico entre as cidades e até entre as regiões. Ignorando os efeitos de conurbação, Chongqing e Zhengzhou foram as cidades com PIB na escala acima de 1 trilhão de yuans (US$152 bilhões) que tiveram maior crescimento de consumo durante o 13º Plano Quinquenal. O valor total de consumo de Chongqing passou de 1 trilhão de yuans (US$152 bilhões), tornando-se a terceira cidade a atingir essa meta. (OBS: devido à falta de alguns dados, as informações da cidade Quanzhou referem-se ao ano de 2016 a 2020, as de Changsha são de 2015 a 2019, e as de 2020 de Tianjin basearam-se nos dados de 2018 da cidade. Fonte: Boletim Estatístico Nacional, 21st Century Business Herald) As quatro cidades com maior taxa de crescimento estão concentradas na região centro-oeste Durante o período de 13º Plano Quinquenal, com o avanço da industrialização e da urbanização, as cidades da região centro-oeste foram responsáveis de receber as indústrias da região leste. O consequente retorno da força de trabalho promoveu o consumo nas cidades de centro-oeste. De 2015 a 2020, todas as quatro cidades que tiveram maior crescimento de consumo estão localizadas na região centro-oeste. A primeira colocada é Hefei, cidade que cresceu 57,73% em cinco anos. A quarta é Chengdu, que cresceu 47,4%. Em ambas as cidades, houve aumento no comércio eletrônico. Mas a conurbação que aconteceu nas duas cidades é outro fator que impulsionou o crescimento de consumo. Caso ignorar os efeitos de conurbação, a taxa de crescimento foi maior nas cidades Chongqing e Zhengzhou, durante o período de 13º Plano Quinquenal. Zhengzhou cresceu de 329,47 bilhões de yuans (US$50,26 bilhões) em 2015 para 507,63 bilhões de yuans (US$77,46 bilhões) em 2020, entrando no grupo de “cidades com consumo superior a 500 bilhões de yuans (US$76,3 bilhões)”. Já Chengdu cresceu de 766,75 bilhões de yuans (US$117 bilhões) para 1,17 trilhão de yuans (US$179,8 bilhões), ultrapassando a meta de 1 trilhão de yuans (US$152,6 bilhões) de consumo. Para as cidades Chongqing e Zhengzhou, a causa principal de crescimento foi a sua industrialização e urbanização. Em 2019, a população urbana já ocupava 66,8% da população total de Chengdu, sendo que em 2015 a taxa de urbanização era de 60,94%. Ou seja, cresceu mais de 6%, muito maior do que a taxa de urbanização das outras cidades com PIB acima de um trilhão de yuans (US$152 bilhões). Zhengzhou cresceu de forma similar: em 2015, tinha 69,7% da população nas cidades; mas em 2019, 74,6% da população já é urbana, tendo um crescimento de 4,9%. A urbanização promove maior divisão de trabalho e maior necessidade de comprar produtos feitos por terceiros e, consequentemente, aumenta o consumo. A industrialização também promove o consumo local. Em 2020, as indústrias de Chongqing criaram um valor total de 699,07 bilhões de yuans (US$ 106,67 bilhões), e a taxa de crescimento industrial anual foi de 5,3%, bem maior do que a taxa média do país, que foi de 2,4%. A grande diferença entre as três grandes metrópoles Em 2020, entre as 23 cidades com PIB acima de um trilhão de yuans (US$152 bilhões), 8 delas tiveram taxa de crescimento positivo, incluindo as três cidades da Delta do Rio Yangtze (YRD, sigla em inglês): Nanjing, Shanghai e Nantong. Entre elas, Shanghai ultrapassou Beijing e tornou-se a cidade com maior consumo. De 2015 a 2020, a taxa de crescimento de consumo em Nanjing, Nantong e Suzhou superou 40%; a de Hangzhou e Ningbo excedeu 38%; e a de Shanghai e Wuxi passaram de 36%. Ou seja, de modo geral, as cidades pertencentes à YRD tiveram bom desempenho durante o período de 13º Plano Quinquenal da China. Isso porque a dispersão dos comércios da região YRD é maior do que outras regiões, por causa da presença de várias plataformas de comércio eletrônico, como Taobao e Pinduoduo. Ademais, essa região possui uma estrutura mais conveniente para as compras, como o frete grátis em toda a região. Por último, as cidades dessa região dão mais importância à popularização de marca. Por exemplo, em 2021, o Relatório de Governo de Shanghai mostrou a sua pretensão de promover a construção de centros internacionais de consumo e a criação de novos tipos de consumo, como de saúde, de experimento e on-line. Fonte: 21st Century Business Herald

31 de março de 2021
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A Skyworth, marca chinesa líder de televisão, lançou em Pequim, uma TV OLED do modelo W92 que reproduz som através de vidros, com resolução de 8k e frequência ultra-alta de 120hz. O evento de lançamento, que aconteceu nesta quarta-feira, 31 de março, teve o tema “Reach New Heights” (Alcance novas alturas). De acordo com a mídia IT Home, a Skyworth W92 (de 88 polegadas) tem um preço de 199.999 yuans (US$ 30.521,62), e estará à venda em 8 de abril. (Fonte: IThome; Durante a divulgação oficial da TV OLED do modelo W92) Segundo a empresa, a série W de TV da Skyworth possui um painel OLED de 88 polegadas de 8K e de 120Hz de alta qualidade no mercado consumidor global. O seu sistema de som usa a tecnologia autodesenvolvida de vidro acústico, que permite que os usuários tenham uma experiência imersiva nas cenas. Equipados com dois chips MEMC independentes, a Skyworth W92 eleva a imagem de alta definição de 8k para a resolução máxima de 8k 120FPS, com uma resolução de pixels de 7680x4320, ou seja, quatro vezes a de uma TV 4k. A auto-iluminação de 130 milhões de pixels traz um contraste extremo de “10 milhões de pixels: 1”, compatibilidade com a Dolby Vision, alto padrão de alcance dinâmico HDR 10 e fornecendo cores ricas, profundidade e detalhes precisos para os espectadores. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome

31 de março de 2021
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O Conselho de Construção Verde dos Estados Unidos (USGBC, na sigla em inglês) anunciou recentemente seu ranking de Liderança em Energia Verde e Design Ambiental (LEED, em inglês) anual dos 10 melhores mercados do mundo. Entre os mercados globais de edifícios verdes LEED (excluindo os Estados Unidos) que alcançaram resultados excepcionais no projeto, construção e operação de edifícios sustentáveis, a China conquistou o primeiro lugar pelo quinto ano consecutivo com uma área total acumulada certificada pelo ranking LEED de mais de 110 milhões m². Nesta lista, Canadá, Índia, Suécia e Brasil estão classificados, respectivamente, em segundo a quinto lugar. É relatado que o LEED é um sistema de classificação de edifícios verdes amplamente adotado em todo o mundo, cobrindo todo o ciclo de vida da construção, espaço interior e edifícios operacionais. "Para o LEED, independentemente do tipo de edifício, há cinco aspectos que precisam ser medidas: energia, água, resíduos, transporte e a experiência humana". A diretora da USGBC da região norte da China, Julia Wang, disse aos repórteres: "As pessoas passam 90% do dia dentro de edifícios e como um edifício é projetado e operado pode ter um impacto profundo nas pessoas". É relatado que, até 2020, existem 6273 projetos LEED na China (incluindo certificados e em processo de certificação), com uma área total de mais de 320 milhões m²; o número total de projetos certificados LEED atingiu 3.060, e a área total certificada ultrapassou 110 milhões m². Em comparação com 2019, 1.190 novos projetos LEED registrados foram adicionados na China em 2020, um aumento de 50,06% em relação a 2018; e 873 novos projetos certificados LEED serão adicionados, um aumento de 128,53% em relação ao ano anterior. A USGBC divulgou um ranking de cidades chinesas com base no número de projetos de edifícios verdes certificados pelo LEED, dos quais Xangai foi colocado em primeiro da lista com 677 projetos, respondendo por 32,9% dos TOP 10 cidades da China. Pequim (com 389 projetos) e Hong Kong (com 278 projetos) ficaram, respectivamente, em segundo e terceiro lugar. Em 2020, Xangai acrescentou 197 novos projetos LEED, 4,23% acima de 2019; a área de novos projetos atingiu 6,12 milhões m², 15,7% acima do mesmo período do ano passado. "Na verdade, desde alguns anos atrás, a China tornou-se o maior mercado para a certificação LEED fora dos Estados Unidos". Julia Wang disse aos repórteres: "Em termos de aplicação, o LEED foi primeiramente trazido por empresas estrangeiras na China, e depois lentamente se expandiu para os variados tipos de empresas nacionais". Fonte: 21 st Century Business Herald

30 de março de 2021
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Durante dois dias, o CEO da Xiaomi, Lei Jun, anunciou diversos novos produtos da companhia. No segundo dia de apresentação, em 30 de março, Lei lançou o principal equipamento anunciado na conferência da Xiaomi, o celular dobrável Mi Mix Fold, que faz parte de uma linha que não inova há mais de dois anos. Outra informação importante divulgada foi o plano de Lei Jun para ingressar a Xiaomi no mercado de carros elétricos. Confira a seguir os produtos lançados: CARROS ELÉTRICOS Na conferência, Lei Jun anunciou que Xiaomi ingressará no mercado de carros elétricos, o que significa uma grande mudança estratégica da empresa. Lei Jun destacou dois números para a produção de automóveis: “10 anos” e “10 bilhões de dólares”, ou seja, investimento de US$ 10 bilhões nos próximos 10 anos. A Xiaomi terá que se empenhar bastante para desenvolver-se simultaneamente nas três áreas: smartphones, Internet das Coisas e carros elétricos. CELULAR DOBRÁVEL: MI MIX FOLD A tela externa do Mi Mix Fold é de 6,52 polegadas e com taxa de atualização de 90 Hz. A tela interna do celular, após o desdobramento, possui com 8,1 polegadas e a solução é de 2K. Suporta HDR 10+, 1 bilhão de cores e Dolby Vision. (Ilustração do Mi Mix Fold. Fonte: myzaker.com ) A capacidade da bateria do Mi Mix Fold é de 5020mAh, comparando com Galaxy Fold de Samsung e Mate X2 de Huawei, possui centenas de mAh a mais. Para celulares dobráveis, o design da dobradiça também é muito importante. Segundo Lei Jun, Mi Mix Fold passou por 1 milhão de experimentos de dobramento, é bem resistível nesse sentido. Assim como tinha mostrado pelo Mi 11 Pro/Ultra, a câmera de Xiaomi é potente. A câmera principal possui 100 milhões de pixels e a lente suporta um zoom de até 30 vezes. Em relação à câmera líquida, o CEO disse que Mi Mix Fold conseguiu usar três lentes para obter o efeito de quatro lentes, e é capaz de alternar livremente entre as lentes macro e telefoto. (Ilustração de câmera líquida. Fonte: myzaker.com ) Além disso, Mi Mix Fold tem quatro saídas de som que trazem “afinação de nível profissional” apoiada pela Harman Kardon. Em termos de preço, Xiaomi oferece um valor relativamente baixo comparando com os produtos semelhantes de outras marcas: 12GB + 256GB é vendido por 9.999 yuans (aproximadamente US$ 1.521,45), e 12GB + 512GB está por 10.999 yuans (aproximadamente US$1.673,62). E o preço do modelo especial, que só possui a versão de 12GB + 512GB, é de 12.999 yuans (aproximadamente US$1.977,94). (Preço de Mi Mix Fold apresentado na conferência. Fonte: myzaker.com ) ELETRODOMÉSTICOS INTELIGENTES Durante a conferência, foram anunciados três eletrodomésticos inteligentes. O primeiro é o robô aspirador Mi Robot Vacuum Pro. Ele usa um sistema de reconhecimento multidimensional com visão binocular, em outras palavras, o robô é capaz de reconhecer os móveis e evitar choques. Além disso, a máquina é equipada com processador duplo de AIoT, possibilitando a identificação de diferentes tipos de piso. Possui ainda grande poder de sucção (4000Pa) e uma bateria com grande capacidade de carga (5200mAh). O preço de venda é de 2.999 yuans (equivalente a US$456,33) e o lote inicial, que será vendido a partir da 0h do dia 2 de abril, terá o preço de 2.699 yuans (aproximadamente US$410,68). (Ilustração do robô aspirador Mi Robot Vacuum Pro. Fonte: myzaker.com ) O outro eletrodoméstico lançado foi o ar-condicionado, que possui uma potência de 1,5HP. A eficiência da máquina foi melhorada, tem um design que evita o sopro direto. Além disso, possui um filtro purificador feito por 4 camadas de material esterilizante UVC, podendo atingir uma taxa de desinfecção de 99%, além disso ela tem uma função de auto-limpeza. O ar-condicionado é equipado com uma tela que demonstra a taxa de concentração de CO2 e a taxa de esterilização. O valor dele é 3.599 yuans (aproximadamente US$547,63). (Ilustração do novo ar-condicionado de Xiaomi. Fonte: myzaker.com ) Por fim, anunciaram um umidificador, Mijia Purê Smart Humidifier Pro, que possui uma tela OLED que indica o volume de água em tempo real. A capacidade de umidificação é de 600mL/h, e o tanque possui um volume de 5L que detém a umidade por dia. Ao mesmo tempo, possui três sistemas desinfetantes diferentes. O preço de venda é de 899 yuans (equivalente a US$136,79) e a lote inicial terá o preço de 799 yuans (aproximadamente US$121,58). (Ilustração do umidificador Mijia Purê Smart Humidifier Pro. Fonte: myzaker.com ) De modo geral, os três eletrodomésticos possuem bom custo-benefício e também um bom sistema inteligente. MI NOTEBOOK PRO 15/14 O novo notebook de Xiaomi foi denominado de Mi Notebook Pro 15. A cobertura é feita por liga de alumínio, a espessura da frente é de 15,9 mm, a capacidade da bateria é de 66 Whr e suporta carregamento rápido de 100 W. O CPU é o Intel i5-11300H de 11ª geração, e para placa gráfica discreta (discrete graphics card) é possível escolher GeForce MX450. (Ilustração de Mi Notebook Pro 15. Fonte: myzaker.com ) A melhora na qualidade da tela do Mi Notebook Pro 15 pode ser considerada a maior mudança para este novo notebook. O material da tela é E4 OLED, a proporção é 16:10, a resolução é de 3,5K e o número de pixels contido dentro de uma polegada (PPI) chega a ser 261. Em relação ao preço, o Mi Notebook Pro 15 possui três versões. De forma geral, Xiaomi oferece notebook de melhor qualidade na mesma faixa de preço: i5+16GB +512GB SSD+ placa gráfica integrada: 6.499 yuans (US$988,89) i5+16GB +512GB SSD+ placa gráfica discreta: 6.999 yuans (US$1.064,97) i7+16GB +512GB SSD+ placa gráfica discreta: 7.999 yuans (US$1.217,13) Foi anunciado ainda um notebook com 14 polegadas. A única diferença com Mi Notebook Pro 15 é a tela: tem uma solução de 2,5k, taxa de atualização de 120 Hz e tela LCD. Possui também três versões: i5+16GB +512GB SSD+ placa gráfica integrada: 5.299 yuans (US$806,30) i5+16GB +512GB SSD+ placa gráfica discreta: 5.999 yuans (US$912,81) i7+16GB +512GB SSD+ placa gráfica discreta: 6.999 yuans (US$1.064,97) (Ilustração de notebook com 14 polegadas. Fonte: myzaker.com ) O Xia0mi Mi Notebook Pro 15 possui ainda uma versão AMD Ryzen que será lançado em maio. Fonte: Zaker News

30 de março de 2021
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O “Relatório da Indústria de Livrarias Físicas da China 2020-2021”, publicado em 30 de março, pela Bookdao, mostra que em 2020, cerca de 1573 livrarias foram fechadas e 4061 novas livrarias físicas foram inauguradas na China. O número de novas livrarias abertas é muito maior do que o número de fechadas, com cerca de 2488 novas livrarias adicionadas em todo o país. Em Pequim foram registradas 0.9 livrarias a cada 10 mil pessoas em 2020, colocando-se em primeiro lugar do munda nessa estatística. Os dados foram obtidos através de uma pesquisa por questionário com associações provinciais da indústria de publicação de livros, 40 grupos de livrarias Xinhua, 93 redes de livrarias de marca e 163 livrarias independentes, abrangendo um número de lojas de 39.342 lojas. De acordo com a informação publicada no site Shelf-awareness, em 2020, 63 livrarias físicas dos EUA foram fechadas e 84 novas livrarias físicas foram abertas, e o crescimento líquido também foi alcançado sob a pandemia, mas o valor líquido não foi alto. Até o final de novembro de 2020, o número de livrarias físicas em Pequim chegou a 0,90, ultrapassando a média de 0,85 por 10.000 pessoas em sete cidades internacionais, como a Nova York, Paris, Tóquio, Toronto, Seul, Sydney e Moscou. Em termos absolutos, Pequim está no topo da lista de todas as cidades chineses com 639 novas lojas abertas e foi eleita em 2021 na Conferência de Livros como “a capital da livraria”. Wang Yefei, vice-ministro do Departamento de Publicidade do Comitê Municipal de Pequim, apresenta que “no momento mais grave da pandemia em 2020, pelo menos 200 livrarias físicas ainda estavam abertas em Pequim, com o forte apoio das autoridades locais por trás.” A partir da comparação de dados, o número de novas livrarias abertas em uma cidade de Pequim em 2020 é quase oito vezes maior do que o número de novas livrarias nos Estados Unidos. De acordo com o “Relatório”, embora o número de livrarias físicas na China tenha aumentado em 2020, as vendas globais caíram sob o duplo impacto da plataforma de compras online e da pandemia. Reduz o crescimento do mercado de livros, porém manteve um crescimento positivo Sob o impacto da pandemia, os dados da instituição de dados “OpenBook” mostram que o volume total do mercado de livros na china caiu pela primeira vez em 2020, com uma queda de 5,08% em relação ao ano anterior, totalizando um volume de 97,08 bilhões de yuans (US$ 14,77 bilhões). Do ponto de vista dos diferentes setores, a taxa de crescimento dos setores de lojas online retalhou em comparação com os anos anteriores, mas ainda assim manteve um crescimento positivo, com aumento de 7,27% em relação ao ano anterior, com um preço fixo de 76,72 bilhões de yuans (US$ 11,67 bilhões); O setor de lojas físicas foi significativamente afetado pela pandemia, com a queda de 33,8% em relação ao ano anterior, com o seu preço fixo de 20,36 bilhões de yuans (US$ 3,09 bilhões). Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald

30 de março de 2021
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Em fevereiro deste ano, as vendas de escavadeiras atingiram um recorde, superando cerca de 38% do recorde anterior de vendas mais altas de fevereiro. Nesse período, as vendas de escavadeiras nacionais foram de 24.562 unidades, um aumento de 255,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas destinadas à exportação foram de 3.743 unidades, um crescimento de 57,9% em relação ao ano anterior. A taxa de crescimento das vendas internas é muito maior do que a taxa de crescimento das exportações, que também coincide com a situação do mercado de máquinas de construção nos últimos anos, o que mostra que a demanda interna (mercado chinês) ainda é forte e as exportações estão crescendo gradativamente. De acordo com a entrevista da Securities Times com membros inseridos na indústria, eles acreditam que nos dois primeiros meses deste ano, as vendas de escavadeiras aumentaram significativamente. Por um lado, por causa da pandemia, durante janeiro-fevereiro de 2020, o isolamento social e o fechamento das empresas levaram a uma taxa base baixa na época, acumulando parte da demanda. Atualmente, com a vacinação da China ultrapassando bilhões de doses, e com a redução do impacto da pandemia, a demanda de máquinas de construção foi liberada originando o atual crescimento. Por outro lado, houve investimento intensos de grandes projetos de construção totalizando cerca de 3 trilhões de yuans. (Fonte: STCN; Wind) As vendas de caminhões pesados estabeleceram um novo recorde pelo 11º mês consecutivo Como um dos indicadores de observação de dados econômicos, as vendas de caminhões pesados nos primeiros 2 meses de 2021 também superaram as expectativas do mercado. Ao entrar em 2021, um grande número de projetos de infraestrutura, incluindo ferrovias, rodovias e metrôs, foram intensamente iniciados em todo o país, o que pode ser uma grande vantagem para máquinas de construção. De acordo com os dados da plataforma cvworld, em fevereiro de 2021, as vendas do mercado chinês de caminhões pesados foram de 112.000 unidades, ou seja, 198% a mais em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro-fevereiro, as vendas acumuladas da indústria de caminhões pesados forame de 295.400 unidades, um aumento de 92% em relação ao mesmo período do ano anterior, e um crescimento líquido de mais de 140.000 unidades. Vale ressaltar que as vendas de caminhões pesados estabeleceram um novo recorde histórico pelo 11º mês consecutivos, mais de 20.000 unidades a mais do que o recorde anterior de 86.400 unidades em fevereiro de 2017. Fonte: Zaker; STCN (Securities Times)

29 de março de 2021
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A Xiaomi lançou dois novos modelos de celular e autonomeou os produtos como “o melhor smartphone do sistema Android”. Na noite de 29 de março, em um lançamento de duas horas, Leijun, CEO da Xiaomi, apresentou uma série de novos produtos, incluindo uma versão atualizada do Mi 11 Pro e Mi 11 Ultra, uma versão menor do Mi 11 Lite, e um novo modelo de roteador e pulseira. Apesar de, Mi 11 Pro continua tendo o mesmo design do Mi 11 em termos de aparência e tela, o design do módulo de câmera traseira e a tela de 2K+120 Hz são iguais do modelo padrão. Pórem, o Mi 11 Pro utiliza um novo material de transferência de calor de fase (PCM, em inglês), que aumenta a capacidade de transferência de calor em 100% em comparação com um gel de transferência de calor convencional, além disso, o modelo tem uma grande diferença na bateria e câmera. Afirma-se que o seu sistema de resfriamento é até melhor do que celulares de games. (Fonte: Zaker; Evento de lançamento da Xiaomi, Lei Jun apresentado Xiaomi 11 Ultra e PRO) Além disso, a Xiaomi trouxe também uma placa de recarga sem fio que nem a apple AirPower conseguiu fazer. (Fonte: Zaker; Evento de lançamento da Xiaomi) Em termos de gravação de vídeo, o Mi 11 Pro é capaz de gravar vídeo 8K e vídeo em câmera lenta de 1920 fps. Em outros aspectos, o Mi 11 Pro também suporta IP68, versão aprimorada do WiFi6, alto-falantes duplos, motores de eixo X e assim por diante. Preço O Mi 11 Pro tem três tipos: 8GB + 256GB custa 4999 yuan (equivale USD 760,92) 12GB + 256GB custa 5299 yuans (equivale USD 806,58) 12GB + 512GB custa 5699 yuans (equivale USD 867,47) (Fonte: Zaker; Evento de lançamento da Xiaomi, com o CEO Lei apresentado) Xiaomi Mi Ultra O modelo Mi 11 Ultra usa uma tampa traseira de cerâmica, e o design da câmera traseira foi completamente alterado em comparação com as outras duas séries 11, o módulo é enorme e ocupa quase 1/3 de toda a tampa traseira. Lei Jun disse que a avaliação de câmera da DXOMARK (plataforma que avalia cientificamente smartphones, lentes e câmeras) de Xiaomi 11 Ultra obteve a pontuação total em primeiro lugar. Preço Mi 11 Ultra tem três versões: 8GB + 256GB custa 4999 yuans (equivale USD 867,47) 12GB + 256GB custa 5299 yuans (equivale USD 989,24) 12GB + 512GB custa 5699 yuans (equivale USD 1065,35) Além disso, há uma versão especial de mármore, com apenas 12GB+512GB, que é vendido pelo mesmo preço que a versão normal, ambos por 6999 yuans (equivale USD 1065,35). Xiaomi 11 Lite O modelo Mi 11 Lite que tem o principal objetivo em oferecer um celular com design leve e fino, tem uma espessura de 6,81mm, 159g de peso e uma bateria de 4520mAh. (Fonte: Zaker; Evento de lançamento da Xiaomi, apresentado Xiaomi 11 Lite) Preço Mi 11 Lite tem duas versões: 8GB + 256GB custa 4999 yuans (equivalente a USD 349,94) 12GB + 256GB custa 5299 yuans (equivalente a USD 395,60) Novo Roteador que suporta WiFi 6 Plus da Xiaomi O Roteador que suporta WiFi6 Plus, o Xiaomi AX9000, usa um processador qualcom de seis núcleos (CPU de 4 núcleos + NPU de 2 núcleos) que tem: 12 antenas e 12 amplificadores de sinais; capacidade máxima de 9000 megabits; suporte para a banda 4g + antena alot (1731mbps); banda 5g (2402mbps) e banda 5g exclusiva de concorrência (4804mbps). O roteador tem um preço de 999 yuans (equivalente a USD 152,06). (Fonte: Zaker; Evento de lançamento da Xiaomi, Lei Jun apresentado o Roteador AX900) Pulseira Mi 6 A nova geração da pulseira Mi6, em termos de durabilidade da bateria, suporta de 14 a 19 dias. E oferece também o carregamento magnética e é à prova d'água em profundidade de até 50 metros. Existem 6 tipos de correspondência de cores para a pulseira Mi 6. A versão padrão custa 229 yuans (equivalente USD 34,86) e a versão NFC custa 279 yuans (equivalente a USD 42,47). (Fonte: Zaker; Evento de lançamento da Xiaomi, imagem de ilustração da Pulseira Mi 6) Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Zaker

29 de março de 2021
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Segundo o relatório publicado recentemente pelo Ministério de Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural da China (MOHURD, sigla em inglês), a China já possui dez megacidades. Comparando com o ano anterior, mais uma cidade se enquadra na definição de megacidade: Jinan. Oito dessas 10 megacidades chinesas tiveram mais de um trilhão de yuans (equivalente a US$ 152,21 bilhões) de PIB em 2020. Em comparação com o ano de 2019, duas cidades a mais conseguiram obter o PIB superior a um trilhão de yuans. As três cidades com maior PIB, Chengdu, Hangzhou e Wuhan, ultrapassaram de 1,5 trilhão de yuans (US$ 228,32 bilhões). Chengdu, que está em primeiro lugar, possui PIB 2,7 vezes maior do que Shenyang, a megacidade com menor PIB. As megacidades são uma parte importante do sistema urbano da China. Com o aumento da população nos centros urbanos, as megacidades estão se desenvolvendo rapidamente. As megacidades aqui mencionadas referem-se a cidades com população acima de 5 milhões e abaixo de 10 milhões. Dez cidades chinesas podem ser classificadas como megacidade: Dongguan, Wuhan, Chengdu, Hangzhou, Nanjing, Zhengzhou, Xi'an, Jinan, Shenyang e Qingdao. (Lista com o PIB e a taxa de crescimento das 10 megacidades da China) Primeiro colocado, Chengdu Segundo os dados do Escritório de Estatísticas de Chengdu, ela é uma das “melhores cidades para desenvolvimento e modernização econômica”. Com as inovações em expansão, a cidade já possui mais de 6.000 empresas de alta tecnologia. A indústria da tecnologia da informação é o setor econômico principal de Chengdu. A Subsecretaria de Economia e Tecnologia da Informação de Chengdu informou que, em 2020, a receita desse setor ultrapassou um trilhão de yuans (US$ 152,21 bilhões), tendo um crescimento anual de 19,8%. Ao mesmo tempo, o comércio exterior de Chengdu também é relevante para a sua economia. As estatísticas mostram que, em 2020, o volume total de importações e exportações foi de 715,42 bilhões de yuans (US$108,9 bilhões), houve um aumento anual de 23,7%. O setor de indústria de processamento cresceu constantemente. Das importações e exportações, 503,16 bilhões de yuans foram produzidos por esse setor, aumentou 25,8% comparando com ano anterior. He Kaifeng, vice-diretor do Escritório de Operação Econômica da Zona de Desenvolvimento de Indústria de Alta Tecnologia de Chengdu, relatou que grande volume de importações e exportações é devido à presença de várias empresas líderes na cidade, como Intel, Foxconn e Dell, que criaram uma cadeia industrial de importação de materiais e exportação de produtos embalados em Chengdu. Além disso, o home office também impulsionou a venda de produtos relacionados, como notebook e tablet, que cresceram 29% e 49% nas exportações, respectivamente. A localização de Chengdu é outro fator que estimulou a economia da cidade. Ela situa-se no centro da China, possui grande vantagem geográfica para realizar comércios tanto para região sul quanto para oeste do país. Em termos de comércio exterior, é a quarta maior cidade chinesa em relação à quantidade de rotas internacionais, e é a primeira da região centro-oeste. Segundo colocado, Hangzhou Depois de Chengdu, Hangzhou ocupa o segundo lugar no ranking de PIB das megacidades. Hangzhou possui certa deficiência em termos de infraestrutura urbana básica e de recursos, além disso, também tinha uma população menor no início da abertura econômica da China. No entanto, atualmente, Hangzhou é a cidade chinesa líder na área de comércio eletrônico. Os dados do Escritório de Estatísticas de Hangzhou revelam que, em 2020, a economia digital da cidade teve um valor agregado de 429 bilhões de yuans (US$65,3 bilhões), com aumento anual de 13,3% e representa 26,6% do total de PIB local. O Relatório de Trabalho do Governo Municipal de Hangzhou mostra que a cidade sempre se esforçou para atrair mão de obra qualificada. Em 2020, Hangzhou recebeu 436 mil estudantes universitários com menos de 35 anos, é a cidade que mais entra os talentos. Terceiro colocado, Wuhan A terceira cidade, Wuhan, foi a mais afetada pela pandemia. No primeiro trimestre do ano passado, o PIB local caiu drasticamente. No entanto, mesmo com decréscimo de 4,7% no PIB, considera-se que a cidade recuperou-se rapidamente e obteve um resultado melhor do que o esperado. Além disso, ainda está entre as dez cidades chinesas com melhor economia, tendo um PIB de 1,56 trilhão de yuans (US$ 237 bilhões). Outras Megacidades Nanjing se manteve no seu quarto lugar, mas também houve avanços: pela primeira vez, está entre as dez cidades com melhor economia. As cidades Qingdao, Zhengzhou, Jinan e Xi’an também tiveram PIB acima de um trilhão de yuans (US$ 152,21 bilhões). Em comparação com 2019, duas novas cidades alcançaram essa meta: Jinan e Xi’an. Vale ressaltar que, Xi’an foi a cidade com maior taxa de crescimento (5,2%) em 2020. Entre as 10 cidades, Dongguan e Shenyang são as únicas duas que não atingiram o PIB de um trilhão de yuans (US$ 152,21 bilhões) ainda. No ano passado, Dongguan cresceu somente 1,1%, pois é a cidade com maior grau de dependência em relação ao comércio exterior. Assim, a economia de Dongguan foi afetada fortemente pela pandemia. Mas em termos de investimento em ativos fixos, a cidade teve um aumento anual de 13%. É muito provável que Dongguan atinja o PIB de um trilhão de yuans (US$ 152,21 bilhões) em 2021. A taxa de crescimento de PIB da cidade Shenyang foi 0,8%. Segundo Niu Fengrui, pesquisador do Centro de Desenvolvimento Urbano e Pesquisa Ambiental da Academia Chinesa de Ciências Sociais (ACCS), Shangyang ainda está sofrendo os efeitos da transformação econômica. Anteriormente, a economia de Shengyang e outras cidades da região Nordeste da China estava baseada nas indústrias pesadas. Com a política de transformação econômica do governo chinês, a cidade enfrentou, e ainda enfrenta, vários problemas e dificuldades. Fonte: Zaker

29 de março de 2021
China2Brazil
A BiliBili (popularmente chamada de "Estação B") foi oficialmente listada na Bolsa de Valores de Hong Kong sob o código de ações 9626, no dia 9 de março. Contra um ambiente de mercado que ultimamente apresentou quedas nos estoques globais de tecnologia, a BiliBili sofreu uma quebra em seu primeiro dia de cotação do mercado secundário em Hong Kong, caindo até 6,81%. No fechamento da negociação, BiliBili estava negociando a HK$800 (US$ 102,93), 0,99% abaixo do preço de emissão, com uma capitalização total de mercado de HK$304,49 bilhões (US$ 39,18 bilhões). De acordo com o prospecto, para a listagem em Hong Kong, BiliBili emitirá um total de 25 milhões de ações ordinárias Classe Z da empresa a um preço de emissão de HK$808 por ação, elevando a receita líquida de aproximadamente HK$19,87 bilhões (US$ 2,56 bilhões) (antes do exercício da opção de sobrelotação). A respeito da queda, Chen Rui, presidente e CEO da BiliBili, disse imediatamente que não estava preocupado com as flutuações de mercado a curto prazo: "Dez anos depois, ninguém vai prestar atenção se as ações da BiliBilii estão em alta ou em baixa no primeiro dia, mas todos vão se lembrar que Estação B é uma empresa com boas perspectivas de desenvolvimento". Chen Rui disse em uma entrevista que na semana passada as ações chinesas experimentaram uma das maiores quedas nos últimos cinco anos, que deve ser considerada um evento de cisne negro. Sob tais circunstâncias, não foi fácil para BiliBili se listar. Quando penso no listamento em Nasdaq há três anos, o primeiro dia da IPO foi parecido com a queda dessa IPO em Hong Kong. Para a empresa, ela não se importa muito com as flutuações de curto prazo do mercado acionário e o preço das ações a longo prazo deve provar tudo. Os jovens usuários e produtores de vídeos são a base da BiliBili; um em cada dois jovens acessa a plataforma Desde 2018, a média mensal de usuários ativos da BiliBili cresceu de 71,8 milhões para 202 milhões. De acordo com a instituição de pesquisa, iResearch, estima-se que 86% dos usuários da Estação B têm 35 anos de idade ou menos. Isso significa que um em cada dois jovens chineses é um usuário da Estação B. Ao mesmo tempo, o número médio mensal de produtores de vídeos em BiliBili cresceu de 200 mil para 1,9 milhão, estruturando a base para a geração de receita relacionados a participação do público. Chen Rui acredita firmemente que o "vídeo" é uma tendência inevitável, e com a atualização de equipamentos e tecnologia, o vídeo se tornará o principal conteúdo da Internet. Fonte: Zaker News

26 de março de 2021
China2Brazil
Recentemente, a International Data Corporation (IDC China) publicou o estudo sobre gastos mundiais com blockchain em 2021. Segundo IDC, o mercado de blockchain da China deverá ultrapassar US$ 2,5 bilhões em 2024, e a taxa de crescimento anual composta (CARG, sigla em inglês) será de 54,6% no período de cinco anos (2020-2024), tornando-se, assim, o país com maior crescimento. Além disso, a IDC prevê que durante esses cinco anos, China manterá o seu segundo lugar no ranking global de tamanho de mercado. A Covid-19 acelerou indiretamente a implementação das tecnologias digitais como blockchain. De acordo com a previsão da IDC, até 2024, o mercado global de blockchain atingirá o valor de US$ 18,95 bilhões, e a CARG durante o período de cinco anos alcançará cerca de 48%. Para a China, as políticas públicas foram importantes na promoção do maior uso de blockchain pelos mercados verticais. Em 2019, o governo determinou o blockchain como um fator importante para as inovações autônomas da China. Em 2020, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, sigla em inglês) incluiu o blockchain no escopo de novas infraestruturas básicas. E, no mais recente 14º Plano Quinquenal, o blockchain foi classificado como um ponto central para a economia digital. Todas essas políticas públicas catalisaram o desenvolvimento do blockchain na China. Atualmente, a tecnologia blockchain ainda está nos seus estágios iniciais de desenvolvimento na China. A IDC divide os gastos com blockchain em três blocos: hardware, software e serviço. Segundo a IDC, o blockchain é implementado principalmente na forma de entrega de projetos no mercado doméstico chinês. Portanto, uma grande parcela dos gastos com blockchain são relacionados ao serviço (ou BasS, blockchain como serviço). No entanto, o desenvolvimento constante de BasS e as plataformas relacionadas acarretaram no aumento das despesas relacionadas ao software. Desse modo, a previsão da IDC é que a CARG dos gastos com software atinja 58,5%. De acordo com IDC, os gastos com serviço e com software ainda desempenharão o papel importante no mercado de blockchain da China. Ao mesmo tempo, a proporção de software e hardware no mercado chinês aumentará nos próximos cinco anos. (Previsão de gastos com blockchain na China, de 2019 a 2024. Fonte: IDC China, 21st Century Business Herald) Em relação à aplicação de blockchain, a estimativa da IDC é que essa tecnologia será amplamente aplicada em setores como financiamento de comércio (trade finance), gerenciamento de identidade pessoal, rastreabilidade dos produtos, entre outros. No que concerne a trade finance, é possível que o total de despesas do mercado chinês ultrapasse US$ 300 milhões em 2024. No contexto da prevenção e controle de coronavírus, o blockchain encontra novas oportunidades nos trabalhos como rastreamento de produtos e gerenciamento de cargas/ativos financeiros, incluindo a tarefa de garantir a segurança das vacinas e dos alimentos. (Previsão de porcentagem de gastos com blockchain em diferentes mercados em 2024. De esquerda para direita da legenda, as cores indicam (i) trade finance, (ii) gerenciamento de identidade pessoal, (iii) rastreabilidade dos produtos e (iv) outros. Fonte: IDC China, 21st Century Business Herald) Além da trade finance, o blockchain já está sendo aplicado na identificação pessoal, nos registros eletrônicos de histórico do paciente, na circulação das receitas médicas e em vários outros campos do setor de saúde. Segundo a previsão da IDC, a CARG de blockchain na área de saúde pode atingir cerca de 80% nesses cinco anos. Hong Wanting, analista sênior do Departamento de Pesquisa de Tecnologias Emergentes da IDC China, afirmou que o blockchain está sendo incorporado em vários cenários do dia-a-dia. No futuro próximo, o blockchain não só reduzirá os custos e melhorará a eficiência dos negócios, mas também terá um papel importante na confiança entre os parceiros comerciais. A tecnologia blockchain desenvolverá ao longo do tempo e possui um futuro próspero. Fonte: 21st Century Business Herald