
16 de junho de 2026
China2Brazil
Províncias chinesas ampliam investimentos em computação e inteligência artificial para atrair empresas de tecnologia e fortalecer a economia digital. Mongólia Interior e Guizhou estão entre os exemplos mais recentes desse processo e disputam espaço entre os principais polos de infraestrutura computacional do país. A estratégia segue caminhos diferentes. A Mongólia Interior aposta na combinação de energia renovável e centros de processamento de dados, enquanto Guizhou concentra esforços na economia digital, no desenvolvimento do mercado de dados e na expansão de aplicações de inteligência artificial. Na Mongólia Interior, a indústria de computação movimentou 57,7 bilhões de yuans em 2025, crescimento de 26,2% em relação ao ano anterior. A capacidade computacional da região alcançou 237 mil P, dos quais mais de 92% estão ligados à computação inteligente. Já Guizhou busca ampliar sua estrutura de computação inteligente e acelerar a aplicação de grandes modelos de IA, além de atrair parceiros para fortalecer seu ecossistema digital. A disputa também tem atraído grandes empresas de tecnologia. Em junho, a Huawei participou de reuniões com autoridades das duas regiões, que buscam ampliar investimentos em centros de dados, inteligência artificial e infraestrutura computacional. O avanço dessas iniciativas mostra como a capacidade de processamento de dados passou a ocupar posição estratégica no desenvolvimento regional da China. Enquanto algumas províncias utilizam energia renovável como vantagem competitiva, outras apostam em recursos de dados e infraestrutura digital para atrair novos investimentos. Fonte: China News

15 de junho de 2026
China2Brazil
A China lançou seu primeiro satélite dedicado exclusivamente à proteção do patrimônio cultural. O equipamento será usado para monitorar monumentos, sítios arqueológicos e outros bens históricos por meio de imagens de alta precisão, modelos digitais em 3D e comparações periódicas que permitem acompanhar mudanças nesses locais. O satélite de sensoriamento remoto Wenwu-01 entrou em órbita na madrugada de segunda-feira após ser lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na província de Gansu, no noroeste do país. O projeto foi desenvolvido em parceria pela Administração Nacional do Patrimônio Cultural da China e pela Chang Guang Satellite Technology. Equipado com sistemas ópticos de alta precisão e tecnologia de imagem multiespectral, o satélite consegue coletar dados espaciais sobre bens culturais. Além disso, pode criar modelos digitais em três dimensões e comparar registros obtidos em diferentes períodos para acompanhar mudanças em sítios e patrimônios históricos. O nome Wenwu significa patrimônio cultural em chinês e faz referência à missão do satélite de apoiar a preservação do legado histórico do país. Após o lançamento, o Wenwu-01 passará a operar em conjunto com mais de 130 satélites da constelação Jilin-1. A integração ampliará a capacidade de coleta de dados e permitirá acompanhar, de forma contínua, mudanças em sítios históricos e culturais distribuídos por todo o território chinês. Segundo a Administração Nacional do Patrimônio Cultural, os dados gerados pelo satélite contribuirão para um monitoramento mais frequente e preciso, além de apoiar ações de conservação e gestão de bens culturais em diferentes níveis. A estratégia também prevê a integração de imagens de satélite com drones, sensores conectados à internet das coisas (IoT) e ferramentas de inteligência artificial. Essas tecnologias deverão ser aplicadas em atividades como fiscalização, levantamentos de recursos patrimoniais, investigações arqueológicas, planejamento, gestão, monitoramento do estado de conservação e restauração de patrimônios históricos. Com essa estrutura, a China pretende criar um sistema integrado de monitoramento que combine informações coletadas do espaço, do ar e do solo, fortalecendo a proteção e a gestão de seu patrimônio cultural. Segundo a administração, a iniciativa deverá fornecer suporte científico e tecnológico para o desenvolvimento do setor de patrimônio cultural no país. Fonte: China Daily

15 de junho de 2026
China2Brazil
A China defendeu a retomada da operação do Estreito de Ormuz após tomar conhecimento do acordo firmado entre Estados Unidos e Irã que prevê a reabertura da rota marítima . Segundo o Ministério das Relações Exteriores chinês, a normalização da passagem atende aos interesses dos países da região e da comunidade internacional, além de contribuir para a estabilidade do comércio e da navegação internacional. Durante entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (15), o porta-voz da chancelaria chinesa, Lin Jian, afirmou que Pequim acompanha o memorando de entendimento da primeira fase do acordo entre EUA e Irã , que inclui medidas para reabrir o Estreito de Ormuz. De acordo com o porta-voz, o estreito representa uma das principais rotas marítimas do mundo. Por isso, a China espera que a navegação na região seja restabelecida com segurança e liberdade o mais rápido possível. Além disso, Lin Jian informou que o governo chinês pretende manter diálogo com os países da região e com a comunidade internacional sobre os desdobramentos relacionados ao tema. Fonte: China News

15 de junho de 2026
China2Brazil
O sistema ferroviário da China transportou 1,969 bilhão de passageiros entre janeiro e maio de 2026, alta de 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No mesmo intervalo, as ferrovias movimentaram 2,186 bilhões de toneladas de cargas, avanço de 3,1%, segundo dados da Administração Ferroviária Nacional. No transporte de passageiros, o volume acumulado alcançou 697,7 bilhões de passageiros-quilômetro nos cinco primeiros meses do ano, crescimento de 4,2% na comparação anual. Apenas em maio, o sistema ferroviário registrou 414 milhões de viagens, aumento de 1,9%, enquanto o volume de transporte chegou a 140,4 bilhões de passageiros-quilômetro, alta de 2,2%. Transporte de cargas manteve a trajetória de crescimento Entre janeiro e maio, o volume transportado atingiu 1,56 trilhão de toneladas-quilômetro, avanço de 6,2% em relação ao mesmo período de 2025. Em maio, as ferrovias movimentaram 459 milhões de toneladas de mercadorias, aumento de 4,5%, enquanto o volume de carga transportada chegou a 336,2 bilhões de toneladas-quilômetro, crescimento de 9,2%. Entre os principais produtos transportados, o carvão liderou a movimentação com 1,164 bilhão de toneladas nos cinco primeiros meses do ano, alta de 4,5%. O transporte de contêineres alcançou 447 milhões de toneladas, avanço de 8,4%, e o de grãos somou 23,98 milhões de toneladas, aumento de 4,7%. Além do crescimento operacional, a China ampliou os investimentos na expansão da infraestrutura ferroviária. De janeiro a maio, o investimento em ativos fixos do setor alcançou 248,5 bilhões de yuans, valor 2,6% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Segundo a Administração Ferroviária Nacional, o avanço das obras contribui para fortalecer a integração regional e ampliar a capacidade logística do país. Fonte: CCTV

15 de junho de 2026
China2Brazil
As receitas e pagamentos transfronteiriços dos setores não bancários da China somaram US$1,5 trilhão em maio, alta de 22% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados divulgados em 15 de junho pela Administração Estatal de Câmbio. No mesmo mês, as entradas líquidas de capital transfronteiriço alcançaram US$62,5 bilhões, avanço de 1% na comparação com abril. Os números incluem operações realizadas por empresas e indivíduos. Já o superávit de liquidação cambial dos bancos atingiu US$35,8 bilhões, resultado 11% menor que o registrado no mês anterior. Segundo Li Bin, vice-diretor e porta-voz da Administração Estatal de Câmbio, o comércio de bens continua sendo o principal canal de entrada líquida de capital no país. Por outro lado, o comércio de serviços permanece deficitário. Além disso, os pagamentos de dividendos e juros por empresas com investimento estrangeiro aumentaram devido a fatores sazonais. Li também afirmou que investidores estrangeiros mantiveram compras líquidas de ações e títulos chineses, o que contribuiu para a estabilidade dos fluxos financeiros transfronteiriços. De acordo com a Administração Estatal de Câmbio, as expectativas do mercado cambial permaneceram estáveis em maio. As taxas de conversão de receitas em moeda estrangeira e de compra de divisas por empresas registraram pouca variação em relação a abril, indicando que a demanda por operações cambiais seguiu alinhada às necessidades reais das empresas e demais agentes econômicos. Fonte: news.cn

12 de junho de 2026
China2Brazil
A China informou que, em 2025, todo o aumento do consumo de eletricidade associado ao crescimento econômico foi atendido por fontes renováveis, segundo o Relatório sobre o Desenvolvimento das Energias Renováveis da China divulgado nesta quinta-feira (12). O documento aponta que a geração renovável adicional foi suficiente para cobrir integralmente a expansão da demanda elétrica no país. O relatório também mostra que a capacidade instalada adicional de energias renováveis voltou a bater recorde em 2025 e representou mais de 60% das novas instalações globais. A capacidade total de geração renovável da China ultrapassou 2,337 bilhões de quilowatts, enquanto as novas instalações responderam por 82,7% de toda a capacidade elétrica adicionada no país. A geração anual de eletricidade a partir de fontes renováveis alcançou cerca de 4 trilhões de quilowatts-hora. Tanto a energia eólica quanto a solar superaram individualmente 1 trilhão de quilowatts-hora, e cada uma passou a representar mais de 10% da geração total de eletricidade da China. Segundo o relatório, a energia renovável deixou de ser apenas uma fonte de geração elétrica e passou a ganhar espaço em áreas como descarbonização industrial, transporte de baixa emissão, parques industriais de carbono zero e recuperação ecológica. Novos modelos de negócio, como fornecimento direto de eletricidade verde e produção de hidrogênio com energia eólica e solar, também avançaram ao longo do ano. Para 2026, a expectativa é que a China adicione cerca de 300 milhões de quilowatts em capacidade eólica e solar e mais de 50 milhões de quilowatts em novos sistemas de armazenamento de energia conectados à rede. Fonte: news.southcn.com

12 de junho de 2026
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A China publicou 389 novas normas nacionais que abrangem áreas como inteligência artificial, indústria, energia verde, agricultura e serviços públicos. O pacote, divulgado pela Administração Estatal para Regulação do Mercado e pela Administração de Padronização da China (SAC), busca ampliar a padronização de setores estratégicos da economia e estabelecer novos requisitos de segurança, qualidade e sustentabilidade. Entre as medidas, estão 33 normas voltadas à inteligência artificial, segurança cibernética e blockchain. O governo também publicou regras para internet industrial, gêmeos digitais e aplicações aeroespaciais, incluindo sistemas para espaçonaves, drones civis e veículos espaciais tripulados. Na indústria, as novas normas abrangem produtos siderúrgicos, novos materiais e equipamentos industriais. O objetivo é elevar os padrões de qualidade e segurança em segmentos como metalurgia, construção naval e fabricação de máquinas. O pacote também contempla a transição energética. Novas regras foram estabelecidas para carregamento de veículos elétricos, parques eólicos e módulos fotovoltaicos. Além disso, a China publicou dezenas de normas para materiais de construção e produtos químicos, com foco na eficiência produtiva e na redução de impactos ambientais. Na agricultura, as medidas incluem padrões de qualidade para alimentos, tecnologias de conservação, armazenamento de grãos e monitoramento do solo. Segundo as autoridades, as normas devem contribuir para a modernização da produção agrícola e a redução de perdas na cadeia de abastecimento. As novas regulamentações alcançam ainda áreas ligadas ao cotidiano da população. Entre elas estão normas para equipamentos esportivos, integração entre atendimento humano e sistemas inteligentes, serviços públicos voltados às crianças e diretrizes de sustentabilidade para instituições de ensino superior. De acordo com a SAC, a implementação das normas deverá apoiar o desenvolvimento industrial, fortalecer a segurança de produtos e serviços e ampliar a qualidade dos sistemas públicos em diferentes setores da economia chinesa. Fonte: gmw.cn

12 de junho de 2026
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A idade das estrelas da Via Láctea não diminui de forma contínua do centro para as regiões mais distantes da galáxia, como indicavam modelos anteriores. Um estudo publicado na revista *Nature Astronomy* mostrou que a distribuição etária das estrelas segue um padrão em forma de “U”: elas se tornam mais jovens à medida que se afastam do centro galáctico, mas voltam a apresentar idades mais elevadas nas áreas mais externas. A descoberta foi feita por uma equipe de pesquisadores chineses. Segundo o primeiro autor do estudo, o professor Lian Jianhui, a idade média das estrelas diminui gradualmente entre o centro da Via Láctea e uma região localizada a cerca de 36 mil anos-luz de distância. Nesse trecho, quanto mais longe do núcleo galáctico, mais jovens tendem a ser as estrelas. No entanto, o padrão muda além desse limite. A partir de aproximadamente 36 mil anos-luz, a idade média das estrelas volta a aumentar. Nas áreas mais afastadas da galáxia, a cerca de 45 mil anos-luz do centro, a idade estelar se estabiliza em torno de 5 bilhões de anos. De acordo com os pesquisadores, a curva que representa a distribuição das idades das estrelas ao longo do disco galáctico se assemelha à letra “U”. O resultado indica que a estrutura etária da Via Láctea segue uma sequência de “velho-jovem-velho”, em vez de um simples gradiente de rejuvenescimento em direção à periferia. A equipe atribui o fenômeno à chamada migração radial das estrelas. Nesse processo, estrelas formadas em regiões internas da galáxia alteram suas órbitas ao longo do tempo devido a interações gravitacionais com estruturas como os braços espirais e a barra central da Via Láctea. Os pesquisadores observaram que a formação de novas estrelas ocorre principalmente até cerca de 36 mil anos-luz do centro galáctico. Já nas regiões mais externas, esse processo é limitado. Como resultado, muitas das estrelas antigas encontradas nessas áreas nasceram originalmente em regiões internas e migraram para a periferia ao longo de bilhões de anos. Segundo o estudo, as observações fornecem evidências diretas da migração estelar e permitem estimar a velocidade desse deslocamento. Os resultados são compatíveis com medições obtidas anteriormente por outros métodos. Além de ampliar a compreensão sobre a formação e a evolução da Via Láctea, a metodologia desenvolvida poderá ser aplicada ao estudo de galáxias mais distantes. Os pesquisadores afirmam que a técnica pode ajudar a medir a migração de estrelas em outros sistemas galácticos e contribuir para o entendimento dos processos que moldam a evolução das galáxias no Universo. Fonte: news.cn

12 de junho de 2026
China2Brazil
A China comprou US$6,3 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro em maio e manteve a posição de principal mercado para o setor. As aquisições chinesas cresceram 12,8% na comparação anual e contribuíram para que as exportações do agro alcançassem US$16 bilhões no mês, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O resultado representa um crescimento de 8,2% em relação a maio de 2025. Com isso, o agronegócio respondeu por 50,2% de todas as exportações brasileiras registradas no período. Entre janeiro e maio, as vendas externas do setor somaram US$70,5 bilhões, alta de 4,6% na comparação anual e recorde para os cinco primeiros meses do ano. Além da China, a União Europeia foi o segundo principal destino dos produtos agropecuários brasileiros em maio, com importações de US$2,4 bilhões e participação de 15% nas exportações do setor. Os Estados Unidos ficaram na terceira posição, com US$837 milhões, embora tenham reduzido as compras em 28% em relação ao mesmo mês do ano passado. Mercados como Bangladesh, Tailândia, Vietnã, Paquistão, Turquia e Jordânia também ampliaram as importações de produtos agropecuários brasileiros no período. Soja lidera exportações A soja em grãos permaneceu como principal produto exportado pelo agronegócio brasileiro. As vendas externas alcançaram US$6,3 bilhões em maio, alta de 14,6% em relação ao mesmo mês de 2025. O volume embarcado chegou a 14,8 milhões de toneladas, crescimento de 5,1%. O complexo soja, que inclui grãos, farelo e óleo, movimentou US$7,5 bilhões no mês, aumento de 16,3% na comparação anual. China concentra compras de carne bovina As exportações brasileiras de carne bovina in natura somaram US$1,7 bilhão em maio, avanço de 50,2% em relação ao ano anterior. O volume embarcado atingiu 262 mil toneladas, crescimento de 20,2%. A China manteve a liderança entre os compradores da proteína, com aquisições de US$1 bilhão, o equivalente a 61,4% das exportações brasileiras de carne bovina no período. As exportações de carne de frango in natura alcançaram US$883 milhões, alta de 40%, enquanto os embarques cresceram 32,3%, para 442 mil toneladas. Já a carne suína registrou US$278 milhões em vendas externas e 111 mil toneladas embarcadas, aumentos de 1,4% e 5%, respectivamente. No conjunto, as proteínas animais movimentaram US$3,2 bilhões em exportações, crescimento de 38% na comparação anual. DDG amplia presença no mercado chinês Entre os produtos que ampliaram espaço no comércio exterior está o DDG (Dried Distillers Grains), subproduto da produção de etanol de milho utilizado na alimentação animal. Entre janeiro e maio, as exportações brasileiras de DDG alcançaram US$130 milhões, crescimento de 37,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume embarcado chegou a 555 mil toneladas, alta de 30,5%. Segundo o Mapa, os resultados representam recordes para o período. A China foi o principal destino do produto, com compras de US$63,2 milhões. Na sequência aparecem Turquia, Vietnã e Nova Zelândia. Segundo o Mapa, o Brasil abriu 21 novos mercados para o DDG desde 2023, ampliando a presença internacional do produto. Saldo comercial supera US$ 14 bilhões As importações de produtos agropecuários somaram US$1,6 bilhão em maio, recuo de 3,6% na comparação anual. Com isso, o superávit comercial do agronegócio alcançou US$14,4 bilhões no mês, crescimento de 9,7%. Além da soja e das proteínas animais, segmentos como fibras e produtos têxteis também registraram avanço. As exportações da categoria alcançaram US$483 milhões, alta de 39,6% em relação a maio de 2025. Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)

11 de junho de 2026
China2Brazil
A China lançou com sucesso, nesta quarta-feira (11), o Satélite Experimental de Tecnologia de Comunicações nº 25 a partir do Centro de Lançamento Espacial de Wenchang, na província de Hainan. O lançamento ocorreu às 15h30 no horário de Pequim, a bordo de um foguete Longa Marcha 5, e o satélite entrou na órbita planejada, concluindo a missão conforme previsto. Segundo informações divulgadas pelas autoridades chinesas, o satélite será utilizado em testes e validações de tecnologias de comunicação via satélite. Os experimentos incluem sistemas de múltiplas bandas de frequência e transmissão de dados em alta velocidade. Além dos testes tecnológicos, a missão também representou um marco para o programa espacial do país. Este foi o 650º voo da família de foguetes Longa Marcha, principal série de lançadores utilizada pela China em suas missões espaciais. Fonte: China News