
18 de junho de 2026
China2Brazil
A China iniciou os testes do Beigang Canal 002, primeira embarcação inteligente demonstrativa desenvolvida para o Canal de Pinglu. A viagem experimental, realizada na quarta-feira (17) no rio Yujiang, em Guangxi, marca a transição do projeto da fase de construção para os testes operacionais e representa um avanço na implantação da navegação inteligente na futura hidrovia. Durante cerca de seis horas, a embarcação passou por testes de funcionamento do motor, manobrabilidade, estabilidade e desempenho de navegação. Segundo os responsáveis pelo projeto, todos os sistemas atenderam aos requisitos previstos. O navio foi projetado para transportar contêineres e cargas a granel e operar nas futuras eclusas do Canal de Pinglu. Como a hidrovia ainda está em construção, os testes ocorreram em um trecho do rio Yujiang com características semelhantes às do canal. Novas avaliações serão realizadas após a conclusão das obras. Embarcação opera com navegação inteligente O "Beigang Canal 002" reúne uma plataforma inteligente que integra os sistemas da embarcação e permite comunicação em tempo real com a infraestrutura em terra. O sistema oferece três modos de operação, manual assistido, semiautônomo e totalmente autônomo, e permite realizar navegação automática, desvio de obstáculos, planejamento de rotas e atracação automática. Sensores, câmeras panorâmicas, radares e equipamentos com visão infravermelha monitoram continuamente o entorno da embarcação. Segundo a equipe responsável pelo projeto, o sistema identifica falhas em menos de três segundos e localiza a origem dos problemas com precisão de cerca de 95%. Navio utiliza GNL para reduzir emissões Outro destaque da embarcação é o uso exclusivo de Gás Natural Liquefeito (GNL) como combustível. De acordo com os responsáveis pelo projeto, a tecnologia reduz em 23% as emissões de dióxido de carbono (CO2) e em até 99% as emissões de compostos sulfurados em comparação com embarcações movidas a diesel. Além disso, um sistema inteligente de gestão energética analisa automaticamente as rotas disponíveis e seleciona o percurso com menor consumo de combustível, reduzindo custos operacionais e emissões. Atualmente, outras três embarcações inteligentes estão em construção para operar no Canal de Pinglu. A previsão é que todas entrem em testes nos próximos meses e sejam entregues em agosto de 2026. Fonte: gmw

18 de junho de 2026
China2Brazil
O governo brasileiro concluiu negociações para ampliar o acesso de produtos agropecuários ao mercado internacional. A China autorizou a importação de polpas de frutas e frutas congeladas do Brasil, enquanto o Panamá abriu seu mercado para sementes de coco e de café. Com os novos acordos, o agronegócio brasileiro soma 642 aberturas de mercado desde o início de 2023. A autorização concedida pelas autoridades sanitárias chinesas permite a exportação de polpas de frutas e frutas congeladas, ampliando as oportunidades para a fruticultura brasileira e agregando valor à produção nacional. Em 2025, as exportações agropecuárias do Brasil para a China ultrapassaram US$55 bilhões, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo soja e produtos florestais. No Panamá, o governo brasileiro obteve autorização para exportar sementes de coco e de café. Em 2025, o país importou cerca de US$100 milhões em produtos agropecuários brasileiros, principalmente produtos florestais, café, cereais, farinhas e preparações. Segundo o governo federal, os novos acessos ao mercado são resultado da atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Fonte: Gov.br

17 de junho de 2026
China2Brazil
A China manifestou oposição à decisão da União Europeia (UE) de incluir quatro empresas chinesas em seu novo pacote de sanções contra a Rússia e informou que adotará medidas para proteger os interesses de suas companhias. A posição foi divulgada por um porta-voz da Missão da China junto à UE após o anúncio das sanções, feito em 15 de junho. Segundo o porta-voz, a UE manteve a inclusão das empresas chinesas na lista de entidades sancionadas apesar das representações diplomáticas apresentadas por Pequim. Em resposta, a China informou que apresentou um protesto formal às autoridades europeias. A declaração também reafirma a posição chinesa sobre a guerra na Ucrânia. De acordo com o governo chinês, o país defende uma solução política para o conflito por meio do diálogo e das negociações. Além disso, Pequim reiterou sua oposição a sanções unilaterais que não tenham autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas nem base no direito internacional. A nota afirma ainda que a China rejeita acusações relacionadas à sua atuação no contexto da crise ucraniana. O governo chinês declarou que tomará as medidas necessárias para proteger os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas afetadas pelas sanções da União Europeia. Fonte: news.southcn

17 de junho de 2026
China2Brazil
A China divulgou nesta quarta-feira o livro branco "Governança Global Mais Justa e Equitativa: Princípios, Propostas e Ações da China", documento que reúne as propostas do país para a reforma da governança global e defende o fortalecimento do multilateralismo e do papel da Organização das Nações Unidas (ONU) . Publicado pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado, o texto apresenta a posição chinesa sobre temas como cooperação internacional, desenvolvimento e segurança, além de destacar a participação do país em iniciativas voltadas à governança global. O documento também destaca a Iniciativa Global de Governança (GGI), proposta por Xi Jinping para aprimorar os mecanismos de coordenação internacional. Segundo o governo chinês, a iniciativa recebeu apoio de cerca de 160 países e organizações internacionais, enquanto mais de 60 países aderiram ao Grupo de Amigos da Governança Global. Além disso, o livro branco reforça a defesa do sistema internacional baseado na ONU, no direito internacional e nos princípios estabelecidos pela Carta das Nações Unidas. A publicação está dividida em cinco capítulos que abordam os desafios globais atuais, as propostas da China para a governança internacional e as perspectivas de cooperação entre os países nos próximos anos. Fonte: China Daily

17 de junho de 2026
China2Brazil
A tradicional corrida de barco-dragão reuniu atletas brasileiros e integrantes da comunidade chinesa na Represa Guarapiranga, em São Paulo. Organizada por associações chinesas, a competição contou com seis equipes e reforçou o intercâmbio cultural entre Brasil e China por meio do esporte. Durante a abertura do evento, os organizadores destacaram o papel da modalidade no fortalecimento dos laços entre os dois países. O cônsul-geral da China em São Paulo, Yu Peng, afirmou que a corrida de barco-dragão representa valores como amizade, cooperação e trabalho coletivo em busca de objetivos comuns. Após a cerimônia, os próprios competidores transportaram as embarcações até a represa para o início das provas. As disputas ocorreram na zona sul da capital paulista e exigiram sincronia entre os remadores para manter a velocidade e o desempenho ao longo do percurso. Entre as equipes participantes esteve a UMAUMA, formada por mulheres que enfrentaram e superaram o câncer de mama. Além da competição, o grupo utiliza o esporte para conscientizar sobre prevenção, diagnóstico precoce e qualidade de vida após o tratamento. Uma das integrantes da equipe, Suziane Borges Vieira, contou que ingressou no projeto após concluir o tratamento contra a doença. Segundo ela, a experiência une atividade física, convivência com diferentes culturas e a oportunidade de representar mulheres que passaram por desafios semelhantes. Ao final das provas, a cerimônia de premiação entregou troféus às equipes vencedoras. Mais do que a disputa esportiva, o evento celebrou uma tradição centenária que aproxima culturas e fortalece os vínculos entre Brasil e China . Fonte: Xinhua

17 de junho de 2026
China2Brazil
A China ampliou sua estratégia de internacionalização do yuan digital com a adesão de 26 instituições financeiras à plataforma de pagamentos transfronteiriços da moeda digital. A iniciativa busca acelerar transferências internacionais e ampliar o uso da moeda chinesa em operações entre diferentes países. Entre os novos participantes estão o Standard Chartered China e unidades de bancos chineses localizadas na Tailândia, Singapura, Laos e Catar. As instituições passam a integrar diretamente a infraestrutura internacional operada pela e-CNY Center International Co., Ltd., sediada em Xangai. A expansão da plataforma integra os esforços da China para aumentar o uso internacional do renminbi (nome oficial da moeda chinesa) no sistema financeiro global. Além disso, o yuan digital é apontado como uma das ferramentas para tornar pagamentos internacionais mais rápidos e reduzir a dependência de intermediários financeiros. Segundo a empresa responsável pela operação, as instituições participantes poderão utilizar o Cross-Border E-CNY Payment Services (CBETS), plataforma que conecta sistemas de pagamento e instituições financeiras de diferentes países. Atualmente, uma transferência internacional pode passar por três a cinco bancos intermediários antes da liquidação final. Com o novo sistema, esse prazo pode cair de vários dias úteis para apenas algumas horas. Desenvolvido sob orientação do Instituto de Moeda Digital do Banco Popular da China, o CBETS funciona como a infraestrutura de transferências transfronteiriças do yuan digital. A plataforma utiliza tecnologia blockchain para permitir a integração com sistemas de pagamento de bancos centrais e redes de moedas digitais. De acordo com Rene Michau, diretor global de ativos digitais do Standard Chartered Group, a adesão ao sistema reforça a participação da instituição no desenvolvimento das moedas digitais emitidas por bancos centrais e amplia sua atuação em operações internacionais. A e-CNY Center International iniciou suas operações em setembro de 2025 e, desde o início deste ano, vem ampliando a capacidade de suas plataformas para atender à expansão dos serviços internacionais do yuan digital. Além da conexão com sistemas de pagamento de diferentes países, a infraestrutura permite que instituições financeiras estrangeiras acessem seus serviços diretamente e realizem operações digitais de forma contínua, 24 horas por dia. Fonte: Xinhua

17 de junho de 2026
China2Brazil
A China implementará, até o final de 2027, um sistema unificado de codificação para todos os novos edifícios do país. A medida permitirá atribuir um código único a cada construção e integrar digitalmente informações de todo o ciclo de vida dos imóveis, incluindo projeto, construção, inspeção, operação, manutenção, reformas e transações . A iniciativa foi formalizada por meio de um comunicado conjunto do Ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural e da Administração Nacional de Dados. O sistema criará uma identificação digital exclusiva para cada edifício, com o objetivo de centralizar e compartilhar informações entre diferentes órgãos públicos e fortalecer a gestão urbana baseada em dados. De acordo com o documento, o código unificado funcionará como a identificação oficial das edificações e servirá de base para a formação de bancos de dados nacionais. O identificador acompanhará o imóvel desde sua construção até eventuais reformas, ampliações ou mudanças de uso. O governo chinês também estabeleceu a meta de concluir, até 2030, uma base de dados nacional que reúna informações de todo o ciclo de vida dos edifícios. A expectativa é ampliar a capacidade de gestão do setor imobiliário e apoiar a modernização da governança urbana. A codificação será obrigatória para novas construções, ampliações e reformas. Antes da emissão da licença de construção, cada empreendimento receberá um código por meio do sistema de aprovação de projetos de engenharia. Entre os dados vinculados ao registro estarão tipo estrutural, área construída, altura, número de pavimentos, uso principal, informações espaciais e geográficas, código do projeto e identificação do terreno. O código passará a constar na licença eletrônica de construção e será atualizado após a conclusão da obra. Em edifícios residenciais, o sistema permitirá a identificação individual de cada unidade habitacional. Além dos novos empreendimentos, a China também iniciará a codificação dos edifícios já existentes. Para isso, governos locais utilizarão informações provenientes do Censo Nacional de Riscos de Desastres Naturais, arquivos de construção urbana, cadastros imobiliários e registros de compra, venda e locação. A medida busca criar uma base de dados mais completa sobre as características físicas e espaciais das edificações em todo o país. Fonte: news.cn

16 de junho de 2026
China2Brazil
A GWM anunciou o lançamento do Haval H9 Selection no mercado brasileiro . A nova versão do SUV diesel de sete lugares chega às concessionárias por R$339 mil e amplia a linha do modelo, que registrou crescimento nas vendas desde sua estreia no país. Disponível exclusivamente na cor Cinza Zenith, o Haval H9 Selection traz rodas de liga leve de 19 polegadas com novo desenho, acabamento interno na cor Marrom Saibro e detalhes externos em preto brilhante na grade dianteira e na moldura dos faróis. A nova configuração mantém o conjunto mecânico já oferecido na linha. O SUV é equipado com motor 2.4 turbodiesel de 184 cavalos de potência e 480 Nm de torque, associado a uma transmissão automática de nove velocidades. O modelo também preserva o sistema de tração integral 4x4 com reduzida. No interior, o Haval H9 conta com painel digital de 10,25 polegadas, central multimídia Full HD de 14,6 polegadas compatível com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, carregador de smartphone por indução de 50 W, sistema de som premium e capacidade para transportar até sete ocupantes. Segundo a montadora, o Haval H9 liderou o segmento de SUVs grandes (SUV E) em maio, com 1.220 emplacamentos. O resultado veio após o recorde registrado em março, quando o veículo alcançou a liderança da categoria pela primeira vez. Lançado há sete meses no mercado brasileiro, o Haval H9 integra a estratégia da GWM para ampliar sua participação no segmento de SUVs grandes. Com a chegada da versão Selection, a fabricante passa a oferecer mais uma opção de acabamento para consumidores que buscam um utilitário esportivo de sete lugares com tração 4x4 e pacote tecnológico voltado ao uso urbano e fora de estrada.

16 de junho de 2026
China2Brazil
A seção de Hong Kong da ferrovia de alta velocidade Guangzhou–Shenzhen–Hong Kong passará a atender diretamente 113 destinos na China a partir de 1º de julho. Operada pela MTR Corporation, a linha incluirá três novas estações no serviço: Guangzhou Norte, Yiwu e Fuqing Oeste. Os bilhetes para os novos trajetos estarão à venda a partir de 17 de junho. Com a atualização da malha, os trens G6080/G6079, que ligam a estação Hong Kong West Kowloon à estação Zhangjiajie West, e o trem G903, que opera entre Tianjin West e Hong Kong West Kowloon, passarão a realizar parada em Guangzhou Norte. Além disso, o trem-leito de alta velocidade G896/G895, que conecta Hong Kong West Kowloon à estação Shanghai Hongqiao, fará uma parada adicional em Yiwu. Já os trens G924/G923, que circulam entre Hong Kong West Kowloon e Fuzhou, também passarão a atender a estação Fuqing Oeste. Segundo a MTR, as novas paradas foram escolhidas por sua relevância econômica e turística. Guangzhou Norte funciona como um importante centro de transporte integrado ao metrô e às ferrovias intermunicipais, além de oferecer acesso ao Aeroporto Internacional de Guangzhou Baiyun e ao complexo Guangzhou Sunac Resort. Já Yiwu é reconhecida como um dos principais centros globais de comércio de pequenos produtos e mercadorias. Fuqing, por sua vez, reúne atrações históricas e naturais, entre elas o Parque Florestal Nacional da Montanha Lingshi e as ruínas do Templo Nan Shaolin. A operadora informou que continuará ampliando os serviços ferroviários transfronteiriços para facilitar o deslocamento de passageiros entre Hong Kong e a China continental. A ferrovia de alta velocidade Guangzhou–Shenzhen–Hong Kong entrou em operação em setembro de 2018 e integra a rede nacional chinesa de trens de alta velocidade, que supera 50 mil quilômetros de extensão. Em 2025, a seção de Hong Kong transportou mais de 30 milhões de passageiros, o maior volume anual desde sua inauguração. Desde o início das operações, a linha já acumulou mais de 100 milhões de viajantes. Fonte: news.cn

16 de junho de 2026
China2Brazil
O setor de entregas expressas da China registrou crescimento em maio de 2026 e alcançou uma média superior a 600 milhões de encomendas diárias nas três últimas semanas do mês. Os dados são da Administração Estatal dos Correios da China. O Índice de Desenvolvimento do Setor de Entregas Expressas chegou a 472,9 pontos em maio, alta de 3,1% em relação ao mesmo período de 2025. Já o índice de escala do setor avançou 7%, para 644,5 pontos. Segundo a entidade, o crescimento foi impulsionado pelas campanhas promocionais do comércio eletrônico e pelo aumento da demanda por transporte de produtos agrícolas sazonais, como lichias e cerejas. A estimativa é que o volume de encomendas tenha crescido cerca de 6%, enquanto a receita do setor aumentou aproximadamente 8,5%. A qualidade dos serviços permaneceu estável. A satisfação dos usuários foi estimada em 84,8 pontos, e a taxa de entregas concluídas em até 72 horas nas principais regiões do país deve atingir 86,6%. Ao mesmo tempo, as empresas ampliaram investimentos em infraestrutura logística. Entre os destaques estão novos centros de triagem, a expansão de hubs de carga aérea e a abertura de rotas internacionais para fortalecer a rede de distribuição. Para junho, a expectativa é de novo avanço da atividade, impulsionado pelas principais campanhas promocionais do comércio eletrônico na China . Fonte: cctv