
23 de outubro de 2026
China2Brazil
Mais de 5 milhões de famílias foram beneficiadas por obras de renovação em áreas residenciais urbanas antigas na China nos primeiros nove meses de 2026. No período, 16 mil projetos foram concluídos e outros 13 mil estavam em andamento, segundo o Ministério da Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural. As intervenções incluem melhorias na infraestrutura básica dessas comunidades. Mais de 7.200 quilômetros de redes antigas de água, eletricidade, gás e aquecimento foram modernizados. As reformas também contemplaram medidas de acessibilidade e adaptações voltadas à população idosa em mais de 2.800 áreas residenciais. Outros projetos acrescentaram 86 mil vagas de estacionamento e mais de 10 mil pontos de recarga para veículos e bicicletas elétricas. Na área de eficiência energética, 9,54 milhões de metros quadrados de edifícios passaram por reformas destinadas a reduzir o consumo de energia. Outra frente de investimento envolve os elevadores de edifícios residenciais antigos. Desde 2024, recursos de títulos especiais do Tesouro financiaram a reforma de 364 mil elevadores em todo o país, com potencial de beneficiar 14,57 milhões de famílias. Até agora, 192 mil equipamentos foram reformados. Somente em 2026, 30,9 bilhões de yuans foram destinados à modernização de 197 mil elevadores residenciais antigos. Pela primeira vez, a instalação de novos elevadores em comunidades antigas também passou a receber recursos desse programa. Para essa iniciativa, foram reservados 7,6 bilhões de yuans para a instalação de 28 mil elevadores em todo o país. A medida deverá beneficiar cerca de 385 mil famílias. Fonte: news.cn

23 de outubro de 2026
China2Brazil
A DeepSeek, empresa chinesa de inteligência artificial, está perto de concluir uma rodada de investimentos de aproximadamente US$15 bilhões (100 bilhões de yuans). Entre os maiores investidores estão a Tencent, responsável pelo aplicativo WeChat, e a CATL, fabricante de baterias. As informações foram divulgadas pela Reuters nesta quinta-feira (22). A operação poderá se tornar uma das maiores captações de recursos já realizadas na China. O financiamento ampliaria a capacidade da empresa, sediada em Hangzhou, de competir com companhias americanas de inteligência artificial, como OpenAI e Anthropic. Segundo a Reuters, a expectativa é que a rodada seja concluída nos próximos dias, embora os valores e as condições ainda possam sofrer alterações. A DeepSeek não havia confirmado oficialmente a operação no momento da reportagem. O valor previsto é o dobro da meta inicial de financiamento, que era de 50 bilhões de yuans. De acordo com a Bloomberg, a empresa elevou o objetivo para 80 bilhões de yuans antes de chegar à estimativa atual de aproximadamente 100 bilhões de yuans. A negociação acontece em um período de crescimento das receitas da DeepSeek. Segundo informações publicadas pelo portal The Information em setembro, a receita anualizada da empresa chegou a US$ 1 bilhão, mais que o dobro do nível registrado alguns meses antes. A DeepSeek obtém a maior parte de sua receita cobrando de empresas e desenvolvedores pelo acesso aos seus modelos de inteligência artificial. Esse serviço permite que outras companhias utilizem a tecnologia em seus próprios sistemas e aplicativos. Segundo o The Information, o diretor-executivo da DeepSeek, Liang Wenfeng, informou aos investidores que os aumentos nos preços de acesso aos modelos não afastaram os clientes e que a demanda pelos serviços permaneceu forte. Fonte: China Daily

23 de outubro de 2026
China2Brazil
A chamada nova economia chinesa respondeu por 18,39% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2025, segundo dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatísticas da China. O valor adicionado dessas atividades chegou a 25,8 trilhões de yuans, alta de 6,2% em relação ao ano anterior. A categoria reúne novas indústrias, modelos de negócios e formatos econômicos ligados à inovação. Seu crescimento ficou 2,2 pontos percentuais acima da expansão do PIB chinês a preços correntes no mesmo período. Os investimentos em inovação também avançaram. Em 2025, o indicador que mede essa área cresceu 5,9%, enquanto as empresas responderam por 73,7% do aumento dos gastos totais em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no país. A pesquisa básica recebeu 283,46 bilhões de yuans em investimentos, crescimento de 13,3% em relação a 2024. Esse tipo de pesquisa busca ampliar o conhecimento científico sem necessariamente ter uma aplicação comercial imediata. O número de patentes também aumentou. Ao final de 2025, a China possuía 2,292 milhões de patentes consideradas de alto valor, equivalentes a 43,1% de todas as patentes de invenção válidas no país. O índice geral de inovação da China chegou a 185,5 em 2025, alta de 6,4% em relação ao ano anterior. Entre os quatro componentes avaliados, o indicador relacionado aos resultados da inovação apresentou o maior crescimento, de 8%. O ambiente de inovação também registrou avanço de 7,5%, acompanhado pelo aumento das empresas beneficiadas por incentivos fiscais e pela maior participação de graduados nas áreas de ciência e engenharia. Fonte: finance.people

22 de outubro de 2026
China2Brazil
A China manteve sua posição entre os três países com maiores estoques de investimentos no exterior pelo nono ano consecutivo. Ao final de 2025, o valor acumulado dos investimentos chineses em outros países chegou a quase US$ 3,4 trilhões, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (22) pelo governo chinês. O estoque de investimentos representa o valor acumulado dos investimentos mantidos fora do país em determinada data. O indicador permite acompanhar a dimensão da presença econômica chinesa no exterior, diferentemente dos valores investidos apenas durante um ano. Nos primeiros nove meses de 2026, o investimento direto chinês no exterior alcançou US$ 128,62 bilhões. Esse indicador considera os investimentos realizados no período, enquanto os US$ 3,4 trilhões representam o estoque acumulado até o encerramento de 2025. Os números foram apresentados durante uma coletiva de imprensa do Gabinete de Informação do Conselho de Estado da China, dedicada ao início do 15º Plano Quinquenal, que estabelece diretrizes para o desenvolvimento do país entre 2026 e 2030. Fonte: southcn

22 de outubro de 2026
China2Brazil
O yuan, moeda oficial da China, poderá ganhar mais espaço no comércio e nos investimentos internacionais nos próximos dez anos. A avaliação é de especialistas que participaram da Cúpula do Bund de 2026, realizada entre 19 e 22 de outubro, em Xangai. Para eles, a expansão das empresas chinesas no exterior e o desenvolvimento do mercado financeiro do país podem favorecer o uso da moeda em transações internacionais. A internacionalização do yuan significa ampliar sua utilização fora da China, tanto para realizar pagamentos quanto para definir preços e fazer investimentos. Segundo Huang Yiping, da Universidade de Pequim, a moeda já desempenha um papel relevante em operações internacionais, mas ainda existem oportunidades para ampliar sua participação. Uma das principais oportunidades está na expansão internacional das empresas chinesas. Para Guo Kai, presidente do Instituto de Pesquisa Financeira China 40, esse movimento também pode beneficiar instituições financeiras do país e aumentar a utilização do yuan em operações comerciais e financeiras. Miao Yanliang, economista-chefe da China International Capital Corporation (CICC), avalia que os próximos dez anos poderão trazer mudanças importantes ao sistema monetário internacional. Segundo ele, caso o yuan amplie sua participação nesse período, poderá se tornar uma alternativa mais viável para países, empresas e investidores que buscam diversificar as moedas utilizadas em suas operações. Apesar das oportunidades, especialistas destacam que a expansão internacional da moeda depende de melhorias no mercado financeiro chinês. Para atrair investidores estrangeiros, o país precisa oferecer facilidade para movimentar recursos, condições para comprar e vender ativos e mecanismos de proteção contra oscilações cambiais e de juros. Outra possibilidade discutida durante a cúpula foi ampliar os pagamentos internacionais em yuan, inclusive por meio da cooperação com países do Sul Global. Huang Yiping também defendeu uma abertura gradual dos mercados financeiros chineses para investimentos estrangeiros. Nesse processo, Hong Kong poderá desempenhar um papel importante. Segundo Huang, o mercado financeiro da região pode oferecer aos investidores internacionais mais oportunidades para negociar e manter ativos em yuan, enquanto a abertura do mercado financeiro da China continental avança gradualmente. Fonte: China News

22 de outubro de 2026
China2Brazil
O Brasil foi o maior destino dos veículos elétricos e híbridos exportados pela China entre janeiro e agosto de 2026, com 337,1 mil unidades embarcadas. O volume representa um crescimento de 159,4% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados da Associação de Carros de Passageiros da China (CPCA). Apesar do crescimento acumulado, os embarques oscilaram nos últimos meses. Após atingirem cerca de 92 mil unidades em abril, caíram para 6,7 mil em julho e voltaram a subir para quase 31 mil em agosto, uma alta de 354% em relação ao mês anterior. Segundo Cui Dongshu, secretário-geral da CPCA, as mudanças nas tarifas brasileiras de importação levaram as montadoras chinesas a ajustar seus cronogramas de embarque e estoques. Desde julho, o Brasil aplica uma tarifa de 35% sobre veículos elétricos e híbridos importados prontos ou semidesmontados. Para os veículos totalmente desmontados, a alíquota permanece em 14% até o fim de 2026. Com a mudança nas regras, a produção de veículos chineses no Brasil ganha importância. A BYD ampliou suas operações em Camaçari, na Bahia, onde alcançou a marca de 100 mil veículos montados em julho. Em setembro, a empresa informou que empregava diretamente mais de 8 mil trabalhadores na unidade e anunciou planos de contratar outros 1.500 profissionais. A Great Wall Motor (GWM) também está expandindo sua operação em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Até agosto, a fábrica havia produzido mais de 15 mil veículos e ampliado o quadro de funcionários de cerca de 600 para mais de 1.800. A unidade já realiza processos de soldagem, pintura e montagem final. A presença das marcas chinesas também aparece nas vendas de veículos totalmente elétricos no Brasil. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), oito das dez marcas com mais emplacamentos em setembro eram chinesas. Juntas, responderam por mais de 90% das vendas registradas no segmento, com BYD, Geely e GAC nas três primeiras posições. A ampliação da produção local também pode abrir oportunidades para fornecedores brasileiros de autopeças. A BYD já iniciou a seleção de empresas nacionais para o fornecimento de componentes, enquanto a GWM e a montadora chinesa desenvolvem tecnologias híbridas adaptadas ao uso de etanol no Brasil. Para Cui Dongshu, a tendência é que a produção brasileira passe a representar uma parcela maior do abastecimento do mercado local. Nesse processo, as exportações de veículos completos da China poderão perder espaço para o envio de componentes, kits de montagem e equipamentos industriais, além de novos investimentos de fornecedores chineses no país. Fonte: Xinhua

22 de outubro de 2026
China2Brazil
A China alertou para os riscos de uma corrida armamentista no espaço e defendeu a criação de um acordo internacional para impedir a instalação de armas em órbita. A posição foi apresentada na quarta-feira (21) pelo embaixador chinês para Assuntos de Desarmamento, Li Chijiang, durante uma reunião da Primeira Comissão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o diplomata, o aumento das atividades militares no espaço representa uma ameaça à segurança internacional. Ele afirmou que os países devem evitar disputas por domínio espacial e impedir que rivalidades entre grandes potências se transformem em confrontos fora da Terra. Durante o discurso, Li criticou os Estados Unidos por tratarem o espaço como uma área de operações militares. Na avaliação do representante chinês, os planos americanos de instalar armamentos em órbita representam um risco para a segurança espacial. Para enfrentar esse cenário, a China defende a negociação de um tratado internacional que estabeleça limites para o uso militar do espaço. Uma das propostas em discussão foi apresentada conjuntamente por China e Rússia e busca impedir a instalação de armas em órbita, além de proibir ameaças ou o uso da força contra objetos espaciais. O projeto, conhecido pela sigla PPWT, ainda está em discussão. Segundo Li, a China está aberta a propostas de outros países para aprimorar o texto e considera necessário avançar nas negociações de um acordo internacional sobre o tema. O diplomata também defendeu que as regras para as atividades espaciais sejam elaboradas com a participação de todos os países, por meio de negociações multilaterais. Para a China, acordos restritos a determinados grupos de nações não devem substituir normas internacionais mais amplas. A posição apresentada na ONU reforça a defesa chinesa de um instrumento jurídico internacional para prevenir uma corrida armamentista no espaço. O país também apoia a continuidade dos trabalhos de grupos especializados das Nações Unidas responsáveis por discutir medidas de segurança espacial. Fonte: China News

21 de outubro de 2026
China2Brazil
O custo de fornecimento de energia solar combinada com baterias poderá chegar a US$41 por megawatt-hora no Brasil até 2035, segundo um estudo da Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA). Com esse valor, o país poderá ocupar a segunda posição mundial entre os locais com menores custos dessa modalidade de geração elétrica, atrás apenas da China. O levantamento, divulgado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), considera sistemas capazes de fornecer eletricidade com 95% de confiabilidade. A combinação de painéis solares e baterias permite armazenar a energia produzida durante o dia para utilizá-la em períodos de menor geração ou de maior demanda. Um dos principais fatores para a redução desses custos é a queda no preço dos sistemas de armazenamento. Segundo a IRENA, o custo médio global das baterias caiu 93% entre 2010 e 2024, passando de US$ 2.634 para US$ 197 por quilowatt-hora. A redução está associada aos avanços tecnológicos e à expansão da produção industrial, com destaque para a China. No país asiático, a geração solar combinada com armazenamento já apresenta custos inferiores aos da eletricidade produzida a partir de carvão e gás natural, segundo o estudo. A expansão da indústria chinesa de baterias também contribui para a redução dos custos dessa tecnologia no mercado global. No Brasil, uma localidade com condições favoráveis de geração solar na Bahia apresenta custo estimado de US$ 65 por megawatt-hora em 2025, com projeção de queda para aproximadamente US$ 44 até 2030. A ABSOLAR ressalta que esses valores se referem a condições específicas e não representam a média nacional. Para o diretor-executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, a redução dos custos de armazenamento amplia as possibilidades de utilização da energia solar no país. Com baterias, a eletricidade gerada durante o dia pode ser disponibilizada nos horários de maior necessidade, o que contribui para equilibrar a oferta e a demanda. A associação também aponta oportunidades para o uso dessa tecnologia em setores com elevado consumo de eletricidade, como centros de dados, instalações industriais e projetos de produção de hidrogênio verde. A integração entre geração solar e armazenamento pode ainda reduzir a necessidade de fontes convencionais de reserva. Fonte: Xinhua

21 de outubro de 2026
China2Brazil
Brasil e China firmaram um acordo para ampliar a cooperação na gestão dos recursos hídricos, com foco na prevenção de secas e enchentes, no monitoramento da água e na modernização de grandes obras de infraestrutura. A parceria prevê o intercâmbio de conhecimentos e experiências que poderão contribuir para o desenvolvimento de soluções nos dois países. O memorando de entendimento foi assinado em 13 de outubro, em Pequim, pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) do Brasil e pelo Ministério dos Recursos Hídricos da China. O documento terá validade de cinco anos e estabelece diretrizes para pesquisas conjuntas, visitas técnicas e compartilhamento de tecnologias. Um dos principais temas da cooperação é a transposição de água entre regiões. A China possui o Projeto de Transposição de Água Sul-Norte, que transfere água para áreas com maior necessidade de abastecimento. Desde que sua primeira fase entrou em plena operação, em 2014, o sistema passou a fornecer água para uma população de 195 milhões de pessoas. O Brasil também possui um empreendimento desse tipo: o Projeto de Integração do Rio São Francisco. Com dois eixos que somam 477 quilômetros, a estrutura busca levar água a regiões que enfrentam escassez hídrica. Embora o país concentre cerca de 12% da água doce do planeta, a distribuição desses recursos é desigual. A experiência com grandes sistemas de transporte de água está entre os conhecimentos que poderão ser compartilhados pelos dois países. O acordo também contempla o planejamento e a operação de infraestruturas hídricas, o monitoramento em tempo real e o desenvolvimento de tecnologias para melhorar a gestão da água. Outro ponto previsto é a cooperação na prevenção e adaptação a eventos climáticos extremos, como secas e inundações. As iniciativas incluem a troca de experiências sobre gestão de bacias hidrográficas, eficiência no uso da água e soluções para áreas urbanas. A aproximação entre os dois países nessa área não é recente. Em 2011, Brasil e China já haviam firmado um memorando sobre gestão e proteção dos recursos hídricos, prevenção de secas e enchentes e construção de grandes obras hidrelétricas. Em 2025, uma delegação brasileira também visitou o projeto chinês de transposição de água para conhecer suas características e operação. O novo memorando não prevê transferência direta de recursos financeiros entre os países. A implementação das atividades será acompanhada por um comitê conjunto, com participação das autoridades brasileiras e chinesas responsáveis pela gestão hídrica. Fonte: Xinhua

21 de outubro de 2026
China2Brazil
Inteligência artificial capaz de realizar pesquisas científicas, tecnologias que conectam o cérebro a computadores e novos tratamentos por edição genética estão entre as dez principais perspectivas tecnológicas apresentadas nesta quarta-feira (21), durante o Fórum Mundial de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento de 2026, realizado em Chongqing, na China. A seleção reúne áreas de pesquisa consideradas relevantes para o futuro da ciência e da indústria. As tecnologias foram organizadas em cinco grandes campos: sistemas digitais e inteligentes, saúde, novos materiais e manufatura, energia e exploração espacial e oceânica. Veja quais são as 10 tecnologias apresentadas: 1. Inteligência artificial para descobertas científicas Desenvolvimento de sistemas de IA capazes de conduzir pesquisas de forma autônoma e contribuir para novas descobertas científicas. 2. Inteligência artificial geral mais segura Pesquisas voltadas à segurança e ao alinhamento de valores da inteligência artificial geral (AGI), que busca desenvolver sistemas capazes de realizar diferentes tarefas intelectuais. 3. Comunicação entre cérebro e computador Tecnologias que permitem a troca de informações entre o cérebro humano e sistemas computacionais, incluindo mecanismos capazes de enviar e receber sinais. 4. Edição genética para tratamentos médicos Desenvolvimento de técnicas que permitem modificar genes diretamente no organismo, com foco em tratamentos de precisão. 5. Fabricação de materiais em escala atômica Tecnologias voltadas ao controle da produção de materiais e dispositivos em escalas extremamente pequenas, incluindo a manipulação de estruturas atômicas. 6. Produção de materiais quânticos Pesquisas para fabricar materiais, dispositivos e equipamentos quânticos de maneira controlada e em larga escala. 7. Energia por fusão nuclear Desenvolvimento da fusão nuclear controlada em escala de reator, com foco na aplicação dessa tecnologia para a produção de energia. 8. Novas formas de obter e armazenar energia Exploração de fontes energéticas em grandes profundidades e desenvolvimento de sistemas capazes de armazenar energia em larga escala de uma estação do ano para outra. 9. Exploração das profundezas dos oceanos Pesquisa de ecossistemas marinhos profundos e identificação de recursos biológicos ainda desconhecidos. 10. Exploração e fabricação no espaço Desenvolvimento de tecnologias para utilizar recursos encontrados no próprio ambiente espacial e fabricar equipamentos diretamente em órbita. Fórum reúne debates sobre o futuro da tecnologia A lista foi apresentada durante a abertura do Fórum Mundial de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento, criado em 2019 por iniciativa da Associação Chinesa de Ciência e Tecnologia. O encontro segue até 23 de outubro e inclui outros 12 fóruns paralelos sobre temas como sensores inteligentes, tecnologias de simulação e desenvolvimento industrial. As dez perspectivas apresentadas representam campos de pesquisa considerados relevantes para o futuro da ciência e da indústria. O material não estabelece prazos para a chegada dessas tecnologias ao mercado nem indica que todas já estejam disponíveis para uso. Fonte: news.cn