
22 de junho de 2026
China2Brazil
Mesmo sem a seleção chinesa entre as participantes da Copa do Mundo de 2026, a China ocupa espaço em diferentes áreas do torneio. Empresas do país fornecem infraestrutura para estádios, equipamentos tecnológicos, sistemas de transporte, produtos licenciados e itens voltados aos torcedores nos três países-sede: Estados Unidos, México e Canadá. O Estádio Azteca , na Cidade do México, passou por uma ampla reforma antes de receber jogos do Mundial. Parte das obras foi executada pela China Railway Construction Engineering Group Co., Ltd. Além da infraestrutura esportiva, a mobilidade urbana também conta com participação chinesa. As cidades mexicanas de Cidade do México, Monterrey e Guadalajara colocaram em operação 115 trens leves produzidos pela CRRC Corporation Limited para atender ao aumento da demanda durante o torneio. Na capital mexicana, cerca de 800 ônibus elétricos circulam entre os principais pontos da competição, e aproximadamente 95% desses veículos foram fabricados na China. Yiwu concentra produção de produtos para torcedores Grande parte das bandeiras, camisetas, bonés, brinquedos e acessórios vendidos durante a Copa do Mundo continua saindo de Yiwu, cidade da província de Zhejiang reconhecida como um dos principais centros de produção e exportação de pequenos produtos da China. Na Copa do Mundo do Catar, em 2022, aproximadamente 70% dos produtos promocionais relacionados ao torneio tiveram origem em Yiwu. Para a edição de 2026, a expectativa é de crescimento dessa participação. Dados das autoridades alfandegárias locais mostram que as exportações de artigos esportivos e equipamentos produzidos em Yiwu somaram 2,83 bilhões de yuans (cerca de US$415 milhões) no primeiro trimestre de 2026, alta de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. Fonte: Xinhua

22 de junho de 2026
China2Brazil
A empresa chinesa de internet via satélite Spacesail concluiu com sucesso o primeiro teste na China de chamadas de voz diretas via satélite utilizando smartphones comerciais sem qualquer modificação de hardware ou software. Segundo a empresa, a comunicação permaneceu estável durante toda a conexão e apresentou qualidade de voz comparável à das redes terrestres. O teste utilizou o satélite Spaceail DTC 01, lançado no início deste mês a bordo de um foguete Zhuque-2E. O equipamento foi desenvolvido para validar tecnologias voltadas à comunicação direta entre satélites e celulares, além de testar a integração entre redes espaciais e terrestres compatíveis com os padrões 5G e futuros sistemas 6G. De acordo com a Spacesail, a tecnologia permite que smartphones convencionais se conectem diretamente aos satélites sem adaptações nos aparelhos. Durante os testes de campo, os dispositivos registraram intensidade máxima de sinal e desempenho de voz semelhante ao de uma conexão 5G terrestre. A empresa afirma ainda que a compatibilidade da solução com as redes móveis atuais pode acelerar a integração entre infraestrutura terrestre e comunicação via satélite, ampliando a cobertura em áreas remotas e regiões sem acesso às redes convencionais. Até 5 de junho, a constelação da Spacesail era composta por 200 satélites, que dão suporte ao desenvolvimento de serviços de comunicação via satélite para dispositivos móveis. Fonte: Xinhua

22 de junho de 2026
China2Brazil
A entrada de capital externo na China entre janeiro e maio de 2026 teve forte concentração nos setores de tecnologia e serviços, segundo dados divulgados pelo Ministério do Comércio em 22 de junho. No período, o país registrou 25.297 novas empresas com investimento estrangeiro. O investimento estrangeiro efetivamente utilizado somou 327,29 bilhões de yuans (RMB). Em maio, o fluxo avançou 5,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior, indicando retomada no ritmo mensal de entrada de capital. O setor de serviços concentrou 234,15 bilhões de yuans, enquanto a indústria manufatureira registrou 86,97 bilhões de yuans no período. A área de alta tecnologia alcançou 130,14 bilhões de yuans em investimento estrangeiro, alta de 19,4% na comparação anual. O segmento passou a representar 39,8% do total do capital estrangeiro utilizado no país, avanço de 9,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2025. Dentro da alta tecnologia, os serviços de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e design cresceram 96,2%. A fabricação de computadores e equipamentos de escritório avançou 29,7%, enquanto a produção de equipamentos eletrônicos e de comunicação registrou alta de 18,2%. Os dados também mostram crescimento de investimentos provenientes de diferentes países. O capital da Arábia Saudita aumentou 285,5%, seguido pela Malásia (108,6%), Suíça (49,4%) e Estados Unidos (17,3%). Os números incluem aportes realizados por meio de portos livres. Fonte: news.cn

22 de junho de 2026
China2Brazil
A cidade de Shenzhen registrou RMB 2,32 trilhões em importações e exportações nos primeiros cinco meses de 2026, um aumento de 31,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Alfândega de Shenzhen. O resultado manteve o município na liderança entre as cidades da China continental em volume de comércio exterior. No período, as exportações somaram RMB 1,22 trilhão (+15,9%), enquanto as importações chegaram a RMB 1,1 trilhão (+53,4%). Comércio geral concentra mais da metade do volume No recorte por modalidade, o comércio geral respondeu por RMB 1,2 trilhão, alta de 25,5% na comparação anual é equivalente a 52% do total. Em seguida, o comércio de logística alfandegada (bonded logistics) somou RMB 696,52 bilhões, avanço de 45,3% e participação de 30,1%. Já o comércio de processamento alcançou RMB 407,33 bilhões, crescimento de 27,9% e fatia de 17,6%. As empresas privadas concentraram a maior parte da atividade externa de Shenzhen. Entre janeiro e maio, esse grupo registrou RMB 1,7 trilhão em importações e exportações, alta de 38,2% e participação de 73,2% no total. O segmento respondeu por 26,5 pontos percentuais do crescimento do comércio exterior no período. As empresas com investimento estrangeiro movimentaram RMB 581,38 bilhões, crescimento de 25,6% e participação de 25,1%. Comércio com principais parceiros avança Shenzhen manteve expansão nas trocas com seus dez principais parceiros comerciais. O volume conjunto chegou a RMB 1,81 trilhão, alta de 33%, o que representa 78,1% do comércio exterior da cidade no período. A pauta exportadora de Shenzhen seguiu concentrada em produtos eletromecânicos, que totalizaram RMB 935,31 bilhões, avanço de 18% e participação de 76,5% do total exportado. Entre os destaques setoriais, as baterias de lítio somaram RMB 42,48 bilhões (+47,2%), equipamentos médicos RMB 12,99 bilhões (+9,7%) e impressoras 3D RMB 6,73 bilhões (+125,5%). Produtos tradicionais de tecnologia da informação também cresceram. As exportações de computadores e componentes chegaram a RMB 143,59 bilhões (+14,6%), enquanto equipamentos de áudio e vídeo somaram RMB 39,74 bilhões (+16,7%). Do lado das importações, os produtos eletromecânicos atingiram RMB 830,09 bilhões, alta de 41,3% e participação de 75,8% do total. Dentro desse grupo, componentes de computadores, com destaque para GPUs e servidores, somaram RMB 228,9 bilhões, crescimento de 59,3%. Fonte: news.southcn.com

22 de junho de 2026
China2Brazil
O setor logístico da China registrou avanço em maio, impulsionado pelo crescimento do comércio eletrônico e pela movimentação de safras agrícolas, como cerejas e lichias, segundo dados da Administração Estatal de Correios. O aumento da demanda levou à ampliação de rotas aéreas, automação de centros de distribuição e reforço da capacidade de entrega em todo o país. No Aeroporto Internacional de Penglai, em Yantai, província de Shandong, o terminal de cargas opera durante a madrugada no escoamento de cerejas da região. As frutas seguem em aeronaves cargueiras para hubs como Shenzhen e Ezhou, de onde são redistribuídas para diferentes cidades, com entrega em parte do país no dia seguinte. A operação integra a cadeia logística da SF Express durante a safra de cerejas de Yantai. Segundo a empresa, o transporte exige controle de conservação e integração entre produção e distribuição. “Estendemos nossa cadeia de serviços aos mercados de comercialização e às áreas de produção agrícola”, afirmou Zhao Yuming, responsável pelo Centro de Negócios da Região Leste de Shandong da SF Express. Durante o pico da safra, a empresa mobilizou mais de 1.500 profissionais, utilizou mais de 100 voos cargueiros, quatro linhas de trem de alta velocidade e uma frota de veículos autônomos e triciclos refrigerados. O caso das cerejas ilustra a integração entre logística e produção agrícola e o aumento da velocidade de distribuição no país. Em maio, o setor postal chinês movimentou 19,73 bilhões de encomendas, alta de 5,1% na comparação anual. As entregas expressas somaram 18,3 bilhões, crescimento de 5,7%, segundo a Administração Estatal de Correios. De acordo com Liu Jiang, do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento da Administração Estatal de Correios, o desempenho reflete a combinação entre demanda do comércio eletrônico e ajustes operacionais na cadeia logística. Ele afirmou que, em três semanas de maio, o volume médio diário ultrapassou 600 milhões de encomendas, com reforço de capacidade para produtos sazonais. Em Guangzhou, o centro de consolidação da Yunda Express, no distrito de Panyu, opera com sistemas automatizados de triagem e descarga. A unidade processa cerca de 500 mil encomendas por dia desde maio, segundo o responsável pela operação, Li Guisheng. Ele afirmou que a empresa antecipou a atualização de equipamentos para atender ao aumento da demanda. No transporte aéreo, a YTO Cargo Airlines inaugurou em 28 de maio uma rota entre Jiaxing e Daca, em Bangladesh, com carga de eletrônicos, medicamentos, têxteis e vestuário. A empresa planeja abrir mais de dez rotas internacionais ao longo do ano, com conexão para Sudeste Asiático, Nordeste Asiático, Américas e Europa, por meio da plataforma logística YTO SKYHUB. A Administração Estatal de Correios avalia que o setor manteve expansão da infraestrutura em maio. Segundo Liu Jiang, a tendência é de manutenção do ritmo de crescimento em junho, sustentada pelo comércio eletrônico e pela demanda por produtos sazonais. Fonte: news.cn

19 de junho de 2026
China2Brazil
Pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências desenvolveram uma plataforma de análise multimodal que integra, no mesmo neurônio, dados funcionais, estruturais e moleculares. O estudo foi publicado na revista científica Cell e propõe uma abordagem integrada para análise do cérebro em diferentes níveis de informação. A pesquisa foi conduzida por Wang Kai e Xu Shengjin, do Centro de Excelência em Ciência do Cérebro e Tecnologia da Inteligência. A plataforma permite combinar exames funcionais, reconstrução tridimensional e análise molecular in situ do mesmo neurônio, o que antes exigia sistemas separados e pouco interoperáveis. Segundo Wang Kai, diferentes tecnologias de análise cerebral apresentam limitações quando usadas de forma isolada. Ele afirma que ajustes em uma modalidade podem comprometer outras etapas do processo. Para resolver esse problema, as equipes conectaram registros funcionais in vivo, reconstrução morfológica de todo o cérebro e detecção molecular em 3D em um único sistema integrado. Xu Shengjin afirma que, no modelo anterior, bases de dados cerebrais operavam de forma isolada. Com a nova plataforma, esses sistemas passam a se conectar em um fluxo contínuo de dados. Segundo ele, a integração cria efeito sinérgico entre as informações e amplia a capacidade de análise da atividade cerebral. Os pesquisadores afirmam que a plataforma pode apoiar estudos em neurociência e contribuir para investigações sobre o funcionamento do cérebro e doenças neurológicas, ao permitir a correlação direta entre estrutura, função e composição molecular dos neurônios . Fonte: news.cn

19 de junho de 2026
China2Brazil
Representantes de governos, empresas e instituições financeiras da China e do Brasil se reuniram em São Paulo para discutir cooperação econômica, comércio e novos investimentos bilaterais. O encontro foi promovido pela cidade de Shenzhen e pelo distrito de Luohu e reuniu mais de 150 participantes dos dois países. O objetivo da iniciativa foi ampliar parcerias em áreas como infraestrutura, inovação, comércio e investimentos, com foco no fortalecimento das relações econômicas entre China e Brasil. O cônsul-geral da China em São Paulo, Yu Peng, afirmou que os resultados da cooperação entre os dois países sustentam a ampliação de parcerias em novos setores. Durante o evento, o membro do Comitê Consultivo do Conselho Empresarial Brasil-China, Reinaldo Ma, afirmou que a presença institucional reduz incertezas para investidores. Segundo ele: “quando o governo participa, há mais segurança para a entrada de empresas no Brasil, especialmente em um ambiente regulatório complexo”. Um dos destaques do encontro foi a inauguração do ponto de contato de Shenzhen em São Paulo. A estrutura tem como objetivo facilitar a expansão de negócios entre Brasil, China e América Latina, além de conectar empresas interessadas em parcerias comerciais. O presidente da BYD Brasil , Tyler Li, afirmou que o encontro funciona como uma plataforma de aproximação entre empresas dos dois países. Ele destacou que o mecanismo facilita conexões e amplia oportunidades de negócios entre companhias chinesas e brasileiras. A diretora de Relações Internacionais da INVESTSP, Julia Saluh, afirmou que a relação econômica entre os países se expande para além do agronegócio. Segundo ela, a indústria brasileira busca maior integração com a indústria chinesa em áreas como tecnologia e inovação. “Há um avanço na cooperação industrial e tecnológica, com mais troca de informações e parcerias”, disse. Ao final do encontro, os participantes assinaram cinco acordos de cooperação em áreas como comércio, serviços e articulação institucional. A expectativa de representantes do setor público e privado é que o novo ponto de contato de Shenzhen em São Paulo amplie o fluxo de investimentos e fortaleça a integração econômica entre China e Brasil. Fonte: Xinhua

19 de junho de 2026
China2Brazil
A China realizou a primeira retirada de peixes de uma plataforma flutuante de criação em mar aberto chamada “Zhanjiang Bay 1”. O sistema, instalado em águas profundas, recebeu cerca de 190 toneladas de filhotes no início de 2026 e agora concluiu sua primeira colheita de corvina-marrom. O projeto funciona como uma estrutura industrial no mar, equipada para criar peixes longe da costa, onde a água é mais limpa e profunda. Segundo os responsáveis, os animais apresentaram bom desenvolvimento, com crescimento consistente e comportamento ativo, um dos indicadores usados para avaliar a eficiência desse tipo de produção. Além da venda direta, a primeira produção será usada para fabricar produtos com maior valor agregado, como filés, postas, peixe seco e outros derivados processados. A estratégia busca ampliar o aproveitamento econômico da cadeia do pescado , indo além da venda do peixe inteiro. A iniciativa integra a expansão da chamada “economia do mar”, modelo que combina tecnologia e produção de alimentos no oceano. No caso chinês, o objetivo é aumentar a oferta de proteína e reduzir a pressão sobre áreas de pesca tradicionais. Fonte: CCTV

18 de junho de 2026
China2Brazil
A China lançou um plano para ampliar a colaboração entre grandes empresas de tecnologia e pequenas e médias empresas (PMEs) , com foco em inovação, inteligência artificial e economia digital. A iniciativa, válida entre 2026 e 2028, foi anunciada pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT) em conjunto com outros seis órgãos do governo. O plano busca fortalecer a chamada economia de plataformas, modelo baseado em plataformas digitais que reúne empresas de diferentes portes em um mesmo ecossistema. A estratégia prevê maior compartilhamento de tecnologias, dados e infraestrutura, além de ampliar a participação das PMEs nas cadeias de inovação das grandes plataformas . Entre as prioridades estão o incentivo ao desenvolvimento de inteligência artificial, incluindo modelos de linguagem de uso geral e soluções voltadas para setores específicos, além da ampliação da cooperação tecnológica entre empresas. O governo também pretende aumentar a transparência dos algoritmos utilizados pelas plataformas digitais, reforçar a governança do ambiente digital e combater práticas que prejudiquem comerciantes e operadores que atuam nesses serviços. Até 2028, a meta é criar modelos de inovação que possam ser replicados em todo o país, selecionar ao menos 100 projetos-piloto para abertura de recursos das plataformas e implantar dez plataformas de serviços e 60 aplicações inteligentes voltadas ao desenvolvimento empresarial. Segundo Yu Xiaohui, presidente da Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), a iniciativa deve ampliar o compartilhamento de recursos entre empresas de diferentes portes. Para ele, a abertura das capacidades tecnológicas das grandes plataformas pode fortalecer o ecossistema digital e ampliar o potencial de inovação das pequenas e médias empresas. Fonte: news.cn

18 de junho de 2026
China2Brazil
A China consumiu 867,1 bilhões de kWh de eletricidade em maio, alta de 6,9% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (18) pela Administração Nacional de Energia. O resultado foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços, indústria de alta tecnologia e infraestrutura de recarga para veículos elétricos . O setor secundário responde pela maior parte do consumo, com 575,3 bilhões de kWh, crescimento de 6%. Desse total, a indústria consumiu 570,3 bilhões de kWh, avanço de 6,2%. Já a indústria de equipamentos de alta tecnologia registrou expansão de 12,2%, com consumo de 109,1 bilhões de kWh. O setor de serviços consumiu 170,4 bilhões de kWh em maio, aumento de 9,7% na comparação anual. Entre os destaques, os serviços de recarga e troca de baterias cresceram 59,9%, enquanto os serviços de dados da internet avançaram 45,4%. No setor primário, o consumo de eletricidade chegou a 12,4 bilhões de kWh, alta de 5%. Já as residências urbanas e rurais consumiram 109 bilhões de kWh, crescimento de 7,5%. No acumulado de janeiro a maio, o consumo de eletricidade na China totalizou 4,2018 trilhões de kWh, aumento de 5,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse intervalo, o setor secundário consumiu 2,7324 trilhões de kWh, alta de 5,1%, enquanto a indústria respondeu por 2,7078 trilhões de kWh, crescimento de 5,3%. A indústria de equipamentos de alta tecnologia somou 488,7 bilhões de kWh, avanço de 9,7%. O setor de serviços consumiu 805,5 bilhões de kWh entre janeiro e maio, alta de 8,6%. Os serviços de recarga e troca de baterias registraram crescimento de 56,8%, e os serviços de dados da internet avançaram 44,6%. O consumo residencial atingiu 606,5 bilhões de kWh, aumento de 4,5%, enquanto o setor primário somou 57,4 bilhões de kWh, alta de 5,6%. Fonte: China News