
16 de maio de 2022
China2Brazil
Com o avanço da quinta geração da rede móvel (5G), o desenvolvimento da rede 5.5G para os próximos anos se torna ainda mais eminente. Segundo Gan Bin, vice-presidente da linha de produtos de rede sem fio da Huawei, para o uso comercial em larga escala do 5.5G em 2025, a indústria precisa adotar um conceito de construção de rede “1+1+N”, com inovação tecnológica contínua em elementos-chave. De acordo com o executivo, é necessário banda ultralarga, reconstrução de espectro de uplink, ELAA-MM (Extremely Large Antenna Array Massive MIMO), interface de ar verde e inteligência endógena, aprofundando assim a transformação da inteligência digital. Após a implementação em larga escala do 5G, o desenvolvimento industrial ainda enfrenta muitos desafios. Segundo o plano do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, mais de 600 mil estações base 5G serão construídas na China em 2022, chegando a um número total de 2 milhões de estações base até o final do ano. Mas ao mesmo tempo, ainda há problemas de interação em tempo real, conexões complexas e grande banda larga de uplink. Portanto, com uma visão mais voltada para o futuro, a Huawei propôs um novo conceito de 5.5G no final de 2020, para aprimorar e expandir os cenários 5G. O que é 5.5G? Em abril de 2021, o 3GPP esclareceu que o nome oficial do 5.5G é 5G-Advanced e, no final do ano passado, os primeiros nove projetos do 3GPP R18 foram estabelecidos com sucesso, o que significa que a visão e a direção técnica da indústria 5.5G basicamente chegou a um consenso. Wang Zhiqin, vice-presidente da Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação, disse que os recursos padrão 5G continuam sendo aprimorados, e seus serviços cada vez mais refinados. Ainda em 2021, a Huawei cooperou com a China Unicom e propôs três novas trilhas industriais de construção inteligente: novos horizontes, compartilhamento inteligente e super percepção inteligente. Para saber como construir melhor as redes 5.5G, Gan Bin citou três ideias de desenvolvimento. Primeiro, os recursos de espectro são a coluna vertebral das redes sem fio. Na era 5.5G, o DoU (tráfego médio mensal de internet por residência) de usuários individuais aumentará em dezenas de vezes, enquanto serviços inovadores exigem uma experiência de 10 Gbps. Para atender a esse requisito, a indústria precisa definir em conjunto mais novos espectros, como 6 GHz, para que os recursos de frequência da rede sem fio possam ser atualizados de MHz para nível GHz. Em segundo lugar, a fim de resolver os desafios de cobertura, a Huawei propôs o ELAA-MM, que usa um conjunto de antenas maiores para alcançar a mesma cobertura de alta frequência e C-Band e, ao mesmo tempo, fornecer maior capacidade de rede e garantir a cobertura contínua. Além disso, uma rede 5.5G verde e de baixo carbono é construída por meio de multi-antenas de banda ultralarga e interfaces de ar verde, e uma nova arquitetura IntelligentRAN é introduzida para obter otimização de rede inteligente, operação e manutenção inteligentes e operação comercial, melhorando ainda mais a experiência 5.5G do usuário. Fonte: 21st Century Business Herald

16 de maio de 2022
China2Brazil
Após um lockdown severo contra a covid-19, Shanghai retomará gradualmente estabelecimentos como shopping, varejões e salões de beleza a partir de 16 de maio. Nesta sexta-feira (22), os transportes de ônibus, ferroviários e serviço de transporte de passageiros por aplicativos podem voltar a funcionar gradativamente. O setor aéreo estará com voos domésticos para a cidade de Shanghai ou partindo da cidade para outras localidades. Até esta segunda-feira (16), Shanghai tinha 24 estabelecimentos com atividades reabertas. Dos três principais operadores de telecomunicações, foram 10 lojas da China Mobile, 8 da China Unicom e 6 da China Telecom que retomaram as operações. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome

13 de maio de 2022
China2Brazil
Nesta sexta-feira (13/05), a New Fortune divulgou o “TOP 500 pessoas mais ricas da China 2022”. O montante total da riqueza das pessoas que fazem parte do ranking foi de 16,5 trilhões de yuans, uma ligeira diminuição de 1,1 trilhão de yuans em relação ao ano passado. Em 2021, a China tinha 11 empresários com riqueza superior a 200 bilhões de yuans, e apenas 4 este ano. No ano passado, a riqueza total desse grupo foi de 3,2% trilhões de yuans, que encolheu em 1,8 trilhão para 1,4 trilhão de yuans este ano. Enquanto o topo da pirâmide é achatado, também traz estabilidade no meio dela. O número de empresários com fortuna de nível de 10 bilhões aumentou de 239 em 2019, para 464. O limite inferior da lista também aumentou de 4,5 bilhões de yuans em 2019, para 9,37 bilhões. O vasto cenário econômico da China está emergindo constantemente com um novo impulso econômico, e os mitos da criação de riqueza em diferentes indústrias também mostram diferenças. A capacidade da nova energia para gerar riqueza é implacável. Em 2022, os dez primeiros da lista ocorreu uma grande mudança, mais da metade dela são novos integrantes. Zhong Suisui, fundador da Nongfu Spring, líder na área de consumo, ainda se encontra no topo, com uma ligeira queda de 6 bilhões de yuans em fortuna, para 498,35 bilhões de yuans. A posição do homem mais rico da China se deve à duas razões: primeiro, o fluxo decente de caixa, sem necessidade de financiamento excessivo, alem de o fundador deter uma proporção relativamente alta de ações. O segundo motivo é a estabilidade de lucro e avaliação aceitável do público. Também da área de bens de consumo, os irmão Liu Weiping e Liu Fuping (donos da Weilong Delicious), Tang Binsen (Genki Forest) e Lin Muqin (Eastroc Beverage) entraram no ranking. Graças ao crescimento explosivo do segmento de nova energia, Zeng Yuqun, da CATL, saltou para o segundo lugar na lista, com um patrimônio líquido de 334,8 bilhões, após 5 anos na obscuridade. De acordo com os dados do SNE, a participação de mercado global da CATL chegou a 32,6% em 2021, ocupando o primeiro lugar do mundo por cinco anos consecutivos. Na China, CATL lidera com uma participação de 52,1%, vinculada à Tesla, Volkswagen, BMW e outras empresas automotivas internacionais, impulsionando o mercado de veículos elétricos na China a um nível internacional de primeira classe. Na lista dos mais ricos, a CATL contribuiu diretamente com 6 pessoas. Além de Zeng Yuqun e Huang Shilin entre os dez primeiros, 4 acionistas, Pei Zhenhua, Li Ping, Chen Qiongxiang e Wu Yingming, também entraram no ranking. A riqueza acumulada dessas 6 pessoas chega a 670 bilhões de yuans, cerca de metade do valor de mercado de CATL. Por outro lado, a riqueza da indústria da Internet encolheu. A riqueza de Colin Huang, fundador e ex-CEO de Pinduoduo, diminuiu 60%, ocupando o quinto lugar da lista com um patrimônio líquido de 192,7% bilhões de yuans. O ranking de Ma Huateng, cofundador da Tencent, se mantém em terceiro lugar, mas teve uma queda de 80 bilhões caindo para 301,1 bilhões de yuans no seu patrimônio. O casal do JD.com, Liu Qiangdong e Zhang Zetian tiveram sua riqueza diminuída em 40 bilhões, chegando a 101,4 bilhões de yuans. Jack Ma teve a maior queda, de quase metade, com 132,7 bilhões em patrimônio, 100 bilhões a menos, saindo do top 10 do ranking, e gradualmente desaparecendo dos olhos do público. Zhang Yiming, fundador da ByteDance, é um dos vencedores da Internet no ano passado. Sua riqueza aumentou em 120 bilhões para 291,6 bilhões de yuans. Segundo informações, a receita da ByteDance teve um aumento anual de 70% em 2021, cerca de 58 bilhões de yuans. Em 8 de maio, de acordo com o site do Registro de Empresas de Hong Kong, a ByteDance Co., Ltd. mudou seu nome para Douyin Group Co., Ltd. em 6 de maio. Analistas do setor acreditam que essa pode ser a intenção da ByteDance de listar em Hong Kong com Douyin como seu principal negócio. Se a listagem for bem-sucedida, o patrimônio de Zhang Yiming aumentará significantemente. No entanto, com apenas 39 anos, Zhang Yiming renunciou ao cargo de CEO, e a entregou a Liang Rubo. Ele disse que se concentraria em estratégia de longo prazo, responsabilidade corporativa, e não serviria mais como representante legal da empresa. Fonte: 21st Century Business Herald

13 de maio de 2022
China2Brazil
Através dos dados do rover chinês Zhurong, a equipe de pesquisadores de Liu Yang do Laboratório Estadual de Clima Espacial, utilizou os espectros infravermelhos de onda curta. Os dados das câmeras de navegação e topografia adquiridos pela primeira missão de exploração de Marte da China, descobriu que tinha água correndo aos arredores e o interior da Utopia Planitia, cratera de impacto, bem antes do que imaginado, informou a Administração Espacial Nacional da China (CNSA) divulgou uma atualização sobre a missão do rover Zhurong. Segundo a agência, O resultado foi publicado no dia 11 de maio na revista científica internacional Science Advances. Alguns cientistas comentam que esta descoberta é importante para a compreensão da história da evolução do ambiente climático de Marte. Yang explicou que a área de pouso do rover Zhurong está localizada no jovem terreno amazônico, que sofreu eventos de remodelação. Estudos já existentes mostram que Marte teve um clima frio e seco durante o período amazonense, com um alcance e extensão extremamente limitados da atividade da água líquida. No entanto, a fusão encontrou sinais de atividade hídrica nesta área, "sugerindo que a hidrosfera marciana durante a época amazônica pode ter sido mais ativa do que se pensava anteriormente". Ao analisar os espectros de infravermelho de onda curta e os dados da Câmera de Navegação e Topografia (Na TeCam) adquiridos pelo Zhurong, a equipe de pesquisa e colaboradores de Yang identificaram um tipo de rocha que se assemelha morfologicamente a rochas sedimentares, uma rocha brilhante em forma de placa. Yang disse: "Detectamos minerais que contêm água nestas rochas de cor brilhante que não foram identificadas na região por dados orbitais anteriores usando espectros infravermelhos de onda curta com ~1,9 μm e ~2,2 μm características de absorção, que se presume serem de sílica ou sulfato que contém água". A equipe de pesquisa acredita que para este cenário não pode ser formado através da evaporação de água na atmosfera, e descartou a possibilidade de uma grande atividade de corpos de água na superfície. Eles propuseram um novo mecanismo de formação: o manto do solo pré-sedimentar sofreu cimentação e lificação durante a ascensão ou infiltração de águas subterrâneas ricas em sal, formando as rochas tabulares que se observam. "Isso significa que a área onde o Zhurong pousou, pode conter uma grande quantidade de água disponível na forma de minerais que podem ser usados como recursos in-Situ (ISRU, sigla em inglês) para a futura exploração tripulada de Marte", disse Yang. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo

13 de maio de 2022
China2Brazil
O desenvolvimento econômico e ambiente ecológico gerais da China melhoraram muito ao longo da última década, disseram autoridades chinesas em uma coletiva de imprensa organizada pelo Departamento Central de Propaganda do Partido Comunista Chinês (PCC) nesta quinta-feira, 12 de maio, reiterando que o país viu um aumento substancial de desenvolvimento da economia verde, aliada a robustez econômica, assim como a abertura de sua economia, entre outras conquistas. A solidez geral da economia chinesa se manteve em crescimento constante, tornando o país o principal motor do crescimento mundial na última década. Em 2021, com um PIB de 114 trilhões de yuans, a China representou 18% da economia global, ante uma representação de apenas 11,4% em 2012. Já, o PIB per capita da China ficou em US$ 12.500, um patamar próximo ao que já pode ser considerado como um país desenvolvido e de renda alta, de acordo com as definições do Banco Mundial. Nos últimos anos, a China tem contribuído com cerca de 30% do crescimento global, tornando-se um dos pilares do desenvolvimento econômico global. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), da China passaram de 1,91% para 2,44% do PIB ao longo desta última década. Melhorando a classificação do país no Índice de Inovação Global (GII, na sigla em inglês para Global Innovation Index ) de 34º para 12º colocado, com a ajuda de grandes avanços como, por exemplo, nas conquistas com os voos espaciais tripulados e na exploração de Marte. No mesmo período, as emissões de CO2 por unidade de PIB da China caíram 34% e a capacidade total instalada para a geração de energia eólica e fotovoltaica, assim como da produção e vendas de veículos de nova energia atingiram patamares que levaram a China à liderança mundial. O comércio exterior também se desenvolveu de forma constante e rápida na década, linkado a uma grande abertura à economia mundial. A participação da China nas exportações de mercadorias para o mundo cresceu de 11% para 15%. Um total de nove acordos de livre comércio foram assinados e 21 zonas de livre comércio foram construídas, criando áreas de testes para maior integração à economia mundial. Atualização sobre a Covid-19 De acordo com uma decisão tomada na reunião executiva do Conselho de Estado na quarta-feira passada, a China irá adotar políticas fiscais e monetárias priorizando a criação de empregos, de tal forma a manter uma estabilidade do desempenho econômico à medida em que há impactos maiores do que esperado por novos casos de Covid-19, que afetam a dinâmica e ambiente internacional e trouxeram pressões à economia chinesa em abril. Restituições e isenções fiscais, diferimento de pagamento de seguros sociais, reduções nos custos de financiamento, entre outras medidas, devem vigorar com foco na manutenção da estabilidade do mercado, dos empregos e folha de pagamentos, de forma a garantir a subsistência básica das pessoas e estimular a continuidade do consumo interno. Na reunião, também foi decidida a flexibilização na mobilização de ativos, para ampliar canais para investimentos privados e incentivar a expansão de investimentos. Beijing lançou novas medidas para reforçar a triagem do vírus à medida em que a cidade corre para conter um novo surto. Iniciando nesta quinta-feira, os cidadãos precisarão fornecer resultados negativos de testes PCR, realizados dentro de um intervalo de 48 horas para poder entrar em locais públicos em toda a cidade, disseram autoridades em coletiva de imprensa nesta quarta-feira. A última onda de surto em Beijing registrou 892 infecções até às 15 horas desta quarta-feira. A seguir em notícias sobre empresas: O porto de Shanghai concluiu a movimentação de 3,085 milhões de unidades TEUs de contêineres em abril, recuperando-se para mais de 80% do nível do ano passado, de acordo com dados do Ministério de Transportes da China na última quarta-feira. Após a retomada da produção em 19 de abril na gigafábrica da Tesla em Shanghai, o primeiro lote de 10 mil veículos elétricos foi enviado para entregas nesta quarta-feira. No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, a Tesla em Shanghai já entregou 183.686 veículos, uma quantidade 1,7 vezes maior do que no mesmo período do ano passado, e superando a totalidade de veículos entregues em 2020. A inda, o CEO Elon Musk disse em um encontro de indústria automotiva na terça-feira que a empresa irá expandir a produção em sua fábrica em Shanghai. Notícias do mercado financeiro: Chen Yulu, presidente do Banco do Povo da China (PBoC), disse nesta quinta-feira que os riscos financeiros do país acumulados ao longo dos anos convergiram e estão, no geral, sob controle. O banco central do país concluiu com sucesso uma campanha de regulação de financiamento via internet, uma vez que todas as empresas financeiras de plataformas online foram colocadas sob supervisão. O problema do shadow banking foi efetivamente endereçado, cerca de 5 mil empresas de empréstimo P2P online foram encerradas e cerca de 25 mil casos de arrecadação ilegal de fundos foram investigados, de acordo com Chen. Notícias do mercado de ações: As ações chinesas fecharam em queda na quinta-feira. O índice Shanghai Composite caiu 0,12% e o Shenzhen Component fechou com queda de 0,13%. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 2,24%, seguindo as perdas em Wall Street devido a novos temores de alta da inflação e sell-off em ações de tecnologia. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: 21st Century Business Herald

13 de maio de 2022
China2Brazil
A criação de salas de aula online tornou-se uma tendência crescente em todo o mundo devido à pandemia. Com escolas fechadas, instituições de ensino tiveram que encontrar maneiras de continuar oferecendo aulas aos estudantes remotamente. Foi quando a procura por tecnologias que permitissem aulas à distância aumentou. Aplicativos com a proposta de conferência online tiveram uma alta demanda com o decorrer do tempo, dentre estes um se destaca mundialmente: o aplicativo chinês ClassIn. Com uma proposta inovadora de sala de aula virtual, o aplicativo está em constante crescimento devido suas ferramentas de uso. O ClassIn é um aplicativo com a proposta de ser ideal para aulas por possuir um sistema flexível, que proporciona facilidade na interação, chamadas e acesso gratuito. Para usufruir do ClassIn, é necessário apenas a instalação do aplicativo em um computador ou smartphone. O ClassIn é reconhecido por mais de 60 mil instituições pelo mundo, entre elas Oxford University, Peking University e British Council. Zhu Yu, diretor da U-can Secondary School, vice-presidente da Koolearn Tech e CEO da DFUB, relatou um crescimento vertiginoso no número de alunos que ingressaram nos cursos de verão online da instituição ao longo dos últimos anos. S ala de aula, não de reunião O grande diferencial que o ClassIn proporciona ao usuário é a sensação de estar em uma sala de aula, ao invés de uma sala de reunião. Isso transforma o ambiente virtual em uma nova experiência tanto para o professor, quanto para o aluno, criando um espaço mais simples para o aprendizado. O aplicativo conta com diversas ferramentas de auxílio durante a aula. Professores da Universidade de Pequim, na China, que usaram a ferramenta, consideram o ClassIn o mais eficaz para recriar a experiência de sala de aula e melhorar a interação entre professores e alunos. Blackboard A criação de um Blackboard, ou lousa, dentro do ClassIn, é o seu maior diferencial, pois possui ferramentas que ampliam a interação entre professores e alunos através da escrita ou desenho. As opções de manuseio da lousa são simples e fáceis de usar, devido ao design inteligente focado no usuário. A interação do blackboard se expande ao tratar os usuários como participativos entre as aulas/reuniões, com salas temáticas que estimulam a atenção, além de sistema de lição de casa que incorpora atividades de comprometimento dentro da plataforma. O sistema possui pelo menos 44 diferentes tipos de métricas e ferramentas para gravar os dados das aulas, o que envolve o rastreamento de informações para diversos tipos de avaliação. A plataforma também trabalha com sistema de nuvem, onde o usuário pode armazenar e compartilhar dados, tornando mais fácil a transferência de arquivos que podem ser utilizados nas reuniões. Ferramentas de Auxílio O serviço é dividido em três partes: a primeira específica para o professor, a segunda para o aluno e a terceira para o administrador. Para o professor, são designadas funções determinadas para exercer a atividade pedagógica, como atalhos para ferramentas de ensino que aumentam a capacidade de fazer uma aula mais interativa e com grande participação da classe. Há ainda quadro bidirecional, lousa privada, lições de casa, ferramenta de sondagem, salas de descanso, suporte para diversos tipos de curso, entre outros. Benefícios para os estudantes O sistema do ClassIn foi pensado para que o aluno seja incluído em todo o processo de aprendizagem, mesmo estando à distância. Por isso, foram criados atalhos virtuais de interação e aproximação desses estudantes. Acessórios para o aluno como salas temáticas, chat do curso fora da sala de aula, salas de aulas temporárias, upload e compartilhamento de arquivos, anotações feitas durante a aula, gravações e a opção de levantar a mão para perguntas, permitem uma maior adesão do estudante ao conteúdo. O administrador concede ao aluno e professor maior organização e supervisão. Dentro do gerenciador, há a possibilidade de coordenar variadas salas. Gerenciar o agendamento de aulas, permissões personalizáveis, monitoramento de aulas em tempo real, análise de desempenho dos alunos e professores, além de diversas outras ferramentas, determinam um grande acervo de ações possíveis para melhorar a qualidade do ensino a distância. Fonte: Redação China2Brazil

13 de maio de 2022
China2Brazil
Após mais de dois anos, uma plataforma unificada de informações de seguro médica da China foi colocada em operação. Atualmente, a plataforma foi lançada em 31 províncias chinesas, e no Corpo de Produção e Construção de Xinjiang. A tecnologia cobre efetivamente cerca de 400 mil instituições médicas designadas e cerca de 400 mil farmácias varejistas, fornecendo serviços de seguro médico de alta qualidade para 1,36 bilhão de segurados. A plataforma de informações de seguro médico abrange 14 subsistemas, incluindo métodos de pagamento, tratamento médico interprovincial, serviços públicos e aquisição de medicamentos e consumíveis médicos. A nova plataforma tem desempenhado um papel importante no resumo financeiro de tratamento médico em diferentes lugares, reforma dos métodos de pagamento, supervisão inteligente dos seguros médicos, na aquisição centralizada de medicamentos e no monitoramento dos preços. O sistema possui recursos completos, resposta eficiente e operação estável. O tempo médio de resposta para fechar a conta hospitalar é de cerca de 0,8 segundos, o que é 3 a 5 vezes superior ao desempenho médio do sistema antigo. A plataforma formou um padrão unificado em toda a China, dados centralizados em dois níveis, implantação hierárquica de plataformas, cobertura de rede abrangente, construção padronizada de projetos e fortes garantias de segurança. Fonte: IT Home

11 de maio de 2022
China2Brazil
Há algumas semanas, moradores da cidade de Xangai, na China, se depararam com uma cena inusitada, que parecia ter saído de algum filme de ficção científica: um cão-robô patrulhando as ruas da capital. O robô que imita um cachorro e que até late, trata-se de uma tecnologia para alertar a população e informar sobre os cuidados contra a Covid-19. Em um vídeo gravado pelos moradores é possível ver o cão-robô caminhando pela cidade com um megafone amarrado às costas pedindo para as pessoas usarem máscaras e lavarem as mãos. Desde 2013, a China é o principal mercado de robôs do mundo, e cresce cada vez mais a cada ano. Existem robôs atendentes, entregadores, que fazem a limpeza da casa, e até os que cozinham. A China possui um plano de Governo chamado “Made in China 2025”, que tem como meta transformar a nação em uma potência industrial, menos focada em mão de obra humana e mais em tecnologia, produzindo, inclusive, seus próprios robôs. Separamos uma lista com os cinco principais robôs autônomos da China: Cão-Robô: Em Xangai, robôs com formato de cachorro circulam pelas ruas para fiscalizar o isolamento social. Eles medem entre 28 e 35 centímetros de altura, fazem três ou quatro patrulhas por dia e com um megafone amarrado às costas alertam os cidadãos para ficarem dentro de casa, verificarem a temperatura e lavarem as mãos. Robôs de patrulha 5G Os robôs de patrulha 5G monitoram o uso de máscaras e temperatura do corpo em locais públicos, como aeroportos e shopping centers nas cidades de Guangzhou, Xangai, Xi’an e Guiyang. Esses robôs são equipados com 5 câmeras de alta resolução e termômetros infravermelhos capazes de escanear a temperatura de 10 pessoas simultaneamente em um raio de 5 metros. Se uma temperatura alta ou a ausência de uma máscara for detectada, os robôs enviam um alerta às autoridades relevantes. Robôs em Clínicas e Hospitais Na China, robôs já circulam pelos corredores de hospitais, desinfeta áreas, entregam alimentação e remédios, realizam procedimentos, como extrair os sinais vitais dos pacientes, ao mesmo tempo em que se comunicam com eles e a equipe médica, por meio de videoconferência. Foram feitos testes nos robôs corporativos, Cruzr e Aimbot, no Third People’s Hospital, na cidade de Shenzhen, para executar ações de auxílio no combate à pandemia. O Aimbot faz a medição da temperatura corporal e detecta o uso de máscaras em grupos de até 15 pessoas, também é equipado com desinfetantes para esterilização. Já o Cruzr, que foi criado, inicialmente, para atuar no atendimento aos hóspedes de hotéis, além de outros estabelecimentos, foram feitos testes para ser utilizado em hospitais. Na recepção, os pacientes interagem com a máquina, fazendo uma espécie de triagem. Por meio do robô, ainda é possível conversar com um médico, que passa as orientações por vídeo. Robô Little Peanut A China usou o Little Peanut (Amendoim, em português), para o atendimento a pessoas em quarentena por conta do coronavírus. O robô foi responsável por entregar comida e outros itens aos pacientes em isolamento pelos corredores de um hotel em Hangzhou, no leste da China. Robôs dos Jogos de Inverno de Pequim Durante os Jogos de Inverno de Pequim 2022, robôs foram testados para auxiliar nas medidas de combate à Covid-19. As máquinas exerciam duas funções: esterilização do piso, espalhando uma nuvem de desinfetante por meio de um ventilador, e o reconhecimento de pessoas que não estavam usando máscara protetora. Além disso, possui um dispenser de álcool em gel que libera da substância através de sensor, sem necessidade de contato. Crédito: Redação China2Brazil

11 de maio de 2022
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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da China, o principal indicador de inflação do país, subiu 2,1% em abril na comparação anual, segundo dados oficiais divulgados pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS), nesta quarta-feira (11). Salto ou variação homóloga do IPC em abril Em março, o aumento anual do IPC voltou à “era 1”, influenciado por fatores como surtos de distribuição doméstica e aumento dos preços internacionais de commodities. De acordo com o monitoramento do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China (MARA, sigla em inglês), em abril, o preço médio por atacado teve aumento de 1,9% em termos mensais, caindo 42,6% anualmente. Os preços dos legumes tiveram queda mensal de 11,5% e um aumento de 28,7% anualmente. "Em relação aos preços dos alimentos, desde meados de abril, os preços da carne suína pararam de cair e se recuperaram, e os preços dos legumes caíram sazonalmente à medida que o clima continuou a aquecer e os legumes entraram na temporada de produção e comercialização. Para bens de consumo industriais, os preços internacionais do petróleo caíram a um nível elevado e os preços domésticos do petróleo refinado receberam seu primeiro ajuste para baixo no ano," disse Zhou Yue, analista principal da Zhongtai Securities. O especialista observou que os preços dos suínos aumentaram para cobrir a queda dos preços do petróleo. O IPC de abril deve aumentar 2,0% em relação ao ano anterior, considerando o efeito do fator tail-raising . O relatório do Centro de Pesquisa Econômica Nacional da Universidade de Pequim considera que o IPC deve aumentar 1,8% ano a ano em abril, devido às medidas de proteção ao bem-estar das pessoas e pela aceleração da produção de suínos, a queda relativa da demanda do consumidor e o contínuo aumento de commodities industriais a montante. Índice de Preço com condições para manter um aumento moderado Conforme o monitoramento do "sistema nacional de informações de preços de mercado de produtos agrícolas por atacado" do Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China, de 29 de abril a 5 de maio, o preço da carne de porco aumentou 4,2% em relação ao ano anterior e caiu 36,3% em comparação ao ano anterior. O preço médio de 19 tipos de vegetais no mercado por atacado de 286 locais de produção e venda em todo o país é de 4,10 CNY/kg, 7,0% abaixo da semana passada, 15,2% acima do ano anterior. Zheng Houcheng, diretor do Instituto Britânico de Pesquisa de Valores Mobiliários, disse que a probabilidade de um grande aumento no preço médio atacadista da carne suína no segundo trimestre é baixa. Porém, existe possibilidade de um movimento ascendente constante no IPC da carne suína mensal de abril a junho, impulsionado por uma base descendente no mesmo período em 2021. Fu Linghui, porta-voz da Agência Nacional de Estatística da China disse que o consumo e a demanda de investimento ainda estão em recuperação e têm um efeito limitado na atração de preços. Ao mesmo tempo, as medidas tomadas pelo mercado para assegurar a estabilidade dos preços continuarão a dar resultados, o que também contribui para a estabilidade dos preços. Por conseguinte, existe uma base e uma condição para que os preços se mantenham globalmente estáveis e moderados. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Diário do Povo

11 de maio de 2022
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A equipe de pesquisa científica da Universidade de Jiangnan, coordenada por Yao Weirong, professor da Escola de Ciência de Alimentos, abordou os principais problemas no armazenamento de alimento frescos, que são perecíveis e deterioram. Tecnologias de limpeza e desinfecção, nova tecnologia de esterilização a frio, bem como conservantes anticorrosivos, filmes de embalagens ativos, já estão sendo utilizadas na agricultura da China e no seu armazenamento e transporte. Na opinião de Chen Wei, acadêmico da Academia Chinesa de Engenharia e presidente da Universidade de Jiangnan, disse que as necessidades alimentares das pessoas estão cada vez mais diversificadas. Segundo Chen Wei, a aplicação de meios técnicos modernos para resolver o problema do armazenamento de alimentos perecíveis será um papel importante na garantia do abastecimento do mercado, e na promoção da revitalização rural. De acordo com Yao Weirong, vegetais folhosos são fáceis de apodrecer, principalmente devido ao teor de umidade relativamente alto, atividades fisiológicas relativamente ativas após a colheita, alta contaminação microbiana e altos requisitos para condições de armazenamento. Portanto, medidas de preservação relevantes devem ser tomadas de maneira direcionada para armazenamento, como ajuste de temperatura, umidade do ar e concentração de ar. Para evitar que os vegetais frescos apodreçam, a maioria opta por armazená-los refrigerados. Nos últimos anos, embora haja cada vez mais vegetais ultracongelados, esse método geralmente envolve o branqueamento como pré-tratamento. Esse processo junto com o descongelamento, antes do consumo, perda de minerais e vitaminas. Chan Wei diz que a estrutura de consumo alimentar dos residentes urbanos e rurais da China foi inicialmente dominada pelo consumo de grãos, e agora está se transformando rapidamente em uma estrutura alimentar na qual vegetais, frutas, carne, leite, ovos e outros produtos animais, vegetais e processados coexistem. Essa mudança permite que as pessoas comam refeições mais seguras, saudáveis e nutricionalmente equilibradas. Hoje em dia, as mais recentes conquistas tecnológicas de bloqueio de água, antioxidante e antibacteriano já estão sendo aplicadas e utilizadas na China. De acordo com Yao Weirong, essas tecnologias basicamente resolvem o problema do armazenamento de frutas frescas. No entanto, não basta ter tecnologia sem prestar atenção aos métodos de aplicação e armazenamento. Atualmente, ainda é difícil para alguns centros de produção agrícola e empresas de armazenamento e transporte embalar e armazenar todos os tipos de vegetais de maneira direcionada, como embalagem individual. Especialmente para todos os tipos de vegetais que são misturados e transportados em grandes quantidades, os vegetais ficam se espremem e causam danos mecânicos artificiais, que aceleram a deterioração, resultando em sérios desperdícios. Chan Wei acredita que ainda existem alguns problemas a serem resolvidos no incentivo do desenvolvimento diferenciado e de alta qualidade de produtos agrícolas e indústrias de alimentos da China. Fonte: Diário do Povo