
22 de julho de 2026
China2Brazil
A fabricante chinesa de veículos elétricos de duas rodas Yadea inaugurou sua primeira loja conceito no estado do Rio de Janeiro, no bairro do Recreio dos Bandeirantes. A unidade reúne venda de motos elétricas, testes de pilotagem, assistência técnica e serviços de pós-venda, e faz parte do plano de expansão da marca no mercado brasileiro. Durante a inauguração, a empresa informou que assinou mais de 40 acordos de intenções comerciais para ampliar a rede de concessionárias no estado do Rio de Janeiro. A chegada da loja ocorre em meio ao avanço do segmento de mobilidade elétrica no Brasil. Segundo dados da Fenabrave divulgados pela Yadea , os emplacamentos de veículos elétricos de duas rodas cresceram 47,26% no primeiro trimestre de 2026. No Rio de Janeiro, novas regras para circulação de veículos de micromobilidade elétrica, como bicicletas elétricas e ciclomotores, também passaram a organizar o uso desses equipamentos. A unidade apresenta modelos como a motocicleta elétrica Keeness e as scooters GFX6, M6-H, Owin e GB60, voltadas principalmente para deslocamentos urbanos. Os clientes podem conhecer os veículos e realizar testes de pilotagem antes da compra. Segundo a Yadea, os modelos comercializados no Brasil contam com montagem e disponibilidade de peças no país. As motocicletas utilizam baterias de lítio removíveis, que podem ser carregadas em tomadas convencionais, e possuem garantia nacional de 24 meses para as baterias. Presente em mais de 100 países, a Yadea fabrica motocicletas, scooters e bicicletas elétricas, a empresa pretende abrir novas lojas, revendas autorizadas e oficinas credenciadas no Rio de Janeiro nos próximos três anos. A Yadea também avalia novos investimentos em produção no Brasil para ampliar sua capacidade de fabricação e distribuição.

22 de julho de 2026
China2Brazil
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que os Estados Unidos não devem restringir o uso de modelos de inteligência artificial (IA) de código aberto desenvolvidos na China. Em entrevista à Axios, o executivo disse que esses modelos podem ampliar o acesso à tecnologia e defendeu que o país não deve tratar a IA chinesa como uma ameaça apenas por sua origem. "Esses modelos chineses são excelentes e modelos de código aberto excelentes devem ser usados", afirmou Huang durante a entrevista realizada em Fort Worth, no Texas. A declaração ocorre em meio ao debate nos Estados Unidos sobre possíveis limitações ao uso de tecnologias chinesas de IA. Empresas americanas como OpenAI e Anthropic já demonstraram preocupação com o avanço de concorrentes chineses e questionaram o uso de técnicas como a destilação de modelos no desenvolvimento dessas ferramentas. Huang, no entanto, afirmou que modelos abertos não representam uma ameaça às empresas americanas. Segundo ele, o acesso livre permite que mais pessoas e empresas testem a tecnologia, o que pode ampliar o mercado de inteligência artificial e gerar maior demanda por equipamentos de computação. O executivo também criticou restrições baseadas em segurança nacional. Para ele, modelos abertos permitem que pesquisadores identifiquem falhas e aprimorem a segurança dos sistemas, enquanto regras devem punir práticas ilegais, como violações de privacidade ou contratos. O debate ganhou força após o lançamento do Kimi K3, modelo de IA de código aberto da startup chinesa Moonshot AI, que chamou a atenção pelo desempenho e pelo menor custo. Huang afirmou que o mercado interpretou de forma equivocada o impacto de modelos como Kimi K3 e DeepSeek, lançados em 2025. Segundo o CEO da Nvidia, modelos de IA mais acessíveis podem aumentar o uso da tecnologia e beneficiar empresas que fornecem infraestrutura para o setor. Fonte: It Home

22 de julho de 2026
China2Brazil
Cerca de 140 milhões de pessoas na China fizeram compras internacionais por meio de plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço no primeiro semestre de 2026, informou a Administração Geral das Alfândegas da China. No período, as exportações destinadas a armazéns no exterior, estruturas usadas por empresas para armazenar produtos próximos aos consumidores de outros países, cresceram 3,3 vezes. Os dados foram apresentados por Sun Meijun, diretor da Administração Geral das Alfândegas, durante uma coletiva de imprensa do Gabinete de Informação do Conselho de Estado realizada em 22 de julho. Segundo as estatísticas alfandegárias, o comércio eletrônico transfronteiriço da China movimentou 2,84 trilhões de yuans (cerca de US$396 bilhões) em importações e exportações em 2025, alta de 4,8% em relação ao ano anterior. As exportações realizadas por meio de compras em mercados internacionais ultrapassaram 800 bilhões de yuans. O avanço do comércio digital acompanha o crescimento do comércio exterior chinês no início do 15º Plano Quinquenal (2026-2030). No primeiro semestre deste ano, as importações e exportações da China aumentaram 16,9% na comparação anual. As exportações cresceram 13,4%, enquanto as importações subiram 22,1%. Atualmente, a China mantém relações comerciais com mais de 160 países e regiões. A oferta de produtos importados também se diversificou, com itens como leite da Oceania, café da África e salmão refrigerado da Europa chegando ao mercado consumidor chinês. China amplia uso de tecnologia nas alfândegas Além do crescimento do comércio eletrônico, a China planeja modernizar seus sistemas de fiscalização aduaneira. Segundo o Gabinete de Informação do Conselho de Estado, o país pretende equipar mais de 90% dos portos com equipamentos de inspeção inteligente até 2030. A estratégia prevê o uso de inteligência artificial, big data e equipamentos automatizados para agilizar a análise de mercadorias e reduzir etapas no processo de liberação de produtos. A expectativa é tornar o desembaraço aduaneiro mais rápido para empresas e consumidores. Fonte: It Home

22 de julho de 2026
China2Brazil
A produção de petróleo e gás da China atingiu 420 milhões de toneladas de petróleo equivalente em 2025, o maior volume já registrado pelo país, segundo relatório divulgado pela Administração Nacional de Energia (ANE). O resultado inclui 216 milhões de toneladas de petróleo bruto e o aumento anual de mais de 10 bilhões de metros cúbicos na produção de gás natural pelo nono ano consecutivo. Segundo a ANE, o crescimento da produção doméstica reforçou a capacidade da China de garantir o fornecimento interno de energia . O país também registrou avanço na produção de petróleo de xisto, que ultrapassou 8,5 milhões de toneladas em 2025, mais de dez vezes o volume registrado em 2018. Entre 2019 e 2025, o setor de petróleo e gás executou um plano de sete anos voltado à exploração e ao desenvolvimento de reservas nacionais. De acordo com a ANE, o programa contribuiu para que a China alcançasse novos níveis de produção e reservas. Em 2026, o setor de energia chinês pretende iniciar uma nova etapa de exploração e desenvolvimento de petróleo e gás. A meta é manter a produção anual de petróleo bruto acima de 200 milhões de toneladas e ampliar a oferta de gás natural. A produção chinesa de petróleo bruto e gás natural ultrapassou pela primeira vez 400 milhões de toneladas de petróleo equivalente em 2024, segundo a Administração Nacional de Energia. Fonte: Xinhua

21 de julho de 2026
China2Brazil
A rede nacional integrada de transportes da China ultrapassou a marca de 6 milhões de quilômetros, informou o vice-ministro dos Transportes, Xu Chengguang, durante uma coletiva de imprensa realizada em 21 de julho. Segundo ele, 91% da estrutura principal da rede nacional de transporte já foi concluída no período do 14º Plano Quinquenal (2021–2025). Durante o evento promovido pelo Gabinete de Informação do Conselho de Estado da China (SCIO), foram apresentados os avanços da infraestrutura de transporte do país e os preparativos para o 15º Plano Quinquenal. Entre os principais resultados, a China alcançou mais de 50 mil quilômetros de ferrovias de alta velocidade em operação e 199 mil quilômetros de rodovias expressas, vias destinadas ao deslocamento rápido entre cidades e regiões. A infraestrutura também conta com 3.061 áreas de atracação em portos aptos a receber embarcações de cerca de 10 mil toneladas, além de 270 aeroportos destinados ao transporte civil. Outro destaque foi a criação da maior rede de serviços postais e de entrega de encomendas do mundo, tanto em extensão quanto no número de pessoas atendidas. Segundo Xu Chengguang, os investimentos fortaleceram o sistema integrado de transportes, ampliando a conexão entre diferentes regiões do país e contribuindo para o desenvolvimento econômico e a mobilidade da população. Fonte: news.cctv.com

21 de julho de 2026
China2Brazil
A Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC) 2026 foi encerrada no dia 20 de julho, em Xangai, após reunir mais de 400 mil visitantes presenciais e gerar RMB 20,36 bilhões (cerca de US$ 3,01 bilhões) em intenções de compra, um crescimento de 25% em relação à edição anterior. Considerada um dos principais eventos mundiais dedicados à inteligência artificial, a WAIC reuniu, entre os dias 17 e 20 de julho, autoridades, pesquisadores e representantes da indústria de mais de 100 países e organizações internacionais. Segundo os organizadores, o evento contou com a participação de 177 delegações internacionais de compras, reforçando o interesse global por soluções e tecnologias ligadas à inteligência artificial. Durante a cerimônia de encerramento, Xangai também anunciou a assinatura de 32 projetos estratégicos de inteligência artificial. Os investimentos superam RMB 40,9 bilhões (aproximadamente US$ 6,05 bilhões) e abrangem áreas como infraestrutura de IA, sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma (AI Agents), robôs inteligentes que interagem com o ambiente (Embodied AI) e aplicações da inteligência artificial voltadas à pesquisa científica (AI for Science). Especialistas e representantes da indústria avaliaram que a conferência fortaleceu a cooperação internacional, incentivou a inovação tecnológica e ampliou o debate sobre o uso responsável da inteligência artificial. Também destacaram o papel da China na promoção da governança global da tecnologia. Fonte: news.cn

21 de julho de 2026
China2Brazil
Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores chineses alcançou mais de 99% de eficiência na produção de sementes clonais de arroz híbrido, mantendo a fertilidade e a produtividade das plantas. O avanço pode reduzir significativamente os custos de produção de sementes e facilitar o cultivo do arroz híbrido, uma das principais culturas para a segurança alimentar mundial. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto de Pesquisa do Arroz da China, sob liderança do cientista Wang Kejian. A nova variedade, chamada Yixi No. 1, foi apresentada em um estudo publicado em 21 de julho na revista científica internacional Vita . Atualmente, os sistemas usados para produzir arroz híbrido exigem a fabricação de novas sementes a cada safra, porque as sementes colhidas perdem as características que garantem maior produtividade. Esse processo é complexo e pode custar mais de dez vezes o valor da produção de sementes de arroz convencional. Para superar essa limitação, os pesquisadores desenvolveram uma tecnologia que permite que a planta produza sementes praticamente idênticas à original, preservando as características do híbrido ao longo das gerações. Na prática, isso significa que um único cruzamento pode gerar sementes capazes de manter o mesmo desempenho por várias safras. A pesquisa começou em 2013. Em 2017, a equipe conseguiu produzir as primeiras sementes clonais de arroz híbrido, mas a eficiência era de apenas cerca de 5% e a formação de grãos ainda era baixa. O avanço mais recente ocorreu após a identificação de um gene do próprio arroz, chamado HUAXU, que induz a formação de sementes sem necessidade da fecundação tradicional. Combinada a outras técnicas desenvolvidas pela equipe, essa descoberta elevou a eficiência de clonagem para níveis superiores a 99%, resultado confirmado em diferentes variedades e em testes de cultivo em larga escala. Segundo Wang Kejian, a tecnologia poderá transformar o modelo atual de produção de sementes de arroz híbrido, eliminando a necessidade de produzir novas sementes todos os anos e contribuindo para fortalecer a segurança alimentar. Antes da aplicação comercial, porém, a tecnologia ainda precisará passar por testes de biossegurança, avaliações de estabilidade genética e novos estudos para validar seu uso em larga escala. Fonte: news.cn

20 de julho de 2026
China2Brazil
A China State Shipbuilding Corporation (CSSC) , maior construtora naval do mundo, começou a aplicar inteligência artificial (IA) no desenvolvimento de navios. A empresa treina modelos para interpretar normas técnicas, analisar projetos e automatizar parte do processo de engenharia, com o objetivo de aumentar a eficiência e reduzir o tempo de desenvolvimento. Segundo Gu Yiqing, vice-engenheira-chefe do Instituto de Pesquisa e Projeto de Navios Mercantes de Xangai, subsidiária da CSSC, o principal desafio é organizar o grande volume de dados acumulados pela indústria naval chinesa para treinar modelos de IA. Atualmente, a equipe desenvolve modelos de pequena escala capazes de interpretar códigos de projeto, analisar especificações técnicas e extrair informações de plantas de engenharia. A expectativa é integrar essas soluções a modelos mais avançados no futuro. Apesar dos avanços, Gu afirma que a IA ainda funciona como ferramenta de apoio. Os resultados gerados pelos sistemas continuam sendo revisados por engenheiros, e o projeto de navios ainda depende da validação humana. As declarações foram feitas durante a Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), realizada em Xangai, onde especialistas discutiram o uso da tecnologia na indústria marítima. China aposta na liderança em construção naval A China considera a inteligência artificial uma das ferramentas para aumentar a competitividade de sua indústria naval. Segundo o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, o país lidera há 16 anos os principais indicadores globais do setor: produção de navios, novas encomendas e carteira de pedidos. Dados da consultoria Clarksons Research mostram que, no primeiro semestre deste ano, estaleiros chineses responderam por 63,3% da produção mundial, 80,9% das novas encomendas e 73,3% da carteira global de pedidos. Fonte: China Daily

20 de julho de 2026
China2Brazil
A bilheteria do cinema chinês ultrapassou RMB 20 bilhões (cerca de US$2,8 bilhões), incluindo pré-vendas, até 19 de julho, segundo plataformas especializadas. O resultado foi impulsionado pelo período de férias de verão, que concentrou a estreia de novos filmes e aumentou o público nas salas de cinema. Até o momento, os filmes de maior arrecadação do ano são "Pegasus 3", "A Love Letter to Grandma" e "Blades of the Guardians". Entre os lançamentos recentes, a comédia "Kung Fu Soccer" já arrecadou mais de RMB 1,4 bilhão e entrou para o grupo das cinco maiores bilheterias de 2026. Além dela, a programação das férias inclui produções como a animação "Eight Immortals!" e o filme de ficção científica "The Decisive Moment". Para estimular o consumo, governos locais também lançaram incentivos. Em Wuxi, por exemplo, foram distribuídos mais de RMB 1 milhão em cupons para compra de ingressos, com descontos voltados a estudantes e famílias. Segundo os cinemas da cidade, a iniciativa elevou a presença desses públicos nas salas. O que impulsiona o mercado O desempenho da bilheteria reflete três movimentos observados na indústria cinematográfica chinesa. O primeiro é a diversificação da produção. O mercado reúne comédias, dramas, animações, suspense e ficção científica, ampliando a oferta para diferentes públicos. Outro destaque é o crescimento das animações baseadas na cultura tradicional chinesa. Nesta temporada de verão, mais de dez produções nacionais do gênero chegaram aos cinemas, entre elas "Eight Immortals!", inspirada na mitologia chinesa, e "Three Kingdoms: The Beginning", baseada no clássico literário Romance dos Três Reinos. Além disso, os cinemas chinese s vêm ampliando suas fontes de receita. Muitos complexos passaram a oferecer espaços temáticos, lojas de produtos licenciados, cafeterias e experiências imersivas, enquanto iniciativas que combinam cinema, turismo e patrimônio cultural ganham espaço no país. Segundo estimativas citadas pela CCTV, a cadeia produtiva da indústria cinematográfica chinesa movimentou mais de RMB 310 bilhões em 2026. Fonte: CCTV

20 de julho de 2026
China2Brazil
A China definiu a fibra óptica de núcleo oco como uma das principais tecnologias estratégicas para os próximos cinco anos. O material foi incluído como prioridade no Plano de Desenvolvimento do Setor Chinês de Cabos Ópticos e Dispositivos Optoeletrônicos, que orienta os investimentos da indústria durante o 15º Plano Quinquenal. A tecnologia substitui o núcleo sólido de sílica pelo ar para transmitir sinais ópticos. Com isso, reduz a latência e amplia a capacidade de transmissão de dados, características consideradas essenciais para aplicações de inteligência artificial, centros de dados e redes de computação de alto desempenho. Segundo Ge Dawei, pesquisador da Academia de Pesquisa da China Mobile, a fibra óptica convencional enfrenta limitações físicas que dificultam novos ganhos de desempenho. Já a fibra de núcleo oco permite que a luz percorra o ar, reduzindo o tempo de transmissão em cerca de um terço e aproximando a velocidade do limite teórico da luz. Testes e projetos comerciais avançam A China Mobile iniciou, em 2024, um projeto experimental com cerca de 18 quilômetros de fibra óptica de núcleo oco em Wuxi. Após quase dois anos de monitoramento, a empresa informou que o sistema manteve perdas ópticas estáveis e não apresentou degradação nas conexões com fibras convencionais. Ao mesmo tempo, fabricantes chinesas aceleram a comercialização da tecnologia. A YOFC (Yangtze Optical Fibre and Cable) afirma já ter implantado mais de dez projetos comerciais e pilotos na Ásia, Europa e Américas. Entre eles está uma ligação de 100 quilômetros entre Guangdong e Hong Kong, considerada a maior rota comercial do mundo com esse tipo de fibra. Já a Hengtong Optic-Electric iniciou testes da tecnologia em servidores equipados com GPUs NVIDIA H100 e informou que o produto já alcançou condições para produção em larga escala. Padronização ainda é desafio Apesar do avanço, a adoção em larga escala ainda depende da criação de padrões técnicos para garantir a interoperabilidade entre equipamentos e fabricantes. Entre os desafios estão reduzir perdas nas conexões entre fibras de diferentes empresas e definir padrões para transmissão de dados. Para acelerar esse processo, especialistas e empresas iniciaram em Suzhou a elaboração das normas técnicas para fibras ópticas de núcleo oco. A tecnologia é vista pela indústria chinesa como uma alternativa para ampliar a capacidade da infraestrutura que sustenta aplicações de inteligência artificial, em um momento de crescimento da demanda por processamento e transmissão de dados. Fonte: sina.com.cn