
24 de julho de 2026
China2Brazil
A Nansen, subsidiária brasileira do grupo chinês AUX , inaugurou nesta quarta-feira uma fábrica de transformadores em Betim (MG). A unidade terá capacidade para produzir até 144 mil transformadores por ano e deve gerar cerca de 300 empregos diretos, com foco no fornecimento de equipamentos para a modernização da rede elétrica e da transição energética no Brasil. Os transformadores produzidos na fábrica atendem equipamentos com potência entre 10 e 300 kVA, utilizados na distribuição de energia elétrica. Segundo a empresa, a unidade também deve produzir equipamentos para automação da rede de distribuição e soluções voltadas a projetos de energias renováveis. De acordo com Ciro Lima, diretor comercial da Nansen, fatores como a expansão dos data centers, o crescimento da eletrificação da economia, a instalação de novas indústrias e o maior consumo residencial de eletricidade aumentam a necessidade de novos equipamentos para ampliar a capacidade da rede. Segundo o executivo, a estratégia da empresa é adaptar ao mercado brasileiro tecnologias já utilizadas pela indústria chinesa no setor elétrico. Entre elas estão processos automatizados de fabricação, como secagem a vácuo por ondas terahertz, enchimento de óleo a vácuo e inspeção automatizada dos equipamentos durante os testes de qualidade. A fábrica também opera com sistemas digitais de gestão e monitoramento da produção. Durante a inauguração, a cônsul-geral da China no Rio de Janeiro, Tian Min, afirmou que Minas Gerais mantém uma cooperação econômica de longa data com a China, principal parceiro comercial do estado. Ela destacou que o investimento ocorre em um contexto de expansão da infraestrutura e de transição energética no Brasil. O subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Daniel Medrado, afirmou que novos investimentos chineses podem contribuir para ampliar a oferta de infraestrutura ligada à energia limpa no estado. A inauguração da unidade integra a estratégia internacional do Grupo AUX para o setor de energia. No Brasil, a Nansen atua nas áreas de medição inteligente de energia, equipamentos para distribuição elétrica, sistemas de iluminação pública inteligente e soluções para recarga de veículos elétricos. Fonte: Xinhua

23 de julho de 2026
China2Brazil
A China passou a conceder tarifa zero para produtos importados de 63 países, informou a Administração Geral da Alfândega da China (AGAC). A medida faz parte da estratégia do governo para ampliar a abertura comercial e diversificar seus parceiros econômicos entre 2026 e 2030. Entre as mudanças está a inclusão dos 53 países africanos com os quais Pequim mantém relações diplomáticas. Desde maio, esses mercados passaram a contar com isenção tarifária para suas exportações destinadas à China, o que reduz os custos de entrada dos produtos no mercado chinês. Segundo a chefe da AGAC, Sun Meijun, a alfândega chinesa também adotou medidas para facilitar o comércio. Entre elas estão a gestão aduaneira baseada em análise de risco, a integração dos procedimentos de acesso ao mercado e a criação de canais prioritários para produtos agrícolas e alimentos. Os primeiros resultados já aparecem nas estatísticas oficiais. No primeiro semestre de 2026, o comércio entre a China e os países africanos cresceu 19,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Para os próximos anos, a administração aduaneira informou que pretende ampliar a implementação de acordos comerciais e simplificar procedimentos relacionados à liberação de mercadorias, inspeção sanitária e regras de origem. A expectativa é reduzir barreiras ao comércio e facilitar a circulação de produtos entre a China e seus parceiros Fonte: Xinhua

23 de julho de 2026
China2Brazil
A chinesa Befar Group iniciou a produção industrial de ácido fluorídrico de pureza 6N (99,9999%), um insumo essencial para a fabricação de semicondutores de 28 nanômetros ou menores. O início da operação foi anunciado em 19 de julho pela subsidiária Dasheng Xincai, em Shandong. A produção reduz a dependência chinesa de fornecedores estrangeiros de um dos materiais considerados estratégicos para a indústria de chips. O ácido fluorídrico de alta pureza é utilizado nas etapas de gravação e limpeza das lâminas de silício durante a fabricação de semicondutores. A presença de impurezas metálicas, mesmo em concentrações muito baixas, pode comprometer o rendimento da produção dos chips. Até agora, grande parte da indústria chinesa produzia ácido fluorídrico no padrão 5N (99,999%), enquanto o material de pureza 6N permanecia concentrado em fabricantes estrangeiros. Segundo o jornal Dazhong Daily, empresas ocidentais respondem por cerca de 80% do mercado global desse produto, cujo preço supera 2 milhões de yuans por tonelada. De acordo com a Befar, o novo material apresenta concentração de íons metálicos inferior a uma parte por bilhão (1 ppb), nível equivalente ao informado pelos principais fabricantes internacionais. Segundo Liu Teng, gerente-geral da Divisão de Produtos Químicos Especiais da empresa, pequenas variações nesse índice podem reduzir significativamente a taxa de aproveitamento dos chips produzidos. Para alcançar esse padrão, a companhia informou ter desenvolvido tecnologias em quatro etapas da produção: destilação de alta precisão, seleção de equipamentos com baixa contaminação, controle da limpeza dos cilindros de armazenamento e sistemas capazes de detectar impurezas em níveis ultrabaixos. O objetivo é evitar contaminação durante a fabricação, o armazenamento e o transporte do produto. Além do desenvolvimento do material, a Befar concluiu uma linha de envase com capacidade anual de 50 toneladas. Em 16 de julho, a empresa recebeu a licença oficial para enchimento de cilindros emitida pelo Instituto de Inspeção de Equipamentos Especiais da Província de Shandong, passando a reunir todas as autorizações necessárias para produzir, envasar e comercializar o ácido fluorídrico de alta pureza. Com isso, a companhia concluiu a transição da produção em laboratório para a fabricação em escala industrial. Segundo a empresa, o produto já começou a ser apresentado comercialmente a fabricantes do setor de semicondutores. Fonte: news.qq.com

23 de julho de 2026
China2Brazil
A indústria naval da China registrou recordes históricos no primeiro semestre de 2026. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT), o país alcançou os maiores volumes já registrados de navios entregues, novos pedidos e carteira de encomendas, reforçando sua posição como principal construtor naval do mundo. O volume de navios entregues atingiu 36,5 milhões de toneladas de porte bruto (DWT), unidade usada para medir a capacidade de carga das embarcações. O resultado representa alta de 51,2% em relação ao mesmo período de 2025. A carteira de encomendas (indicador que mostra a demanda futura do setor) chegou a 363,25 milhões de DWT, um crescimento de 54,9%. Já os novos pedidos somaram 121,06 milhões de DWT, alta de 173,1% na comparação anual. O volume superou, em apenas seis meses, o recorde de encomendas registrado em um ano inteiro. Segundo Li Yanqing, vice-presidente da Associação da Indústria Naval da China, o aquecimento do mercado internacional observado no início do ano continuou ao longo do primeiro semestre, impulsionando a demanda por novas embarcações. Os dados também mostram que a China ampliou sua participação nos principais segmentos da construção naval. No período, o país respondeu por mais de 80% dos novos pedidos globais de graneleiros, porta-contêineres e petroleiros, três das categorias mais importantes para o transporte marítimo internacional. Outro destaque foi o avanço dos navios de baixo carbono. Essas embarcações utilizam tecnologias e combustíveis que reduzem as emissões de gases de efeito estufa e vêm ganhando espaço à medida que a indústria marítima busca cumprir metas ambientais . De acordo com Li Yanqing, a China mantém, há três anos, mais de 68% da participação mundial nos novos pedidos de embarcações ecológicas. No primeiro semestre de 2026, esse patamar foi preservado, indicando que o país continua direcionando sua indústria para segmentos de maior valor agregado, ao mesmo tempo em que amplia sua liderança na construção de navios com menor impacto ambiental . Fonte: CCTV

23 de julho de 2026
China2Brazil
China e Estados Unidos iniciaram consultas com empresas e entidades do setor produtivo para definir quais produtos serão incluídos em um acordo de redução recíproca de tarifas. Segundo o Ministério do Comércio da China (MOFCOM) , os dois países pretendem concluir essa etapa e implementar o acordo o mais rapidamente possível para ampliar o comércio bilateral. A informação foi divulgada nesta quarta-feira por Meng Huating, diretora-geral do Departamento de Administração de Investimentos Estrangeiros do MOFCOM, durante entrevista coletiva em Pequim. Segundo a autoridade, a China consulta empresas nacionais, associações empresariais, governos locais e câmaras de comércio que representam companhias norte-americanas no país. Nos Estados Unidos, o governo também abriu consulta pública sobre a proposta de redução tarifária e sobre a criação de um novo Conselho de Comércio. De acordo com Meng, as equipes econômicas e comerciais dos dois países mantêm negociações sobre a estrutura e o funcionamento deste conselho, além do mecanismo de redução recíproca de tarifas, estimado em US$30 bilhões para cada lado. O objetivo é definir quais produtos serão beneficiados antes da implementação do acordo. A proposta faz parte dos entendimentos alcançados durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China. Na ocasião, os dois governos anunciaram a criação de um Conselho de Comércio e de um Conselho de Investimentos para ampliar o diálogo econômico entre os países. Segundo o MOFCOM, os novos órgãos deverão funcionar como canais permanentes de negociação sobre comércio e investimentos. A expectativa é que eles facilitem o intercâmbio de políticas, tratem divergências de forma contínua e reduzam a necessidade de negociações concentradas em momentos de crise. Se implementado, o acordo poderá reduzir barreiras comerciais em um conjunto específico de produtos, cuja lista ainda está sendo negociada entre os dois governos. Fonte: China News

22 de julho de 2026
China2Brazil
O robô humanoide U1, desenvolvido pela empresa chinesa UBTech, recebeu mais de 13 mil pedidos de pré-venda, que somaram cerca de 2,2 bilhões de yuans, segundo a empresa. O lançamento colocou o mercado de robôs de companhia emocional no centro das discussões regulatórias na China, com autoridades e empresas debatendo regras para segurança de dados, proteção cibernética e interação entre humanos e inteligência artificial (IA). Segundo o jornal chinês 21st Century Business Herald, órgãos reguladores reuniram representantes do setor para discutir os desafios do mercado de robôs de companhia emocional, que utiliza grandes modelos de IA para oferecer conversas e interações personalizadas. Apesar do volume de encomendas, as ações da UBTech caíram após o lançamento do U1, refletindo as dúvidas de investidores sobre os desafios tecnológicos e regulatórios que cercam esse segmento. Os robôs de companhia emocional utilizam recursos como reconhecimento de voz, visão computacional e inteligência artificial para adaptar respostas aos usuários. Para isso, processam dados como voz, imagens e informações sobre preferências e comportamento, o que amplia as preocupações relacionadas à privacidade e à segurança digital. China estabelece regras para interação entre humanos e IA Em resposta ao avanço desse mercado, a China começou a implementar normas específicas para serviços de IA que simulam relações humanas. O Regulamento Provisório para a Gestão de Serviços de Interação Humanizada Baseados em Inteligência Artificial estabelece medidas como transparência sobre o uso da tecnologia, prevenção da dependência emocional e a possibilidade de o usuário interromper a interação a qualquer momento. As regras também proíbem que sistemas destinados a menores de idade simulem relações familiares, românticas ou outros vínculos íntimos virtuais. Além das exigências regulatórias, fabricantes ainda enfrentam desafios para aprimorar a memória de longo prazo, movimentos mais naturais, percepção tátil e qualidade da interação entre robôs e usuários. Fonte: news.qq.com

22 de julho de 2026
China2Brazil
A China inaugurou uma fábrica de produção em massa de satélites com capacidade para fabricar mais de 150 unidades por ano em Wuxi, na província de Jiangsu. A unidade utiliza inteligência artificial, robôs e sistemas de simulação para reduzir o tempo de montagem de satélites de meses para cerca de 20 a 25 dias. Operada pela Guoyu Starry Sky Technology, subsidiária da Beijing Minospace Technology, a fábrica recebeu investimento de 1 bilhão de yuans (cerca de US$ 147 milhões) e produz satélites com diferentes aplicações, como monitoramento da superfície terrestre, comunicação em órbita baixa e reforço de sistemas de navegação. Segundo Shi Changfu, vice-gerente-geral da empresa, o modelo de produção utiliza plataformas modulares que permitem adaptar diferentes equipamentos em uma mesma linha de montagem. Antes, o desenvolvimento de um satélite personalizado levava de três a seis meses. A fábrica conta com linhas automatizadas, braços robóticos e um sistema integrado baseado em inteligência artificial e tecnologia de gêmeo digital, que cria uma representação virtual do satélite para auxiliar no desenvolvimento e nos testes. Antes de serem enviados ao espaço, os equipamentos passam por testes que simulam condições de órbita, incluindo variações de temperatura, vibrações e interferências eletromagnéticas. Entre os produtos fabricados estão os satélites de radar de abertura sintética (SAR), capazes de monitorar alterações no solo com precisão de milímetros. Esses equipamentos são usados em áreas como prevenção de desastres, acompanhamento geológico e gestão urbana. Em 13 de junho, seis satélites da Constelação Huantian saíram da linha de produção da fábrica, sendo quatro modelos SAR e dois satélites ópticos. O lote deve ser lançado ao espaço nos próximos meses. A instalação faz parte do crescimento do setor aeroespacial comercial em Wuxi. Até o fim de 2025, a cidade reunia 325 empresas do segmento, incluindo companhias de foguetes, satélites, equipamentos terrestres e serviços de dados espaciais. A Guoyu Starry Sky pretende aumentar a eficiência da produção com novas tecnologias de automação. A meta da empresa é, no futuro, fabricar um satélite por dia. Fonte: gmw

22 de julho de 2026
China2Brazil
A fabricante chinesa de veículos elétricos de duas rodas Yadea inaugurou sua primeira loja conceito no estado do Rio de Janeiro, no bairro do Recreio dos Bandeirantes. A unidade reúne venda de motos elétricas, testes de pilotagem, assistência técnica e serviços de pós-venda, e faz parte do plano de expansão da marca no mercado brasileiro. Durante a inauguração, a empresa informou que assinou mais de 40 acordos de intenções comerciais para ampliar a rede de concessionárias no estado do Rio de Janeiro. A chegada da loja ocorre em meio ao avanço do segmento de mobilidade elétrica no Brasil. Segundo dados da Fenabrave divulgados pela Yadea , os emplacamentos de veículos elétricos de duas rodas cresceram 47,26% no primeiro trimestre de 2026. No Rio de Janeiro, novas regras para circulação de veículos de micromobilidade elétrica, como bicicletas elétricas e ciclomotores, também passaram a organizar o uso desses equipamentos. A unidade apresenta modelos como a motocicleta elétrica Keeness e as scooters GFX6, M6-H, Owin e GB60, voltadas principalmente para deslocamentos urbanos. Os clientes podem conhecer os veículos e realizar testes de pilotagem antes da compra. Segundo a Yadea, os modelos comercializados no Brasil contam com montagem e disponibilidade de peças no país. As motocicletas utilizam baterias de lítio removíveis, que podem ser carregadas em tomadas convencionais, e possuem garantia nacional de 24 meses para as baterias. Presente em mais de 100 países, a Yadea fabrica motocicletas, scooters e bicicletas elétricas, a empresa pretende abrir novas lojas, revendas autorizadas e oficinas credenciadas no Rio de Janeiro nos próximos três anos. A Yadea também avalia novos investimentos em produção no Brasil para ampliar sua capacidade de fabricação e distribuição.

22 de julho de 2026
China2Brazil
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que os Estados Unidos não devem restringir o uso de modelos de inteligência artificial (IA) de código aberto desenvolvidos na China. Em entrevista à Axios, o executivo disse que esses modelos podem ampliar o acesso à tecnologia e defendeu que o país não deve tratar a IA chinesa como uma ameaça apenas por sua origem. "Esses modelos chineses são excelentes e modelos de código aberto excelentes devem ser usados", afirmou Huang durante a entrevista realizada em Fort Worth, no Texas. A declaração ocorre em meio ao debate nos Estados Unidos sobre possíveis limitações ao uso de tecnologias chinesas de IA. Empresas americanas como OpenAI e Anthropic já demonstraram preocupação com o avanço de concorrentes chineses e questionaram o uso de técnicas como a destilação de modelos no desenvolvimento dessas ferramentas. Huang, no entanto, afirmou que modelos abertos não representam uma ameaça às empresas americanas. Segundo ele, o acesso livre permite que mais pessoas e empresas testem a tecnologia, o que pode ampliar o mercado de inteligência artificial e gerar maior demanda por equipamentos de computação. O executivo também criticou restrições baseadas em segurança nacional. Para ele, modelos abertos permitem que pesquisadores identifiquem falhas e aprimorem a segurança dos sistemas, enquanto regras devem punir práticas ilegais, como violações de privacidade ou contratos. O debate ganhou força após o lançamento do Kimi K3, modelo de IA de código aberto da startup chinesa Moonshot AI, que chamou a atenção pelo desempenho e pelo menor custo. Huang afirmou que o mercado interpretou de forma equivocada o impacto de modelos como Kimi K3 e DeepSeek, lançados em 2025. Segundo o CEO da Nvidia, modelos de IA mais acessíveis podem aumentar o uso da tecnologia e beneficiar empresas que fornecem infraestrutura para o setor. Fonte: It Home

22 de julho de 2026
China2Brazil
Cerca de 140 milhões de pessoas na China fizeram compras internacionais por meio de plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço no primeiro semestre de 2026, informou a Administração Geral das Alfândegas da China. No período, as exportações destinadas a armazéns no exterior, estruturas usadas por empresas para armazenar produtos próximos aos consumidores de outros países, cresceram 3,3 vezes. Os dados foram apresentados por Sun Meijun, diretor da Administração Geral das Alfândegas, durante uma coletiva de imprensa do Gabinete de Informação do Conselho de Estado realizada em 22 de julho. Segundo as estatísticas alfandegárias, o comércio eletrônico transfronteiriço da China movimentou 2,84 trilhões de yuans (cerca de US$396 bilhões) em importações e exportações em 2025, alta de 4,8% em relação ao ano anterior. As exportações realizadas por meio de compras em mercados internacionais ultrapassaram 800 bilhões de yuans. O avanço do comércio digital acompanha o crescimento do comércio exterior chinês no início do 15º Plano Quinquenal (2026-2030). No primeiro semestre deste ano, as importações e exportações da China aumentaram 16,9% na comparação anual. As exportações cresceram 13,4%, enquanto as importações subiram 22,1%. Atualmente, a China mantém relações comerciais com mais de 160 países e regiões. A oferta de produtos importados também se diversificou, com itens como leite da Oceania, café da África e salmão refrigerado da Europa chegando ao mercado consumidor chinês. China amplia uso de tecnologia nas alfândegas Além do crescimento do comércio eletrônico, a China planeja modernizar seus sistemas de fiscalização aduaneira. Segundo o Gabinete de Informação do Conselho de Estado, o país pretende equipar mais de 90% dos portos com equipamentos de inspeção inteligente até 2030. A estratégia prevê o uso de inteligência artificial, big data e equipamentos automatizados para agilizar a análise de mercadorias e reduzir etapas no processo de liberação de produtos. A expectativa é tornar o desembaraço aduaneiro mais rápido para empresas e consumidores. Fonte: It Home