
8 de julho de 2025
China2Brazil
Com o início da alta temporada de turismo no verão de 2025, destinos turísticos da China registram aumento no fluxo de visitantes. Em meio à concorrência entre regiões e plataformas, a combinação entre cultura, turismo e tecnologia tem se consolidado como estratégia para ampliar a atratividade do setor. Zhuhai lançou recentemente um modelo inteligente voltado ao turismo cultural. O sistema atua como guia turístico digital 24 horas, oferecendo roteiros personalizados para o verão, sugestões de atividades e recomendações de eventos conforme os interesses dos visitantes. A aplicação de tecnologias imersivas vem ganhando espaço em diferentes regiões do país. Em Dunhuang, por exemplo, turistas podem visitar virtualmente as Grutas de Mogao por meio de óculos de realidade virtual (VR). Já na Cidade Proibida, em Pequim, é possível explorar os detalhes do teto do Palácio Yangxin com visualização em 360 graus por meio de dispositivos móveis. Segundo Yuan Shuai, vice-secretário-geral da Aliança da Indústria de Internet das Coisas de Zhongguancun, tecnologias como inteligência artificial (IA), realidade virtual e gêmeos digitais já operam em áreas como guias turísticos e marketing direcionado. O modelo adotado em Zhuhai ilustra como a digitalização avança sobre os serviços culturais e turísticos. Em Pequim, o Templo do Céu passou a oferecer óculos de realidade aumentada (AR) para visitas imersivas. O equipamento funciona como guia interativo e recria o ritual de adoração ao Céu da antiguidade chinesa. De acordo com Xue Yafei, executivo da VITURE (BEIJING XINGER WUJIANG TECHNOLOGY), responsável pela tecnologia, a empresa firmou parcerias com museus e pontos turísticos para reconstruir ambientes históricos por meio de AR. Para Qiao Guanghui, professor da Faculdade de Turismo e Planejamento Urbano e Rural da Universidade de Comércio e Indústria de Zhejiang, a adoção de IA representa uma oportunidade estratégica para empresas do setor. Além de ampliar a competitividade, essas tecnologias elevam o padrão das experiências oferecidas aos turistas. Com o avanço da inteligência artificial e de soluções digitais, o turismo cultural na China se reposiciona em direção a novos formatos de consumo e modelos de negócio. Fonte: proapi.jingjiribao.cn

8 de julho de 2025
China2Brazil
Pequim abriu, nesta segunda-feira (8), a 12ª edição da Conferência Mundial de Ferrovias de Alta Velocidade. O evento, sediado no Centro Nacional de Convenções da China, reúne mais de 2 mil participantes de mais de 60 países, regiões e organizações internacionais, incluindo autoridades, diplomatas, executivos e especialistas. A programação se estende por quatro dias. Com o tema "Ferrovia de Alta Velocidade: Desenvolvimento Inovador para uma Vida Melhor", a conferência promove debates sobre inovação, desafios e cooperação internacional no setor ferroviário. O encontro também serve de vitrine para os avanços tecnológicos da indústria, com foco na integração global. Organizada pela União Internacional dos Caminhos de Ferro (UIC), a conferência ocorre a cada dois ou três anos desde 1992 e se consolidou como uma das mais relevantes do setor. A edição deste ano marca os 200 anos das ferrovias no mundo e reforça o papel da China como protagonista global em tecnologia ferroviária. Paralelamente, ocorre a 17ª Exposição Internacional de Equipamentos Ferroviários Modernos da China, com 521 empresas de 14 países e regiões. A mostra ocupa quase 40 mil m² em dois locais, o Centro Nacional de Convenções e o Centro Nacional de Testes Ferroviários, e apresenta inovações da cadeia produtiva ferroviária, como trens, engenharia, comunicação, sinalização, transporte e soluções inteligentes. Pela primeira vez, a exposição inclui uma área temática dedicada à Inteligência Artificial, com foco em digitalização e automação. Entre os destaques estão sistemas de condução autônoma, plataformas de gerenciamento inteligente e soluções preditivas baseadas em IA para manutenção. Além das exposições técnicas, o evento oferece atividades culturais e educacionais, como mostras de fotografia, vídeos, produtos criativos, desenhos infantis, palestras científicas, encontros com entusiastas e visitas técnicas. A China mantém hoje a maior rede de trens de alta velocidade do mundo, com 48 mil quilômetros em operação, mais de 70% da extensão global, cobrindo 97% das cidades com mais de 500 mil habitantes. O país desenvolveu um sistema completo que abrange construção, fabricação, operação e gestão. A série de trens Fuxing representa esse avanço tecnológico. O sistema chinês opera até 10 mil trens-bala por dia, com capacidade para transportar 16 milhões de passageiros diariamente. Desde a implantação da rede, o número acumulado de passageiros ultrapassa 22,9 bilhões. Fonte: IT Home

8 de julho de 2025
China2Brazil
A China ampliou recentemente sua agenda de alto nível com países da União Europeia, incluindo Alemanha e França. O movimento ocorre no ano em que se comemoram os 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre China e UE. Pequim tem defendido o fortalecimento da comunicação estratégica e o aprofundamento da cooperação bilateral como resposta ao atual cenário internacional. A primeira rodada do diálogo estratégico de alto nível entre China e União Europeia, após a renovação da Comissão Europeia, abordou temas bilaterais e questões internacionais. A China declarou intenção de trabalhar com a UE para garantir resultados concretos na próxima cúpula de líderes. Bruxelas também manifestou disposição para preparar o encontro com foco no aumento do entendimento mútuo. No mesmo período, a China realizou o diálogo sino-alemão sobre diplomacia e segurança. As discussões abrangeram temas diversos e ampliaram o consenso entre as partes. Já no encontro com a França, os ministros das Relações Exteriores lideraram a 7ª edição do Mecanismo de Intercâmbio Cultural de Alto Nível, onde discutiram a relação bilateral e definiram novos entendimentos. Apesar das diferenças, China e Europa não possuem conflitos de interesse fundamentais. A relação tem se mantido estável ao longo das décadas por meio do respeito mútuo e da superação de divergências. Segundo autoridades chinesas, aprofundar essa parceria atende aos interesses das duas regiões e contribui para a estabilidade global. Nos últimos 50 anos, o comércio entre China e UE cresceu de US$2,4 bilhões para US$780 bilhões. Os investimentos somam atualmente US$260 bilhões. Mais de 110 mil trens da linha China-Europa já transportaram mercadorias no valor de US$450 bilhões, consolidando uma rota logística entre Ásia e Europa. A agenda econômica bilateral ganhou impulso com eventos recentes, como a 16ª Cúpula de Empresários China-Europa, o Fórum Empresarial China-Europa 2025, o 5º Fórum de Comércio Eletrônico Transfronteiriço China-Europa (França) e a 2ª Conferência de Melhores Práticas ESG de Empresas China-Europa. Esses fóruns revelaram novas oportunidades de negócios e expansão da cooperação. Pequim e Bruxelas também convergem na defesa do multilateralismo. Diante da pressão do unilateralismo e de políticas protecionistas, ambos os lados têm afirmado a necessidade de preservar o sistema de regras internacionais, promover o livre comércio e manter a estabilidade global. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, participou recentemente da primeira reunião anual com o Banco Central da China. Em sua fala, reforçou que China e Europa compartilham interesses interdependentes e responsabilidades comuns na preservação da estabilidade financeira e do comércio internacional. “Guerras tarifárias e comerciais são prejudiciais para todos. A única escolha correta é insistir no multilateralismo e aprofundar a cooperação aberta”, disse. A China considera a próxima cúpula de líderes uma oportunidade para renovar o compromisso com uma relação mais previsível, estável e estratégica. Para Pequim, manter o diálogo com a Europa contribui para evitar a formação de blocos rivais e fortalece a multipolaridade nas relações internacionais. Fonte: news.china.com.cn

8 de julho de 2025
China2Brazil
Em 5 de julho, o primeiro-ministro do Conselho de Estado da China, Li Qiang, reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio de Janeiro para reforçar a cooperação entre os dois países. Durante o encontro, Li Qiang transmitiu uma mensagem do presidente Xi Jinping a Lula e afirmou que as relações bilaterais atravessam um período de fortalecimento. Segundo ele, China e Brasil têm ampliado a parceria estratégica com base em compromissos firmados durante a visita de Lula a Pequim em maio. O governo chinês afirmou que pretende aprofundar a colaboração com o Brasil em diversas frentes, com foco em resultados concretos que beneficiem as populações dos dois países. Li propôs expandir a cooperação nos setores de comércio, finanças e infraestrutura, além de incentivar novas frentes em áreas como economia digital, inovação, tecnologia, economia verde e setor aeroespacial. Ele também destacou a importância da parceria no contexto da Iniciativa Cinturão e Rota. Para 2026, o governo chinês sugeriu a realização de eventos conjuntos no âmbito do “Ano da Cultura China-Brasil” e defendeu ações voltadas para intercâmbio educacional, programas de juventude e saúde pública. Na esfera internacional, Li Qiang afirmou que China e Brasil devem reforçar a articulação em fóruns multilaterais como ONU, BRICS e G20. Segundo ele, os dois países têm papel relevante na promoção de uma ordem multipolar mais equilibrada e de uma globalização mais inclusiva. Li declarou apoio à realização da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP) em Belém, marcada para 2025. Lula, por sua vez, solicitou que Li Qiang transmitisse saudações a Xi Jinping e reiterou o interesse do Brasil em aprofundar a cooperação bilateral. O presidente brasileiro citou áreas prioritárias como economia, ciência, tecnologia, finanças e setor aeroespacial, além do enfrentamento às mudanças climáticas. Lula também elogiou a 4ª Reunião Ministerial do Fórum China-CELAC e defendeu a intensificação do diálogo multilateral com a China. Após a reunião, autoridades dos dois países assinaram acordos de cooperação nas áreas de finanças, inteligência artificial, estratégias de desenvolvimento e setor aeroespacial. Li Qiang desembarcou no Rio de Janeiro na tarde do dia 5, em voo fretado. Ele foi recebido por representantes do governo brasileiro e pelo embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao. Fonte: cpc.people.com.cn

8 de julho de 2025
China2Brazil
No início de julho, o Taobao Flash Sales anunciou um plano de subsídios de 50 bilhões de yuans em 12 meses para consumidores e comerciantes. A JD.com seguiu o movimento, com um plano de 10 bilhões de yuans voltado para o setor de entrega de alimentos. A expectativa do mercado é que a nova rodada de subsídios alcance centenas de bilhões de yuans. A disputa entre Alibaba, JD.com e Meituan mira o tráfego de consumo em massa. As plataformas ajustaram estruturas internas e redesenharam estratégias. A Alibaba incorporou as unidades Ele.me e Fliggy ao seu grupo de e-commerce. No mesmo dia, a Meituan ampliou o alcance do Meituan Flash Purchase e do supermercado Xiaoxiang, encerrando operações em áreas de baixa rentabilidade. Já a JD.com anunciou taxa zero de comissão para hotéis e serviços de viagem, entrando na disputa pelo mercado local. Plataformas ampliam escopo para roupa, comida, moradia e transporte Com a sobreposição de serviços de entrega de comida, e-commerce e turismo, os três grupos tentam construir plataformas integradas. O Alibaba aposta na integração logística e de sistemas da Ele.me e Fliggy com o Taobao e Tmall. Dois meses após o lançamento, o Taobao Flash Sales já registrava 60 milhões de pedidos diários. O canal "Compra Relâmpago do Taobao" se tornou destaque na página inicial, incorporando a base logística do Ele.me e a rede de comerciantes do Taobao. A Meituan, já consolidada em entregas de comida, reforçou a atuação no varejo instantâneo com os canais Elephant Supermarket, Flash Purchase e Best Selection. Reduziu o escopo do Meituan Youxuan para concentrar recursos nos segmentos de maior retorno. Os funcionários do Youxuan migraram para novas frentes, como o supermercado Xiaoxiang ou operações internacionais. Por sua vez, a JD.com aposta em ofertas combinadas de alimentação, hotéis e voos. Na seção "Vida de Qualidade", a plataforma apresenta as opções de delivery e turismo. Em 90 dias, o serviço de entrega de comida da JD.com atingiu média de 25 milhões de pedidos diários. Meituan lidera varejo instantâneo; Alibaba e JD.com aceleram expansão A Meituan mantém liderança no segmento, com mais de 90 milhões de pedidos diários desde junho e um pico de 120 milhões em 5 de julho. A empresa combina centros de distribuição próprios com depósitos parceiros, com destaque para a atuação do Supermercado Little Elephant, que concentra 35% a 40% do portfólio em alimentos frescos. As marcas próprias já representam 15% do total. A JD.com diversifica a atuação e entra no mercado de viagens com foco em hotéis de alto padrão. A empresa aposta na sobreposição de seu público com o perfil de clientes desses estabelecimentos. Em carta aberta, a JD.com destacou a vantagem logística e a continuidade de sua cadeia de suprimentos como diferencial para conquistar hotéis independentes. Segundo o franqueado Zhang Yang, esse segmento exige fornecimento de mobiliário, equipamentos, lavanderia e alimentos. A JD.com tenta se posicionar como alternativa viável para hotéis de pequeno porte, que enfrentam dificuldade de negociação com fornecedores de grande porte. Plataformas reforçam marketing e integração de serviços As três empresas ampliaram a exposição de suas marcas em mídia offline. Segundo um agente da Focus Media, campanhas de JD.com e Taobao Flash Sales priorizam espaços em elevadores com o modelo "airdrop". A Meituan reduziu o investimento em publicidade externa, concentrando esforços em cupons e benefícios dentro do aplicativo. Durante o campeonato escocês de futebol, as plataformas também investiram em patrocínio. Taobao e JD.com focaram no delivery; a Meituan, nas compras coletivas. Entregas de alta frequência impulsionam consumo de longo prazo As empresas usam entregas rápidas para captar e reter usuários, promovendo posteriormente serviços de maior valor. Segundo o CEO de e-commerce do Alibaba, Jiang Fan, o varejo instantâneo ainda tem uma base de 500 a 600 milhões de usuários, com potencial de atingir 1 bilhão. A meta é converter usuários de comércio eletrônico tradicional em consumidores de entregas rápidas. A Meituan busca aumentar o ticket médio e diversificar a cesta de produtos. No festival de e-commerce 618 , todas as plataformas priorizaram o crescimento do varejo. O Taobao Flash Sales reportou alta de 179% nos pedidos em comparação com o ano anterior. A JD.com informou que 40% dos usuários de delivery também compram no e-commerce. A Meituan Flash Purchase registrou aumento de 70 vezes no volume de bebidas alcoólicas e dobrou vendas de eletrodomésticos 3C em relação ao ano anterior. Assinaturas e integração entre verticais ampliam retenção A Alibaba oferece o 88VIP; a JD.com, o JD Plus; e a Meituan criou o pacote "Associação Diamante Negro", que inclui benefícios em delivery, viagens e aluguel de carregadores. Essas estratégias reforçam a fidelização e aumentam a frequência de uso dos aplicativos. Além do marketing e subsídios, as plataformas priorizam integração interna. A JD.com combina reservas de hotéis com cupons de entrega. No Taobao, usuários recebem moedas virtuais que geram descontos em produtos. A Ele.me, agora sob o comando do e-commerce da Alibaba, ampliará a cobertura em cidades secundárias com novas equipes de operação. Segundo Shi Haoyi, especialista do setor, essa integração visa elevar o número de pedidos diários, como o salto de 40 para 60 milhões registrados pelo Taobao Flash Sales. Concorrência por um mercado de trilhões de yuans A penetração do varejo instantâneo ainda gira entre 5% e 6%. Com a expansão, a expectativa é que atinja 10% até 2030, movimentando 2 trilhões de yuans. A Meituan detém cerca de 40% do mercado atualmente. A disputa por esse mercado mobiliza Alibaba , JD.com e Meituan, mas analistas já preveem a entrada de novos concorrentes. O desafio agora vai além de subsídios e envolve a capacidade de atender usuários com eficiência em todas as frentes, da entrega ao turismo, do e-commerce ao abastecimento de pequenos negócios. Fonte: 36kr

8 de julho de 2025
China2Brazil
A China se manifestou oficialmente sobre a declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prometeu impor uma tarifa adicional de 10% aos países do BRICS que, segundo ele, adotarem “políticas antiamericanas”. A resposta foi dada em 7 de julho, durante coletiva de imprensa conduzida pela porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, em Pequim. Ao ser questionada por um repórter da agência Reuters, Mao afirmou que a China considera o Brics uma força positiva no cenário internacional. Ela destacou que a cooperação entre os países do grupo é aberta, inclusiva e não tem como alvo nenhum país específico. “Acreditamos que o BRICS promove o desenvolvimento global e a reforma da governança internacional com base na igualdade e no benefício mútuo”, afirmou a porta-voz. Segundo ela, esse modelo de cooperação reflete os interesses comuns dos países emergentes e em desenvolvimento. Sobre a possível adoção de tarifas adicionais por parte dos Estados Unidos, Mao foi enfática ao dizer que a China se opõe ao uso de tarifas como instrumento de coerção. “Sempre fomos contra guerras tarifárias e comerciais. A imposição arbitrária de tarifas não atende aos interesses de nenhuma das partes”, afirmou. A porta-voz não comentou se houve consultas diretas entre Pequim e Washington sobre o assunto, nem detalhou eventuais impactos de uma nova medida tarifária contra a China . Atualmente o BRICS é formado por 11 países-membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Também participam os países-parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão. Fonte: The Paper

4 de julho de 2025
China2Brazil
O IEST Group, empresa de consultoria especializada em facilitar e otimizar os processos de negócios internacionais no Brasil, e o escritório Brusasco e Corinti Sociedade de Advogados, assinaram um acordo de representação com o escritório chinês de advogacia Jingsh Law Firm. Entre os pontos principais do acordo estão a criação conjunta de um escritório colaborativo em São Paulo, um escritório do IEST Group na Grande Baía de Guangdong-Hong Kong-Macau e em Pequim. Haverá ainda cooperação nas áreas de registro empresarial, planejamento fiscal, auditoria e serviços jurídicos. Segundo Tian Bin, fundador e sócio do IEST Group , com a parceria, a consultoria vai oferecer um respaldo sólido, tanto na China como no Brasil, para que empresas possam evitar riscos, aproveitar oportunidades e expandir com segurança no mercado brasileiro e chinês. "Com essa parceria, nós conseguiremos estender os serviços para empresas que querem entrar no Brasil para toda a China, e dar apoio para empresas brasileiras que têm interesse no mercado chinês", disse. [caption id="attachment_24676" align="alignnone" width="1878"] Fonte da imagem: China2Brazil[/caption] Fundado em 2012, o IEST Group vem se destacando como uma das principais empresas especializadas em facilitar os processos de negócios internacionais no Brasil. Com foco na internacionalização de empresas chinesas, o grupo oferece soluções empresariais completas, desde Recursos Humanos, contabilidade, terceirização de processos de negócios (BPO), serviços paralegais, preços de transferência, pesquisa de mercado, serviços de importação e exportação, e soluções digitais, como e-commerce e marketing. O escritório de advocacia Jingsh Law Firm, tem sede em Pequim, na China, e atualmente conta com mais de oito mil advogados em atividade, especializados em 21 áreas do Direito. O escritório possui mais de 50 filiais em toda a China, e mais de 20 ao redor do mundo. Segundo Liu Rentang, sócio e diretor do Jingsh Law Firm, a cooperação com o IEST Group é estratégica para os serviços do escritório Jingshi voltados à internacionalização de empresas chinesas e, além de oferecer assessoria jurídica, a parceria permitirá apoio completo também em auditoria fiscal, recursos humanos e outros serviços essenciais. "A experiência técnica do IEST Group permitirá resolver de forma ágil problemas complexos enfrentados por empresas chinesas no Brasil, especialmente questões legais, o que forma a base e o ponto-chave desta cooperação profunda entre as duas organizações", disse. [caption id="attachment_24675" align="alignnone" width="1878"] Fonte da imagem: China2Brazil[/caption] Após a instalação do escritório colaborativo em São Paulo, o escritório Jingshi planeja abrir outras unidades conforme a demanda de clientes chineses e o planejamento estratégico do IEST Group. "O objetivo é ampliar continuamente as áreas de atuação e atender melhor empresas chinesas, a comunidade chinesa no exterior e também empresas e indivíduos locais", afirmou Liu Rentang. Crédito: Redação China2Brazil

4 de julho de 2025
China2Brazil
O Ministério do Comércio da China confirmou que Pequim e Washington iniciaram a aplicação dos termos do chamado “Marco de Londres”, resultado das recentes negociações econômicas e comerciais entre os dois países. O acordo detalha os compromissos assumidos com base na conversa telefônica entre os presidentes Xi Jinping e Donald Trump , em 5 de junho, e nas reuniões técnicas realizadas em Genebra. Segundo o ministério, a China começou a aprovar, com base na legislação vigente, os pedidos de licença de exportação para produtos controlados que atendam aos critérios legais. Em contrapartida, os Estados Unidos iniciaram o cancelamento de uma série de restrições anteriormente impostas às exportações destinadas ao mercado chinês. Algumas empresas americanas já teriam recebido autorização para retomar o envio de produtos como softwares de automação de design eletrônico (EDA), etano e motores de avião. As autoridades chinesas classificaram o Marco de Londres como resultado de intensas negociações, indicando que a implementação dos compromissos está em andamento por ambas as partes. O governo chinês também reiterou que o diálogo e a cooperação são os únicos caminhos viáveis nas relações bilaterais e cobrou dos EUA a correção de medidas unilaterais adotadas nos últimos anos. O Ministério do Comércio reforçou a expectativa de que os Estados Unidos adotem ações concretas para garantir a aplicação efetiva do acordo firmado entre os chefes de Estado, com o objetivo de estabilizar e fortalecer a relação econômica e comercial entre os dois países. Fonte: stdaily.com

4 de julho de 2025
China2Brazil
A AITO, marca de veículos inteligentes da Harmony Intelligent Mobility, anunciou em 4 de julho que superou a marca de 700 mil unidades entregues em 40 meses. A empresa estabeleceu um novo recorde de velocidade de entregas entre as marcas chinesas de veículos de luxo com propulsão nova ( NEV ). Os modelos AITO M8 e M9 lideram as vendas em suas respectivas faixas de preço. O AITO M8 é o mais vendido entre os veículos acima de 400 mil yuans, enquanto o M9 ocupa a liderança entre os modelos acima de 500 mil yuans. Segundo o portal IT Home, em 16 de abril, Yu Chengdong (também conhecido como Richard Yu), diretor executivo da Huawei, informou que os modelos da linha Harmony Intelligent Mobility haviam superado 700 mil unidades entregues. Além disso, a marca ocupou o primeiro lugar por dez meses consecutivos em preço médio de transações entre as montadoras chinesas. No dia 1º de julho, a Harmony Intelligent Mobility informou que ultrapassou 800 mil veículos entregues em 39 meses, estabelecendo um novo marco entre as fabricantes emergentes em velocidade de entrega. Em junho de 2025, a empresa registrou 52.747 veículos entregues, com média diária de 3.651 unidades. O volume representa os maiores patamares mensais e diários da marca até o momento. Com esses números, a Harmony tornou-se a fabricante líder em vendas mensais entre as novas montadoras da China. A linha AITO respondeu por 44.685 das unidades entregues no mês. Entre os destaques: O modelo AITO M9 2025 somou 13.718 unidades em junho, ultrapassando a marca de 200 mil veículos entregues. O modelo mantém a liderança na faixa acima de 500 mil yuans; O AITO M8 teve mais de 21.185 unidades vendidas no mês e segue como o mais vendido entre os veículos com preço acima de 400 mil yuans. Fonte: ithome.com

4 de julho de 2025
China2Brazil
Entre janeiro e maio de 2025, o governo chinês concedeu RMB 636,1 bilhões em reduções, isenções e reembolsos de impostos voltados ao apoio à inovação tecnológica e à indústria manufatureira. Os dados foram divulgados pela Administração Tributária Estatal da China em 4 de julho. Desse total, RMB 140,7 bilhões correspondem à redução do imposto de renda para empresas de alta tecnologia, beneficiadas pela alíquota preferencial de 15% e por políticas de estímulo a setores emergentes. Outros RMB 415,8 bilhões vieram de medidas de apoio à manufatura avançada, como o crédito adicional de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), além de isenções e reembolsos específicos para esse segmento. Desde o início do ano, as autoridades tributárias têm aplicado as diretrizes de redução estrutural de tributos com foco em alcançar as empresas de forma rápida e eficaz. A arrecadação de faturas de IVA indica que, no mesmo período, a receita de vendas da indústria de alta tecnologia subiu 14,2% em relação ao ano anterior, resultado acima da média nacional. O núcleo da economia digital avançou 10%, enquanto os investimentos empresariais em tecnologias digitais cresceram 9,7%, o que reforça a integração entre a economia digital e a economia real. No setor manufatureiro, a receita de vendas aumentou 4,2% na comparação anual. Os maiores crescimentos ocorreram nas áreas de manufatura de equipamentos (9%), produtos digitais (12,1%) e alta tecnologia (12,1%). Os segmentos de computadores e dispositivos inteligentes apresentaram altas de 21,6% e 19,4%, respectivamente. Fonte: news.cn