
22 de agosto de 2025
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No dia 21 de agosto, a China Petroleum & Chemical Corporation (Sinopec) anunciou que a reserva de gás de xisto descoberta na Estação de Petróleo de Jianghan, no campo de Hongxing, alcançou 165,025 bilhões de metros cúbicos. O volume foi oficialmente aprovado pelo Ministério de Recursos Naturais da China. A descoberta consolida a região de Hongxing como um novo polo estratégico de gás de xisto e amplia as reservas energéticas do país. O campo de Hongxing está localizado entre Hubei e Chongqing, com estruturas de exploração a profundidades entre 3.300 e 5.500 metros na camada Permiana. A geologia da área apresenta forte deformação, o que torna a extração mais complexa. Para superar os desafios, a Jianghan Oilfield, subsidiária da Sinopec, adotou novas técnicas de perfuração, fraturamento e seleção de áreas de alta acumulação, conhecidas como “cinturões duais doces”. Essas medidas abriram espaço para reservas superiores a 100 bilhões de metros cúbicos em camadas profundas. Com os avanços, a produção diária de um único poço passou de 89 mil metros cúbicos para 323,5 mil metros cúbicos. A equipe de pesquisa também desenvolveu tecnologias de perfuração segura em poços horizontais e métodos de fraturamento de alta complexidade. Segundo a Sinopec, o próximo passo será ampliar a exploração na formação Wujiaping e construir novas plataformas de produção em grande escala na camada Permiana. A companhia pretende intensificar a integração entre geologia, engenharia e pesquisa para expandir o armazenamento estratégico de gás de xisto. A China depende de importações para atender parte de sua demanda de petróleo e gás. Nesse contexto, o desenvolvimento de reservas nacionais de xisto é considerado estratégico para a segurança energética. Desde a descoberta do campo de Fuling, em 2012, a Sinopec lidera o setor no país. A empresa já opera cinco campos de grande porte , Fuling, Weirong, Qijiang, Yongchuan e Hongxing, todos com reservas acima de 100 bilhões de metros cúbicos. Fonte: news.gmw.cn

21 de agosto de 2025
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Em 20 de agosto, as ações da Pop Mart International Group Limited fecharam em HK$ 316, elevando o valor de mercado da empresa para HK$ 424,37 bilhões. Durante o pregão, período de negociações na bolsa de valores, as ações chegaram a superar HK$ 300. Segundo balanço da companhia, a receita no período alcançou RMB 13,88 bilhões, alta anual de 204,4%. O lucro líquido ajustado somou RMB 4,71 bilhões, crescimento de 362,8% em relação ao mesmo período de 2024. Ambos os indicadores já superam os números registrados em todo o ano passado. Pela primeira vez, a Pop Mart apresentou resultados detalhados por região: China, Ásia-Pacífico (exceto China), Américas, Europa e outros mercados. Todos mostraram expansão, com destaque para as Américas, que cresceram mais de dez vezes. Durante a coletiva de resultados, a diretoria afirmou que as prioridades da empresa incluem o desenvolvimento equilibrado dos IPs, a aceleração dos mercados internacionais e investimentos na cadeia produtiva. O presidente e CEO, Wang Ning, projetou receita anual mínima de RMB 30 bilhões até o final de 2025. LABUBU impulsiona vendas, mas diretoria afasta risco de dependência O personagem LABUBU, do universo THE MONSTERS , tornou-se fenômeno no segundo trimestre e levou a Pop Mart aos trending topics. Apesar da expectativa de dependência excessiva, a companhia informou que o IP THE MONSTERS gerou RMB 4,81 bilhões no semestre, o equivalente a menos de 35% da receita total. Outras franquias também cresceram: MOLLY avançou 73,5% na comparação anual; SKULLPANDA, CRYBABY e DIMOO mais que dobraram as vendas; Hirono quase triplicou o faturamento; e o recém-lançado Twinkle Twinkle destacou-se entre os novos produtos. [caption id="attachment_25191" align="alignnone" width="1575"] Fonte da imagem: Xinhua[/caption] Cinco IPs superaram RMB 1 bilhão em vendas, enquanto 13 ultrapassaram RMB 100 milhões. Wang Ning afirmou que a estratégia é diversificar os universos criativos.“A participação do LABUBU nas vendas está em um nível saudável. Nosso foco é ampliar a plataforma de IPs e garantir crescimento equilibrado entre os personagens.” O pesquisador Yang Huaiyu, da Shanghai Xiazhi Consulting, avaliou que o LABUBU já se consolidou como um super IP global, com grande potencial comercial a explorar. Apesar do crescimento, a empresa evitou expansão acelerada no varejo físico. No semestre, o número de lojas na China permaneceu estável, e a previsão para 2025 é de menos de dez novas unidades no país. Estratégia internacional amplia presença em mercados emergentes A Pop Mart informou que a expansão internacional deve avançar em ritmo superior ao doméstico. Atualmente, a companhia opera 140 lojas fora da China e espera superar 200 até o fim de 2025. Os próximos focos serão Oriente Médio, Sul da Ásia, América Latina e Rússia. A empresa também investe em lojas icônicas em capitais como Paris, Sydney, Milão e Nova Iorque. A primeira unidade no Oriente Médio será aberta no aeroporto de Doha, no Catar. O co-CEO Wen Deyi afirmou que o crescimento global busca ampliar o alcance da marca em diferentes perfis de consumo. Já o COO Si De destacou o potencial dos Estados Unidos. “O país reúne consumidores com alto poder aquisitivo, varejo desenvolvido e forte demanda por design de IPs”, disse. Na produção, a empresa aumentou a capacidade mensal para o equivalente a um ano inteiro de fabricação em períodos anteriores. Segundo Yuan Junjie, presidente do Centro de Cadeia de Suprimentos, a linha de pelúcias alcançou mais de 30 milhões de unidades em agosto após crescimento de dez vezes na capacidade. A companhia também investe em novos materiais e processos industriais. Para Zhang Yi, CEO da iiMedia Research, a expansão internacional da Pop Mart confirma o potencial de marcas chinesas no mercado global. Segundo ele, a presença no exterior tende a fortalecer a base doméstica e a impulsionar o setor de colecionáveis e designer toys na China. Fonte: finance.sina.com.cn

21 de agosto de 2025
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A Administração Geral das Alfândegas da China informou em 20 de agosto que, entre janeiro e julho de 2024, o comércio do país com os membros da Organização para Cooperação de Xangai (OCX) somou RMB 2,11 trilhões, alta de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado representa o maior volume já registrado para o intervalo. Em julho, o comércio bilateral alcançou RMB 326,05 bilhões, crescimento de 8,5% sobre igual mês de 2023. As exportações chinesas chegaram a RMB 219,04 bilhões (+6,8%), enquanto as importações totalizaram RMB 107,01 bilhões (+12,3%). Desde a criação da OCX em 2001, o comércio regional ampliou-se de forma contínua. Em 2024, o volume comercial da China com os países do bloco atingiu RMB 3,65 trilhões, 36,3 vezes mais que no primeiro ano da organização. O setor agrícola tem impulsionado esse avanço. Nos primeiros sete meses de 2024, as exportações chinesas de máquinas agrícolas e formulações de pesticidas para países da OCX cresceram 47,8% e 30,3%, respectivamente. Do lado das importações, a China aumentou em 6,2% as compras de produtos agrícolas da região, com destaque para peixes congelados (+20,4%), óleo de colza e de mostarda (+33,6%), frutas e nozes frescas ou secas (+44%) e arroz (+412,1%). A conectividade logística também tem ganhado espaço nas relações comerciais. Entre janeiro e julho, o comércio via transporte terrestre e aéreo entre a China e os demais países da OCX somou RMB 677,4 bilhões e RMB 251,01 bilhões, com altas de 7,4% e 44,6%, respectivamente. O crescimento se deve, sobretudo, à expansão dos trens de carga China-Europa , ao sistema rodoviário internacional TIR e ao transporte aéreo. O Índice de Comércio da China com os países da OCX, elaborado pela Administração Geral das Alfândegas, avançou de 100 pontos em 2017 para 159,8 pontos em julho de 2024. Os subíndices de volume total de comércio, estrutura comercial, dinamismo empresarial e participação empresarial registraram 247,8, 222,2, 255,1 e 179,3 pontos, indicando aumento no volume, diversificação e maior participação de empresas nas trocas regionais. Fonte: news.gmw.cn

21 de agosto de 2025
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No dia 18 de agosto, a SAIC-GM anunciou que o Buick Zhi Jing L7 será o primeiro sedã inteligente de nova energia a utilizar o Momenta R6 Flywheel Large Model. A tecnologia, baseada em aprendizado por reforço de ponta a ponta, marca a estreia global de um veículo em produção com esse sistema. A parceria entre a montadora e a Momenta vai além da relação tradicional de fornecedor. As empresas atuam em cocriação, combinando a experiência da SAIC-GM em engenharia automotiva com a especialização algorítmica da startup chinesa . Estradas chinesas como laboratório Com 28 anos de operação na China e mais de 24 milhões de clientes, a SAIC-GM acumulou dados de rodagem em diferentes condições extremas, de -40 °C em Heihe a 45 °C em Turpan, além de altitudes de 4.700 metros em Golmud. Esse conhecimento foi digitalizado em um sistema de gêmeos digitais, construído a partir de milhões de quilômetros percorridos e 20 milhões de padrões de comportamento de condução. Em abril, a montadora lançou a arquitetura de fusão Xiaoyao, primeira desenvolvida por uma joint venture voltada ao mercado chinês de veículos de nova energia. O sistema integra quatro áreas, propulsão, chassi, condução assistida e cockpit inteligente, e serve como base para o funcionamento do modelo Momenta R6 Flywheel. Como funciona o Momenta R6 Flywheel Diferente da condução assistida tradicional, que depende de grandes volumes de dados anotados, o Momenta R6 utiliza aprendizado por reforço em ciclo fechado. O sistema treina em ambiente simulado, baseado em dados reais de 3 bilhões de quilômetros e 70 milhões de registros de alta qualidade. Assim, o modelo aprende tanto com acertos quanto com falhas, aperfeiçoando sua capacidade de decisão em cenários complexos. [caption id="attachment_25179" align="alignnone" width="1269"] Fonte da imagem: Divulgação[/caption] O resultado é um ciclo de “percepção–decisão–execução” que permite ao veículo lidar com cortes bruscos de faixa, pedestres em pontos cegos e ruas estreitas em áreas urbanas. O sistema também oferece recursos como estacionamento automático em movimento, navegação precisa em cruzamentos e escolha otimizada de momentos para mudança de faixa em congestionamentos. Segurança como prioridade O lançamento ocorre em um momento de maior rigor regulatório na China. Em 2024, o governo reforçou normas de segurança após casos de marketing excessivo e falhas em sistemas de direção inteligente. Segundo a SAIC-GM, o Buick Zhi Jing L7 incorpora redundâncias como monitoramento de fadiga do motorista, múltiplos níveis de intervenção manual e alertas combinados visuais, sonoros e do sistema OnStar. O veículo passou por validações em milhares de cenários de risco e em casos extremos, incluindo testes com diferentes materiais de lonas usadas em caminhões para medir reflexos no radar. Estratégia das joint ventures 2.0 A parceria com a Momenta completa o tripé tecnológico da SAIC-GM para o mercado chinês: a arquitetura Xiaoyao para veículos de nova energia, a tecnologia Zhenlong de extensão de autonomia e agora a condução inteligente com o Momenta R6. O modelo rompe com a lógica de “caixa-preta” fornecida por terceiros, ao adotar desenvolvimento conjunto com engenharia local da PATAC e inovação algorítmica da Momenta. O objetivo é criar sistemas de condução adaptados às estradas e aos hábitos de direção na China. Fonte: news.qq.com

20 de agosto de 2025
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A BYD Brasil divulgou, nesta quarta-feira (20), seu Relatório de Sustentabilidade 2024. O documento apresenta a meta global da empresa de reduzir em 1°C a temperatura do planeta e o objetivo de cortar 50%, até 2030, suas próprias emissões de dióxido de carbono (CO₂). “A atuação da BYD Brasil reflete o compromisso global da companhia com a redução de emissões e a promoção de um ecossistema de baixo carbono”, disse Tyler Li, presidente da companhia no Brasil. Redução de emissões e ecossistema integrado O relatório, que segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), mostra como a BYD estruturou um ecossistema interconectado para acelerar a transição energética. No setor automotivo, a empresa lidera o mercado brasileiro de veículos eletrificados, tendo vendido 150 mil veículos no Brasil, marca alcançada em agosto de 2025. Na geração de energia, a companhia produziu 2,5 milhões de módulos fotovoltaicos no Brasil. No setor industrial, aposta em caminhões e empilhadeiras elétricas, que substituem equipamentos a combustíveis fósseis e se integram à política de economia circular e gestão de resíduos.Além disso, investe em ônibus elétricos e no monotrilho SkyRail, voltado à mobilidade urbana. Em 2024, a matriz na China criou o Comitê de Estratégia e Desenvolvimento Sustentável e nomeou o primeiro Chief Sustainability Officer, reforçando a governança corporativa focada em sustentabilidade. O ano também marcou o início das obras do Complexo Industrial de Camaçari (BA), que será o maior da empresa fora da Ásia. No país, a BYD já opera fábricas em Campinas (SP) e Manaus (AM). Segundo Tyler Li, o relatório demonstra o compromisso da empresa com transparência e responsabilidade na transição energética. O executivo afirmou que a companhia busca “crescer com responsabilidade, acelerar a descarbonização e gerar valor para a sociedade”. Expansão industrial e liderança no mercado brasileiro No mercado automotivo, a companhia vendeu mais de 76 mil veículos eletrificados em 2024, atingindo 150 mil unidades comercializadas no Brasil. O destaque foi o BYD Dolphin Mini, carro elétrico mais vendido do país, que consolidou a posição da empresa como protagonista da transição energética. A rede de concessionárias e a infraestrutura de recarga também cresceram junto com a frota elétrica. O relatório registra ainda a meta de aterro zero na fábrica de Campinas e o primeiro inventário de emissões de gases de efeito estufa no país. A BYD estruturou centros de reciclagem de baterias, expandiu o uso de energia solar e adotou empilhadeiras elétricas, reforçando os processos de reaproveitamento de resíduos. Reconhecimento internacional e investimentos sociais No campo da segurança, o BYD Dolphin Plus recebeu destaque no Latin NCAP, estabelecendo padrões internacionais para veículos elétricos. A empresa também foi reconhecida pelo desempenho da linha elétrica, incluindo o modelo BYD Seal, em mobilidade sustentável. A força de trabalho no Brasil cresceu quase 80% em 2024. Em parceria com o SENAI da Bahia, a empresa promoveu programas de capacitação profissional voltados à indústria automotiva elétrica. A cultura de saúde e segurança ocupacional foi reforçada, alinhada aos padrões do Pacto Global da ONU, do qual a BYD é signatária desde 2020.

20 de agosto de 2025
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A GWM Brasil iniciou nesta terça-feira (19) as pré-reservas do SUV Haval H9 e da picape Poer P30, modelos que chegam oficialmente ao mercado brasileiro em setembro. As reservas podem ser feitas pelo site da GWM ( gwmmotors.com.br ), pelo Mercado Livre, pelo aplicativo My GWM ou diretamente nas concessionárias da marca, mediante depósito de R$9 mil. O preço oficial da picape será divulgado em 10 de setembro e o do SUV, em 12 de setembro. Condições especiais para pré-reserva Os clientes que fizerem a pré-reserva terão benefícios exclusivos de lançamento, incluindo kits de acessórios instalados. No Haval H9, o kit inclui engate de reboque, rack de teto e caixa organizadora. Para a Poer P30, o pacote oferece capota marítima de lona, santo antônio tubular e trava antifurto do estepe. As ofertas são válidas somente durante o período de pré-reserva, de 19 de agosto a 10 de setembro. “Com o Haval H9 e a Poer P30, oferecemos aos clientes veículos que combinam desempenho, tecnologia e conforto, preparados para qualquer desafio. A pré-reserva garante benefícios exclusivos e acessórios que elevam a experiência de dirigir um GWM”, afirmou Diego Fernandes, COO da GWM Brasil. Haval H9: SUV grande e familiar O Haval H9 é um SUV de grande porte com capacidade para sete passageiros e tração 4x4, voltado a famílias que buscam conforto, segurança e desempenho em diferentes tipos de terreno. O veículo mede 4.950 mm de comprimento, 1.976 mm de largura e 1.930 mm de altura, oferecendo amplo espaço interno. A Poer P30 (pronuncia-se “PÁUER”, do inglês “Power”) é a primeira picape média da marca no país. O modelo mede 5.416 mm de comprimento, 1.947 mm de largura e 1.886 mm de altura, com cabine espaçosa e caçamba ampla, projetada para atender às demandas do segmento. O veículo combina robustez, performance e tecnologia voltada a clientes que buscam potência e versatilidade. Motorização e desempenho Ambos os modelos vêm com motor 2.4 Turbo Diesel e transmissão automática de 9 marchas, desenvolvidos pela própria GWM. A configuração garante trocas suaves, torque elevado e eficiência em velocidade de cruzeiro. A escolha considerou pesquisas com consumidores e a experiência das concessionárias em regiões com maior demanda por veículos a diesel. Os veículos possuem sistema de tração inteligente com três modos: 4x2, 4x4 High e 4x4 Low, permitindo desempenho adequado em diferentes tipos de piso e condições de condução. Conforto, tecnologia e conectividade O Haval H9 e a Poer P30 também oferecem recursos de conforto e tecnologia, incluindo faróis Full-LED inteligentes, assentos de couro climatizados, tela central de 14,6 polegadas, câmera 360°, controle remoto via aplicativo, carregador de celular por indução de 50W e sistema de condução semiautônoma de Nível 2+.

20 de agosto de 2025
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Durante a alta temporada de verão, na China, turistas estrangeiros estão mudando o perfil das visitas à China . Em vez de roteiros rápidos e tradicionais, buscam experiências mais profundas, que combinam patrimônio cultural, tecnologia e compras. A tendência se reflete em roteiros personalizados e na ampliação do tempo de estadia. Experiências culturais e personalizadas ganham espaço Turistas participam de atividades práticas em diferentes regiões do país. Em Yunnan, aprendem técnicas de tecelagem com o povo Mosuo; em Jingdezhen, exploram a cerâmica; em Suzhou, experimentam o bordado tradicional. O bairro temático “Doze Horas em Chang’an”, em Shaanxi, permite que os visitantes explorem a história da Dinastia Tang por meio de performances interativas e fotografias com trajes Hanfu. Tecnologia e inovação atraem visitantes O interesse em tecnologia chinesa cresceu entre jovens estrangeiros durante viagens de estudo de verão. Exposições de drones, óculos de realidade virtual e interação com robôs despertam curiosidade sobre o uso de inteligência artificial em direção autônoma e outros setores. “Muitos turistas querem visitar fábricas de carros elétricos e empresas de tecnologia para entender as capacidades de desenvolvimento da China”, afirma Zhou Zhanfeng, diretor do Escritório de Mercado Europeu da China International Travel Service. Especialistas apontam que o interesse estrangeiro na China é impulsionado pelas mídias sociais e influenciadores internacionais. Gong Yanfang, professor associado da Escola de Jornalismo e Comunicação da Universidade Sun Yat-sen, afirma que a exposição global da cultura chinesa, combinada com a popularidade de tecnologia de IA, moda e jogos produzidos localmente, aumenta a curiosidade e incentiva visitantes a explorar o país. Compras como parte da experiência A China também se tornou destino de compras para estrangeiros. Locais como Rua Xiushui, em Pequim, e Huaqiangbei, em Shenzhen, recebem milhares de visitantes diariamente. Produtos de moda, brinquedos e eletrônicos atraem turistas interessados em inovação e tecnologia. Além disso, serviços inteligentes, como tradutores portáteis em táxis e ônibus, aplicativos de pagamento móvel e plataformas multilíngues, tornaram a viagem mais prática e segura. Em Shenzhen, dispositivos de tradução suportam mais de 140 idiomas em tempo real. Outras cidades implementam sistemas de pagamento e cartões inteligentes para transporte e atrações. Estratégias para fortalecer o turismo receptivo Especialistas apontam que diversificar roteiros e atrações é crucial para manter o interesse de turistas estrangeiros. Mercados noturnos, bazares e experiências locais incentivam estadias mais longas. A integração de turismo, compras, cultura, esportes e bem-estar contribui para uma visão mais completa do país. O setor também aposta em treinamento de profissionais com habilidades interculturais, maior colaboração entre escolas, empresas e agências de viagem, e inclusão de produtos tecnológicos e artesanais em programas de reembolso de impostos. Essas medidas visam criar um “novo campo magnético” para o turismo receptivo e consolidar a China como destino preferencial de estrangeiros que buscam experiências autênticas. Fonte: www.news.cn

20 de agosto de 2025
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A Huawei apresentou em 20 de agosto, em Shenzhen, sua nova geração de telas inteligentes, a Huawei Smart Screen MateTV, durante conferência com o tema “Grande Mate, Grande Diferença”. O modelo topo de linha traz o HarmonyOS 5, o chip de imagem independente Honggu Vivid e a tecnologia Huawei Lingxi Hover Touch, que permite interação por gestos com múltiplos dedos, com latência de apenas 8 ms. O aparelho adota design ultrafino, com 99% de aproveitamento da tela e apenas 36,9 mm de espessura, permitindo instalação próxima à parede. A tela utiliza a tecnologia Huawei Super Mini LED, com brilho de 5000 nits e gama de cores de 91%, e integra o chip Honggu Vivid para processamento avançado de imagens. A interface unifica ícones, animações e cursores com a experiência de smartphones, tablets e PCs da Huawei, incorporando o design de efeitos de campo de luz e suporte à UI 4K. Para jogos, a tela oferece alta taxa de atualização e renderização 3D em tempo real. O aparelho suporta cartões criativos, inicializa aplicativos instantaneamente, roda jogos mobile e possui 12 GB de RAM. A tecnologia Lingxi Hover Touch permite abrir apps, acessar multitarefas, ajustar volume e brilho por gestos. A tela acompanha a caneta inteligente Huawei Lingxi para desenho e escrita direta na tela. No áudio, o modelo traz o HUAWEI SOUND 3.2.2, com sistema 7.1.4. A integração com smartphones e tablets HarmonyOS permite continuar aplicativos ou músicas do celular na tela sem interrupção. A Smart Screen MateTV oferece chamadas de vídeo 4K com câmera de 50 MP e rastreamento de pessoas. Em inteligência artificial, a tela identifica rostos e vozes de cada usuário, recomenda conteúdos personalizados, exibe histórico de visualização e envia saudações personalizadas. A tecnologia permite filtrar conteúdos para crianças ou idosos e aprimora recomendações com base em intenção de uso. O aparelho também permite busca de filmes por enredo ou ator, funciona como hub central da casa, integra sistemas de carros e smartwatches, oferece espelhamento 4K sem perda de qualidade e transforma aplicativos do celular em super desktop. Fonte: ithome.com

20 de agosto de 2025
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Na cidade de Hefei, província de Anhui, na China, a aposta em inovação científica e tecnológica se tornou uma estratégia central para o crescimento econômico. No primeiro semestre de 2025, a cidade registrou a criação de 771 empresas baseadas na transformação de resultados científicos, uma média superior a quatro por dia. A Universidade de Ciência e Tecnologia da China (USTC) implementou projetos-piloto para atribuição de propriedade intelectual , incentivando professores e alunos a levar pesquisas ao mercado. A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia de Hefei conecta pesquisadores a empresas locais e oferece fundos semente, espaços de trabalho e apoio na divulgação de produtos. Entre as startups apoiadas estão a Zhidi Sensing, com soluções de monitoramento de terremotos, e a Zero Power Robot, no setor de robótica. Ambas ampliaram rapidamente presença no mercado e receberam múltiplas rodadas de investimento. Nos últimos três anos, Hefei capturou mais de 8.000 resultados científicos de universidades e institutos de pesquisa, apoiou a criação de mais de 3.000 empresas de tecnologia e contabilizou mais de 100 startups com valuation superior a RMB 100 milhões. No primeiro semestre de 2025, a cidade registrou crescimento de 6,0% do PIB, entre as maiores economias urbanas chinesas com mais de RMB 1 trilhão. Setores como inteligência artificial, robótica, novas energias e novos materiais lideram a transformação de pesquisa em produto. Hefei exemplifica a estratégia nacional de acelerar a aplicação de resultados científicos, unindo inovação e indústria para aumentar o alcance de soluções tecnológicas no mercado. Fonte: news.cn

19 de agosto de 2025
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Os carros de nova energia (NEVs) na China estão cada vez mais largos, o que tem levado parte da classe média a reconsiderar os veículos a combustão. A largura padrão de uma vaga de estacionamento no país é de 2,4 metros, estabelecida em 1998, mas muitos modelos atuais já se aproximam desse limite. O Zeekr 001 mede 1.999 mm de largura, o Li Auto L9 chega a 2.018 mm e o Aito M9 ultrapassa os 2.045 mm. O BYD Han, vendido por pouco mais de RMB 200 mil, tem 4,98 metros de comprimento e 1,91 m de largura. Já o Zeekr 001, na faixa dos RMB 300 mil, alcança quase 2 metros de largura. Até o sedã NIO ET5, classificado como médio, supera o Mercedes-Benz S400L em largura. Modelos como Han, Tang, Denza e Qin L, todos da BYD, também passam dos 1.900 mm. Em vagas padrão, veículos desse porte deixam apenas 20 cm de cada lado, dificultando a abertura das portas e o acesso ao carro. Esse cenário impacta tanto motoristas quanto pedestres no cotidiano das cidades. Motivos para o aumento de largura O principal fator é a bateria. Para oferecer maior autonomia, as montadoras precisam de pacotes de alta capacidade e estruturas de proteção robustas. A solução tem sido ampliar a carroceria. Além disso, a adoção de motores em cada roda, suspensões complexas e plataformas que posicionam as rodas nos cantos exige maior bitola. As campanhas de marketing também reforçam a ideia de espaço interno semelhante ao de uma “casa móvel”. Principais problemas relatados pelos consumidores Muitas vagas tornam-se inutilizáveis porque as portas não abrem completamente. Mesmo com câmeras 360º e sistemas automáticos, a dificuldade aumenta quando o veículo vizinho também é largo. Além disso, em áreas como escolas, hospitais e feiras, carros de 2 metros de largura intensificam congestionamentos, elevam o risco de colisões e dificultam manobras em engarrafamentos. Plataformas automáticas, comuns em grandes cidades, não comportam modelos acima de 1,9 m de largura. Diante dessas limitações, cresce o interesse por carros em torno de 1.850 mm de largura, que oferecem equilíbrio entre espaço interno e praticidade urbana. Espaço para marcas tradicionais e perspectivas para o mercado Poucos elétricos premium mantêm medidas moderadas, o que abriu espaço para montadoras alemãs como BMW, Mercedes-Benz e Audi. Esses fabricantes ainda oferecem motores a combustão eficientes e veículos compatíveis com o uso urbano, mantendo a preferência de parte da classe média e alta. O dilema é evidente: famílias chinesas optam por carros grandes para atender a múltiplas necessidades, mas enfrentam os problemas decorrentes da largura excessiva. Especialistas avaliam que, com a expansão dos elétricos e o aumento contínuo das dimensões, o governo poderá ser pressionado a criar políticas de restrição. Para os fabricantes, a oportunidade está em lançar modelos premium que conciliem praticidade e dimensões adequadas. Essa estratégia pode atrair consumidores que, diante das dificuldades atuais, voltaram a considerar os veículos a combustão. Fonte: 36Kr