8 de julho de 2026
A China afirmou que a modernização de suas forças nucleares tem como objetivo garantir a segurança estratégica nacional e preservar a estabilidade global. A declaração foi feita nesta segunda-feira pelo porta-voz do Ministério da Defesa, Chen Xi, ao comentar o teste de lançamento de um míssil balístico estratégico a partir de um submarino da Marinha chinesa. Segundo Chen Xi, o lançamento foi realizado por um submarino estratégico nuclear da Marinha do Exército de Libertação Popular da China e atingiu os objetivos previstos. O porta-voz afirmou que o teste integra o programa anual de treinamento militar do país e segue o direito e as práticas internacionais. A manifestação ocorreu após o porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmar que a China lançou um míssil balístico intercontinental sem ogiva a partir de um submarino. O governo norte-americano também declarou que a expansão do arsenal nuclear chinês, considerada pouco transparente, gera preocupação internacional. Além disso, o secretário-geral da OTAN e governos do Japão, da Austrália e da Nova Zelândia também manifestaram preocupação com o episódio. Em resposta, Chen Xi disse que a China comunicou previamente os países envolvidos sobre o teste, o que, segundo ele, demonstra a abertura e a transparência das Forças Armadas chinesas. O porta-voz também reafirmou que a China mantém uma política de desenvolvimento pacífico, adota uma estratégia de defesa e sustenta uma política nuclear baseada na autodefesa. De acordo com ele, o país mantém seu arsenal no nível mínimo necessário para garantir a segurança nacional e não participa de uma corrida armamentista nuclear. Por fim, Chen Xi reiterou que a modernização das capacidades nucleares chinesas busca fortalecer a segurança estratégica do país e contribuir para a estabilidade estratégica global. Fonte: China News
9 de abril de 2026
Quatro órgãos do governo chinês se reuniram em 9 de abril com empresas dos setores de baterias para veículos elétricos e armazenamento de energia para discutir regras de concorrência e tentar conter práticas consideradas desleais na indústria. O encontro envolveu o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, a Administração Estatal de Regulação do Mercado e a Administração Nacional de Energia. Durante a reunião, as autoridades defenderam medidas para frear a chamada “competição involutiva”, termo usado na China para descrever disputas excessivas por preço e produção, que pressionam as margens e afetam a sustentabilidade do setor. O governo indicou que pretende reforçar o controle sobre capacidade produtiva, estabelecer limites mais claros para guerras de preços e reduzir prazos de pagamento a fornecedores. Além disso, os órgãos discutiram o aumento da fiscalização sobre a qualidade dos produtos e o combate a violações de propriedade intelectual. Outro ponto em debate foi a atuação de governos locais na atração de investimentos, com a intenção de evitar incentivos que ampliem a concorrência desordenada. Ao final, os participantes analisaram a criação de uma lista negativa com práticas consideradas inadequadas no setor de baterias , que poderá orientar futuras ações regulatórias. Fonte: news.cn
29 de dezembro de 2025
A China projeta que o mercado de inteligência incorporada alcance RMB 400 bilhões até 2030 e ultrapasse RMB 1 trilhão até 2035. O avanço ocorre após o governo chinês incluir essa tecnologia como área estratégica do desenvolvimento industrial, com aplicação direta em serviços, indústria, saúde e logística. Segundo Zhong Xinlong, diretor do Laboratório de Inteligência Artificial do Centro de Pesquisa de Indústrias do Futuro do Instituto Chinês de Pesquisa em Tecnologia da Informação, a inteligência artificial tradicional atua como um “conselheiro” restrito a telas e sistemas digitais. Já a inteligência incorporada opera diretamente no ambiente físico, como fábricas, hospitais e residências. Ela pode transportar cargas em linhas de produção, separar mercadorias em centros logísticos, auxiliar no atendimento hospitalar e apoiar o cuidado de idosos em casa. Nesse contexto, sistemas como o DeepSeek, popular em 2025, possuem capacidade de processamento e tomada de decisão, mas não executam ações físicas. Por isso, são classificados como inteligência desincorporada. Em sentido oposto, braços robóticos tradicionais contam com estrutura física, mas dependem de comandos humanos, o que limita sua autonomia e nível de inteligência. De acordo com Tian Jietang, diretor do Departamento de Economia Industrial do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento do Conselho de Estado, a inteligência incorporada exige a integração de três elementos: um sistema de decisão, um sistema de controle e uma estrutura física capaz de executar ações. Ela não se restringe a robôs humanoides e pode assumir a forma de máquinas industriais, veículos autônomos ou sistemas biomiméticos, como peixes ou insetos artificiais. A tecnologia reúne inteligência artificial, robótica e outras áreas técnicas. Quando sistemas passam a aprender com o ambiente e tomar decisões de forma autônoma, eles tendem a alterar processos produtivos e a prestação de serviços. Para Zhong Xinlong, a inteligência incorporada atua como um novo vetor de crescimento econômico. Ao inserir inteligência digital no mundo físico, a tecnologia aumenta a eficiência industrial e melhora a qualidade dos serviços. Na China, esses sistemas já substituem tarefas repetitivas e de alta intensidade em fábricas e oferecem suporte em áreas como saúde, cuidados com idosos, logística e serviços domésticos, o que ajuda a reduzir a pressão sobre o mercado de trabalho. O ano de 2025 marca o início da industrialização da inteligência incorporada no país, com a transição de soluções antes restritas a ambientes virtuais para aplicações físicas em escala comercial. Na província de Hunan, robôs operam em linhas de logística e montagem industrial. Equipados com sensores visuais, eles identificam, agarram e transportam objetos de forma autônoma. Em Hangzhou, no Parque Arqueológico de Liangzhu, robôs inteligentes realizam a limpeza do local e ajustam estratégias conforme a complexidade do ambiente. A tecnologia também substitui atividades humanas em operações de risco. Um robô conhecido como “Wukong” realiza inspeções em usinas nucleares. Ele acessa espaços de apenas 0,05 metro e identifica falhas microscópicas nas estruturas. Apesar da expansão para diferentes cenários, o desenvolvimento da inteligência incorporada ainda se encontra em fase inicial. Segundo Tian Jietang, a tecnologia segue uma classificação semelhante à da direção autônoma, com níveis que vão de L1 a L5. No nível L1, o sistema pouco difere de braços robóticos tradicionais. No L2, já executa tarefas específicas em ambientes controlados, como preparar café. No nível L5, previsto para o futuro, os sistemas poderão aprender e evoluir de forma contínua e independente. Atualmente, tanto na China quanto em outros países, a maioria das aplicações comerciais opera em torno do nível L2, embora já esteja presente em diversos setores. Fonte: news.cctv.com
4 de julho de 2025
Entre janeiro e maio de 2025, o governo chinês concedeu RMB 636,1 bilhões em reduções, isenções e reembolsos de impostos voltados ao apoio à inovação tecnológica e à indústria manufatureira. Os dados foram divulgados pela Administração Tributária Estatal da China em 4 de julho. Desse total, RMB 140,7 bilhões correspondem à redução do imposto de renda para empresas de alta tecnologia, beneficiadas pela alíquota preferencial de 15% e por políticas de estímulo a setores emergentes. Outros RMB 415,8 bilhões vieram de medidas de apoio à manufatura avançada, como o crédito adicional de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), além de isenções e reembolsos específicos para esse segmento. Desde o início do ano, as autoridades tributárias têm aplicado as diretrizes de redução estrutural de tributos com foco em alcançar as empresas de forma rápida e eficaz. A arrecadação de faturas de IVA indica que, no mesmo período, a receita de vendas da indústria de alta tecnologia subiu 14,2% em relação ao ano anterior, resultado acima da média nacional. O núcleo da economia digital avançou 10%, enquanto os investimentos empresariais em tecnologias digitais cresceram 9,7%, o que reforça a integração entre a economia digital e a economia real. No setor manufatureiro, a receita de vendas aumentou 4,2% na comparação anual. Os maiores crescimentos ocorreram nas áreas de manufatura de equipamentos (9%), produtos digitais (12,1%) e alta tecnologia (12,1%). Os segmentos de computadores e dispositivos inteligentes apresentaram altas de 21,6% e 19,4%, respectivamente. Fonte: news.cn
17 de junho de 2025
O Ministério das Relações Exteriores da China informou, em coletiva no dia 17 de junho, que ativou medidas de emergência para proteger seus cidadãos no Irã e em Israel, após a escalada do conflito entre os dois países. O porta-voz Guo Jiakun afirmou que o governo chinês solicitou às autoridades iranianas e israelenses que garantam a segurança dos cidadãos e das instituições chinesas. Além disso, embaixadas e consulados na região ativaram mecanismos de proteção consular, emitiram alertas e mantêm contato constante com os chineses no local para orientar sobre segurança e procedimentos de emergência. Guo também informou que parte dos cidadãos chineses já foi evacuada com segurança para países vizinhos. O governo mantém cooperação com órgãos competentes para acelerar a evacuação dos demais. Os cidadãos chineses no Irã e em Israel devem entrar em contato com as embaixadas ou consulados da China ou ligar para a linha direta de proteção consular pelo número 12308. Fonte: thepaper.cn
20 de maio de 2025
O Ministério da Fazenda da China divulgou, em 20 de maio, os dados fiscais referentes ao período de janeiro a abril. O relatório mostra desaceleração na queda das receitas e avanço dos gastos públicos, indicando a antecipação da política fiscal para sustentar a economia. A arrecadação fiscal totalizou RMB 8,0616 trilhões nos primeiros quatro meses de 2025, uma queda de 0,4% em relação ao mesmo período de 2024. O recuo ficou abaixo do registrado no primeiro trimestre (-1,1%), o que indica melhora gradual na receita pública. A receita dos fundos governamentais, influenciada principalmente pela venda de terrenos, alcançou RMB 1,2586 trilhão, com retração de 6,7%. No primeiro trimestre, a queda havia sido de 11%. O montante arrecadado em impostos foi de RMB 6,6 trilhões, representando uma queda anual de 2,1%, inferior ao recuo de 3,5% observado até março. Em abril, a receita tributária cresceu 1,9% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, marcando o primeiro avanço no ano. Segundo o Departamento Nacional de Estatísticas, o PIB da China cresceu 5,4% no primeiro trimestre. A atividade econômica sustentou a recuperação parcial da receita tributária, mas fatores como queda nos lucros empresariais, fraqueza no setor imobiliário e o ambiente externo ainda pressionam a arrecadação. Entre os tributos com desempenho negativo, o imposto de renda das empresas caiu 3,1% no acumulado do ano, reflexo da redução dos lucros corporativos. A receita com imposto sobre valor agregado (IVA) de importações, imposto de consumo e tarifas também diminuiu. Impostos ligados ao setor imobiliário, como o de transações e o de valorização fundiária, recuaram mais de 10%. Em contrapartida, o IVA doméstico, o imposto de consumo interno e o imposto de renda pessoal registraram crescimento. Os reembolsos de exportação ultrapassaram RMB 900 bilhões até abril, alta de 12,5%. Já a arrecadação com imposto de selo sobre ações aumentou 57,8%, acompanhando a recuperação do mercado de capitais. Na indústria, os segmentos de fabricação ferroviária, naval e aeroespacial elevaram a arrecadação em 33,2%. O setor de equipamentos de informática e comunicação teve aumento de 6,8%. No setor de serviços, as áreas de cultura, esportes e entretenimento registraram alta de 8,6%, impulsionadas por políticas de estímulo ao consumo e pelo crescimento do turismo. Os setores de tecnologia da informação e pesquisa científica também ampliaram suas contribuições fiscais em 12,2% e 12,7%, respectivamente. Os governos locais aumentaram a arrecadação não tributária, ativando ativos ociosos. No entanto, o ritmo de crescimento desacelerou. A receita não tributária somou RMB 1,506 trilhão no quadrimestre, alta de 7,7%, abaixo dos 8,8% registrados no primeiro trimestre. A receita dos fundos governamentais, em grande parte oriunda da venda de terrenos, totalizou RMB 1,1186 trilhão, com queda de 8%. A venda de terrenos rendeu RMB 934 bilhões, recuo de 11,4%, menor que os -15,9% dos três primeiros meses do ano. Segundo o porta-voz do Departamento Nacional de Estatísticas, Fu Linghui, as medidas de estímulo ao setor imobiliário iniciadas no fim de 2024 começaram a surtir efeito. As transações e os preços se estabilizaram em abril, com melhora em grandes cidades. No entanto, a receita da venda de terrenos segue pressionada após três anos consecutivos de queda. Aumento nos gastos públicos reforça política fiscal ativa Mesmo com a receita em queda, o governo intensificou a política fiscal em 2025. Entre janeiro e abril, os gastos orçamentários somaram RMB 9,3581 trilhões, alta de 4,6% em relação ao mesmo período de 2024. A taxa superou o crescimento da receita e a meta anual de 4,4%. Os gastos realizados representam 31,5% do total previsto para o ano, o maior percentual desde 2020. Os dados mostram que o governo priorizou áreas como educação, seguridade social e infraestrutura. Os desembolsos com educação atingiram RMB 1,4481 trilhão (+7,4%), enquanto os voltados à seguridade social e emprego somaram RMB 1,6852 trilhão (+8,5%). Mesmo com a queda nas receitas dos fundos, os gastos desses fundos cresceram 17,7% no período, totalizando RMB 2,6136 trilhões. A alta reflete a aceleração na emissão de títulos especiais por governos locais. Os investimentos em infraestrutura também avançaram. De acordo com o Departamento Nacional de Estatísticas, os investimentos nesse segmento, excluindo energia, gás e água, cresceram 5,8% nos quatro primeiros meses do ano. Os principais destaques foram os setores de gestão hídrica (+30,7%), transporte aquaviário (+26,9%) e transporte aéreo (+13,9%). Fonte: yicai.com
18 de março de 2025
O governo chinês investirá 66,74 bilhões de yuans (US$9,22 bilhões) em subsídios para gerar empregos em 2025. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (18) por um representante do Ministério das Finanças durante uma coletiva de imprensa do Conselho de Estado. A medida busca fortalecer a criação de empregos e apoiar governos locais na implementação de políticas de incentivo ao mercado de trabalho. Foco na capacitação e inclusão no mercado de trabalho Os recursos serão usados para fomentar o empreendedorismo , coordenar investimentos públicos e melhorar a qualificação da força de trabalho. Segundo Fu Jinling, diretor-geral do Departamento de Construção Econômica do Ministério das Finanças, o objetivo é ampliar oportunidades para grupos-chave, como recém-formados, e corrigir desequilíbrios estruturais no mercado de trabalho. Além disso, os subsídios devem fortalecer a capacitação de trabalhadores qualificados, garantindo maior empregabilidade e estabilidade para diferentes setores. O governo também incentiva as empresas a ampliarem suas contratações e adotarem políticas de retenção de funcionários. Medidas para reduzir encargos e estabilizar o emprego Para aliviar os custos das empresas e evitar demissões, o governo manterá a redução temporária das taxas de seguro-desemprego e de acidentes de trabalho. As instituições financeiras serão incentivadas a oferecer crédito para empresas que buscam preservar e expandir sua força de trabalho. Nos primeiros dois meses do ano, a taxa média de desemprego urbano foi de 5,3%, semelhante ao registado no mesmo período de 2024, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS). “O desemprego segue dentro da faixa normal, e o mercado de trabalho continua estável”, afirmou Fu Linghui, porta-voz do NBS. Desafios para o mercado de trabalho em 2025 Apesar da estabilidade no índice de desemprego, manter e expandir o emprego será um desafio diante da recuperação econômica ainda instável e do cenário global incerto. Em 2025, a China terá 12,22 milhões de novos graduados universitários ingressando no mercado de trabalho. Além disso, será necessário garantir o emprego para mais de 30 milhões de pessoas que saíram da pobreza e para um grande número de trabalhadores migrantes das áreas rurais. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: CCTV
17 de março de 2025
O governo chinês revelou, em 16 de março, um plano de medidas especiais para promover o consumo interno e aumentar a capacidade de consumo, com foco no aumento da renda e na redução de encargos. A segunda maior economia do mundo busca tornar a demanda interna o principal motor e estabilizador do crescimento econômico. De acordo com a Agência de Notícias Xinhua e do programa de notícias da CCTV, o Gabinete Geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e o Gabinete Geral do Conselho de Estado emitiram recentemente o "Plano de Ação Especial para Revitalizar o Consumo", que apresenta oito áreas de foco e 30 tarefas principais. O plano estabelece medidas específicas em sete grandes ações, como o aumento da renda dos residentes urbanos e rurais, o apoio à capacidade de consumo, a melhoria da qualidade dos serviços de consumo e a reformulação das políticas de apoio. Durante as "Duas Sessões" nacionais deste ano, o governo chinês destacou a necessidade de revitalizar o consumo, aumentar a eficiência dos investimentos e expandir a demanda interna, buscando fazer da demanda doméstica a principal força motriz e âncora de estabilidade para o crescimento econômico. Principais medidas do plano O primeiro ponto do plano é aumentar a renda dos residentes urbanos e rurais. As medidas incluem o crescimento razoável dos salários, a ampliação dos canais de renda patrimonial e ações para aumentar a renda dos agricultores, além de combater o problema de pagamentos atrasados. A segunda ação aborda o apoio à criação de filhos, com o estudo de um sistema de subsídios para a criação de filhos, ampliação de recursos educacionais para crianças de famílias migrantes e aumento dos subsídios financeiros para pensões e seguros médicos básicos. O plano também visa implementar plenamente o sistema de pensão individual. No setor de consumo de grandes itens, o plano propõe estabilizar o mercado imobiliário, reformar vilas urbanas e habitações precárias, e liberar o potencial de demanda por moradias. A proposta também inclui a transformação do consumo de automóveis, focando na gestão de uso, além de atender a famílias sem carro que enfrentam dificuldades para obter uma licença de veículo. Quanto à melhoria do ambiente de consumo, o plano sugere garantir direitos de descanso e férias, incentivando a conexão entre férias remuneradas e feriados curtos, e permitindo férias flexíveis. Também proíbe a extensão ilegal das horas de trabalho. Fonte: zaobao.com.sg
4 de fevereiro de 2025
O governo chinês incluiu, no dia 4 de fevereiro, as empresas americanas PVH Corp e Illumina na sua "lista de entidades não confiáveis", alegando violações às normas de mercado e práticas discriminatórias contra companhias chinesas. A PVH Corp é holding de marcas como TOMMY Hilfiger e Calvin Klein . A Illumina é uma empresa líder no segmento de decodificação de informação genética, localizada em San Diego, Califórnia. Segundo um porta-voz do Ministério do Comércio da China, a decisão foi tomada após investigação que constatou que as duas empresas teriam descumprido teriam descumprido princípios de transações de mercado, interromperam transações normais e causaram prejuízos significativos a empresas locais. O porta-voz destacou que a China adota a lista com cautela, direcionando-a apenas a um número reduzido de entidades que prejudicam a segurança nacional e os interesses do país. Ele reforçou que empresas estrangeiras que operam de forma legal e de boa fé não precisam se preocupar. Apesar da medida, o governo chinês reafirmou seu compromisso em manter um ambiente de negócios estável, justo e previsível, incentivando investimentos estrangeiros no país. As sanções aplicadas às duas empresas seguirão os regulamentos estabelecidos pela legislação vigente. Fonte: news.cn