11 de outubro de 2024
A Honda iniciou nesta sexta-feira, 11, por meio de sua subsidiária na China, a Honda Dongfeng, as operações de sua primeira fábrica de automóvel de nova energia, no Distrito econômico e Tecnológico de Wuhan. Esta é a quarta fábrica da Dongfeng Honda construída em Wuhan. A nova fábrica ocupa uma área de 630.000 metros quadrados, incluindo processos completos de produção de veículos elétricos, como estampagem, soldadura, montagem geral e inspeção de veículos prontamente montados. A planta tem capacidade de produção anual de 120.000 veículos elétricos de passageiros. Os modelos iniciais de produção incluem o Lingxi L e o Ye S7. Desde 2003, quando se instalou no Distrito econômico e Tecnológico de Wuhan, a Dongfeng Honda passou de “um modelo de carro para conquistar o mundo” para ter uma matriz de produtos completa. Desde 2017, a Dongfeng Honda registrou um valor de produção anual superior a RMB 100 bilhões por seis anos consecutivos. A mudança da Honda segue a tendência de eletrificação do mercado automóvel chinês. Marcas de carros a gasolina têm enfrentado forte pressão competitiva de marcas chinesas. Dados mais recentes mostram que de janeiro a setembro deste ano, as vendas acumuladas de automóveis da Honda na China foram de 588.018 veículos, um declínio de 42,93% em relação ao mesmo período do ano passado. Este é o nono mês consecutivo de declínio nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior da Honda na China desde fevereiro deste ano. Para se adaptar ao novo momento do mercado, a Honda definiu objetivos de transformação elétrica, construindo duas novas fábricas de automóveis de nova energia (Wuhan e Guangzhou), com o plano de ter 10 modelos de veículos 100% elétricos na China até 2027. Ao mesmo tempo, a empresa planeja reduzir a capacidade de produção de carros a gasolina. Em 25 de julho, a Honda anunciou que fechará uma fábrica da joint venture localizada em Guangzhou em outubro deste ano, e outra fábrica localizada em Wuhan suspenderá a produção a partir de novembro deste ano, reduzindo assim a capacidade anual de produção de carros a gasolina na China de 1,49 milhão para 1 milhão de veículos. Fonte: yicai.com
16 de julho de 2024
As ações da Sunwoda Electronic, fabricante chinesa de baterias de íon-lítio, dispararam no limite diário de negociação imposto pela bolsa depois que a gigante chinesa revelou um plano para investir até 2 bilhões de yuans (US$ 275 milhões) para construir uma nova fábrica no Vietnã . A empresa também publicou uma previsão sólida de resultados semestrais. As informações são do portal de notícias chinês, Yicai Global. A Sunwoda estabelecerá uma empresa de projeto no Vietnã para construir e operar um parque industrial no país do sudeste asiático para produzir células de baterias de lítio para consumidores, sistemas em pacote e produtos de bateria acabados, anunciou a empresa com sede em Shenzhen no final de ontem. O projeto ainda está sujeito à aprovação regulatória das autoridades chinesas e vietnamitas, observou a Sunwoda, sem revelar mais detalhes sobre a planta. A capacidade de produção de produtos eletrônicos de consumo internacionais do Vietnã aumentou nos últimos anos. Construir uma fábrica no país pode ajudar a Sunwoda a atender melhor os clientes no exterior e a responder com mais flexibilidade às flutuações macroeconômicas, ajustes de políticas industriais e padrões de comércio global, destacou a empresa. A Sunwoda também divulgou no dia 15 de julho uma previsão de resultados do primeiro semestre. Segundo a companhia, o lucro líquido provavelmente saltou entre 75% e 105%, para entre 767 milhões de yuans e 899 milhões de yuans (US$ 105,6 milhões e US$ 123,7 milhões) nos seis meses encerrados em 30 de junho, em comparação com o ano anterior, principalmente graças ao crescimento constante da receita de seus negócios principais e maior rentabilidade. No ano passado, a receita da Sunwoda com o negócio de baterias para consumidores totalizou 28,5 bilhões de yuans (US$ 3,9 bilhões), representando quase 60% do total, de acordo com o último relatório financeiro anual da empresa. Seus produtos são aplicados em produtos digitais de consumo, como smartphones e laptops. A receita de vendas dos mercados estrangeiros representou 43% do total da Sunwoda no ano passado. A empresa começou a construir novas fábricas na Índia, Vietnã, Hungria e Marrocos, além de suas bases de produção na China, nos últimos anos. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Yicai Global
17 de maio de 2022
De acordo com a consultoria Gartner, a receita do mercado global de semicondutores aumentou 26,3% em 2021, causado pelo desequilíbrio entre oferta e demanda, mas uma proporção maior se deve ao aumento do preço dos dispositivos semicondutores. Com a desaceleração do maior demandante de semicondutores, incluindo smartphones este ano, o impulso de crescimento desse mercado neste ano virá principalmente de aumentos de preços. A previsão é de que haja uma desaceleração em 2023 e 2024. Sheng Linghai, vice-presidente de pesquisa da Gartner, disse que, embora o mercado geral ainda esteja sem estoque, especialmente em áreas específicas (concentrada em mercados com forte demanda como industrial e automotiva), desde o segundo semestre do ano passado, o mercado de semicondutores começou a ver um excesso de oferta de alguns produtos, principalmente nas áreas de comunicações e celulares. Quanto à indústria chinesa de semicondutores, o limite superior também está subindo. No sistema de fornecimento global, o papel dos semicondutores chineses ainda tem muito espaço para crescimento. Segundo Sheng Linghai, dez anos atrás o limite de renda dos 10 principais fabricantes chineses de semicondutores era de cerca de US$200 milhões, mas até 2021, esse limite foi aumentado para quase US$500 milhões. Durante o ano passado, a maioria das empresas cresceu rapidamente. Ele destacou ainda: “No passado, os fabricantes nacionais entravam no mercado principalmente com baixo custo e participavam de uma competição de baixa dimensão. Agora que eles cresceram até certo ponto, o desafio que enfrentam é que não podem conquistar mais mercados através do ‘follow model’.” Assim, as empresas chinesas de semicondutores devem primeiro encontrar uma maneira de aumentar sua participação de mercado para mais de 10% e, em seguida, considerar se devem continuar a obter mais receita no mercado segmentado ou desenvolver outra faixa. Fonte: 21st Century Business Herald
4 de maio de 2022
A China tem se tornado cada vez mais importante para a Tesla, tornando-se gradualmente a maior base e mercado de produção e comercialização da Tesla. A empresa vai expandir ainda mais a sua capacidade de produção no país, com investimentos na fábrica de Xangai. Perto da fábrica atual, será construída uma nova fábrica, onde espera-se que haja um aumento da capacidade anual de produção de 450 mil unidades, incluindo o modelo 3 e o modelo Y, tornando-se o "maior hub de exportação de automóveis do mundo". Segundo a empresa, além de atender a demanda do mercado chinês, os veículos também serão exportados para a Alemanha e o Japão. Espera-se que a fábrica de Xangai continue a ser a maior base de capacidade da Tesla este ano. Os dados mostram que a fábrica de Xangai acumulou 4841, 3 milhões de unidades entregues em 2021 (incluindo exportações), o que representa 51,7% das entregas globais acumuladas da Tesla em 2021. Após a conclusão da expansão da nova fábrica, a Tesla aumentará a capacidade da fábrica de Xangai para 1 milhão de unidades por ano. Volta aos trabalhos A paralisação da fábrica da Tesla em Xangai por 22 dias foi a mais longa interrupção desde que a Tesla iniciou a produção no final de 2019, deixando de produzir mais de 50 mil veículos. A montadora de carros elétricos afirmou nesta quarta-feira (4), que reiniciou o trabalho em 19 de abril, após 22 dias de inatividade. Tesla enviou uma "carta de agradecimento" ao governo do distrito especial de Lingang, em Xangai. Na carta, Tesla descreve como uma empresa do grupo Lingang organizou ônibus para transportar trabalhadores da Tesla e os 6.000 empregados dos fornecedores para a fábrica e realizou o trabalho de desinfecção necessário. "Eles lutaram por três dias, trabalhando 24 horas por dia, para garantir que os trabalhadores da nossa empresa pudessem voltar para a fábrica", disse Tesla. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Zaker
16 de fevereiro de 2022
A empresa chinesa de veículos elétricos, BYD, acaba de abrir 100 vagas de emprego na fábrica de Campinas, São Paulo. As oportunidades são para atuação principalmente na linha de produção. A BYD funciona no Terminal Intermodal de Cargas, no limite entre Campinas e Sumaré. Das 100 vagas, 55 são para linha de produção. Também há vagas nas áreas de compras, finanças, jurídica, pesquisa e desenvolvimento, pós-vendas, recursos humanos e divisão de veículos de passeio, que incluem engenheiros mecânicos, assistentes e supervisor de vendas. Para as vagas de trabalho linha de produção, o requisito é ter Ensino Médio completo. Pessoas com ou sem experiência nas áreas podem participar do processo seletivo. A empresa não informa sobre salário. Entre os benefícios oferecidos estão: ônibus fretado, alimentação e refeitório. Os interessados devem acessar o site da companhia para enviar currículo clicando aqui (https://jobs.kenoby.com/bydbrasil). Cargos com vagas abertas: Advogado (a) Analista fiscal sênior Analista de hardware sênior Analista de HSE (Saúde, Segurança E Meio Ambiente Analista de infraestrutura júnior Analista de logística Analista de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) Analista de pós vendas Analista de qualidade Analista de recursos humanos sênior Analista de treinamento técnico Analista de vendas pleno Assistente de almoxarifado Assistente de vendas (divisão de veículos de passeio) Assistente de vendas (vendas energy) Banco de talentos energy Comprador (a) internacional sênior Coordenador (a) de produção Engenheiro (a) mecânico (a) Engenheiro (a) de projetos civil sênior Estagiário (a) P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) Mecânico (a) de pós-vendas (empilhadeiras) Supervisor (a) de vendas Técnico (a) de manutenção elétrica e automação Técnico (a) de manutenção elétrica e hidráulica Técnico (a) de processo Fonte: Divulgação
13 de janeiro de 2022
A SANY Heavy Energy abriu sua fábrica inteligente em Nankou, Pequim. É a primeira fábrica inteligente flexível 5G de energia eólica da China e, consequentemente, é a precursora da primeira linha de produção flexível pulsante de energia eólica do país. A fábrica possui equipamentos de automação, como robôs industriais, e adota o modelo de internet industrial “IT + OT” e plataforma de gerenciamento de operação de fabricação (MOM). O IT da internet industrial é de informação e comunicação, e o OT é a indústria de manufatura industrial. O MOM é a plataforma de operação central do gerenciamento de fabricação, que unifica todo o processo. A fábrica possui cinco centros manufatureiros flexíveis e duas linhas de produção flexíveis pulsantes. Uma única linha de produção pode produzir 800 turbinas eólicas em 100 dias. A produção de turbinas eólicas da mesma capacidade em uma fábrica de manufatura inteligente, reduz o número de trabalhadores em 35%, reduz o tempo de produção de 3,5 horas para 2,5 horas e, ao mesmo tempo, reduz a taxa de defeitos dos produtos de 0,26% para 0,14%. Fonte: 36kr, Sina News
22 de outubro de 2021
Recentemente, a Tesla concluiu a construção de um centro de design e desenvolvimento na China, com a produção de novo veículo elétrico. Esse novo carro custará cerca de US$ 25.000 (aproximadamente R$ 141.470,00), e seus principais concorrentes serão o Volkswagen ID.3, Nissan Leaf, e as opções mais baratas Opel Corsa-e e Renault Zoe. As notícias são da mídia InsideEVs. Tesla visa entrar no mercado chinês com preços entre 100.000 a 200.000 yuans. O carro é projetado no território chinês e seu principal mercado-alvo também é a China. Fonte: IT Home; imagem conceitual do carro em desenvolvimento De acordo com a InsideEVs, Tesla já está traçando a cadeira de abastecimento deste carro na China, que será testado ainda no final deste ano. A Tesla primeiro estabeleceu uma fábrica na China, e agora estabeleceu um centro de pesquisa e desenvolvimento. A fábrica da Tesla em Xangai se tornou importante para a empresa. Com a melhoria gradual da cadeia de suprimentos e a produção de modelos mais econômicos para o mercado chinês, a competitividade de mercado da Tesla será ainda melhor, podendo também promover a eletrificação de todo o mercado automotivo. Fonte: IT Home
20 de outubro de 2021
A Foxconn, fabricante chinesa de computadores e componentes eletrônicos, irá construir fábricas de veículos elétricos na Europa, Índia, América do Sul e América do Norte até 2024, disse nesta quarta-feira (20), o diretor-executivo da Foxconn, Liu Young-way. Os negócios da Foxconn aumentaram nos últimos 10 anos, à medida que o mercado de iPhone e smartphones cresceu. Hoje, a empresa coloca os veículos elétricos como um componente-chave da sua estratégia de crescimento. O objetivo da empresa é fornecer peças ou serviços para 10% dos veículos elétricos do mundo entre 2025 e 2027. A Foxconn planeja se tornar uma participante importante no mercado global de veículos elétricos e já fechou acordos com o fabricante de veículos elétricos Fisker e os grupos de petrolíferas da Tailândia. Em maio deste ano, Fisker disse que chegou a um acordo de montagem de automóveis com a Foxconn, com planos para começar a construir fábricas e construir carros nos Estados Unidos no quarto trimestre de 2023. No mês passado deste ano, a PTT assinou um acordo de empreendimento conjunto com a Foxconn. O empreendimento conjunto investido nos próximos seis anos será entre US$ 1 a 2 bilhões para construir uma fábrica na zona leste da Tailândia, que usará tecnologia avançada da Foxconn para produzir veículos elétricos. Recentemente, a Foxconn anunciou que vai comprar a antiga fábrica de caminhões elétricos da General Motors em Ohio por US$ 230 milhões. A transação deve ser concluída nos próximos seis meses. A imprensa estrangeira informou que a Foxconn planeja entrar no mercado de veículos elétricos dos EUA através da aquisição da fábrica de Lordstown Motors em Ohio. Com o acordo, a Foxconn terá acesso a uma fábrica na América do Norte, onde pode construir sua própria plataforma de veículos elétricos e fornecer serviços de fundição para parceiros, incluindo a Fisker. Hoje, o diretor executivo da Foxconn, disse que a fábrica nova que será construída nos EUA irá atender o mercado da América do Sul, mas eventualmente pode ser localizada também no México. O México tornou-se uma importante conexão para a cadeia de suprimentos automotiva e uma base de fabricação chave para a Foxconn. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
15 de outubro de 2021
No dia 15 de outubro, a JAC-NIO concluiu a atualização em fases da linha de produção na base de manufatura avançada de Hefei, fazendo mais preparativos para a introdução de novos modelos e aumento da capacidade de produção. No início deste ano, a Base de Manufatura Avançada da JAC-NIO iniciou uma atualização geral de suas linhas de produção. Como uma parte importante do projeto, a fim de minimizar o impacto da produção, desde 28 de setembro, a NIO tem trabalhado em parceria com a JAC para aproveitar o feriado do Dia Nacional e outros momentos para concluir as principais renovações do corpo, pintura e oficinas de montagem. Entre eles, 101 robôs foram adicionados à oficina e 408 robôs foram ajustados em programas de software. Ao mesmo tempo uma linha de produção de carroceria híbrida de aço-alumínio de alta resistência foi instalada, e duas novas linhas de produção foram construídas na oficina de montagem final. Fonte: IT Home NIO diz que a atual capacidade de produção anual da fábrica é de 120 mil unidades por anos. Depois desses aprimoramentos, ela atingirá uma capacidade de produzir 240 mil veículos e peças anualmente, podendo chegar até 300 mil unidades. De acordo com o plano, a atualização geral da linha de produção será concluída no primeiro semestre de 2022 para atender à crescente demanda do mercado. Fonte: IT Home
18 de agosto de 2021
Uma das maiores fabricantes chinesas, Great Wall Motors (GMW, sigla em inglês), e a Mercedes Benz formalizaram, nesta quarta-feira (18), em São Paulo, um acordo para a aquisição da fábrica em Iracemápolis (SP) pela montadora chinesa. Fonte: Sohu; A imagem refere-se à aquisição entre os membros da Great Wall e da Mercedes, em Baoding - China. Segundo o acordo de aquisição de ativos assinados, o terreno, o galpão, as máquinas e equipamentos etc. da fábrica em Iracemápolis de Mercedes, será tudo transferido para Great Wall. A operação desta vez, é puramente patrimonial e não implicará uma transferência de funcionários. Fonte: Sohu; A imagem refere-se à aquisição ao vivo entre os membros da Mercedes e da Great Wall, em São Paulo - Brasil. Meng XiangJun, executivo da Great Wall, disse que o acordo acelerará o desenvolvimento e a implementação estratégica da Great Wall no mercado Sul-Americano, impulsionando ainda mais a transformação da companhia em uma empresa de tecnologia global. O vice-presidente da Great Wall, Liu Xiangshang, afirmou: “O Brasil é um país que possui o maior território, população e a maior força econômica na América Latina. E posiciona no sétimo lugar do mundo em volume de vendas de veículos e tem um grande potencial no mercado de automóveis. Vemos o Brasil como um importante mercado estratégico no exterior, dedicado a estudar as preferências dos consumidores locais e a evolução do mercado automobilístico”, disse. Liu afirmou ainda que “Com o investimento da Great Wall, além de trazer aos consumidores locais um carro smart, segura e premium, trará também várias oportunidades de trabalho direto ou indireto para o setor local, impulsionando o desenvolvimento de serviços de apoio, pesquisa e desenvolvimento e indústrias afins, promovendo uma maior transformação e atualização da estrutura industrial local e contribuindo com mais impostos para o governo brasileiro.” Com a aquisição da fábrica de Iracemápolis, a Great Wall introduzirá conceitos avançados de produção, gestão de qualidade e ambiental e de gestão baseada na informação, de acordo com os padrões globais de fabricação da Great Wall, transformando a fábrica em uma das bases de produção inteligente da companhia no mundo, e atingindo o mercado doméstico brasileiro e outros países da América do Sul. Espera-se que a entrega da fábrica esteja concluída até o final de 2021. Depois de sua renovação, a fábrica terá capacidade de produção de 100 mil veículos por ano, gerando quase 2 mil empregos locais. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Sohu