10 de outubro de 2022
A fabricante chinesa de veículos elétricos NIO anunciou que só alugará seus carros quando for lançado em quatro mercados europeus neste ano, disse seu CEO, apostando que a flexibilidade será um ponto-chave de venda. Os usuários poderão alugar um carro com uma bateria de 75 quilowatts-hora por 1.199-1.295 euros por mês, dependendo da duração da assinatura. O plano é o último movimento não convencional da empresa, que já permite aos clientes alugar em vez de comprar a bateria - a parte mais cara de um veículo elétrico. Ao invés de carregar seus carros em casa, os consumidores da NIO também podem levá-los a uma estação de troca de bateria para ter um novo powerpack instalado em minutos. Agora, enquanto se prepara para lançar na Alemanha, Holanda, Suécia e Dinamarca, a NIO planeja operar seus negócios nesses países em um modelo de leasing corporativo e assinatura, oferecendo os três modelos disponíveis na China - o ET7, ET5 e EL7. "Não venderemos carros", disse o CEO, William Li, em uma entrevista no novo showroom ' NIO House ' da empresa no centro de Berlim, o primeiro dos nove novos locais do estilo clube de membros a abrir para os fãs do NIO na Europa este ano. Flexibilidade como nova forma A NIO vendeu pouco menos de 250.000 veículos na China e na Noruega desde o início da produção em 2018. Os preços variam de cerca de 50.000-70.000 euros, dependendo da gama do carro e se os clientes compram ou alugam a bateria. Até agora tem funcionado com base no make-to-order, criando produtos sob medida para os clientes e mantendo o estoque baixo. A NIO vai se ater às vendas diretas nos mercados existentes em parte devido à tributação menos atraente sobre os modelos de assinatura na Noruega e restrições em torno das placas de carro na China, disse Li. A NIO está enfrentando a concorrência na China de um número cada vez maior de empresas e startups da Xpeng para a Hozon e a Leapmotor, bem como de fabricantes maiores como a chinesa BYD e a Tesla. Na Europa, ele perseguirá a Tesla e a Volkswagen para ocupar o primeiro lugar nas vendas de EV. O plano é instalar pelo menos 120 estações de troca de baterias na Europa até o final do próximo ano, disse Li, acrescentando que não se tratava tanto do investimento financeiro, mas do tempo e da burocracia necessários para fazê-lo. A empresa abriu sua primeira fábrica para fabricar estações de troca na Hungria no mês passado, e consideraria produzir baterias na região assim que atingisse as vendas de baterias na Europa equivalentes a cerca de 10 gigawatts-hora, disse Li. "A vantagem de nosso negócio de separar o carro da bateria é que podemos alcançar economias de escala para as baterias mais rapidamente do que os carros", disse Li. "Quando atingirmos 10 gigawatts-hora, consideramos a localização da produção". Na China, onde essa meta já foi atingida, uma equipe de cerca de 700 pessoas está trabalhando na produção interna de baterias, permitindo que a empresa assuma o controle de seu fornecimento de baterias. Enquanto isso, a NIO está procurando outros parceiros além de seu fornecedor atual, CATL, disse Li, acrescentando que o objetivo era ter novas parcerias asseguradas no próximo ano. "A longo prazo, acreditamos que qualquer empresa de ponta da indústria automotiva terá em breve produção interna de baterias", disse Li. A receita da NIO cresceu 22% no segundo trimestre de um ano atrás, enquanto sua perda líquida mais que quadruplicou para o equivalente a US$ 410 milhões. Ela entregou pouco menos de 32.000 veículos em setembro, um aumento de 29,3% em relação ao ano anterior. Os problemas da cadeia de abastecimento na China devido aos bloqueios da COVID-19 em agosto diminuíram mais rapidamente do que o esperado, disse Li. Fonte: The Paper
29 de setembro de 2022
O 50º trem de carga "Shanghai Express" China-Europa deixou a cidade de Xangai, nesta quinta-feira (29), para Hamburgo e Duisburg, na Alemanha. O trem com 50 contêineres carregados de peças de automóveis, peças de máquinas, produtos cerâmicos e outras mercadorias, partirá da estação ferroviária de Minhang, em Xangai, atravessando a cidade de Korgas, Região Autônoma Uigur de Xinjiang, e passando pela cidade de Małaszewicze, no leste da Polônia até chegar em Hamburgo e Duisburg, na Alemanha. Com a partida do 50 º trem, o trem "Jinbo", que está a milhares de quilômetros de distância, também partiu ao mesmo tempo, saindo de Hamburgo, Alemanha. Já é o segundo ano consecutivo que as exposições da China International Import Expo (CIIE) viajam de Hamburgo para Shanghai com o trem de carga "Jinbo" China-Europa. A Orient International Holding Shanghai Foreign Trade Co., Ltd. informou que 14 contêineres cheios de produtos a serem expostos na CIIE estão a caminho via Polônia, Belarus, Rússia, e chegará no porto terrestre chinês de Manzhouli, na Região Autônoma da Mongólia Interior da China do norte, em Xangai em 22 dias. Os produtos incluem peças automotivas, componentes mecânicos e fluidos de limpeza concentrados. Desde seu lançamento em 28 de setembro de 2021, o trem de carga "Shanghai Express" China-Europa é aclamado como uma "frota de camelos de aço" por seu crescimento contínuo, de longa duração e constante. Durante um ano, o trem de carga "Shanghai Express" China-Europa operou um total de 50 trens, transportando 2.518 contêineres (4.950 TEUs), com um peso total de carga superior a 37.300 toneladas e um valor de carga superior a 1,637 bilhão de yuans, alcançando uma cobertura total da rota China-Europa, da rota China-Rússia e da rota da Ásia Central, com cargas enviadas para 20 destinos em 6 países, respectivamente. Em breve, o trem de carga "Shanghai Express" China-Europa irá realizar um grande avanço no transporte de uma série de produtos representados por veículos de novas energias. Isso impulsionará o intercâmbio de pesquisa e desenvolvimento, fabricação, tecnologia, cultura e campos de circulação na Região do Delta do Rio Yangtzé, tornando-se um "motor" da transição tecnológica. Fonte: The Paper
24 de março de 2022
Recentemente, a BYD e a Shell assinaram um acordo de parceria estratégica global para promover a transição energética e aprimorar a experiência de carregamento dos usuários de veículos elétricos puros (BEV) e veículos elétricos híbridos plug-in (PHEV) da BYD. BYD disse que os dois lados iniciarão a parceria na China e na Europa primeiro, com planos para expandir para o mundo todo. A parceria entre BYD e a Shell atuará em diversas áreas, como o estabelecimento de uma parceria de Provedores de Serviços de Mobilidade (MSPs) na Europa. A Shell fornecerá serviços de associação para clientes pessoais e empresariais de BYD no futuro, cobrindo mais de 275 mil terminais de carregamento em sua rede. BYD e a Shell também desenvolverão solução de frota e serviços de cobrança dedicados para clientes de BYD na Europa. As duas partes buscarão oportunidades para fornecer soluções abrangentes de energia doméstica, como integração fotovoltaica, dispositivos de armazenamento de energia doméstica e soluções de carregamento de veículo. As duas empresas pretendem construir em conjunto um centro de serviços de veículos elétricos BYD-Shell nos principais mercados europeus, a fim de oferecer aos clientes mais oportunidades de experimentar a tecnologia de ponta da BYD. BYD e Shell pretendem conduzir uma cooperação global em P&D nas áreas de desempenho de baterias e carregamento líder do setor. A empresas também planejam formar uma joint venture para desenvolver uma rede de carregamento de veículos elétricos na China. Espera-se que a joint venture opere mais de 10 mil terminais de carregamento de EV em Shenzhen, com planos de expansão para outras cidades da China no futuro. Fonte: IT Home
14 de março de 2022
A montadora chinesa Xpeng Motors anunciou nesta segunda-feira (14) que se tornou membro das três principais associações automotivas europeias: AVERE (Associação Europeia para Mobilidade Elétrica), RAI Vereniging (Associação Holandesa da Indústria Automotiva) e BIL Sweden (Associação Sueca da Indústria Automotiva). “Agradecemos o compromisso sincero da Comissão Europeia com a neutralidade de carbono e transporte sustentável, por isso também estamos muito satisfeitos por ser um participante ativo na transformação da mobilidade europeia através do poder das associações da indústria”, disse He Liyang, vice-presidente da Xpeng. Em fevereiro deste ano, a Xpeng Motors abriu sua primeira loja de experiência direta da marca na Suécia. A segunda loja de experiência desembarcou na Holanda em março. Fonte: Zaker Ao mesmo tempo, a Xpeng chegou a um acordo de cooperação estratégica com o principal grupo de revendedores europeus: Emil Frey NC Group da Holanda e Bilia Group da Suécia, com o objetivo de promover a rápida introdução da Xpeng Motors como um modelo superior para o mercado local. Por que tanta ênfase no mercado europeu? Impulsionados pela política de transição verde da União Europeia, muitos países, incluindo Alemanha, Reino Unido, França e outros países, implantaram novas políticas de subsídio de veículos de nova energia (NEV) há alguns anos, o que promoveu o crescimento contínuo das vendas, e o mercado europeu se tornou o maior mercado de NEVs. Fonte: Zaker NIO, Li Auto, BYD, ORA e outras montadoras fizeram da Europa uma importante parada para sua estratégia para o mercado exterior, somado com os modelos populares da Tesla e da Volkswagen, pode-se imaginar a concorrência enfrentada pela Xpeng Motors. No entanto, diante da concorrência acirrada, a Xpeng ainda estabeleceu uma meta de vendas relativamente alta, com o objetivo de longo prazo de que metade das vendas de seus veículos seja para mercado além da China. Xpeng Motors entregou um total de 6.225 unidades em fevereiro de 2022, um aumento anual de 180%. Entrando em detalhes de entregas de modelos, foram 3.537 unidades de Xpeng P6 vendidas, um aumento de 151% em relação ao ano anterior. Fonte: IT Home; Zaker
18 de maio de 2021
A Xiaomi ficou em primeiro lugar no mercado de smartphones em 12 países ao redor do mundo no primeiro trimestre de 2021, segundo um comunicado divulgado por Lu Weibing, CEO do Departamento Regional e Internacional da Xiaomi, nesta terça-feira (18). (Fonte: IT Home; imagem mostra os países em que a Xiaomi ficou em primeiro lugar) Neste período, os 12 países em que a Xiaomi ficou em primeiro lugar no mercado são Espanha, Rússia, Polônia, Bielorrússia, Ucrânia, Croácia, Lituânia, Malásia, Índia, Nepal, Mianmar e Colômbia. Além disso, a Xiaomi também apresentou bons resultados em outras regiões, onde no mercado de smartphone da Europa subiu para 2º lugar. A empresa permaneceu em primeiro lugar na participação no Europa Oriental por dois trimestres consecutivos, enquanto na Europa Ocidental permanece em 3º lugar. Já no mercado espanhol, a Xiaomi está no quinto trimestre seguido em 1º lugar do mercado. De acordo com a IT Home, Xiaomi continua a investir tanto no mercado doméstico quanto internacional, no trimestre passado, último trimestre de 2020, a participação do mercado global de smartphone da Xiaomi atingiu 3º lugar no mundo, voltando a posição depois de 6 anos. O que favoreceu o retorno da Xiaomi ao 3º lugar foi justamente o mercado internacional, especialmente a região europeia. A Europa representa o mercado de celulares topo de linha de última geração, nos últimos anos. A Xiaomi tem conquistado este mercado, e o preço médio de venda vêm aumentando. Um exemplo é o Mi 9, que no mercado nacional chinês tem preço inicial de 2999 yuans, e é vendido por 499 euros no exterior (cerca de 3800 yuans). O Mi 10 tem preço inicial de 3999 yuans na China e 790 euros no mercado internacional (cerca de 6251 yuans). Consolidar sua participação no mercado com celulares topo de linha, ao mesmo tempo mantendo o preço baixo dos seus aparelhos, são as missões mais importantes para a Xiaomi construir a imagem de uma marca de celulares de alto padrão a custo baixo no mercado exterior. Fonte: IT Home
8 de abril de 2021
De acordo com os dados da plataforma de e-commerce internacional, AliExpress, em 2020, as escovas de dentes elétricas da China tiveram um rápido crescimento no mercado europeu, Oriente Médio e outros mercados estrangeiros. Entre eles, a taxa de crescimento anual do produto na França foi de mais de 140%, o crescimento na Alemanha foi de 160%, na Polônia foi de 90% e na Arábia Saudita foi de mais de 420%. No mercado chinês, a escovas de dentes elétricas, que antes eram "produtos importados", estão se tornando uma forte variedade de "produtos exportados" fabricados na China. Por um lado, isto se deve ao excelente desempenho da cadeia de fornecimento da China, oferecendo a mesma qualidade dos produtos com apenas metade do preço dos produtos estrangeiros. "Nos últimos anos, as escovas de dentes elétricas estão se transformando cada vez mais populares na medida que os consumidores prezam mais pela higiene bucal. A partir de 2020, a taxa de penetração das escovas de dentes elétricas atingiu cerca de 10%, e ainda há espaço para um aumento significativo no futuro, o que levou os fabricantes a continuarem a investir recursos nesta área", disse Yang Jiajia, analista de mercado de eletrodoméstico da AliExpress. Empresas de escovas de dente elétricas da China Como o maior fabricante de escovas de dentes elétricas da China, Wang Jing, chefe de comércio eletrônico transfronteiriço da “Seago”, disse para a mídia 21st Century Business Herald (21 CBH) que o mercado internacional de escovas de dentes elétricas da China estava crescendo drasticamente no ano passado, e as vendas de seus produtos nas plataformas de e-commerce haviam triplicado, com a agenda da produção programada para dois a três meses depois. “Oclean”, uma marca de escovas de dentes elétricas que só começou a vender em 2018, é uma nova entrante no mercado, porém, ela conseguiu vender seus produtos para 110 países em três anos, com suas vendas online e offline aumentando quase nove vezes em 2020 e mais de dez vezes na plataforma de varejo internacional Aliexpress. Wang Jing introduziu que, com a mesma qualidade, o preço das escovas de dentes elétricas domésticas é cerca da metade das marcas estrangeiras. "Por exemplo, as escovas de dentes elétricas Philips e Oral-B são vendidas por mais de US$80 no exterior, e as marcas nacionais geralmente podem ser vendidas por US$30 a US$50. Na verdade, a maioria das marcas internacionais também são feitas na China, e não há diferença na qualidade. E a velocidade de chegada é a mesma a partir do envio direto da China ou de um armazém no exterior". Fonte: 21 st Century Business Herald
20 de novembro de 2020
Devido à pandemia, as bicicletas chinesas estão tendo novamente um aumento drástico nas vendas. Segundo Luo Lu, gerente geral da Shanghai Phoenix Import and Export Co., muitos revendedores com medo de escassez no estoque, estão fazendo pedidos diretos para o próximo ano. “Não se espera que as encomendas diminuam no próximo ano", disse aos repórteres da 21st Century Business Herald (CBH). Outra empresa de bicicletas, Yi Lu Da, também está enfrentando grande demanda do mercado externo. "Nossos pedidos de bicicletas de junho a setembro em comparação com o ano passado aumentaram 10 vezes, o valor das vendas é 13 vezes mais do que o mesmo período do ano passado. Só no mês de setembro, recebemos pedidos de 7 milhões de yuans, cerca de 20.000 bicicletas!", disse Li Qing, responsável da Yi Lu Da, ao CBH. (Indústria da Phoenix Import and Export Co trabalhando) Com a nova onda da COVID-19 nos países ocidentais, houve um aumento dos números de pessoas que praticam o esporte. O fomento ao hábito de ciclismo e os subsídios e encorajamento de alguns governos, levaram ao um aumento das vendas das bicicletas chinesas. Dados da Plataforma Internacional da Alibaba mostram que a GMV (Volume Bruto de Mercadoria) duplicou durante seis meses consecutivos comparado com o ano passado, e os pedidos de outubro aumentaram 220% em relação ao ano passado. Li Qing espera que a Yi Lu Da possa chegar a 50 milhões de faturamento neste ano. Pedidos recebidos em novembro foram agendados para o próximo mês de abril de 2021. Os custos de exportação das bicicletas Phoenix e Yi Lu Da subiram cerca de 50% em comparação com o período antes da pandemia, mas os preços de varejo no exterior aumentaram várias vezes. "Em comparação com nosso preço de fábrica, os preços de varejo das bicicletas no exterior aumentaram cerca de cinco vezes", disse Luo Lu. Outra razão pela qual as bicicletas chinesas estão crescendo no ocidente é que as fábricas deles estão fechando e o fornecimento de peças de bicicletas está sendo dificultado. Como um grande país fabricante e consumidor de bicicletas, a China produz mais de 70% das bicicletas do mundo, com uma cadeia industrial completa desde peças até a montagem de bicicletas, indústria complementares madura e fornecimento estável de trabalhadores qualificados. (Operários da indústria de Yi Lu Da trabalhando com horas extras) De acordo com Luo Lu, a atual capacidade de produção de bicicletas da China é de 70-80 milhões de unidades, e a capacidade de produção global é de 106 milhões de unidades, e nos últimos anos, as exportações de bicicletas da China têm se mantido estáveis entre 56 milhões e 59 milhões de unidades. De acordo com a Associação de Bicicletas da China, a produção de bicicletas em 2019 é de 65 milhões de unidades, enquanto a produção de bicicletas elétricas é cerca de 36,1 milhões de unidades. Na Conferência da Indústria de Bicicletas da China de 2019, Liu Suwen, presidente da Associação de Bicicletas da China, apresentou que as bicicletas chinesas, bicicletas com assistência elétrica e bicicletas elétricas já acumularam exportações de mais de 1 bilhão de unidades, exportando para mais de 160 países. Fonte: 21caijing Fonte da Foto: 21st Century Business Herald
9 de novembro de 2020
O Instituto de Economia de Oxford divulgou seu relatório "Huawei's Economic Impact on Europe", observou que as operações da Huawei na Europa geraram 16,4 bilhões de euros em benefícios econômicos no exercício de 2019. Além disso, segundo o relatório, criaram-se cerca de 224.300 empregos e 6,6 bilhões de euros em impostos, seja diretamente ou através de sua cadeia de fornecimento. Na cerimônia "Huawei Innovation Day", Pete Collings, Chefe da Consultoria de Impacto Econômico da Europa e Oriente Médio do Instituto de Economia de Oxford, explicou que a Huawei empregava 13.800 pessoas na Europa em 2019, um aumento de quase 30% em relação a 2015, enquanto "estimamos que, de 2015 a 2019, as compras da Huawei a fornecedores europeus estiveram próximas de 31 bilhões de euros, o que inclui tanto as necessidades de fornecimento local da Huawei na Europa quanto as necessidades de fornecimento global. Destes 31 bilhões de euros, 30% foram feitas no ano 2019, refletindo o aumento contínuo das compras da Huawei aos fornecedores europeus". Em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a Huawei está em quinto lugar, de acordo com o Ranking de Investimento em P&D Industrial da UE (União Europeia) de 2018/2019. É relatado que, desde 2010, os 23 laboratórios da Huawei acumularam investimentos em P&D de mais de US$ 1 bilhão. E no ranking de registro de patentes do ano 2019 do Instituto Europeu de Patentes (EPO, sigla em inglês), a Huawei ficou em primeiro lugar. Liu Kang, representante-chefe da organização Huawei na UE, disse: "Em 2019, a contribuição direta da Huawei ao PIB da Europa é de 2,8 bilhões de euros, com uma taxa média de crescimento de 11,4% nos últimos cinco anos. No período excepcional de 2020, a Huawei está garantindo o funcionamento estável e seguro das redes virtuais na Europa para atender às necessidades das pessoas de escritório e educação on-line. A Huawei vem se desenvolvendo na Europa há duas décadas, criando raízes locais e trabalhando em conjunto para promover o desenvolvimento industrial". Fonte: 21caijin
30 de outubro de 2020
Recentemente o número de casos confirmados por dia da covid-19 atingiu um novo recorde na Europa. Atualmente, as pessoas já estão acostumadas com o home office, mas a reação que tiveram com o isolamento social foi bem diferente comparado com a primeira vez. Agora, elas estão comprando mais móveis para melhorar e diferenciar o ambiente de vida e trabalho. Os consumidores franceses escolheram a compra online porque as lojas e supermercados físicos na França estão com falta de estoques e o e-commerce foi uma das poucas formas de adquirir os produtos no momento. As exportações de móveis crescem drasticamente na China, as empresas expandem a capacidade de produção Afetada pelo fechamento de lojas no exterior, em março-abril deste ano, a Home bound Economy (termo surgido para ilustrar o consumo da vida home office) está voltando ao exterior, gerando um boom ainda maior nas compras online. A plataforma de comércio internacional da Alibaba, Aliexpress, por exemplo, em setembro, as vendas de móveis grandes aumentaram 3 vezes comparado com o ano passado. As vendas de cadeiras de escritório na Europa dispararam 500%, as vendas de sofás aumentaram mais de 200%, equipamentos de iluminação interna aumentaram mais de 50%, as lâmpadas UV germicidas aumentaram quase 200% ao ano. Além de móveis e lâmpadas, outras categorias domésticas também obtiveram crescimento acentuado. No mercado francês, houve um grande procura por luzes de suporte para o cultivo de vegetais, esta categoria aumentou 129%. A epidemia também estimulou o fenômeno de DIY (design próprio), os equipamentos para a atividade como mini motosserras aumentaram 258%; os utensílios de panificação, de café na França também tiveram um crescimento de 50% e 150%, respectivamente. O líder da categoria de indústria de móveis da AliExpress, Ding Huiying, disse aos repórteres da 21st Century Business Herald (CBH), que o aumento das exportações de móveis foi um imprevisto, muitos pedidos de fábrica foram agendados para o ano seguinte. Isso aconteceu, pois após o controle efetivo da epidemia da China, as exportações de manufaturados da China apresentaram flexibilidade; por outro lado, a China é o maior produtor mundial de móveis, a capacidade de produção foi responsável por mais de 25% da participação global. É também o maior exportador de móveis. Encomendas do comércio exterior migram de offline para online Foi relatado que em 28 de outubro, foi estabelecido em Foshan o primeiro armazém de contêineres de exportação de produtos de grande escala em peso e tamanho, o que supre a ineficiências da logística de exportações para produtos acima de 30 kg. Agora os comerciantes podem parear entre eles e montar um container para exportar juntos os produtos, dessa forma estimam que os custos logísticos podem ser reduzidos de até 70%. Ding Huiying explicou que no futuro, sejam compras de motocicletas elétricas, camas, sofás e outros itens com grande escala de peso e de tamanho, ou banheiras chinesas, banheiros, azulejos e outras mercadorias frágeis, podem ser adquiridos com um clique e a distribuição do produto acontecera através dos produtos estocados nos armazéns. Ela apresentou também que neste ano, no evento da Double Elevem, a Aliexpress e a empresa logística CAINIAO irão preparar 300 aeronaves para exportar as mercadorias chinesas ao redor do mundo, com uma frequência em média de 20 aeronaves a cada 2 semanas. Fonte: 21caijin
22 de outubro de 2020
A Vivo estendeu sua base para o mercado europeu, introduzindo-se em seis países europeus – França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha e Reino Unido. A Vivo anunciou na terça sua parceria com a União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) para os dois próximos campeonatos. Com grande entrada, a Vivo está enviando seu produto especial, Flagship x5 5G para o mercado europeu. Os principais recursos do smartphone incluem uma câmera principal montada no estabilizador de celular gimbal que possui um sistema de estabilização de imagem inovador e captura constante de imagens e vídeos. A linha intermediária, a série Vivo Y - Y70, Y20s e Y11s - também é destacada como produtos essenciais para a Vivo na Europa, pois 62,5% de todos os smartphones vendidos na Europa estão na faixa de 300 euros, abaixo da faixa de preço. A série Y apresenta um forte desempenho da bateria e atende principalmente o público mais jovem com orçamento limitado. Fonte: Pandaily