20 de abril de 2022
O Escritório Municipal de Estatísticas de Pequim e a Equipe de Pesquisa de Pequim, anunciaram na tarde desta quarta-feira (20/04), o os principais dados estatísticos de Pequim no primeiro trimestre deste ano. De acordo com os resultados contábeis unificados do PIB regional, o produto interno bruto (PIB) da cidade atingiu 941,35 bilhões de yuans, cerca de US$ 145,89 bilhões na cotação atual, um aumento anual de 4,8%, e 0,1 ponto percentual acima da taxa média de crescimento em 2020 e 2021. Separando por indústrias, o valor agregado da indústria primária foi de US$ 220,07 milhões, 6,7% maior do que o mesmo período do ano passado. Já a indústria secundária foi de US$ 20,43 bilhões, um aumento anual de 6,2%. Por fim, a indústria terciária gerou um valor agregado de US$ 125,23 bilhões, aumento de 4,5%. Fonte: The Paper Leia também: China continua contribuindo para a economia global mesmo com cenários difíceis
24 de janeiro de 2022
De acordo com os resultados estatísticos da pesquisa por amostragem de turismo doméstico na China, em 2021, o número total de turistas domésticos foi de 3,246 bilhões, um aumento de 367 milhões, ou 12,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O volume de turismo recuperou para 54% referente a 2019. Esses números podem ser divididos em residentes urbanos e rurais, em que o primeiro são 2,342 bilhões, um aumento de 13,4%, enquanto aqueles que vivem na zona rural são 904 milhões, aumento de 11,1%. A receita do turismo doméstico foi de US$ 460,9 bilhões (2,92 trilhões de yuans), aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, restaurando para 51% de 2019. O consumo per capita em viagens foi de 899,28 yuans, um aumento de 125,14 yuans, ou 16,2%, comparado com o ano passado. Fonte: The Paper
22 de setembro de 2021
Recentemente, a China divulgou a lista de megacidades e superdacidades do país. O “Gráfico Estatístico de Desenvolvimento Econômico e Social: Censo Chinês 2020 sobre as informações básicas da população de megacidades e supercidades”, fornecido pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China (NBS, sigla em inglês), foi publicado na 18 a edição da revista “Qiushi” em 2021. De acordo com os dados do Censo 2020, no total são 7 megacidades: Shanghai, Beijing, Shenzhen, Chongqing, Guangzhou, Chengdu e Tianjin (classificadas por população urbana). As 14 supercidades são: Wuhan, Dongguan, Xi’an, Hangzhou, Foshan, Nanjing, Shenyang, Qingdao, Jinan, Changsha, Harbin, Zhengzhou, Kunming, Dalian (em ordem de população urbana). Entre eles, a Wuhan está a apenas 50 mil pessoas do limiar de uma megacidade. Segundo o NBS, as cidades com uma população urbana permanente de 10 milhões ou mais são megacidades, enquanto as cidades com uma população urbana permanente de 5 milhões ou menos de 10 milhões são zonas rurais. Enquanto a área urbana refere-se ao distrito municipal e cidades não-distritos, a construção real do distrito, residência municipal ligada à área do conselho de moradores e outras áreas, excluindo a cidade e o campo. Anteriormente, de acordo com o mais recente Anuário Estatístico de Construção Urbana de 2019, publicado pelo Ministério de Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural da China (MOHURD, sigla em inglês) no final de 2020, existem 6 cidades que atendem aos padrões de “megacidades” da China, que são: Shanghai, Beijing, Chongqing, Guangzhou, Shenzhen e Tianjin. As 10 cidades que se adequavam aos critérios naquela época são: Dongguan, Wuhan, Chengdu, Hangzhou, Nanjing, Zhengzhou, Xi’na, Jinan, Shenyang e Qingdao. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: Zaker; The Paper
19 de março de 2021
O ranking de renda anual disponível per capita (ou renda disponível) de 19 cidades chinesas foi divulgado em 18 de março. Shanghai manteve sua posição de liderança e é a primeira cidade chinesa que possui uma renda disponível superior a 70.000 yuans (US$10.754,34). Segundo os relatos, a renda disponível é a média de rendimento com impostos cobrados já subtraídos. A renda disponível dos residentes de Zhengzhou (capital da província de Henan) foi de 36.661 yuans (equivalente a US$5.632,36), tendo um aumento de 2,0% comparando com o ano anterior. E dos habitantes de Xi’na (capital da provínica de Shaanxi), o valor foi de 35.783 yuans (US$5.497,47), o crescimento foi de 5,0%. De acordo com Instituto de Estatísticas de Shanghai, em 2020, a renda disponível dos habitantes da cidade foi de 72.232 yuans (US$11.097,25), houve um crescimento de 4,0% comparando com a estatística referente ao ano de 2019. Assim, Shanghai torna-se a primeira cidade chinesa que possui uma renda disponível superior a 70.000 yuans (US$10.754,34). Segundo Sun Bushu, vice-presidente da Associação Huanan Chengshi Yanjiu, Shanghai é o centro econômico e oferece várias oportunidades de empregos de colarinho branco (cujo trabalho é intensivo em conhecimento profissional) de classe média. Como o setor financeiro é um importante componente da estrutura econômica de Shanghai, e a cidade possui também diversas empresas estrangeiras, a renda média dos trabalhadores dessas empresas é relativamente alta. Alguns especialistas afirmaram que, com as estatísticas, é possível perceber que o PIB per capita de algumas cidades é alta, mas a renda disponível é baixa. Isso significa que essas cidades não só devem atrair mais investimentos, mas também é preciso melhorar a qualidade do seu desenvolvimento econômico, para que os habitantes se beneficiam mais desse crescimento da cidade. (Fonte: 21st Century Business Herald, Statistical Communique, Statistical Yearbook) Em 2020, por causa da pandemia, a taxa de crescimento da renda disponível desacelero em todos os lugares. No entanto, as 19 cidades e/ou novas cidades de primeiro nível conseguiram manter o seu ritmo. Cinco das 19 anunciaram a renda disponível urbana e rural, que foram as cidades Guangzhou, Chengdu, Wuhan, Shenyang e Hefei. Dentre elas, Guangzhou possui maior renda disponível. As outras 14 cidades publicaram a renda geral dos seus habitantes. Shanghai manteve a sua posição de liderança, e é seguida pela Beijing. No entanto, vale destacar que, mesmo sendo as duas cidades mais ricas da China, em 2020, também tiveram diminuição nos gastos de consumo per capita. Sun Bushu apontou que isso é devido à maior vontade de investimento das pessoas, que tendem optar pela compra de imóveis, ações e fundos ao invés de bens de consumo. Oito das 19 cidades possuem renda disponível acima de 60.000 yuans (US$9.218,01), mas existem também cidades que estão com a média de 30 a 40 mil de yuans (US$4.609 a US$6.145,34). E por que existe essa grande diferença de renda disponível entre as cidades? Sun Bushu disse que a chave dessa diferença são as indústrias emergentes, como setores relativos a finança e internet. Além disso, Sun Bushu acredita que as cidades de primeiro nível devem investir na inovação. Enquanto as novas cidades de primeiro nível, que estão num estágio mais incremental, devem investir na infraestrutura e em profissionais mais especializados. Fonte: 21st Century Business Herald
18 de janeiro de 2021
De acordo com os dados do Escritório Nacional de Estatísticas da China, divulgado em 18 de janeiro, o Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2020 foi de 101,5986 trilhões de yuans, um crescimento de 2,3% em relação ao ano anterior. O PIB per capita em 2020 dos residentes do país foi de 32.189 yuans, um aumento nominal de 4,7% anual, ou 2,1% em termos reais, após dedução dos fatores de preço, ligeiramente inferior à taxa de crescimento do PIB. De acordo com os dados históricos, o PIB analisado por trimestres caiu 6,8% anualmente no 1° trimestre. No 2° trimestre, 3° trimestre e 4° trimestre, tiveram crescimento respectivo de 3,2%, 4,9% e 6,5%. Analisando por setor da economia, o valor agregado da indústria primária foi 7,775 trilhões de yuans, 3% acima do ano anterior. O valor agregado da indústria secundária foi de 38,425 trilhões de yuans, 2,6% acima. Já o valor agregado da indústria terciária foi de 55,397 trilhões de yuans, 2,1% acima. Produção de Grãos A produção de grãos atingiu um novo recorde. A produção total de grãos do país para o ano foi de 669,49 milhões de toneladas, 0,9% acima do ano anterior, com um aumento de 5,65 milhões de toneladas. Produção Industrial A produção industrial está em contínuo desenvolvimento, os setores de alta tecnologia e fabricação de equipamentos são os que crescem mais rápidos. Durante o ano inteiro, o valor agregado das indústrias acima da escala nacional (padrão estabelecido pela China para classificar as empresas de diferentes portes) aumentou em 2,8% em relação ao ano anterior. Setor de serviço Recuperação gradual do setor de serviços. De janeiro a novembro de 2020, a receita das empresas de serviços acima da escala aumentou 1,6% ao ano. Comércio no mercado doméstico As vendas no mercado se recuperaram mais rapidamente e a taxa de crescimento das vendas de bens de consumo acelerou. O total de vendas de bens de consumo no varejo para o ano foi de 3.981,8 bilhões de yuans, 3,9% abaixo do ano anterior. Comércio Exterior Crescimento positivo no comércio exterior. O total de importação e exportação de mercadorias para o ano foi de 32,155 trilhões de yuans, um aumento de 1,9% anualmente. Entre eles, as exportações foram de 17,932 trilhões de yuans, 4,0% acima; as importações foram de 14,223 trilhões de yuans, 0,7% abaixo. O balanço entre importação e exportação foi de 3,709 trilhões de yuans. Fonte: 21caijing;
17 de novembro de 2020
Crescimento estável e rápido da indústria Em outubro, o valor agregado industrial do país das indústrias com receita anual acima de 20 milhões de yuans (resumido em “acima da escala” por seguinte) cresceu 6,9% em relação ao ano anterior, um aumento de 0,78% em relação ao mês anterior. De janeiro a outubro, o valor agregado industrial do país de indústrias acima da escala cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, 0,6 pontos percentuais mais rápido do que de janeiro a setembro. As empresas estatais de capital aberto cresceram 5,4% em relação ao ano anterior, empresas privadas de capital aberto teve um aumento de 6,9%, empresas estrangeiras e de Hong Kong, Macau e Taiwan cresceram 7,0%; as empresas privadas cresceram 8,2%. As empresas do setor de mineração cresceram 3,5% em relação ao ano passado. A indústria manufatureira cresceu 7,5%; fornecedores de eletricidade, calor, gás e água aumentaram em 4%. Em outubro, o valor agregado da indústria de fabricação de equipamentos aumentou 10,8% em relação ao ano anterior, 3,9% mais rápido que o das indústrias acima da escala. Em termos de produtividade, veículos de energia nova, robôs industriais, máquinas de escavação e transporte, equipamentos de microcomputadores, produção de circuitos integrados aumentou em 94,1%, 38,5%, 30,2%, 28,0%, 20,4% respectivamente em relação ao ano anterior. Aceleração da recuperação do setor de serviços e bom crescimento da indústria de serviços modernos Em outubro, o índice de produção da indústria nacional de serviços aumentou 7,4% em relação ao ano anterior, 2,0 pontos percentuais acima de setembro. De janeiro a outubro, o índice de produção da indústria de serviços diminuiu 1,6% em relação ao ano anterior, o índice diminuiu 1,0 pontos percentuais de janeiro a setembro. Observando as principais indústrias, em outubro, as indústrias imobiliárias, transporte, armazenamento e serviços postais aumentaram 9,9%, 9,2% e 8,4% respectivamente, 3,4, 3,1 e 1,9 pontos percentuais mais rápido do que em setembro. A produção do aluguel e serviços comerciais teve a primeira taxa positiva nos últimos anos, o índice de produção das hotelarias e catering continuam a diminuir. O índice de atividade comercial de transporte ferroviário, transporte aéreo, hospedagem e catering, cultura, esportes e entretenimento localizam-se acima da faixa de expansão de 59,0%; o índice de atividade empresarial de atacado e varejo, proteção ecológica e governança ambiental continuou acima do ponto crítico. As expectativas desses mercados, o índice de atividade comercial esperada do setor de serviços é de 62,2%. De janeiro a setembro, a receita comercial das empresas do setor de serviços acima da escala caiu 1,0% ano a ano, diminuindo 1,5 pontos percentuais de janeiro a agosto; entre elas, a receita comercial da transmissão de informações, software e serviços de tecnologia da informação aumentou em 12,1%. As vendas no mercado continuam a crescer, a taxa de crescimento da receita do setor de restaurantes passa a ser positivo Em outubro, as vendas totais de bens de consumo no varejo aumentaram 4,3% em relação ao ano anterior para 3.85 trilhões de yuans (R$ 3.15 trilhões), 1,0 ponto percentual acima de setembro, e 0,68% em relação ao ano anterior. De janeiro a outubro, as vendas totais de bens de consumo no varejo foram de 31,19 trilhões de yuans (R$ 2,54 trilhões), 5,9% abaixo do ano anterior, 1,3 pontos percentuais abaixo do que em janeiro a setembro. Em outubro, as vendas de bens de consumo no varejo em área urbana foi de 3.349,8 bilhões de yuans, um aumento de 4,2%, vendas de bens de consumo no varejo em área rural de 507,8 bilhões de yuans (R$ 414,78 bilhões), um aumento de 5,1%. A receita de alimentos e bebidas foi de 437,2 bilhões de yuans (R$ 357,11 bilhões), acima de 0,8%, taxa de crescimento passou a ser positivo pela primeira vez no ano. Cosméticos, joias e bens automotivos cresceram 18,3%, 16,7% e 12,0%, respectivamente, em relação ao ano anterior. De janeiro a outubro, as vendas de varejo online do país aumentaram 9,12 trilhões de yuans (R$ 7,45 trilhões), um aumento de 10,9% em relação ao ano anterior, 1,2 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro a setembro; entre elas, as vendas de varejo online de bens físicos aumentaram 16,0%, 0,7 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro a setembro, respondendo por 24,2% do total das vendas de varejo de bens de consumo. Os investimentos em ativos fixos retomam de forma constante e a estrutura de investimentos continua a melhorar No período de janeiro-outubro, o investimento em ativos fixos do país (excluindo as famílias rurais) cresceu 1,8% em relação ao ano anterior, 1,0 pontos percentuais mais rápido do que em janeiro-setembro; em outubro, cresceu 3,22% em relação ao ano anterior. O investimento em infraestrutura cresceu 0,7% em relação ao ano anterior, 0,5 pontos percentuais mais rápido que em janeiro-setembro; o investimento em manufatura caiu 5,3%, diminuiu 1,2 pontos percentuais em relação a janeiro-setembro. O investimento em indústrias de alta tecnologia aumentou 9,7% em relação ao ano anterior, 0,6 pontos percentuais mais rápido que em janeiro-setembro. O investimento na fabricação de produtos farmacêuticos e na fabricação de computadores e equipamentos de escritório aumentou 22,8% e 14,8% respectivamente. Na indústria de serviços de alta tecnologia, o investimento em serviços de comércio eletrônico e transformação de conquistas científicas e tecnológicas aumentou 26,5% e 17,2% respectivamente. O investimento no setor social aumentou em 10,6% ao ano, com o investimento em saúde e educação aumentando em 24,1% e 13,1%, respectivamente. Crescimento na importação e exportação de mercadorias Em outubro, o total de importação e exportação de mercadorias foi de 2,83 trilhões de yuans (R$ 2,31 trilhões), 4,6% a mais do que no ano anterior. Entre eles, a exportação resultou em 1,62 trilhão de yuans, um aumento de 7,6%; a importação resultou em 1,21 trilhão de yuans (R$ 990 bilhões), um aumento de 0,9%. As importações e exportações compensaram um superávit comercial de 410,8 bilhões de yuans (R$ 335,55 bilhões). As taxas de desemprego urbano continuam a cair, e a empregabilidade é relativamente estável De janeiro a outubro, cerca de 10 milhões de novos empregos foram criados em cidades de todo o país, completando a meta anual antes do previsto. Em outubro, a taxa de desemprego urbano nacional foi de 5,3%, 0,1 ponto percentual abaixo que setembro; entre eles, a taxa de desemprego para pessoas entre 25 e 59 anos foi de 4,8%, inalterada em relação a setembro. Em outubro, a média de horas de trabalho semanal das pessoas em todo o país era de 46,7 horas. Fonte: 21 caijing
13 de novembro de 2020
As cidades de Xangai, Pequim, Shenzhen, Guangzhou e Suzhou tiveram uma renda disponível per capita que ultrapassou 60 mil yuans (o equivalente a R$ 50 mil) em 2019. O Instituto de Pesquisa Econômica do 21st Century compilou a renda disponível per capita das cidades com PIB acima da casa de trilhões em 2019. Como Chengdu e Changsha não divulgaram dados relativos da pesquisa, eles não foram incluídos nas estatísticas. Em relação à Guangzhou, calculou-se a renda disponível per capita com base na renda disponível urbana e rural per capita e a taxa de urbanização, obtendo uma renda disponível per capita de 60.152 yuans para todos os residentes, o que pode ter certo desvio em relação aos dados do departamento de estatística oficial. A classificação final das 15 cidades em termos de renda disponível per capita é: Xangai, Pequim, Shenzhen, Cantão, Suzhou, Hangzhou, Nanquim, Ningbo, Wuxi, Foshan, Wuhan, Qingdao, Tianjin, Zhengzhou e Chongqing. De acordo com os dados, de 2016 a 2019, a renda média per capita disponível na China teve um aumento real de 6,5%; o volume do grupo de renda média aumentou de mais de 100 milhões de pessoas em 2010 para mais de 400 milhões em 2019. (Fonte de dados: departamentos locais de estatística. PIB per capita em dólares americanos, convertido à taxa média de câmbio RMB de 6,8985). Na Quinta Sessão Plenária do Décimo Nono Comitê Central do Partido Comunista da China (CCCPC) foi previsto que durante o período do Plano Quinquenal, o crescimento da renda e o crescimento econômico seriam sincronizados, e a estrutura de distribuição de renda seria significativamente melhorada. Espera-se que até 2035: O volume total da economia e a renda per capita dos residentes urbanos e rurais tenham atingido novos patamares; O PIB per capita atinja o nível dos países desenvolvidos; Haja expansão do volume de grupos de renda média; Os serviços públicos essenciais sejam distribuídos igualitariamente; A disparidade entre o desenvolvimento regional urbano e rural e o padrão de vida sejam reduzidos. Fonte: 21caijing
6 de novembro de 2020
Em 6 de novembro, o Ministério de Comércio da China divulgou o Relatório de Importação de Serviços de 2020 na 3° Exposição Internacional de Importação da China (CIIE). Os dados mostram que de 2012 para 2019, a média de crescimento anual das importações de serviços foi de 8,6%, atingindo US$ 50,68 bilhões, representando uma participação mundial também de 8,6%. Chen Chunjiang, diretor do Departamento de Comércio de Serviços do Ministério do Comércio, disse esperar que as importações de serviços acumulados da China atinjam US$ 2,5 trilhões nos próximos cinco anos, respondendo por mais de 10% das importações globais. As importações de serviços digitais e comerciais, como o uso de propriedade intelectual, serviços de telecomunicações, informações, financeiros, de seguros e outros têm a expectativa de superar US$ 1,3 trilhão no total. O relatório apontou que as importações de serviços da China têm sido as segundas maiores do mundo por sete anos consecutivos desde 2013. Chen Chunjiang destacou que as importações de serviços do país deram grandes contribuições para a economia mundial. Desde o 18º Congresso Nacional que ocorreu em 2012, a China importou um total de US$ 3,4 trilhões em serviços, contribuindo com 17,1% do crescimento global das importações de serviços e ficando em primeiro lugar no mundo em termos de sua contribuição para o crescimento global dos serviços. As importações de serviços da China têm aumentado globalmente o número de empregos no setor de serviços. Segundo dados do Banco Mundial e da Organização Internacional do Trabalho (ILO, sigla em inglês), as importações de serviços da China proporcionarão mais de 18 milhões de empregos para seus parceiros comerciais em 2019, e as importações de serviços chineses criaram quase 400.000 empregos para países africanos e cerca de 3 milhões de empregos nos países da iniciativa The Belt and Road. Além disso, as importações de serviços digitais da China também impulsionaram o crescimento do comércio digital global. De acordo com a estatística utilizada nos relatórios relacionados da Organização Mundial do Comércio, desde 2012, a China importou um total de US$ 834,51 bilhões em serviços digitais, com uma taxa média de crescimento anual de 6% e uma contribuição de 4,4% para o crescimento das importações globais de serviços digitais. Chen Chunjiang disse que o imprevisto da pandemia de COVID-19 causou um enorme impacto no comércio de bens e serviços tradicionais, mas também abriu oportunidades para o desenvolvimento do comércio digital. Telemedicina, educação online, comércio eletrônico transfronteiriço e outras aplicações do serviço digital, desempenhando um papel importante na promoção da estabilidade econômica dos países e na cooperação internacional contra a pandemia. De janeiro a agosto de 2020, as importações de serviços digitais da China totalizaram US$ 89,01 bilhões, um aumento de 5,6% em relação ao ano anterior. Fonte: 21caijin