2 de outubro de 2020
A Tencent decidiu presentear seus funcionários com um smartphone Huawei Mate Xs 5G de tela dobrável. O preço de cada aparelho é de 16.999 yuans (R$14.170,22). O valor gasto pela empresa foi em torno de 200 milhões de yuans (R$ 166,9 milhões). Mais de 10.000 funcionários do setor Platform and Content Group (PCG) receberam uma versão personalizada do celular. O presente foi uma forma de reconhecimento aos colaboradores do setor, e tinha mensagens gravadas como "Obrigado por tê-lo na equipe" e "Amor desenfreado, como um adolescente", no cartão de presente. O modelo é bem difícil de comprar devido à falta de estoque na Huawei. Internautas relataram a espera de cerca de 1 mês para adquirir o produto no site oficial. O preço de mercado é de mais de 20.000 yuans (R$ 16,7 mil). O que o setor PCG desenvolveu nos 2 anos ? A PCG tem como principais funções: promover a integração e o desenvolvimento da plataforma da Internet com o ecossistema de conteúdo e cultura; planejamentos comerciais estratégicos em redes sociais, vídeo longo (plataforma como Youtube), vídeo curto (TikTok, Kuai, etc.), fluxo de informações, notícias e esportes, cinema e animação, dentre outros ramos. PCG tem feito grandes conquistas na construção de Middle Platform (teoria recente criada pela Alibaba), promovendo a capacidade de algoritmos e dados, e introduzindo talentos na indústria. A PCG tem introduzido talentos técnicos do país e do exterior. Na divulgação oficial dos dados mais recentes mostram que o aplicativo Tencent Video atingiu mais de 114 milhões de assinantes; em agosto deste ano; Tencent Kandian atingiu 240 milhões de usuários ativos, com um consumo médio diário de 9,6 bilhões de conteúdo. A Tencent Sports recentemente assumiu os direitos exclusivos do mundial de 2020 de League of Legends, diminuindo as perdas causadas pela suspensão da NBA. No ramo de vídeo curtos, os usuários da Wesse não foram formalmente revelados, mas estima-se que tenha um DAU de mais de 40 milhões, uma magnitude próxima à da BiliBili. Imagem principal: Donald Wu/ Unsplash
14 de setembro de 2020
A Federação de Indústria e Comércio da China divulgou a lista das 500 maiores empresas privadas da China em 2020. As dez maiores receitas anuais ultrapassaram os 300 bilhões de yuans (R$ 233,35 bilhões). Entre elas, a receita da Huawei ultrapassou 800 bilhões de yuans (R$ 622,27 bilhões), ocupando o primeiro luga. A Suning Holdings e a Amer International Group ficaram em segundo e terceiro lugar. Em 2019, o lucro operacional total dessas 500 empresas privadas foi de 30,17 trilhões de yuans (R$ 23,47 trilhões), um aumento de 5,85%. Havia 80 empresas com ativos totais de mais de 100 bilhões de yuans (R$ 77,79 bilhões), um aumento de mais 4 empresas em relação ao ano anterior. Além disso, o pagamento total de impostos atingiu 1,37 trilhão de yuans (R$ 1,06 trilhão), representando 8,70% da receita tributária nacional total. Em 2019, o lucro líquido dessas 500 empresas privadas foi de 1,39 trilhão de yuans (1,08 trilhão) após impostos, com uma taxa de crescimento de 8,06%. As 3 empresas mais lucrativas são Huawei, Country Garden e Vanke, com lucro líquido após impostos superior a 55 bilhões de yuans (R$ 42,78 bilhões). Em termos de categorias, as indústrias de fundição e prensagem de metais ferrosos, imobiliária, construção civil e outras indústrias foram as mais selecionadas. Entre as 10 maiores empresas com maior lucro líquido, quatro eram imobiliárias. Em comparação com o ano passado, 73 novos registros foram feitos este ano. O limite de entrada continua aumentando, alcançando 20,2 bilhões de yuans (R$ 15,71 bilhões), um aumento de 1,6 bilhão de yuans (R$ 1,24 bilhão) em relação ao ano anterior. Este ano, 19 das 500 maiores empresas privadas chinesas foram listadas entre as 500 maiores do mundo. Suning Holdings e Amer International Group subiram uma posição, ficando em segundo e terceiro lugar, com receitas de 665 bilhões de yuans e 614 bilhões de yuans (R$ 517,43 bilhões e R$ 477,74 bilhões), respectivamente. Hengli Group, Country Garden, Evergrande, Lenovo, Gome, Vanke e Geely estavam entre as 10 primeiras. Leia também: 124 empresas da China Continental e HK entram na lista Fortune Global 500 de 2020
28 de julho de 2020
A Fortune China divulgou a “Lista Fortune China 500 Melhores de 2020”. As três melhores empresas são a Sinopec, PetroChina e China State Construction Engineering. A posição das duas empresas de serviço de Internet e varejo, JD.com e Alibaba, melhorou, com a JD.com subindo para o 13º lugar e a Alibaba para o 18º lugar. O lucro operacional total das 500 melhores empresas chinesas listadas neste ano atingiu 50,5 trilhões de yuans (R$ 37,7 trilhões), um aumento de 11% em relação ao ano passado. O lucro líquido alcançou 4,2 trilhões de yuans (R$ 3,1 trilhões), um aumento de mais de 16% em relação ao ano passado. No ano passado, o PIB da China foi superior a 99 trilhões de yuans (R$ 74 trilhões), o que significa que a receita total das 500 maiores empresas listadas excede a metade do PIB daquele ano. A lista deste ano adicionou um total de 39 empresas em relação ao ano passado, entre as quais a Pinduoduo também entrou na lista pela primeira vez, ocupando a 321ª posição, com uma receita total de 30,1 bilhões de yuans (R$ 22,5 trilhões). Outras empresas que entraram recentemente na lista incluem a JOYY (Grupo Huanju), especializada em lives de jogos, o Joy City Holdings Group, que atua em investimentos e gestão imobiliária, o “Rei dos Smartphones na África”, Shenzhen Transsion, entre outras. Além disso, em 2019, um total de 15 empresas listadas na Fortune China 500 não foi rentável, com uma perda total de aproximadamente 80,7 bilhões de yuans (R$ 60,3 trilhões). A que sofreu a maior perda foi a Qinghai Salt Lake Industry Co., Ltd., com uma perda de mais de 45,8 bilhões de yuans (R$ 33,75 bilhões), seguida pela iQiyi, com uma perda de 10,3 bilhões de yuans (R$ 7,7 bilhões). A Pinduoduo, que compete na aquisição de usuários nas cidades de primeiro e segundo níveis com preços baixos, perdeu mais de 6,9 bilhões de yuans (R$ 5,2 bilhões) em 2019, ficando com a terceira maior queda. Fonte: Fortune China Fonte da foto: Fortune China
21 de julho de 2020
Na medida que as sanções dos EUA contra a Huawei continuam a aumentar, mais economias e empresas estão sendo pressionadas a isolar a Huawei. A TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company) anunciou em sua conferência de relatório de desempenho do segundo trimestre que, impactada pela proibição do governo dos EUA à Huawei, não aceita pedidos da empresa desde 15 de maio e, se as sanções impostas a empresa pelo governo dos EUA permanecerem inalteradas, deixará de fornecer à Huawei a partir de 14 de setembro. Há rumores de que a Huawei, para garantir a operação normal, esteja negociando com a MediaTek de Taiwan, a segunda maior desenvolvedora de chips para dispositivos móveis do mundo (atrás apenas da Qualcomm dos EUA), e com a Unisoc, a segunda maior empresa de design de chips para dispositivos móveis da China (somente perdendo para a HiSilicon da Huawei), sobre a compra de mais chips para celular. O número de chips MediaTek comprados pela Huawei este ano aumentou 300% em relação ao passado. Espera-se que a MediaTek se torne a maior fornecedora de chips de celular da Huawei. No dia 15 de maio, os Estados Unidos anunciaram restrições à exportação para a Huawei. O Reino Unido anunciou o banimento da Huawei da sua construção 5G no dia 14 de julho. No dia 15 de julho, os Estados Unidos impuseram restrições de visto a alguns funcionários da Huawei. No final do primeiro trimestre deste ano, de acordo com a Huawei, a empresa se tornou a campeã de mercado, com vendas globais de mais de 15 milhões de celulares 5G, representando 63% da participação de mercado da China e 40% da participação global, superando a Samsung. Leia também: Reino Unido proíbe tecnologia da Huawei e se associa à OPPO na construção de rede 5G Fonte: Tencent News Fonte: nbcboston.com
15 de julho de 2020
O salário mensal de jovens formados em universidades em 2019 com diploma de bacharel chega a 5.440 yuans (R$ 4.199), na China. As informações são do "Relatório Anual de Emprego dos Graduados das Faculdades Chinesas de 4 anos" e o "Relatório Anual dos Graduados de Faculdades Profissionalizantes Chinesas de 3 anos". Os dados mostram ainda que o salário mensal de formados em faculdades profissionalizantes atinge 4.295 yuans (R$ 3.315). Os formados em informática, informações eletrônicas e automação têm salários relativamente mais altos, com salários médios mensais de 6.858 yuans (R$ 5.293), 6.145 yuans (R$ 4.743) e 5.899 yuans (R$ 4.553), respectivamente. Os formandos das faculdades que se especializam em transporte ferroviário, computador e transporte de água também têm salários mais altos, com uma renda mensal média de 5.109 yuans (R$ 3.943), 4.883 yuans (R$ 3.769) e 4.763 yuans (R$ 3.676). Segundo o relatório, Xangai foi classificada como a cidade com maior satisfação de emprego entre os graduados, seguida por Pequim. A região do Delta do Rio das Pérolas tem um apelo mais forte aos talentos, seguida pela região do Delta do Rio Yangtze, enquanto as regiões Nordeste e Central são menos atraentes. O relatório mostra ainda que a proporção de graduados que continuaram seus estudos com a pós-graduação aumentou significativamente nos últimos anos, e o “payback” fica mais visível com o tempo. Aqueles que se formaram em 2014 e obtiveram o mestrado nos 5 anos seguintes têm salário mensal significativamente mais alto (10.408 yuan, ou R$ 8.034) do que aqueles que não obtiveram o mestrado (9.683 yuan, ou R$ 7.474). A satisfação deles com o emprego (mestrado: 79%, sem mestrado: 73%) também é maior.
14 de julho de 2020
O salário médio anual na China em 2019 foi de 90.501 yuan (adotando a taxa média em 2019, 1 R$ ≈ 1,7 yuan, seria equivalente a R$ 53.236) nos setores urbanos não privados e 53.604 yuans (R$ 31.532) nos setores urbanos privados. Segundo o Escritório Nacional de Estatísticas da China, em geral, o salário médio anual das unidades privadas é inferior ao das unidades não privadas, e a ordem de classificação das regiões é leste, oeste, central e nordeste. Para os setores não privados, haviam 6 províncias e cidades com salários acima da média, que são Pequim, Xangai, Tianjin, Zhejiang, Guangdong e Jiangsu. Em outras palavras, o salário médio mensal excede 7.541 yuan (R$ 4.436). Para os setores privados, haviam 7 províncias e cidades com salários acima da média: Pequim, Xangai, Guangdong, Jiangsu, Fujian, Zhejiang e Chongqing. A ordem de classificação salarial das quatro principais cidades de primeiro nível da China em 2019 foi Pequim, Xangai, Shenzhen e Guangzhou. O salário médio anual era de 166 mil yuans (R$ 97 mil) em Pequim, mais de 149 mil yuans (R$ 88 mil) em Xangai e cerca de 120 mil yuans (R$ 71 mil) em Shenzhen e Guangzhou. Pequim ocupa o primeiro lugar com o maior salário médio anual nos setores privados e público. Entre os setores não privados urbanos, as províncias de Pequim, Xangai e Tianjin têm os maiores salários médios anuais, todos acima de 100 mil yuans (R$ 59 mil) em 2019. Entre os setores privados urbanos, os três principais são Pequim, Xangai e Guangdong, com salários médios anuais acima de 62 mil yuan (R$ 36 mil) em 2019. O resultado é certamente atribuído ao forte apelo de Pequim, que possui 56 sedes das 500 maiores empresas do mundo, atraindo muitos talentos bem pagos. Segundo dados, há mais de 11,6 milhões de funcionários em Pequim em 2019, quase 19% dos quais estão concentrados no setor financeiro, transmissão de informações, software e serviços de TI e serviços sociais e de saúde. O salário médio anual dessas indústrias ultrapassou 200 mil yuans (R$ 118 mil). O que vale ressaltar é que, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica do Século XXI, TI se classificou como o setor mais lucrativo por quatro anos consecutivos, desde 2016, e superou o setor financeiro em 2019. Além disso, o varejo de e-commerce, a saúde e o serviço social também se classificaram entre os setores cujos salários mais crescem. Leia mais: Governo chinês apresenta metas econômicas alcançadas em 2019 Fonte: zt5.com
3 de julho de 2020
A Luckin Coffee, a chamada “Starbucks da China”, anunciou no dia 2 de julho a conclusão substancial da investigação interna sobre um escândalo de fraude financeira. O anúncio afirmou que a receita líquida da empresa e seus custos e despesas em 2019 foram inflacionados em cerca de 2,12 bilhões de yuans (R$ 1,6 bilhão) e 1,34 bilhão de yuans (R$ 1,01 bilhão), respectivamente. As transações falsificadas foram reconhecidas como ocorrendo desde abril de 2019. De acordo com o comunicado de imprensa da Luckin Coffee, as evidências descobertas até o momento mostram que a ex-CEO da empresa, Jenny Zhiya Qian, o ex-diretor de operações (COO), o Sr. Jian Liu, e alguns funcionários que reportam a eles participaram das transações falsificadas e que os fundos que suportam essas transações foram canalizados para a empresa, através de vários terceiros ligados aos funcionários da empresa e/ou partes relacionadas. O conselho de diretores da Luckin Coffee demitiu Zhiya Qian e Liu Jian a esse respeito. No dia 27 de junho, a Luckin Coffee anunciou que suspenderia a negociação de suas ações na abertura dos negócios do dia 29 de junho, marcando a retirada oficial do mercado de capitais da maior marca de cadeia de café da China que avalia comparativamente e compete com a Starbucks. Após o fechamento do capital, a Luckin Coffee anunciou que manteria a operação normal de mais de 4.000 lojas em todo o país. Este ano, até agora, a Luckin Coffee abriu apenas 186 novas lojas, com uma taxa de crescimento de -80,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Sobre a Luckin Coffee Capacitada pela análise de big data, IA e tecnologias proprietárias, a Luckin Coffee Inc. (OTC: LKNCY) foi pioneira em uma rede de varejo baseada em tecnologia para fornecer produtos de café. Foi fundada em 2017, com sede na China e operava 4507 lojas até o final de 2019. Educou e adquiriu um grande número de consumidores chineses de café, investindo pesadamente em promoções e marketing da marca para oferecer preços atraentes de 8 a 10 yuan por xícara de café. A Luckin Coffee foi listada na bolsa no dia 17 de maio de 2019, 18 meses e meio após a abertura de sua primeira loja em outubro de 2017, com o preço de suas ações chegando a US$ 51,28 (R$ 271,26) e um valor total de mercado de US$ 13 bilhões (R$ 68,76 bilhões). Em menos de 14 meses, no entanto, seu valor total de mercado caiu para apenas US$ 347 milhões (R$ 1,84 bilhão). O mercado chinês de café é promissor Apesar do futuro da Luckin Coffee ter se tornado sombrio, os investidores ainda mantêm a confiança no mercado chinês de café. De acordo com o relatório de mercado do FORWARD Research Institute, o tamanho do mercado da indústria cafeeira da China chegará a 300 bilhões de yuans (R$ 224,21 bilhões) até 2020 e em 2025 chegará a 1 trilhão de yuans (R$ 747,39 bilhões). Enquanto isso, se comparados ao consumo de 400 xícaras de café por ano dos Estados Unidos, e do consumo de 200 xícaras anuais do Japão, os chineses consomem apenas de 5 a 6 xícaras de café por ano, implicando um grande potencial a ser explorado no mercado chinês de café. Segundo dados da Tmall durante a quarentena, as pesquisas pela palavra-chave "café" aumentaram mais de 100%, com o volume geral de transações aumentando mais de 80% em comparação com o ano passado. Os destaques dessa categoria de produtos são café instantâneo fino, concentrado de café líquido, sacos de café instantâneos e cápsula de café. Fonte: Xinhua News Fonte: Nikkei Asian Review
2 de junho de 2020
O mercado de tecnologia da China está bastante movimentado, com as empresas se internacionalizando e inovando. Veja abaixo os principais destaques: Douyin e TikTok: receita número 1 d entre os principais ap p s globais para celular De acordo com 36Kr, dados da plataforma Sensor Tower mostraram que, em Abril de 2020, a receita da Douyin e da TikTok foi superior a US$ 78 milhões (R$ 417 milhões) na App Store e no Google Play globais, tendo crescido 10 vezes em comparação a Abril do ano passado, ocupando, assim, o primeiro lugar em termos de receita na lista de apps globais para celular. Cerca de 86,6% da receita provém do mercado chinês, seguido pelo mercado estadunidense, com uma contribuição de 8,2% da receita. Os outros dois aplicativos chineses da lista são Tencent Video e iQiyi, classificados em 5º e 7º, respectivamente. Vivo: número 1 em vendas no mercado de telefonia móvel da Indonésia De acordo com dados da IDC Indonésia, a marca chinesa de celulares Vivo conseguiu ocupar o primeiro lugar no mercado de telefonia móvel da Indonésia, se tornando “líder de mercado” pela primeira vez, após ter alcançado, préviamente, o segundo lugar no terceiro e quarto trimestres de 2019, com uma participação de 27,4%. Didi: mais de US$ 500 milhões em captação de recursos para subsidiária de direção autônoma De acordo com a Phoenix Technology, a Didi Chuxing anunciou uma captação de recursos de mais de US$ 500 milhões (R$ 2675 milhões), que visa expandir os investimentos em P&D e testes na área de condução autônoma. A captação tem como objetivo promover suas aplicações de forma doméstica e externa e melhorar ainda mais a segurança e eficiência de seus serviços de transporte. Este é o primeiro financiamento externo desde a criação da Didi, assim como a maior quantidade de recursos obtidos dentre as empresas de condução autônoma chinesas. Alibaba e Lenovo: listadas nas 25 principais cadeias de suprimentos globais A organização de pesquisa de dados Gartner divulgou recentemente o ranking das 25 principais cadeias de suprimentos globais em 2020. Existem duas empresas chinesas na lista, a Alibaba e a Lenovo, classificando-se em 7º e 15º, respectivamente, segundo o Securities Times. AliExpress: 6,5 milhões de downloads, superando a Amazon O site britânico de notícias financeiras Learn Bonds divulgou recentemente um relatório informando que as compras online se espalharam rapidamente no exterior devido à pandemia, com um aumento mundial do número de consumidores que fazem compras por telefone celular. Em Março, foram alcançados 6,5 milhões de downloads do app AliExpress da Alibaba, a maior plataforma de varejo de e-commerce transfronteiriço da China, após a entrada de 500 milhões de usuários estrangeiros, superando assim a Amazon. Kuaishou: mais de 12 milhões de usuários ativos diários no Brasil e novo ap p nos EUA Segundo o Labs, o Kwai foi lançado no Brasil pela empresa chinesa de tecnologia Kuaishou no final de 2017, abrindo um escritório em Novembro de 2019. Desde o ano passado, os usuários ativos diários do Kwai no Brasil aumentaram de 7 milhões para mais de 12 milhões, com o número global excedendo 200 milhões. No início de Maio, a Kuaishou lançou um app de streaming de vídeos curtos chamado Zynn nos EUA, que é semelhante ao TikTok. Eles estão pagando aos usuários para assistir ao conteúdo e alcançar mais usuários, o que se tornou popular nos Estados Unidos devido à quarentena. De acordo com dados fornecidos pela Sensor Tower, dentro de um mês após o lançamento do Zynn, o app se tornou o mais baixado dentre os usuários de iOS nos Estados Unidos. Fonte: 36Kr.com Fonte da foto: kandao.com
27 de maio de 2020
O Departamento de Comércio dos EUA anunciou que 33 empresas e instituições chinesas terão acesso limitado à compra de produtos e serviços no país. Elas serão incluídas na “Lista de Entidades”. Entre as companhias estão a Qihoo 360 Technology, Instituto Harbin de Tecnologia, CloudWalk Technology, NetPosa, entre outras. O anúncio foi feito no dia 22 de maio. A inclusão na "Lista de Entidades" dos EUA inevitavelmente causará prejuízos às empresas relacionadas. A CloudWalk Technology, desenvolvedora chinesa de software de reconhecimento facial lamentou a resolução e alegou que teria realizado planos para lidar com seus efeitos. A CloudWalk foi fundada em 2015 e é uma das "AI Four Tigers” (Quatro Tigres da Inteligência Artificial, em tradução literal). O software antivírus e navegador Qihoo360, no entanto, criticou a resolução e a chama de "ação irresponsável" de politizar negócios e pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico. Várias instituições de valores mobiliários, incluindo Everbright Securities, BOC Securities, Hengtai Securities, também comentaram a decisão. Eles acreditam que a supressão dos EUA poderia causar impacto a curto prazo, mas, a médio e longo prazo, poderia impulsionar o desenvolvimento da indústria de tecnologia da China. Huawei também já apareceu na Lista O Departamento de Comércio dos EUA já havia adicionado a Huawei e 70 subsidiárias à "Lista de Entidades" para controle de exportação. De acordo com o Sina.com, a Huawei informou que, um ano após ser colocada na “lista”, aumentou seu investimento em P&D em cerca de 30%. Além disso, reescreveu mais de 60 milhões de linhas de código, desenvolveu mais de 1.000 novas placas e voltou a fornecer e suprir materiais, o que levou a sua falha em alcançar os planos de negócios. A Huawei declarou que, mesmo se o suprimento de um grande número de elementos técnicos industriais se tornar insustentável, a companhia continuará comprometida com o cumprimento das leis e regulamentos. A empresa afirmou também que cumprirá suas obrigações contratuais com clientes e fornecedores. Leia mais: Alibaba investe R$ 8 bilhões em AIoT para expandir ecossistema Tmall Genie Fonte: Sina.com.cn
19 de maio de 2020
A receita da Budweiser Ásia-Pacífico na China caiu 45,4% no primeiro trimestre de 2020. O resultado se deve à queda de 46,5% nas vendas, causada pelo surto de COVID-19, de acordo com relatório financeiro divulgado em maio. A COVID-19 atingiu a China logo antes do início das comemorações do Ano Novo Chinês, uma das maiores ocasiões de consumo do ano. A maioria das províncias implementou um lockdown que durou do final de janeiro até o final de fevereiro de 2020. Durante o período, bares, baladas e restaurantes ficaram fechados, o que resultou em um grande declínio no volume de compras. No entanto, a Budweiser observou o crescimento significativo do e-commerce e imediatamente realocou recursos para canais de venda na internet. Em colaboração com a Tmall, lançou um programa de balada on-line, onde os consumidores podem assistir a apresentações de DJs locais de música eletrônica enquanto pedem produtos Budweiser pela internet. Também foram feitas parcerias com os principais influenciadores para realizar lives, durante as quais os consumidores puderam fazer compras na loja Budweiser no JD.com. De acordo com dados do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, em fevereiro de 2020, as vendas de cerveja da Tmall aumentaram 48,2% ano a ano. Já o volume de vendas aumentou 42,5%, enquanto o preço médio on-line aumentou 4,0%. A Budweiser e a Tsingtao Brewery foram algumas das maiores beneficiárias dessa dinâmica. Na China, o consumo de álcool geralmente ocorre em eventos sociais, sendo bastante baixa a proporção de consumo individual. Com a volta das atividades sociais, a indústria de cerveja também retoma a produção e as vendas. Como estratégia, Budweiser afirmou no relatório que preparou uma forte campanha de verão para atrair consumidores e compensar suas perdas nos próximos trimestres. Contudo, o fato de os consumidores chineses se preocuparem com a cerveja e sua relação com questões de saúde, algo que pode ter se intensificado durante a pandemia, irá continuar a levar as empresas a se transformarem para atender à demanda em constante mudança.