20 de outubro de 2021
A Foxconn, fabricante chinesa de computadores e componentes eletrônicos, irá construir fábricas de veículos elétricos na Europa, Índia, América do Sul e América do Norte até 2024, disse nesta quarta-feira (20), o diretor-executivo da Foxconn, Liu Young-way. Os negócios da Foxconn aumentaram nos últimos 10 anos, à medida que o mercado de iPhone e smartphones cresceu. Hoje, a empresa coloca os veículos elétricos como um componente-chave da sua estratégia de crescimento. O objetivo da empresa é fornecer peças ou serviços para 10% dos veículos elétricos do mundo entre 2025 e 2027. A Foxconn planeja se tornar uma participante importante no mercado global de veículos elétricos e já fechou acordos com o fabricante de veículos elétricos Fisker e os grupos de petrolíferas da Tailândia. Em maio deste ano, Fisker disse que chegou a um acordo de montagem de automóveis com a Foxconn, com planos para começar a construir fábricas e construir carros nos Estados Unidos no quarto trimestre de 2023. No mês passado deste ano, a PTT assinou um acordo de empreendimento conjunto com a Foxconn. O empreendimento conjunto investido nos próximos seis anos será entre US$ 1 a 2 bilhões para construir uma fábrica na zona leste da Tailândia, que usará tecnologia avançada da Foxconn para produzir veículos elétricos. Recentemente, a Foxconn anunciou que vai comprar a antiga fábrica de caminhões elétricos da General Motors em Ohio por US$ 230 milhões. A transação deve ser concluída nos próximos seis meses. A imprensa estrangeira informou que a Foxconn planeja entrar no mercado de veículos elétricos dos EUA através da aquisição da fábrica de Lordstown Motors em Ohio. Com o acordo, a Foxconn terá acesso a uma fábrica na América do Norte, onde pode construir sua própria plataforma de veículos elétricos e fornecer serviços de fundição para parceiros, incluindo a Fisker. Hoje, o diretor executivo da Foxconn, disse que a fábrica nova que será construída nos EUA irá atender o mercado da América do Sul, mas eventualmente pode ser localizada também no México. O México tornou-se uma importante conexão para a cadeia de suprimentos automotiva e uma base de fabricação chave para a Foxconn. Tradução: Mei Zhen Li Fonte: IThome
21 de setembro de 2020
Na Apsara Conference 2020, ocorrida no dia 17 de setembro, o diretor do Alibaba Cloud, Zhang Jianfeng, apresentou o primeiro computador em nuvem, chamado de “Wu Ying”. Este “Super Computador” é adaptado à tecnologia em nuvem, com capacidade ilimitada de expansão de desempenho, inexistindo um host local, nem CPU ( Central Process Unit, em inglês ) e SSD ( solid-state drive ). Como todos estes hardwares estão unificados na base de dados em nuvem, o usuário consegue, somente com um C-Key do tamanho de um cartão, se conectar com uma televisão ou qualquer monitor e, com sua impressão digital, fazer o login e acessar todos os seus documentos e aplicativos. A Google e a Microsoft têm produtos e serviços similares. A Huawei também lançou, recentemente, a tecnologia. Os computadores e celulares em nuvem de cada empresa diferem uns dos outros, porém, a transformação de computadores em nuvem é uma tendência que influencia a indústria tradicional de computadores. Os pontos fortes e fracos do computador em nuvem são bem claros quando comparados com o tradicional Com relação a suas vantagens, seu desempenho fica em primeiro lugar, sendo as capacidades computacional e de memória totalmente realizadas através da nuvem, possibilitando a expansão ilimitada dessas capacidades. O computador em nuvem facilita a computação de alto desempenho, sem a necessidade de se preocupar com insuficiências do computador em renderizar imagens, design, programação ou jogos de alta performance, tornando desnecessário comprar computadores de alto padrão. Em segundo lugar, um computador em nuvem custa metade de um computador tradicional de mesmo desempenho, por não precisar mais de grandes investimentos em hardwares fixos, podendo ser oferecidos pacotes com diferentes desempenhos computacionais para o usuário da nuvem. Além disso, o custo é baixíssimo para rodar e manter o computador em nuvem. Por fim, tem uma maior segurança virtual, visto que todas as informações estão unificadas na nuvem. Porém, a desvantagem também é clara: se o ambiente de internet do usuário é precário, o computador em nuvem torna-se inútil. No curto prazo, os computadores em nuvem se tornarão populares com determinados usuários e grupos, sendo a distribuição em massa e substituição do computador tradicional ainda um plano de longo prazo. Entretanto, com a chegada do 5G e a melhora drástica da internet na China, a expectativa de desenvolvimento dos computadores em nuvem é bastante atraente. Fonte: Sina news