22 de janeiro de 2024
A Anjun Logistics , empresa chinesa de logística transfronteiriça que opera entre a América Latina e a China, realizou, no dia 18 de janeiro, um evento em São Paulo para lançar o seu novo produto, o Anjun Logistics 2024, e receber o armazém expresso internacional de supervisão alfandegária no Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU). O evento contou com a presença de representantes de empresas chinesas e brasileiras, além de autoridades do Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU). Durante o evento, a Anjun Logistics e a BROOKFIELD, empresa de gestão de ativos, assinaram um contrato para a entrega do armazém de supervisão no Aeroporto Internacional de Guarulhos. O armazém tem 25.000 metros quadrados e poderá aumentar a capacidade de desembaraço expresso comercial da alfândega para 1 milhão de bilhetes por dia. Isso irá resolver o problema de atrasos no desembaraço no Brasil devido às limitações do local. Fang Ke, o fundador da Anjun Logistics, compartilhou as principais realizações da empresa desde que chegou ao Brasil, em março de 2019, e apresentou os principais segmentos de produtos nos quais a Anjun Logistics se concentrará. Ele reafirmou o compromisso da empresa com a inovação e a excelência no atendimento às demandas do mercado. Anjun Logistics no Brasil Fundada em 2011 com sede em Shenzhen, na China, a Anjun Logistics possui uma rede abrangente de operações em território brasileiro, com centros de distribuição em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais e uma frota de 178 veículos próprios e 364 veículos franqueados. Em 2022, a empresa se consolidou como a principal parceira logística da Shein no Brasil, entregando cerca de 30 mil pacotes por dia. No ano seguinte, foi responsável por quase 55% do total de pacotes que entraram no país, oferecendo serviços integrados de coleta, transporte, desembaraço aduaneiro e entrega de pacotes expressos, com alto padrão de qualidade e segurança. Frete e integração de sistemas A empresa possui uma capacidade de fretamento fixa de voos da China (continental ou Hong Kong) para o Brasil, mantendo relações estáveis com várias companhias aéreas. Além disso, possui uma integração do sistema com as principais plataformas de comércio eletrônico, Receita Federal e outros sistemas, conectando todos os elos do processo de pagamento de impostos. A Anjun realiza a integração do fluxo de pedidos, fluxo de informações, comprovantes de pagamento de impostos (DIR) e etiquetas de remessa de mercadorias, garantindo a transparência e a eficiência da operação logística. Serviço expresso A Anjun Logistics oferece o serviço expresso de pequenos pacotes da linha especial de comércio eletrônico transfronteiriço com desembaraço aduaneiro comercial, que abrange os principais países da América Latina, incluindo Brasil, México, Chile, entre outros países, com uma ampla cobertura. A empresa também implementa o serviço expresso de pequenos pacotes para comércio eletrônico transfronteiriço, em conjunto com o desembaraço aduaneiro e a entrega expressa comercial, que pode reduzir os custos logísticos em 30-50% para o comércio eletrônico transfronteiriço. Isso permite a entrega em até sete dias para as principais cidades do Brasil e 15 dias para cidades não principais, acelerando a eficiência do transporte. Atendimento personalizado Além dos serviços de logística de comércio eletrônico transfronteiriço , a Anjun oferece serviços de pós-venda para acessórios de grande porte, como instalação e manutenção. Para produtos de alto valor, ela conta com serviços de entrega profissionais, que garantem a segurança e a qualidade dos itens. E para alimentos frescos, ela tem soluções personalizadas de entrega rápida em cadeia de frio, que preservam a temperatura e o sabor dos alimentos.
15 de janeiro de 2024
O social commerce é uma forma de comércio eletrônico que utiliza as redes sociais como canal de comunicação, divulgação e venda de produtos e serviços, e vem ganhando cada vez mais espaço. Na China, já é um fenômeno de sucesso, com mais de 765 milhões de usuários de transmissão ao vivo em junho de 2023, segundo dados da Statista . As plataformas de social commerce são aplicativos que integram diversas funcionalidades, como e-commerce, livestreaming , vídeos curtos, compras coletivas, pagamento online, entre outras. O WeChat, por exemplo, é um dos aplicativo mais populares da China, com mais de 1,2 bilhão de usuários ativos mensais e é uma espécie de super app, que permite aos usuários enviar mensagens, fazer chamadas, acessar notícias, jogar, pagar contas, fazer compras e muito mais. O WeChat também possui uma função chamada Mini Programs, que são aplicativos dentro do próprio WeChat, que oferecem serviços de diversos segmentos, como viagens, educação, saúde, entretenimento e social commerce. O Douyin, versão chinesa do TikTok, tem mais de 600 milhões de usuários ativos diários, que assistem e produzem vídeos de até 60 segundos, sobre temas variados, como música, dança, humor, beleza, moda e gastronomia. O Douyin também permite que os usuários façam compras diretamente dos vídeos, clicando em links ou códigos QR que levam aos produtos anunciados pelos criadores de conteúdo ou pelas marcas. Já a Pinduoduo, por sua vez, é um e-commerce que se diferencia pelo seu modelo de compras coletivas. A plataforma incentiva os usuários a formarem grupos de compra, para obterem descontos e benefícios nos produtos. A Pinduoduo também utiliza o livestreaming e os vídeos curtos para promover os produtos e estimular as compras. A Pinduoduo tem mais de 750 milhões de usuários ativos mensais, e é a segunda maior plataforma de e-commerce da China, atrás apenas do Alibaba. Os influenciadores digitais e a construção de confiança com os consumidores Os influenciadores digitais são peças-chave no social commerce na China. Eles são chamados de KOLs (Key Opinion Leaders) e são responsáveis por criar conteúdo, divulgar produtos e serviços, interagir com os seguidores e gerar confiança e engajamento. Esses influencers usam o livestreaming e os vídeos curtos como as principais ferramentas para se comunicar com o público, e podem receber comissões, patrocínios ou doações pelas suas recomendações. A personalização é outro aspecto importante do social commerce na China. As plataformas de social commerce utilizam dados e inteligência artificial para oferecer aos usuários uma experiência personalizada, que se adapta aos seus perfis, preferências e comportamentos. O potencial do social commerce no Brasil No Brasil, o social commerce ainda está em desenvolvimento, mas já apresenta alguns sinais de crescimento e potencial. Algumas tendências observadas na China também estão ganhando espaço no Brasil, como o livestreaming, o recommerce (compra e venda de artigos usados), o delivery rápido e as lojas de vizinhança. Com mais de 181 milhões de usuários de redes sociais, o e-commerce brasileiro teve 53 milhões de compradores no primeiro semestre de 2023, segundo da NIQEbit. Com isso, o Brasil é um dos maiores mercados de e-commerce e de social media do mundo, Além disso, possui uma população jovem, diversa e conectada, que usa a internet para se comunicar, se expressar e se divertir. O Brasil também tem uma cultura de consumo que se baseia na confiança, na recomendação e na opinião dos outros compradores.
14 de dezembro de 2023
O Alibaba adicionou recentemente um investimento de US$634 milhões à Lazada, uma plataforma de comércio eletrônico do sudeste asiático, como parte de seus esforços para reforçar sua presença na região . Esta injeção de capital ocorre enquanto o Alibaba continua a avaliar e ajustar suas estratégias, com a cifra total de investimentos da Alibaba na Lazada superando US$ 1,8 bilhão somente neste ano. Historicamente, o Alibaba investiu US$1 bilhão em 2017, e US$2 bilhões em 2018, e um total de US$1,6 bilhão em 2022, antes deste mais recente aporte de US$634 milhões em 2023. Até o momento, os investimentos acumulados do Alibaba na Lazada ultrapassam US$7,4 bilhões. Especialistas observam que este novo investimento destaca a alta prioridade e os ajustes estratégicos que o Grupo Alibaba vem fazendo no mercado do sudeste asiático. A Lazada, sendo uma das maiores plataformas de comércio eletrônico da região, detém uma significativa participação de mercado e base de usuários. Ao continuar investindo na Lazada, o Alibaba visa consolidar ainda mais sua posição na região e ampliar sua influência no mercado. Os resultados financeiros do Alibaba para o terceiro trimestre indicam um crescimento significativo nas receitas provenientes de suas operações de varejo internacional, atingindo RMB 18,978 bilhões (cerca de US$2,98 bilhões), representando um aumento de 73% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento foi impulsionado pelo desempenho robusto de plataformas de varejo chave, como a Lazada, AliExpress e Trendyol. A Lazada é vista como uma peça-chave para o sucesso do Alibaba no mercado de comércio eletrônico do sudeste asiático. A empresa estabeleceu metas ambiciosas, como alcançar US$100 bilhões em volume bruto de mercadorias (GMV) até 2030, atendendo a 300 milhões de consumidores. O mercado do sudeste asiático é reconhecido como um dos mais promissores globalmente no setor de comércio eletrônico. De acordo com o relatório de previsões de comércio eletrônico global de 2023 da eMarketer, a receita do mercado de comércio eletrônico do sudeste asiático deve atingir US$113,9 bilhões até 2023, com um aumento projetado de 18,6%, superando a média global de 8,9%. Vários grandes plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço já entraram neste mercado. Além das plataformas principais do Sudeste Asiático, como Lazada e Shopee, estreantes como TikTok e Temu também estão de olho neste mercado. O CEO da Ningbo New Oriental Trading Co., Zhu Qiucheng, destaca que, à medida que mais empresas de comércio eletrônico entram no mercado, a Lazada enfrenta uma competição cada vez mais acirrada, combinada com desafios econômicos na região, como o crescimento mais lento e a inflação. Fonte: 21jingji.com Imagem principal: Lazada/ Divulgação
22 de novembro de 2023
Com a desaceleração do crescimento do mercado de aparelhos de limpeza doméstica da China, as principais empresas de aparelhos de limpeza estão acelerando sua internacionalização. A chinesa Ecovacs, por exemplo, acaba de abrir um escritório em Singapura. "Singapura é uma ponte importante que conecta a Ásia e o mundo, e pode usar o centro de carga e lógistica do país de Sudeste Asiático como base para se comunicar com mercados importantes, como Europa, Austrália e Oriente Médio", disse Qian Cheng, vice-presidente do Ecovacs Group e CEO da Ecovacs Robotics. Como centro de negócios do grupo no mercado do sudeste asiático, o escritório de Singapura impulsionará ainda mais o desenvolvimento de negócios globais da Ecovacs Robotics, segundo Qian Cheng. De acordo com seu relatório financeiro e dados públicos, no primeiro semestre de 2023, a receita de negócios no exterior da marca Ecovacs cresceu 26,5% em relação ao ano anterior, e a da marca Tineco de lavadoras de piso e outros aparelhos inteligentes cresceu 24,2% em relação ao ano anterior. No terceiro trimestre deste ano, as receitas no exterior das marcas Ecovacs Robotics e Tineco cresceu 47% e 53% respectivamente em relação ao ano anterior, e a taxa de crescimento das receitas no exterior foram maiores do que a do crescimento geral da receita dos grupos. Espera-se que o mercado de eletrodomésticos inteligentes da Ásia-Pacífico cresça a uma taxa de crescimento anual composta de 22% de 2023 a 2030. A Ecovacs começou a entrar no Sudeste Asiático em 2017, e a região da Ásia-Pacífico será seu principal mercado para uma maior globalização no futuro. A empresa vem expandindo sua linha de produtos no exterior, incluindo robôs varredores, limpadores de janelas, robôs purificadores de ar e robôs cortadores de grama inteligentes, além de lavadores de piso e produtos de cozinha e culinária. A empresa também fez parceria com plataformas de comércio eletrônico como Amazon, Shopee e Lazada para expandir sua participação no mercado de Cingapura, Vietnâ e Indonésia. A fábrica de robôs de varredura da Beijing Roborock Technology em Huizhou entrou em produção este ano, e a nova fábrica fica perto da cadeia de suprimentos e do porto para facilitar a exportação. A Beijing Roborock expandirá ainda mais seus negócios de exportação, disse o presidente Quan Gang ao repórter em setembro deste ano. Ele percebeu que as marcas chinesas de robôs de varredura estão gradualmente se estabelecendo no mercado europeu quando participou a IFA (Feira Internacional de Eletrônicos de Consumo em Berlim), que aconteceu no início de setembro deste ano. A pessoa responsável pela empresa Dreame também disse ao repórter na semana passada que o Dreame tem estabelecido no sudeste da Ásia, Rússia e nordeste da Europa, sudoeste da Europa. Em 2023, Dreame entrou nos Oriente Médio, África, Índia, América do Sul e outros mercados emergentes. De janeiro a julho de 2023, a receita de negócios no exterior da Dreame aumentou 110% em relação ao ano anterior. No futuro, a Dreame melhorará ainda mais sua participação nos mercados estrangeiros. Fonte: finance.sina.cn Imagem principal: PAOLO/ Adobe Stock
8 de novembro de 2023
Chen Jialiang, vice-presidente sênior e presidente da FedEx China, ressaltou sobre a tendência atual do comércio global e as oportunidades para as empresas chinesas a partir da perspectiva de observação de negócios de empresas de entregas expressas internacionais. "O comércio eletrônico se tornou um novo ponto de crescimento para o comércio global, com a importação e exportação de comércio eletrônico transfronteiriço da China de RMB 1,7 trilhão nos três primeiros trimestres de 2023, um aumento de 14,4%", disse Chen. Durante a sexta edição da Exposição, Chen Jialiang falou sobre a tendência atual do comércio global e as oportunidades trazidas para as empresas chinesas a partir da perspectiva da observação de negócios de empresas de entregas expressas internacionais. Conforme reportou o Yicai, Chen Jialiang disse que a logística transfronteiriça da China está agora demonstrando um forte crescimento, e muitas que precisam de serviços de logística transfronteiriça são pequenas e médias empresas, especialmente em roupas e mercadorias de pequeno porte, cada vez mais PMEs domésticas nas plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço para exportar seus produtos para o exterior, não somente exportam para a Europa e os Estados Unidos, mas também para países do Sudeste Asiático. "No processo de atendimento às PMEs, descobrimos que as complexas regulamentações alfandegárias e os impostos tarifários são um grande problema para as PMEs na operação prática do comércio eletrônico transfronteiriço, o que tem um impacto importante em sua competitividade no comércio internacional", disse. Chen Jialiang apontou que as regulamentações e políticas tributárias relevantes são muito diferentes em diferentes países, e o ambiente de negócios varia muito de país para país. Ele sugeriu que o governo ofereça algum suporte de informações públicas para as PMEs que desejam expandir seus negócios de venda aos mercados internacionais, como a criação de um site que liste as políticas e regulamentações de diferentes países, para que as PMEs que não tenham experiências em realizar vendas ao exterior possam se informar facilmente sobre elas, e que mais exposições sejam organizadas no exterior para que as PMEs nacionais ganham visibilidade e possam ter mais plataformas e meios para exibirem seus produtos. Fonte: yicai.com Imagem principal: Li Muzi/ Adobe Stock
23 de agosto de 2023
A Kuaishou, dona do app Kwai , divulgou nesta terça-feira, 22, os resultados para o segundo trimestre e metade do ano de 2023. O relatório financeiro mostra que a receita total da Kuaishou no segundo trimestre aumentou 27,9% ano a ano, para 27,74 bilhões de yuans, e pela primeira vez registrou um lucro líquido de 1,48 bilhão de yuans durante o período e um lucro líquido ajustado de 2,69 bilhões de yuans, transformando prejuízo em lucro. No segundo trimestre deste ano, o número médio diário de usuários ativos da aplicação Kuaishou aumentou 8,3% ano a ano para 376 milhões, e o número médio mensal de usuários ativos aumentou 14,8% ano a ano para 673 milhões. A Kuaishou é avaliada em 62,5 bilhões de dólares de Hong Kong e com um valor de mercado de 270,9 bilhões de dólares de Hong Kong. Dois anos após entrar no mercado de capitais, Kuaishou finalmente entrou em uma fase de lucro. A empresa enfrenta a competição acirrada do Douyin (TikTok chinês) , que cresce com o apoio massivo do ecossistema do WeChat. A Kuaishou conta com quase 400 milhões de usuários. Os dados mostram que a receita do serviço de marketing online da empresa no segundo trimestre alcançou 14,35 bilhões de yuans, um aumento de 30,4% em relação ao ano anterior. A receita de live streaming subiu 16,4% ano a ano para 9,97 bilhões de yuans; e a receita de outros serviços atingiu 3,43 bilhões de yuans, um aumento de 61,4% por ano. Suas contribuições para a receita total foram de 51,7%, 35,9% e 12,4%, respectivamente. Em comércio eletrônico, o volume total de transações (GMV) da Kuaishou aumentou 38,9% ano a ano para 265,5 bilhões de yuans. Durante a grande promoção de comércio eletrônico de 618, o número de pedidos de comércio eletrônico de Kuaishou subiu quase 40% em comparação com o ano anterior, e o número de compradores saltou quase 30%. Na teleconferência financeira, o progresso do comércio eletrônico/loja da Kuaishou tornou-se o foco da atenção dos investidores e analistas. Já na conferência de atração de comércio eletrônico deste ano, Kuaishou enfatizou que o comércio eletrônico generalista é uma extensão do campo de conteúdo e também uma área importante da estratégia de operação global de comércio eletrônico de Kuaishou. Fonte: STCN Imagem principal: Kuaishou/ Divulgação
20 de julho de 2023
Nos últimos anos, o comércio eletrônico transfronteiriço de Xangai cresceu para uma escala de bilhões. Os dados mostram que em 2022, o volume de importação e exportação de comércio eletrônico transfronteiriço de Xangai atingiu 184,1 bilhões de yuans, um aumento de 38,6% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre deste ano, o volume total de importação e exportação de comércio eletrônico transfronteiriço de Xangai teve um aumento de 84% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos de mercado, Xangai possui mais de 170 países e regiões como fonte de importação de comércio eletrônico transfronteiriço, com um total de 174 países e regiões. Além disso, possui mais de 200 países e regiões como destinos de exportação, totalizando 226. Mais de dois terços dos produtos exportados pertencem a mais de dois terços das categorias de mercadorias aduaneiras, e de fato realizou-se o objetivo de "comprar globalmente, vender globalmente". Apoio ao comércio eletrônico transfronteiriço em yuans No primeiro semestre deste ano, o pagamento em yuans para o comércio eletrônico transfronteiriço em Xangai cresceu 37,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior, representando mais de 50% das receitas e despesas em moeda nacional e estrangeira. No futuro, o foco estará em quatro aspectos: fortalecer continuamente o apoio político para os negócios em yuans transfronteiriço, adotar várias medidas para impulsionar o desenvolvimento desse negócio dentro de Xangai, garantir a implementação das políticas de negócios em yuans transfronteiriço e reforçar a supervisão dos negócios bancários. "No futuro, a sede do Banco Popular da China em Xangai continuará a apoiar os negócios em yuans transfronteiriços, promover ainda mais o papel desse negócio no serviço à economia real, facilitar o comércio e investimento e apoiar o desenvolvimento de novas formas de comércio exterior", disse Shi Liya, diretora do Departamento de Negócios em yuans Transfronteiriço do Banco Popular da China em Xangai. "Apoiaremos o uso de contas de comércio exterior em moeda livre de comércio e pagamentos em yuans transfronteiriços para empresas de comércio eletrônico transfronteiriço ao longo da Rota da Seda, e exploraremos a cooperação entre bancos domésticos e instituições de pagamento no exterior para fornecer serviços financeiros completos às empresas de comércio eletrônico transfronteiriço", afirmou. Fonte: STCN Imagem principal: Kaspars Grinvalds/Adobe Stock
31 de maio de 2023
O comércio eletrônico chinês obteve um crescimento surpreendente ao longo dos anos, tornando-se um dos maiores mercados de e-commerce do mundo. Em 2022, segundo a Statista, 27,2% do total de vendas no varejo na China foram feitas online, crescendo em relação aos 24,5% registrados em 2021. Esse movimento foi graças ao desenvolvimento do e-commerce e que tem como principais nomes Alibaba, JD.com e Tencent. O e-commerce chinês começou a ganhar destaque no final dos anos 1990, quando as empresas chinesas procuravam explorar as oportunidades oferecidas pela internet. Naquela época, a China estava no processo de abertura econômica, passando por reformas e a internet fornecia um novo canal de negócios para as empresas chinesas. Alibaba, JD.com e Tencent foram criadas nesse mesmo período e desempenharam um papel fundamental para o amadurecimento do e-commerce chinês. O Alibaba, fundado por Jack Ma em 1999 , foi uma das primeiras empresas a apostar no potencial do comércio eletrônico na China. Inicialmente, o Alibaba operava como uma plataforma de negócios B2B, conectando empresas chinesas com clientes internacionais. Em 2003, o Alibaba lançou o Taobao, uma plataforma de comércio eletrônico C2C (consumidor para consumidor), que rapidamente se tornou um sucesso. O Taobao permite que indivíduos vendam produtos online, impulsionando o crescimento do e-commerce entre os pequenos empreendedores chineses. Em 2008, o Alibaba lançou o Tmall, uma plataforma de comércio eletrônico B2C (empresa para consumidor), destinada a marcas e varejistas independentes. O Tmall se tornou uma plataforma popular para as principais marcas internacionais e chinesas alcançarem os consumidores chineses em massa. No mesmo período, a JD.com, fundada por Richard Liu em 1998, também estava ganhando destaque no cenário do e-commerce chinês. Inicialmente, a JD.com era uma loja online de eletrónica, mas rapidamente expandiu o seu catálogo para incluir uma vasta gama de produtos. A JD.com se destaca pela sua abordagem verticalmente integrada, controlando a logística e a entrega dos produtos para garantir uma experiência de compra eficiente e confiável. Nos anos seguintes, o comércio eletrônico chinês cresceu rapidamente, impulsionado por vários fatores. O primeiro foi o crescimento exponencial do acesso móvel à internet e adoção de dispositivos por consumidores chineses. O aumento da conectividade e a popularidade dos smartphones criaram uma base sólida para seu crescimento. Além disso, a China também testemunhou um crescimento significativo no setor logístico, com empresas como a Cainiao (parte do Alibaba Group) investindo em infraestrutura e tecnologia para melhorar a eficiência da entrega. Esses avanços no setor logístico ajudaram a superar os desafios de distribuição em um país geograficamente vasto. Atualmente, o e-commerce chinês é dominado por algumas plataformas principais, sendo as mais proeminentes o Alibaba Group (que inclui o Taobao, Tmall e AliExpress) e JD.com. Essas plataformas abrangem uma ampla gama de produtos, desde eletrônicos e roupas até mantimentos e serviços. O panorama do e-commerce na China também foi impulsionado pela ascensão do livestreaming de vendas. Celebridades, influenciadores e vendedores usam plataformas como o Taobao Live para realizar a transmissão ao vivo, onde podem interagir diretamente com os espectadores e promover produtos. Essa forma de marketing e vendas se tornou extremamente popular na China e impulsionou ainda mais o comércio eletrônico. Outro aspecto importante foi o uso de pagamentos móveis na China. O Alipay, do Alibaba, e o WeChat Pay, da Tencent, são dois dos principais serviços de pagamento digital utilizados pelos consumidores chineses. Essas plataformas permitem que os consumidores façam pagamentos de forma conveniente usando seus smartphones, tanto em lojas físicas quanto online. Esses sistemas de pagamento facilitam as transações online e offline, aumentando a popularidade e o crescimento do mercado eletrônico. Em termos de inovação, a China também está liderando o caminho com o desenvolvimento do comércio eletrônico social. Plataformas como o Pinduoduo permitem que os consumidores compartilhem produtos com amigos, família ou outros membros da comunidade para comprar produtos em grandes quantidades, obtendo descontos significativos. Quanto mais pessoas se juntarem à compra em grupo, maior será o desconto obtido. No geral, o comércio eletrônico chinês se transformou em um setor extremamente lucrativo e influente, impulsionado pela infraestrutura digital avançada e a inovação contínua nas plataformas e nas formas de marketing. A China permanece como um líder global no comércio eletrônico, com um panorama dinâmico e um mercado em constante evolução. Quer saber mais sobre a China? Leia também: Relações EUA-China Imagem principal: ChayTee/ Adobe Stock
22 de maio de 2023
A empresa de serviços de entrega com sede nos Estados Unidos, FedEx Express , assinou um memorando de entendimento com o governo municipal de Guangzhou para colaborar no desembaraço aduaneiro, comércio eletrônico transfronteiriço e estabelecer seu centro de operações no sul da China, de acordo com um comunicado da empresa na quarta-feira. As duas partes irão promover conjuntamente os negócios da FedEx em Guangzhou, província de Guangdong, expandir os serviços logísticos de comércio eletrônico e apoiar o desenvolvimento da cidade como um hub de cargas internacionais. "Intensificamos ativamente a colaboração com governos locais e parceiros para conectar de forma mais eficiente as empresas chinesas ao mercado global, contribuindo para o aumento das exportações e importações da China", disse Eddy Chan, vice-presidente sênior da FedEx e presidente da FedEx China. "Através da colaboração estratégica com o governo municipal de Guangzhou, a FedEx será capaz de atender melhor às necessidades dos clientes, melhorar a eficiência do desembaraço aduaneiro, conectar nossos clientes em Guangzhou e no sul da China de forma mais eficiente aos mercados globais, e promover ainda mais o desenvolvimento de pequenas e médias empresas e comércio eletrônico transfronteiriço", disse Chan. O comércio exterior de Guangzhou aumentou 1,1% em relação ao ano anterior em 2022, totalizando 1,09 trilhão de yuans (US$ 156,44 bilhões), representando 13,2% das importações e exportações da província de Guangdong. Após se tornar uma cidade piloto de comércio eletrônico transfronteiriço em 2013, o tamanho do comércio eletrônico transfronteiriço de Guangzhou atingiu 137,59 bilhões de yuans no ano passado, em comparação com 1,46 bilhão em 2014. O hub da FedEx na Ásia-Pacífico está localizado no Aeroporto Internacional de Guangzhou Baiyun. Como um importante hub na Ásia-Pacífico, a instalação opera atualmente mais de 210 voos internacionais por semana. No ano passado, a FedEx lançou um robô de classificação alimentado por inteligência artificial em seu centro de classificação de remessas de comércio eletrônico no sul da China, em Guangzhou, para lidar com o crescente volume de remessas relacionadas ao comércio eletrônico. À medida que a economia global acelera seu ritmo de recuperação , a FedEx continuará investindo na construção de novas instalações e na expansão de sua rede para conectar seus clientes na China ao mundo, de acordo com o comunicado. Tradução: Mei Zhen Li Fonte e imagem principal: Divulgação/ FEDEX
3 de fevereiro de 2023
Em um movimento para apoiar o desenvolvimento de padrões comerciais emergentes no comércio exterior e exportadores da China, as empresas de comércio eletrônico transfronteiriço da China desfrutarão de custos de remessa e devolução reduzidos. O anúncio foi divulgado conjuntamente por autoridades chinesas na quarta-feira (1). Nos últimos anos, a China introduziu uma série de medidas para apoiar o desenvolvimento do comércio eletrônico internacional. Um total de 29 itens, incluindo equipamentos de esqui, foram adicionados à lista de mercadorias importadas a varejo no comércio eletrônico internacional a partir de 1 de março de 2022, de acordo com o Ministério das Finanças da China. Entretanto, as notas de algumas mercadorias listadas foram ajustadas e otimizadas com base nas exigências regulatórias. Tendo reforçado um pacote de apoio político, o comércio eletrônico transfronteiriço da China ganhou um forte impulso de desenvolvimento. A importação e exportação de comércio eletrônico internacional da China em 2022 chegou a 2,11 trilhões de yuans (US$ 31 bilhões), 9,8% a mais que no ano anterior, segundo dados do Ministério do Comércio da China . Fonte: Diário do Povo