28 de novembro de 2025
A 99, plataforma de mobilidade controlada pela DiDi , colocou a mobilidade elétrica no centro das discussões da COP30 , encerrada em 22 de novembro de 2025 em Belém. A empresa defendeu a ampliação da infraestrutura de carregamento, apresentou resultados da categoria 99electric-Pro e afirmou que o modelo chinês de gestão de frotas elétricas pode acelerar a descarbonização no Brasil, que já opera com 88,2% de energia renovável, segundo a EPE. A plataforma informou que sua frota de elétricos e híbridos no país já reúne mais de 30 mil veículos, realizou 27 milhões de viagens e evitou 31.200 toneladas de CO2 desde 2024. Em 2025, o "ride-hailing " deve alcançar penetração de 32,8%, segundo a Statista, em meio a congestionamentos frequentes e custos elevados de combustíveis. A infraestrutura de carregamento cresce entre 12% e 15% ao ano, com mais de 16.800 pontos públicos e semipúblicos ativos em meados de 2025. Esse avanço permitiu que motoristas da 99electric-Pro aumentassem seus ganhos médios em 60% em comparação aos condutores de veículos a combustão, segundo dados da empresa. Montadoras chinesas ampliaram participação com quase 25 mil vendas de elétricos e híbridos em outubro de 2025. Durante a COP30, modelos elétricos fabricados na China serviram como carros oficiais de Lula e de outras delegações. Na China, 68% dos quilômetros percorridos na DiDi em 2024 foram feitos por EVs. A 99, que lidera a Aliança Brasileira de Mobilidade Sustentável, mantém a meta de elevar a participação de veículos elétricos para 15% das vendas de novos carros até o fim de 2025 e apoiar a instalação de 10 mil carregadores públicos. Em Belém, a empresa também opera motos elétricas em parceria com a Riba Brasil. Segundo estimativas da ShineGlobal, a infraestrutura brasileira deve alcançar escala adequada entre 2027 e 2028, período em que o ciclo global de investimentos verdes deve atingir seu pico. Fonte: sina.com.cn
19 de outubro de 2023
Durante o 3º Fórum da Cúpula de Cooperação Internacional "Cinturão e Rota", realizado em Pequim, nos dias 17 a 18 de outubro, a DiDi assinou um acordo de cooperação com parceiros brasileiros nas áreas de mobilidade verde e pagamento digital. Na Conferência de Empresários do "Cinturão e Rota" realizada durante o Fórum, a DiDi e a subsidiária brasileira da BYD, a empresa brasileira de leasing e locação de carros Dahruj e o provedor brasileiro de serviços de gerenciamento de frotas IturanMob, assinaram um projeto de internacionalização para veículos elétricos nacionais chineses. O objetivo é promover a popularização e a aplicação de veículos elétricos nacionais da China no Brasil e para impulsionar a mobilidade verde. Atualmente, a plataforma de mobilidade da DiDi no Brasil opera a maior frota de carros elétricos no país. Esse projeto é uma das mais recentes iniciativas da "Aliança Brasileira de Mobilidade Sustentável" liderada pela DiDi no Brasil, que promoverá a popularização de veículos de nova energia e a eletrificação de viagens via aplicativos de mobilidade no Brasil. A aliança está trabalhando em conjunto para promover a popularização de novos veículos de energia e a eletrificação de veículos de rede no Brasil e para promover o desenvolvimento do transporte sustentável. As empresas envolvidas planejam aumentar a taxa de penetração de novos veículos de energia limpa de cerca de 2% atualmente para 10% até 2025 e construir 10.000 novas estações de recarga públicas no Brasil. A subsidiária brasileira da BYD aderiu à aliança em julho de 2022. O número de membros da aliança agora é de 12. No Fórum de Alto Nível sobre Economia Digital realizado durante o fórum, a DiDi também participou da cerimônia de troca de textos e de resoluções sobre os resultados da cooperação pragmática entre empresas e assinou um contrato com a empresa brasileira de fintech BePay para a aquisição de 100% de seu capital. Por meio da cooperação, os dois lados fornecerão serviços seguros de pagamento on-line para usuários brasileiros, promoverão a popularidade do pagamento móvel no Brasil e ajudarão no desenvolvimento da economia digital local. Desde a aquisição da plataforma de transporte individual e mobilidade brasileira 99 no início de 2018, a DiDi lançou oficialmente sua estratégia de internacionalização, acelerando o layout de seus negócios internacionais em torno dos países e regiões onde o " Cinturão e Rota " está sendo construído, combinando a experiência chinesa com as necessidades reais dos mercados estrangeiros, fornecendo produtos e serviços localizados distintos para o mercado estrangeiro e participando ativamente da concorrência internacional. Atualmente, os negócios internacionais da DiDi abrangem 14 países na América Latina, Ásia-Pacífico e África, incluindo Brasil, México, Argentina, Peru, Equador, Chile, Panamá, República Dominicana, Colômbia e Costa Rica, e fornece serviços diversificados para o mercado local, principalmente viagens individuais e mobilidade, incluindo entregas delivery e finanças. A DiDi atende no mundo todo anualmente cerca de 80 milhões de usuários, conta com mais de 3,2 milhões de motoristas e mais de 450.000 entregadores por motocicletas e bicicletas. Fonte: chinanews.com Imagem principal: Bits and Splits
4 de janeiro de 2023
Matéria publicada originalmente no dia 22 de julho de 2022 A Administração do Ciberespaço da China aplicou uma multa de 8 bilhões de yuans (US$ 1,2 bilhão) à Didi, e uma multa de 1 milhão de yuans (US$ 147 mil) para cada um dos CEOs da empresa, nesta quinta-feira (21). Em resposta, a Didi Chuxing, maior app de transporte da China, respondeu através do weibo (rede social chinesa), dizendo que “aceita sinceramente e obedece resolutamente à decisão, e que seguirá rigorosamente a decisão de penalidade e as exigências das leis e regulamentos relevantes, cooperar ativamente com a supervisão e a retificação completa com cuidado.” O chefe da Administração do Ciberespaço da China respondeu às perguntas dos jornalistas sobre questões relacionadas ao caso. Em julho de 2021, para proteger os riscos de segurança de dados nacionais, manter a segurança nacional e salvaguardar os interesses públicos, de acordo com a lei de segurança nacional, a lei de segurança cibernética, o escritório de revisão de segurança cibernética implementou uma revisão de segurança cibernética na empresa Didi de acordo com a abordagem de revisão de segurança cibernética. Segundo as conclusões da revisão de segurança cibernética e os problemas e pistas encontrados, a Administração do Ciberespaço da China abriu uma investigação sobre alegações que violavam a política de proteção de dados da empresa de acordo com a lei. Durante o período, a Administração do Ciberespaço da China realizou uma investigação e inquérito, forense técnica, e ordenou que a empresa a apresentar os materiais de prova relevantes, verificar e analisar em profundidade os materiais de prova do caso, e ouvir totalmente a empresa, para garantir os direitos legais da empresa Didi. Verificou-se que as violações da lei de segurança cibernética, a lei de segurança de dados, a lei de proteção de informações pessoais da empresa Didi deve ser punida com rigor devido aos fatos claros, provas conclusivas, circunstâncias graves e má natureza. Quais são as violações legais da empresa Didi Chuxing? Verificou-se que a empresa Didi tinha um total de 16 fatos ilegais, que foram resumidos principalmente em oito aspectos. A empresa coletou ilegalmente 11.963.900 informações de captura de tela dos álbuns de celulares dos usuários; A empresa coletou excessivamente 8.323 milhões de informações das pranchetas e listas de aplicativos dos usuários; A empresa coletou excessivamente 107 milhões de informações de reconhecimento facial de passageiros, 53.509.200 informações sobre grupos etários, 16.335.600 informações sobre profissões, 1.382.900 informações sobre relações familiares; A empresa coletou 167 milhões de informações dos usuários ao compartilhar a localização real durante a corrida; A empresa coletou excessivamente 142.900.000 informações sobre qualificações acadêmicas dos motoristas e armazenou 57.802.600.000 informações sobre números de identificação dos motoristas de forma explícita; A empresa analisou 53.976 milhões de informações sobre intenções de viagem dos passageiros, 1.538 milhões de informações sobre suas cidades residentes e 304 milhões de informações sobre viagens de negócios fora do local sem informá-los explicitamente; A empresa pediu frequentemente informações não relacionadas quando os passageiros usaram o serviço de transporte de passageiros "privilégios telefônicos"; Falhou em indicar com precisão e clareza o propósito do processamento de 19 itens de informações pessoais, incluindo informações sobre o dispositivo do usuário. Anteriormente, a Administração do Ciberespaço da China também descobriu que a empresa Didi Chuxing tem atividades de processamento de dados que afetam seriamente a segurança nacional, bem como outros problemas de violação e violação de leis, como a rejeição de pedidos explícitos das autoridades reguladoras e a evasão maliciosa da supervisão. A operação ilegal da Didi trouxe sérios riscos de segurança para a infraestrutura de informação crítica do país e segurança de dados. Por causa da segurança nacional, não é divulgado por lei. Como foi identificado o sujeito da violação no caso? Através do Drip Information and Data Security Committee e do Personal Information Protection Committee e Data Security Committee. Foram feitas orientações e discussões e gestão de atos relacionados às linhas de negócios, tais como táxi por aplicativo e carona. As violações de cada linha de negócios são implementadas especificamente sob a decisão unificada e implantação da empresa. Com isso, o sujeito da infração neste caso foi identificado como a empresa Didi. O presidente e CEO da Didi Corporation, Cheng Wei, e o presidente, Liuqing, são responsáveis por atos ilegais. Quais são as seguintes orientações e áreas prioritárias para a aplicação da lei cibernética? A Administração do Ciberespaço da China aumentará os esforços de aplicação da lei nas áreas de segurança de redes, segurança de dados e proteção de informações pessoais, através de entrevistas de aplicação da lei, ordenando correções, avisos, notificações e críticas e multas. Além disso, fará a suspensão de negócios relacionados, suspensão da retificação de negócios, fechamento de sites, e outras medidas de eliminação e punição para combater atos ilegais que ponham em risco a segurança de redes nacionais. Medidas também serão tomadas em relação à segurança de dados e violação de informações pessoais dos cidadãos de acordo com a lei e salvaguarda efetiva segurança nacional de redes, segurança de dados e interesses públicos sociais, para proteger os direitos e interesses legítimos do público em geral. Ao mesmo tempo, a exposição de casos típicos será aumentada para formar um forte impulso e um poderoso dissuasor, de modo a investigar e lidar com um caso, advertir um pedaço dele, educar e orientar as empresas de Internet a operar de acordo com a lei e promover seu desenvolvimento saudável e padronizado. Fonte: Diário do Povo
14 de julho de 2022
Nesta terça-feira (12), o aplicativo brasileiro de transporte 99 assinou um acordo de parceria com a chinesa BYD para começar a testar um carro elétrico da empresa para seus motoristas de aplicativo. O veículo elétrico BYD D1, desenvolvido pela BYD e pela chinesa DiDi Chuxing, começará a ser testado esta semana em São Paulo, com o objetivo de acelerar a implementação de veículos elétricos na frota do 99. 99 A 99 foi fundada em 2012, e é uma startup com foco em viagens urbanas. A empresa é a maior concorrente da Uber no Brasil. Ela foi adquirida pela DiDi em 4 de janeiro de 2018, intensificando ainda mais a competição da DiDi com a Uber globalmente, especialmente na América Latina. Antes de ser adquirida pela DiDi Chuxing, a empresa chinesa investiu US$ 100 milhões na 99 em janeiro de 2017, obtendo assim patrimônio e os direitos operacionais desta última. Com mais de 750 mil motoristas ativos mensais e mais de 20 milhões de usuários no Brasil, a 99 se comprometeu a registrar 10 mil veículos elétricos em sua plataforma até 2025. BYD A montadora chinesa BYD é uma das maiores fabricantes mundiais de veículos elétricos e híbridos plug-in, possui recursos 100% independentes de P&D, design e produção de baterias. Recentemente, os últimos dados de varejo de janeiro a junho de 2022, divulgados pela Associação de Transporte de Passageiros da China, mostram que na primeira metade deste ano, BYD, SAIC-GM-Wuling e Tesla China ficaram entre os três primeiros em vendas. Entre eles, a BYD vendeu um total de 644.777 unidades, triplicando em relação ao ano anterior, com uma participação de mercado de 28,2%. Fonte: IT Home, Forbes, Sina
11 de junho de 2021
A Didi Chuxing, empresa chinesa dona da 99, apresentou no dia 11 de junho, um pedido de abertura de capital (IPO) à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), com a intenção de ingressar na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Goldman Sachs, Morgan Stanley, JP Morgan Chase e China Renaissance Capital atuaram como subscritores. O código de ações da empresa é “DIDI”. Notícias sobre o IPO da Didi Chuxing já vêm circulando na internet. Em janeiro, algumas mídias relatam que a Didi planeja finalizar o ingresso na Bolsa de Valores de Hong Kong até o terceiro trimestre. Em março, relatórios mostram que Didi estava mais inclinado a realizar IPO em Nova Iorque, e seu valor de mercado aumentou para US$ 100 bilhões. Em abril, houve relatos de que Didi entregou secretamente a solicitação aos EUA, possivelmente avaliado entre US$ 70 a US$ 100 bilhões. Com essa notícia, a Didi provavelmente será o maior IPO chinês desde a Alibaba, em 2014. “Reformas” no primeiro trimestre De acordo com o prospecto, a Didi Chuxing fornecerá serviços como chamadas de carros, táxis, caronas, bicicletas compartilhadas, motocicletas compartilhadas, motoristas, frete, finanças, direção automática entre outros. O prospecto também mostra que em março de 2021, a Didi está operando em mais de 4000 cidades em 15 países diferentes, usuários ativos anuais da plataforma chegaram a 493 milhões. Em relação aos fundos arrecadados, a Didi divulgou no prospecto que cerca de 30% será usado para expandir seus negócios internacionais fora da China, outros 30% será utilizado para melhorar o uso de viagens compartilhadas, carros elétricos e direção automática, cerca de 20% será destinada para lança novos produtos e expandir categorias de produtos existentes para melhorar a experiência dos clientes, o restante pode ser usada para requisitos de capital de giro e potenciais investimentos estratégicos. A receita da Didi em 2018, 2019 e 2020 foi de US$ 21,15 bilhões, US$ 24,19 bilhões e US$ 22,15 bilhões, e as perdas líquidas foram de US$ 2,34 bilhões, US$ 1,51 bilhão e US$ 1,65 bilhão, respectivamente. Vale ressaltar que no primeiro trimestre deste ano, Didi obteve um lucro líquido de US$ 856 milhões. Valor de mercado pode chegar a US$ 100 bilhões Desde a sua formação, a Didi Chuxing vem sendo liderança no ramo de viagens compartilhadas. De acordo com informações fornecidas pela Qixinbao, Beijing Xiaoju Technologies Co., Ltd., desenvolvedora da Didi, a empresa teve pelo menos 20 rodadas de investimento. Só em 2017 realizou duas rodadas de investimento com valor de US$ 9,5 bilhões. As informações das mídias também mostram que pouco antes da listagem, em abril, a Didi realizou empréstimo rotativo com JPMorgan Chase, Morgan Stanley, Goldman Sachs, HSBC, Barclays Bank e Citigroup para seu ingresso nos Estados Unidos. Na lista de investidores da Didi, empresas conhecidas como Apple, Toyota, Tencent, Alibaba, Foxconn e capital de risco conhecido como Hillhouse Capital e Sequoia Capital estão na lista. De acordo com estatísticas, ainda incompletas, a Didi tem mais de 41 investidores (instituições), muitos dos quais são antigos acionistas que o acompanharam por muitos anos e participaram de várias rodadas de investimento. Em relação aos motivos da escolha de se listar nos Estados Unidos, alguns analistas acreditam que como já existem empresas de viagem online como Uber e Lyft no mercado americano, a Didi não precisa mais explicar sua lógica de negócios aos investidores, e é mais fácil de obter uma avaliação mais elevada. Fonte: 21st Century Business Herald
28 de janeiro de 2021
Em 28 de janeiro, rumores em torno da conclusão do financiamento de US$ 300 milhões da “DIDI Autonomous Driving” (Condução Autônoma da DIDI) foram confirmados por Zhang Bo, CTO da DIDI Chuxing (DIDI) e CEO da DIDI Autonomous Driving, nas redes sociais, disse que a DIDI irá investir o que precisar na pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia de direção autônoma. A DIDI é dona da 99 no Brasil. A nova rodada de financiamento de US$ 300 milhões que a DIDI completou foi liderada pelo IDG Capital e seguida pela CPE, Paulson Investment, Russia-China Investment Fund, Guotai Junan Securities, CCB International (China Construction Bank), entre outros investidores. Esta é também a segunda rodada de financiamento que a DIDI Autonomous Driving recebeu desde seu spin-off com a DIDI. Informações da Qixinbao (Banco de dados de empresas da China) mostram que em maio de 2020, a DIDI anunciou que a DIDI Autonomous Driving completou sua primeira rodada de financiamento adquirindo mais de US$ 500 milhões, que foi liderada pela SoftBank Vision Fund. DIDI disse que após receber o apoio financeiro, aumentará os investimentos em direção autônoma, coordenação veículo-rodoviária e tecnologias de AI relacionadas. Ao mesmo tempo, a DIDI aprofundará ainda mais sua cooperação com a indústria automotiva, acelerará o processo de produção em massa de veículos autônoma, promovendo a transformação da indústria automotiva e de transporte global. Histórico da DIDI Autonomous Driving Em 5 de agosto de 2019, a DIDI anunciou que o departamento de condução autônoma foi promovido para uma empresa, com o CTO da DIDI, Zhang Bo, atuando como CEO da nova empresa DIDI Autonomous Driving. Meng Xing, que era para ser o diretor-executivo de fundos, tornou-se o COO da nova empresa. Na parte de P&D, foram separados duas equipes de EUA e China, com Jia Zhaoyin atuando como chefe de equipe em EUA e Zheng Jianqiang da China, todos os três reportam o trabalho diretamente para Zhang Bo. Entretanto, o Jia Zhaoyin, deixou a DIDI em julho de 2020, e fontes disseram que ele se mudou para a Cruise, a segunda empresa de condução autônoma dos EUA, que é de propriedade da General Motors. Fonte: 21 caijing