
24 de fevereiro de 2026
China2Brazil
O Banco de Exportação e Importação da China informou, em 24 de fevereiro, que liberou RMB 640 bilhões em novos empréstimos para a Iniciativa Cinturão e Rota ao longo de 2025. Os recursos financiaram projetos de comércio exterior, infraestrutura, investimentos no exterior, cooperação industrial, manufatura avançada, desenvolvimento verde e iniciativas sociais. A medida integrou a estratégia chinesa de ampliar a cooperação econômica com países parceiros. Segundo o banco, o saldo total de empréstimos vinculados à Iniciativa Cinturão e Rota superou RMB 2 trilhões. Os financiamentos alcançaram mais de 130 países participantes do programa. Lançada em 2013 pelo governo chinês, a Iniciativa Cinturão e Rota busca ampliar a integração comercial e de infraestrutura entre a China e outros países por meio de investimentos e acordos de cooperação. Nesse contexto, o Banco de Exportação e Importação da China atuou como instituição de política pública voltada ao apoio ao comércio exterior e aos investimentos internacionais do país. De acordo com a instituição, o banco apoiou grandes projetos de infraestrutura e iniciativas sociais de menor porte. Além disso, financiou ações nas áreas de comércio, indústria e investimento, e ampliou parcerias nos setores verde, tecnológico e de saúde. O objetivo declarado foi apoiar o desenvolvimento econômico e social e melhorar as condições de vida nos países envolvidos. Além disso, o banco ampliou a cooperação com outras instituições financeiras. Para isso, utilizou mecanismos como repasses de crédito, empréstimos sindicalizados, financiamentos conjuntos e financiamentos paralelos. A estratégia buscou compartilhar riscos e ampliar a capacidade de financiamento dos projetos ligados à Iniciativa Cinturão e Rota. Fonte: news.cn

24 de fevereiro de 2026
China2Brazil
O governo da província chinesa de Anhui, no leste da China, anunciou, em 24 de fevereiro, a implementação da iniciativa “Mil Cenários” para acelerar o uso comercial da informação quântica. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa. A meta é viabilizar mais de 300 aplicações práticas da tecnologia até 2026, com subsídios e incentivos financeiros. Durante o evento, Chen Jun, diretor da Comissão de Desenvolvimento e Reforma de Anhui, afirmou que o governo incluiu as chamadas “ indústrias do futuro ” em seu planejamento econômico. Segundo ele, a província também avançou na comercialização da energia de fusão e ampliará, até 2026, o programa de apoio a esses setores com um novo pacote de medidas financeiras. No caso da informação quântica, o governo concederá subsídios únicos de RMB 1 milhão a projetos considerados modelos de aplicação e soluções comerciais de referência. Além disso, regiões incluídas na lista provincial de zonas-piloto para o desenvolvimento dessas indústrias poderão receber até RMB 10 milhões. A iniciativa “Mil Cenários” prevê a criação de mais de 300 casos concretos de uso da tecnologia quântica em áreas como comunicação, segurança de dados e processamento de informações. O objetivo é transformar pesquisas científicas em aplicações comerciais e ampliar a presença da tecnologia no mercado. O plano também contempla outros setores estratégicos. Anhui informou que vai priorizar o desenvolvimento de veículos inteligentes conectados movidos a novas energias, tecnologia da informação de nova geração, inteligência artificial, economia de baixa altitude, ligada a atividades com drones e aeronaves de pequeno porte, e setor espacial comercial. No setor espacial, projetos aprovados que obtenham recursos de órbita e frequência e realizem o lançamento e a operação de satélites comerciais poderão receber subsídios de até RMB 500 mil por satélite. Já zonas provinciais demonstrativas voltadas ao desenvolvimento da economia de baixa altitude poderão receber apoio único de RMB 5 milhões. Fonte: news.cn

24 de fevereiro de 2026
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A China possui, em média, 100 árvores por habitante e abriga cerca de 142,6 bilhões de árvores em seu território, segundo estudo divulgado em 2025 pela Universidade de Pequim. Os dados indicam que o país mantém a maior expansão líquida de florestas do mundo, com crescimento acelerado da cobertura verde ao longo da última década. De acordo com a Administração Nacional de Florestas e Pastagens, a área florestal chinesa alcança 3,614 bilhões de mu, o equivalente a aproximadamente 241 milhões de hectares. Apenas durante o 14º Plano Quinquenal (2021–2025), o governo plantou 185 milhões de mu de florestas, área semelhante à da província de Fujian. Desde 2012, o país acumulou mais de 1,1 bilhão de mu de novas florestas e respondeu por cerca de 25% da expansão verde global . O levantamento da Universidade de Pequim utilizou drones, tecnologia LiDAR e modelos algorítmicos para analisar mais de 76 mil parcelas amostrais em todo o território. A pesquisa produziu a primeira estimativa nacional do total de árvores e apontou média de 100 árvores por pessoa com base nos dados até 2020. Além do plantio, o país ampliou a proteção ambiental. Durante o 14º Plano Quinquenal, 5,0819 milhões de árvores antigas e notáveis passaram a receber proteção padronizada. Ao todo, 2,578 bilhões de mu de florestas naturais estão sob preservação efetiva. Mais de 1,7 milhão de guardas florestais atuam na proteção desses recursos. Entre os principais programas, o Projeto “Três Nortes” acumulou 480 milhões de mu de áreas reflorestadas, extensão equivalente a metade do Planalto de Loess. A iniciativa integra ações de combate à desertificação e recuperação ambiental no norte do país. Na cidade de Nagqu, no Tibete, a uma altitude média de 4.500 metros, o governo introduziu espécies resistentes ao frio e aplicou tecnologias específicas para viabilizar o reflorestamento em áreas de planalto. A área urbana passou a contar com árvores e zonas verdes após a execução dessas medidas. O Relatório de Avaliação Global dos Recursos Florestais 2025, publicado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, mostra que, entre 2015 e 2025, a China registrou aumento médio anual de 1,69 milhão de hectares de florestas, o maior crescimento líquido anual do mundo no período. Em 2025, o valor da indústria florestal e de pastagens do país atingiu quase RMB 11 trilhões e gerou emprego e renda para mais de 60 milhões de pessoas. Para os próximos anos, o governo estabeleceu a meta de atingir o pico de emissões de carbono até 2030 e elevar o estoque florestal para mais de 24 bilhões de metros cúbicos até 2035. Fonte: gmw

24 de fevereiro de 2026
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A China iniciará, em Pequim, as chamadas “Duas Sessões” — a sessão anual da Assembleia Popular Nacional (APN) e da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPC) — no início do 15º Plano Quinquenal (2026–2030). As reuniões analisarão a minuta do novo plano de desenvolvimento, discutirão projetos de lei e definirão prioridades econômicas, sociais e diplomáticas para os próximos cinco anos. As “Duas Sessões” reúnem deputados da APN e membros da CCPPC para deliberar políticas públicas, legislação e metas nacionais. Neste ano, o foco central é a análise da minuta do 15º Plano Quinquenal, documento que orienta o planejamento econômico e social de médio prazo da China. 15º Plano Quinquenal orienta desenvolvimento até 2030 A APN examina a minuta do novo plano, enquanto o Comitê Nacional da CCPPC apresenta consultas e sugestões. O texto estabelece metas e diretrizes para áreas como inovação tecnológica, segurança das cadeias produtivas e transição para uma economia de baixo carbono. Os planos quinquenais funcionam como instrumento de planejamento estatal. Segundo avaliações divulgadas por veículos internacionais, diversos indicadores do 14º Plano Quinquenal (2021–2025) e da Visão de Longo Prazo para 2035 avançaram conforme o previsto ou superaram expectativas. Diante do crescimento global moderado e da aceleração da revolução tecnológica, o novo plano deve indicar como o país pretende manter a estabilidade econômica e, ao mesmo tempo, promover mudanças estruturais. A ênfase inclui autossuficiência tecnológica, fortalecimento industrial e redução de emissões. Agenda legislativa inclui Código Ecológico e leis nacionais Além do planejamento econômico, a APN analisa projetos nas áreas ambiental, étnica e de planejamento nacional. Entre os destaques está o Código Ecológico e Ambiental. Se aprovado, será o segundo diploma legal denominado “código” na China, após o Código Civil . O texto consolida e revisa leis ambientais existentes e incorpora o princípio do desenvolvimento sustentável ao sistema jurídico. A APN também delibera o projeto de lei para promoção da unidade e do progresso étnico e o projeto de lei sobre planejamento do desenvolvimento nacional. O primeiro trata da integração nacional; o segundo busca garantir continuidade às estratégias de longo prazo. Bem-estar social permanece no centro das discussões As questões relacionadas ao bem-estar da população seguem como prioridade nas “Duas Sessões”. Durante o Festival da Primavera, o consumo e as viagens aumentaram, refletindo expectativas de melhora nas condições de vida. Nos últimos meses, assembleias populares locais e conferências consultivas regionais adotaram medidas voltadas à ampliação de serviços públicos, proteção de idosos e crianças e melhoria da moradia. Essas iniciativas servem de base para propostas em nível nacional. Durante o 14º Plano Quinquenal, indicadores ligados à renda, saúde, educação e seguridade social representaram mais de um terço dos principais indicadores de desenvolvimento econômico e social. A nova etapa deve manter a combinação entre crescimento econômico e políticas sociais. Relações exteriores e abertura econômica entram na pauta As “Duas Sessões” também funcionam como sinalização política para o exterior. Metas de crescimento, medidas de reforma e políticas de abertura costumam atrair atenção de governos e investidores. No último ano, a China ampliou medidas de abertura institucional e ajustou políticas de vistos e intercâmbio de pessoal. Temas como “Compras na China” e “Viajando pela China” ganharam espaço nas redes sociais internacionais. A marca de brinquedos LABUBU também ganhou visibilidade fora do país. Ao longo das sessões de 2026, o governo deve divulgar metas econômicas e diretrizes diplomáticas. As decisões indicarão como o país pretende conduzir sua estratégia de desenvolvimento e sua relação com o cenário internacional no novo ciclo do 15º Plano Quinquenal. Fonte: China News

24 de fevereiro de 2026
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As primeiras plantas terrestres já estavam amplamente distribuídas há cerca de 445 milhões de anos, mais de 20 milhões de anos antes do que a estimativa tradicional indicava. A conclusão é de um estudo liderado pelo Instituto de Geologia e Geofísica da Academia Chinesa de Ciências, publicado em 24 de fevereiro na revista Nature Ecology & Evolution. A equipe analisou registros geoquímicos de sedimentos marinhos para identificar quando a vegetação começou a se expandir em larga escala nos continentes. O surgimento das plantas em terra alterou o sistema terrestre. As plantas absorvem dióxido de carbono e liberam oxigênio por meio da fotossíntese. Além disso, o soterramento de seus restos orgânicos influencia a concentração de oxigênio na atmosfera e o clima . Por isso, definir quando a vegetação passou a ocupar grandes áreas em terra firme ajuda a entender mudanças ambientais de longo prazo. Até então, estudos indicavam que a expansão em grande escala ocorreu há cerca de 420 milhões de anos. No entanto, a equipe liderada por Zhao Mingyu identificou evidências anteriores. Os pesquisadores analisaram a proporção entre carbono orgânico e fósforo total em sedimentos marinhos. Segundo o primeiro autor do artigo, Cai Jiachen, a matéria orgânica produzida por plantas terrestres apresenta proporção de carbono orgânico maior em relação ao fósforo do que a produzida por algas marinhas. Quando rios transportam esse material para o oceano, ele se deposita no fundo marinho e altera essa razão nos sedimentos. Com base na análise de registros sedimentares de rochas marinhas de várias regiões, os cientistas constataram que a proporção carbono orgânico/fósforo começou a subir de forma consistente há cerca de 455 milhões de anos. A equipe interpreta esse aumento como sinal de maior produtividade terrestre associada à expansão inicial da vegetação. Modelos híbridos indicam que, desde o Ordoviciano Superior, há aproximadamente 455 milhões de anos, o carbono orgânico de origem terrestre representava cerca de 42% do total encontrado em sedimentos marinhos. O valor se aproxima dos níveis atuais. As análises em escala paleocontinental também sugerem que a expansão pode ter começado na Laurência, região que corresponde hoje à América do Norte e áreas vizinhas. O estudo identificou ainda dois aumentos relevantes na razão carbono orgânico/fósforo durante o Ordoviciano Superior. Esses picos coincidem com duas anomalias importantes nos isótopos de carbono registradas no mesmo período. Os pesquisadores afirmam que a maior entrada de matéria orgânica terrestre, rica em carbono e pobre em fósforo, favoreceu o soterramento global de carbono orgânico. Como resultado, os níveis de oxigênio atmosférico aumentaram e as concentrações de dióxido de carbono diminuíram. Segundo os autores, esse processo pode ter intensificado a oxidação da superfície terrestre há cerca de 455 milhões de anos. Além disso, pode ter contribuído para a glaciação e para eventos de extinção em massa registrados no Ordoviciano Superior. O estudo amplia o debate sobre o papel das primeiras plantas nas transformações ambientais do planeta e reforça a relação entre evolução da vida e mudanças no clima ao longo do tempo geológico. Fonte: stdaily

24 de fevereiro de 2026
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O primeiro avião a jato com rotor embutido da China, da classe de uma tonelada, fez sua estreia pública em Hubei nesta semana. Batizado de “Electric Eagle Flying Car”, o modelo é totalmente elétrico, transporta até quatro pessoas e já acumula mais de 130 voos de teste. A apresentação ocorreu durante a primeira reunião do ano da província, que discutiu ações para fortalecer Hubei como polo estratégico da região central do país. A aeronave foi desenvolvida pela Electric Eagle Technology. O modelo tem 5,6 metros de comprimento, 3,9 metros de largura e 1,6 metro de altura. O peso máximo de decolagem é de 1,2 tonelada, com capacidade de carga de até 450 quilos. Segundo a empresa, o veículo pode voar por mais de 20 minutos de forma contínua. O projeto utiliza oito rotores e funciona com propulsão elétrica. O primeiro voo de teste ocorreu em julho de 2025. De acordo com o presidente da empresa, Cai Xiaodong, o equipamento suporta ventos de nível 7, calcula rotas para evitar obstáculos e conta com paraquedas e outros sistemas de segurança. Outro ponto destacado é o espaço necessário para operação. O veículo precisa de pouco mais de 30 metros quadrados para decolar e pousar, o que representa uma redução de 60% em relação a modelos semelhantes. A aeronave também pode operar próxima a edifícios e em ruas estreitas. A empresa pretende adotar dois modelos de uso. Clientes poderão comprar a aeronave por até 2 milhões de yuans. Além disso, o público poderá utilizar o serviço por meio de aplicativo, em locais como parques, comunidades e áreas turísticas, em formato semelhante ao da plataforma Didi Chuxing, empresa chinesa de transporte por aplicativo que controla a 99 no Brasil. A apresentação ocorreu durante conferência provincial divulgada pelo Hubei Daily e pelo Optics Valley Media Convergence Center, que também destacou projetos ligados à economia de baixa altitude. Fonte: início

23 de fevereiro de 2026
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A China projeta 9,5 bilhões de viagens inter-regionais durante os 40 dias do Festival da Primavera de 2026, período que concentra a maior migração humana do mundo em volume de deslocamentos. A estimativa é do Ministério dos Transportes e abrange o intervalo de 2 de fevereiro a 13 de março. Dentro desse período, o país registrou um novo recorde diário em 20 de fevereiro, o 19º dia da temporada de viagens. Na data, o fluxo alcançou 352,999 milhões de viagens inter-regionais em 24 horas. O número representa alta de 12,3% em relação ao mesmo dia de 2025, segundo o ministério. O Festival da Primavera , também chamado de Ano Novo Chinês, ocorreu em 17 de fevereiro de 2026. O feriado oficial dura nove dias. Nesse intervalo, milhões de pessoas deixam os grandes centros urbanos para visitar familiares em suas cidades de origem e retornam após as celebrações. O período anual de deslocamentos, conhecido como “chunyun” , reúne viagens por rodovias, ferrovias, aviação civil e transporte aquaviário. O governo acompanha os dados para monitorar a mobilidade interna e planejar a operação dos sistemas de transporte durante o pico de demanda. Fonte: Xinhua

23 de fevereiro de 2026
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No dia 21 de fevereiro, o navio porta-contêineres inteligente “Zhi Fei” realizou a primeira operação totalmente autônoma da China em um terminal automatizado . A manobra ocorreu no Terminal Automatizado do Porto de Qingdao, administrado pelo Grupo Portuário de Shandong. A embarcação utilizou navegação autônoma não tripulada para atracar e concluiu a fixação ao cais em 30 segundos por meio de um sistema automático de sucção a vácuo. Em seguida, o navio executou as operações de carga e descarga sem intervenção humana. O terminal integrou guindastes automatizados e veículos guiados automaticamente (AGVs) a um sistema central de controle. Segundo o porto, foi a primeira vez que a China completou todo o processo, da navegação à atracação e à movimentação de contêineres, em modo não tripulado. O “Zhi Fei” utiliza um sistema central de navegação inteligente desenvolvido no país. A embarcação opera em três modos: manual, controle remoto e navegação autônoma. Nesta operação, o sistema traçou a rota até o terminal de Qingdao e posicionou o navio na área de atracação com base em sensores e algoritmos embarcados. Após o alinhamento, o sistema automático de amarração a vácuo fixou o navio ao cais sem uso de cabos. O mecanismo utiliza ventosas industriais para manter a embarcação estável durante a operação. Durante a movimentação de cargas, o sistema de gestão portuária A-TOS e o sistema de controle de equipamentos A-ECS coordenaram guindastes e veículos autônomos com resposta em milissegundos. Além disso, o porto incorporou modelos de inteligência artificial para otimizar rotas, sincronizar equipamentos e ampliar a capacidade de processamento de dados. O terminal também implementou funções como dupla movimentação de contêineres por guindaste e troca de contêineres no lado terrestre. Com isso, o porto busca reduzir o tempo de operação e aumentar a eficiência logística. Fonte: stdaily.com

23 de fevereiro de 2026
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A política nacional de modernização de equipamentos da China passou a incluir, pela primeira vez, instalações comerciais de consumo presencial e já iniciou a rodada de 2026 em 31 províncias, além do Corpo de Produção e Construção de Xinjiang. O programa abrange cerca de 20 áreas, entre elas indústria, tecnologia da informação, eficiência energética e proteção ambiental. O objetivo é estimular o consumo em períodos de maior demanda, reforçar o abastecimento e ampliar serviços à população. Durante o feriado do Ano-Novo Lunar , complexos comerciais em Xangai, Zhejiang e Sichuan reabriram após concluir atualizações estruturais. As administrações substituíram telas antigas por painéis de LED, adaptaram banheiros e elevadores para acessibilidade e renovaram sistemas de ventilação, iluminação e rede elétrica. Operadores informaram aumento superior a 50% no fluxo diário de visitantes durante o período. No setor de processamento de grãos e óleos, empresas instalaram equipamentos de descascamento, controle de temperatura, torrefação e prensagem. Produtores de óleo de amendoim colocaram as novas linhas em operação antes do feriado para garantir oferta. As empresas registraram melhora nos indicadores técnicos do produto após a atualização dos sistemas. Além do comércio e da indústria , o programa manteve a substituição de elevadores antigos e ampliou a política para incluir a instalação em conjuntos residenciais antigos. Em um bairro de Pequim, 21 elevadores começaram a operar e atendem mais de 600 famílias. Moradores relataram que o acesso aos apartamentos se tornou mais simples após a instalação. Para 2026, as autoridades anunciaram ajustes nos critérios de inscrição e nos processos de avaliação. O governo reduzirá o valor mínimo de investimento exigido para projetos de modernização e ampliará o apoio a pequenas e médias empresas. A medida busca ampliar o alcance da política e acelerar a renovação de equipamentos em diferentes setores. Fonte: stdaily.com

23 de fevereiro de 2026
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A China liderou o mercado cinematográfico mundial em 2026 ao superar a América do Norte em arrecadação de bilheteria. Até este sábado, o país registrou mais de 7 bilhões de yuans (US$970 milhões) em receitas, incluindo pré-vendas, segundo plataformas online de venda de ingressos. No mesmo período, a América do Norte somou US$938 milhões. O resultado ocorreu durante o feriado da Festa da Primavera, iniciado em 15 de fevereiro, na China. Até agora, os cinemas chineses arrecadaram mais de 4,4 bilhões de yuans apenas nesse período, o que representa mais da metade da receita total do país em 2026. Durante os nove dias de feriado, produtores lançaram filmes de diferentes gêneros em todo o país. As estreias ampliaram o público nas salas de cinema e concentraram a maior parte da receita do ano até o momento. “Pegasus 3” liderou a bilheteria da Festa da Primavera. O filme é o terceiro da franquia de comédia sobre corridas dirigida por Han Han e estrelada por Shen Teng. Desde a estreia, a produção arrecadou mais de 2 bilhões de yuans. Os dois primeiros filmes da série estrearam nas temporadas da Festa da Primavera de 2019 e 2024. Juntos, somaram 5 bilhões de yuans em bilheteria. Em segundo lugar ficou o thriller de espionagem “Scare Out”, dirigido por Zhang Yimou, com 701 milhões de yuans. Na sequência aparece “Blades of the Guardians: Wind Rises in the Desert”, filme de ação e artes marciais, que arrecadou 577 milhões de yuans. Fonte: Xinhua